Há uma víbora escondida – 2
Quem for derrubar um muro velho pode ser mordido por uma cobra. Eclesiastes 10:8, BV
Nos países do Oriente Médio, era muito comum que os muros construídos sem argamassa apresentassem fendas que podiam servir de esconderijo de serpentes. Portanto, era sempre perigoso demolir um muro nessas condições sem as devidas precauções.
Serpente está sempre relacionada com o fator surpresa. Quando eu trabalhava na roça, por várias vezes, fui surpreendido por cobras perigosas escondidas na fenda de um tronco, debaixo de galhadas e tocos apodrecidos ou em buracos de tatu. Certa vez, quase fui picado por uma enorme cascavel que estava escondida em posição de dar o bote ao lado do trilho por onde eu estava passando, no meio do pasto. Esse é o método de Satanás. Dar o bote de surpresa.
As páginas de certos livros seculares e também da internet são esconderijos bastante apropriados para "serpentes". A picada delas, quando não mata, deixa seqüelas quase que irreparáveis. Elas inoculam a peçonha da descrença na Trindade, na Pessoa do Espírito Santo, na Bíblia como a Palavra inspirada, na doutrina do Santuário, na mensagem da segunda vinda de Cristo. Põem em dúvida o ministério de Ellen White e os livros do Espírito de Profecia. Lançam descrédito na liderança da igreja e nos seus pastores. Geralmente, as pessoas que foram picadas por essas "serpentes" se tornam amargas, infelizes, críticas e cheias de ressentimento.
A Bíblia fala de alguém que tinha as características de "serpentes venenosas". Foi Dã. Antes de morrer, Jacó abençoou todos os seus filhos, menos um. Sobre Dã, ele proferiu uma advertência que nos deve fazer tremer. Pronunciou-a com a angústia do fundo da alma: "Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda. [...] A tua salvação espero, ó Senhor!" (Gn 49:17, 18).
Dã se tornou traiçoeiro, crítico, revoltado, apóstata e idólatra (Jz 18:30, 331), e por isso seu nome não consta na lista das doze tribos de Israel relacionadas em Apocalipse 7. Conseqüentemente, seu nome não aparecerá sobre uma das doze portas da Nova Jerusalém, ao lado das demais tribos de Israel. Alguém vai ocupar seu lugar, talvez Manassés.
Cuidemos com publicações que escondem em suas páginas "serpentes" altamente venenosas, que podem pôr em risco nossa salvação.
REFLEXÃO: "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo" (Ef 6:11)
Que DEUS abençoe a todos.
MP
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Há uma Víbora Escondida – 1
Há uma Víbora Escondida – 1
As palavras deles [os homens maus] são mais perigosas que o veneno das cobras! Têm língua de serpente! Salmo 140:3, BV
É difícil haver alguém que não tenha medo de serpente. É um animal asqueroso que instintivamente assusta e causa aversão a qualquer pessoa. Talvez a repulsa que temos por serpente seja conseqüência de todas as maldições que recaíram sobre ela no Jardim do Éden, por ter sido a porta-voz do diabo para enganar Eva, levando-a a pecar, e por ter participado de maneira destacada na entrada do pecado no mundo. A Bíblia identifica Lúcifer como “o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap 12:9).
Um mestre indiano estava procurando um livro na sua biblioteca. Finalmente, encontrando-o, estendeu a mão até à última prateleira, bem no alto, e alcançou o livro desejado. Naquele momento, sentiu no dedo algo como uma alfinetada, mas não deu importância ao fato, pensando que alguém havia deixado no livro, por descuido, um alfinete com a ponta exposta.
Não demorou muito, e o dedo começou a inchar, depois a mão e finalmente o braço. Demasiadamente tarde, descobriu que havia sido picado por uma pequenina serpente, altamente venenosa.
Na revista Christian Herald encontramos esta declaração: “Hoje em dia, há muitas serpentes nos livros. Essas víboras se aninham entre as folhas de algumas de nossas mais fascinantes obras literárias. As pessoas ficam fascinadas com a trama da história, a habilidade com que os personagens são pintados, a musicalidade das palavras, etc. Quando o registro de almas arruinadas é feito – e grande é o seu número – se poderia escrever a seguinte legenda sob seu nome: ‘Envenenado por serpentes entre os livros.’”
Por acaso, em casa, escolheríamos livros e revistas venenosos para nossos filhos, quando, com o mesmo esforço, poderíamos escolher livros saudáveis?
Se você é professor, que qualidade de livros tem recomendado aos alunos para seu desenvolvimento literário e intelectual? Vi alguns livros nas mãos de meus filhos não muito recomendáveis, quando ainda estudavam. Isso foi algum tempo atrás, será que agora as coisas melhoraram?
Tem certeza de que não há víboras no meio das páginas dos livros que você recomenda? Tem certeza de que a leitura desses livros vai aprimorar o caráter?
REFLEXÃO: “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14:12, ARC).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
As palavras deles [os homens maus] são mais perigosas que o veneno das cobras! Têm língua de serpente! Salmo 140:3, BV
É difícil haver alguém que não tenha medo de serpente. É um animal asqueroso que instintivamente assusta e causa aversão a qualquer pessoa. Talvez a repulsa que temos por serpente seja conseqüência de todas as maldições que recaíram sobre ela no Jardim do Éden, por ter sido a porta-voz do diabo para enganar Eva, levando-a a pecar, e por ter participado de maneira destacada na entrada do pecado no mundo. A Bíblia identifica Lúcifer como “o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap 12:9).
Um mestre indiano estava procurando um livro na sua biblioteca. Finalmente, encontrando-o, estendeu a mão até à última prateleira, bem no alto, e alcançou o livro desejado. Naquele momento, sentiu no dedo algo como uma alfinetada, mas não deu importância ao fato, pensando que alguém havia deixado no livro, por descuido, um alfinete com a ponta exposta.
Não demorou muito, e o dedo começou a inchar, depois a mão e finalmente o braço. Demasiadamente tarde, descobriu que havia sido picado por uma pequenina serpente, altamente venenosa.
Na revista Christian Herald encontramos esta declaração: “Hoje em dia, há muitas serpentes nos livros. Essas víboras se aninham entre as folhas de algumas de nossas mais fascinantes obras literárias. As pessoas ficam fascinadas com a trama da história, a habilidade com que os personagens são pintados, a musicalidade das palavras, etc. Quando o registro de almas arruinadas é feito – e grande é o seu número – se poderia escrever a seguinte legenda sob seu nome: ‘Envenenado por serpentes entre os livros.’”
Por acaso, em casa, escolheríamos livros e revistas venenosos para nossos filhos, quando, com o mesmo esforço, poderíamos escolher livros saudáveis?
Se você é professor, que qualidade de livros tem recomendado aos alunos para seu desenvolvimento literário e intelectual? Vi alguns livros nas mãos de meus filhos não muito recomendáveis, quando ainda estudavam. Isso foi algum tempo atrás, será que agora as coisas melhoraram?
Tem certeza de que não há víboras no meio das páginas dos livros que você recomenda? Tem certeza de que a leitura desses livros vai aprimorar o caráter?
REFLEXÃO: “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14:12, ARC).
Que DEUS abençoe a todos.
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Há uma Víbora Escondida 1,
Provérbios 14:12,
Salmos 140:3
Presentes de Deus
Presentes de Deus
Quem são estes contigo?Respondeu-lhe Jacó: Os filhos com que Deus agraciou a teu servo. Gênesis 33:5
No livro O Caminho da Vida, à página 143, o padre Álvaro Negromonte usou para o verso acima uma versão bíblica católica que diz assim: “Estes são os filhos que Deus me deu.”
Certamente, como cristãos, devemos considerar os filhos como presentes de Deus. E se é assim, Ele espera que os filhos voltem sãos e salvos para Suas mãos.
No livro Vida Em Família, à página 56, a autora declarara: “Cada criança trazida ao mundo é propriedade de Jesus Cristo, e deve ser educada para amar e obedecer a Deus”. Da mesma autora, temos outra declaração: “Os filhos são herança do Senhor e Lhe somos responsáveis pela administração de Sua propriedade. [...] Trabalhem igualmente os pais para a família com amor, fé e oração, até que possam ir a Deus com alegria e dizer: ‘Eis-me aqui com os filhos que me deu o Senhor’” (O Lar Adventista, p. 159).
Parafraseando o que a filha de Faraó disse à mãe de Moisés (Êx 2:9), penso que Deus diria algo parecido a cada pai: “Toma esta criança e cria-a para Mim; Eu te darei a tua recompensa.” Entendemos que os pais têm para com os filhos grande responsabilidade porque, antes de tudo, eles pertencem a Deus, e só depois aos pais. Mas, tenhamos a certeza de que, se formos mordomos fiéis ao educar nossos filhos nos caminhos do Senhor, Ele nos recompensará com o título de “servo bom e fiel”. E ainda nos dirá: “Foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).
Os pais nunca devem perder de vista o eterno destino de seus filhos. Por isso, a mais refinada educação – religiosa, moral, física e até cívica – deve ser ministrada a eles. Deve ser uma educação responsável, transmitida pela instrução, vigilância, correção e exemplo no Senhor. Enchendo o coração deles com as verdades do Céu, os pais prepararão a felicidade não só dos filhos, mas a deles próprios, tanto para esta vida como para a vida futura.
Por tudo o que possamos imaginar, Deus recomenda, com muita insistência, que eduquemos bem os filhos. Instruindo-os desde a infância “no caminho em que devem andar”, acostumando-os a obedecer aos pais e a Deus. Filhos educados só darão prazer para toda a família, especialmente aos pais.
REFLEXÃO: “Educa bem o teu filho, e ele consolar-te-á, e será as delícias da tua alma” (Pv 29:17, Ed. Popular Paulinas).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Quem são estes contigo?Respondeu-lhe Jacó: Os filhos com que Deus agraciou a teu servo. Gênesis 33:5
No livro O Caminho da Vida, à página 143, o padre Álvaro Negromonte usou para o verso acima uma versão bíblica católica que diz assim: “Estes são os filhos que Deus me deu.”
Certamente, como cristãos, devemos considerar os filhos como presentes de Deus. E se é assim, Ele espera que os filhos voltem sãos e salvos para Suas mãos.
No livro Vida Em Família, à página 56, a autora declarara: “Cada criança trazida ao mundo é propriedade de Jesus Cristo, e deve ser educada para amar e obedecer a Deus”. Da mesma autora, temos outra declaração: “Os filhos são herança do Senhor e Lhe somos responsáveis pela administração de Sua propriedade. [...] Trabalhem igualmente os pais para a família com amor, fé e oração, até que possam ir a Deus com alegria e dizer: ‘Eis-me aqui com os filhos que me deu o Senhor’” (O Lar Adventista, p. 159).
Parafraseando o que a filha de Faraó disse à mãe de Moisés (Êx 2:9), penso que Deus diria algo parecido a cada pai: “Toma esta criança e cria-a para Mim; Eu te darei a tua recompensa.” Entendemos que os pais têm para com os filhos grande responsabilidade porque, antes de tudo, eles pertencem a Deus, e só depois aos pais. Mas, tenhamos a certeza de que, se formos mordomos fiéis ao educar nossos filhos nos caminhos do Senhor, Ele nos recompensará com o título de “servo bom e fiel”. E ainda nos dirá: “Foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).
Os pais nunca devem perder de vista o eterno destino de seus filhos. Por isso, a mais refinada educação – religiosa, moral, física e até cívica – deve ser ministrada a eles. Deve ser uma educação responsável, transmitida pela instrução, vigilância, correção e exemplo no Senhor. Enchendo o coração deles com as verdades do Céu, os pais prepararão a felicidade não só dos filhos, mas a deles próprios, tanto para esta vida como para a vida futura.
Por tudo o que possamos imaginar, Deus recomenda, com muita insistência, que eduquemos bem os filhos. Instruindo-os desde a infância “no caminho em que devem andar”, acostumando-os a obedecer aos pais e a Deus. Filhos educados só darão prazer para toda a família, especialmente aos pais.
REFLEXÃO: “Educa bem o teu filho, e ele consolar-te-á, e será as delícias da tua alma” (Pv 29:17, Ed. Popular Paulinas).
Que DEUS abençoe a todos.
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Um Tributo à Minha Mãe
Um Tributo à Minha Mãe
Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá. Êxodo 20:12
Por mais humilde e singela que seja uma mãe, para seu filho, ela é sempre a melhor e a mais bela.
Entre as muitas virtudes de minha humilde e saudosa mãe, a beneficência a tornou conhecida como a vovó dos pobres. Ela recebeu o apelido de Vovó quando ainda era criança. Ninguém a chamava pelo verdadeiro nome, Anna, mas de Vovó. Meu pai, quando escreveu a carta ao meu avô, pedindo-a em casamento, referiu-se a ela como “a sua filha Vovó”. Mesmo depois de casados, ele sempre a chamava de Vovó.
Sendo ainda bem jovem, meu avô percebeu que Vovó tinha habilidade para enfermagem: gostava de cuidar de doentes, fazer curativos e até pequenas incisões, porque na roça tudo acontece. E assim foi durante sua vida...
Muitas crianças vinham com seus pais à nossa casa para conhecer a outra vovó, e nenhuma delas saía de mãos vazias. Dezenas de crianças, filhos de pais pobres, receberam leite de graça durante o primeiro ano de vida.
Mãe de oito filhos, morando na fazenda, longe de qualquer recurso médico, adquiriu bastante experiência com tratamentos caseiros naturais, chás, hidroterapia e aplicação de medicamentos simples que aprendera pela leitura de um livro sobre saúde que lhe havia chegado às mãos.
Percebendo que a maior causa da mortalidade infantil na região era a ignorância quanto aos princípios de higiene, usava e abusava da água e sabão. Quando um pai levava um filho para ela fazer algum tratamento caseiro, a primeira coisa que fazia era dar um bom banho na criança. Ensinava os pais a esterilizar utensílios domésticos, como mamadeira, chupeta e mesmo roupas, dependendo do caso.
Crianças vinham de longe até nossa casa, com as mais variadas enfermidades infantis, para ela fazer alguma coisa por elas. Depois de orar, Vovó aplicava os tratamentos. Para os casos mais graves, recomendava a busca de um médico. Mas como não tinham dinheiro, e o médico mais próximo estava a uns trinta quilômetros dali, os pais voltavam para casa e as crianças saravam apenas com aqueles tratamentos simples e a bênção de Deus.
Tempos depois, ela recebia a visita desses pais, agradecidos e trazendo os filhos para que a Vovó pudesse vê-los fortes e sadios.Essa foi a minha querida mãe! – EGS
REFLEXÃO: “Não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer” (Pv 23:22).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá. Êxodo 20:12
Por mais humilde e singela que seja uma mãe, para seu filho, ela é sempre a melhor e a mais bela.
Entre as muitas virtudes de minha humilde e saudosa mãe, a beneficência a tornou conhecida como a vovó dos pobres. Ela recebeu o apelido de Vovó quando ainda era criança. Ninguém a chamava pelo verdadeiro nome, Anna, mas de Vovó. Meu pai, quando escreveu a carta ao meu avô, pedindo-a em casamento, referiu-se a ela como “a sua filha Vovó”. Mesmo depois de casados, ele sempre a chamava de Vovó.
Sendo ainda bem jovem, meu avô percebeu que Vovó tinha habilidade para enfermagem: gostava de cuidar de doentes, fazer curativos e até pequenas incisões, porque na roça tudo acontece. E assim foi durante sua vida...
Muitas crianças vinham com seus pais à nossa casa para conhecer a outra vovó, e nenhuma delas saía de mãos vazias. Dezenas de crianças, filhos de pais pobres, receberam leite de graça durante o primeiro ano de vida.
Mãe de oito filhos, morando na fazenda, longe de qualquer recurso médico, adquiriu bastante experiência com tratamentos caseiros naturais, chás, hidroterapia e aplicação de medicamentos simples que aprendera pela leitura de um livro sobre saúde que lhe havia chegado às mãos.
Percebendo que a maior causa da mortalidade infantil na região era a ignorância quanto aos princípios de higiene, usava e abusava da água e sabão. Quando um pai levava um filho para ela fazer algum tratamento caseiro, a primeira coisa que fazia era dar um bom banho na criança. Ensinava os pais a esterilizar utensílios domésticos, como mamadeira, chupeta e mesmo roupas, dependendo do caso.
Crianças vinham de longe até nossa casa, com as mais variadas enfermidades infantis, para ela fazer alguma coisa por elas. Depois de orar, Vovó aplicava os tratamentos. Para os casos mais graves, recomendava a busca de um médico. Mas como não tinham dinheiro, e o médico mais próximo estava a uns trinta quilômetros dali, os pais voltavam para casa e as crianças saravam apenas com aqueles tratamentos simples e a bênção de Deus.
Tempos depois, ela recebia a visita desses pais, agradecidos e trazendo os filhos para que a Vovó pudesse vê-los fortes e sadios.Essa foi a minha querida mãe! – EGS
REFLEXÃO: “Não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer” (Pv 23:22).
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Um Tributo à Minha Mãe
NÃO EXISTE CRIAÇÃO SEM CRIADOR
Quinta-feira 28 Maio
NÃO EXISTE CRIAÇÃO SEM CRIADOR
O que faz a Ursa, e o Órion, e o Sete-estrelo, e as recâmaras do sul. O que faz coisas grandes, que se não podem esquadrinhar, e maravilhas tais que se não podem contar. Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que te lembres dele? (Jó 9:9-10; Salmo 8:3-4).
Deus concede inumeráveis provas de Sua existência a quem se dispõe a abrir os olhos para descobri-las. Quanto mais a ciência moderna sonda os segredos do universo, mais comprova de maneira evidente a verdade de um Criador. Ninguém poderia acreditar que uma nave espacial é capaz de voar e dar a volta na órbita do planeta e ainda aterrissar na hora e no lugar previstos sem o trabalho de cientistas e técnicos. Então, o que dizer dessa multidão de astros que gravitam no cosmo com rigorosa precisão? Por isso é necessário infinitamente mais fé para crer que o universo surgiu do nada, digamos, se “auto-formou”, do que para crer em Deus, o Criador.
Calcula-se que em um segundo se desprende do sol energia equivalente à potência de cinco bilhões de bombas atômicas. Na parte do universo que nos é visível, quantas estrelas emitem energia? Milhares de milhões, e certamente isso representa somente uma ínfima parte da imensidão desconhecida.
O mundo que descobrimos graças ao microscópio é tão incrível quanto o do espaço sideral. O microscópio eletrônico revela a beleza, a ordem e harmonia do infinitamente pequeno, tão extraordinário quanto o infinitamente grande. E quem é responsável por tudo isso? O acaso? Foi o acaso que produziu este calendário? Ou que fez surgir a casa em que você mora, por exemplo? Como, então, podemos imaginar que toda a criação se originou sem a intervenção de um Criador? Por mais que as pessoas neguem esse fato, haverá um dia em que “atentará o homem para o seu Criador” (Isaías 17:7).
Que DEUS abençoe a todos.
NÃO EXISTE CRIAÇÃO SEM CRIADOR
O que faz a Ursa, e o Órion, e o Sete-estrelo, e as recâmaras do sul. O que faz coisas grandes, que se não podem esquadrinhar, e maravilhas tais que se não podem contar. Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que te lembres dele? (Jó 9:9-10; Salmo 8:3-4).
Deus concede inumeráveis provas de Sua existência a quem se dispõe a abrir os olhos para descobri-las. Quanto mais a ciência moderna sonda os segredos do universo, mais comprova de maneira evidente a verdade de um Criador. Ninguém poderia acreditar que uma nave espacial é capaz de voar e dar a volta na órbita do planeta e ainda aterrissar na hora e no lugar previstos sem o trabalho de cientistas e técnicos. Então, o que dizer dessa multidão de astros que gravitam no cosmo com rigorosa precisão? Por isso é necessário infinitamente mais fé para crer que o universo surgiu do nada, digamos, se “auto-formou”, do que para crer em Deus, o Criador.
Calcula-se que em um segundo se desprende do sol energia equivalente à potência de cinco bilhões de bombas atômicas. Na parte do universo que nos é visível, quantas estrelas emitem energia? Milhares de milhões, e certamente isso representa somente uma ínfima parte da imensidão desconhecida.
O mundo que descobrimos graças ao microscópio é tão incrível quanto o do espaço sideral. O microscópio eletrônico revela a beleza, a ordem e harmonia do infinitamente pequeno, tão extraordinário quanto o infinitamente grande. E quem é responsável por tudo isso? O acaso? Foi o acaso que produziu este calendário? Ou que fez surgir a casa em que você mora, por exemplo? Como, então, podemos imaginar que toda a criação se originou sem a intervenção de um Criador? Por mais que as pessoas neguem esse fato, haverá um dia em que “atentará o homem para o seu Criador” (Isaías 17:7).
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Isaias 17:7,
Jó 9:9-10,
NÃO EXISTE CRIAÇÃO SEM CRIADOR,
Salmos 8:3-4
1 Pedro 2.6
28 de Maio
"Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será de modo algum envergonhado." 1 Pedro 2.6
Através das representações mais simples, de ilustrações bem concretas como uma pedra, o Espírito Santo nos revela a glória de Jesus Cristo. Ele é sumamente precioso para Deus. Que relacionamento indizivelmente terno existe entre o Pai e o Filho! Conseguimos imaginar um pouco dessa ternura quando lemos os muitos pronunciamentos de Jesus sobre Seu Pai, especialmente onde Ele clama em grande angústia: "Aba, Pai". Ou inversamente, quando o próprio Pai não pôde mais se deter, e clamou dos céus: "Este é o meu Filho amado." Pensando nisso, nos admiramos muito mais e adoramos ao Senhor por causa desta poderosa Palavra: "...Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito..."
Jesus é a pedra angular eleita da Igreja; o fundamento da salvação determinado pelo Pai. Ninguém pode lançar outro fundamento. Por ser Ele a pedra angular eleita por Deus, conseguimos vislumbrar um pouco do que significa ser escolhido e eleito por Deus, pois todos aqueles que se aproximam do Senhor são eleitos em Cristo: "...assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo..."
Que DEUS abençoe a todos.
"Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será de modo algum envergonhado." 1 Pedro 2.6
Através das representações mais simples, de ilustrações bem concretas como uma pedra, o Espírito Santo nos revela a glória de Jesus Cristo. Ele é sumamente precioso para Deus. Que relacionamento indizivelmente terno existe entre o Pai e o Filho! Conseguimos imaginar um pouco dessa ternura quando lemos os muitos pronunciamentos de Jesus sobre Seu Pai, especialmente onde Ele clama em grande angústia: "Aba, Pai". Ou inversamente, quando o próprio Pai não pôde mais se deter, e clamou dos céus: "Este é o meu Filho amado." Pensando nisso, nos admiramos muito mais e adoramos ao Senhor por causa desta poderosa Palavra: "...Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito..."
Jesus é a pedra angular eleita da Igreja; o fundamento da salvação determinado pelo Pai. Ninguém pode lançar outro fundamento. Por ser Ele a pedra angular eleita por Deus, conseguimos vislumbrar um pouco do que significa ser escolhido e eleito por Deus, pois todos aqueles que se aproximam do Senhor são eleitos em Cristo: "...assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo..."
Que DEUS abençoe a todos.
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1 Pedro 2.6
Lençol Sujo
Lençol Sujo
Um casal, recém casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
Provavelmente está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, alvissimamente brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja ! Ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha ensinou !? Porque , não fui eu que a ensinei.
O marido calmamente respondeu:
- Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça.
Abra sua janela.
"Tire primeiro a trave do seu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu irmão" (Mateus 7:5)
Deus te abençoe !
Um casal, recém casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
Provavelmente está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, alvissimamente brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja ! Ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha ensinou !? Porque , não fui eu que a ensinei.
O marido calmamente respondeu:
- Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça.
Abra sua janela.
"Tire primeiro a trave do seu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu irmão" (Mateus 7:5)
Deus te abençoe !
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Mateus 7:5
Lucas 15.11-32
Lucas 15.11-32
11 Continuou: Certo homem tinha dois filhos;
12 o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.
13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.
14 Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.
15 Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos.
16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.
17 Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome!
18 Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.
20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.
21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti -o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;
23 trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos,
24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.
25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças.
26 Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.
27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde.
28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.
29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;
30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.
31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu.
32 Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.
Lucas 15:11-32
A parábola do filho pródigo nos apresenta um rapaz que considera seu pai um empecilho à sua felicidade e que parte para longe de sua presença, a consumir dissolutamente tudo o que havia recebido dele. Logo o vemos numa terra distante reduzido à pior desgraça, à absoluta miséria. Cada um de nós já enxergou a sua própria história nesta parábola? Queira Deus que a nossa acabe da mesma maneira! Sob o peso de sua miséria, o pródigo cai em si, lembra-se dos recursos da casa paterna, levanta-se e toma o caminho de regresso ao lar... Na parte final, vemos o pai saindo apressadamente ao encontro do filho, seus braços abertos, seus beijos, a confissão do filho e o pleno perdão do pai, que troca os seus farrapos pela melhor roupa.
Querido amigo, se você reconhece a sua miséria moral, este quadro mostra o que o coração de Deus deseja fazer por você. Não tema ir a Ele. Você será recebido como o foi esse filho.
O pai infelizmente não pôde compartilhar o seu gozo com todos. O irmão mais velho, que não teria hesitado em fazer banquetes com seus amigos enquanto seu irmão se encontrava perdido, recusa tomar parte na festa. Esta é uma figura do povo judeu, arraigado em seu legalismo, mas também é figura de todos os que confiam em sua própria justiça e que fecham seu coração à graça de Deus.
Que DEUS abençoe a todos.
11 Continuou: Certo homem tinha dois filhos;
12 o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.
13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.
14 Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.
15 Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos.
16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.
17 Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome!
18 Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.
20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.
21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti -o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;
23 trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos,
24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.
25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças.
26 Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.
27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde.
28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.
29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;
30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.
31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu.
32 Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.
Lucas 15:11-32
A parábola do filho pródigo nos apresenta um rapaz que considera seu pai um empecilho à sua felicidade e que parte para longe de sua presença, a consumir dissolutamente tudo o que havia recebido dele. Logo o vemos numa terra distante reduzido à pior desgraça, à absoluta miséria. Cada um de nós já enxergou a sua própria história nesta parábola? Queira Deus que a nossa acabe da mesma maneira! Sob o peso de sua miséria, o pródigo cai em si, lembra-se dos recursos da casa paterna, levanta-se e toma o caminho de regresso ao lar... Na parte final, vemos o pai saindo apressadamente ao encontro do filho, seus braços abertos, seus beijos, a confissão do filho e o pleno perdão do pai, que troca os seus farrapos pela melhor roupa.
Querido amigo, se você reconhece a sua miséria moral, este quadro mostra o que o coração de Deus deseja fazer por você. Não tema ir a Ele. Você será recebido como o foi esse filho.
O pai infelizmente não pôde compartilhar o seu gozo com todos. O irmão mais velho, que não teria hesitado em fazer banquetes com seus amigos enquanto seu irmão se encontrava perdido, recusa tomar parte na festa. Esta é uma figura do povo judeu, arraigado em seu legalismo, mas também é figura de todos os que confiam em sua própria justiça e que fecham seu coração à graça de Deus.
Que DEUS abençoe a todos.
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Lucas 15.11-32
1 Samuel 11:1-15
1 Samuel 11:1-15
1 ENTÃO subiu Naás, amonita, e sitiou a Jabes-Gileade; e disseram todos os homens de Jabes a Naás: Faze aliança conosco, e te serviremos.
2 Porém Naás, amonita, lhes disse: Com esta condição farei aliança convosco: que a todos vos arranque o olho direito, e assim ponha esta afronta sobre todo o Israel.
3 Então os anciãos de Jabes lhe disseram: Deixa-nos por sete dias, para que enviemos mensageiros por todos os termos de Israel, e, não havendo ninguém que nos livre, então viremos a ti.
4 E, vindo os mensageiros a Gibeá de Saul, falaram estas palavras aos ouvidos do povo. Então todo o povo levantou a sua voz, e chorou.
5 E eis que Saul vinha do campo, atrás dos bois; e disse Saul: Que tem o povo, que chora? E contaram-lhe as palavras dos homens de Jabes.
6 Então o Espírito de Deus se apoderou de Saul, ouvindo estas palavras; e acendeu-se em grande maneira a sua ira.
7 E tomou uma junta de bois, e cortou-os em pedaços, e os enviou a todos os termos de Israel pelas mãos dos mensageiros, dizendo: Qualquer que não seguir a Saul e a Samuel, assim se fará aos seus bois. Então caiu o temor do Senhor sobre o povo, e saíram como um só homem.
8 E contou-os em Bezeque; e houve dos filhos de Israel trezentos mil, e dos homens de Judá trinta mil.
9 Então disseram aos mensageiros que vieram: Assim direis aos homens de Jabes-Gileade: Amanhã, em aquecendo o sol, vos virá livramento. Vindo, pois, os mensageiros, e anunciando-o aos homens de Jabes, se alegraram.
10 E os homens de Jabes disseram aos amonitas: Amanhã sairemos a vós; então nos fareis conforme a tudo o que parecer bem aos vossos olhos.
11 E sucedeu que ao outro dia Saul pôs o povo em três companhias, e vieram ao meio do arraial pela vigília da manhã, e feriram aos amonitas até que o dia aqueceu; e sucedeu que os restantes se espa- lharam, de modo que não ficaram dois deles juntos.
12 Então disse o povo a Samuel: Quem é aquele que dizia que Saul não reinaria sobre nós? Dai-nos aqueles homens, e os mataremos.
13 Porém Saul disse: Hoje não morrerá nenhum, pois hoje tem feito o Senhor um livramento em Israel.
14 E disse Samuel ao povo: Vinde, vamos nós a Gilgal, e renovemos ali o reino.
15 E todo o povo partiu para Gilgal, onde proclamaram a Saul por rei perante o Senhor, e ofereceram ali ofertas pacíficas perante o Senhor; e Saul se alegrou muito ali com todos os homens de Israel.
1 Samuel 11:1-15
A autoridade do rei Saul seria confirmada por ocasião da vitória sobre os inimigos do povo. Eles eram inimigos bem conhecidos – os filhos de Amon! Por causa de suas arrogantes e cruéis ameaças, os habitantes de Jabes-Gileade estavam em uma situação apavorante, sem nenhuma esperança. Não os vemos clamando ao Senhor; pelo contrário, eles queriam fazer uma aliança com o adversário. Porém, devido à Sua grande misericórdia, Deus os livra pela mão de Saul. O povo de Jabes ilustra de maneira impressionante o medo, a desgraça e a miserável escravidão que aguarda todos os que fazem uma aliança com o mundo e seu príncipe (Hebreus 2:15). Saul, como conquistador, mostra alguns belos traços de caráter. Além do zelo e da coragem, vemos nele nobreza, generosidade, clemência (v. 13), bem como certa modéstia. Ele acertadamente atribui a vitória ao Senhor. Esse é um começo muito promissor! Quantos jovens, como ele, começaram muito bem! E depois tropeçaram no primeiro obstáculo que encontraram para lhes testar a fé. Por que isso acontece? Simplesmente porque a fé que tinham não era verdadeira!
Que DEUS abençoe a todos.
1 ENTÃO subiu Naás, amonita, e sitiou a Jabes-Gileade; e disseram todos os homens de Jabes a Naás: Faze aliança conosco, e te serviremos.
2 Porém Naás, amonita, lhes disse: Com esta condição farei aliança convosco: que a todos vos arranque o olho direito, e assim ponha esta afronta sobre todo o Israel.
3 Então os anciãos de Jabes lhe disseram: Deixa-nos por sete dias, para que enviemos mensageiros por todos os termos de Israel, e, não havendo ninguém que nos livre, então viremos a ti.
4 E, vindo os mensageiros a Gibeá de Saul, falaram estas palavras aos ouvidos do povo. Então todo o povo levantou a sua voz, e chorou.
5 E eis que Saul vinha do campo, atrás dos bois; e disse Saul: Que tem o povo, que chora? E contaram-lhe as palavras dos homens de Jabes.
6 Então o Espírito de Deus se apoderou de Saul, ouvindo estas palavras; e acendeu-se em grande maneira a sua ira.
7 E tomou uma junta de bois, e cortou-os em pedaços, e os enviou a todos os termos de Israel pelas mãos dos mensageiros, dizendo: Qualquer que não seguir a Saul e a Samuel, assim se fará aos seus bois. Então caiu o temor do Senhor sobre o povo, e saíram como um só homem.
8 E contou-os em Bezeque; e houve dos filhos de Israel trezentos mil, e dos homens de Judá trinta mil.
9 Então disseram aos mensageiros que vieram: Assim direis aos homens de Jabes-Gileade: Amanhã, em aquecendo o sol, vos virá livramento. Vindo, pois, os mensageiros, e anunciando-o aos homens de Jabes, se alegraram.
10 E os homens de Jabes disseram aos amonitas: Amanhã sairemos a vós; então nos fareis conforme a tudo o que parecer bem aos vossos olhos.
11 E sucedeu que ao outro dia Saul pôs o povo em três companhias, e vieram ao meio do arraial pela vigília da manhã, e feriram aos amonitas até que o dia aqueceu; e sucedeu que os restantes se espa- lharam, de modo que não ficaram dois deles juntos.
12 Então disse o povo a Samuel: Quem é aquele que dizia que Saul não reinaria sobre nós? Dai-nos aqueles homens, e os mataremos.
13 Porém Saul disse: Hoje não morrerá nenhum, pois hoje tem feito o Senhor um livramento em Israel.
14 E disse Samuel ao povo: Vinde, vamos nós a Gilgal, e renovemos ali o reino.
15 E todo o povo partiu para Gilgal, onde proclamaram a Saul por rei perante o Senhor, e ofereceram ali ofertas pacíficas perante o Senhor; e Saul se alegrou muito ali com todos os homens de Israel.
1 Samuel 11:1-15
A autoridade do rei Saul seria confirmada por ocasião da vitória sobre os inimigos do povo. Eles eram inimigos bem conhecidos – os filhos de Amon! Por causa de suas arrogantes e cruéis ameaças, os habitantes de Jabes-Gileade estavam em uma situação apavorante, sem nenhuma esperança. Não os vemos clamando ao Senhor; pelo contrário, eles queriam fazer uma aliança com o adversário. Porém, devido à Sua grande misericórdia, Deus os livra pela mão de Saul. O povo de Jabes ilustra de maneira impressionante o medo, a desgraça e a miserável escravidão que aguarda todos os que fazem uma aliança com o mundo e seu príncipe (Hebreus 2:15). Saul, como conquistador, mostra alguns belos traços de caráter. Além do zelo e da coragem, vemos nele nobreza, generosidade, clemência (v. 13), bem como certa modéstia. Ele acertadamente atribui a vitória ao Senhor. Esse é um começo muito promissor! Quantos jovens, como ele, começaram muito bem! E depois tropeçaram no primeiro obstáculo que encontraram para lhes testar a fé. Por que isso acontece? Simplesmente porque a fé que tinham não era verdadeira!
Que DEUS abençoe a todos.
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