sexta-feira, 16 de abril de 2010

Mateus 27:46

Sexta-feira 16 Abril

E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Mateus 27:46).

O sacrifício do Cordeiro

O Senhor Jesus tinha sido interrogado a noite inteira. Falsas testemunhas foram chamadas. O sumo sacerdote e o Sinédrio apre­sentaram uma acusação totalmente injusta contra Ele. Será que não tinham ouvido Seus ensinos e visto Suas obras? O Senhor foi humilhado, desprezado, insultado e espancado.

De manhã cedo, os judeus O levaram à corte de Pilatos para ser julgado e condenado à morte. A lei romana proibia os judeus de decretarem a sentença capital. Mesmo assim, os judeus insistiram que Jesus deveria morrer, embora não houvesse qualquer argumento válido para isso. Em várias ocasiões, Pilatos afirmou que não havia encontrado falta nEle.

Por fim, violando sua própria consciência, Pilatos sentenciou o Senhor à morte. Seus soldados O trataram com extrema brutalidade antes de O crucificarem. Os judeus continuaram a zombar dEle. E o Senhor enfrentou tudo isso com calma e dignidade, e escolheu não Se defender.

Do meio-dia às três da tarde, trevas cobriram o mundo inteiro. Foi quando o Senhor gritou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparas­te?” Esses sofrimentos finais excederam em muito a tortura dos homens. Ninguém é capaz de imaginar o que isso significou para Ele. Em toda a eternidade passada, Deus jamais havia Se separado do Senhor Jesus, mas agora o Cordeiro carregava sobre Si todos os pecados da humanidade. E o fazia por obediência a Deus para que o amor do Pai pudesse nos alcançar.

Esse amor nos deixa totalmente maravilhados. Não há palavras que descrevam o que Jesus Cristo fez por nós! “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!” (Romanos 11:33).

Que DEUS abençoe a todos.

Salmo 23.4

16 de Abril

"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo: a tua vara e o teu cajado me consolam." (Salmo 23.4)

Se pela fé o seu coração encontra consolo nas promessas de Deus, então você segue o caminho dos Seus mandamentos, o que quer dizer que você está interiormente curado da sua incredulidade, como diz o profeta Jeremias. Naturalmente as tentações não deixarão de existir. E evidentemente muitas vezes esse caminho fica escuro, mas "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum." Em outras palavras: a vereda plana, o caminho da justiça muitas vezes conduz a um vale de sombra e morte. Talvez você, que agora está lendo estas linhas, se encontre bem no meio do vale da sombra da morte. O vale é escuro; você nada pode ver diante de si nem atrás de si. Você só pode olhar para cima. Mas isso basta, pois as Escrituras dizem: "...olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus." Assim experimentamos e presenciamos o contrário daquilo que o diabo quer. Pois ele quer que você se amedronte no vale da sombra da morte e desanime em meio às dificuldades. Mas o Senhor quer dar a você, no meio do vale escuro, uma profunda comunhão com Ele. Sim, justamente numa hora assim o Senhor é sua luz e sua salvação! Justamente nesse momento você tem motivo para se alegrar ao invés de ficar atemorizado.

Que DEUS abençoe a todos.