sexta-feira, 17 de julho de 2009

João 9.35-41

João 9.35-41

35 Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando -o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do Homem?
36 Ele respondeu e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia?
37 E Jesus lhe disse: Já o tens visto, e é o que fala contigo.
38 Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.
39 Prosseguiu Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos.
40 Alguns dentre os fariseus que estavam perto dele perguntaram-lhe: Acaso, também nós somos cegos?
41 Respondeu-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado algum; mas, porque agora dizeis: Nós vemos, subsiste o vosso pecado.

João 10.1-16

1 Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador.
2 Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas.
3 Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora.
4 Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz;
5 mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.
6 Jesus lhes propôs esta parábola, mas eles não compreenderam o sentido daquilo que lhes falava.
7 Jesus, pois, lhes afirmou de novo: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas.
8 Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não lhes deram ouvido.
9 Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem.
10 O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.
11 Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.
12 O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa.
13 O mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas.
14 Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim,
15 assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.
16 Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.

João 9:35 - 10:1-6

Foi uma boa coisa para o cego que foi curado ter sido expulso pelos fariseus. Pois, fora ele encontrar Aquele que foi rejeitado antes dele e que também havia saído do templo, conforme lemos no capítulo anterior. Agora esse homem vai poder dar um grande passo adiante na apreensão da verdade e conhecer não só o poder de Jesus, mas também a Sua Pessoa: Aquele, a quem ele antes reconhecera ser um profeta, (v. 17) é, na verdade, o Filho de Deus (v. 35-37). Muitas pessoas se contentam em saber que elas são salvas, mas são ignorantes a respeito do próprio Salvador. Talvez seja porque ainda estão presas aos sistemas religiosos e ainda não têm experimentado a presença do Senhor, ali onde Ele prometeu estar (Mateus 18:20).

Ainda que afirmem ver claramente, esses fariseus se deixam cegar pelo ódio e pelo orgulho religioso. No capítulo 8 eles rejeitaram a Palavra do Senhor; no capítulo 9 é a Sua obra que eles não querem. Por isso, Ele já não tem mais nada a ver com eles. Ele chama as Suas próprias ovelhas pelo nome, guia-as para fora e vai adiante delas. Mas, poderiam elas se equivocar e seguir a um estranho que as extraviará? Certamente que não, elas têm um meio infalível de reconhecer Aquele a quem pertencem - elas conhecem a Sua voz. A voz dEle é familiar a todos nós?

Que DEUS abençoe a todos.

2 Samuel 8:1-18

2 Samuel 8:1-18

1 E SUCEDEU depois disto que Davi feriu os filisteus, e os sujeitou; e Davi tomou a Metegue-Ama das mãos dos filisteus.
2 Também derrotou os moabitas, e os mediu com cordel, fazendo-os deitar por terra; e os mediu com dois cordéis para os matar, e com um cordel inteiro para os deixar com vida. Ficaram assim os moabitas por servos de Davi, pagando-lhe tributos.
3 Feriu também Davi a Hadadezer, filho de Reobe, rei de Zobá, quando ele ia recuperar o seu domínio sobre o rio Eufrates.
4 E tomou-lhe Davi mil carros e setecentos cavaleiros e vinte mil homens de pé; e Davi jarretou a todos os cavalos dos carros, e reservou deles cem carros.
5 E vieram os sírios de Damasco a socorrer a Hadadezer, rei de Zobá; porém Davi feriu dos sírios vinte e dois mil homens.
6 E Davi pôs guarnições na Síria de Damasco, e os sírios ficaram por servos de Davi, pagando-lhe tributos; e o Senhor guardou a Davi por onde quer que ia.
7 E Davi tomou os escudos de ouro que havia com os servos de Hadadezer, e os trouxe a Jerusalém.
8 Tomou mais o rei Davi uma quantidade muito grande de bronze de Betá e de Berotai, cidades de Hadadezer.
9 Então ouvindo Toí, rei de Hamate, que Davi ferira a todo o exército de Hadadezer,
10 Mandou Toí, seu filho Jorão, ao rei Davi, para lhe perguntar como estava, e para lhe dar os parabéns por haver pelejado contra Hadadezer, e por o haver ferido (porque Hadadezer de contínuo fazia guerra a Toí); e na sua mão trazia vasos de prata, e vasos de ouro, e vasos de bronze,
11 Os quais também o rei Davi consagrou ao Senhor, juntamente com a prata e ouro que já havia consagrado de todas as nações que sujeitara.
12 Da Síria, e de Moabe, e dos filhos de Amom, e dos filisteus, e de Amaleque, e dos despojos de Hadadezer, filho de Reobe, rei de Zobá.
13 Também Davi ganhou nome, voltando ele de ferir os sírios no vale do Sal, a saber, a dezoito mil.
14 E pôs guarnições, em Edom, em todo o Edom pôs guarnições, e todos os edomeus ficaram por servos de Davi; e o Senhor ajudava a Davi por onde quer que ia.
15 Reinou, pois, Davi sobre todo o Israel; e Davi fazia direito e justiça a todo o seu povo.
16 E Joabe, filho de Zeruia, era sobre o exército; e Jeosafá, filho de Ailude, era cronista.
17 E Zadoque, filho de Aitube, e Aimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes, e Seraías escrivão.
18 Também Benaia, filho de Jeoiada, estava sobre os quereteus e peleteus; porém os filhos de Davi eram ministros.


2 Samuel 8:1-18

Fortalecido pelas promessas de Deus, o novo rei fundamenta seu trono por meio de vitórias que subjugam seus inimigos. O primeiro desses adversários são os filisteus. A Filístia inteira é finalmente dominada. O próximo a ser controlado é Moabe, em um cumprimento parcial da profecia de Balaão (Números 24:17). Hadadezer e os sírios que vieram socorrê-lo também foram vencidos. Por fim, Edom é escravizado, de acordo com uma profecia ainda mais antiga, quando Isaque abençoou Jacó (Gênesis 27:29 e 25:23). Davi aqui cumpre simbolicamente o que é dito sobre o Senhor Jesus, cujo glorioso reino será estabelecido quando todos os Seus inimigos estiverem sob Seus pés (Salmo 110).

A paz chegou ao reino, e a autoridade de Davi é reconhecida tanto dentro quanto fora do país. A organização do reino é estruturada (vv. 15-18). O rei é o centro, responsável pela execução da justiça e do juízo. Ao redor dele, havia outros cujas funções foram designadas pelo próprio rei. Os sacerdotes estavam lá para manter o relacionamento com Deus. Segurança, estabilidade, justiça e paz; gloriosas características que serão, em um grau incomparavelmente maior, as características do reino que virá.

Que DEUS abençoe a todos.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

A Beleza de Jesus Cristo

A Beleza de Jesus Cristo

Em Cantares 5.16 lemos: "...ele é totalmente desejável". Isso não pode ser dito a respeito de nenhum outro a não ser de Jesus Cristo. Qualquer outra grandeza é corrompida por pequenez, qualquer outra sabedoria é arrasada por tolice, qualquer outra bondade vem maculada por imperfeição. Jesus Cristo é o único do qual se pode afirmar que nEle tudo é amável e belo.
Sua beleza reside em Sua perfeita humanidade. Ele se identificou conosco em tudo, exceto com nosso pecado e com nossa natureza má. Ele teve de crescer fisicamente – como nós – mas Ele também cresceu na graça. Ele trabalhou, chorou, orou e amou. Em todas as coisas Ele foi tentado como nós – mas permaneceu sem pecado.

Como Filho de Deus, Ele entra em nossa vida no século XX de maneira tão simples e natural como se tivesse morado em nossa rua. Ele é um dos nossos em tudo. Ele entra em uma vida cheia de pecado assim como um rio limpo e transparente lança suas águas em um lago parado. O rio não teme a contaminação, é ele que limpa o lago com sua força.

Cristo também possui perfeita compaixão. Pensemos apenas no "rebanho sem pastor" ou na viúva enlutada de Naim. Será que alguma vez você viu Jesus procurando pessoas que "mereciam" que Ele se compadecesse delas? Dele está escrito simplesmente que: "... compadeceu-se dela e curou os seus enfermos" (Mt 14.14b). Que glória reside em sua misericórdia! Naquela época significava contaminação a aproximação com os pobres leprosos, mas o contato com a mão de Jesus os curava e purificava.

A perfeita humildade de Jesus Cristo é extremamente amável. Ele, o único que poderia ter escolhido como desejava nascer, entrou nesta vida como um dentre muitos. Ele disse: "...no meio de vós, eu sou como quem serve" (Lc 22.27b), e está escrito que Ele "deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido" (Jo 13.5). E também está escrito que Ele "quando ultrajado, não revidava com ultraje" (1 Pe 2.23).

Jesus Cristo também possui perfeita mansidão. Como Ele é meigo, mas também fiel, altruísta e devotado. Quando falou com a mulher calada, desesperada, depois que os seus acusadores foram se retirando um por um, toda a Sua amável mansidão se mostrou.

Até na hora da Sua morte, Ele ouviu o clamor de uma fé em desespero. Antigamente, quando os vencedores voltavam das guerras, traziam seus prisioneiros mais importantes como troféus de vitória. Para Jesus Cristo foi suficiente chegar ao céu trazendo a alma de um ladrão.

Finalmente, olhemos para Seu perfeito equilíbrio interior. Ainda poderíamos falar muito sobre Sua dignidade, sua varonilidade, sobre Sua coragem. Nele se unem traços de um caráter perfeito e formam um equilíbrio maravilhoso. Sua mansidão nunca é delicada demais, sua coragem jamais é bruta.

Ele não é totalmente desejável? Você quer aceitá-lO como Salvador pessoal e igualmente descobrir Sua glória? Ele próprio disse: "Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna" (Jo 6.47).

Que DEUS abençoe a todos.

2 Pedro 3:9

16 de julho Quinta

As Dificuldades Fortalecem o Espírito

Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. 2 Pedro 3:9

Em tempos de tentação, parece perdermos de vista o fato de que Deus nos prova, para que nossa fé seja firme, e achada em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo (1Pe 1:7). O Senhor nos coloca em situações diversas, para nos aperfeiçoar. Se temos defeitos de caráter dos quais não estamos apercebidos, dá-nos Ele disciplina que traga ao nosso conhecimento esses defeitos, a fim de que os possamos vencer.

É Sua providência que nos conduz a variadas circunstâncias. Em cada nova situação, defrontamos tentação de espécie diferente. Quantas vezes, quando somos postos em alguma situação difícil, pensamos: “Esse é um erro espantoso. Quanto desejo ter ficado onde estava antes!” Mas, por que é que não estão satisfeitos? – É porque suas circunstâncias serviram para trazer ao seu conhecimento novos defeitos de caráter; no entanto, só foi revelado aquilo que estava em vocês. Que devem fazer quando são provados pelas providências do Senhor? – Devem erguer-se à altura da emergência do caso, e vencer seus defeitos de caráter.

É o contato com as dificuldades que lhes dará músculos e nervos espirituais. Vocês se tornarão fortes em Cristo, se suportarem o processo de prova, vindo de Deus. Mas se vocês encontrar falhas em sua situação e em todos ao seu redor, apenas se enfraquecerão. Tenho visto pessoas que estavam sempre encontrando falhas em tudo e em todos ao seu redor, mas as falhas estavam em si mesmas. Precisavam cair sobre a Rocha e serem quebradas. Sentiam-se sãos em sua justiça-própria. As provações que nos sobrevêm servem para nos provar. [...]

Quando começamos a compreender que somos pecadores, e então caímos sobre a Rocha a fim de sermos despedaçados, os braços eternos nos enlaçam, e somos levados bem perto do coração de Jesus. Então, ficaremos encantados com Sua amabilidade e enojados de nossa justiça própria. Precisamos chegar-nos bem ao pé da cruz. Quanto mais ali nos humilharmos, tanto mais exaltado nos parecerá o amor de Deus (RH, 6/8/1889).

Que DEUS abençoe a todos.

Salmo 119:105

Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos (Salmo 119:105).

PARA ONDE VOCÊ ESTÁ INDO?

Vamos supor que nós queiramos chegar a um destino previamente estabelecido. Podemos facilmente chegar lá se tivermos um bom mapa. Naturalmente devemos ter a capacidade de ler mapas, o que demanda um conhecimento especializado. Se não tivermos um mapa, existem maneiras de verificar a direção de nosso destino e, possivelmente, também a distância a ser percorrida. Quando o sol está brilhando, podemos encontrar a direção certa com um relógio. Se estiver nublado, então precisaremos de uma bússola. Há regiões em que o vento é um fator importante a se considerar; musgo nas árvores nos ajuda a perceber isso. À noite, as estrelas atuam como guias, contanto que descubramos a estrela polar.

Mas existe um destino a que todos estão rumando, embora não seja na terra: é a eternidade! Qualquer meio terreno de orientação se mostra inútil neste caso. No entanto, cada momento de nossa vida nos aproxima dela. Por assim dizer, há duas rotas opostas para se entrar na eternidade: uma conduz à vida eterna, outra à condenação eterna. Você já se perguntou como saber qual a que leva à morte? Apenas a Bíblia, e mais nenhum outro instrumento, nos dá esta resposta.

Não há dúvida que o nosso destino é a eternidade. Mas os caminhos são: ou Jesus Cristo, o Caminho pelo qual entramos na glória divina, ou o caminho incerto que cada pessoa traça para si mesma e que ao final convergirá para o abismo.

Leia a Bíblia! Nosso desejo é que você alcance o destino que o próprio Deus lhe preparou antes da fundação do mundo: a esfera de Seu amor eterno!

Que DEUS abençoe a todos.

Zacarias 1.3

16 de Julho

"Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos Exércitos, e eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos." Zacarias 1.3

Na vida dos cristãos existe o risco de uma trágica e funesta mudança de rumo que os faz se desviar do melhor que Deus deseja lhes dar. Salomão deu meia-volta no caminho da obediência ao Senhor, e o Senhor tomou dele o reinado. Himeneu e Alexandre voltaram atrás no caminho da fé viva, tornaram-se blasfemadores e foram entregues a Satanás. A Igreja de Jesus corre o perigo de se desviar do caminho do Cordeiro, pois deixando o primeiro amor, e não se arrependendo, seu candeeiro será removido. O Senhor chama constante e insistentemente para que retornemos a Ele, para que mudemos e corrijamos o rumo em que nos encontramos. Ele toca suavemente em nosso coração: "Convertei-vos, pois, ó filhos de Israel, àquele de quem tanto vos afastastes." Ele o faz lamentando: "Porque o meu povo é inclinado a desviar-se de mim; se é concitado a dirigir-se acima, ninguém o faz." Ele nos chama a retornarmos para Ele e o faz perdoando: "Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi." Ele também chama e inclui uma promessa: "Tornai-vos para mim... e eu me tornarei para vós outros." Nesse contexto, só faz sentido orarmos ao Senhor: "Volta-te, Senhor!" se estivermos realmente dispostos a retornar para Ele!

Que DEUS abençoe a todos.

João 9.17-34

João 9.17-34

17 De novo, perguntaram ao cego: Que dizes tu a respeito dele, visto que te abriu os olhos? Que é profeta, respondeu ele.
18 Não acreditaram os judeus que ele fora cego e que agora via, enquanto não lhe chamaram os pais
19 e os interrogaram: É este o vosso filho, de quem dizeis que nasceu cego? Como, pois, vê agora?
20 Então, os pais responderam: Sabemos que este é nosso filho e que nasceu cego;
21 mas não sabemos como vê agora; ou quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Perguntai a ele, idade tem; falará de si mesmo.
22 Isto disseram seus pais porque estavam com medo dos judeus; pois estes já haviam assentado que, se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, fosse expulso da sinagoga.
23 Por isso, é que disseram os pais: Ele idade tem, interrogai -o.
24 Então, chamaram, pela segunda vez, o homem que fora cego e lhe disseram: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador.
25 Ele retrucou: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego e agora vejo.
26 Perguntaram-lhe, pois: Que te fez ele? como te abriu os olhos?
27 Ele lhes respondeu: Já vo-lo disse, e não atendestes; por que quereis ouvir outra vez? Porventura, quereis vós também tornar-vos seus discípulos?
28 Então, o injuriaram e lhe disseram: Discípulo dele és tu; mas nós somos discípulos de Moisés.
29 Sabemos que Deus falou a Moisés; mas este nem sabemos donde é.
30 Respondeu-lhes o homem: Nisto é de estranhar que vós não saibais donde ele é, e, contudo, me abriu os olhos.
31 Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende.
32 Desde que há mundo, jamais se ouviu que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.
33 Se este homem não fosse de Deus, nada poderia ter feito.
34 Mas eles retrucaram: Tu és nascido todo em pecado e nos ensinas a nós? E o expulsaram.

João 9:17-34

Para os fariseus esse cego que foi curado é um incômodo testemunho do poder do Senhor Jesus. A primeira coisa que procuram, então, é obter dele ou de seus pais uma palavra que lhes permitisse contestar esse milagre. E quando se torna impossível para eles negar o milagre, se esforçam em desprestigiar Quem o realizou e a empilhar desonra sobre Ele (8:49). Afirmam: "Nós sabemos que esse homem é pecador" (v. 24) ainda que um pouco antes o Senhor haja lhes perguntado: "Quem dentre vós me convence de pecado?"(8:46).

Há uma grande diferença entre esse cego e seus pais. Os pais demonstram menos interesse pela verdade que por sua posição religiosa. Confessar a Jesus como o Cristo e participar em Sua rejeição é muito para eles; é mais do que podem suportar. Temem uma desgraça - quantas pessoas hoje em dia se assemelham a eles! O filho deles, por outro lado, não está embaraçado com tais argumentos. Os fariseus não conseguem tirar a sua humilde confiança nAquele que o curou. Ele passou das trevas à luz; não é para ele uma teoria ou uma doutrina, é um fato evidente. Ele simplesmente diz: "Uma coisa sei: Eu era cego, e agora vejo" (v. 25). Podemos dizê-lo junto com ele?

Que DEUS abençoe a todos.

2 Samuel 7:18-29

2 Samuel 7:18-29

18 Então entrou o rei Davi, e ficou perante o Senhor, e disse: Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?
19 E ainda foi isto pouco aos teus olhos, Senhor Deus, senão que também falaste da casa de teu servo para tempos distantes; é este o procedimento dos homens, ó Senhor Deus?
20 E que mais te pode dizer ainda Davi? Pois tu conheces bem a teu servo, ó Senhor Deus.
21 Por causa da tua palavra, e segundo o teu coração, fizeste toda esta grandeza; fazendo-a saber a teu servo.
22 Portanto, grandioso és, ó Senhor Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos.
23 E quem há como o teu povo, como Israel, gente única na terra, a quem Deus foi resgatar para seu povo, para fazer-te nome, e para fazer-vos estas grandes e terríveis coisas à tua terra, diante do teu povo, que tu resgataste do Egito, desterrando as nações e a seus deuses?
24 E confirmaste a teu povo Israel por teu povo para sempre, e tu, Senhor, te fizeste o seu Deus.
25 Agora, pois, ó Senhor Deus, esta palavra que falaste acerca de teu servo e acerca da sua casa, confirma-a para sempre, e faze como tens falado.
26 E engrandeça-se o teu nome para sempre, para que se diga: O Senhor dos Exércitos é Deus sobre Israel; e a casa de teu servo será confirmada diante de ti.
27 Pois tu, Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, revelaste aos ouvidos de teu servo, dizendo: Edificar-te-ei uma casa. Portanto o teu servo se animou para fazer-te esta oração.
28 Agora, pois, Senhor Deus, tu és o mesmo Deus, e as tuas palavras são verdade, e tens falado a teu servo este bem.
29 Sê, pois, agora servido de abençoar a casa de teu servo, para permanecer para sempre diante de ti, pois tu, ó Senhor Deus, o disseste; e com a tua bênção será para sempre bendita a casa de teu servo.


2 Samuel 7:18-29

Era desejo de Davi fazer algo pelo Senhor. Mas a resposta divina foi: “Eu fiz tudo por você”. Esta é uma lição que todos temos de aprender. O próprio Deus se encarregou plenamente da responsabilidade acerca da nossa salvação, do nosso descanso e do nosso futuro (v. 19). Maravilhosos desígnios aos quais não conseguimos nem sequer tocar! “Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos (Romanos 11:33)! Verdadeiramente esse não é o “costume dos homens” (v. 19)!

Então, o que resta a Davi fazer? Simplesmente agradecer a Deus. O rei se aproxima da presença divina, se ajoelha e adora, assim como os redimidos na assembléia dos santos que se reúnem em torno do Senhor, com a plena certeza de que têm o direito de estar ali para desfrutar o descanso divino. “Quem sou eu, SENHOR Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?” (v. 18). Nem Davi, um simples pastor (v. 8), nem Israel, tirado do Egito (v. 6), tinham quaisquer méritos, títulos ou dignidade para ocupar tal posição! Somente a graça trouxera Davi e seu povo até aqui (v. 18). E a oração do rei, expressão da perfeita comunhão, continua: “… quanto a esta palavra que disseste acerca de teu servo e acerca da sua casa, confirma-a para sempre e faze como falaste. Seja para sempre engrandecido o teu nome” (vv. 25-26).

O Salmo 23, em especial os versículos 5 e 6, combinam perfeitamente com este momento: “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre”.



Que DEUS abençoe a todos

terça-feira, 14 de julho de 2009

2 Timóteo 2:15

15 de julho Quarta

Fidelidade nas Pequenas Tarefas

Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 2 Timóteo 2:15

Pela fidelidade em pequenas coisas, Eliseu estava se preparando para encargos mais pesados. Dia a dia, mediante experiência prática, capacitava-se para uma obra mais ampla e mais alta. Ele aprendeu a servir; e havendo aprendido isto, aprendeu também como instruir e dirigir. A lição é para todos. Ninguém pode saber qual é o propósito de Deus em Sua disciplina; mas todos podem estar certos de que a fidelidade em pequenas coisas é a evidência da capacidade para responsabilidades maiores. [...]

Aquele que sente não ser de qualquer conseqüência a maneira como realiza suas pequenas tarefas, prova-se incapaz para uma posição mais honrosa. Ele pode imaginar-se inteiramente competente para assumir maiores encargos; mas Deus olha mais no fundo do que na superfície. Depois de testado e provado, está escrita contra ele a sentença: “Pesado foste na balança, e foste achado em falta” (Dn 5:27). Sua infidelidade reage sobre ele mesmo. Ele deixa de obter a graça, o poder, a força de caráter que se recebe mediante entrega sem reservas.

Muitos, por não estarem ligados diretamente a alguma atividade religiosa, acham que sua vida é inútil, que nada estão fazendo para o avançamento do reino de Deus. Se pudessem fazer alguma grande coisa, quão alegremente a empreenderiam! Mas porque só podem servir em pequenas coisas, julgam-se justificados em nada fazer. Erram nisto. [...]

Muitos anseiam por talento especial com que fazer uma obra maravilhosa, enquanto deveres que estão à mão e cuja realização tornariam a vida fragrante, são perdidos de vista. Tomem tais pessoas as atividades que estão diretamente em seu caminho. O sucesso não depende tanto de talento quanto de energia e boa vontade. Não é a posse de esplêndidos talentos que nos capacita a prestar serviço aceitável; mas a conscienciosa realização dos deveres diários, o espírito contente, o interesse sincero e sem afetação no bem-estar dos outros. Na mais humilde sorte pode ser encontrada verdadeira excelência. As tarefas mais comuns, executadas com amorável fidelidade, são belas à vista de Deus (PR, p. 218, 219).

Que DEUS abençoe a todos.