27 de Setembro
"Eu sei, ó Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos." Jeremias 10.23
Não devemos determinar nossos próprios passos, mas, sim, nos deixar levar pelo ritmo do Senhor – devemos nos determinar pela Sua maneira de andar. O andar de Deus se cumpre num caminho bem definido. Jesus seguiu por esse caminho com Seu Pai. Mas este andar com Deus vai contra a nossa vontade, contra a nossa natureza, contra os nossos planos. Amizade com Deus significa inimizade contra a carne. Existem muitas pessoas que querem seguir ao Senhor, e talvez até deixam sua profissão, mas, apesar disso, andam como eles mesmos querem, e não da maneira como Jesus andou. O desejo de andar com Deus não está em nós naturalmente, pois esse andar começa no Calvário. Só ali, onde você se entrega totalmente a Deus, onde você permanece na morte de Jesus, você começa a andar como Ele andou. Somente quando o seu velho homem desaparecer na morte do Senhor Jesus é que o novo homem é capaz de andar com Deus. Pois a nova ligação com Ele começa onde a velha vida morreu: "...logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim." Só então começa o novo andar com o Deus vivo!
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 27 de setembro de 2009
Atos 23.16-35
Atos 23.16-35
16 Mas o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido a trama, foi, entrou na fortaleza e de tudo avisou a Paulo.
17 Então, este, chamando um dos centuriões, disse: Leva este rapaz ao comandante, porque tem alguma coisa a comunicar-lhe.
18 Tomando -o, pois, levou -o ao comandante, dizendo: O preso Paulo, chamando-me, pediu-me que trouxesse à tua presença este rapaz, pois tem algo que dizer-te.
19 Tomou -o pela mão o comandante e, pondo-se à parte, perguntou-lhe: Que tens a comunicar-me?
20 Respondeu ele: Os judeus decidiram rogar-te que, amanhã, apresentes Paulo ao Sinédrio, como se houvesse de inquirir mais acuradamente a seu respeito.
21 Tu, pois, não te deixes persuadir, porque mais de quarenta entre eles estão pactuados entre si, sob anátema, de não comer, nem beber, enquanto não o matarem; e, agora, estão prontos, esperando a tua promessa.
22 Então, o comandante despediu o rapaz, recomendando-lhe que a ninguém dissesse ter-lhe trazido estas informações.
23 Chamando dois centuriões, ordenou: Tende de prontidão, desde a hora terceira da noite, duzentos soldados, setenta de cavalaria e duzentos lanceiros para irem até Cesaréia;
24 preparai também animais para fazer Paulo montar e ir com segurança ao governador Félix.
25 E o comandante escreveu uma carta nestes termos:
26 Cláudio Lísias ao excelentíssimo governador Félix, saúde.
27 Este homem foi preso pelos judeus e estava prestes a ser morto por eles, quando eu, sobrevindo com a guarda, o livrei, por saber que ele era romano.
28 Querendo certificar-me do motivo por que o acusavam, fi-lo descer ao Sinédrio deles;
29 verifiquei ser ele acusado de coisas referentes à lei que os rege, nada, porém, que justificasse morte ou mesmo prisão.
30 Sendo eu informado de que ia haver uma cilada contra o homem, tratei de enviá-lo a ti, sem demora, intimando também os acusadores a irem dizer, na tua presença, o que há contra ele. Saúde.
31 Os soldados, pois, conforme lhes foi ordenado, tomaram Paulo e, durante a noite, o conduziram até Antipátride;
32 no dia seguinte, voltaram para a fortaleza, tendo deixado aos de cavalaria o irem com ele;
33 os quais, chegando a Cesaréia, entregaram a carta ao governador e também lhe apresentaram Paulo.
34 Lida a carta, perguntou o governador de que província ele era; e, quando soube que era da Cilícia,
35 disse: Ouvir-te-ei quando chegarem os teus acusadores. E mandou que ele fosse detido no pretório de Herodes.
Atos 23:16-35
Não vemos aqui o Senhor intervir de modo miraculoso, como em Filipos (cap. 16:26) ou como no caso de Pedro (cap. 12:7), para libertar o Seu servo. Mas ainda Ele está no controle dos acontecimentos: usando o sobrinho de Paulo, a qualidade de cidadão romano que o apóstolo possuía, o menosprezo que o comandante romano sentia pelos judeus, Deus cumpre a promessa feita a Seu servo, ou seja, que ele iria testemunhar em Roma (v. 11). Conseqüentemente, todos os planos de seus inimigos não poderiam impedi-lo de ir a Roma. Ao contrário, são esses mesmos planos que contribuem para isso: de fato, as ameaças induzem Lísias a mandar Paulo sob forte escolta a Cesaréia, a fim de protegê-lo da fúria dos judeus fanáticos. Ao mesmo tempo, Lísias escreve uma carta sobre Paulo ao governador Félix. Note como o comandante coloca os fatos, escondendo o erro quase cometido (v. 27; 22:25). Apesar disso, as ofensas dos pagãos não se comparam à terrível culpabilidade dos judeus. Evidentemente, os quarenta conspiradores assassinos não puderam cumprir seu juramento, atraindo desse modo maldição sobre a própria cabeça.
Que DEUS abençoe a todos.
16 Mas o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido a trama, foi, entrou na fortaleza e de tudo avisou a Paulo.
17 Então, este, chamando um dos centuriões, disse: Leva este rapaz ao comandante, porque tem alguma coisa a comunicar-lhe.
18 Tomando -o, pois, levou -o ao comandante, dizendo: O preso Paulo, chamando-me, pediu-me que trouxesse à tua presença este rapaz, pois tem algo que dizer-te.
19 Tomou -o pela mão o comandante e, pondo-se à parte, perguntou-lhe: Que tens a comunicar-me?
20 Respondeu ele: Os judeus decidiram rogar-te que, amanhã, apresentes Paulo ao Sinédrio, como se houvesse de inquirir mais acuradamente a seu respeito.
21 Tu, pois, não te deixes persuadir, porque mais de quarenta entre eles estão pactuados entre si, sob anátema, de não comer, nem beber, enquanto não o matarem; e, agora, estão prontos, esperando a tua promessa.
22 Então, o comandante despediu o rapaz, recomendando-lhe que a ninguém dissesse ter-lhe trazido estas informações.
23 Chamando dois centuriões, ordenou: Tende de prontidão, desde a hora terceira da noite, duzentos soldados, setenta de cavalaria e duzentos lanceiros para irem até Cesaréia;
24 preparai também animais para fazer Paulo montar e ir com segurança ao governador Félix.
25 E o comandante escreveu uma carta nestes termos:
26 Cláudio Lísias ao excelentíssimo governador Félix, saúde.
27 Este homem foi preso pelos judeus e estava prestes a ser morto por eles, quando eu, sobrevindo com a guarda, o livrei, por saber que ele era romano.
28 Querendo certificar-me do motivo por que o acusavam, fi-lo descer ao Sinédrio deles;
29 verifiquei ser ele acusado de coisas referentes à lei que os rege, nada, porém, que justificasse morte ou mesmo prisão.
30 Sendo eu informado de que ia haver uma cilada contra o homem, tratei de enviá-lo a ti, sem demora, intimando também os acusadores a irem dizer, na tua presença, o que há contra ele. Saúde.
31 Os soldados, pois, conforme lhes foi ordenado, tomaram Paulo e, durante a noite, o conduziram até Antipátride;
32 no dia seguinte, voltaram para a fortaleza, tendo deixado aos de cavalaria o irem com ele;
33 os quais, chegando a Cesaréia, entregaram a carta ao governador e também lhe apresentaram Paulo.
34 Lida a carta, perguntou o governador de que província ele era; e, quando soube que era da Cilícia,
35 disse: Ouvir-te-ei quando chegarem os teus acusadores. E mandou que ele fosse detido no pretório de Herodes.
Atos 23:16-35
Não vemos aqui o Senhor intervir de modo miraculoso, como em Filipos (cap. 16:26) ou como no caso de Pedro (cap. 12:7), para libertar o Seu servo. Mas ainda Ele está no controle dos acontecimentos: usando o sobrinho de Paulo, a qualidade de cidadão romano que o apóstolo possuía, o menosprezo que o comandante romano sentia pelos judeus, Deus cumpre a promessa feita a Seu servo, ou seja, que ele iria testemunhar em Roma (v. 11). Conseqüentemente, todos os planos de seus inimigos não poderiam impedi-lo de ir a Roma. Ao contrário, são esses mesmos planos que contribuem para isso: de fato, as ameaças induzem Lísias a mandar Paulo sob forte escolta a Cesaréia, a fim de protegê-lo da fúria dos judeus fanáticos. Ao mesmo tempo, Lísias escreve uma carta sobre Paulo ao governador Félix. Note como o comandante coloca os fatos, escondendo o erro quase cometido (v. 27; 22:25). Apesar disso, as ofensas dos pagãos não se comparam à terrível culpabilidade dos judeus. Evidentemente, os quarenta conspiradores assassinos não puderam cumprir seu juramento, atraindo desse modo maldição sobre a própria cabeça.
Que DEUS abençoe a todos.
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Atos 23.16-35
Atos 23.1-15
Atos 23.1-15
1 Fitando Paulo os olhos no Sinédrio, disse: Varões, irmãos, tenho andado diante de Deus com toda a boa consciência até ao dia de hoje.
2 Mas o sumo sacerdote, Ananias, mandou aos que estavam perto dele que lhe batessem na boca.
3 Então, lhe disse Paulo: Deus há de ferir-te, parede branqueada! Tu estás aí sentado para julgar-me segundo a lei e, contra a lei, mandas agredir-me?
4 Os que estavam a seu lado disseram: Estás injuriando o sumo sacerdote de Deus?
5 Respondeu Paulo: Não sabia, irmãos, que ele é sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal de uma autoridade do teu povo.
6 Sabendo Paulo que uma parte do Sinédrio se compunha de saduceus e outra, de fariseus, exclamou: Varões, irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus! No tocante à esperança e à ressurreição dos mortos sou julgado!
7 Ditas estas palavras, levantou-se grande dissensão entre fariseus e saduceus, e a multidão se dividiu.
8 Pois os saduceus declaram não haver ressurreição, nem anjo, nem espírito; ao passo que os fariseus admitem todas essas coisas.
9 Houve, pois, grande vozearia. E, levantando-se alguns escribas da parte dos fariseus, contendiam, dizendo: Não achamos neste homem mal algum; e será que algum espírito ou anjo lhe tenha falado?
10 Tomando vulto a celeuma, temendo o comandante que fosse Paulo espedaçado por eles, mandou descer a guarda para que o retirassem dali e o levassem para a fortaleza.
11 Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse: Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma.
12 Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo.
13 Eram mais de quarenta os que entraram nesta conspirata.
14 Estes, indo ter com os principais sacerdotes e os anciãos, disseram: Juramos, sob pena de anátema, não comer coisa alguma, enquanto não matarmos Paulo.
15 Agora, pois, notificai ao comandante, juntamente com o Sinédrio, que vo-lo apresente como se estivésseis para investigar mais acuradamente a sua causa; e nós, antes que ele chegue, estaremos prontos para assassiná-lo.
Atos 23:1-15
O comandante não conseguiu entender o motivo da fúria dos judeus contra um homem em quem não havia nada para reprovar. Para informar-se, apresenta o prisioneiro diante do Sinédrio. Uma hábil palavra de Paulo coloca os fariseus do seu lado. A ressurreição de Jesus Cristo era o fundamento de sua doutrina e indiretamente a razão da oposição dos judeus. Mas Paulo nem sequer mencionou o nome do seu Salvador. Suas palavras causaram tal discórdia entre os fariseus e os saduceus - tradicionais adversários -, que mais uma vez o comandante teve de resgatá-lo e envia-lo a um lugar seguro.
Depois de todos esses acontecimentos, o apóstolo, só e talvez desanimado, precisa ser fortalecido. E é o Senhor mesmo quem se apresenta ao amado servo (v. 11). Ele não o reprova; pelo contrário, o Senhor reconhece o testemunho que Paulo dera em Jerusalém, o consola e o relembra de sua verdadeira missão: a de pregar a salvação não para os judeus, mas para as nações gentias. Com esse propósito, Paulo vai para Roma.
Que sempre possamos gozar da experiência de ter o Senhor "ao nosso lado" e, por esse motivo, não precisemos estar ansiosos (Filipenses 4:5-6; 2 Timóteo 4:17).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Fitando Paulo os olhos no Sinédrio, disse: Varões, irmãos, tenho andado diante de Deus com toda a boa consciência até ao dia de hoje.
2 Mas o sumo sacerdote, Ananias, mandou aos que estavam perto dele que lhe batessem na boca.
3 Então, lhe disse Paulo: Deus há de ferir-te, parede branqueada! Tu estás aí sentado para julgar-me segundo a lei e, contra a lei, mandas agredir-me?
4 Os que estavam a seu lado disseram: Estás injuriando o sumo sacerdote de Deus?
5 Respondeu Paulo: Não sabia, irmãos, que ele é sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal de uma autoridade do teu povo.
6 Sabendo Paulo que uma parte do Sinédrio se compunha de saduceus e outra, de fariseus, exclamou: Varões, irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus! No tocante à esperança e à ressurreição dos mortos sou julgado!
7 Ditas estas palavras, levantou-se grande dissensão entre fariseus e saduceus, e a multidão se dividiu.
8 Pois os saduceus declaram não haver ressurreição, nem anjo, nem espírito; ao passo que os fariseus admitem todas essas coisas.
9 Houve, pois, grande vozearia. E, levantando-se alguns escribas da parte dos fariseus, contendiam, dizendo: Não achamos neste homem mal algum; e será que algum espírito ou anjo lhe tenha falado?
10 Tomando vulto a celeuma, temendo o comandante que fosse Paulo espedaçado por eles, mandou descer a guarda para que o retirassem dali e o levassem para a fortaleza.
11 Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse: Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma.
12 Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo.
13 Eram mais de quarenta os que entraram nesta conspirata.
14 Estes, indo ter com os principais sacerdotes e os anciãos, disseram: Juramos, sob pena de anátema, não comer coisa alguma, enquanto não matarmos Paulo.
15 Agora, pois, notificai ao comandante, juntamente com o Sinédrio, que vo-lo apresente como se estivésseis para investigar mais acuradamente a sua causa; e nós, antes que ele chegue, estaremos prontos para assassiná-lo.
Atos 23:1-15
O comandante não conseguiu entender o motivo da fúria dos judeus contra um homem em quem não havia nada para reprovar. Para informar-se, apresenta o prisioneiro diante do Sinédrio. Uma hábil palavra de Paulo coloca os fariseus do seu lado. A ressurreição de Jesus Cristo era o fundamento de sua doutrina e indiretamente a razão da oposição dos judeus. Mas Paulo nem sequer mencionou o nome do seu Salvador. Suas palavras causaram tal discórdia entre os fariseus e os saduceus - tradicionais adversários -, que mais uma vez o comandante teve de resgatá-lo e envia-lo a um lugar seguro.
Depois de todos esses acontecimentos, o apóstolo, só e talvez desanimado, precisa ser fortalecido. E é o Senhor mesmo quem se apresenta ao amado servo (v. 11). Ele não o reprova; pelo contrário, o Senhor reconhece o testemunho que Paulo dera em Jerusalém, o consola e o relembra de sua verdadeira missão: a de pregar a salvação não para os judeus, mas para as nações gentias. Com esse propósito, Paulo vai para Roma.
Que sempre possamos gozar da experiência de ter o Senhor "ao nosso lado" e, por esse motivo, não precisemos estar ansiosos (Filipenses 4:5-6; 2 Timóteo 4:17).
Que DEUS abençoe a todos.
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Atos 23.1-15
Atos 22.12-30
Atos 22.12-30
12 Um homem, chamado Ananias, piedoso conforme a lei, tendo bom testemunho de todos os judeus que ali moravam,
13 veio procurar-me e, pondo-se junto a mim, disse: Saulo, irmão, recebe novamente a vista. Nessa mesma hora, recobrei a vista e olhei para ele.
14 Então, ele disse: O Deus de nossos pais, de antemão, te escolheu para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires uma voz da sua própria boca,
15 porque terás de ser sua testemunha diante de todos os homens, das coisas que tens visto e ouvido.
16 E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele.
17 Tendo eu voltado para Jerusalém, enquanto orava no templo, sobreveio-me um êxtase,
18 e vi aquele que falava comigo: Apressa-te e sai logo de Jerusalém, porque não receberão o teu testemunho a meu respeito.
19 Eu disse: Senhor, eles bem sabem que eu encerrava em prisão e, nas sinagogas, açoitava os que criam em ti.
20 Quando se derramava o sangue de Estêvão, tua testemunha, eu também estava presente, consentia nisso e até guardei as vestes dos que o matavam.
21 Mas ele me disse: Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios.
22 Ouviram-no até essa palavra e, então, gritaram, dizendo: Tira tal homem da terra, porque não convém que ele viva!
23 Ora, estando eles gritando, arrojando de si as suas capas, atirando poeira para os ares,
24 ordenou o comandante que Paulo fosse recolhido à fortaleza e que, sob açoite, fosse interrogado para saber por que motivo assim clamavam contra ele.
25 Quando o estavam amarrando com correias, disse Paulo ao centurião presente: Ser-vos -á, porventura, lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?
26 Ouvindo isto, o centurião procurou o comandante e lhe disse: Que estás para fazer? Porque este homem é cidadão romano.
27 Vindo o comandante, perguntou a Paulo: Dize-me: és tu romano? Ele disse: Sou.
28 Respondeu-lhe o comandante: A mim me custou grande soma de dinheiro este título de cidadão. Disse Paulo: Pois eu o tenho por direito de nascimento.
29 Imediatamente, se afastaram os que estavam para o inquirir com açoites. O próprio comandante sentiu-se receoso quando soube que Paulo era romano, porque o mandara amarrar.
30 No dia seguinte, querendo certificar-se dos motivos por que vinha ele sendo acusado pelos judeus, soltou -o, e ordenou que se reunissem os principais sacerdotes e todo o Sinédrio, e, mandando trazer Paulo, apresentou -o perante eles.
Atos 22:12-30
"E agora, porque te demoras?", perguntou Ananias ao novo convertido (v. 16). Amigo, se o Senhor lhe tem chamado, por que você ainda se demora no caminho da perdição e não toma lugar entre os Seus discípulos?
Três anos mais tarde, em Jerusalém, Paulo teve o privilégio de ver o "Justo" e receber ordens da Sua boca (v. 17). Ele mesmo queria trabalhar entre os judeus, pensando que seu testemunho teria maior força entre os que o conheceram como fanático adversário da verdade (vv. 19-20). Mas ele tinha sido separado para o ministério entre os gentios (v. 21; Gálatas 1:15-16). Deixemos que o Senhor nos mostre qual será o nosso campo de trabalho!
O versículo 18 se cumpre. Os judeus não aceitam o testemunho de Paulo. O comandante mais uma vez é obrigado a protegê-lo da fúria do povo. E, no momento em que vai ser torturado, Paulo faz valer sua cidadania romana. Mais tarde, ele será ensinado a considerar como perda o que para ele era lucro (23:6; Filipenses 3:7).
Quanto à cidadania celestial, ninguém a adquire por nascimento ou pelo dinheiro (v. 28). Somente a possuem os que passaram pelo novo nascimento (João 3:3; Filipenses 3:20).
Que DEUS abençoe a todos.
12 Um homem, chamado Ananias, piedoso conforme a lei, tendo bom testemunho de todos os judeus que ali moravam,
13 veio procurar-me e, pondo-se junto a mim, disse: Saulo, irmão, recebe novamente a vista. Nessa mesma hora, recobrei a vista e olhei para ele.
14 Então, ele disse: O Deus de nossos pais, de antemão, te escolheu para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires uma voz da sua própria boca,
15 porque terás de ser sua testemunha diante de todos os homens, das coisas que tens visto e ouvido.
16 E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele.
17 Tendo eu voltado para Jerusalém, enquanto orava no templo, sobreveio-me um êxtase,
18 e vi aquele que falava comigo: Apressa-te e sai logo de Jerusalém, porque não receberão o teu testemunho a meu respeito.
19 Eu disse: Senhor, eles bem sabem que eu encerrava em prisão e, nas sinagogas, açoitava os que criam em ti.
20 Quando se derramava o sangue de Estêvão, tua testemunha, eu também estava presente, consentia nisso e até guardei as vestes dos que o matavam.
21 Mas ele me disse: Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios.
22 Ouviram-no até essa palavra e, então, gritaram, dizendo: Tira tal homem da terra, porque não convém que ele viva!
23 Ora, estando eles gritando, arrojando de si as suas capas, atirando poeira para os ares,
24 ordenou o comandante que Paulo fosse recolhido à fortaleza e que, sob açoite, fosse interrogado para saber por que motivo assim clamavam contra ele.
25 Quando o estavam amarrando com correias, disse Paulo ao centurião presente: Ser-vos -á, porventura, lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?
26 Ouvindo isto, o centurião procurou o comandante e lhe disse: Que estás para fazer? Porque este homem é cidadão romano.
27 Vindo o comandante, perguntou a Paulo: Dize-me: és tu romano? Ele disse: Sou.
28 Respondeu-lhe o comandante: A mim me custou grande soma de dinheiro este título de cidadão. Disse Paulo: Pois eu o tenho por direito de nascimento.
29 Imediatamente, se afastaram os que estavam para o inquirir com açoites. O próprio comandante sentiu-se receoso quando soube que Paulo era romano, porque o mandara amarrar.
30 No dia seguinte, querendo certificar-se dos motivos por que vinha ele sendo acusado pelos judeus, soltou -o, e ordenou que se reunissem os principais sacerdotes e todo o Sinédrio, e, mandando trazer Paulo, apresentou -o perante eles.
Atos 22:12-30
"E agora, porque te demoras?", perguntou Ananias ao novo convertido (v. 16). Amigo, se o Senhor lhe tem chamado, por que você ainda se demora no caminho da perdição e não toma lugar entre os Seus discípulos?
Três anos mais tarde, em Jerusalém, Paulo teve o privilégio de ver o "Justo" e receber ordens da Sua boca (v. 17). Ele mesmo queria trabalhar entre os judeus, pensando que seu testemunho teria maior força entre os que o conheceram como fanático adversário da verdade (vv. 19-20). Mas ele tinha sido separado para o ministério entre os gentios (v. 21; Gálatas 1:15-16). Deixemos que o Senhor nos mostre qual será o nosso campo de trabalho!
O versículo 18 se cumpre. Os judeus não aceitam o testemunho de Paulo. O comandante mais uma vez é obrigado a protegê-lo da fúria do povo. E, no momento em que vai ser torturado, Paulo faz valer sua cidadania romana. Mais tarde, ele será ensinado a considerar como perda o que para ele era lucro (23:6; Filipenses 3:7).
Quanto à cidadania celestial, ninguém a adquire por nascimento ou pelo dinheiro (v. 28). Somente a possuem os que passaram pelo novo nascimento (João 3:3; Filipenses 3:20).
Que DEUS abençoe a todos.
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Atos 22.12-30
Atos 21.33-40
Atos 21.33-40
33 Aproximando-se o comandante, apoderou-se de Paulo e ordenou que fosse acorrentado com duas cadeias, perguntando quem era e o que havia feito.
34 Na multidão, uns gritavam de um modo; outros, de outro; não podendo ele, porém, saber a verdade por causa do tumulto, ordenou que Paulo fosse recolhido à fortaleza.
35 Ao chegar às escadas, foi preciso que os soldados o carregassem, por causa da violência da multidão,
36 pois a massa de povo o seguia gritando: Mata -o!
37 E, quando Paulo ia sendo recolhido à fortaleza, disse ao comandante: É-me permitido dizer-te alguma coisa? Respondeu ele: Sabes o grego?
38 Não és tu, porventura, o egípcio que, há tempos, sublevou e conduziu ao deserto quatro mil sicários?
39 Respondeu-lhe Paulo: Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia; e rogo-te que me permitas falar ao povo.
40 Obtida a permissão, Paulo, em pé na escada, fez com a mão sinal ao povo. Fez-se grande silêncio, e ele falou em língua hebraica, dizendo:
Atos 22.1-11
1 Irmãos e pais, ouvi, agora, a minha defesa perante vós.
2 Quando ouviram que lhes falava em língua hebraica, guardaram ainda maior silêncio. E continuou:
3 Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje.
4 Persegui este Caminho até à morte, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres,
5 de que são testemunhas o sumo sacerdote e todos os anciãos. Destes, recebi cartas para os irmãos; e ia para Damasco, no propósito de trazer manietados para Jerusalém os que também lá estivessem, para serem punidos.
6 Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim.
7 Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?
8 Perguntei: quem és tu, Senhor? Ao que me respondeu: Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues.
9 Os que estavam comigo viram a luz, sem, contudo, perceberem o sentido da voz de quem falava comigo.
10 Então, perguntei: que farei, Senhor? E o Senhor me disse: Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer.
11 Tendo ficado cego por causa do fulgor daquela luz, guiado pela mão dos que estavam comigo, cheguei a Damasco.
Atos 21:33-40; 22:1-11
Paulo é livrado da violência da multidão graças à intervenção de um tribuno, ou seja, de um comandante da guarnição romana. O tribuno, que primeiro pensou ser Paulo um bandido mal-afamado, acalma-se ao ouvi-lo falar em grego e autoriza-o a dirigir-se à multidão. Diante de uma multidão completamente silenciosa, Paulo relembra seu culpável passado, porém em um sentido totalmente diferente daquele que os judeus entendiam. Dotado de qualidades e vantagens pouco comuns - "hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu" (Filipenses 3:5) -, sua reputação era a de um homem piedoso e irreprovável. Mas o seu zelo religioso, semelhante ao que motivava os líderes da multidão, o havia conduzido, apesar das advertências do seu mestre Gamaliel, a lutar contra Deus (vv. 3; 5:39). "Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues" (v. 8), é a terrível resposta que ele ouve do céu. Ao tocar naqueles pobres cristãos, perseguindo-os até a morte, ele estava lutando contra o Filho de Deus. Porém, em vez de castigá-lo por sua blasfêmia ousadia, o Senhor, ao mesmo tempo que lhe devolveu a visão, abriu os olhos do seu coração (Efésios 1:17-18) e fez desse homem, separado desde o nascimento, um instrumento fiel para Seu uso.
Que DEUS abençoe a todos.
33 Aproximando-se o comandante, apoderou-se de Paulo e ordenou que fosse acorrentado com duas cadeias, perguntando quem era e o que havia feito.
34 Na multidão, uns gritavam de um modo; outros, de outro; não podendo ele, porém, saber a verdade por causa do tumulto, ordenou que Paulo fosse recolhido à fortaleza.
35 Ao chegar às escadas, foi preciso que os soldados o carregassem, por causa da violência da multidão,
36 pois a massa de povo o seguia gritando: Mata -o!
37 E, quando Paulo ia sendo recolhido à fortaleza, disse ao comandante: É-me permitido dizer-te alguma coisa? Respondeu ele: Sabes o grego?
38 Não és tu, porventura, o egípcio que, há tempos, sublevou e conduziu ao deserto quatro mil sicários?
39 Respondeu-lhe Paulo: Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia; e rogo-te que me permitas falar ao povo.
40 Obtida a permissão, Paulo, em pé na escada, fez com a mão sinal ao povo. Fez-se grande silêncio, e ele falou em língua hebraica, dizendo:
Atos 22.1-11
1 Irmãos e pais, ouvi, agora, a minha defesa perante vós.
2 Quando ouviram que lhes falava em língua hebraica, guardaram ainda maior silêncio. E continuou:
3 Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje.
4 Persegui este Caminho até à morte, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres,
5 de que são testemunhas o sumo sacerdote e todos os anciãos. Destes, recebi cartas para os irmãos; e ia para Damasco, no propósito de trazer manietados para Jerusalém os que também lá estivessem, para serem punidos.
6 Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim.
7 Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?
8 Perguntei: quem és tu, Senhor? Ao que me respondeu: Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues.
9 Os que estavam comigo viram a luz, sem, contudo, perceberem o sentido da voz de quem falava comigo.
10 Então, perguntei: que farei, Senhor? E o Senhor me disse: Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer.
11 Tendo ficado cego por causa do fulgor daquela luz, guiado pela mão dos que estavam comigo, cheguei a Damasco.
Atos 21:33-40; 22:1-11
Paulo é livrado da violência da multidão graças à intervenção de um tribuno, ou seja, de um comandante da guarnição romana. O tribuno, que primeiro pensou ser Paulo um bandido mal-afamado, acalma-se ao ouvi-lo falar em grego e autoriza-o a dirigir-se à multidão. Diante de uma multidão completamente silenciosa, Paulo relembra seu culpável passado, porém em um sentido totalmente diferente daquele que os judeus entendiam. Dotado de qualidades e vantagens pouco comuns - "hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu" (Filipenses 3:5) -, sua reputação era a de um homem piedoso e irreprovável. Mas o seu zelo religioso, semelhante ao que motivava os líderes da multidão, o havia conduzido, apesar das advertências do seu mestre Gamaliel, a lutar contra Deus (vv. 3; 5:39). "Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues" (v. 8), é a terrível resposta que ele ouve do céu. Ao tocar naqueles pobres cristãos, perseguindo-os até a morte, ele estava lutando contra o Filho de Deus. Porém, em vez de castigá-lo por sua blasfêmia ousadia, o Senhor, ao mesmo tempo que lhe devolveu a visão, abriu os olhos do seu coração (Efésios 1:17-18) e fez desse homem, separado desde o nascimento, um instrumento fiel para Seu uso.
Que DEUS abençoe a todos.
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Atos 21.33-40
1 Reis 21:15-29
1 Reis 21:15-29
15 E sucedeu que, ouvindo Jezabel que já fora apredrejado Nabote, e morrera, disse a Acabe: Levanta-te, e possui a vinha de Nabote, o jizreelita, a qual te recusou dar por dinheiro; porque Nabote não vive, mas é morto.
16 E sucedeu que, ouvindo Acabe, que Nabote já era morto, levantou-se para descer para a vinha de Nabote, o jizreelita, para tomar posse dela.
17 Então veio a palavra do Senhor a Elias, o tisbita, dizendo:
18 Levanta-te, desce para encontrar-te com Acabe, rei de Israel, que está em Samaria; eis que está na vinha de Nabote, aonde tem descido para possuí-la.
19 E falar-lhe-ás, dizendo: Assim diz o Senhor: Porventura não mataste e tomaste a herança? Falar-lhe-ás mais, dizendo: Assim diz o Senhor: No lugar em que os cães lamberam o sangue de Nabote lamberão também o teu próprio sangue.
20 E disse Acabe a Elias: Já me achaste, inimigo meu? E ele disse: Achei-te; porquanto já te vendeste para fazeres o que é mau aos olhos do Senhor.
21 Eis que trarei mal sobre ti, e arrancarei a tua posteridade, e arrancarei de Acabe a todo o homem, tanto o escravo como o livre em Israel;
22 E farei a tua casa como a casa de Jeroboão, filho de Nebate, e como a casa de Baasa, filho de Aías; por causa da provocação, com que me provocaste e fizeste pecar a Israel.
23 E também acerca de Jezabel falou o Senhor, dizendo: Os cães comerão a Jezabel junto ao antemuro de Jizreel.
24 Aquele que morrer dos de Acabe, na cidade, os cães o comerão; e o que morrer no campo as aves do céu o comerão.
25 Porém ninguém fora como Acabe, que se vendera para fazer o que era mau aos olhos do Senhor; porque Jezabel, sua mulher, o incitava.
26 E fez grandes abominações, seguindo os ídolos, conforme a tudo o que fizeram os amorreus, os quais o Senhor lançou fora da sua possessão, de diante dos filhos de Israel.
27 Sucedeu, pois, que Acabe, ouvindo estas palavras, rasgou as suas vestes, e cobriu a sua carne de saco, e jejuou; e jazia em saco, e andava mansamente.
28 Então veio a palavra do Senhor a Elias tisbita, dizendo:
29 Não viste que Acabe se humilha perante mim? Por isso, porquanto se humilha perante mim, não trarei este mal nos seus dias, mas nos dias de seu filho o trarei sobre a sua casa.
1 Reis 21:15-29
Acabe é um exemplo típico do homem que sempre quer o que não pode ter. Cheio de riquezas, ele se interessou pela vinha do vizinho. Nosso coração natural está perpetuamente insatisfeito, mas Paulo nos lembra de que “grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento” (1 Timóteo 6:6).
Mentiras e assassinato permitiram que Acabe tomasse posse do objeto de seu desejo. Ele se levanta e examina sua mais nova propriedade com alegria. Mas todo o prazer de Acabe de repente desaparece! Esperando na vinha de Nabote está alguém que o rei conhece muito bem. Elias! O Senhor o encarregou de anunciar ao rei a terrível sentença que o aguarda, uma punição que nos faz pensar no horrendo fim de um homem que traiu o sangue inocente: Judas Iscariotes (Atos 1:18)!
Finalmente, pela primeira vez, Acaba dá mostras de humilhação. Ele sabe pela história de seus predecessores que a palavra do Senhor sempre se cumpre. O ato dele significa “arrependimento para a salvação” (2 Coríntios 7:10)? Infelizmente não, como os capítulos seguintes nos mostrarão. É sempre pelos frutos que a verdadeira conversão tem de ser julgada. Porém, esperando por algum sinal de arrependimento por parte de Acabe, Deus adia a execução da sentença (Ezequiel 33:11).
Que DEUS abençoe a todos.
15 E sucedeu que, ouvindo Jezabel que já fora apredrejado Nabote, e morrera, disse a Acabe: Levanta-te, e possui a vinha de Nabote, o jizreelita, a qual te recusou dar por dinheiro; porque Nabote não vive, mas é morto.
16 E sucedeu que, ouvindo Acabe, que Nabote já era morto, levantou-se para descer para a vinha de Nabote, o jizreelita, para tomar posse dela.
17 Então veio a palavra do Senhor a Elias, o tisbita, dizendo:
18 Levanta-te, desce para encontrar-te com Acabe, rei de Israel, que está em Samaria; eis que está na vinha de Nabote, aonde tem descido para possuí-la.
19 E falar-lhe-ás, dizendo: Assim diz o Senhor: Porventura não mataste e tomaste a herança? Falar-lhe-ás mais, dizendo: Assim diz o Senhor: No lugar em que os cães lamberam o sangue de Nabote lamberão também o teu próprio sangue.
20 E disse Acabe a Elias: Já me achaste, inimigo meu? E ele disse: Achei-te; porquanto já te vendeste para fazeres o que é mau aos olhos do Senhor.
21 Eis que trarei mal sobre ti, e arrancarei a tua posteridade, e arrancarei de Acabe a todo o homem, tanto o escravo como o livre em Israel;
22 E farei a tua casa como a casa de Jeroboão, filho de Nebate, e como a casa de Baasa, filho de Aías; por causa da provocação, com que me provocaste e fizeste pecar a Israel.
23 E também acerca de Jezabel falou o Senhor, dizendo: Os cães comerão a Jezabel junto ao antemuro de Jizreel.
24 Aquele que morrer dos de Acabe, na cidade, os cães o comerão; e o que morrer no campo as aves do céu o comerão.
25 Porém ninguém fora como Acabe, que se vendera para fazer o que era mau aos olhos do Senhor; porque Jezabel, sua mulher, o incitava.
26 E fez grandes abominações, seguindo os ídolos, conforme a tudo o que fizeram os amorreus, os quais o Senhor lançou fora da sua possessão, de diante dos filhos de Israel.
27 Sucedeu, pois, que Acabe, ouvindo estas palavras, rasgou as suas vestes, e cobriu a sua carne de saco, e jejuou; e jazia em saco, e andava mansamente.
28 Então veio a palavra do Senhor a Elias tisbita, dizendo:
29 Não viste que Acabe se humilha perante mim? Por isso, porquanto se humilha perante mim, não trarei este mal nos seus dias, mas nos dias de seu filho o trarei sobre a sua casa.
1 Reis 21:15-29
Acabe é um exemplo típico do homem que sempre quer o que não pode ter. Cheio de riquezas, ele se interessou pela vinha do vizinho. Nosso coração natural está perpetuamente insatisfeito, mas Paulo nos lembra de que “grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento” (1 Timóteo 6:6).
Mentiras e assassinato permitiram que Acabe tomasse posse do objeto de seu desejo. Ele se levanta e examina sua mais nova propriedade com alegria. Mas todo o prazer de Acabe de repente desaparece! Esperando na vinha de Nabote está alguém que o rei conhece muito bem. Elias! O Senhor o encarregou de anunciar ao rei a terrível sentença que o aguarda, uma punição que nos faz pensar no horrendo fim de um homem que traiu o sangue inocente: Judas Iscariotes (Atos 1:18)!
Finalmente, pela primeira vez, Acaba dá mostras de humilhação. Ele sabe pela história de seus predecessores que a palavra do Senhor sempre se cumpre. O ato dele significa “arrependimento para a salvação” (2 Coríntios 7:10)? Infelizmente não, como os capítulos seguintes nos mostrarão. É sempre pelos frutos que a verdadeira conversão tem de ser julgada. Porém, esperando por algum sinal de arrependimento por parte de Acabe, Deus adia a execução da sentença (Ezequiel 33:11).
Que DEUS abençoe a todos.
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1 Reis 21:15-29
1 Reis 21:1-14
1 Reis 21:1-14
1 E SUCEDEU depois destas coisas que, Nabote, o jizreelita, tinha uma vinha em Jizreel junto ao palácio de Acabe, rei de Samaria.
2 Então Acabe falou a Nabote, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, pois está vizinha ao lado da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor: ou, se for do teu agrado, dar-te-ei o seu valor em dinheiro.
3 Porém Nabote disse a Acabe: Guarde-me o Senhor de que eu te dê a herança de meus pais.
4 Então Acabe veio desgostoso e indignado à sua casa, por causa da palavra que Nabote, o jizreelita, lhe falara, quando disse: Não te darei a herança de meus pais. E deitou-se na sua cama, e voltou o rosto, e não comeu pão.
5 Porém, vindo a ele Jezabel, sua mulher, lhe disse: Que há, que está tão desgostoso o teu espírito, e não comes pão?
6 E ele lhe disse: Porque falei a Nabote, o jizreelita, e lhe disse: Dá-me a tua vinha por dinheiro; ou, se te apraz, te darei outra vinha em seu lugar. Porém ele disse: Não te darei a minha vinha.
7 Então Jezabel, sua mulher lhe disse: Governas tu agora no reino de Israel? Levanta-te, come pão, e alegre-se o teu coração; eu te darei a vinha de Nabote, o jizreelita.
8 Então escreveu cartas em nome de Acabe, e as selou com o seu sinete; e mandou as cartas aos anciãos e aos nobres que havia na sua cidade e habitavam com Nabote.
9 E escreveu nas cartas, dizendo: Apregoai um jejum, e ponde Nabote diante do povo.
10 E ponde defronte dele dois filhos de Belial, que testemunhem contra ele, dizendo: Blasfemaste contra Deus e contra o rei; e trazei-o fora, e apedrejai-o para que morra.
11 E os homens da sua cidade, os anciãos e os nobres que habitavam na sua cidade, fizeram como Jezabel lhes ordenara, conforme estava escrito nas cartas que lhes mandara.
12 Apregoaram um jejum, e puseram a Nabote diante do povo.
13 Então vieram dois homens, filhos de Belial, e puseram-se defronte dele; e os homens, filhos de Belial, testemunharam contra ele, contra Nabote, perante o povo, dizendo: Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei. E o levaram para fora da cidade, e o apedrejaram, e morreu.
14 Então mandaram dizer a Jezabel: Nabote foi apedrejado, e morreu.
1 Reis 21:1-14
Acabe chegou muito perto de despojar tudo o que pertencia ao rei da Síria. Ingrato ao Deus que havia protegido todos os seus bens, ele agora, por cobiça, tenta despojar seu vizinho. Nabote, um israelita fiel, não desistiu de sua herança, conforme diz Levítico 25:23. Será que temos demonstrado a mesma fidelidade, a mesma firmeza, quando somos confrontados com a decisão de manter ou não a nossa herança espiritual? Não desvalorizemos as incomparáveis verdades da Bíblia confiadas a nós (1 Timóteo 6:20; 2 Timóteo 1:14).
Um rei covarde e perverso permite que sua esposa tome a direção e, sob pretexto da autoridade real, uma terrível injustiça é cometida.
Mas Nabote tinha o privilégio de representar Alguém maior que ele mesmo. Na parábola em que o Senhor Jesus se apresenta como herdeiro da vinha, ouvimos as pavorosas palavras: “Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança” (Mateus 21:38). No final do mesmo evangelho é dito que duas falsas testemunhas também se apresentaram diante do Sinédrio. Ali Jesus foi acusado de blasfêmia pelos líderes do povo (Mateus 26:60, 65-66), antes de ser condenado à morte “fora da cidade” (v. 13; Hebreus 13:12).
Que DEUS abençoe a todos.
1 E SUCEDEU depois destas coisas que, Nabote, o jizreelita, tinha uma vinha em Jizreel junto ao palácio de Acabe, rei de Samaria.
2 Então Acabe falou a Nabote, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, pois está vizinha ao lado da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor: ou, se for do teu agrado, dar-te-ei o seu valor em dinheiro.
3 Porém Nabote disse a Acabe: Guarde-me o Senhor de que eu te dê a herança de meus pais.
4 Então Acabe veio desgostoso e indignado à sua casa, por causa da palavra que Nabote, o jizreelita, lhe falara, quando disse: Não te darei a herança de meus pais. E deitou-se na sua cama, e voltou o rosto, e não comeu pão.
5 Porém, vindo a ele Jezabel, sua mulher, lhe disse: Que há, que está tão desgostoso o teu espírito, e não comes pão?
6 E ele lhe disse: Porque falei a Nabote, o jizreelita, e lhe disse: Dá-me a tua vinha por dinheiro; ou, se te apraz, te darei outra vinha em seu lugar. Porém ele disse: Não te darei a minha vinha.
7 Então Jezabel, sua mulher lhe disse: Governas tu agora no reino de Israel? Levanta-te, come pão, e alegre-se o teu coração; eu te darei a vinha de Nabote, o jizreelita.
8 Então escreveu cartas em nome de Acabe, e as selou com o seu sinete; e mandou as cartas aos anciãos e aos nobres que havia na sua cidade e habitavam com Nabote.
9 E escreveu nas cartas, dizendo: Apregoai um jejum, e ponde Nabote diante do povo.
10 E ponde defronte dele dois filhos de Belial, que testemunhem contra ele, dizendo: Blasfemaste contra Deus e contra o rei; e trazei-o fora, e apedrejai-o para que morra.
11 E os homens da sua cidade, os anciãos e os nobres que habitavam na sua cidade, fizeram como Jezabel lhes ordenara, conforme estava escrito nas cartas que lhes mandara.
12 Apregoaram um jejum, e puseram a Nabote diante do povo.
13 Então vieram dois homens, filhos de Belial, e puseram-se defronte dele; e os homens, filhos de Belial, testemunharam contra ele, contra Nabote, perante o povo, dizendo: Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei. E o levaram para fora da cidade, e o apedrejaram, e morreu.
14 Então mandaram dizer a Jezabel: Nabote foi apedrejado, e morreu.
1 Reis 21:1-14
Acabe chegou muito perto de despojar tudo o que pertencia ao rei da Síria. Ingrato ao Deus que havia protegido todos os seus bens, ele agora, por cobiça, tenta despojar seu vizinho. Nabote, um israelita fiel, não desistiu de sua herança, conforme diz Levítico 25:23. Será que temos demonstrado a mesma fidelidade, a mesma firmeza, quando somos confrontados com a decisão de manter ou não a nossa herança espiritual? Não desvalorizemos as incomparáveis verdades da Bíblia confiadas a nós (1 Timóteo 6:20; 2 Timóteo 1:14).
Um rei covarde e perverso permite que sua esposa tome a direção e, sob pretexto da autoridade real, uma terrível injustiça é cometida.
Mas Nabote tinha o privilégio de representar Alguém maior que ele mesmo. Na parábola em que o Senhor Jesus se apresenta como herdeiro da vinha, ouvimos as pavorosas palavras: “Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança” (Mateus 21:38). No final do mesmo evangelho é dito que duas falsas testemunhas também se apresentaram diante do Sinédrio. Ali Jesus foi acusado de blasfêmia pelos líderes do povo (Mateus 26:60, 65-66), antes de ser condenado à morte “fora da cidade” (v. 13; Hebreus 13:12).
Que DEUS abençoe a todos.
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1 Reis 21:1-14
1 Reis 20:30-43
1 Reis 20:30-43
30 E os restantes fugiram a Afeque, à cidade; e caiu o muro sobre vinte e sete mil homens, que restaram; Ben-Hadade, porém, fugiu, e veio à cidade, escondendo-se de câmara em câmara.
31 Então lhe disseram os seus servos: Eis que já temos ouvido que os reis da casa de Israel são reis clementes; ponhamos, pois, sacos aos lombos, e cordas às cabeças, e saiamos ao rei de Israel; pode ser que ele te poupe a vida.
32 Então cingiram sacos aos lombos e cordas às cabeças, e foram ao rei de Israel, e disseram: Diz o teu servo Ben-Hadade: Deixa-me viver. E disse Acabe: Pois ainda vive? É meu irmão.
33 E aqueles homens tomaram isto por bom presságio, e apressaram-se em apanhar a sua palavra, e disseram: Teu irmão Ben-Hadade vive. E ele disse: Vinde, trazei-mo. Então Ben-Hadade foi a ele, e ele o fez subir ao carro.
34 E disse ele: As cidades que meu pai tomou de teu pai tas restituirei, e faze para ti ruas em Damasco, como meu pai as fez em Samaria. E eu, respondeu Acabe, te deixarei ir com esta aliança. E fez com ele aliança e o deixou ir.
35 Então um dos homens dos filhos dos profetas disse ao seu companheiro, pela palavra do Senhor: Ora fere-me. E o homem recusou feri-lo.
36 E ele lhe disse: Porque não obedeceste à voz do Senhor, eis que, em te apartando de mim, um leão te ferirá. E como dele se apartou, um leão o encontrou e o feriu.
37 Depois encontrou outro homem, e disse-lhe: Ora fere-me. E aquele homem deu-lhe um golpe, ferindo-o.
38 Então foi o profeta, e pôs-se perante o rei no caminho; e disfarçou-se com cinza sobre os seus olhos.
39 E sucedeu que, passando o rei, clamou ele ao rei, dizendo: Teu servo estava no meio da peleja, e eis que, desviando-se um homem, trouxe-me outro homem, e disse: Guarda-me este homem; se vier a faltar, será a tua vida em lugar da vida dele, ou pagarás um talento de prata.
40 Sucedeu, pois, que, estando o teu servo ocupado de uma e de outra parte, eis que o homem desapareceu. Então o rei de Israel lhe disse: Esta é a tua sentença; tu mesmo a pronunciaste.
41 Então ele se apressou, e tirou a cinza de sobre os seus olhos; e o rei de Israel o reconheceu, que era um dos profetas.
42 E disse-lhe: Assim diz o Senhor: Porquanto soltaste da mão o homem que eu havia posto para destruição, a tua vida será em lugar da sua vida, e o teu povo em lugar do seu povo.
43 E foi o rei de Israel para a sua casa, desgostoso e indignado; e chegou a Samaria.
1 Reis 20:30-43
É triste não encontrar em Acabe nenhuma gratidão pela dupla vitória que o Senhor lhe dera. Infelizmente a maioria das pessoas é assim, totalmente indiferente à graça de Deus. Ao desprezá-la, elas insultam a Deus e preparam sua própria destruição. Cristo derrotou um inimigo infinitamente mais poderoso e cruel que Ben-Hadade e seus exércitos. Já agradecemos a Ele por tão gloriosa vitória?
Não apenas vemos Acabe fracassando por não se voltar ao Senhor, mas também por ser indulgente ao poupar o inimigo de Deus e de Seu povo. Pior que isso, Acabe chama Ben-Hadade de irmão! Deus intervém e envia outro profeta ao rei, porém desta vez a voz da graça dá lugar à voz do julgamento.
Às vezes esquecemos, como Acabe esqueceu, que a amizade com o mundo é inimizade contra Deus e contra Seu povo. A humanidade está dividida em duas famílias: a de Deus e a do diabo (João 8:41-44). Eles jamais podem misturar-se. Se somos abençoados por pertencer à grande família cujo Pai é o Senhor, nossos irmãos e irmãs são os filhos e filhas de Deus - e ninguém mais.
Que DEUS abençoe a todos.
30 E os restantes fugiram a Afeque, à cidade; e caiu o muro sobre vinte e sete mil homens, que restaram; Ben-Hadade, porém, fugiu, e veio à cidade, escondendo-se de câmara em câmara.
31 Então lhe disseram os seus servos: Eis que já temos ouvido que os reis da casa de Israel são reis clementes; ponhamos, pois, sacos aos lombos, e cordas às cabeças, e saiamos ao rei de Israel; pode ser que ele te poupe a vida.
32 Então cingiram sacos aos lombos e cordas às cabeças, e foram ao rei de Israel, e disseram: Diz o teu servo Ben-Hadade: Deixa-me viver. E disse Acabe: Pois ainda vive? É meu irmão.
33 E aqueles homens tomaram isto por bom presságio, e apressaram-se em apanhar a sua palavra, e disseram: Teu irmão Ben-Hadade vive. E ele disse: Vinde, trazei-mo. Então Ben-Hadade foi a ele, e ele o fez subir ao carro.
34 E disse ele: As cidades que meu pai tomou de teu pai tas restituirei, e faze para ti ruas em Damasco, como meu pai as fez em Samaria. E eu, respondeu Acabe, te deixarei ir com esta aliança. E fez com ele aliança e o deixou ir.
35 Então um dos homens dos filhos dos profetas disse ao seu companheiro, pela palavra do Senhor: Ora fere-me. E o homem recusou feri-lo.
36 E ele lhe disse: Porque não obedeceste à voz do Senhor, eis que, em te apartando de mim, um leão te ferirá. E como dele se apartou, um leão o encontrou e o feriu.
37 Depois encontrou outro homem, e disse-lhe: Ora fere-me. E aquele homem deu-lhe um golpe, ferindo-o.
38 Então foi o profeta, e pôs-se perante o rei no caminho; e disfarçou-se com cinza sobre os seus olhos.
39 E sucedeu que, passando o rei, clamou ele ao rei, dizendo: Teu servo estava no meio da peleja, e eis que, desviando-se um homem, trouxe-me outro homem, e disse: Guarda-me este homem; se vier a faltar, será a tua vida em lugar da vida dele, ou pagarás um talento de prata.
40 Sucedeu, pois, que, estando o teu servo ocupado de uma e de outra parte, eis que o homem desapareceu. Então o rei de Israel lhe disse: Esta é a tua sentença; tu mesmo a pronunciaste.
41 Então ele se apressou, e tirou a cinza de sobre os seus olhos; e o rei de Israel o reconheceu, que era um dos profetas.
42 E disse-lhe: Assim diz o Senhor: Porquanto soltaste da mão o homem que eu havia posto para destruição, a tua vida será em lugar da sua vida, e o teu povo em lugar do seu povo.
43 E foi o rei de Israel para a sua casa, desgostoso e indignado; e chegou a Samaria.
1 Reis 20:30-43
É triste não encontrar em Acabe nenhuma gratidão pela dupla vitória que o Senhor lhe dera. Infelizmente a maioria das pessoas é assim, totalmente indiferente à graça de Deus. Ao desprezá-la, elas insultam a Deus e preparam sua própria destruição. Cristo derrotou um inimigo infinitamente mais poderoso e cruel que Ben-Hadade e seus exércitos. Já agradecemos a Ele por tão gloriosa vitória?
Não apenas vemos Acabe fracassando por não se voltar ao Senhor, mas também por ser indulgente ao poupar o inimigo de Deus e de Seu povo. Pior que isso, Acabe chama Ben-Hadade de irmão! Deus intervém e envia outro profeta ao rei, porém desta vez a voz da graça dá lugar à voz do julgamento.
Às vezes esquecemos, como Acabe esqueceu, que a amizade com o mundo é inimizade contra Deus e contra Seu povo. A humanidade está dividida em duas famílias: a de Deus e a do diabo (João 8:41-44). Eles jamais podem misturar-se. Se somos abençoados por pertencer à grande família cujo Pai é o Senhor, nossos irmãos e irmãs são os filhos e filhas de Deus - e ninguém mais.
Que DEUS abençoe a todos.
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1 Reis 20:30-43
1 Reis 20:13-30
1 Reis 20:13-30
13 E eis que um profeta se chegou a Acabe rei de Israel, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Viste toda esta grande multidão? Eis que hoje ta entregarei nas tuas mãos, para que saibas que eu sou o Senhor.
14 E disse Acabe: Por quem? E ele disse: Assim diz o Senhor: Pelos moços dos príncipes das províncias. E disse: Quem começará a peleja? E disse: Tu.
15 Então contou os moços dos príncipes das províncias, e foram duzentos e trinta e dois; e depois deles contou a todo o povo, todos os filhos de Israel, sete mil.
16 E saíram ao meio dia; e Ben-Hadade estava bebendo e embriagando-se nas tendas, ele e os reis, os trinta e dois reis, que o ajudavam.
17 E os moços dos príncipes das províncias saíram primeiro; e BenHadade enviou espias, que lhe deram avisos, dizendo: Saíram de Samaria uns homens.
18 E ele disse: Ainda que para paz saíssem, tomai-os vivos; e ainda que à peleja saíssem, tomai-os vivos.
19 Saíram, pois, da cidade os moços dos príncipes das províncias, e o exército que os seguia.
20 E eles feriram cada um o seu adversário, e os sírios fugiram, e Israel os perseguiu; porém Ben-Hadade, rei da Síria, escapou a cavalo, com alguns cavaleiros.
21 E saiu o rei de Israel, e feriu os cavalos e os carros; e feriu os sírios com grande estrago.
22 Então o profeta chegou-se ao rei de Israel e lhe disse: Vai, esforça-te, e atenta, e olha o que hás de fazer; porque no decurso de um ano o rei da Síria subirá contra ti.
23 Porque os servos do rei da Síria lhe disseram: Seus deuses são deuses dos montes, por isso foram mais fortes do que nós; mas pelejemos com eles em campo raso, e por certo veremos, se não somos mais fortes do que eles!
24 Faze, pois, isto: tira os reis, cada um do seu lugar, e substitui-os por capitães;
25 E forma outro exército, igual ao exército que perdeste, cavalo por cavalo, e carro por carro, e pelejemos com eles em campo raso, e veremos se não somos mais fortes do que eles! E deu ouvidos à sua voz, e assim fez.
26 E sucedeu que, passado um ano, Ben-Hadade passou revista aos sírios, e subiu a Afeque, para pelejar contra Israel.
27 Também aos filhos de Israel se passou revista, e providos de víveres marcharam contra eles; e os filhos de Israel acamparam-se defronte deles, como dois pequenos rebanhos de cabras; mas os sírios enchiam a terra.
28 E chegou o homem de Deus, e falou ao rei de Israel, e disse: Assim diz o Senhor: Porquanto os sírios disseram: O Senhor é Deus dos montes, e não Deus dos vales; toda esta grande multidão entregarei nas tuas mãos; para que saibas que eu sou o Senhor.
29 E sete dias estiveram acampados uns defronte dos outros; e sucedeu ao sétimo dia que a peleja começou, e os filhos de Israel feriram dos sírios cem mil homens de pé, num dia.
30 E os restantes fugiram a Afeque, à cidade; e caiu o muro sobre vinte e sete mil homens, que restaram; Ben-Hadade, porém, fugiu, e veio à cidade, escondendo-se de câmara em câmara.
1 Reis 20:13-30
Ben-Hadade não levou o Senhor em consideração. Enquanto se embriagava com seus trinta e dois reis aliados, o plano divino é posto em ação.
É difícil imaginar por qual motivo o Senhor quis ajudar o perverso Acabe, uma vez que este jamais clamou por Ele. Porém, não é Deus novamente falando com aquela voz suave e tranqüila da graça? Ao libertar Acabe e seu povo, deseja mostrar-se que Ele ainda é o Deus de Israel, embora o povo não O busque. Ele mostraria aos sírios que Ele não é Deus nem dos montes nem das planícies, mas o “Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra” (Atos 17:24). Há dois importantes detalhes no versículo 27: antes de ir à batalha, os filhos de Israel estavam “providos de víveres”. Nem pense que podemos enfrentar o inimigo sem primeiro obter nosso alimento diário nas páginas da Palavra. Então o pequeno exército de Israel percebeu sua impotência, sendo tão desprezível aos olhos dos inimigos “como dois pequenos rebanhos de cabras”. Deus sempre age de tal modo que o livramento tem de ser atribuído a Ele para Sua glória. O Seu poder Se aperfeiçoa na nossa fraqueza (2 Coríntios 12:9).
Que DEUS abençoe a todos.
13 E eis que um profeta se chegou a Acabe rei de Israel, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Viste toda esta grande multidão? Eis que hoje ta entregarei nas tuas mãos, para que saibas que eu sou o Senhor.
14 E disse Acabe: Por quem? E ele disse: Assim diz o Senhor: Pelos moços dos príncipes das províncias. E disse: Quem começará a peleja? E disse: Tu.
15 Então contou os moços dos príncipes das províncias, e foram duzentos e trinta e dois; e depois deles contou a todo o povo, todos os filhos de Israel, sete mil.
16 E saíram ao meio dia; e Ben-Hadade estava bebendo e embriagando-se nas tendas, ele e os reis, os trinta e dois reis, que o ajudavam.
17 E os moços dos príncipes das províncias saíram primeiro; e BenHadade enviou espias, que lhe deram avisos, dizendo: Saíram de Samaria uns homens.
18 E ele disse: Ainda que para paz saíssem, tomai-os vivos; e ainda que à peleja saíssem, tomai-os vivos.
19 Saíram, pois, da cidade os moços dos príncipes das províncias, e o exército que os seguia.
20 E eles feriram cada um o seu adversário, e os sírios fugiram, e Israel os perseguiu; porém Ben-Hadade, rei da Síria, escapou a cavalo, com alguns cavaleiros.
21 E saiu o rei de Israel, e feriu os cavalos e os carros; e feriu os sírios com grande estrago.
22 Então o profeta chegou-se ao rei de Israel e lhe disse: Vai, esforça-te, e atenta, e olha o que hás de fazer; porque no decurso de um ano o rei da Síria subirá contra ti.
23 Porque os servos do rei da Síria lhe disseram: Seus deuses são deuses dos montes, por isso foram mais fortes do que nós; mas pelejemos com eles em campo raso, e por certo veremos, se não somos mais fortes do que eles!
24 Faze, pois, isto: tira os reis, cada um do seu lugar, e substitui-os por capitães;
25 E forma outro exército, igual ao exército que perdeste, cavalo por cavalo, e carro por carro, e pelejemos com eles em campo raso, e veremos se não somos mais fortes do que eles! E deu ouvidos à sua voz, e assim fez.
26 E sucedeu que, passado um ano, Ben-Hadade passou revista aos sírios, e subiu a Afeque, para pelejar contra Israel.
27 Também aos filhos de Israel se passou revista, e providos de víveres marcharam contra eles; e os filhos de Israel acamparam-se defronte deles, como dois pequenos rebanhos de cabras; mas os sírios enchiam a terra.
28 E chegou o homem de Deus, e falou ao rei de Israel, e disse: Assim diz o Senhor: Porquanto os sírios disseram: O Senhor é Deus dos montes, e não Deus dos vales; toda esta grande multidão entregarei nas tuas mãos; para que saibas que eu sou o Senhor.
29 E sete dias estiveram acampados uns defronte dos outros; e sucedeu ao sétimo dia que a peleja começou, e os filhos de Israel feriram dos sírios cem mil homens de pé, num dia.
30 E os restantes fugiram a Afeque, à cidade; e caiu o muro sobre vinte e sete mil homens, que restaram; Ben-Hadade, porém, fugiu, e veio à cidade, escondendo-se de câmara em câmara.
1 Reis 20:13-30
Ben-Hadade não levou o Senhor em consideração. Enquanto se embriagava com seus trinta e dois reis aliados, o plano divino é posto em ação.
É difícil imaginar por qual motivo o Senhor quis ajudar o perverso Acabe, uma vez que este jamais clamou por Ele. Porém, não é Deus novamente falando com aquela voz suave e tranqüila da graça? Ao libertar Acabe e seu povo, deseja mostrar-se que Ele ainda é o Deus de Israel, embora o povo não O busque. Ele mostraria aos sírios que Ele não é Deus nem dos montes nem das planícies, mas o “Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra” (Atos 17:24). Há dois importantes detalhes no versículo 27: antes de ir à batalha, os filhos de Israel estavam “providos de víveres”. Nem pense que podemos enfrentar o inimigo sem primeiro obter nosso alimento diário nas páginas da Palavra. Então o pequeno exército de Israel percebeu sua impotência, sendo tão desprezível aos olhos dos inimigos “como dois pequenos rebanhos de cabras”. Deus sempre age de tal modo que o livramento tem de ser atribuído a Ele para Sua glória. O Seu poder Se aperfeiçoa na nossa fraqueza (2 Coríntios 12:9).
Que DEUS abençoe a todos.
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