Quinta-feira 24 Setembro
Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida (João 8:12).
TESTEMUNHO DE UM CHINÊS
Nasci em junho de 1914 no sul da China. Aos 17 anos, refleti muito sobre as questões existenciais. Como não encontrava razão para viver, sofria muitíssimo, se bem que tinha pais que me amavam de verdade. Além disso, via como alguns jovens que tinham recebido uma boa educação se corrompiam quando deixavam o colégio. Desejava achar um caminho para dominar a tentação e o pecado, uma vereda para uma vida santa e justa. Embora jovem, a incerteza do que me aconteceria depois da morte me atormentava.
Não podia aceitar o budismo, porque essa religião só falava do porvir e não tem resposta para o presente. Tampouco o confucionismo me servia, pois só trata do presente e não oferece esperança alguma. Por isso rejeitava tais doutrinas. De igual modo não queria acreditar no cristianismo, pois me parecia uma religião ocidental alheia à cultura chinesa.
Em Seu amor, Deus Se aproximou de mim. Não posso explicar direito como aconteceu. Certa noite estava sozinho em meu quarto. De repente Deus Se revelou ao meu coração e depositei a minha fé nEle. Me ajoelhei e confessei meus pecados: nessa noite recebi o Senhor Jesus em minha vida. Quando levantei, tudo havia mudado para mim, estava transbordando de felicidade.
A vida se tornou difícil: por causa da minha fé fui preso e exilado, porém posso testificar que Deus é fiel. “Quem nos separará do amor de Cristo?” (Romanos 8:35).
Que DEUS abençoe a todos.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Deuteronômio 31.6
24 de Setembro
"Sede fortes e corajosos; não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor vosso Deus é quem vai convosco: não vos deixará nem vos desamparará." Deuteronômio 31.6
Que maravilha! Ele mesmo, o Eterno, o Deus Todo-Poderoso diz que você não precisa temer, pois Ele próprio quer acompanhá-lo. O que é um andar com Deus, com o Eterno? Se Ele não tivesse prometido que quer andar e estar conosco, eu não me atreveria a falar mais sobre isso. Mas é possível andar com Ele, com o Deus eterno. Andar não significa apenas seguir adiante, mas acompanhar os passos do Senhor. Esse acompanhar Seus passos vem da tranqüilidade interior, desse descanso interior no Senhor. Se existir uma desarmonia entre sua alma e o Deus vivo, você não pode acompanhar os passos do Senhor. Ou você anda depressa demais, ou fica para trás. Em Amós 3.3 está escrito: "Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?" A condição fundamental para andar com o Deus vivo é você, um dia, ter se entregado totalmente a Ele por meio do Senhor Jesus Cristo e Seu sangue derramado. Só aí você se deixará determinar pelo ritmo dos Seus passos.
Que DEUS abençoe a todos.
"Sede fortes e corajosos; não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor vosso Deus é quem vai convosco: não vos deixará nem vos desamparará." Deuteronômio 31.6
Que maravilha! Ele mesmo, o Eterno, o Deus Todo-Poderoso diz que você não precisa temer, pois Ele próprio quer acompanhá-lo. O que é um andar com Deus, com o Eterno? Se Ele não tivesse prometido que quer andar e estar conosco, eu não me atreveria a falar mais sobre isso. Mas é possível andar com Ele, com o Deus eterno. Andar não significa apenas seguir adiante, mas acompanhar os passos do Senhor. Esse acompanhar Seus passos vem da tranqüilidade interior, desse descanso interior no Senhor. Se existir uma desarmonia entre sua alma e o Deus vivo, você não pode acompanhar os passos do Senhor. Ou você anda depressa demais, ou fica para trás. Em Amós 3.3 está escrito: "Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?" A condição fundamental para andar com o Deus vivo é você, um dia, ter se entregado totalmente a Ele por meio do Senhor Jesus Cristo e Seu sangue derramado. Só aí você se deixará determinar pelo ritmo dos Seus passos.
Que DEUS abençoe a todos.
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Deuteronômio 31.6
Atos 21.15-32
Atos 21.15-32
15 Passados aqueles dias, tendo feito os preparativos, subimos para Jerusalém;
16 e alguns dos discípulos também vieram de Cesaréia conosco, trazendo consigo Mnasom, natural de Chipre, velho discípulo, com quem nos deveríamos hospedar.
17 Tendo nós chegado a Jerusalém, os irmãos nos receberam com alegria.
18 No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram.
19 E, tendo-os saudado, contou minuciosamente o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério.
20 Ouvindo -o, deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei;
21 e foram informados a teu respeito que ensinas todos os judeus entre os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei.
22 Que se há de fazer, pois? Certamente saberão da tua chegada.
23 Faze, portanto, o que te vamos dizer: estão entre nós quatro homens que, voluntariamente, aceitaram voto;
24 toma-os, purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a lei.
25 Quanto aos gentios que creram, já lhes transmitimos decisões para que se abstenham das coisas sacrificadas a ídolos, do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas.
26 Então, Paulo, tomando aqueles homens, no dia seguinte, tendo-se purificado com eles, entrou no templo, acertando o cumprimento dos dias da purificação, até que se fizesse a oferta em favor de cada um deles.
27 Quando já estavam por findar os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram,
28 gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar; ainda mais, introduziu até gregos no templo e profanou este recinto sagrado.
29 Pois, antes, tinham visto Trófimo, o efésio, em sua companhia na cidade e julgavam que Paulo o introduzira no templo.
30 Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo; e, agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo, e imediatamente foram fechadas as portas.
31 Procurando eles matá-lo, chegou ao conhecimento do comandante da força que toda a Jerusalém estava amotinada.
32 Então, este, levando logo soldados e centuriões, correu para o meio do povo. Ao verem chegar o comandante e os soldados, cessaram de espancar Paulo.
Atos 21:15-32
Para ir da Grécia a Roma, o apóstolo havia proposto em seu coração passar por Jerusalém (cap. 19:21). Apesar desse cansativo desvio, a vontade do Senhor será cumprida (v. 14). O caminho que nós mesmos escolhemos não é simples; podemos esperar todo o tipo de dificuldades. Os anciãos de Jerusalém exortam a Paulo a "judaizar", a fim de acalmar os crentes judeus, e assim o apóstolo está prestes a contradizer seu próprio ensinamento. Penoso dilema para ele! Mais uma vez, podemos notar até que ponto os cristãos judeus estavam arraigados à religião judaica. Eles estavam tentando colocar vinho novo em odres velhos (Mateus 9:17). A esses israelitas "zelosos da lei" o apóstolo Tiago, mencionado no versículo 18, fala da "lei da liberdade" e da "religião pura e sem mácula", que não consiste na purificação carnal (v. 24), mas, sim, em "guardar-se incontaminado do mundo" e em visitar os aflitos (Tiago 1:27; 2:12).
Paulo visita o templo e se submete aos rituais judaicos para agradar os irmãos. A tentativa, porém, é vã, pois os judeus vêem nela uma provocação e tentam matá-lo, causando alvoroço em toda a cidade (v. 30).
Que DEUS abençoe a todos.
15 Passados aqueles dias, tendo feito os preparativos, subimos para Jerusalém;
16 e alguns dos discípulos também vieram de Cesaréia conosco, trazendo consigo Mnasom, natural de Chipre, velho discípulo, com quem nos deveríamos hospedar.
17 Tendo nós chegado a Jerusalém, os irmãos nos receberam com alegria.
18 No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram.
19 E, tendo-os saudado, contou minuciosamente o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério.
20 Ouvindo -o, deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei;
21 e foram informados a teu respeito que ensinas todos os judeus entre os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei.
22 Que se há de fazer, pois? Certamente saberão da tua chegada.
23 Faze, portanto, o que te vamos dizer: estão entre nós quatro homens que, voluntariamente, aceitaram voto;
24 toma-os, purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a lei.
25 Quanto aos gentios que creram, já lhes transmitimos decisões para que se abstenham das coisas sacrificadas a ídolos, do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas.
26 Então, Paulo, tomando aqueles homens, no dia seguinte, tendo-se purificado com eles, entrou no templo, acertando o cumprimento dos dias da purificação, até que se fizesse a oferta em favor de cada um deles.
27 Quando já estavam por findar os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram,
28 gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar; ainda mais, introduziu até gregos no templo e profanou este recinto sagrado.
29 Pois, antes, tinham visto Trófimo, o efésio, em sua companhia na cidade e julgavam que Paulo o introduzira no templo.
30 Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo; e, agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo, e imediatamente foram fechadas as portas.
31 Procurando eles matá-lo, chegou ao conhecimento do comandante da força que toda a Jerusalém estava amotinada.
32 Então, este, levando logo soldados e centuriões, correu para o meio do povo. Ao verem chegar o comandante e os soldados, cessaram de espancar Paulo.
Atos 21:15-32
Para ir da Grécia a Roma, o apóstolo havia proposto em seu coração passar por Jerusalém (cap. 19:21). Apesar desse cansativo desvio, a vontade do Senhor será cumprida (v. 14). O caminho que nós mesmos escolhemos não é simples; podemos esperar todo o tipo de dificuldades. Os anciãos de Jerusalém exortam a Paulo a "judaizar", a fim de acalmar os crentes judeus, e assim o apóstolo está prestes a contradizer seu próprio ensinamento. Penoso dilema para ele! Mais uma vez, podemos notar até que ponto os cristãos judeus estavam arraigados à religião judaica. Eles estavam tentando colocar vinho novo em odres velhos (Mateus 9:17). A esses israelitas "zelosos da lei" o apóstolo Tiago, mencionado no versículo 18, fala da "lei da liberdade" e da "religião pura e sem mácula", que não consiste na purificação carnal (v. 24), mas, sim, em "guardar-se incontaminado do mundo" e em visitar os aflitos (Tiago 1:27; 2:12).
Paulo visita o templo e se submete aos rituais judaicos para agradar os irmãos. A tentativa, porém, é vã, pois os judeus vêem nela uma provocação e tentam matá-lo, causando alvoroço em toda a cidade (v. 30).
Que DEUS abençoe a todos.
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Atos 21.15-32
Atos 21.1-14
Atos 21.1-14
1 Depois de nos apartarmos, fizemo-nos à vela e, correndo em direitura, chegamos a Cós; no dia seguinte, a Rodes, e dali, a Pátara.
2 Achando um navio que ia para a Fenícia, embarcamos nele, seguindo viagem.
3 Quando Chipre já estava à vista, deixando -a à esquerda, navegamos para a Síria e chegamos a Tiro; pois o navio devia ser descarregado ali.
4 Encontrando os discípulos, permanecemos lá durante sete dias; e eles, movidos pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém.
5 Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.
6 E, despedindo-nos uns dos outros, então, embarcamos; e eles voltaram para casa.
7 Quanto a nós, concluindo a viagem de Tiro, chegamos a Ptolemaida, onde saudamos os irmãos, passando um dia com eles.
8 No dia seguinte, partimos e fomos para Cesaréia; e, entrando na casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele.
9 Tinha este quatro filhas donzelas, que profetizavam.
10 Demorando-nos ali alguns dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo;
11 e, vindo ter conosco, tomando o cinto de Paulo, ligando com ele os próprios pés e mãos, declarou: Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios.
12 Quando ouvimos estas palavras, tanto nós como os daquele lugar, rogamos a Paulo que não subisse a Jerusalém.
13 Então, ele respondeu: Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.
14 Como, porém, não o persuadimos, conformados, dissemos: Faça-se a vontade do Senhor!
Atos 21:1-14
O amor fraternal se manifesta em todo o percurso da viagem do apóstolo (vv. 1, 6 e 12). Em Tiro, assim como em Mileto, Paulo se separa dos irmãos depois de ajoelhar-se e orar na praia (vv. 5; 20:36 e 37). O Espírito enfatiza aqui a presença de crianças, extremamente desejável nas reuniões.
Em Cesaréia, Paulo se hospeda na casa de Filipe, o servo de Deus que o Espírito havia trasladado a Azoto depois que ele batizou o eunuco etíope e que, após haver pregado em todas as cidades (sem dúvida também em Lida e Jope - cap. 8:40; 9:32 e 36) se estabeleceu em Cesaréia. Suas filhas prestavam ao Senhor um precioso serviço. É bom lembrar que este não era exercido na Igreja: 1 Coríntios 14:3 e 34.
O que motivava o apóstolo durante essa viagem era o seu afeto, sempre enorme, por seu próprio povo. Paulo era o portador das ofertas das igrejas da Macedônia e da Acaia, e alegrava-se de poder entregá-las pessoalmente em Jerusalém (Romanos 15:25-26). Por essa razão, ele não cedeu às súplicas dos irmãos que queriam persuadi-lo a ficar (vv. 12-14). Esse relato nos dá uma grande lição: ao ser guiado somente pelos sentimentos, por melhores que sejam, até mesmo um apóstolo pode desviar-se do caminho da dependência do Senhor. Essa é uma seríssima advertência para nós!
Que DEUS abençoe a todos.
1 Depois de nos apartarmos, fizemo-nos à vela e, correndo em direitura, chegamos a Cós; no dia seguinte, a Rodes, e dali, a Pátara.
2 Achando um navio que ia para a Fenícia, embarcamos nele, seguindo viagem.
3 Quando Chipre já estava à vista, deixando -a à esquerda, navegamos para a Síria e chegamos a Tiro; pois o navio devia ser descarregado ali.
4 Encontrando os discípulos, permanecemos lá durante sete dias; e eles, movidos pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém.
5 Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos.
6 E, despedindo-nos uns dos outros, então, embarcamos; e eles voltaram para casa.
7 Quanto a nós, concluindo a viagem de Tiro, chegamos a Ptolemaida, onde saudamos os irmãos, passando um dia com eles.
8 No dia seguinte, partimos e fomos para Cesaréia; e, entrando na casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele.
9 Tinha este quatro filhas donzelas, que profetizavam.
10 Demorando-nos ali alguns dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo;
11 e, vindo ter conosco, tomando o cinto de Paulo, ligando com ele os próprios pés e mãos, declarou: Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios.
12 Quando ouvimos estas palavras, tanto nós como os daquele lugar, rogamos a Paulo que não subisse a Jerusalém.
13 Então, ele respondeu: Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.
14 Como, porém, não o persuadimos, conformados, dissemos: Faça-se a vontade do Senhor!
Atos 21:1-14
O amor fraternal se manifesta em todo o percurso da viagem do apóstolo (vv. 1, 6 e 12). Em Tiro, assim como em Mileto, Paulo se separa dos irmãos depois de ajoelhar-se e orar na praia (vv. 5; 20:36 e 37). O Espírito enfatiza aqui a presença de crianças, extremamente desejável nas reuniões.
Em Cesaréia, Paulo se hospeda na casa de Filipe, o servo de Deus que o Espírito havia trasladado a Azoto depois que ele batizou o eunuco etíope e que, após haver pregado em todas as cidades (sem dúvida também em Lida e Jope - cap. 8:40; 9:32 e 36) se estabeleceu em Cesaréia. Suas filhas prestavam ao Senhor um precioso serviço. É bom lembrar que este não era exercido na Igreja: 1 Coríntios 14:3 e 34.
O que motivava o apóstolo durante essa viagem era o seu afeto, sempre enorme, por seu próprio povo. Paulo era o portador das ofertas das igrejas da Macedônia e da Acaia, e alegrava-se de poder entregá-las pessoalmente em Jerusalém (Romanos 15:25-26). Por essa razão, ele não cedeu às súplicas dos irmãos que queriam persuadi-lo a ficar (vv. 12-14). Esse relato nos dá uma grande lição: ao ser guiado somente pelos sentimentos, por melhores que sejam, até mesmo um apóstolo pode desviar-se do caminho da dependência do Senhor. Essa é uma seríssima advertência para nós!
Que DEUS abençoe a todos.
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Atos 21.1-14
1 Reis 20:1-12
1 Reis 20:1-12
1 E BEN-HADADE, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército; e havia com ele trinta e dois reis, e cavalos e carros; e subiu, e cercou a Samaria, e pelejou contra ela.
2 E enviou à cidade mensageiros, a Acabe, rei de Israel,
3 Que lhe disseram: Assim diz Ben-Hadade: A tua prata e o teu ouro são meus; e tuas mulheres e os melhores de teus filhos são meus.
4 E respondeu o rei de Israel, e disse: Conforme a tua palavra, ó rei meu senhor, eu sou teu, e tudo quanto tenho.
5 E tornaram a vir os mensageiros, e disseram: Assim diz Ben-Hadade: Enviei-te, na verdade, mensageiros que dissessem: Tu me hás de dar a tua prata, e o teu ouro, e as tuas mulheres e os teus filhos;
6 Todavia amanhã a estas horas enviarei os meus servos a ti, e esquadrinharão a tua casa, e as casas dos teus servos; e há de ser que tudo o que de precioso tiveres, eles tomarão consigo, e o levarão.
7 Então o rei de Israel chamou a todos os anciãos da terra, e disse: Notai agora, e vede como este homem procura o mal; pois mandou pedir-me as mulheres, os meus filhos, a minha prata e o meu ouro, e não lhos neguei.
8 E todos os anciãos e todo o povo lhe disseram: Não lhe dês ouvidos, nem consintas.
9 Por isso disse aos mensageiros de Ben-Hadade: Dizei ao rei, meu senhor: Tudo o que primeiro mandaste pedir a teu servo, farei, porém isto não posso fazer. E voltaram os mensageiros, e lhe levaram a resposta.
10 E Ben-Hadade enviou a ele mensageiros dizendo: Assim me façam os deuses, e outro tanto, que o pó de Samaria não bastará para encher as mãos de todo o povo que me segue.
11 Porém o rei de Israel respondeu: Dizei-lhe: Não se gabe quem se cinge das armas, como aquele que as descinge.
12 E sucedeu que, ouvindo ele esta palavra, estando a beber com os reis nas tendas, disse aos seus servos: Ponde-vos em ordem contra a cidade.
1 Reis 20:1-12
O Senhor indicou a Elias os sucessores de Ben-Hadade, rei da Síria, e de Acabe, rei de Israel (19:15-16). Mas essas duas personagens ainda estavam no poder, e o capítulo 20 nos relata o confronto que as aguardava. O mesmo acontece com este mundo: uma sentença está determinada, mas ela não impede os homens de agir, em sua cegueira, como se o futuro lhes pertencesse. Eles esquecem que Deus tem Seus próprios pensamentos sobre o mundo. E é Ele quem dirige o curso da história. Enquanto lutam por supremacia, mal sabem que já foram substituídos nos conselhos divinos pelo Rei que Ele designou: Jesus Cristo. Como Elias, pela Palavra de Deus, os crentes conhecem Seus pensamentos acerca do mundo, e não se devem perturbar com os acontecimentos que abalam e agitam a humanidade (Isaías 8:12-13).
Diante das ameaças de Ben-Hadade, Acabe estava indefeso. Ele nos faz lembrar do homem pecador nas mãos de seu poderoso inimigo, o diabo. O diabo não despojou Adão em poucos momentos de tudo o que ele possuía? Mas, pela graça de Deus, Satanás, o homem forte, encontrou Alguém mais forte que ele, que o conquistou e repartiu seus despojos (Lucas 11:22).
Que DEUS abençoe a todos.
1 E BEN-HADADE, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército; e havia com ele trinta e dois reis, e cavalos e carros; e subiu, e cercou a Samaria, e pelejou contra ela.
2 E enviou à cidade mensageiros, a Acabe, rei de Israel,
3 Que lhe disseram: Assim diz Ben-Hadade: A tua prata e o teu ouro são meus; e tuas mulheres e os melhores de teus filhos são meus.
4 E respondeu o rei de Israel, e disse: Conforme a tua palavra, ó rei meu senhor, eu sou teu, e tudo quanto tenho.
5 E tornaram a vir os mensageiros, e disseram: Assim diz Ben-Hadade: Enviei-te, na verdade, mensageiros que dissessem: Tu me hás de dar a tua prata, e o teu ouro, e as tuas mulheres e os teus filhos;
6 Todavia amanhã a estas horas enviarei os meus servos a ti, e esquadrinharão a tua casa, e as casas dos teus servos; e há de ser que tudo o que de precioso tiveres, eles tomarão consigo, e o levarão.
7 Então o rei de Israel chamou a todos os anciãos da terra, e disse: Notai agora, e vede como este homem procura o mal; pois mandou pedir-me as mulheres, os meus filhos, a minha prata e o meu ouro, e não lhos neguei.
8 E todos os anciãos e todo o povo lhe disseram: Não lhe dês ouvidos, nem consintas.
9 Por isso disse aos mensageiros de Ben-Hadade: Dizei ao rei, meu senhor: Tudo o que primeiro mandaste pedir a teu servo, farei, porém isto não posso fazer. E voltaram os mensageiros, e lhe levaram a resposta.
10 E Ben-Hadade enviou a ele mensageiros dizendo: Assim me façam os deuses, e outro tanto, que o pó de Samaria não bastará para encher as mãos de todo o povo que me segue.
11 Porém o rei de Israel respondeu: Dizei-lhe: Não se gabe quem se cinge das armas, como aquele que as descinge.
12 E sucedeu que, ouvindo ele esta palavra, estando a beber com os reis nas tendas, disse aos seus servos: Ponde-vos em ordem contra a cidade.
1 Reis 20:1-12
O Senhor indicou a Elias os sucessores de Ben-Hadade, rei da Síria, e de Acabe, rei de Israel (19:15-16). Mas essas duas personagens ainda estavam no poder, e o capítulo 20 nos relata o confronto que as aguardava. O mesmo acontece com este mundo: uma sentença está determinada, mas ela não impede os homens de agir, em sua cegueira, como se o futuro lhes pertencesse. Eles esquecem que Deus tem Seus próprios pensamentos sobre o mundo. E é Ele quem dirige o curso da história. Enquanto lutam por supremacia, mal sabem que já foram substituídos nos conselhos divinos pelo Rei que Ele designou: Jesus Cristo. Como Elias, pela Palavra de Deus, os crentes conhecem Seus pensamentos acerca do mundo, e não se devem perturbar com os acontecimentos que abalam e agitam a humanidade (Isaías 8:12-13).
Diante das ameaças de Ben-Hadade, Acabe estava indefeso. Ele nos faz lembrar do homem pecador nas mãos de seu poderoso inimigo, o diabo. O diabo não despojou Adão em poucos momentos de tudo o que ele possuía? Mas, pela graça de Deus, Satanás, o homem forte, encontrou Alguém mais forte que ele, que o conquistou e repartiu seus despojos (Lucas 11:22).
Que DEUS abençoe a todos.
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1 Reis 20:1-12
1 Reis 19:11-21
1 Reis 19:11-21
11 E Deus lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante o Senhor. E eis que passava o Senhor, como também um grande e forte vento que fendia os montes e quebrava as penhas diante do Senhor; porém o Senhor não estava no vento; e depois do vento um terremoto; também o Senhor não estava no terremoto;
12 E depois do terremoto um fogo; porém também o Senhor não estava no fogo; e depois do fogo uma voz mansa e delicada.
13 E sucedeu que, ouvindo-a Elias, envolveu o seu rosto na sua capa, e saiu para fora, e pôs-se à entrada da caverna; e eis que veio a ele uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?
14 E ele disse: Eu tenho sido em extremo zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada, e só eu fiquei; e buscam a minha vida para ma tirarem.
15 E o Senhor lhe disse: Vai, volta pelo teu caminho para o deserto de Damasco; e, chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria.
16 Também a Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei de Israel; e também a Eliseu, filho de Safate de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar.
17 E há de ser que o que escapar da espada de Hazael, matá-lo-á Jeú; e o que escapar da espada de Jeú, matá-lo-á Eliseu.
18 Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou.
19 Partiu, pois, Elias dali, e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele, e ele estava com a duodécima; e Elias passou por ele, e lançou a sua capa sobre ele.
20 Então deixou ele os bois, e correu após Elias; e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe, e então te seguirei. E ele lhe disse: Vai, e volta; pois, que te fiz eu?
21 Voltou, pois, de o seguir, e tomou a junta de bois, e os matou, e com os aparelhos dos bois cozeu as carnes, e as deu ao povo, e comeram; então se levantou e seguiu a Elias, e o servia.
1 Reis 19:11-21
Contrariamente ao que Elias pensou, a mensagem que Deus queria que Israel ouvisse não era de julgamento.
O Senhor não estava no vento, nem no terremoto, nem no fogo. A “poderosa” voz, “cheia de majestade”, a formidável voz do Salmo 29:3-9 dá lugar ao “cicio tranqüilo e suave” da graça. Da mesma maneira, hoje ainda não é o tempo de julgamento para o mundo; é o tempo da graça que perdoa o perdido. Deus pode despertar os homens através de provas de Seu poder, mas apenas a suave voz da graça é capaz de tocar o coração deles. Para recebê-la, entretanto é necessário que reconheçamos nossa própria indignidade.
Por não ser capaz de entender essa linguagem, Elias teve de ser colocado de lado e Eliseu foi chamado para ocupar seu lugar. Deus sabia como fazer o povo ouvir Sua voz de amor.
Por fim, Deus ensina outra lição a Elias. Ele subiu a montanha acreditando ser o único fiel. Ele desceu sabendo que havia sete mil homens que Deus tinha preservado para Si mesmo em Israel. Elias foi incapaz de descobri-los, porém Deus conhecia cada um deles (2 Timóteo 2:19).
Que DEUS abençoe a todos.
11 E Deus lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante o Senhor. E eis que passava o Senhor, como também um grande e forte vento que fendia os montes e quebrava as penhas diante do Senhor; porém o Senhor não estava no vento; e depois do vento um terremoto; também o Senhor não estava no terremoto;
12 E depois do terremoto um fogo; porém também o Senhor não estava no fogo; e depois do fogo uma voz mansa e delicada.
13 E sucedeu que, ouvindo-a Elias, envolveu o seu rosto na sua capa, e saiu para fora, e pôs-se à entrada da caverna; e eis que veio a ele uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?
14 E ele disse: Eu tenho sido em extremo zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada, e só eu fiquei; e buscam a minha vida para ma tirarem.
15 E o Senhor lhe disse: Vai, volta pelo teu caminho para o deserto de Damasco; e, chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria.
16 Também a Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei de Israel; e também a Eliseu, filho de Safate de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar.
17 E há de ser que o que escapar da espada de Hazael, matá-lo-á Jeú; e o que escapar da espada de Jeú, matá-lo-á Eliseu.
18 Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou.
19 Partiu, pois, Elias dali, e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele, e ele estava com a duodécima; e Elias passou por ele, e lançou a sua capa sobre ele.
20 Então deixou ele os bois, e correu após Elias; e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe, e então te seguirei. E ele lhe disse: Vai, e volta; pois, que te fiz eu?
21 Voltou, pois, de o seguir, e tomou a junta de bois, e os matou, e com os aparelhos dos bois cozeu as carnes, e as deu ao povo, e comeram; então se levantou e seguiu a Elias, e o servia.
1 Reis 19:11-21
Contrariamente ao que Elias pensou, a mensagem que Deus queria que Israel ouvisse não era de julgamento.
O Senhor não estava no vento, nem no terremoto, nem no fogo. A “poderosa” voz, “cheia de majestade”, a formidável voz do Salmo 29:3-9 dá lugar ao “cicio tranqüilo e suave” da graça. Da mesma maneira, hoje ainda não é o tempo de julgamento para o mundo; é o tempo da graça que perdoa o perdido. Deus pode despertar os homens através de provas de Seu poder, mas apenas a suave voz da graça é capaz de tocar o coração deles. Para recebê-la, entretanto é necessário que reconheçamos nossa própria indignidade.
Por não ser capaz de entender essa linguagem, Elias teve de ser colocado de lado e Eliseu foi chamado para ocupar seu lugar. Deus sabia como fazer o povo ouvir Sua voz de amor.
Por fim, Deus ensina outra lição a Elias. Ele subiu a montanha acreditando ser o único fiel. Ele desceu sabendo que havia sete mil homens que Deus tinha preservado para Si mesmo em Israel. Elias foi incapaz de descobri-los, porém Deus conhecia cada um deles (2 Timóteo 2:19).
Que DEUS abençoe a todos.
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1 Reis 19:11-21
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
João 4:3 e 4
DO PRECONCEITO À SALVAÇÃO
"Imaginemos um marginal que agride física e sexualmente uma mulher e depois a mata. Você acha que existe salvação para uma pessoa de sentimentos tão endurecidos? Você conhece alguém que já desceu tão baixo na vida que as possibilidades de recuperação são completamente remotas? Quer saber o que diz a Bíblia a respeito?
No livro de São João lemos o seguinte: "Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia. E era-lhe necessário passar por Samaria" (João 4:3 e 4).
A Judéia ficava ao sul, a Galiléia na parte norte, e entre ambas estava localizada Samaria. Qualquer pessoa que quisesse fazer esse trajeto deveria ir em linha reta.
Os judeus tinham uma atitude estranha. Desviavam-se para o lado oeste, atravessavam o rio Jordão e subiam pelo deserto. Quando percebiam que já tinham passado Samaria, saiam do deserto e entravam na Galiléia. Com isso, andavam vários quilômetros a mais.
Por que faziam isso? Por que gastavam tanto tempo e energia andando pelo deserto?
A razão era simples: não queriam passar pela terra maldita dos samaritanos. Na opinião deles, o povo de Samaria não era digno da salvação. Numa ocasião um discípulo sugeriu que seria bom que caísse fogo do céu e consumisse aquela gente.
Na opinião dos judeus, os samaritanos eram pessoas que tinham brincado demais com as oportunidades divinas, tinham endurecido tanto o coração que para eles já não restava esperança de salvação.
Mas o texto diz que era necessário que Jesus fosse à Samaria, porque para Ele não existe gente sem esperança, para Ele não existe caso perdido.
Nós, os seres humanos, perdemos as esperanças facilmente. Com freqüência, sou procurado por pais aflitos expressando a tragédia de seus filhos:
- Pastor, já fiz de tudo para ajudar meu filho. São anos de escravidão nas garras do vício. A droga tem acabado com todos os seus sonhos, ideais e valores. Acho que para ele já não há mais solução.
Existem esposas que perderam a alegria da vida porque o esposo tem sido infiel aos votos matrimoniais. De nada adianta as promessas e decisões que o marido toma. Na opinião da esposa, já não existe mais esperança de recuperação para esse homem.
Devemos ser cuidadosos ao rotular as pessoas pensando que não existe saída para elas, porque para Jesus não existe um caso perdido. Por isso, era necessário que Ele fosse para Samaria.
Naquela região, especificamente na cidade de Siquém, vivia uma mulher, que na opinião dos samaritanos, não tinha mais recuperação. Jesus a conhecia muito bem; Jesus conhecia o vazio do coração daquela mulher. Tinha ouvido seu clamor silencioso nas noites intermináveis de insônia que vivia atormentada pelo peso da culpa. Por isso era-lhe necessário passar por Samaria. Jesus nunca permanece indiferente diante das necessidades do ser humano.
O mundo cristão conhece a mulher samaritana como a pecadora que andava roubando o marido de todas as mulheres da cidade. Mas poucos se detiveram a pensar nas raízes do problema daquela mulher.
Ela não tinha nascido adúltera. Era uma mulher sonhadora que desde jovem experimentara o vazio do coração humano. Era uma mulher sincera a procura de um sentido para a vida. Andou por muitos caminhos, alguns deles escabrosos, a procura de algo concreto, mas tudo o que achava, depois de tanto esforço, durava pouco tempo.
Casara-se muito jovem pensando que o casamento preencheria aquela sensação horrível de vazio que doía dentro do coração, mas o casamento não durou muito. Outra pessoa em seu lugar abandonaria esse caminho. Ela não. Ela não se dava por vencida facilmente.
Tentou de novo outros casamentos. Também não deram certo. A história bíblica diz que ela tentou 5 vezes, mas o fim de todas essas tentativas foi o fracasso. A samaritana continuava sendo uma mulher vazia. Os minutos de alegria lhe escapavam como areia por entre os dedos.
O fato de passar de mão em mão pelos homens da cidade, era o grito desesperado de seu coração procurando um sentido para a sua existência.
Pensemos um pouco na situação desta mulher. Todos os dias ela acordava, corria ao banheiro procurando água e encontrava o cântaro vazio, apesar de tê-lo enchido no dia anterior. Então pegava o cântaro vazio e dirigia-se ao poço de Jacó para buscar mais água. Essa água só lhe duraria 24 horas. No dia seguinte ela teria que retornar ao poço. Essa rotina era massacrante em sua vida: sempre procurando alguma coisa e o que achava durava pouco tempo. Não era uma simples leviandade que a levara a ter a fama de adúltera inveterada.
Amigo querido, é perigoso julgar as pessoas simplesmente pelos seus atos. Você pode ver um bêbado jogado na sarjeta e pensar que é um pobre homem sem força de vontade, mas não se apresse a condená-lo. Você não conhece os motivos que o levaram a essa situação.
- Como? - você diz, - a Bíblia não ensina que as pessoas são conhecidas pelos seus frutos?
É verdade, mas é verdade também que precisamos entendê-las pelas raízes.
O que leva um jovem a usar drogas? Sem dúvida nenhuma, a droga é uma fuga, e quando a pessoa fica viciada é fácil cair no crime para sustentar o vício. Mas qual foi o início de tudo isso? O que essa pessoa buscava nas sensações alucinantes dos efeitos passageiros da droga?
Você já foi traído alguma vez? Não condene o amigo que o traiu. Tente entendê-lo. O que o levou à traição? Que complexos esconde esse pobre homem por trás de sua atitude covarde?
Todos temos uma herança genética, cultural, social e familiar que de alguma forma influi em nossos atos. Todos temos motivações inconscientes que nos assustariam se as entendêssemos completamente. Então, por favor, sejamos misericordiosos com a samaritana. Vamos tentar compreendê-la antes de condená-la.
Naquele dia, a samaritana saiu de casa com o cântaro nos ombros para cumprir a rotina da sua vida. Mas aquele dia seria diferente; Jesus seria a diferença. Ele sempre é a diferença entre o fracasso e o sucesso, entre as trevas e a luz, entre o desespero e a esperança, entre o vazio e a plenitude.
O texto bíblico diz que Jesus estava sentado perto do poço, cansado da viagem.
Como? Jesus era Deus. Deus não se cansa. Mas na pessoa de Jesus, Deus se fez homem para poder alcançar o pobre homem condenado à morte. Emociona-me pensar em Jesus cansado. Pergunto-me às vezes, o que Ele viu em mim para deixar a glória celeste e se fazer homem para me buscar? Nunca O entenderei! Mas o que teria sido de você e de mim se Ele não tivesse vindo nos buscar?
O encontro com Jesus mostrou àquela mulher que além de vazia por dentro, era um ser humano cheio de preconceitos.
Nunca saberemos na realidade quem somos até que nos encontremos face a face com Jesus. Separados dEle, seremos incapazes de conhecer a nós mesmos. Separados dEle, seremos vítimas fáceis do complexo de superioridade ou de inferioridade. Jesus é o único capaz de mostrar-nos uma imagem equilibrada de nós mesmos.
Analisemos o encontro. É Jesus que inicia o diálogo. A iniciativa da salvação sempre é divina. Não é o homem que quer ser salvo; é Deus que quer salvar o homem. A nossa aceitação é simplesmente a resposta ao trabalho que o Espírito está realizando em nosso coração. A iniciativa da salvação sempre é divina. "... Dá-me de beber" (João 4:7).
Por que o Rei do Universo, o Criador do Céu e da Terra, o Dono de todas as fontes de água, pede de beber?
"Se eu tivesse fome, não to diria, pois meu é o mundo e a sua plenitude" (Salmo 50:12). Diz Davi. Por que então Ele pediu água a samaritana?
Aqui, há algo que precisamos compreender. Deus nunca nos pede algo porque precisa do ser humano. Ele pede porque tem algo maior para nos oferecer.
"Dá-me, filho meu, o teu coração..." (Provérbios 23:26).
Para que Deus precisa deste coração egoísta que temos? Ele pede porque tem algo maior para nos oferecer. Não esqueça disso!
Voltemos aos preconceitos da samaritana. Ela não sabia que era preconceituosa. Seus preconceitos se revelaram na presença de Jesus: "... Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos)" (João 4:9).
Pobre mulher! Durante toda sua vida tinha carregado um vazio interior em seu coração. Tentando preencher esse vazio, tinha andado por caminhos estranhos, tinha se machucado e machucado muita gente. Tinha descido a um poço de angústia e desespero. Sua vida não tinha brilho, nem alegria, nem maiores perspectivas. Tudo era uma grande rotina que a asfixiava.
Agora estava ali, diante de sua grande oportunidade. Jesus tinha deixado tudo de lado e dirigido-Se a Siquém para transformar sua vida, mas o preconceito quase põe tudo a perder.
O preconceito tem trazido tanta dor à nossa vida! Não feche seus ouvidos à Palavra de Deus simplesmente porque nasceu "samaritano". Não permita que tradições e preconceitos o impeçam de analisar por você mesmo o plano que Deus deixou para você na Sua Palavra.
Quer ver outro preconceito da samaritana? "... Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde pois tens a água viva?" (João 4:11)
Não havia lógica na promessa de Jesus. Do ponto de vista humano, a mulher estava certa. O poço era fundo e Jesus não tinha corda e nem balde para tirar a água. Como podia oferecer algo que humanamente era impossível conseguir?
É pensando deste modo que muita gente sincera hoje fica carregando dentro de si a sede permanente da insatisfação:
- Como pode Jesus resolver o meu problema? Dê-me uma explicação lógica. Explique-me como isso se encaixa nos princípios da psicologia. Apresente-me argumentos razoáveis; não me diga que tenho simplesmente que acreditar.
A resposta de Jesus não apresentou nenhum argumento que satisfizesse a curiosidade lógica da samaritana. Ele se limitou a falar dos benefícios daquilo que estava oferecendo. "... Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte d'água que salte para a vida eterna" (João 4:13 e 14).
Era disso que ela estava precisando. Uma água cujos efeitos não acabassem nunca. Estava cansada de soluções passageiras. Precisava de algo duradouro. Em sua vida tinha tentado analisar as coisas logicamente, sempre tinha aceitado um argumento depois de raciocinar muito em torno dele, mas de que tinha servido? Quanto tempo tinham durado suas soluções lógicas? Por que não dar àquEle estranho um voto de confiança? "... Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la" (João 4:15).
Mas agora Jesus a confronta com o seu passado. Ela não podia continuar fugindo dele e fingindo que estava tudo bem. Por mais doloroso que fosse, devia reconhecer quem era. O médico só pode curar alguém que reconhece que está doente e que quer ser curado. "Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (João 4:16-18).
Será que Jesus gosta de atormentar uma pessoa lembrando-a de seu passado? Não, claro que não. Mas Ele sabe que para curar uma ferida, é preciso limpá-la, embora isso possa doer. Não existe presente sadio sem um passado limpo. Não é ignorando o passado e fingindo que nunca existiu que poderemos construir um presente sadio. É preciso reconhecer o passado, a culpa e os erros para então levá-los a Jesus. Nada de explicações. Ninguém precisa justificar seus erros. Erros precisam ser perdoados e corrigidos, não explicados.
Conheci um jovem aparentemente fracassado na vida. Iniciara vários cursos universitários e não concluíra nenhum deles. Tinha fracassado em dois casamentos e os filhos não queriam ficar com ele. Não conseguia manter-se empregado e qualquer empreendimento próprio terminava em falência.
Quando o conheci, ficou muito tempo tentando explicar seu insucesso. Jogava a culpa nas ex-esposas, dizia que os filhos não queriam vê-lo porque "elas faziam a cabeça das crianças". Queixava-se da falta de oportunidade, criticava os ex-patrões, jogava a culpa no governo por causa da situação que o país vivia e que não lhe permitia prosperar em seus empreendimentos. Enfim, todo mundo era culpado. O fato de estar experimentando drogas era seu grito de protesto contra a família e a sociedade.
Gastamos muito tempo conversando. Tentei confrontá-lo carinhosamente com sua própria realidade. Nada mudaria se ele não limpasse a ferida infeccionada. Teria que limpar o passado purulento, mas antes era preciso reconhecer que o passado existia e estava cheio de erros.
Chorou, chorou porque doía sem dúvida. Mas caiu aos pés de Jesus e clamou:
- Senhor, dá-me de beber desta água para que nunca mais tenha sede.
E o Senhor abriu os braços e o recebeu.
O tempo passou. Hoje as coisas são diferentes. Reconstruiu o lar com uma das ex-esposas, é um pai querido, um esposo feliz e um profissional realizado.
Esse Jesus maravilhoso está neste momento perto de você com os braços abertos. Não permita que seus preconceitos o impeçam de abrir o coração e dizer:
- Senhor, dá-me dessa água para que nunca mais tenha sede.
Se você já correu muito por essa vida, procurando um sentido para sua existência, experimente Jesus. Com Ele, a cultura, o dinheiro, o poder e a fama ganham maior brilho. Tudo se encaixa, tudo tem razão de ser.
Abra o coração e aceite a Jesus
ORAÇÃO
Pai querido, estou abrindo o coração a Jesus. Tu conheces a minha história. Por favor, responda esta petição sincera. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
"Imaginemos um marginal que agride física e sexualmente uma mulher e depois a mata. Você acha que existe salvação para uma pessoa de sentimentos tão endurecidos? Você conhece alguém que já desceu tão baixo na vida que as possibilidades de recuperação são completamente remotas? Quer saber o que diz a Bíblia a respeito?
No livro de São João lemos o seguinte: "Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia. E era-lhe necessário passar por Samaria" (João 4:3 e 4).
A Judéia ficava ao sul, a Galiléia na parte norte, e entre ambas estava localizada Samaria. Qualquer pessoa que quisesse fazer esse trajeto deveria ir em linha reta.
Os judeus tinham uma atitude estranha. Desviavam-se para o lado oeste, atravessavam o rio Jordão e subiam pelo deserto. Quando percebiam que já tinham passado Samaria, saiam do deserto e entravam na Galiléia. Com isso, andavam vários quilômetros a mais.
Por que faziam isso? Por que gastavam tanto tempo e energia andando pelo deserto?
A razão era simples: não queriam passar pela terra maldita dos samaritanos. Na opinião deles, o povo de Samaria não era digno da salvação. Numa ocasião um discípulo sugeriu que seria bom que caísse fogo do céu e consumisse aquela gente.
Na opinião dos judeus, os samaritanos eram pessoas que tinham brincado demais com as oportunidades divinas, tinham endurecido tanto o coração que para eles já não restava esperança de salvação.
Mas o texto diz que era necessário que Jesus fosse à Samaria, porque para Ele não existe gente sem esperança, para Ele não existe caso perdido.
Nós, os seres humanos, perdemos as esperanças facilmente. Com freqüência, sou procurado por pais aflitos expressando a tragédia de seus filhos:
- Pastor, já fiz de tudo para ajudar meu filho. São anos de escravidão nas garras do vício. A droga tem acabado com todos os seus sonhos, ideais e valores. Acho que para ele já não há mais solução.
Existem esposas que perderam a alegria da vida porque o esposo tem sido infiel aos votos matrimoniais. De nada adianta as promessas e decisões que o marido toma. Na opinião da esposa, já não existe mais esperança de recuperação para esse homem.
Devemos ser cuidadosos ao rotular as pessoas pensando que não existe saída para elas, porque para Jesus não existe um caso perdido. Por isso, era necessário que Ele fosse para Samaria.
Naquela região, especificamente na cidade de Siquém, vivia uma mulher, que na opinião dos samaritanos, não tinha mais recuperação. Jesus a conhecia muito bem; Jesus conhecia o vazio do coração daquela mulher. Tinha ouvido seu clamor silencioso nas noites intermináveis de insônia que vivia atormentada pelo peso da culpa. Por isso era-lhe necessário passar por Samaria. Jesus nunca permanece indiferente diante das necessidades do ser humano.
O mundo cristão conhece a mulher samaritana como a pecadora que andava roubando o marido de todas as mulheres da cidade. Mas poucos se detiveram a pensar nas raízes do problema daquela mulher.
Ela não tinha nascido adúltera. Era uma mulher sonhadora que desde jovem experimentara o vazio do coração humano. Era uma mulher sincera a procura de um sentido para a vida. Andou por muitos caminhos, alguns deles escabrosos, a procura de algo concreto, mas tudo o que achava, depois de tanto esforço, durava pouco tempo.
Casara-se muito jovem pensando que o casamento preencheria aquela sensação horrível de vazio que doía dentro do coração, mas o casamento não durou muito. Outra pessoa em seu lugar abandonaria esse caminho. Ela não. Ela não se dava por vencida facilmente.
Tentou de novo outros casamentos. Também não deram certo. A história bíblica diz que ela tentou 5 vezes, mas o fim de todas essas tentativas foi o fracasso. A samaritana continuava sendo uma mulher vazia. Os minutos de alegria lhe escapavam como areia por entre os dedos.
O fato de passar de mão em mão pelos homens da cidade, era o grito desesperado de seu coração procurando um sentido para a sua existência.
Pensemos um pouco na situação desta mulher. Todos os dias ela acordava, corria ao banheiro procurando água e encontrava o cântaro vazio, apesar de tê-lo enchido no dia anterior. Então pegava o cântaro vazio e dirigia-se ao poço de Jacó para buscar mais água. Essa água só lhe duraria 24 horas. No dia seguinte ela teria que retornar ao poço. Essa rotina era massacrante em sua vida: sempre procurando alguma coisa e o que achava durava pouco tempo. Não era uma simples leviandade que a levara a ter a fama de adúltera inveterada.
Amigo querido, é perigoso julgar as pessoas simplesmente pelos seus atos. Você pode ver um bêbado jogado na sarjeta e pensar que é um pobre homem sem força de vontade, mas não se apresse a condená-lo. Você não conhece os motivos que o levaram a essa situação.
- Como? - você diz, - a Bíblia não ensina que as pessoas são conhecidas pelos seus frutos?
É verdade, mas é verdade também que precisamos entendê-las pelas raízes.
O que leva um jovem a usar drogas? Sem dúvida nenhuma, a droga é uma fuga, e quando a pessoa fica viciada é fácil cair no crime para sustentar o vício. Mas qual foi o início de tudo isso? O que essa pessoa buscava nas sensações alucinantes dos efeitos passageiros da droga?
Você já foi traído alguma vez? Não condene o amigo que o traiu. Tente entendê-lo. O que o levou à traição? Que complexos esconde esse pobre homem por trás de sua atitude covarde?
Todos temos uma herança genética, cultural, social e familiar que de alguma forma influi em nossos atos. Todos temos motivações inconscientes que nos assustariam se as entendêssemos completamente. Então, por favor, sejamos misericordiosos com a samaritana. Vamos tentar compreendê-la antes de condená-la.
Naquele dia, a samaritana saiu de casa com o cântaro nos ombros para cumprir a rotina da sua vida. Mas aquele dia seria diferente; Jesus seria a diferença. Ele sempre é a diferença entre o fracasso e o sucesso, entre as trevas e a luz, entre o desespero e a esperança, entre o vazio e a plenitude.
O texto bíblico diz que Jesus estava sentado perto do poço, cansado da viagem.
Como? Jesus era Deus. Deus não se cansa. Mas na pessoa de Jesus, Deus se fez homem para poder alcançar o pobre homem condenado à morte. Emociona-me pensar em Jesus cansado. Pergunto-me às vezes, o que Ele viu em mim para deixar a glória celeste e se fazer homem para me buscar? Nunca O entenderei! Mas o que teria sido de você e de mim se Ele não tivesse vindo nos buscar?
O encontro com Jesus mostrou àquela mulher que além de vazia por dentro, era um ser humano cheio de preconceitos.
Nunca saberemos na realidade quem somos até que nos encontremos face a face com Jesus. Separados dEle, seremos incapazes de conhecer a nós mesmos. Separados dEle, seremos vítimas fáceis do complexo de superioridade ou de inferioridade. Jesus é o único capaz de mostrar-nos uma imagem equilibrada de nós mesmos.
Analisemos o encontro. É Jesus que inicia o diálogo. A iniciativa da salvação sempre é divina. Não é o homem que quer ser salvo; é Deus que quer salvar o homem. A nossa aceitação é simplesmente a resposta ao trabalho que o Espírito está realizando em nosso coração. A iniciativa da salvação sempre é divina. "... Dá-me de beber" (João 4:7).
Por que o Rei do Universo, o Criador do Céu e da Terra, o Dono de todas as fontes de água, pede de beber?
"Se eu tivesse fome, não to diria, pois meu é o mundo e a sua plenitude" (Salmo 50:12). Diz Davi. Por que então Ele pediu água a samaritana?
Aqui, há algo que precisamos compreender. Deus nunca nos pede algo porque precisa do ser humano. Ele pede porque tem algo maior para nos oferecer.
"Dá-me, filho meu, o teu coração..." (Provérbios 23:26).
Para que Deus precisa deste coração egoísta que temos? Ele pede porque tem algo maior para nos oferecer. Não esqueça disso!
Voltemos aos preconceitos da samaritana. Ela não sabia que era preconceituosa. Seus preconceitos se revelaram na presença de Jesus: "... Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos)" (João 4:9).
Pobre mulher! Durante toda sua vida tinha carregado um vazio interior em seu coração. Tentando preencher esse vazio, tinha andado por caminhos estranhos, tinha se machucado e machucado muita gente. Tinha descido a um poço de angústia e desespero. Sua vida não tinha brilho, nem alegria, nem maiores perspectivas. Tudo era uma grande rotina que a asfixiava.
Agora estava ali, diante de sua grande oportunidade. Jesus tinha deixado tudo de lado e dirigido-Se a Siquém para transformar sua vida, mas o preconceito quase põe tudo a perder.
O preconceito tem trazido tanta dor à nossa vida! Não feche seus ouvidos à Palavra de Deus simplesmente porque nasceu "samaritano". Não permita que tradições e preconceitos o impeçam de analisar por você mesmo o plano que Deus deixou para você na Sua Palavra.
Quer ver outro preconceito da samaritana? "... Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde pois tens a água viva?" (João 4:11)
Não havia lógica na promessa de Jesus. Do ponto de vista humano, a mulher estava certa. O poço era fundo e Jesus não tinha corda e nem balde para tirar a água. Como podia oferecer algo que humanamente era impossível conseguir?
É pensando deste modo que muita gente sincera hoje fica carregando dentro de si a sede permanente da insatisfação:
- Como pode Jesus resolver o meu problema? Dê-me uma explicação lógica. Explique-me como isso se encaixa nos princípios da psicologia. Apresente-me argumentos razoáveis; não me diga que tenho simplesmente que acreditar.
A resposta de Jesus não apresentou nenhum argumento que satisfizesse a curiosidade lógica da samaritana. Ele se limitou a falar dos benefícios daquilo que estava oferecendo. "... Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte d'água que salte para a vida eterna" (João 4:13 e 14).
Era disso que ela estava precisando. Uma água cujos efeitos não acabassem nunca. Estava cansada de soluções passageiras. Precisava de algo duradouro. Em sua vida tinha tentado analisar as coisas logicamente, sempre tinha aceitado um argumento depois de raciocinar muito em torno dele, mas de que tinha servido? Quanto tempo tinham durado suas soluções lógicas? Por que não dar àquEle estranho um voto de confiança? "... Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la" (João 4:15).
Mas agora Jesus a confronta com o seu passado. Ela não podia continuar fugindo dele e fingindo que estava tudo bem. Por mais doloroso que fosse, devia reconhecer quem era. O médico só pode curar alguém que reconhece que está doente e que quer ser curado. "Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (João 4:16-18).
Será que Jesus gosta de atormentar uma pessoa lembrando-a de seu passado? Não, claro que não. Mas Ele sabe que para curar uma ferida, é preciso limpá-la, embora isso possa doer. Não existe presente sadio sem um passado limpo. Não é ignorando o passado e fingindo que nunca existiu que poderemos construir um presente sadio. É preciso reconhecer o passado, a culpa e os erros para então levá-los a Jesus. Nada de explicações. Ninguém precisa justificar seus erros. Erros precisam ser perdoados e corrigidos, não explicados.
Conheci um jovem aparentemente fracassado na vida. Iniciara vários cursos universitários e não concluíra nenhum deles. Tinha fracassado em dois casamentos e os filhos não queriam ficar com ele. Não conseguia manter-se empregado e qualquer empreendimento próprio terminava em falência.
Quando o conheci, ficou muito tempo tentando explicar seu insucesso. Jogava a culpa nas ex-esposas, dizia que os filhos não queriam vê-lo porque "elas faziam a cabeça das crianças". Queixava-se da falta de oportunidade, criticava os ex-patrões, jogava a culpa no governo por causa da situação que o país vivia e que não lhe permitia prosperar em seus empreendimentos. Enfim, todo mundo era culpado. O fato de estar experimentando drogas era seu grito de protesto contra a família e a sociedade.
Gastamos muito tempo conversando. Tentei confrontá-lo carinhosamente com sua própria realidade. Nada mudaria se ele não limpasse a ferida infeccionada. Teria que limpar o passado purulento, mas antes era preciso reconhecer que o passado existia e estava cheio de erros.
Chorou, chorou porque doía sem dúvida. Mas caiu aos pés de Jesus e clamou:
- Senhor, dá-me de beber desta água para que nunca mais tenha sede.
E o Senhor abriu os braços e o recebeu.
O tempo passou. Hoje as coisas são diferentes. Reconstruiu o lar com uma das ex-esposas, é um pai querido, um esposo feliz e um profissional realizado.
Esse Jesus maravilhoso está neste momento perto de você com os braços abertos. Não permita que seus preconceitos o impeçam de abrir o coração e dizer:
- Senhor, dá-me dessa água para que nunca mais tenha sede.
Se você já correu muito por essa vida, procurando um sentido para sua existência, experimente Jesus. Com Ele, a cultura, o dinheiro, o poder e a fama ganham maior brilho. Tudo se encaixa, tudo tem razão de ser.
Abra o coração e aceite a Jesus
ORAÇÃO
Pai querido, estou abrindo o coração a Jesus. Tu conheces a minha história. Por favor, responda esta petição sincera. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
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João 4:3 e 4
João 3:36
Quarta-feira 23 Setembro
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece (João 3:36).
TRECHO DE UMA PREGAÇÃO
“Nenhum de vocês assinou um contrato com a vida. Se alguém tiver, me mostre! Você não tem esse contrato? Então me permita lhe dar uma solene advertência… Para alguns de vocês, o dia chegou ao final. Entre os que estão me escutando, vejo muitos de cabelos brancos. Amigos, vocês estão no umbral da cidade celestial ou na borda do abismo do inferno?”
Com essas enérgicas palavras, um pregador do século XIX interpelou seus ouvintes para que percebessem a urgência de tomar uma decisão por Cristo. Um século e meio depois, tais palavras já não são mais usadas. Evita-se chocar as pessoas, o Evangelho é apresentado com imagens mais suaves e, acima de tudo, hoje quase não se menciona a condenação eterna. Porém, falar a verdade com meias palavras não muda a realidade. As escolhas de cada indivíduo terão uma conseqüência para a eternidade: seja para a presença de Deus, que é amor e luz, ou para a eterna separação dEle. Essa é a verdade da Palavra de Deus, a qual devemos proclamar o mais claramente que pudermos.
Nossa vida é um inevitável caminho para o porvir. O que importa é saber qual o destino do caminho que estamos percorrendo. Para aquele que confia em Jesus Cristo, o resultado de sua vida será estar eternamente na presença do Deus de amor.
Que DEUS abençoe a todos.
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece (João 3:36).
TRECHO DE UMA PREGAÇÃO
“Nenhum de vocês assinou um contrato com a vida. Se alguém tiver, me mostre! Você não tem esse contrato? Então me permita lhe dar uma solene advertência… Para alguns de vocês, o dia chegou ao final. Entre os que estão me escutando, vejo muitos de cabelos brancos. Amigos, vocês estão no umbral da cidade celestial ou na borda do abismo do inferno?”
Com essas enérgicas palavras, um pregador do século XIX interpelou seus ouvintes para que percebessem a urgência de tomar uma decisão por Cristo. Um século e meio depois, tais palavras já não são mais usadas. Evita-se chocar as pessoas, o Evangelho é apresentado com imagens mais suaves e, acima de tudo, hoje quase não se menciona a condenação eterna. Porém, falar a verdade com meias palavras não muda a realidade. As escolhas de cada indivíduo terão uma conseqüência para a eternidade: seja para a presença de Deus, que é amor e luz, ou para a eterna separação dEle. Essa é a verdade da Palavra de Deus, a qual devemos proclamar o mais claramente que pudermos.
Nossa vida é um inevitável caminho para o porvir. O que importa é saber qual o destino do caminho que estamos percorrendo. Para aquele que confia em Jesus Cristo, o resultado de sua vida será estar eternamente na presença do Deus de amor.
Que DEUS abençoe a todos.
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João 3:36
1 João 5.12
23 de Setembro
"Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida." 1 João 5.12
O fato de uma pessoa ser nascida de novo é impossível esconder, pois Jesus diz: "Pelos seus frutos os conhecereis." Se você é apenas cristão nominal, esses frutos não existem. Se você é cristão apenas de nome, você tem vergonha de confessar a Jesus, e, quando for o caso, escolhe o caminho da menor oposição. "Não se fala sobre isso", diz-se. Naturalmente, não se fala, pois como se pode falar de uma nova vida, como se pode testemunhar de Jesus, se a gente mesmo não tem essa experiência? Reflita um momento: você é de fato um renascido ou é apenas um oportunista? Aquele que é renascido verdadeiramente tem que ser uma testemunha de Jesus, pois recebeu ao Senhor como Aquele que carregou seus pecados. Jesus é revelado por palavras e por atos através de toda a vida de um renascido. Como isso pode acontecer? Porque o próprio Jesus mora no coração dessa pessoa pelo Seu Espírito. Talvez agora você argumente: "Mas eu conheço ‘crentes’, cujos atos falam tão alto, que eu não quero ouvir suas palavras". Infelizmente você tem razão. Porém estes ‘crentes’ um dia terão que prestar contas diante do trono de Deus. Mas isso muda a sua própria situação? De que serve o seu ‘cristianismo’ se você não vem a Jesus hoje, se não ousa decidir-se por Jesus pela fé?
Que DEUS abençoe a todos.
"Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida." 1 João 5.12
O fato de uma pessoa ser nascida de novo é impossível esconder, pois Jesus diz: "Pelos seus frutos os conhecereis." Se você é apenas cristão nominal, esses frutos não existem. Se você é cristão apenas de nome, você tem vergonha de confessar a Jesus, e, quando for o caso, escolhe o caminho da menor oposição. "Não se fala sobre isso", diz-se. Naturalmente, não se fala, pois como se pode falar de uma nova vida, como se pode testemunhar de Jesus, se a gente mesmo não tem essa experiência? Reflita um momento: você é de fato um renascido ou é apenas um oportunista? Aquele que é renascido verdadeiramente tem que ser uma testemunha de Jesus, pois recebeu ao Senhor como Aquele que carregou seus pecados. Jesus é revelado por palavras e por atos através de toda a vida de um renascido. Como isso pode acontecer? Porque o próprio Jesus mora no coração dessa pessoa pelo Seu Espírito. Talvez agora você argumente: "Mas eu conheço ‘crentes’, cujos atos falam tão alto, que eu não quero ouvir suas palavras". Infelizmente você tem razão. Porém estes ‘crentes’ um dia terão que prestar contas diante do trono de Deus. Mas isso muda a sua própria situação? De que serve o seu ‘cristianismo’ se você não vem a Jesus hoje, se não ousa decidir-se por Jesus pela fé?
Que DEUS abençoe a todos.
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