OS DEZ TALENTOS
"O texto da mensagem de hoje está em São Mateus 25:14-18: "Pois como será o homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e então partiu. O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. Do mesmo modo o que recebera dois, ganhou outros dois. Mas o que recebera um, saindo abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor."
A lição básica da parábola dos dez talentos é a produtividade, e chamemos de produtividade a uma vida vitoriosa, de transformação de caráter ou de aquisição de virtudes da vida cristã. Enfim, a produtividade na vida do cristão, depende do tipo de relação que o servo tem com o seu Senhor.
Os dois primeiros servos da parábola tinham uma relação de amor e confiança para com seu Senhor. O Senhor acreditava neles e eles o amavam, respeitavam e admiravam. Então, quando o Senhor foi embora, eles trabalharam com os talentos que o Senhor lhes deixou. E quando voltou, eles tinham o dobro, como fruto do trabalho das suas mãos. Mas sua produtividade estava ligada ao tipo de relacionamento que tinham com o Senhor. Já o caso do terceiro servo é completamente diferente. O terceiro servo era um poço de amargura, de ressentimento, de ódio disfarçado. Era servo. Servia, trabalhava para o Senhor, mas no fundo, desejava vê-lo morto. No fundo, falava mal dele, não acreditava nele. E todo esse poço de veneno, pode ser resumido nos versículos 24 e 25 do capítulo 25 do livro de Mateus: "Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: "Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste, e ajuntas onde não espalhates, receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu."
Um servo com medo nunca poderá ser um servo produtivo. A primeira coisa que um servo precisa para produzir, é sentir-se amado, compreendido, aceito. O fruto do sentimento maravilhoso de sentir-se aceito, será a produtividade.
Esta Parábola encerra uma das mensagens mais solenes que o cristão precisa entender: o tipo de relacionamento que Deus quer ter com o ser humano. Às vezes nós nos unimos a uma Igreja pensando que estamos tornando-nos cristãos. No entanto, nunca descobrimos o que é cristianismo. Passamos a vida toda freqüentando uma igreja chamada cristã, mas nunca experimentamos o gozo da vida cristã.
Voltemos por um instante ao Jardim do Éden, quando Deus criou Adão e Eva. Ele não os criou para serem robôs programados para obedecer. Deus os criou para que fossem seus filhos. Deus não quer escravos, quer filhos; seres humanos realizados, valorizados, amados, compreendidos. Se olharmos para a Bíblia, veremos que o relacionamento que Deus teve com Adão e Eva, foi um relacionamento de pai para filho. Todos os dias Deus chegava ao jardim e Adão e Eva jogavam-se nos braços do Pai. Havia uma relação de confiança, de amor, de companheirismo. Sabe quando apareceu o medo? Quando o ser humano tentou fazer-se o deus de sua própria vida. Quando ele usou mal a liberdade que Deus lhe confiara. Porque parte do amor de Deus era a liberdade.
Deus nunca poderia dizer "eu amo meu filho", se o tivesse criado sem liberdade. A expressão de seu amor era a liberdade. Liberdade para fazer o bem ou para fazer o mal. Tem muita gente hoje que pergunta: "Pastor, se Deus sabia que o homem ia pecar, por que que colocou no Jardim do Éden uma árvore da ciência do bem e do mal? Por que colocou a possibilidade do mal?"
Meu amigo, veja bem, se Deus, ao criar o mundo não tivesse colocado diante do homem a possibilidade do mal, o ser humano não seria livre. O ser humano seria escravo do bem. Ele seria bom unicamente porque não existia a possibilidade de ser mau. Ele não teria liberdade, não poderia escolher. Seria como um animal dominado pelo instinto para um determinado tipo de vida, incapaz de decidir. Foi por isso que Deus criou o ser humano livre. Mas, quando ele usou mal a sua liberdade, o texto bíblico nos relata que: "Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim."(Gênesis 3:8)
Então veio a grande pergunda que vemos no verso seguinte: "E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: onde estás?" (Gênesis 3:9)
E desde aquele dia a grande pergunta de Deus tem sido: "Pedro, onde está você? Francisco, Aparecida, Rosa, Maria, Juliana, José, Rubens, onde está você?" E aí vem a resposta do homem. Escondido atrás da árvore, seminu, com vergonha, arruinado, quebrado por dentro, culpado, atormentado pela consciência: "Senhor, tive medo e me escondi."
Meu querido, num cristianismo sadio, não pode haver lugar para o medo. O medo é fruto do pecado. Antes da entrada do pecado não existia medo. Deus nunca desejou que no relacionamento que Ele tivesse com Seus filhos, existisse a palavra medo. O medo é fruto do pecado.
O que acontece em nossos dias, porém, em nome de Deus e em nome da religião? Muitos líderes religiosos estão criando a religião do medo. Ensinam a temer a Deus, ensinam a ver Deus como aquele soberano sentado em Seu trono, com uma vara na mão, olhando para a Terra, com o objetivo de ver quem é o malcriado que se comporta mal, para castigá-lo. Desde criancinhas crescemos com este conceito: se eu for bom, Deus me ama. Se eu não for bom, Deus não me ama. E crescemos pensando assim. E um dia você bate com o carro e a primeira coisa que imagina é: "o que estará errado em minha vida?" Alguém fica doente em sua família e a primeira coisa que você imagina é: "Que pecado oculto haverá em minha vida para que a doença atinja minha família?" Você perde o emprego, e o primeiro pensamento que lhe passa pela cabeça é "Deus está me castigando, porque fiz isto ou aquilo".
O inimigo é terrível! Quando alguma provação chega à sua vida, quando surge algum momento difícil, imediatamente ele faz você lembrar de todas as coisas erradas de seu passado. E a conclusão a que você chega é: eu não presto, estou sofrendo porque Deus está me castigando, não posso orar a Deus porque Ele não ouvirá minha oração.
Querido, a religião do medo é a pior coisa que pode acontecer nesta vida. Sabe por quê? Porque o inimigo vai fazer de tudo para levar você para uma vida de pecado e miséria. Mas, se o inimigo não puder mantê-lo no erro, então vai permitir que você volte para Deus, pelos motivos errados. E um dos motivos errados para você se aproximar de Deus, é o medo. Você nunca pode se aproximar de Deus pelo medo. É por isso que se você é um líder religioso, não pode levar a Igreja a um reavivamento autêntico, provocando medo nas pessoas: "Ah, temos que nos preparar porque os juizos de Deus já estão chegando! Temos que mudar de vida porque senão seremos atingidos pela ira de Deus! Temos que nos preparar porque talvez no ano 2010 Cristo volte à Terra!" Não! Se você se preparar por medo, sua preparação não vale nada. Se você se aproximar de Deus por medo, seu cristianismo não vale nada. Por medo, unir-se a uma Igreja, ser batizado e tentar cumprir tudo que Deus pede, não vale. Por medo, para não sofrer os castigos de Deus, para não receber a maldição, para que tudo vá bem! Mas, sabe quando você vai ver a fragilidade de sua triste religião? Quando chegar o momento da pressão, da provação, das dificuldades.
O terceiro servo da parábola não sabia que tinha medo de Deus. Ele pensava que era mais um servo, mais um membro da Igreja. Ele não sabia que odiava Seu Mestre. Ele não estava consciente do conceito que ele tinha de Deus. As acusações que saíram de sua boca, os impropérios de seu coração apareceram quando chegou o momento do ajuste de contas. Quando viu que o servo que recebera cinco devolvera dez; o que recebera, dois devolvera quatro; e ele que recebera um, não tinha nada. Foi aí que ele confrontou-se com a sua realidade. Ele não amava seu Senhor. Tinha um monte de acusações. Na sua opinião, o senhor era injusto: colhia o que não havia plantado! Cobrava o que não havia semeado. Então disse: "... receoso, escondi na terra o teu talento." (Mateus 25:25)
A minha pergunta é: "qual é o tipo de cristianismo que você pratica? Você tem medo de Deus ou é atraído a Ele pelo seu maravilhoso amor? Que tipo de cristianismo lhe ensinaram? Pois, desde o momento que você entrou na Igreja, tem que se portar direitinho, porque, senão , você poderá receber os castigos divinos? É este o tipo de cristianismo que lhe ensinaram? Então você não entendeu o Evangelho, porque o cristianismo é um relacionamento de amor com o Senhor Jesus. Cristianismo é enamorar-se de Jesus, apaixonar-se por Jesus, entregar-Lhe a vida. Colocar a mão no braço de Jesus e dizer assim: "Senhor, leva-me pelos caminhos desta vida."
Você não pode querer portar-se bem para ser amado. Precisa, primeiro, ser amado para poder portar-se bem. O filho que sente o amor do Pai é o que melhor se desenvolve. Não teme o futuro nem os desafios porque sabe que está ao lado do Pai e Ele o ama com um amor incondicional. A produtividade na vida cristã depende do tipo de relacionamento que você tem com Jesus.
Você acha que só porque caiu uma vez, Deus o detestou? Você acha que porque escorregou cinco, dez vezes, Deus não acredita mais em você? Ah, querido, a Bíblia está cheia de exemplos, de um Pai que espera, que procura, que chama e que não perde as esperanças. Aceite este amor hoje mesmo.
ORAÇÃO
Pai querido, obrigado por Teu amor infinito. Ah, Senhor, nunca poderemos entender a imensidão deste Amor, mas, obrigado, porque o que seria de nós se não nos amasses tanto. Agora, aceita esta oração e a oração sincera de tantas pessoas que estão falando em seus corações Contigo, aí onde estão. Em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 18 de outubro de 2009
Hebreus 2:7
Domingo 18 Outubro
Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, de glória e de honra o coroaste e o constituíste sobre as obras de tuas mãos (Hebreus 2:7).
COROADO DE HONRA E GLÓRIA
O versículo de hoje, extraído da epístola aos Hebreus, é uma citação do Salmo 8. Essa passagem do Antigo Testamento revela com antecipação os propósitos de Deus concernentes ao Senhor Jesus como homem. Esse texto engloba o passado, o presente e aponta para o futuro.
“Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos”. Isso nos lembra a cruz do Gólgota. Os anjos não podem morrer, mas o Filho de Deus Se fez homem para poder morrer na cruz no lugar dos pecadores. Ali nosso Salvador morreu em profunda humilhação, quando tomou nosso lugar sob o juízo de Deus e foi castigado por nossas culpas. Ele suportou o “salário do pecado” que é a morte (Romanos 6:23), embora jamais tenha cometido um só pecado.
Depois que fez a vontade de Deus em todos os aspectos e cumpriu a obra da salvação para a total satisfação de Seu Pai, Ele não permaneceu no túmulo. Ressuscitou de entre os mortos e voltou ao céu, onde Deus O recebeu “à destra do seu poder”. Agora está ali, coroado “de glória e de honra”.
“E o constituíste sobre as obras de tuas mãos”. Ele voltará, mas dessa vez com poder e glória, e regerá toda a criação. A humanidade inteira O reconhecerá como suprema autoridade e estará sujeita a Ele eternamente!
“E ouvi a toda criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono e ao Cordeiro sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Apocalipse 5:13).
Que DEUS abençoe a todos.
Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, de glória e de honra o coroaste e o constituíste sobre as obras de tuas mãos (Hebreus 2:7).
COROADO DE HONRA E GLÓRIA
O versículo de hoje, extraído da epístola aos Hebreus, é uma citação do Salmo 8. Essa passagem do Antigo Testamento revela com antecipação os propósitos de Deus concernentes ao Senhor Jesus como homem. Esse texto engloba o passado, o presente e aponta para o futuro.
“Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos”. Isso nos lembra a cruz do Gólgota. Os anjos não podem morrer, mas o Filho de Deus Se fez homem para poder morrer na cruz no lugar dos pecadores. Ali nosso Salvador morreu em profunda humilhação, quando tomou nosso lugar sob o juízo de Deus e foi castigado por nossas culpas. Ele suportou o “salário do pecado” que é a morte (Romanos 6:23), embora jamais tenha cometido um só pecado.
Depois que fez a vontade de Deus em todos os aspectos e cumpriu a obra da salvação para a total satisfação de Seu Pai, Ele não permaneceu no túmulo. Ressuscitou de entre os mortos e voltou ao céu, onde Deus O recebeu “à destra do seu poder”. Agora está ali, coroado “de glória e de honra”.
“E o constituíste sobre as obras de tuas mãos”. Ele voltará, mas dessa vez com poder e glória, e regerá toda a criação. A humanidade inteira O reconhecerá como suprema autoridade e estará sujeita a Ele eternamente!
“E ouvi a toda criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono e ao Cordeiro sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Apocalipse 5:13).
Que DEUS abençoe a todos.
Tiago 1.6-7
18 de Outubro
"Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma cousa." Tiago 1.6-7
O que significa orar com fé? Significa confiar nas promessas de Deus na oração. Não podemos orar à toa. Existem pessoas que dizem: "Você só precisa ter fé, e terá tudo o que pedir", mas se enganam redondamente. Em cada situação, necessitamos de uma promessa bem definida de Deus na qual podemos depositar a nossa fé. Esta é a realidade maravilhosa: as promessas existem! Por exemplo, quando estamos solitários: "E eis que estou convosco todos os dias." Quando nos sentimos fracos: "...o poder se aperfeiçoa na fraqueza." Ou preocupados: "...lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." Quando estamos tristes: "...não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força." Ou enfermos: "...eu sou o Senhor que te sara." Para cada situação específica, Deus deu uma promessa específica para que, pela fé, possamos nos fundamentar concretamente em Sua Palavra. A oração é a mais alta expressão da fé, isso quer dizer que você não deve mais se deixar determinar pelas coisas visíveis, mas pelas invisíveis, pelo Deus eterno!
Que DEUS abençoe a todos.
"Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma cousa." Tiago 1.6-7
O que significa orar com fé? Significa confiar nas promessas de Deus na oração. Não podemos orar à toa. Existem pessoas que dizem: "Você só precisa ter fé, e terá tudo o que pedir", mas se enganam redondamente. Em cada situação, necessitamos de uma promessa bem definida de Deus na qual podemos depositar a nossa fé. Esta é a realidade maravilhosa: as promessas existem! Por exemplo, quando estamos solitários: "E eis que estou convosco todos os dias." Quando nos sentimos fracos: "...o poder se aperfeiçoa na fraqueza." Ou preocupados: "...lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." Quando estamos tristes: "...não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força." Ou enfermos: "...eu sou o Senhor que te sara." Para cada situação específica, Deus deu uma promessa específica para que, pela fé, possamos nos fundamentar concretamente em Sua Palavra. A oração é a mais alta expressão da fé, isso quer dizer que você não deve mais se deixar determinar pelas coisas visíveis, mas pelas invisíveis, pelo Deus eterno!
Que DEUS abençoe a todos.
Romanos 5.12-21
Romanos 5.12-21
12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.
13 Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.
14 Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.
15 Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.
16 O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação.
17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.
18 Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida.
19 Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos.
20 Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça,
21 a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.
Romanos 5:12-21
Para um crente que se converte em seu leito de morte, a epístola poderia acabar no versículo 11. A questão dos seus pecados foi resolvida; ele está apto para a glória de Deus. Porém, para o crente que continua vivo sobre a terra, existe um incômodo problema: permanece dentro dele a velha natureza, o pecado, o qual é capaz de produzir, como antes, frutos corrompidos. Será que ele corre o risco de perder a salvação? O que segue, do capítulo 5:12 ao capítulo 8, ensina como Deus resolveu a questão: Ele condenou não só os meus atos, mas também a natureza perversa que os produz, o "velho homem" (cap. 6:6). Suponhamos que um impressor pouco consciente, na composição da matriz de um livro, deixasse passar erros graves que mudasse completamente o sentido dos pensamentos do autor. Esses erros se reproduziriam na impressão tantas vezes quanto fosse o número de exemplares publicados. A melhor encadernação não mudaria nada. Para que o texto voltasse a ser fiel, teria de ser impressa uma nova edição a partir de uma nova matriz. O primeiro Adão é como essa matriz adulterada, de maneira que o número de homens é o mesmo que o número de pecadores. Deus, porém, não quer melhorar a raça adâmica. Ele ressuscitou da morte um novo homem, Cristo, e nos deu a Sua vida.
Que DEUS abençoe a todos.
12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.
13 Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.
14 Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.
15 Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.
16 O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação.
17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.
18 Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida.
19 Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos.
20 Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça,
21 a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.
Romanos 5:12-21
Para um crente que se converte em seu leito de morte, a epístola poderia acabar no versículo 11. A questão dos seus pecados foi resolvida; ele está apto para a glória de Deus. Porém, para o crente que continua vivo sobre a terra, existe um incômodo problema: permanece dentro dele a velha natureza, o pecado, o qual é capaz de produzir, como antes, frutos corrompidos. Será que ele corre o risco de perder a salvação? O que segue, do capítulo 5:12 ao capítulo 8, ensina como Deus resolveu a questão: Ele condenou não só os meus atos, mas também a natureza perversa que os produz, o "velho homem" (cap. 6:6). Suponhamos que um impressor pouco consciente, na composição da matriz de um livro, deixasse passar erros graves que mudasse completamente o sentido dos pensamentos do autor. Esses erros se reproduziriam na impressão tantas vezes quanto fosse o número de exemplares publicados. A melhor encadernação não mudaria nada. Para que o texto voltasse a ser fiel, teria de ser impressa uma nova edição a partir de uma nova matriz. O primeiro Adão é como essa matriz adulterada, de maneira que o número de homens é o mesmo que o número de pecadores. Deus, porém, não quer melhorar a raça adâmica. Ele ressuscitou da morte um novo homem, Cristo, e nos deu a Sua vida.
Que DEUS abençoe a todos.
2 Reis 8:16-29
2 Reis 8:16-29
16 E no ano quinto de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, reinando ainda Jeosafá em Judá, começou a reinar Jeorão, filho de Jeosafá, rei de Judá.
17 Era ele da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e oito anos reinou em Jerusalém.
18 E andou no caminho dos reis de Israel, como também fizeram os da casa de Acabe, porque tinha por mulher a filha de Acabe, e fez o que era mal aos olhos do Senhor.
19 Porém o Senhor não quis destruir a Judá por amor de Davi, seu servo, como lhe tinha falado que lhe daria, para sempre, uma lâmpada, a ele e a seus filhos.
20 Nos seus dias se rebelaram os edomitas, contra o mando de Judá, e puseram sobre si um rei.
21 Por isso Jeorão passou a Zair, e todos os carros com ele; e ele se levantou de noite, e feriu os edomitas que estavam ao redor dele, e os capitães dos carros; e o povo foi para as suas tendas.
22 Todavia os edomitas ficaram rebeldes, contra o mando de Judá, até ao dia de hoje; então, no mesmo tempo, Libna também se rebelou.
23 O mais dos atos de Jeorão, e tudo quanto fez, porventura não está escrito no livro das crônicas de Judá?
24 E Jeorão dormiu com seus pais, e foi sepultado com seus pais na cidade de Davi; e Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
25 No ano doze de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, começou a reinar Acazias, filho de Jeorão , rei de Judá.
26 Era Acazias de vinte e dois anos de idade quando começou a reinar, e reinou um ano em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Atalia, filha de Onri, rei de Israel.
27 E andou no caminho da casa de Acabe, e fez o que era mal aos olhos do Senhor, como a casa de Acabe, porque era genro da casa de Acabe.
28 E foi com Jorão, filho de Acabe, a Ramote de Gileade, à peleja contra Hazael, rei da Síria; e os sírios feriram a Jorão.
29 Então voltou o rei Jorão para se curar, em Jizreel, das feridas que os sírios lhe fizeram em Ramá, quando pelejou contra Hazael, rei da Síria; e desceu Acazias, filho de Jeorão, rei de Judá, para ver a Jorão, filho de Acabe, em Jizreel, porquanto estava doente.
2 Reis 8:16-29
No começo do capítulo 8, reaparecem certas personagens: a mulher sunamita a quem o Senhor guardou durante o período de fome; depois Geazi, que parece ter prosperado apesar da lepra. De fato, nós o encontramos na corte real onde Deus o usa para obter justiça para a sunamita. Eliseu visita Damasco e seu encontro com Hazael é relatado. O último assassina Ben-Hadade e apodera-se do trono da Síria. Ben-Hadade, testemunha da cura de Naamã, morre uma morte miserável.
Por fim, nos versículos 16 a 29, vemos em paralelo a história dos reis de Judá e Israel. Jeorão, filho de Josafá, passou longe de seguir o bom exemplo de seu pai. E a razão para isso é dada: “a filha deste [Acabe] era sua mulher” (v. 18). Note mais uma vez como é grande a influência de uma mulher ou marido sobre o cônjuge. Jeorão, rei de Judá, era irmão de Jorão, rei de Israel, que já conhecemos bem. E, por sua vez, o filho dele, Acazias, se tornou “genro da casa de Acabe” (v. 27). Eram excelentes alianças sob o ponto de vista mundano, mas aos olhos do Senhor só havia infidelidade. Veremos mais tarde as trágicas conseqüências dessas uniões.
Que DEUS abençoe a todos.
16 E no ano quinto de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, reinando ainda Jeosafá em Judá, começou a reinar Jeorão, filho de Jeosafá, rei de Judá.
17 Era ele da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e oito anos reinou em Jerusalém.
18 E andou no caminho dos reis de Israel, como também fizeram os da casa de Acabe, porque tinha por mulher a filha de Acabe, e fez o que era mal aos olhos do Senhor.
19 Porém o Senhor não quis destruir a Judá por amor de Davi, seu servo, como lhe tinha falado que lhe daria, para sempre, uma lâmpada, a ele e a seus filhos.
20 Nos seus dias se rebelaram os edomitas, contra o mando de Judá, e puseram sobre si um rei.
21 Por isso Jeorão passou a Zair, e todos os carros com ele; e ele se levantou de noite, e feriu os edomitas que estavam ao redor dele, e os capitães dos carros; e o povo foi para as suas tendas.
22 Todavia os edomitas ficaram rebeldes, contra o mando de Judá, até ao dia de hoje; então, no mesmo tempo, Libna também se rebelou.
23 O mais dos atos de Jeorão, e tudo quanto fez, porventura não está escrito no livro das crônicas de Judá?
24 E Jeorão dormiu com seus pais, e foi sepultado com seus pais na cidade de Davi; e Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
25 No ano doze de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, começou a reinar Acazias, filho de Jeorão , rei de Judá.
26 Era Acazias de vinte e dois anos de idade quando começou a reinar, e reinou um ano em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Atalia, filha de Onri, rei de Israel.
27 E andou no caminho da casa de Acabe, e fez o que era mal aos olhos do Senhor, como a casa de Acabe, porque era genro da casa de Acabe.
28 E foi com Jorão, filho de Acabe, a Ramote de Gileade, à peleja contra Hazael, rei da Síria; e os sírios feriram a Jorão.
29 Então voltou o rei Jorão para se curar, em Jizreel, das feridas que os sírios lhe fizeram em Ramá, quando pelejou contra Hazael, rei da Síria; e desceu Acazias, filho de Jeorão, rei de Judá, para ver a Jorão, filho de Acabe, em Jizreel, porquanto estava doente.
2 Reis 8:16-29
No começo do capítulo 8, reaparecem certas personagens: a mulher sunamita a quem o Senhor guardou durante o período de fome; depois Geazi, que parece ter prosperado apesar da lepra. De fato, nós o encontramos na corte real onde Deus o usa para obter justiça para a sunamita. Eliseu visita Damasco e seu encontro com Hazael é relatado. O último assassina Ben-Hadade e apodera-se do trono da Síria. Ben-Hadade, testemunha da cura de Naamã, morre uma morte miserável.
Por fim, nos versículos 16 a 29, vemos em paralelo a história dos reis de Judá e Israel. Jeorão, filho de Josafá, passou longe de seguir o bom exemplo de seu pai. E a razão para isso é dada: “a filha deste [Acabe] era sua mulher” (v. 18). Note mais uma vez como é grande a influência de uma mulher ou marido sobre o cônjuge. Jeorão, rei de Judá, era irmão de Jorão, rei de Israel, que já conhecemos bem. E, por sua vez, o filho dele, Acazias, se tornou “genro da casa de Acabe” (v. 27). Eram excelentes alianças sob o ponto de vista mundano, mas aos olhos do Senhor só havia infidelidade. Veremos mais tarde as trágicas conseqüências dessas uniões.
Que DEUS abençoe a todos.
sábado, 17 de outubro de 2009
Jeremias 17:09; Jeremias 13:23 e Romanos 7:15-20
O QUE É A CONVERSÃO?
"Pr. Williams Costa Jr.: - Ao longo dos anos, temos recebido centenas de milhares de cartas, telefonemas e e-mails. Isso nos alegra muito porque prova que a palavra de DEUS alcança as pessoas. Muitas escrevem contando a sua experiência de conversão mostrando-nos como são abençoadas. Outro grupo de cartas e telefonemas, apresentam muitas perguntas em comum, que preocupam as pessoas em geral. Hoje responderemos algumas dessas perguntas, numa entrevista com o Pr. Alejandro Bullón, o que é a conversão?
Pr. Bullón: -Para responder sua pergunta, primeiro teríamos que fazer outra pergunta: Por que a conversão? A Bíblia diz em Jeremias 17:09: "Enganoso é o coração, mais que todas as cousas e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?" O coração humano é um coração corrupto. Teologicamente chamamos a isso de natureza pecaminosa. Todos os seres humanos, desde que viemos a esta terra, você, eu, todos, nascemos com natureza pecaminosa. Mas o que é natureza pecaminosa? É uma vontade desesperada de gostar do lixo desta vida; de gostar das coisas erradas. Com essa natureza com que nascemos, é impossível agradar a Deus; é impossível amar as coisas certas; é impossível querer estudar a Bíblia, querer seguir a Jesus, querer obedecer. É literalmente impossível! Veja o que Jeremias confirma, no capítulo 13:23: "Pode acaso o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Então poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal?" Esta é a situação do ser humano, e é por isso que é preciso uma conversão de natureza.
Pr. Costa Jr.: -Vamos supor que uma pessoa diga: "-Ah, mas eu estou bem do jeito que eu estou. Acho que não preciso de mudança". Por que será que uma pessoa precisa ser convertida?
Pr. Bullón: -A pessoa que acha que não precisa de mudança, não vai ser convertida nunca porque o primeiro passo para conversão é reconhecer que você está errado, que precisa de Deus e que precisa mudar de vida. Quando, porém, você vê a coitada da sua esposa sofrendo porque você chega bêbado, porque você gasta todo o salário com bebida e mulheres; quando você vê seus filhos se afundando no mundo das drogas; quando você vê que esse lar bonito com o qual você sonhou, e que está todo destroçado, arruinado, naturalmente brota em você o desejo de dizer: "Meu Deus o que estou fazendo com minha vida, eu preciso mudar, não posso continuar", e a partir daí é que Deus pode fazer alguma coisa por você.
Pr. Costa Jr.: - Uma das críticas que se faz à religião, é que ela só é boa para quem precisa, para quem está desesperado, para quem tem dificuldades... Suponhamos uma pessoa bem de vida, que tem "status", que tem tudo que materialmente precisa. No fundo, essa pessoa, não precisa de Deus, ela é rica, plena. Será que essa pessoa precisa de conversão? O que a convesão vai fazer na vida dela para melhorar?
Pr. Bullón: -Todos os seres humanos são carentes. O pobre precisa de pão, de roupa e de emprego. O rico não precisa disso, mas precisa de paz, de harmonia na família, de respeito dos filhos; precisa poder deitar à noite e dormir sem aquela sensação de que está devendo alguma coisa a alguém. Sabe, a pior coisa deste mundo é confundir as coisas. As vezes a gente pensa que porque tem um bom saldo bancário, carro, uma boa casa, porque tem um amigo, respeito, está tudo bem. Mas eu conheço muita gente milionária, artistas de televisão, políticos, empresários, que dizem: "Pastor, o que faço de minha vida? Por que quando eu deito, sinto como se estivesse devendo alguma coisa a alguém? Eu não devo nada a ninguém, mas não tenho paz!" Essa é a realidade do ser humano. Portanto, a conversão não é somente para aquele que está desempregado, é também para aquele que está bem empregado mas não tem paz no coração; anda pela vida, mas sente que está faltando alguma coisa. Busca, busca e não encontra. Procura satisfazer esse vazio do interior nas drogas, nos vícios, na promiscuidade e vai se afundando.
Pr. Costa Jr.: - Vamos supor que uma pessoa diga: "- Realmente eu estou precisando de Deus", porque é uma pessoa carente e está necessitada. Já alguém pode dizer: "Eu não preciso de Deus, mas, tudo bem, já que há a necessidade haver conversão, já que é isso que a Bíblia diz, como é esse processo da conversão? É um processo instantâneo ou demorado? Ele é feito por partes?
Pr. Bullón: - Quando a pessoa percebe a necessidade de Deus, clama a Ele. O grande erro dos seres humanos, é que pensam que se unirem-se a uma igreja estarão convertidos. Se guardarem um código de normas de vida moral, estarão convertidos. O texto bíblico que eu li, porém, diz que o ser humano pode fazer tudo o que quiser para viver uma vida corretamente moral, mas não consegue porque seu coração é corrupto. Assim como o leopardo não pode apagar as manchas da sua pele, o ser humano que nasceu em estado pecaminoso, não poderá nunca fazer as coisas certas estando habituado a fazer o mal. Pode fingir, aparentar, simular, disfarçar, mas lá no fundo de seu coração, ele é um ser humano corrupto. Diante das pessoas pode portar-se aparentemente bem, mas quando está sozinho, seu coração é um ninho de sentimentos horríveis e pecaminosos. O que é a conversão? A conversão é o trabalho divino através do qual Deus implanta no ser humano corrupto a natureza divina. Em outras palavras, não é o desejo de aparentar ser bom, mas é o desejo de ser bom, realmente. O próprio Deus realiza esse trabalho maravilhoso num segundo. Basta o ser humano dizer: "- Senhor, preciso de Ti, reconheço que sozinho não posso!" Indo a Jesus, Ele toca nessa vida e nesse ser humano, agora sim, é um ser humano convertido.
Pr. Costa Jr.: - Como uma pessoa pode saber que está convertida? Quais as reações e sintomas? O que acontece na vida da pessoa? Será que acontece alguma transformação abrupta?
Pr. Bullón: - O mais difícil na experiência cristã não é a conversão, porque ela acontece no instante em que o ser humano clama a Deus. O difícil na vida cristã é permanecer convertido. Antes de nossa conversão, éramos seres humanos com uma só natureza, a pecaminosa que gostava do lixo desta vida. A partir do momento da conversão passamos a ter duas naturezas: a natureza de Cristo, que gosta de vencer e a velha natureza, pecaminosa, que ainda está dentro de nós e, conforme a Escritura, nos acompanhará até o dia da glorificação quando finalmente Jesus erradicará a natureza pecaminosa de nosso ser. Até Cristo voltar, porém, o ser humano convertido terá dentro de si uma luta de duas naturezas. Paulo fala em Romanos de um drama terrível em sua vida que é o mesmo drama de todo cristão. Diz assim: "Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e, sim, o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso quem faz isso já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum: pois o querer o bem esta em mim; não porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e, sim, o pecado que habita em mim." (Rom. 7:15-20) Veja o drama de Paulo...Ele já estava convertido, mas sentia que dentro dele havia duas pessoas. Essas duas pessoas são as duas naturezas. A natureza corrupta com que Paulo nasceu, que gosta de fazer as coisas erradas da vida e a natureza nova, um nenê recém-nascido, a natureza de Cristo implantada por Jesus na hora da sua conversão. Mas agora essas duas naturezas estão brigando para tomar o controle da vida. Por isso, depois da conversão a vida do cristão é uma luta. Não há vida de cristão que não tenha luta e talvez uma das evidências de que estamos convertidos, seja experimentar essa luta dentro do coração. Às vezes queremos servir a Deus e ao mesmo tempo sentimos uma força que nos leva a fazer coisas erradas.
Pr. Costa Jr.: - Alguns dizem: "- Eu sei que essa coisa de religião, de Bíblia é a coisa certa, mas não tenho jeito para ser crente. Gosto de fazer coisas erradas e acho que não vou aceitar Jesus. Acho que nunca vou me converter porque eu gosto daquilo que é errado". Será que existe esperança de conversão para esse tipo de pessoa? A conversão acontece para pessoas que sabem o que é certo mas não têm vontade de se desligar do que é errado?
Pr. Bullón: - Logicamente que sim. O Espírito Santo é o representante de Deus nesta Terra. É um com Deus e com o Filho. Ele é o Deus que trabalha em nosso coração. É quem vai tocando, chamando, batendo. O ser humano pode fugir, pode adiar, pode não querer, mas o Espírito vai molestando, molestando, trabalha no coração ou diz: "Já chegou a hora de entregar a vida a Jesus. O que você acha? Para onde você está indo? Por que você adia?" Um dia, mais cedo ou mais tarde, o ser humano tem que se confrontar a sós com Deus. Tem que cair de joelhos e reconhecer que realmente está fugindo dEle. Muitas pessoas fazem isto pelo caminho mais fácil, porque são sensíveis à luz de Deus, porém outras, como Paulo, têm que passar por momentos de dificuldade. Paulo não queria, mas Jesus chamava, chamava. Ele não queria, até que um dia, a Bíblia diz que Paulo caiu, indo a Damasco perseguindo cristãos, caiu no deserto, comeu a terra, beijou o pó, e lá no chão, na desgraça, na cegueira, na dor, no desespero, entendeu que estava fugindo de Jesus. Eu não gostaria de pensar que você precisaria perder a família, o dinheiro, a saúde para reconhecer que está fugindo de Jesus. Seria muito melhor aceitar a Jesus hoje, quando você está sentindo em seu coração a voz de Deus dizendo: "Filho, você já correu, já fugiu demais de Mim, está na hora entregar-Me sua vida".
Pr. Costa Jr.: - Muitos nos escrevem perguntando: o que tenho que fazer para passar por esta experiência? Tenho que fazer alguma coisa especial, alguma penitência?
Pr. Bullón: - Há três passos. 1º: reconhecer que sou mau e que não posso. Talvez seja esta a parte mais difícil, porque de certa maneira, tenho que jogar meu orgulho no lixo e reconhecer que não presto, que sou naturalmente mau. 2º: reconhecer que Deus é bom e que Ele pode. Eu sou mau e não posso, mas Deus é bom e Ele pode. 3º: Abrir o coração e dizer: "- Senhor, já que eu não posso e Tu podes, estou aqui, faze em mim o que eu não tenho forças para fazer. Eu não posso largar as mulheres que tenho, não posso largar a droga, deixar a bebida, largar o cigarro, mas eu sofro vendo os meus filhos, minha família sofrer; eu me desespero, eu quero, mas não tenho forças". "- Tudo bem filho, você não tem forças", diz Jesus, "mas Eu estou aqui. Posso fazer maravilhas na tua vida". Ao longo do meu ministério tenho visto essas coisas lindas. Gente destruída, completamente sem esperança, gente para quem a sociedade tinha virado as costas e que um dia reconheceram sua impotência, sua incapacidade e correram a Jesus. Eu não conheço sequer um caso de alguém que tenha corrido aos braços de Jesus e tenha sido desapontado por Ele.
Pr. Costa Jr.: - Algumas pessoas têm receio de que, ao entrarem no plano certo de conversão, se descaracterizarem. - Se eu me converter, será que não vou mudar a minha personalidade, o meu jeito de ser? Será que não vou ficar diferente?.
Pr. Bullón: - Não. A conversão é o momento, a experiência, é um milagre através do qual Deus coloca em seu coração, em sua natureza, a Natureza Divina. A partir daí, essa natureza de Cristo, essa mente de Cristo, é um nenê recém nascido que começa a crescer dentro de você. Esta natureza se desenvolve, porque você a alimenta e cuida. E como se alimenta a Natureza Divina? Através da oração, do estudo da Bíblia, indo à igreja, cantando hinos, ouvindo mensagens maravilhosas, você vai alimentando a natureza divina. À medida que essa natureza é alimentada e vai crescendo, vai dominando a velha natureza, aquela que gostava de xingar os filhos, de bater na esposa, de roubar, de fazer miséria. Esta vai sendo apagada. No momento da conversão, Deus dá um golpe tão duro que essa velha natureza morre. Esse cadáver porém, fica simbolicamente dentro da gente, por isso é que mesmo depois de convertidos, continuamos sentindo vontade de pecar porque a velha natureza está aí, como um cadáver. Paulo disse em Romanos 7: "Está como um cadáver dentro da gente", molestando, atrapalhando, incomodando. Só que à medida que você alimentar a nova natureza, ela vai sufocando completamente a velha, e um dia, lhe controlará totalmente. Sua vida vai mudar, não para pior e sim para melhor. Seu caráter vai mudar, transformando-se no ideal maravilhoso que é semelhante ao caráter de Jesus Cristo.
Pr. Costa Jr.: - Muito bem, Pastor, eu me converto. Jesus entra na minha vida. Existe a possibilidade de eu pecar novamente? Por exemplo, Paulo não tinha vontade de pecar, mas ele pecava? Como fica essa coisa de pecado, erro, acerto, depois que a pessoa está convertida?
Pr. Bullón: - Vou fazer uma ilustração que já fiz outras vezes, mas vou repetir. O cristão convertido é como uma pessoa com duas feras dentro de si. Se você coloca as duas feras para se confrontarem numa luta, quem vai vencer? Obviamente a que estiver mais forte. Se você separa-las e a uma alimenta bem, mas à outra alimenta somente com o necessário para que não morra e um dia colocar as duas juntas para uma disputa, a melhor alimentada certamente será a vencedora. É igual conosco. Temos duas naturezas: a velha, pecaminosa, que gosta de errar; e a nova, a natureza de Cristo. Se eu alimentar mais a natureza de Cristo, ela vai vencer e vai controlar a minha vida. Mas se eu alimentar melhor a velha natureza, apesar de estar convertido, ela vai dominar e controlar a minha vida e vai levar-me muitas vezes a pecar. Só que a pessoa convertida que, por desligar-se de Jesus, cair, pode sentir no coração o desejo de retornar a Ele, porque, já que a natureza de Cristo está dentro dele, a voz de Jesus não se apaga, vai chamando, chamando, e essa pessoa vai correr aos braços de Jesus apesar de ter errado.
Pr. Costa Jr.: - Pastor, por favor, dê sua mensagem final.
Pr. Bullón: - Ao longo da minha vida, tenho encontrado gente que não acreditava em Deus e que sofria. Num determinado momento da vida, não tendo literalmente para onde ir, correu a Jesus. Hoje é gente feliz. Conheço bêbados, conheço maridos que tinham largado a mulher e se prostituiam pela vida. Um dia aceitaram a Jesus, retornaram, hoje têm lares felizes, esposas felizes, filhos felizes, recuperaram a dignidade, o respeito próprio, o amor, o carinho da família. Conheço prostitutas, homossexuais, ladrões, marginais, que um dia reconheceram que não eram nada, que não podiam nada e foram a Jesus; hoje são pessoas felizes. Querido, você não poderá ser uma decepção nunca. Se neste momento, talvez, você não tem capacidade de crer, tudo o que precisa dizer em seu coração é: "- Senhor, eu não consigo crer! Tudo parece bonito, mas eu não consigo acreditar apesar de precisar de Ti". Eu tenho certeza que você não sairá frustrado se você abrir o coração e disser: "- Senhor, mesmo não compreendendo nada, mesmo não compreendendo muita coisa, eu preciso de um milagre na minha vida!" Quando o milagre acontecer, quando você tiver paz no coração, quando você deitar e não sentir mais aquele vazio no coração, agradeça a DEUS, contando as maravilhas que fez na sua vida.
Pr. Costa Jr.: - Se você precisa de uma oração ou de estudar mais profundamente a Palavra de Deus, entre em contato conosco. Nós teremos muito prazer em lhe atender. Aí onde você estiver, como você estiver, ore junto com o pastor Bullón, para que possa tomar a decisão necessária para encontrar a verdadeira felicidade na vida.
ORAÇÃO
Querido Pai, Tu conheces melhor que ninguém a vida de cada filho Teu. Talvez neste momento alguém esteja sentindo que Teu Espírito está trabalhando em seu coração. Aí aonde estiver, que abra seu coração e à medida que o fazer Tu ó Senhor opere milagres nessa vida. Tu És o Deus dos milagres. Quando tudo está perdido, quando a gente sente que não tem mais forças, não tem mais para onde ir, aí é a Tua grande oportunidade; e se fizeste milagres na vida de milhões de seres humanos do mundo, por que não podes operar na vida desse Teu filho agora? Suplicamos-Te tudo isso, em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
"Pr. Williams Costa Jr.: - Ao longo dos anos, temos recebido centenas de milhares de cartas, telefonemas e e-mails. Isso nos alegra muito porque prova que a palavra de DEUS alcança as pessoas. Muitas escrevem contando a sua experiência de conversão mostrando-nos como são abençoadas. Outro grupo de cartas e telefonemas, apresentam muitas perguntas em comum, que preocupam as pessoas em geral. Hoje responderemos algumas dessas perguntas, numa entrevista com o Pr. Alejandro Bullón, o que é a conversão?
Pr. Bullón: -Para responder sua pergunta, primeiro teríamos que fazer outra pergunta: Por que a conversão? A Bíblia diz em Jeremias 17:09: "Enganoso é o coração, mais que todas as cousas e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?" O coração humano é um coração corrupto. Teologicamente chamamos a isso de natureza pecaminosa. Todos os seres humanos, desde que viemos a esta terra, você, eu, todos, nascemos com natureza pecaminosa. Mas o que é natureza pecaminosa? É uma vontade desesperada de gostar do lixo desta vida; de gostar das coisas erradas. Com essa natureza com que nascemos, é impossível agradar a Deus; é impossível amar as coisas certas; é impossível querer estudar a Bíblia, querer seguir a Jesus, querer obedecer. É literalmente impossível! Veja o que Jeremias confirma, no capítulo 13:23: "Pode acaso o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Então poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal?" Esta é a situação do ser humano, e é por isso que é preciso uma conversão de natureza.
Pr. Costa Jr.: -Vamos supor que uma pessoa diga: "-Ah, mas eu estou bem do jeito que eu estou. Acho que não preciso de mudança". Por que será que uma pessoa precisa ser convertida?
Pr. Bullón: -A pessoa que acha que não precisa de mudança, não vai ser convertida nunca porque o primeiro passo para conversão é reconhecer que você está errado, que precisa de Deus e que precisa mudar de vida. Quando, porém, você vê a coitada da sua esposa sofrendo porque você chega bêbado, porque você gasta todo o salário com bebida e mulheres; quando você vê seus filhos se afundando no mundo das drogas; quando você vê que esse lar bonito com o qual você sonhou, e que está todo destroçado, arruinado, naturalmente brota em você o desejo de dizer: "Meu Deus o que estou fazendo com minha vida, eu preciso mudar, não posso continuar", e a partir daí é que Deus pode fazer alguma coisa por você.
Pr. Costa Jr.: - Uma das críticas que se faz à religião, é que ela só é boa para quem precisa, para quem está desesperado, para quem tem dificuldades... Suponhamos uma pessoa bem de vida, que tem "status", que tem tudo que materialmente precisa. No fundo, essa pessoa, não precisa de Deus, ela é rica, plena. Será que essa pessoa precisa de conversão? O que a convesão vai fazer na vida dela para melhorar?
Pr. Bullón: -Todos os seres humanos são carentes. O pobre precisa de pão, de roupa e de emprego. O rico não precisa disso, mas precisa de paz, de harmonia na família, de respeito dos filhos; precisa poder deitar à noite e dormir sem aquela sensação de que está devendo alguma coisa a alguém. Sabe, a pior coisa deste mundo é confundir as coisas. As vezes a gente pensa que porque tem um bom saldo bancário, carro, uma boa casa, porque tem um amigo, respeito, está tudo bem. Mas eu conheço muita gente milionária, artistas de televisão, políticos, empresários, que dizem: "Pastor, o que faço de minha vida? Por que quando eu deito, sinto como se estivesse devendo alguma coisa a alguém? Eu não devo nada a ninguém, mas não tenho paz!" Essa é a realidade do ser humano. Portanto, a conversão não é somente para aquele que está desempregado, é também para aquele que está bem empregado mas não tem paz no coração; anda pela vida, mas sente que está faltando alguma coisa. Busca, busca e não encontra. Procura satisfazer esse vazio do interior nas drogas, nos vícios, na promiscuidade e vai se afundando.
Pr. Costa Jr.: - Vamos supor que uma pessoa diga: "- Realmente eu estou precisando de Deus", porque é uma pessoa carente e está necessitada. Já alguém pode dizer: "Eu não preciso de Deus, mas, tudo bem, já que há a necessidade haver conversão, já que é isso que a Bíblia diz, como é esse processo da conversão? É um processo instantâneo ou demorado? Ele é feito por partes?
Pr. Bullón: - Quando a pessoa percebe a necessidade de Deus, clama a Ele. O grande erro dos seres humanos, é que pensam que se unirem-se a uma igreja estarão convertidos. Se guardarem um código de normas de vida moral, estarão convertidos. O texto bíblico que eu li, porém, diz que o ser humano pode fazer tudo o que quiser para viver uma vida corretamente moral, mas não consegue porque seu coração é corrupto. Assim como o leopardo não pode apagar as manchas da sua pele, o ser humano que nasceu em estado pecaminoso, não poderá nunca fazer as coisas certas estando habituado a fazer o mal. Pode fingir, aparentar, simular, disfarçar, mas lá no fundo de seu coração, ele é um ser humano corrupto. Diante das pessoas pode portar-se aparentemente bem, mas quando está sozinho, seu coração é um ninho de sentimentos horríveis e pecaminosos. O que é a conversão? A conversão é o trabalho divino através do qual Deus implanta no ser humano corrupto a natureza divina. Em outras palavras, não é o desejo de aparentar ser bom, mas é o desejo de ser bom, realmente. O próprio Deus realiza esse trabalho maravilhoso num segundo. Basta o ser humano dizer: "- Senhor, preciso de Ti, reconheço que sozinho não posso!" Indo a Jesus, Ele toca nessa vida e nesse ser humano, agora sim, é um ser humano convertido.
Pr. Costa Jr.: - Como uma pessoa pode saber que está convertida? Quais as reações e sintomas? O que acontece na vida da pessoa? Será que acontece alguma transformação abrupta?
Pr. Bullón: - O mais difícil na experiência cristã não é a conversão, porque ela acontece no instante em que o ser humano clama a Deus. O difícil na vida cristã é permanecer convertido. Antes de nossa conversão, éramos seres humanos com uma só natureza, a pecaminosa que gostava do lixo desta vida. A partir do momento da conversão passamos a ter duas naturezas: a natureza de Cristo, que gosta de vencer e a velha natureza, pecaminosa, que ainda está dentro de nós e, conforme a Escritura, nos acompanhará até o dia da glorificação quando finalmente Jesus erradicará a natureza pecaminosa de nosso ser. Até Cristo voltar, porém, o ser humano convertido terá dentro de si uma luta de duas naturezas. Paulo fala em Romanos de um drama terrível em sua vida que é o mesmo drama de todo cristão. Diz assim: "Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e, sim, o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso quem faz isso já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum: pois o querer o bem esta em mim; não porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e, sim, o pecado que habita em mim." (Rom. 7:15-20) Veja o drama de Paulo...Ele já estava convertido, mas sentia que dentro dele havia duas pessoas. Essas duas pessoas são as duas naturezas. A natureza corrupta com que Paulo nasceu, que gosta de fazer as coisas erradas da vida e a natureza nova, um nenê recém-nascido, a natureza de Cristo implantada por Jesus na hora da sua conversão. Mas agora essas duas naturezas estão brigando para tomar o controle da vida. Por isso, depois da conversão a vida do cristão é uma luta. Não há vida de cristão que não tenha luta e talvez uma das evidências de que estamos convertidos, seja experimentar essa luta dentro do coração. Às vezes queremos servir a Deus e ao mesmo tempo sentimos uma força que nos leva a fazer coisas erradas.
Pr. Costa Jr.: - Alguns dizem: "- Eu sei que essa coisa de religião, de Bíblia é a coisa certa, mas não tenho jeito para ser crente. Gosto de fazer coisas erradas e acho que não vou aceitar Jesus. Acho que nunca vou me converter porque eu gosto daquilo que é errado". Será que existe esperança de conversão para esse tipo de pessoa? A conversão acontece para pessoas que sabem o que é certo mas não têm vontade de se desligar do que é errado?
Pr. Bullón: - Logicamente que sim. O Espírito Santo é o representante de Deus nesta Terra. É um com Deus e com o Filho. Ele é o Deus que trabalha em nosso coração. É quem vai tocando, chamando, batendo. O ser humano pode fugir, pode adiar, pode não querer, mas o Espírito vai molestando, molestando, trabalha no coração ou diz: "Já chegou a hora de entregar a vida a Jesus. O que você acha? Para onde você está indo? Por que você adia?" Um dia, mais cedo ou mais tarde, o ser humano tem que se confrontar a sós com Deus. Tem que cair de joelhos e reconhecer que realmente está fugindo dEle. Muitas pessoas fazem isto pelo caminho mais fácil, porque são sensíveis à luz de Deus, porém outras, como Paulo, têm que passar por momentos de dificuldade. Paulo não queria, mas Jesus chamava, chamava. Ele não queria, até que um dia, a Bíblia diz que Paulo caiu, indo a Damasco perseguindo cristãos, caiu no deserto, comeu a terra, beijou o pó, e lá no chão, na desgraça, na cegueira, na dor, no desespero, entendeu que estava fugindo de Jesus. Eu não gostaria de pensar que você precisaria perder a família, o dinheiro, a saúde para reconhecer que está fugindo de Jesus. Seria muito melhor aceitar a Jesus hoje, quando você está sentindo em seu coração a voz de Deus dizendo: "Filho, você já correu, já fugiu demais de Mim, está na hora entregar-Me sua vida".
Pr. Costa Jr.: - Muitos nos escrevem perguntando: o que tenho que fazer para passar por esta experiência? Tenho que fazer alguma coisa especial, alguma penitência?
Pr. Bullón: - Há três passos. 1º: reconhecer que sou mau e que não posso. Talvez seja esta a parte mais difícil, porque de certa maneira, tenho que jogar meu orgulho no lixo e reconhecer que não presto, que sou naturalmente mau. 2º: reconhecer que Deus é bom e que Ele pode. Eu sou mau e não posso, mas Deus é bom e Ele pode. 3º: Abrir o coração e dizer: "- Senhor, já que eu não posso e Tu podes, estou aqui, faze em mim o que eu não tenho forças para fazer. Eu não posso largar as mulheres que tenho, não posso largar a droga, deixar a bebida, largar o cigarro, mas eu sofro vendo os meus filhos, minha família sofrer; eu me desespero, eu quero, mas não tenho forças". "- Tudo bem filho, você não tem forças", diz Jesus, "mas Eu estou aqui. Posso fazer maravilhas na tua vida". Ao longo do meu ministério tenho visto essas coisas lindas. Gente destruída, completamente sem esperança, gente para quem a sociedade tinha virado as costas e que um dia reconheceram sua impotência, sua incapacidade e correram a Jesus. Eu não conheço sequer um caso de alguém que tenha corrido aos braços de Jesus e tenha sido desapontado por Ele.
Pr. Costa Jr.: - Algumas pessoas têm receio de que, ao entrarem no plano certo de conversão, se descaracterizarem. - Se eu me converter, será que não vou mudar a minha personalidade, o meu jeito de ser? Será que não vou ficar diferente?.
Pr. Bullón: - Não. A conversão é o momento, a experiência, é um milagre através do qual Deus coloca em seu coração, em sua natureza, a Natureza Divina. A partir daí, essa natureza de Cristo, essa mente de Cristo, é um nenê recém nascido que começa a crescer dentro de você. Esta natureza se desenvolve, porque você a alimenta e cuida. E como se alimenta a Natureza Divina? Através da oração, do estudo da Bíblia, indo à igreja, cantando hinos, ouvindo mensagens maravilhosas, você vai alimentando a natureza divina. À medida que essa natureza é alimentada e vai crescendo, vai dominando a velha natureza, aquela que gostava de xingar os filhos, de bater na esposa, de roubar, de fazer miséria. Esta vai sendo apagada. No momento da conversão, Deus dá um golpe tão duro que essa velha natureza morre. Esse cadáver porém, fica simbolicamente dentro da gente, por isso é que mesmo depois de convertidos, continuamos sentindo vontade de pecar porque a velha natureza está aí, como um cadáver. Paulo disse em Romanos 7: "Está como um cadáver dentro da gente", molestando, atrapalhando, incomodando. Só que à medida que você alimentar a nova natureza, ela vai sufocando completamente a velha, e um dia, lhe controlará totalmente. Sua vida vai mudar, não para pior e sim para melhor. Seu caráter vai mudar, transformando-se no ideal maravilhoso que é semelhante ao caráter de Jesus Cristo.
Pr. Costa Jr.: - Muito bem, Pastor, eu me converto. Jesus entra na minha vida. Existe a possibilidade de eu pecar novamente? Por exemplo, Paulo não tinha vontade de pecar, mas ele pecava? Como fica essa coisa de pecado, erro, acerto, depois que a pessoa está convertida?
Pr. Bullón: - Vou fazer uma ilustração que já fiz outras vezes, mas vou repetir. O cristão convertido é como uma pessoa com duas feras dentro de si. Se você coloca as duas feras para se confrontarem numa luta, quem vai vencer? Obviamente a que estiver mais forte. Se você separa-las e a uma alimenta bem, mas à outra alimenta somente com o necessário para que não morra e um dia colocar as duas juntas para uma disputa, a melhor alimentada certamente será a vencedora. É igual conosco. Temos duas naturezas: a velha, pecaminosa, que gosta de errar; e a nova, a natureza de Cristo. Se eu alimentar mais a natureza de Cristo, ela vai vencer e vai controlar a minha vida. Mas se eu alimentar melhor a velha natureza, apesar de estar convertido, ela vai dominar e controlar a minha vida e vai levar-me muitas vezes a pecar. Só que a pessoa convertida que, por desligar-se de Jesus, cair, pode sentir no coração o desejo de retornar a Ele, porque, já que a natureza de Cristo está dentro dele, a voz de Jesus não se apaga, vai chamando, chamando, e essa pessoa vai correr aos braços de Jesus apesar de ter errado.
Pr. Costa Jr.: - Pastor, por favor, dê sua mensagem final.
Pr. Bullón: - Ao longo da minha vida, tenho encontrado gente que não acreditava em Deus e que sofria. Num determinado momento da vida, não tendo literalmente para onde ir, correu a Jesus. Hoje é gente feliz. Conheço bêbados, conheço maridos que tinham largado a mulher e se prostituiam pela vida. Um dia aceitaram a Jesus, retornaram, hoje têm lares felizes, esposas felizes, filhos felizes, recuperaram a dignidade, o respeito próprio, o amor, o carinho da família. Conheço prostitutas, homossexuais, ladrões, marginais, que um dia reconheceram que não eram nada, que não podiam nada e foram a Jesus; hoje são pessoas felizes. Querido, você não poderá ser uma decepção nunca. Se neste momento, talvez, você não tem capacidade de crer, tudo o que precisa dizer em seu coração é: "- Senhor, eu não consigo crer! Tudo parece bonito, mas eu não consigo acreditar apesar de precisar de Ti". Eu tenho certeza que você não sairá frustrado se você abrir o coração e disser: "- Senhor, mesmo não compreendendo nada, mesmo não compreendendo muita coisa, eu preciso de um milagre na minha vida!" Quando o milagre acontecer, quando você tiver paz no coração, quando você deitar e não sentir mais aquele vazio no coração, agradeça a DEUS, contando as maravilhas que fez na sua vida.
Pr. Costa Jr.: - Se você precisa de uma oração ou de estudar mais profundamente a Palavra de Deus, entre em contato conosco. Nós teremos muito prazer em lhe atender. Aí onde você estiver, como você estiver, ore junto com o pastor Bullón, para que possa tomar a decisão necessária para encontrar a verdadeira felicidade na vida.
ORAÇÃO
Querido Pai, Tu conheces melhor que ninguém a vida de cada filho Teu. Talvez neste momento alguém esteja sentindo que Teu Espírito está trabalhando em seu coração. Aí aonde estiver, que abra seu coração e à medida que o fazer Tu ó Senhor opere milagres nessa vida. Tu És o Deus dos milagres. Quando tudo está perdido, quando a gente sente que não tem mais forças, não tem mais para onde ir, aí é a Tua grande oportunidade; e se fizeste milagres na vida de milhões de seres humanos do mundo, por que não podes operar na vida desse Teu filho agora? Suplicamos-Te tudo isso, em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
Isaías 45:21 e Deuteronômio 19:1-14
Sábado 17 Outubro
Não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador, não há fora de mim (Isaías 45:21).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 19:1-14)
“Pois não há outro Deus, senão eu, Deus justo e Salvador não há além de mim”, proclama o Senhor (Isaías 45:21). Justo, Ele condena o criminoso (vv. 11, 13). Salvador, Ele abriga o homicida acidental. As três principais cidades deviam ser designadas como lugar de refúgio, uma figura do abrigo que encontramos em Cristo contra a justa ira divina. O que era requerido para usufruir desses benefícios? Pura e simplesmente fé naquele único e sem paralelo meio preparado por Deus para a salvação do pecador, o qual, juntamente com toda a raça humana, é culpado de ter derramado o sangue inocente de Seu amado Filho (vv. 10-13). Parece que Paulo tinha a imagem da cidade de refúgio em mente ao falar de correr “para ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria… senão a que é mediante a fé em Cristo” (Filipenses 3:8-9; leia também Hebreus 6:18).
Violência não é o único meio de ferir o nosso próximo; podemos mudar “os marcos” do nosso “próximo” (v. 14), isto é, afastá-los a fim de conseguirmos uma posição melhor no mundo à custa dele. O cristão é ensinado a se contentar com o que tem (Hebreus 13:5), a ser sóbrio (1 Pedro 5:8) e, ao mesmo tempo, a não lutar pelos seus direitos, a fim de que a sua moderação seja conhecida de todos os homens (Lucas 6:29-31; Filipenses 4:5).
Que DEUS abençoe a todos.
Não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador, não há fora de mim (Isaías 45:21).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 19:1-14)
“Pois não há outro Deus, senão eu, Deus justo e Salvador não há além de mim”, proclama o Senhor (Isaías 45:21). Justo, Ele condena o criminoso (vv. 11, 13). Salvador, Ele abriga o homicida acidental. As três principais cidades deviam ser designadas como lugar de refúgio, uma figura do abrigo que encontramos em Cristo contra a justa ira divina. O que era requerido para usufruir desses benefícios? Pura e simplesmente fé naquele único e sem paralelo meio preparado por Deus para a salvação do pecador, o qual, juntamente com toda a raça humana, é culpado de ter derramado o sangue inocente de Seu amado Filho (vv. 10-13). Parece que Paulo tinha a imagem da cidade de refúgio em mente ao falar de correr “para ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria… senão a que é mediante a fé em Cristo” (Filipenses 3:8-9; leia também Hebreus 6:18).
Violência não é o único meio de ferir o nosso próximo; podemos mudar “os marcos” do nosso “próximo” (v. 14), isto é, afastá-los a fim de conseguirmos uma posição melhor no mundo à custa dele. O cristão é ensinado a se contentar com o que tem (Hebreus 13:5), a ser sóbrio (1 Pedro 5:8) e, ao mesmo tempo, a não lutar pelos seus direitos, a fim de que a sua moderação seja conhecida de todos os homens (Lucas 6:29-31; Filipenses 4:5).
Que DEUS abençoe a todos.
João 14.13
17 de Outubro
"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho." João 14.13
A quem devemos invocar na oração? O próprio Senhor Jesus nos disse claramente que devemos orar ao Pai em Seu nome. Por isso Ele continuamente apontava para o Pai. Deus é o alvo, o Filho é o caminho que nos conduz para esse Alvo. Esse, aliás, foi o alvo dos sofrimentos do Senhor Jesus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus." Não deveríamos também nós trilhar esse caminho? Não existe outro caminho! Unicamente pelo sangue de Jesus teremos a ousadia para entrar no Santo dos Santos, até a presença de Deus! E Jesus nos ensina a orar: "Pai nosso que estás nos céus..." Paulo também nos mostra esse caminho: "...dou graças a meu Deus mediante Jesus Cristo."
Mas também confessamos que Jesus é o Senhor. Nos revestimos dEle e esperamos a Sua vinda. A graça de Deus nos foi outorgada em Jesus Cristo. Por isso também podemos orar diretamente ao Senhor Jesus Cristo. Ele mesmo diz: "...quem me vê a mim, vê aquele que me enviou."
Que DEUS abençoe a todos.
"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho." João 14.13
A quem devemos invocar na oração? O próprio Senhor Jesus nos disse claramente que devemos orar ao Pai em Seu nome. Por isso Ele continuamente apontava para o Pai. Deus é o alvo, o Filho é o caminho que nos conduz para esse Alvo. Esse, aliás, foi o alvo dos sofrimentos do Senhor Jesus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus." Não deveríamos também nós trilhar esse caminho? Não existe outro caminho! Unicamente pelo sangue de Jesus teremos a ousadia para entrar no Santo dos Santos, até a presença de Deus! E Jesus nos ensina a orar: "Pai nosso que estás nos céus..." Paulo também nos mostra esse caminho: "...dou graças a meu Deus mediante Jesus Cristo."
Mas também confessamos que Jesus é o Senhor. Nos revestimos dEle e esperamos a Sua vinda. A graça de Deus nos foi outorgada em Jesus Cristo. Por isso também podemos orar diretamente ao Senhor Jesus Cristo. Ele mesmo diz: "...quem me vê a mim, vê aquele que me enviou."
Que DEUS abençoe a todos.
Romanos 5.1-11
Romanos 5.1-11
1 Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;
2 por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus.
3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança;
4 e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança.
5 Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado.
6 Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.
7 Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer.
8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
9 Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.
10 Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida;
11 e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.
Romanos 5:1-11
Redimido, justificado, o cristão resplandece de alegria (v. 1). A paz com Deus é de agora em diante sua porção inestimável. Ele está reconciliado com o Soberano Juiz através do mesmo ato que deveria atrair a cólera divina para sempre: a morte de Seu Filho! (v. 10). Verdadeiramente, o amor de Deus é incomparável com qualquer outro tipo de amor. Ele amou os pobres humanos - que não eram nada dignos de amor - antes que dessem o menor passo em direção a Ele. Deus os amou quando ainda eram fracos e ímpios (v. 6), pecadores (v. 8) e inimigos (v. 10; 1 João 4:10, 19). Agora este mesmo amor é derramado em nosso coração.
Frente ao mundo, que se orgulha de vantagens presentes e passageiras, o crente, longe de sentir-se envergonhado (v. 5), pode gloriar-se em seu maravilhoso futuro: a glória de Deus (v. 2). E além disso, por mais paradoxal que seja, ele é capaz de encontrar alegria nas suas tribulações, pois elas produzem frutos preciosos (vv. 3-4) que tornam sua esperança ainda mais real e ardorosa. "E não isto apenas..." (v. 11): podemos gloriar-nos nos dons, porém acima de tudo nAquele que os dá, ou seja, em Deus mesmo e em nosso Senhor Jesus Cristo.
Que DEUS abençoe a todos.
1 Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;
2 por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus.
3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança;
4 e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança.
5 Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado.
6 Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.
7 Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer.
8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
9 Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.
10 Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida;
11 e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.
Romanos 5:1-11
Redimido, justificado, o cristão resplandece de alegria (v. 1). A paz com Deus é de agora em diante sua porção inestimável. Ele está reconciliado com o Soberano Juiz através do mesmo ato que deveria atrair a cólera divina para sempre: a morte de Seu Filho! (v. 10). Verdadeiramente, o amor de Deus é incomparável com qualquer outro tipo de amor. Ele amou os pobres humanos - que não eram nada dignos de amor - antes que dessem o menor passo em direção a Ele. Deus os amou quando ainda eram fracos e ímpios (v. 6), pecadores (v. 8) e inimigos (v. 10; 1 João 4:10, 19). Agora este mesmo amor é derramado em nosso coração.
Frente ao mundo, que se orgulha de vantagens presentes e passageiras, o crente, longe de sentir-se envergonhado (v. 5), pode gloriar-se em seu maravilhoso futuro: a glória de Deus (v. 2). E além disso, por mais paradoxal que seja, ele é capaz de encontrar alegria nas suas tribulações, pois elas produzem frutos preciosos (vv. 3-4) que tornam sua esperança ainda mais real e ardorosa. "E não isto apenas..." (v. 11): podemos gloriar-nos nos dons, porém acima de tudo nAquele que os dá, ou seja, em Deus mesmo e em nosso Senhor Jesus Cristo.
Que DEUS abençoe a todos.
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