domingo, 18 de abril de 2010

1 João 3:1-12

1 João 3.1-12
1 Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo.
2 Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.
3 E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro.
4 Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei.
5 Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado.
6 Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu.
7 Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.
8 Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.
9 Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.
10 Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão.
11 Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros;
12 não segundo Caim, que era do Maligno e assassinou a seu irmão; e por que o assassinou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas.


1 João 3:1-12

Numa família normal é o amor que constitui o vínculo entre seus membros. Os filhos o recebem e o aprendem de seus pais, logo o retribuem aos pais e o expressam entre si. Esta é uma fraca imagem do amor que o Pai nos demonstrou ao nos chamar de seus filhos! Nós não somos conclamados a compreender este amor, mas, sim, a vê-lo (v. 1) e, tendo-o visto, desfrutá-lo.

Alguns crentes podem deduzir do versículo 9 que não possuem a vida que Deus dá, já que ainda pecam de vez em quando (1 João 5:18). Mas vejam que o apóstolo considera o cristão novo homem, nascido de Deus, e esse não pode pecar.

A divisão da humanidade entre "filhos de Deus" e "filhos do diabo" é estabelecida da maneira mais clara e absoluta nos versículos 7 a 12 (compare-os com João 8:44). Hoje, em muitos círculos religiosos, esta diferença não é reconhecida. Concorda-se que alguns praticam o cristianismo mais que outros. Mas, se alguns se declaram salvos, dando a entender que outros estão perdidos, isto é tido como arrogância e visão limitada. Entretanto, essa incompreensão da parte do mundo, que pode chegar até ao ódio, nos dá a oportunidade de nos assemelhar um pouco ao Senhor Jesus enquanto esteve aqui na terra (final do v. 1; João 16:1-3). Em breve também seremos semelhantes a ele em glória, pois então o veremos como ele é (v. 2).

Que DEUS abençoe a todos.

Gênesis 43:16-34

Gênesis 43:16-34

16 Vendo, pois, José a Benjamim com eles, disse ao que estava sobre a sua casa: Leva estes homens à casa, e mata reses, e prepara tudo; porque estes homens comerão comigo ao meio-dia.
17 E o homem fez como José dissera, e levou-os à casa de José.
18 Então temeram aqueles homens, porquanto foram levados à casa de José, e diziam: Por causa do dinheiro que dantes voltou nos nossos sacos, fomos trazidos aqui, para nos incriminar e cair sobre nós, para que nos tome por servos, e a nossos jumentos.
19 Por isso chegaram-se ao homem que estava sobre a casa de José, e falaram com ele à porta da casa,
20 E disseram: Ai! senhor meu, certamente descemos dantes a comprar mantimento;
21 E aconteceu que, chegando à estalagem, e abrindo os nossos sacos, eis que o dinheiro de cada um estava na boca do seu saco, nosso dinheiro por seu peso; e tornamos a trazê-lo em nossas mãos;
22 Também trouxemos outro dinheiro em nossas mãos, para comprar mantimento; não sabemos quem tenha posto o nosso dinheiro nos nossos sacos.
23 E ele disse: Paz seja convosco, não temais; o vosso Deus, e o Deus de vosso pai, vos tem dado um tesouro nos vossos sacos; o vosso dinheiro me chegou a mim. E trouxe-lhes fora a Simeão.
24 Depois levou os homens à casa de José, e deu-lhes água, e lavaram os seus pés; também deu pasto aos seus jumentos.
25 E prepararam o presente, para quando José viesse ao meio dia; porque tinham ouvido que ali haviam de comer pão.
26 Vindo, pois, José à casa, trouxeram-lhe ali o presente que tinham em suas mãos; e inclinaram-se a ele até à terra.
27 E ele lhes perguntou como estavam, e disse: Vosso pai, o ancião de quem falastes, está bem? Ainda vive?
28 E eles disseram: Bem está o teu servo, nosso pai vive ainda. E abaixaram a cabeça, e inclinaram-se.
29 E ele levantou os seus olhos, e viu a Benjamim, seu irmão, filho de sua mãe, e disse: Este é vosso irmão mais novo de quem falastes? Depois ele disse: Deus te dê a sua graça, meu filho.
30 E José apressou-se, porque as suas entranhas comoveram-se por causa do seu irmão, e procurou onde chorar; e entrou na câmara, e chorou ali.
31 Depois lavou o seu rosto, e saiu; e conteve-se, e disse: Ponde pão.
32 E serviram-lhe à parte, e a eles também à parte, e aos egípcios, que comiam com ele, à parte; porque os egípcios não podem comer pão com os hebreus, porquanto é abominação para os egípcios.
33 E assentaram-se diante dele, o primogênito segundo a sua primogenitura, e o menor segundo a sua menoridade; do que os homens se maravilhavam entre si.
34 E apresentou-lhes as porções que estavam diante dele; porém a porção de Benjamim era cinco vezes maior do que as porções deles todos. E eles beberam, e se regalaram com ele.


Gênesis 43:16-34
Quão difícil deve ter sido para os irmãos de José colocar os seus próprios recursos de lado! Contudo, eles tiveram de aceitar o fato de que a dívida deles tinha sido paga. Podemos estar certos de que a conta do despenseiro da casa de José estava correta, já que ele lhes disse: "O vosso dinheiro me chegou a mim" (v. 23). O grande José tinha pessoalmente feito o pagamento por seus irmãos. Do mesmo modo Cristo arcou com todo o preço de nossa paz. O nosso débito foi pago completamente e só Ele conhece o significado disto. Contudo, enquanto o mal não tiver sido julgado e confessado, não podemos apreciar o gozo da comunhão. Uma refeição feita em conjunto com outras pessoas é figura desta comunhão, a qual encerra uma perfeita compreensão, um diálogo compartilhado por todos os participantes. Não é assim na mesa do Senhor, onde os crentes, todos juntos, lembram de Seus sofrimentos? Mas aqui, por causa do pecado que levanta uma barreira entre eles, José come "à parte" e seus irmãos também comem "à parte" (v. 32).

Quando ler esses capítulos, observe quantas vezes José chora: (42:24; 43:30; 45:2, 14; 46:29; 50:1, 17). É uma coisa maravilhosa o fato de ele não chorar na cova nem na prisão. Essas lágrimas são de amor. Elas nos fazem pensar nas lágrimas do Senhor Jesus (João 11:35; Lucas 19:41).

Que DEUS abençoe a todos.

Gênesis 43:1-15

Gênesis 43:1-15

1 E A FOME era gravíssima na terra.
2 E aconteceu que, como acabaram de comer o mantimento que trouxeram do Egito, disse-lhes seu pai: Voltai, comprai-nos um pouco de alimento.
3 Mas Judá respondeu-lhe, dizendo: Fortemente nos protestou aquele homem, dizendo: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco.
4 Se enviares conosco o nosso irmão, desceremos e te compraremos alimento;
5 Mas se não o enviares, não desceremos; porquanto aquele homem nos disse: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco.
6 E disse Israel: Por que me fizeste tal mal, fazendo saber àquele homem que tínheis ainda outro irmão?
7 E eles disseram: Aquele homem particularmente nos perguntou por nós, e pela nossa parentela, dizendo: Vive ainda vosso pai? Tendes mais um irmão? E respondemos-lhe conforme as mesmas palavras. Podíamos nós saber que diria: Trazei vosso irmão?
8 Então disse Judá a Israel, seu pai: Envia o jovem comigo, e levantar-nos-emos, e iremos, para que vivamos e não morramos, nem nós, nem tu, nem os nossos filhos.
9 Eu serei fiador por ele, da minha mão o requererás; se eu não o trouxer, e não o puser perante a tua face, serei réu de crime para contigo para sempre.
10 E se não nos tivéssemos detido, certamente já estaríamos segunda vez de volta.
11 Então disse-lhes Israel, seu pai: Pois que assim é, fazei isso; tomai do mais precioso desta terra em vossos vasos, e levai ao homem um presente: um pouco do bálsamo e um pouco de mel, especiarias e mirra, terebinto e amêndoas;
12 E tomai em vossas mãos dinheiro em dobro, e o dinheiro que voltou na boca dos vossos sacos tornai a levar em vossas mãos; bem pode ser que fosse erro.
13 Tomai também a vosso irmão, e levantai-vos e voltai àquele homem;
14 E Deus Todo-Poderoso vos dê misericórdia diante do homem, para que deixe vir convosco vosso outro irmão, e Benjamim; e eu, se for desfilhado, desfilhado ficarei.
15 E os homens tomaram aquele presente, e dinheiro em dobro em suas mãos, e a Benjamim; e levantaram-se, e desceram ao Egito, e apresentaram-se diante de José.


Gênesis 43:1-15
Os irmãos de José estão amedrontados. Isto é sinal de suas consciências culpadas. Eles têm de retornar a José e explicar o dinheiro encontrado em seus sacos de mantimento. Não fiquemos longe do Senhor quando tivermos um peso em nossa consciência. Vamos direto a Ele e confessemos a Ele tudo. O versículo 8 dá a cada pecador a rota a seguir: levantar, ir e viver (compare Lucas 15:18).

Os homens convenceram seu pai a deixar Benjamim ir com eles, e finalmente partiram levando consigo presentes: o mais precioso da terra (v. 11). Mas o poderoso José, cujos depósitos estão cheios, tem necessidade de alguma coisa? O homem sempre teve pretensões de levar algo a Deus. Mas da parte de Deus tudo é gratuito. Ele não pode aceitar nada, até mesmo o melhor que o homem é capaz de fazer. Mel, especiarias, terebinto e amêndoas, produtos que são luxo, e não algo bom para alimentar aqueles que não têm trigo. O nosso coração precisa é de trigo celestial, alimento do Alto, o qual pode satisfazer a fome da nossa alma. O mundo nos oferecerá iguarias, mas o Senhor Jesus, o verdadeiro José, é o Único que pode nos dar trigo dos lugares celestiais ao Se apresentar ao nosso coração.

Que DEUS abençoe a todos.

sábado, 17 de abril de 2010

João 11

Jesus, o Senhor da Ressurreição
Você tem medo da morte? Alguma vez você já pensou que a morte pode não ser o fim?

Hoje quero falar de Jesus como o Senhor da ressurreição. De alguma maneira todos temos alguma preocupação com a morte. Talvez porque tenhamos algum ente querido, como pai, mãe, ou irmão, filho, ou amigo, que já se foi. Ou simplesmente por medo da morte. Ou ainda por outra razão qualquer.

O assunto está baseado em João 11, onde encontramos a descrição da ressurreição de Lázaro, um grande amigo de Jesus, que residia na cidade de Betânia com suas irmãs Marta e Maria.

O texto diz que Lázaro adoeceu e suas irmãs mandaram chamar a Jesus, mas Ele estava muito longe, de forma que demorou e Lázaro acabou morrendo.

Jesus amava aquela família, quando Lázaro já estava morto, Jesus disse aos seus discípulos que Lázaro estava dormindo, comparando portanto a morte com o sono.

Quando chegaram a Bêtania, Lázaro já havia sido sepultado há 4 dias. As duas irmãs se lançaram aos pés de Jesus com a mesma expressão: "Se estivesses aqui, nosso irmão não teria morrido". João 11: 21 e 32

Jesus então prometeu para elas que o irmão haveria de ressurgir, e elas creram naquela promessa, mas achavam que Jesus estivera falando sobre a grande ressurreição que se dará no último dia por ocasião da sua segunda vinda.

Foi quando então Jesus pronunciou uma das frases mais poderosas do Novo Testamento. Está em João 11:25 e 26 : - "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim ainda que morra viverá. E todo o que vive e crê em mim nunca morrerá eternamente:"

Esta promessa enfeita a lápide de muitos túmulos, em muitos lugares por todo o mundo. Está escrita também no túmulo do Lineu, que descansou aos 12 anos de idade, vítima de um acidente automobilistico em frente à igreja que frequentava.

Esta promessa nos dá a certeza de que nossos queridos ressurgirão quando Jesus voltar.

Depois de ter feito esta promessa para Marta e Maria, Jesus quiz saber onde seu amigo fora sepultado.

As irmãs não entendendo disseram - Já se passaram 4 dias e já está cheirando mal. É verdade que depois de morto o homem cheira mal, muito mal.

Talvez deveríamos ser menos orgulhosos, porque não passamos de peças mal cheirosas. Todos somos iguais. Mesmo que alguns façam diferença enquanto vivem, não podem fugir dessa realidade quando morrem.

Se alguém não cuidar de nós quando morrermos, nos tornaremos motivo de escárnio, espanto e compaixão.

Jesus se dirigiu ao túmulo e diz a Bíblia em João 11:35 - "Jesus chorou". Chorou em simpatia para com a família enlutada. Chorou por causa do amigo morto. Chorou porque se identifica com a humanidade sofredora.

Quando um de seus filhos sofre aqui na terra, Jesus sofre a mesma tristeza, a mesma dor. Jesus se compadece de toda criatura humana. Ele está de braços abertos para nos afagar, nos confortar e enxugar nossas lágrimas.

Depois de tudo Jesus mandou que removessem a pedra e clamou com grande voz: "Lázaro, vem para fora". João 11:43

Saiu o que estivera morto, e Jesus mandou que o desatassem e assim se fez porque Lázaro estava enfaixado com um lençol e Jesus então disse: Deixai-o ir.

Que coisa esplendorosa é o poder de Jesus. Jesus é a ressurreição e a vida. Talvez eu esteja falando hoje para pessoas cujo coração está muito triste com a perda do pai, ou da mãe, ou de um filho, ou de qualquer outra pessoa querida. Talvez você esteja sofrendo como sofriam Maria e Marta.

Em março de 1995 eu sepultei o meu pai. Foi talvez a experiência mais triste em toda a minha vida. Nós todos choramos muito, e ainda lembramos dele. Uma profunda saudade toma conta de todo o coração.

Mas a esperança da ressurreição é maior que a nossa saudade. Nossa confiança em Jesus, o Senhor da ressurreição é maior que a nossa dor.

Eu quero hoje enconrajá-lo, animá-lo e confortá-lo, convidando-o a olhar agora pra Jesus. Ele é o autor da vida.

Ele logo voltará. Sua voz poderosa será ouvida por toda extensão da terra. E os mortos no Senhor ressurgirão afinal.

Pensemos no momento glorioso da volta de Jesus.

Quando à semelhança de Lázaro, nossos queridos deixarão o pó. E surgirão com um corpo imortal.

E então poderemos abraçá-los para sempre.

Eu quero louvar a Deus porque Jesus ressuscitou e porque tudo isto só é possível porque Ele ressurgiu.

A ressurreição de Jesus é a certeza da vitória sobre a morte. Pense como deve ter sido de alegria para os discípulos aquela manhã quando Jesus ressuscitou.

É como raiar de um novo dia. Amigos, um dia a noite chega ao fim. . .

Que DEUS abençoe a todos.

Deuteronômio 34:10

Sábado 17 Abril

E nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, a quem o Senhor conhecera face a face (Deuteronômio 34:10).

Meditações sobre o livro de Deuteronômio (Leia Deuteronômio 34:1-12)

Moisés passou quarenta anos com Faraó, quarenta com Jetro na escola de Deus e, por último, quarenta no deserto conduzindo Israel. No início ele vira a “grande maravilha” da sarça ardente. Então, pela fé, “permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível” (Hebreus 11:27). Chegando ao final de sua jornada, não se lhe escureceram os olhos (v. 7), e este homem de Deus contempla a vista maravilhosa da terra de Canaã.

Então chega o momento em que, de acordo com as próprias palavras do Salmo 90:3, sob a ordem de Deus, o ser humano retorna ao pó. Porém, Moisés é enterrado pelo próprio Senhor em uma comovente atitude de honra (v. 6). A partir desse momento, Moisés se torna uma das testemunhas da fé que aguardam a glória prometida enquanto se alegram na presença dAquele que é a perfeita recompensa (Mateus 17:3). O que é a perda da terra em comparação com a recompensa celestial? No final dessa parte da Bíblia, composta dos cinco livros de Moisés, ou Pentateuco, que cada um de nós possa ter adquirido mais conhecimento do Senhor! Jesus disse aos judeus: “Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porquanto ele escreveu a meu respeito” (João 5:46). E não é o próprio Senhor Jesus que descobrimos através dos muitos tipos nessa rica porção da Palavra de Deus?

Que DEUS abençoe a todos.

Salmo 23.5-6

17 de Abril

"...Unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre." (Salmo 23.5-6)

O Salmo 23 é uma promessa completa que o inimigo não pode anular. Como é maravilhoso, mesmo nos encontrando no vale da sombra da morte, não precisarmos ter medo nesse caminho da justiça, mas, sim, termos comunhão com Deus, ao preparar Ele uma mesa para nós. Eu digo a você com grande certeza e convicção que o Senhor também quer guiá-lo pela vereda da justiça por amor do Seu nome. Mas você deve permitir ser guiado! Porém, muitas vezes acontece sermos guiados pela vereda da justiça passando pelos vales escuros, por caminhos que não desejamos: "...outro te cingirá e te levará para onde não queres." Além disso, esses vales escuros da sombra da morte começam a se multiplicar, pois, como filhos de Deus, somos conduzidos pelo vale escuro dos tempos finais. Fica cada vez mais escuro ao nosso redor, e é como diz Isaías: "Vem a manhã, e também a noite." Mesmo que a manhã da vinda do Senhor se aproxime, com toda a sua luz e clareza, a escuridão dos tempos finais, do reinado do anticristo, igualmente se aproxima, pois se realizará um pouco antes da volta triunfal de Jesus. Não nos admiremos se um longo trajeto da vereda da justiça for escuro. No fim do caminho há luz, pois lá nos espera o exaltado e abençoado Senhor Jesus Cristo. Ele é o nosso alvo, e muito em breve O veremos!

Que DEUS abençoe a todos.

1 João 2:20-29

1 João 2.20-29
20 E vós possuís unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento.
21 Não vos escrevi porque não saibais a verdade; antes, porque a sabeis, e porque mentira alguma jamais procede da verdade.
22 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho.
23 Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.
24 Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai.
25 E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna.
26 Isto que vos acabo de escrever é acerca dos que vos procuram enganar.
27 Quanto a vós outros, a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou.
28 Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda.
29 Se sabeis que ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele.


1 João 2:20-29

"E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna" (v. 25). João faz aqui referência às palavras do bom Pastor: "As minhas ovelhas ouvem a minha voz [...] Eu lhes dou a vida eterna" (João 10:27,28). Leitor, você recebeu a vida eterna? Você é um filho de Deus? Outra promessa do Senhor é o dom do Espírito Santo (João 16:13). Essa "unção que vem do Santo" descansa hoje não só sobre os "pais", mas também sobre "os filhinhos" em Cristo, para guiá-los "a toda a verdade" (João 16:13). "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida", disse o Senhor Jesus, "ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6). O apóstolo confirma aqui que todo aquele que nega o Filho não tem o Pai (v. 23; veja João 8:19). O Pai não pode ser conhecido fora do Senhor Jesus (Mateus 11:27). É por isso que o Inimigo empreende tantos ataques contra a pessoa do Santo Filho de Deus, especialmente lançando dúvidas sobre sua existência eterna e sua divindade.

Saibamos reconhecer a voz do mentiroso (v. 22). O que é "desde o princípio" tem validade até a "última hora" (vv. 24,18). Na presença de tantas "novidades", nossa segurança consiste em nos ater aos ensinamentos do princípio (Gálatas 1:8,9).

Que DEUS abençoe a todos.

Gênesis 42:25-38

Gênesis 42:25-38

25 E ordenou José, que enchessem os seus sacos de trigo, e que lhes restituíssem o seu dinheiro a cada um no seu saco, e lhes dessem comida para o caminho; e fizeram-lhes assim.
26 E carregaram o seu trigo sobre os seus jumentos e partiram dali.
27 E, abrindo um deles o seu saco, para dar pasto ao seu jumento na estalagem, viu o seu dinheiro; porque eis que estava na boca do seu saco.
28 E disse a seus irmãos: Devolveram o meu dinheiro, e ei-lo também aqui no saco. Então lhes desfaleceu o coração, e pasmavam, dizendo um ao outro: Que é isto que Deus nos tem feito?
29 E vieram para Jacó, seu pai, na terra de Canaã; e contaramlhe tudo o que lhes aconteceu, dizendo:
30 O homem, o senhor da terra, falou conosco asperamente, e tratou-nos como espias da terra;
31 Mas dissemos-lhe: Somos homens de retidão; não somos espias;
32 Somos doze irmãos, filhos de nosso pai; um não mais existe, e o mais novo está hoje com nosso pai na terra de Canaã.
33 E aquele homem, o senhor da terra, nos disse: Nisto conhecerei que vós sois homens de retidão; deixai comigo um de vossos irmãos, e tomai para a fome de vossas casas, e parti,
34 E trazei-me vosso irmão mais novo; assim saberei que não sois espias, mas homens de retidão; então vos darei o vosso irmão e negociareis na terra.
35 E aconteceu que, despejando eles os seus sacos, eis que cada um tinha o pacote com seu dinheiro no seu saco; e viram os pacotes com seu dinheiro, eles e seu pai, e temeram.
36 Então Jacó, seu pai, disse-lhes: Tendes-me desfilhado; José já não existe e Simeão não está aqui; agora levareis a Benjamim. Todas estas coisas vieram sobre mim.
37 Mas Rúben falou a seu pai, dizendo: Mata os meus dois filhos, se eu não tornar a trazê-lo para ti; entrega-o em minha mão, e tornarei a trazê-lo.
38 Ele porém disse: Não descerá meu filho convosco; porquanto o seu irmão é morto, e só ele ficou. Se lhe suceder algum desastre no caminho por onde fordes, fareis descer minhas cãs com tristeza à sepultura.

Gênesis 42:25-38
Pelo fato de José receber os seus irmãos asperamente, não queria dizer que ele planejava alguma vingança. Mas ele conhecia, por experiência, a maldade daqueles corações, e o propósito de seu coração era conduzi-los ao verdadeiro arrependimento. Com o fim de alcançar tal coisa, José usa, um após o outro, de severidade, de gentileza, de temor e encorajamento, de acusação e banquetes. Tudo isto é levado a cabo com grande sabedoria e nos mostra, a título de comparação, como o Senhor age quando Ele quer despertar o nosso coração e consciência. Às vezes Ele fala conosco "asperamente".

As acusações que José faz são injustas. Seus irmãos não são espias. Mas eles sentem que Deus está lhes falando e lembram do pecado de que todos participaram e da injustiça imposta ao irmão.

Às vezes temos de nos submeter a alguma injustiça. Em vez de ficarmos irritados ou buscarmos justificar a nós mesmos, perguntemos o que Deus quer nos ensinar por meio destes dolorosos meios.

Também para Jacó tudo é levado a cabo para o seu bem, ainda que ele diga no versículo 36: "Todas estas coisas vieram sobre mim". Ele terá de aprender que, se Deus é por ele, nada pode ser contra ele e que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28, 31). É desta forma, na verdade, que Deus o trará José de volta.

Que DEUS abençoe a todos.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Mateus 27:46

Sexta-feira 16 Abril

E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Mateus 27:46).

O sacrifício do Cordeiro

O Senhor Jesus tinha sido interrogado a noite inteira. Falsas testemunhas foram chamadas. O sumo sacerdote e o Sinédrio apre­sentaram uma acusação totalmente injusta contra Ele. Será que não tinham ouvido Seus ensinos e visto Suas obras? O Senhor foi humilhado, desprezado, insultado e espancado.

De manhã cedo, os judeus O levaram à corte de Pilatos para ser julgado e condenado à morte. A lei romana proibia os judeus de decretarem a sentença capital. Mesmo assim, os judeus insistiram que Jesus deveria morrer, embora não houvesse qualquer argumento válido para isso. Em várias ocasiões, Pilatos afirmou que não havia encontrado falta nEle.

Por fim, violando sua própria consciência, Pilatos sentenciou o Senhor à morte. Seus soldados O trataram com extrema brutalidade antes de O crucificarem. Os judeus continuaram a zombar dEle. E o Senhor enfrentou tudo isso com calma e dignidade, e escolheu não Se defender.

Do meio-dia às três da tarde, trevas cobriram o mundo inteiro. Foi quando o Senhor gritou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparas­te?” Esses sofrimentos finais excederam em muito a tortura dos homens. Ninguém é capaz de imaginar o que isso significou para Ele. Em toda a eternidade passada, Deus jamais havia Se separado do Senhor Jesus, mas agora o Cordeiro carregava sobre Si todos os pecados da humanidade. E o fazia por obediência a Deus para que o amor do Pai pudesse nos alcançar.

Esse amor nos deixa totalmente maravilhados. Não há palavras que descrevam o que Jesus Cristo fez por nós! “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!” (Romanos 11:33).

Que DEUS abençoe a todos.