17 de Junho
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas..." João 14.1-2
Como será maravilhoso quando chegaremos à casa do Pai! Em nossa vida há muitos "primeiros dias" dos quais todos nós nos lembramos: o primeiro dia na escola, o primeiro dia no emprego, etc. Todos esses são dias inesquecíveis, especialmente o primeiro dia na nossa vida espiritual, o dia da conversão, que sempre deve ser uma lembrança viva para nós. Mas você jamais deveria dizer: "O primeiro dia depois da minha conversão foi o dia mais glorioso da minha vida". Pois essa glória, esse amor ardente que você tinha logo que se converteu você precisa também agora. Você tem hoje o mesmo Salvador que teve naquela oportunidade! As Escrituras dizem: "Jesus Cristo ontem e hoje é o mesmo, e o será para sempre." O primeiro dia que você passará na eternidade será o seu último dia sobre esta terra! Essa grandiosa realidade não deve ser ignorada. Não é em vão que o salmista diz: "Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio." Os tolos que vivem e se comportam nessa vida como se fossem viver eternamente são cegos, pois todos nós passaremos para a eternidade, e isso muitas vezes acontece repentina e inevitavelmente. Esse dia "X" será nosso último dia aqui sobre a terra e o primeiro dia na eternidade.
Que DEUS abençoe a todos.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Mateus 12:22-37
Mateus 12.22-37
22 Então, lhe trouxeram um endemoninhado, cego e mudo; e ele o curou, passando o mudo a falar e a ver.
23 E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi?
24 Mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam: Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios.
25 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.
26 Se Satanás expele a Satanás, dividido está contra si mesmo; como, pois, subsistirá o seu reino?
27 E, se eu expulso demônios por Belzebu, por quem os expulsam vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes.
28 Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.
29 Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa.
30 Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.
31 Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.
32 Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe -á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.
33 Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.
34 Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração.
35 O homem bom tira do tesouro bom coisas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira coisas más.
36 Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo;
37 porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado.
Mateus 12:22-37
Os fariseus odiavam o Senhor Jesus porque tinham inveja de Seu poder e de Sua autoridade sobre as multidões. Eles contestam a origem desse poder, pois os milagres, que eram evidentes, não podiam ser refutados. Como já fizeram antes (cap. 9:34; 10:25), eles agora atribuem ao príncipe dos demônios o poder do Espírito Santo que Deus deu a Seu Amado (v. 18; compare Marcos 3:29-30). Esta foi blasfêmia contra o Espírito Santo, um pecado que não pode ser perdoado. Não, pelo contrário, a obra do Senhor era justamente a prova de Sua vitória sobre Satanás, o "valente". Valendo-Se da Palavra de Deus, Ele já o havia "amarrado" lá no deserto (ler cap. 4:3-10), e agora lhe tirava os prisioneiros que mantinha cativos (Isaías 49:24-25). Depois o Senhor mostra aos fariseus que eles mesmos estavam sob o domínio de Satanás: eram árvores más produzindo frutos maus.
"Porque a boca fala do que está cheio o coração" (v. 34). Se for Cristo Quem preenche o nosso coração, é impossível para nós não falarmos dEle (Salmo 45:1). De maneira inversa, os maus pensamentos, ocultos no interior de nosso ser, chegarão mais cedo ou mais tarde a nossos lábios. E o nosso trecho termina recordando que de toda a palavra, mesmo da mais insignificante, teremos de prestar contas um dia.
Que DEUS abençoe a todos.
22 Então, lhe trouxeram um endemoninhado, cego e mudo; e ele o curou, passando o mudo a falar e a ver.
23 E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi?
24 Mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam: Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios.
25 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.
26 Se Satanás expele a Satanás, dividido está contra si mesmo; como, pois, subsistirá o seu reino?
27 E, se eu expulso demônios por Belzebu, por quem os expulsam vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes.
28 Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.
29 Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa.
30 Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.
31 Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.
32 Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe -á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.
33 Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.
34 Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração.
35 O homem bom tira do tesouro bom coisas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira coisas más.
36 Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo;
37 porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado.
Mateus 12:22-37
Os fariseus odiavam o Senhor Jesus porque tinham inveja de Seu poder e de Sua autoridade sobre as multidões. Eles contestam a origem desse poder, pois os milagres, que eram evidentes, não podiam ser refutados. Como já fizeram antes (cap. 9:34; 10:25), eles agora atribuem ao príncipe dos demônios o poder do Espírito Santo que Deus deu a Seu Amado (v. 18; compare Marcos 3:29-30). Esta foi blasfêmia contra o Espírito Santo, um pecado que não pode ser perdoado. Não, pelo contrário, a obra do Senhor era justamente a prova de Sua vitória sobre Satanás, o "valente". Valendo-Se da Palavra de Deus, Ele já o havia "amarrado" lá no deserto (ler cap. 4:3-10), e agora lhe tirava os prisioneiros que mantinha cativos (Isaías 49:24-25). Depois o Senhor mostra aos fariseus que eles mesmos estavam sob o domínio de Satanás: eram árvores más produzindo frutos maus.
"Porque a boca fala do que está cheio o coração" (v. 34). Se for Cristo Quem preenche o nosso coração, é impossível para nós não falarmos dEle (Salmo 45:1). De maneira inversa, os maus pensamentos, ocultos no interior de nosso ser, chegarão mais cedo ou mais tarde a nossos lábios. E o nosso trecho termina recordando que de toda a palavra, mesmo da mais insignificante, teremos de prestar contas um dia.
Que DEUS abençoe a todos.
Êxodo 26:15-30
Êxodo 26:15-30
15 Farás também as tábuas para o tabernáculo de madeira de acácia, que serão postas verticalmente.
16 O comprimento de uma tábua será de dez côvados, e a largura de cada tábua será de um côvado e meio.
17 Dois encaixes terá cada tábua, travados um com o outro; assim farás com todas as tábuas do tabernáculo.
18 E farás as tábuas para o tabernáculo assim: vinte tábuas para o lado meridional.
19 Farás também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes.
20 Também haverá vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte,
21 Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra tábua,
22 E ao lado do tabernáculo para o ocidente farás seis tábuas.
23 Farás também duas tábuas para os cantos do tabernáculo, de ambos os lados.
24 E por baixo se ajuntarão, e também em cima dele se ajuntarão numa argola. Assim se fará com as duas tábuas; ambas serão por tábuas para os dois cantos.
25 Assim serão as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo da outra tábua.
26 Farás também cinco travessas de madeira de acácia, para as tábuas de um lado do tabernáculo,
27 E cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo; como também cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo, de ambos os lados, para o ocidente.
28 E a travessa central estará no meio das tábuas, passando de uma extremidade até à outra.
29 E cobrirás de ouro as tábuas, e farás de ouro as suas argolas, para passar por elas as travessas; também as travessas as cobrirás de ouro.
30 Então levantarás o tabernáculo conforme ao modelo que te foi mostrado no monte.
Êxodo 26:15-30
Os três lados do Tabernáculo eram feitos de tábuas de madeira de acácia, revestidas de ouro e colocadas verticalmente sobre bases de prata. Uma figura de almas salvas, firmemente estabelecidas na redenção da qual a prata fala claramente, e de justiça divina (o ouro) na superfície, cuja finalidade é demonstrar o caráter divino, o qual deve ser agora manifestado. Mas, a fim de que as tábuas se conservassem unidas e suportassem o vento do deserto, era ainda necessário que tivesse encaixes, os quais nos levam a pensar em tudo o que une os filhos de Deus: por exemplo, os ternos vínculos fraternais de amor. Que encorajamento para um jovem crente ter um irmão ou amigo com quem falar de suas dificuldades e com quem ajoelhar e orar a Deus! Acima de tudo, "um só Espírito" une todos os salvos do Senhor de tal maneira que permaneçam "bem ajustados e consolidados", para que possam resistir a "todo vento de doutrina" e aos esforços do inimigo para fazê-los tropeçar (Efésios 4:2-4; 14-16; veja também 1 Coríntios 10:12). Finalmente, observe em particular aquilo que caracterizava os cantos das tábuas: elas estavam perfeitamente ajustadas (v. 24; veja João 17:21 e 1 Coríntios 1:10). Um elo mútuo com o Senhor é o que consolida os vínculos de comunhão entre os cristãos.
Que DEUS abençoe a todos.
15 Farás também as tábuas para o tabernáculo de madeira de acácia, que serão postas verticalmente.
16 O comprimento de uma tábua será de dez côvados, e a largura de cada tábua será de um côvado e meio.
17 Dois encaixes terá cada tábua, travados um com o outro; assim farás com todas as tábuas do tabernáculo.
18 E farás as tábuas para o tabernáculo assim: vinte tábuas para o lado meridional.
19 Farás também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes.
20 Também haverá vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte,
21 Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra tábua,
22 E ao lado do tabernáculo para o ocidente farás seis tábuas.
23 Farás também duas tábuas para os cantos do tabernáculo, de ambos os lados.
24 E por baixo se ajuntarão, e também em cima dele se ajuntarão numa argola. Assim se fará com as duas tábuas; ambas serão por tábuas para os dois cantos.
25 Assim serão as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo da outra tábua.
26 Farás também cinco travessas de madeira de acácia, para as tábuas de um lado do tabernáculo,
27 E cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo; como também cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo, de ambos os lados, para o ocidente.
28 E a travessa central estará no meio das tábuas, passando de uma extremidade até à outra.
29 E cobrirás de ouro as tábuas, e farás de ouro as suas argolas, para passar por elas as travessas; também as travessas as cobrirás de ouro.
30 Então levantarás o tabernáculo conforme ao modelo que te foi mostrado no monte.
Êxodo 26:15-30
Os três lados do Tabernáculo eram feitos de tábuas de madeira de acácia, revestidas de ouro e colocadas verticalmente sobre bases de prata. Uma figura de almas salvas, firmemente estabelecidas na redenção da qual a prata fala claramente, e de justiça divina (o ouro) na superfície, cuja finalidade é demonstrar o caráter divino, o qual deve ser agora manifestado. Mas, a fim de que as tábuas se conservassem unidas e suportassem o vento do deserto, era ainda necessário que tivesse encaixes, os quais nos levam a pensar em tudo o que une os filhos de Deus: por exemplo, os ternos vínculos fraternais de amor. Que encorajamento para um jovem crente ter um irmão ou amigo com quem falar de suas dificuldades e com quem ajoelhar e orar a Deus! Acima de tudo, "um só Espírito" une todos os salvos do Senhor de tal maneira que permaneçam "bem ajustados e consolidados", para que possam resistir a "todo vento de doutrina" e aos esforços do inimigo para fazê-los tropeçar (Efésios 4:2-4; 14-16; veja também 1 Coríntios 10:12). Finalmente, observe em particular aquilo que caracterizava os cantos das tábuas: elas estavam perfeitamente ajustadas (v. 24; veja João 17:21 e 1 Coríntios 1:10). Um elo mútuo com o Senhor é o que consolida os vínculos de comunhão entre os cristãos.
Que DEUS abençoe a todos.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Romanos 3:23
Quarta-feira 16 Junho
Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3:23).
O padrão de medida divino
No passado, quando comerciantes costumavam viajar pela velha rota Amsterdã-Bizâncio, eles tinham de passar pela pequena e bonita cidade de Limburgo às margens do rio Lahn. Os habitantes gostavam de mostrar aos viajantes a parte mais estreita da estrada histórica, sobre a qual eram advertidos na estalagem dos cocheiros em Colônia. Os veículos carregados eram medidos para assegurar que não ficassem presos entre as casas.
Isso nos lembra de que estamos trilhando a jornada desta vida rumo a um destino distante e desconhecido. E ainda existem pessoas que desejam obter a salvação e o céu da própria maneira. Serão bem sucedidas? Se um cocheiro não fosse advertido em Colônia, e seu veículo estivesse acima da largura permitida, a viagem chegaria ao fim em Limburgo.
Em Sua Palavra, Deus estabeleceu o “padrão de medida” que todos têm de satisfazer para alcançar o céu. Se alguém se recusa a aplicá-lo nesta vida, será surpreendido com um destino inimaginavelmente horrendo: o julgamento de Deus, a ira de Deus em relação ao pecado e ao pecador. O versículo de hoje afirma enfaticamente que todos pecaram. E nem precisamos da Palavra de Deus para verificar esse fato: nossa consciência nos convence disso.
A boa notícia é que o texto continua: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (v. 24)! Essa é a esperança para o mundo perdido. Essa é a graça oferecida a um mundo perdido.
Que DEUS abençoe a todos.
Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3:23).
O padrão de medida divino
No passado, quando comerciantes costumavam viajar pela velha rota Amsterdã-Bizâncio, eles tinham de passar pela pequena e bonita cidade de Limburgo às margens do rio Lahn. Os habitantes gostavam de mostrar aos viajantes a parte mais estreita da estrada histórica, sobre a qual eram advertidos na estalagem dos cocheiros em Colônia. Os veículos carregados eram medidos para assegurar que não ficassem presos entre as casas.
Isso nos lembra de que estamos trilhando a jornada desta vida rumo a um destino distante e desconhecido. E ainda existem pessoas que desejam obter a salvação e o céu da própria maneira. Serão bem sucedidas? Se um cocheiro não fosse advertido em Colônia, e seu veículo estivesse acima da largura permitida, a viagem chegaria ao fim em Limburgo.
Em Sua Palavra, Deus estabeleceu o “padrão de medida” que todos têm de satisfazer para alcançar o céu. Se alguém se recusa a aplicá-lo nesta vida, será surpreendido com um destino inimaginavelmente horrendo: o julgamento de Deus, a ira de Deus em relação ao pecado e ao pecador. O versículo de hoje afirma enfaticamente que todos pecaram. E nem precisamos da Palavra de Deus para verificar esse fato: nossa consciência nos convence disso.
A boa notícia é que o texto continua: “Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (v. 24)! Essa é a esperança para o mundo perdido. Essa é a graça oferecida a um mundo perdido.
Que DEUS abençoe a todos.
Hebreus 2.14
16 de Junho
"Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte..." Hebreus 2.14
Isso não quer dizer outra coisa do que Jesus Cristo, o eterno Filho de Deus, ter se identificado com a morte. Ele mesmo lutou com a morte. Não com a morte que quis matá-lO, mas pura e simplesmente com o obscuro e terrível poder da morte; Jesus venceu tirando-lhe o poder e a força que exercia. Paulo diz: "O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei."
A lei de Deus torna o pecado terrível e nos acusa; o aguilhão da morte é o pecado que nos separa de Deus. Mas, assim mesmo, o apóstolo exclama triunfantemente: "Tragada foi a morte pela vitória." Por isso, Paulo pode testificar também que, para ele, a morte não significa mais morte: "Tendo o desejo de partir e estar com Cristo." Certamente muitos leitores concordarão com esse "desejo de partir", mas existe a dúvida: "Será que isso tudo é realmente verdade?" Se há essa dúvida em seu coração, você deve se envergonhar, pois o Senhor Jesus prometeu a vida eterna a todos os que se arrependerem genuinamente: "...hoje estarás comigo no paraíso."
Que DEUS abençoe a todos.
"Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte..." Hebreus 2.14
Isso não quer dizer outra coisa do que Jesus Cristo, o eterno Filho de Deus, ter se identificado com a morte. Ele mesmo lutou com a morte. Não com a morte que quis matá-lO, mas pura e simplesmente com o obscuro e terrível poder da morte; Jesus venceu tirando-lhe o poder e a força que exercia. Paulo diz: "O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei."
A lei de Deus torna o pecado terrível e nos acusa; o aguilhão da morte é o pecado que nos separa de Deus. Mas, assim mesmo, o apóstolo exclama triunfantemente: "Tragada foi a morte pela vitória." Por isso, Paulo pode testificar também que, para ele, a morte não significa mais morte: "Tendo o desejo de partir e estar com Cristo." Certamente muitos leitores concordarão com esse "desejo de partir", mas existe a dúvida: "Será que isso tudo é realmente verdade?" Se há essa dúvida em seu coração, você deve se envergonhar, pois o Senhor Jesus prometeu a vida eterna a todos os que se arrependerem genuinamente: "...hoje estarás comigo no paraíso."
Que DEUS abençoe a todos.
Mateus 12:1-21
Mateus 12.1-21
1 Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os seus discípulos com fome, entraram a colher espigas e a comer.
2 Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado.
3 Mas Jesus lhes disse: Não lestes o que fez Davi quando ele e seus companheiros tiveram fome?
4 Como entrou na Casa de Deus, e comeram os pães da proposição, os quais não lhes era lícito comer, nem a ele nem aos que com ele estavam, mas exclusivamente aos sacerdotes?
5 Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo:
6 aqui está quem é maior que o templo.
7 Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos, não teríeis condenado inocentes.
8 Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.
9 Tendo Jesus partido dali, entrou na sinagoga deles.
10 Achava-se ali um homem que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de acusá-lo, perguntaram a Jesus: É lícito curar no sábado?
11 Ao que lhes respondeu: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando -a dali?
12 Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem.
13 Então, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu -a, e ela ficou sã como a outra.
14 Retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra ele, sobre como lhe tirariam a vida.
15 Mas Jesus, sabendo disto, afastou-se dali. Muitos o seguiram, e a todos ele curou,
16 advertindo-lhes, porém, que o não expusessem à publicidade,
17 para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta Isaías:
18 Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz. Farei repousar sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará juízo aos gentios.
19 Não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz.
20 Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega, até que faça vencedor o juízo.
21 E, no seu nome, esperarão os gentios.
Mateus 12:1-21
Depois de ter oferecido o descanso da alma (cap. 11:28-29), o Senhor Jesus mostra que o descanso do sábado - uma prescrição legal do Velho Testamento - não tem mais razão de existir. Sobre esta questão do sábado, os fariseus procuram encontrar algum erro nos discípulos (v. 2) e depois no próprio Senhor (v. 10). Mas quando isto acontece, Ele tem a oportunidade de explicar-lhes que, com a Sua vinda em graça, todo o sistema baseado na lei e nos sacrifícios foi posto de lado, e para isso cita pela segunda vez o profeta Oséias: "Misericórdia quero, e não holocaustos" (v. 7; ver cap. 9:13 e Oséias 6:6-8). De que servia a observância do quarto mandamento da lei, quando todos os outros eram violados? A misericórdia - outro atributo de Deus - também reclamava os seus direitos. E que presunção impor o respeito ao sábado Àquele que o havia instituído! De fato, enquanto reinava o pecado, ninguém podia descansar. Nem o homem, carregado com seus pecados; nem o Pai nem o Filho, que trabalhavam juntos para remover a raiz do mal bem como as suas conseqüências (João 5:16-17). Assim, sem se deixar deter pelos conselhos dos homens maus, o perfeito Servo prossegue com Sua obra. Ele a cumpre com um espírito de humildade, graça e de bondade que, segundo o profeta Isaías, deveria ter permitido que o povo de Israel O reconhecesse como o Messias prometido (Isaías 42:1-4). Aliás, o coração de Deus sempre teve bastante apreço por este tipo de espírito (veja 1 Pedro 3:4).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os seus discípulos com fome, entraram a colher espigas e a comer.
2 Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado.
3 Mas Jesus lhes disse: Não lestes o que fez Davi quando ele e seus companheiros tiveram fome?
4 Como entrou na Casa de Deus, e comeram os pães da proposição, os quais não lhes era lícito comer, nem a ele nem aos que com ele estavam, mas exclusivamente aos sacerdotes?
5 Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo:
6 aqui está quem é maior que o templo.
7 Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos, não teríeis condenado inocentes.
8 Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.
9 Tendo Jesus partido dali, entrou na sinagoga deles.
10 Achava-se ali um homem que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de acusá-lo, perguntaram a Jesus: É lícito curar no sábado?
11 Ao que lhes respondeu: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando -a dali?
12 Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem.
13 Então, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu -a, e ela ficou sã como a outra.
14 Retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra ele, sobre como lhe tirariam a vida.
15 Mas Jesus, sabendo disto, afastou-se dali. Muitos o seguiram, e a todos ele curou,
16 advertindo-lhes, porém, que o não expusessem à publicidade,
17 para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta Isaías:
18 Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz. Farei repousar sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará juízo aos gentios.
19 Não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz.
20 Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega, até que faça vencedor o juízo.
21 E, no seu nome, esperarão os gentios.
Mateus 12:1-21
Depois de ter oferecido o descanso da alma (cap. 11:28-29), o Senhor Jesus mostra que o descanso do sábado - uma prescrição legal do Velho Testamento - não tem mais razão de existir. Sobre esta questão do sábado, os fariseus procuram encontrar algum erro nos discípulos (v. 2) e depois no próprio Senhor (v. 10). Mas quando isto acontece, Ele tem a oportunidade de explicar-lhes que, com a Sua vinda em graça, todo o sistema baseado na lei e nos sacrifícios foi posto de lado, e para isso cita pela segunda vez o profeta Oséias: "Misericórdia quero, e não holocaustos" (v. 7; ver cap. 9:13 e Oséias 6:6-8). De que servia a observância do quarto mandamento da lei, quando todos os outros eram violados? A misericórdia - outro atributo de Deus - também reclamava os seus direitos. E que presunção impor o respeito ao sábado Àquele que o havia instituído! De fato, enquanto reinava o pecado, ninguém podia descansar. Nem o homem, carregado com seus pecados; nem o Pai nem o Filho, que trabalhavam juntos para remover a raiz do mal bem como as suas conseqüências (João 5:16-17). Assim, sem se deixar deter pelos conselhos dos homens maus, o perfeito Servo prossegue com Sua obra. Ele a cumpre com um espírito de humildade, graça e de bondade que, segundo o profeta Isaías, deveria ter permitido que o povo de Israel O reconhecesse como o Messias prometido (Isaías 42:1-4). Aliás, o coração de Deus sempre teve bastante apreço por este tipo de espírito (veja 1 Pedro 3:4).
Que DEUS abençoe a todos.
Mateus 11:20-30
Mateus 11.20-30
20 Passou, então, Jesus a increpar as cidades nas quais ele operara numerosos milagres, pelo fato de não se terem arrependido:
21 Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e cinza.
22 E, contudo, vos digo: no Dia do Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidom do que para vós outras.
23 Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje.
24 Digo-vos, porém, que menos rigor haverá, no Dia do Juízo, para com a terra de Sodoma do que para contigo.
25 Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
26 Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.
27 Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.
29 Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.
30 Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.
Mateus 11:20-30
Foi nas cidades da Galiléia que Jesus realizou a maioria de Seus milagres. Porém o coração do povo permaneceu endurecido, como profetizara Isaías: "Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?" (Isaías 53:1). Contudo, "por aquele tempo" (v. 25), o Senhor tinha uma resposta a dar para essa pergunta, e pôde também dar graças ao Pai, dizendo: "Ocultastes estas cousas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos". Então, voltando-se ao povo, conclama-os: "Vinde a mim"; vinde com esta fé infantil. Ninguém, exceto Eu, pode revelar-vos o Pai; e aprendei não somente pelas palavras da Minha boca, mas de Mim, através do Meu exemplo, pois "sou manso e humilde de coração" (Mateus 11:29).
Junto ao Senhor Jesus, encontramos duas coisas aparentemente contraditórias: o descanso e o jugo. O jugo é uma pesada peça de madeira, usada para acoplar dois bois para executar trabalhos de tração; é um símbolo da obediência e do serviço. Mas o jugo do Senhor é leve: o jugo dEle foi a vontade de Seu Pai, e em cumpri-la consistia todo o Seu prazer. Assim o redimido troca a fadiga e a carga do pecado (v. 28) pela alegre abnegação cujo motor é o amor (2 Coríntios 8:3-5). No cap. 5:5 o Senhor havia dito que são "bem-aventurados os mansos". Não é um privilégio ser semelhante a Ele?
Que DEUS abençoe a todos.
20 Passou, então, Jesus a increpar as cidades nas quais ele operara numerosos milagres, pelo fato de não se terem arrependido:
21 Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e cinza.
22 E, contudo, vos digo: no Dia do Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidom do que para vós outras.
23 Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje.
24 Digo-vos, porém, que menos rigor haverá, no Dia do Juízo, para com a terra de Sodoma do que para contigo.
25 Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
26 Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.
27 Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.
29 Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.
30 Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.
Mateus 11:20-30
Foi nas cidades da Galiléia que Jesus realizou a maioria de Seus milagres. Porém o coração do povo permaneceu endurecido, como profetizara Isaías: "Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?" (Isaías 53:1). Contudo, "por aquele tempo" (v. 25), o Senhor tinha uma resposta a dar para essa pergunta, e pôde também dar graças ao Pai, dizendo: "Ocultastes estas cousas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos". Então, voltando-se ao povo, conclama-os: "Vinde a mim"; vinde com esta fé infantil. Ninguém, exceto Eu, pode revelar-vos o Pai; e aprendei não somente pelas palavras da Minha boca, mas de Mim, através do Meu exemplo, pois "sou manso e humilde de coração" (Mateus 11:29).
Junto ao Senhor Jesus, encontramos duas coisas aparentemente contraditórias: o descanso e o jugo. O jugo é uma pesada peça de madeira, usada para acoplar dois bois para executar trabalhos de tração; é um símbolo da obediência e do serviço. Mas o jugo do Senhor é leve: o jugo dEle foi a vontade de Seu Pai, e em cumpri-la consistia todo o Seu prazer. Assim o redimido troca a fadiga e a carga do pecado (v. 28) pela alegre abnegação cujo motor é o amor (2 Coríntios 8:3-5). No cap. 5:5 o Senhor havia dito que são "bem-aventurados os mansos". Não é um privilégio ser semelhante a Ele?
Que DEUS abençoe a todos.
Êxodo 26:1-14
Êxodo 26:1-14
1 E O TABERNÁCULO farás de dez cortinas de linho fino torcido, e azul, púrpura, e carmesim; com querubins as farás de obra esmerada.
2 O comprimento de uma cortina será de vinte e oito côvados, e a largura de uma cortina de quatro côvados; todas estas cortinas serão de uma medida.
3 Cinco cortinas se enlaçarão uma à outra; e as outras cinco cortinas se enlaçarão uma com a outra.
4 E farás laçadas de azul na orla de uma cortina, na extremidade, e na juntura; assim também farás na orla da extremidade da outra cortina, na segunda juntura.
5 Cinqüenta laçadas farás numa cortina, e outras cinqüenta laçadas farás na extremidade da cortina que está na segunda juntura; as laçadas estarão presas uma com a outra.
6 Farás também cinqüenta colchetes de ouro, e ajuntarás com estes colchetes as cortinas, uma com a outra, e será um tabernáculo.
7 Farás também cortinas de pêlos de cabras para servirem de tenda sobre o tabernáculo; onze cortinas farás.
8 O comprimento de uma cortina será de trinta côvados, e a largura da mesma cortina de quatro côvados; estas onze cortinas serão da mesma medida.
9 E juntarás cinco destas cortinas à parte, e as outras seis cortinas também à parte; e dobrarás a sexta cortina à frente da tenda.
10 E farás cinqüenta laçadas na borda de uma cortina, na extremidade, na juntura, e outras cinqüenta laçadas na borda da outra cortina, na segunda juntura.
11 Farás também cinqüenta colchetes de cobre, e colocarás os colchetes nas laçadas, e assim ajuntarás a tenda, para que seja uma.
12 E a parte que sobejar das cortinas da tenda, a saber, a metade da cortina que sobejar, penderá de sobra às costas do tabernáculo.
13 E um côvado de um lado, e outro côvado do outro, que sobejará no comprimento das cortinas da tenda, penderá de sobra aos lados do tabernáculo de um e de outro lado, para cobri-lo.
14 Farás também à tenda uma coberta de peles de carneiro, tintas de vermelho, e outra coberta de peles de texugo em cima.
Êxodo 26:1-14
Depois desse três objetos — a arca, a mesa e o candelabro — surge a descrição do Tabernáculo, no sentido exato da palavra. Este tinha uma estrutura formada de três paredes de tábuas sobre as quais eram estendidas quatro grandes cortinas, colocadas uma sobre a outra. A primeira tenda ou cobertura, chamada tabernáculo, era colocada no lado interior e constituía o teto. Esta era tecida com linho fino retorcido de diferentes cores que encontramos novamente no véu (v. 31) e nas vestes do sumo sacerdote (28:5). Cada uma das cores salienta uma glória particular de Cristo. A primeira cor é o branco, o linho retorcido, que sempre ilustra Sua perfeita humanidade; já o azul representao Seu caráter celestial; a púrpura, Sua glória universal; e a carmesim ou escarlate, Seu reinado sobre Israel. As laçadas de estofo azul e os colchetes de ouro prendendo as cortinas uma às outras evocam os vínculos celestiais e divinos que unem os redimidos. A segunda tenda feita de pêlos de cabra, a terceira de peles de carneiro tintas de vermelho e a quarta de peles de animais marinhos sugerem, respectivamente, separação, consagração (29:27), e vigilância. Essas virtudes foram encontradas na vida terrena de Jesus e Sua vontade é que elas sejam igualmente manifestas agora na vida de Seus filhos.
Que DEUS abençoe a todos.
1 E O TABERNÁCULO farás de dez cortinas de linho fino torcido, e azul, púrpura, e carmesim; com querubins as farás de obra esmerada.
2 O comprimento de uma cortina será de vinte e oito côvados, e a largura de uma cortina de quatro côvados; todas estas cortinas serão de uma medida.
3 Cinco cortinas se enlaçarão uma à outra; e as outras cinco cortinas se enlaçarão uma com a outra.
4 E farás laçadas de azul na orla de uma cortina, na extremidade, e na juntura; assim também farás na orla da extremidade da outra cortina, na segunda juntura.
5 Cinqüenta laçadas farás numa cortina, e outras cinqüenta laçadas farás na extremidade da cortina que está na segunda juntura; as laçadas estarão presas uma com a outra.
6 Farás também cinqüenta colchetes de ouro, e ajuntarás com estes colchetes as cortinas, uma com a outra, e será um tabernáculo.
7 Farás também cortinas de pêlos de cabras para servirem de tenda sobre o tabernáculo; onze cortinas farás.
8 O comprimento de uma cortina será de trinta côvados, e a largura da mesma cortina de quatro côvados; estas onze cortinas serão da mesma medida.
9 E juntarás cinco destas cortinas à parte, e as outras seis cortinas também à parte; e dobrarás a sexta cortina à frente da tenda.
10 E farás cinqüenta laçadas na borda de uma cortina, na extremidade, na juntura, e outras cinqüenta laçadas na borda da outra cortina, na segunda juntura.
11 Farás também cinqüenta colchetes de cobre, e colocarás os colchetes nas laçadas, e assim ajuntarás a tenda, para que seja uma.
12 E a parte que sobejar das cortinas da tenda, a saber, a metade da cortina que sobejar, penderá de sobra às costas do tabernáculo.
13 E um côvado de um lado, e outro côvado do outro, que sobejará no comprimento das cortinas da tenda, penderá de sobra aos lados do tabernáculo de um e de outro lado, para cobri-lo.
14 Farás também à tenda uma coberta de peles de carneiro, tintas de vermelho, e outra coberta de peles de texugo em cima.
Êxodo 26:1-14
Depois desse três objetos — a arca, a mesa e o candelabro — surge a descrição do Tabernáculo, no sentido exato da palavra. Este tinha uma estrutura formada de três paredes de tábuas sobre as quais eram estendidas quatro grandes cortinas, colocadas uma sobre a outra. A primeira tenda ou cobertura, chamada tabernáculo, era colocada no lado interior e constituía o teto. Esta era tecida com linho fino retorcido de diferentes cores que encontramos novamente no véu (v. 31) e nas vestes do sumo sacerdote (28:5). Cada uma das cores salienta uma glória particular de Cristo. A primeira cor é o branco, o linho retorcido, que sempre ilustra Sua perfeita humanidade; já o azul representao Seu caráter celestial; a púrpura, Sua glória universal; e a carmesim ou escarlate, Seu reinado sobre Israel. As laçadas de estofo azul e os colchetes de ouro prendendo as cortinas uma às outras evocam os vínculos celestiais e divinos que unem os redimidos. A segunda tenda feita de pêlos de cabra, a terceira de peles de carneiro tintas de vermelho e a quarta de peles de animais marinhos sugerem, respectivamente, separação, consagração (29:27), e vigilância. Essas virtudes foram encontradas na vida terrena de Jesus e Sua vontade é que elas sejam igualmente manifestas agora na vida de Seus filhos.
Que DEUS abençoe a todos.
Êxodo 25:23-40
Êxodo 25:23-40
23 Também farás uma mesa de madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados, e a sua largura de um côvado, e a sua altura de um côvado e meio.
24 E cobri-la-ás com ouro puro; também lhe farás uma coroa de ouro ao redor.
25 Também lhe farás uma moldura ao redor, da largura de quatro dedos, e lhe farás uma coroa de ouro ao redor da moldura.
26 Também lhe farás quatro argolas de ouro; e porás as argolas aos quatro cantos, que estão nos seus quatro pés.
27 Defronte da moldura estarão as argolas, como lugares para os varais, para se levar a mesa.
28 Farás, pois, estes varais de madeira de acácia, e cobri-los-ás com ouro; e levar-se-á com eles a mesa.
29 Também farás os seus pratos, e as suas colheres, e as suas cobertas, e as suas tigelas com que se hão de oferecer libações; de ouro puro os farás.
30 E sobre a mesa porás o pão da proposição perante a minha face perpetuamente.
31 Também farás um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará este candelabro; o seu pé, as suas hastes, os seus copos, os seus botões, e as suas flores serão do mesmo.
32 E dos seus lados sairão seis hastes; três hastes do candelabro de um lado dele, e três hastes do outro lado dele.
33 Numa haste haverá três copos a modo de amêndoas, um botão e uma flor; e três copos a modo de amêndoas na outra haste, uma botão e uma flor; assim serão as seis hastes que saem do candelabro.
34 Mas no candelabro mesmo haverá quatro copos a modo de amêndoas, com seus botões e com suas flores;
35 E um botão debaixo de duas hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; assim se fará com as seis hastes que saem do castiçal.
36 Os seus botões e as suas hastes serão do mesmo; tudo será de uma só peça, obra batida de ouro puro.
37 Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para iluminar defronte dele.
38 Os seus espevitadores e os seus apagadores serão de ouro puro.
39 De um talento de ouro puro os farás, com todos estes vasos.
40 Atenta, pois, que o faças conforme ao seu modelo, que te foi mostrado no monte.
Êxodo 25:23-40
Enquanto a arca fala de um Cristo por meio de quem os direitos de Deus têm sido perfeitamente preservados, a mesa representa continuamente Cristo sustentando os Seus na presença de Deus. Feita do mesmo material que a arca (acácia revestida de ouro), com moldura e bordadura de ouro ao redor, que falam respectivamente de glória e proteção, ela fora planejada para levar: 1) os doze pães da proposição (Levítico 24:5-6), uma figura do povo de Deus em sua perfeição; 2) e os utensílios mencionados no versículo 29, os quais nos asseguram o poder sustentador de Cristo para nós em serviço (Marcos 16:20). Simbolicamente, todo o povo de Deus está no santuário, carregado pelo Senhor e sustentado por Ele na luz divina. Isso nos conduz ao candelabro de ouro puro, símbolo dAquele que esteve aqui na terra como "a luz do mundo". O candelabro tem sete lâmpadas de ouro, uma indicação das testemunhas de Deus, correspondendo hoje às igrejas (Apocalipse 1:12 e 20). Estas últimas têm a responsabilidade de difundir a luz neste mundo tenebroso, mediante a energia do Espírito Santo (o azeite). "Vós sois a luz do mundo", disse Jesus aos Seus com respeito ao período de Sua ausência (Mateus 5:14). Porém, para manter as lâmpadas acesas, eram necessárias as espevitadeiras (pinças, tenazes) (v. 38), uma figura do cuidado contínuo de nosso Sumo Sacerdote.
Que DEUS abençoe a todos.
23 Também farás uma mesa de madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados, e a sua largura de um côvado, e a sua altura de um côvado e meio.
24 E cobri-la-ás com ouro puro; também lhe farás uma coroa de ouro ao redor.
25 Também lhe farás uma moldura ao redor, da largura de quatro dedos, e lhe farás uma coroa de ouro ao redor da moldura.
26 Também lhe farás quatro argolas de ouro; e porás as argolas aos quatro cantos, que estão nos seus quatro pés.
27 Defronte da moldura estarão as argolas, como lugares para os varais, para se levar a mesa.
28 Farás, pois, estes varais de madeira de acácia, e cobri-los-ás com ouro; e levar-se-á com eles a mesa.
29 Também farás os seus pratos, e as suas colheres, e as suas cobertas, e as suas tigelas com que se hão de oferecer libações; de ouro puro os farás.
30 E sobre a mesa porás o pão da proposição perante a minha face perpetuamente.
31 Também farás um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará este candelabro; o seu pé, as suas hastes, os seus copos, os seus botões, e as suas flores serão do mesmo.
32 E dos seus lados sairão seis hastes; três hastes do candelabro de um lado dele, e três hastes do outro lado dele.
33 Numa haste haverá três copos a modo de amêndoas, um botão e uma flor; e três copos a modo de amêndoas na outra haste, uma botão e uma flor; assim serão as seis hastes que saem do candelabro.
34 Mas no candelabro mesmo haverá quatro copos a modo de amêndoas, com seus botões e com suas flores;
35 E um botão debaixo de duas hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; assim se fará com as seis hastes que saem do castiçal.
36 Os seus botões e as suas hastes serão do mesmo; tudo será de uma só peça, obra batida de ouro puro.
37 Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para iluminar defronte dele.
38 Os seus espevitadores e os seus apagadores serão de ouro puro.
39 De um talento de ouro puro os farás, com todos estes vasos.
40 Atenta, pois, que o faças conforme ao seu modelo, que te foi mostrado no monte.
Êxodo 25:23-40
Enquanto a arca fala de um Cristo por meio de quem os direitos de Deus têm sido perfeitamente preservados, a mesa representa continuamente Cristo sustentando os Seus na presença de Deus. Feita do mesmo material que a arca (acácia revestida de ouro), com moldura e bordadura de ouro ao redor, que falam respectivamente de glória e proteção, ela fora planejada para levar: 1) os doze pães da proposição (Levítico 24:5-6), uma figura do povo de Deus em sua perfeição; 2) e os utensílios mencionados no versículo 29, os quais nos asseguram o poder sustentador de Cristo para nós em serviço (Marcos 16:20). Simbolicamente, todo o povo de Deus está no santuário, carregado pelo Senhor e sustentado por Ele na luz divina. Isso nos conduz ao candelabro de ouro puro, símbolo dAquele que esteve aqui na terra como "a luz do mundo". O candelabro tem sete lâmpadas de ouro, uma indicação das testemunhas de Deus, correspondendo hoje às igrejas (Apocalipse 1:12 e 20). Estas últimas têm a responsabilidade de difundir a luz neste mundo tenebroso, mediante a energia do Espírito Santo (o azeite). "Vós sois a luz do mundo", disse Jesus aos Seus com respeito ao período de Sua ausência (Mateus 5:14). Porém, para manter as lâmpadas acesas, eram necessárias as espevitadeiras (pinças, tenazes) (v. 38), uma figura do cuidado contínuo de nosso Sumo Sacerdote.
Que DEUS abençoe a todos.
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