Quem foi Maria Madalena?
Quem foi Maria Madalena, essa mulher que atualmente tem merecido tantos livros sobre sua vida? O Código Da Vinci reacendeu um interesse pela vida dessa mulher que até então tinha merecido algumas citações nos Evangelhos e em algumas investidas literárias gnósticas. Após o sucesso de Dan Brown, novas publicações sobre essa “misteriosa” mulher surgiram no mercado e também trouxeram outras, anteriores, que não tinham despertado o mesmo interesse que despertam hoje. Também me interessei e fui pesquisar sobre Maria Madalena.
É verdade que existem muitas lendas originadas na Idade Média sobre Maria Madalena. Na França, é venerada pelos católicos como em nenhum outro lugar, dado às hipóteses da sua presença no país. Tal veneração inspirou a fundação da Abadia Beneditina de Vézelay (1050) e os santuários de Aix e de Saint-Maximin, na Provença. Quanto visitei Paris, tive a oportunidade de conhecer “La Madeleine”, igreja fantástica no bairro de Saint-Honoré, onde os católicos veneram a santa. No entanto, como já comentei no artigo anterior, o que os textos evangélicos nos narram é o essencial e suficiente para a mensagem cristã. Neles encontramos muito pouco sobre ela, mas é o que podemos afirmar com segurança sobre Maria Madalena. Todo o mais são hipóteses posteriores de duvidosa fonte histórica. Não afirmo isso só por uma questão de fé, mas porque sei que, até então, tudo o que se pode falar sobre os personagens dos Evangelhos, além do texto dos Evangelhos, é decorrente da possível contextualização com o tempo em que viveram ou, que foram registrados pela história da religião cristã.
Mas quem foi Maria Madalena? Pela tradição, foi descrita como uma mulher sensual e pecadora, e que, apesar disto, mereceu estar próxima a Jesus. Pouco se sabe sobre ela. Talvez saibamos mais pelo que foi dito sobre ela do que pelo que foi escrito e, como disse acima, pelo estudo da história e dos costumes sociais judaicos do primeiro século podemos ter algumas luzes.
A tradição católica, a partir do final do século 6, fundiu as personagens femininas não nominadas (isto é, sem referência familiar) numa única: Maria Madalena. Assim, ela foi tida como aquela que foi salva do apedrejamento reservado às mulheres pegas em adultério (João 8:3-11), como a da pecadora que ungiu os pés de Jesus (Lucas 7:36-39) e como a mulher que derrama óleo perfumado sobre sua cabeça (Mateus 26:6-7). Os Evangelhos em nenhum momento afirmam que essas mulheres eram a Madalena.
Sabemos que Maria Madalena tinha esse nome por ser originária de uma vila de pescadores conhecida por Magdala, daí seu nome, Madalena. Ela era uma mulher que tinha um nome próprio, isto é, não relacionado à família, irmão, ou marido, e que segundo o estudioso André Chevitarese, da UFRJ, possivelmente tinha recursos e uma vida independente, o que não era comum às mulheres da época. Talvez sua independência gerasse preconceitos num mundo essencialmente masculino. Já a falta de um nome relacionado com um homem, fosse irmão, marido ou pai, era fatal.
A interpretação bíblica de maior evidência à condição pecadora de Maria Madalena é a expulsão dos “sete demônios” que Jesus fez de seu corpo. No grego, a palavra demônio não tem a mesma conotação que temos hoje. Ela está relacionada a um verbo – “arremessar para longe”. Possivelmente Jesus, com seu respeito e amor, a afasta dos problemas sociais e conseqüentes efeitos psicológicos, emocionais e espirituais que sofria por ser independente, sem referências familiares e de outras decorrências da sua condição feminina. Lamentavelmente não foi essa a associação feita aos “demônios”. A tradição católica logo associou os sete demônios aos sete pecados capitais, sendo um deles a luxúria. Foi o que a relacionou à prostituição.
É a partir desse episódio que Maria Madalena passa a integrar o grupo de mulheres que seguiam Jesus, juntamente com os discípulos, desde a Galiléia. O destaque a ela nos Evangelhos leva-nos a acreditar que Jesus tinha um carinho especial por ela, certamente por reconhecer sua fragilidade e carência. Ela é uma das poucas citadas nos textos, e é ela que está, juntamente com Maria, mãe de Jesus, aos pés da cruz. Aliás, Maria Madalena aparece em momentos especialmente nobres da narrativa evangélica: na morte e na ressurreição de Jesus.
É evidente o amor de Madalena por Jesus, e este o retribui de forma inigualável: na ocasião da ressurreição, é a ela que se dirige por primeiro (Marcos 16:9). Imagino o encontro de Jesus e Madalena (em João 20:11-18): Jesus a chama pelo nome, e Maria o chama de meu Mestre (Rabbuni). O coração de Madalena deve ter pulado para fora da boca. Ele, o que a amou mais do que ninguém, estava vivo e diante dela, só dela. E é, então, a “mulher dos sete demônios” que sai para anunciar que aquele que estava morto ressuscitou.
Em Maria Madalena podemos ver a situação de tantas mulheres que, em algumas sociedades, só são consideradas se estiverem relacionadas a nomes de famílias, se forem casadas, não importando em que condições. Mulheres que são privadas de exercerem cargos ou funções na sociedade, e que, por serem mulheres, estão destinadas a salários inferiores.
Em Maria Madalena podemos ver a capacidade de amar e a fidelidade desse amor. Amor reconhecido e retribuído por seu mestre, amigo, Jesus. E podemos perceber a capacidade regeneradora do amor. Por ele, a que vivia numa sociedade de poucas simpatias às mulheres não casadas e independentes, encontra a possibilidade de reintegração numa comunidade, vence seus problemas decorrentes do isolamento e do preconceito, realizando-se no amor.
Maria Madalena é portadora de uma das maiores heranças deixada por Jesus. Maior do que qualquer descendência sugerida pelos livros que ocupam as prateleiras das livrarias. Madalena representa a tolerância, o respeito, fruto do verdadeiro amor. Quer maior herança do que esta?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Mateus 25.6
6 de Agosto
"Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí ao seu encontro." Mateus 25.6
Quem espera a vinda de Jesus com ansiedade e alegria são os renascidos. Podemos resumir em três palavras-chave os gloriosos frutos do renascimento: salvação, plenitude, espera. Salvo do pecado, livre de Satanás, da morte e do juízo. Cheio do Espírito Santo. E o cristão verdadeiro também tem uma esperança viva pela vinda de Jesus. Sabemos que a vinda de Jesus está próxima. Ele pode vir a qualquer momento, pois Ele mesmo disse: "Ora, ao começarem estas cousas a suceder, exultai e erguei as vossas cabeças; porque a vossa redenção se aproxima". Com a expressão "estas cousas" Jesus se referiu aos sinais dos tempos, especialmente Israel. E de fato vemos que em todas as nações pessoas renascidas levantam seus olhos esperançosos para o alto, e em espírito dizem: "Amém, sim, vem, Senhor Jesus!" Vivemos numa época extraordinária em que as profecias bíblicas se cumprem diante dos nossos olhos. Por isso aguardamos o Senhor a qualquer momento. Você espera com alegria por Ele? Está preparado? "O Espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem".
Que DEUS abencoe a todos.
"Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí ao seu encontro." Mateus 25.6
Quem espera a vinda de Jesus com ansiedade e alegria são os renascidos. Podemos resumir em três palavras-chave os gloriosos frutos do renascimento: salvação, plenitude, espera. Salvo do pecado, livre de Satanás, da morte e do juízo. Cheio do Espírito Santo. E o cristão verdadeiro também tem uma esperança viva pela vinda de Jesus. Sabemos que a vinda de Jesus está próxima. Ele pode vir a qualquer momento, pois Ele mesmo disse: "Ora, ao começarem estas cousas a suceder, exultai e erguei as vossas cabeças; porque a vossa redenção se aproxima". Com a expressão "estas cousas" Jesus se referiu aos sinais dos tempos, especialmente Israel. E de fato vemos que em todas as nações pessoas renascidas levantam seus olhos esperançosos para o alto, e em espírito dizem: "Amém, sim, vem, Senhor Jesus!" Vivemos numa época extraordinária em que as profecias bíblicas se cumprem diante dos nossos olhos. Por isso aguardamos o Senhor a qualquer momento. Você espera com alegria por Ele? Está preparado? "O Espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem".
Que DEUS abencoe a todos.
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Mateus 25.6
Apocalipse 2:4; Lucas 13:29-30
Quinta-feira 6 Agosto
Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor.
E virão do Oriente, e do Ocidente, e do Norte, e do Sul e assentar-se-ão à mesa no Reino de Deus. E eis que derradeiros há que serão os primeiros; e primeiros há que serão os derradeiros (Apocalipse 2:4; Lucas 13:29-30).
QUEM SERÃO OS PRIMEIROS?
Um missionário que voltara do Sudão compartilhou as seguintes experiências:
“Minha mulher e eu tínhamos ouvido falar de uma tribo sudanesa, os anuaks, na fronteira com a Etiópia, que ainda não havia sido alcançada pelo Evangelho. Há dez anos isso era um motivo de oração para nós.
Em 1997, ameaçada pela guerra civil, essa população encontrou refúgio na Etiópia, onde muitos tiveram a oportunidade de ouvir o Evangelho e se converter à fé cristã. Quando voltaram ao Sudão, a fé deles se fortaleceu e um membro da tribo sentiu o desejo de construir ali um local para anunciar o Evangelho. No momento em que pudemos visitá-los, em janeiro de 1999, quinhentos anuaks tinham sido batizados na semana anterior, e eles me convidaram a lhes explicar a Palavra. O lugar ficou apinhado de pessoas sentadas em troncos de árvores que serviam de bancos. Todos estavam atentos e desejosos de ouvir a mensagem, só tínhamos a luz de uma pequena vela que iluminava a Bíblia do pregador. Depois, com minha esposa, ensinamos um cântico cujo refrão memorizaram rapidamente: ‘Jesus me ama, Ele é amor.’”
Que contraste com muitas congregações que sempre têm as cadeiras vazias! O fervor do primeiro amor dos anuaks é comovente. Querido leitor, você abandonou seu primeiro amor? Seu desejo de ouvir a Palavra de Deus é ardente ou ela se tornou mais uma obrigação tediosa em sua vida? A mensagem de Deus ainda faz sentido para você?
Que DEUS abençoe a todos.
Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor.
E virão do Oriente, e do Ocidente, e do Norte, e do Sul e assentar-se-ão à mesa no Reino de Deus. E eis que derradeiros há que serão os primeiros; e primeiros há que serão os derradeiros (Apocalipse 2:4; Lucas 13:29-30).
QUEM SERÃO OS PRIMEIROS?
Um missionário que voltara do Sudão compartilhou as seguintes experiências:
“Minha mulher e eu tínhamos ouvido falar de uma tribo sudanesa, os anuaks, na fronteira com a Etiópia, que ainda não havia sido alcançada pelo Evangelho. Há dez anos isso era um motivo de oração para nós.
Em 1997, ameaçada pela guerra civil, essa população encontrou refúgio na Etiópia, onde muitos tiveram a oportunidade de ouvir o Evangelho e se converter à fé cristã. Quando voltaram ao Sudão, a fé deles se fortaleceu e um membro da tribo sentiu o desejo de construir ali um local para anunciar o Evangelho. No momento em que pudemos visitá-los, em janeiro de 1999, quinhentos anuaks tinham sido batizados na semana anterior, e eles me convidaram a lhes explicar a Palavra. O lugar ficou apinhado de pessoas sentadas em troncos de árvores que serviam de bancos. Todos estavam atentos e desejosos de ouvir a mensagem, só tínhamos a luz de uma pequena vela que iluminava a Bíblia do pregador. Depois, com minha esposa, ensinamos um cântico cujo refrão memorizaram rapidamente: ‘Jesus me ama, Ele é amor.’”
Que contraste com muitas congregações que sempre têm as cadeiras vazias! O fervor do primeiro amor dos anuaks é comovente. Querido leitor, você abandonou seu primeiro amor? Seu desejo de ouvir a Palavra de Deus é ardente ou ela se tornou mais uma obrigação tediosa em sua vida? A mensagem de Deus ainda faz sentido para você?
Que DEUS abençoe a todos.
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Deuteronômio 10:14
6 de agosto Quinta
Trabalho e Estudo
Eis que os Céus e os céus dos Céus são do Senhor, teu Deus, a Terra e tudo o que nela há. Deuteronômio 10:14
Em si mesma a beleza da natureza afasta a mente do pecado e das atrações mundanas, e a leva à pureza, à paz, e a Deus. Por essa razão, o cultivo do terreno é bom trabalho para as crianças e os jovens. Leva-os ao contato direto com a natureza e com o Deus da natureza. E, para que possam ter essa vantagem, deve haver, tanto quanto possível, em conexão com nossas escolas, grandes jardins e vastas terras para cultura.
Na escola que aqui é iniciada em Cooranbong [Austrália], procuramos ter verdadeiro êxito nos ramos agrícolas, combinados com um estudo das ciências. Pretendemos que este lugar seja um centro, do qual irradie a luz, precioso conhecimento avançado que resulte em serem trabalhadas terras incultas, de modo que montanhas e vales floresçam como a rosa. Tanto para as crianças como para os homens, o trabalho combinado com o esforço mental darão a espécie certa de educação completa. O cultivo da mente trará tato e novos incentivos para o cultivo do solo.
Bem, a escola fez um excelente começo. Os alunos estão aprendendo a plantar árvores, morangos, etc.; a conservar cada pedacinho e fibra das raízes desembaraçadas para lhes dar oportunidade de crescerem. Não é essa uma lição muito preciosa sobre a maneira de tratar a mente humana, bem como o corpo? Não embaraçar nenhum dos órgãos do corpo, mas lhes dar plena condição para desempenhar o seu trabalho? [...]
Devemos trabalhar no solo com alegria, esperança e gratidão, crendo que a terra conserva em seu seio ricas provisões para o fiel obreiro entesourar, mais ricas que ouro ou prata. [...] Com um cultivo próprio e inteligente, cederá a terra seus tesouros para o benefício do homem. [...]
O cultivo de nossas terras requer o exercício de todas as energias do cérebro e tato que possuímos. As terras ao nosso redor testificam da indolência do homem. Esperamos despertar para a ação os sentidos adormecidos. Esperamos ver fazendeiros inteligentes, que sejam recompensados por seu ardoroso labor. A mão e o coração devem cooperar, pondo em ação planos novos e sensatos no cultivo do solo.
Que DEUS abençoe a todos.
Trabalho e Estudo
Eis que os Céus e os céus dos Céus são do Senhor, teu Deus, a Terra e tudo o que nela há. Deuteronômio 10:14
Em si mesma a beleza da natureza afasta a mente do pecado e das atrações mundanas, e a leva à pureza, à paz, e a Deus. Por essa razão, o cultivo do terreno é bom trabalho para as crianças e os jovens. Leva-os ao contato direto com a natureza e com o Deus da natureza. E, para que possam ter essa vantagem, deve haver, tanto quanto possível, em conexão com nossas escolas, grandes jardins e vastas terras para cultura.
Na escola que aqui é iniciada em Cooranbong [Austrália], procuramos ter verdadeiro êxito nos ramos agrícolas, combinados com um estudo das ciências. Pretendemos que este lugar seja um centro, do qual irradie a luz, precioso conhecimento avançado que resulte em serem trabalhadas terras incultas, de modo que montanhas e vales floresçam como a rosa. Tanto para as crianças como para os homens, o trabalho combinado com o esforço mental darão a espécie certa de educação completa. O cultivo da mente trará tato e novos incentivos para o cultivo do solo.
Bem, a escola fez um excelente começo. Os alunos estão aprendendo a plantar árvores, morangos, etc.; a conservar cada pedacinho e fibra das raízes desembaraçadas para lhes dar oportunidade de crescerem. Não é essa uma lição muito preciosa sobre a maneira de tratar a mente humana, bem como o corpo? Não embaraçar nenhum dos órgãos do corpo, mas lhes dar plena condição para desempenhar o seu trabalho? [...]
Devemos trabalhar no solo com alegria, esperança e gratidão, crendo que a terra conserva em seu seio ricas provisões para o fiel obreiro entesourar, mais ricas que ouro ou prata. [...] Com um cultivo próprio e inteligente, cederá a terra seus tesouros para o benefício do homem. [...]
O cultivo de nossas terras requer o exercício de todas as energias do cérebro e tato que possuímos. As terras ao nosso redor testificam da indolência do homem. Esperamos despertar para a ação os sentidos adormecidos. Esperamos ver fazendeiros inteligentes, que sejam recompensados por seu ardoroso labor. A mão e o coração devem cooperar, pondo em ação planos novos e sensatos no cultivo do solo.
Que DEUS abençoe a todos.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
A QUINTA PALAVRA DE JESUS
"O texto para a mensagem de hoje está no Evangelho segundo São João 19:28 e 29: "Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede! Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissope, lhe chegaram à boca."
Esta palestra faz parte de uma série sobre os momentos finais da vida Jesus antes de entregar Sua vida no Calvário. Lá podemos vê-Lo orando pelos Seus inimigos, prometendo vida ao pecador penitente, fazendo provisão para o futuro de Sua mãe e clamando ao Pai em meio às sombras do abandono.
No texto bíblico acima, percebemos que Ele não tem muito tempo mais de vida. As sombras que envolviam o Calvário desapareceram e a luz do sol começa a brilhar novamente. De repente ouvimos Seu lamento: "Tenho sede" e os soldados colocam um pouco de vinagre em Seus lábios.
Por que você acha que o Deus Todo-Poderoso, Criador dos Céus e da Terra e de todas as fontes das águas, pede de beber à pobre criatura humana? O que há por trás desse clamor?
É preciso entender primeiro que a morte de cruz era uma morte maldosa, cruel e sanguinária, preparada para os piores marginais. E quando falo de marginais, por favor, não pensem nos outros. Hoje eu peço que Deus me ajude a enxergar-me a mim mesmo, porque quem merecia morrer naquela cruz era eu. A Bíblia é bem clara em dizer que "o salário do pecado é a morte". Quem peca merece morrer. E quando volto os meus olhos para a história de minha vida, não tenho muita coisa boa para apresentar a Deus. Não se trata somente do que fiz, mas também do que não fiz. Por tudo isso, quem merecia morrer na cruz do Calvário, era eu, não Jesus. Mas Ele me amou tanto que deixou Sua glória celeste e veio a este mundo ocupar meu lugar e morrer por mim.
Por que, você crê que o Deus do Universo, Criador de todas as fontes, morre numa cruz miserável, suplicando por um pouco de água? Aqui está escrito com sangue o maravilhoso amor de Deus pela raça humana. Para entender isto, é preciso saber que o que Deus mais quer é viver em comunhão com o ser humano. Mas o homem sempre viveu fugindo e escondendo-se da presença de seu Criador. Assim foi desde o Éden. Quando Deus chegou ao jardim àquela tarde, o que mais doeu em Seu coração, não foi o fato de ver um fruto comido. O que partiu Seu coração foi o fato de que seu filho não corria mais aos Seus braços como das outras vezes. O filho querido agora tinha medo do Pai e se escondia.
O inimigo de Deus, de alguma maneira quer colocar na mente dos homens a idéia de que Deus é mau, castigador e vingativo; de que Deus está sentado em Seu trono com uma vara na mão, olhando para a terra, para ver quem é que se porta mal para castigá-lo. Dessa maneira, você começa a ficar com medo de Deus e passa a servi-Lo por temor. E pensa assim: "Se eu não me portar bem, Deus me castiga. Se eu não me portar bem, Ele vai levar meus négocios à falência, ou, meu filho pode sofrer um acidente. Então, tenho que me portar bem". E a gargalhada de satanás é ouvida no Universo inteiro porque se ele não puder levar você a viver uma vida completamente errada e distante de Deus, vai fazê-lo servir a Deus por medo, porque para o diabo viver longe de Deus, ou servi-Lo por medo é a mesma coisa. Por isso, desde o Éden ele colocou medo no ser humano. "Pequei, falhei, desobedeci, comi o fruto que Deus disse que era pra não comer, então tenho que me esconder para que Deus não me mate". E Adão e Eva se esconderam.
Querido, Deus não pode suportar que Seus filhos vivam longe dEle. Ele nos criou para viver uma vida maravilhosa de comunhão com Ele. Não pode suportar que Seus filhos corram dEle apavorados. Mas o que acontece? O inimigo colocou o medo na mente humana. O Pai vem, e o filho foge. O Criador se apresenta, e a criatura se esconde. O Pai quer abraçar, e o filho entra em pânico. O que fazer então para que o Deus eterno possa viver novamente em comunhão com o ser humano? É preciso que Deus se faça homem para alcançar o homem porque como Deus, não pode; o ser humano não quer, não aceita, tem medo, se esconde, foge. E aí vem o amor maravilhoso de Deus. Na pessoa de Jesus Cristo, Deus torna-Se homem como você e eu para alcançar-nos, para que nunca tenhamos a desculpa para dizer que Deus não pode nos compreender porque Ele é divino e nós somos humanos.
Quando Jesus exclamou na cruz do Calvário: "Tenho sede", estava expressando a Sua humanidade plena. Aí podemos ver Deus feito homem, plenamente homem ao ponto de ter sede.
Meu amigo, Deus se fez homem e na cruz do Calvário sentiu-Se abandonado por Seus melhores amigos e traído pelos seres que mais amava. Então hoje Ele pode dizer: "Filho, eu compreendo quando você é traído pelos seres que você mais ama. Quando você se sente rejeitado, abandonado e sozinho no mundo, Eu o compreendo porque me fiz homem para entender você". Quando você se sente injustiçado, ou condenado injustamente, Ele o olha e diz: "Eu o compreendo, olhe-Me pregado nesta cruz. Que mal Eu fiz? Mas estou aqui injustamente para que você nunca diga que Eu não sou capaz de compreendê-lo quando as pessoas cometem injustiça com você".
Será que você é alguém que por algum motivo não conheceu seu pai? Estou pregando neste momento para uma pessoa que, porque não conheceu seu pai cresceu revoltado com a vida? Os vizinhos falavam e diziam que seu nascimento era meio suspeito? Quero que pense em Jesus. Quando a virgem Maria se apresentou em seu bairro e disse: Estou grávida, mas este Filho é fruto do Espírito Santo. As pessoas não eram diferentes das de hoje. Imagine se sua filha se apresentasse amanhã no bairro e dissesse: Estou grávida, mas este filho é do Espírito Santo. Que pensariam as pessoas? Naquele tempo era igual. Jesus sabe o que é sentir-se condenado pela sociedade, porque as coisas não estavam muito claras em relação ao Seu nascimento.
Você se sente incompreendido? Jesus Se fez homem para poder alcançar você, para poder entendê-lo. Pregado na cruz Ele soube o que era a dor física e emocional. Por isso, se você está numa cadeira de rodas sem poder mexer-se, ou ir aonde quiser, saiba que Jesus foi pregado na cruz e sabe como você se sente. Você está no hospital sofrendo dores terríveis por causa desse câncer que está devorando a sua vida? Você não tem o direito de pensar que Deus se esqueceu de você, porque Ele se fez homem e na cruz soube o que é a dor física, o que é ter sede e ser caçoado. Já cuspiram em seu rosto? Cuspiram no de Jesus. Já cravaram uma coroa de espinhos em sua fronte? Fizeram isso com Jesus. Por que Ele não entenderia você? Por que não poderia entender a luta terrível que você está tendo em seu coração neste momento? Por que não poderia compreender os traumas e complexos que você carrega desde criança?
Quando Jesus disse: "Tenho sede", estava revelando Sua humanidade. Fez-Se homem para alcançar-me. Por quê? Às vezes olho para cima e penso: Meu Deus, quanto eu valho? Quanto eu significo para Ti, que deixaste tudo e vieste a este mundo? Que coisa há dentro de mim que valha tanto? E Jesus diz: "Não sei. O que sei é que você é a coisa mais linda que tenho nesta vida".
Um dia, Jesus foi a uma cidade chamada Samaria para procurar uma prostituta. A Bíblia nem sequer dá o nome desta mulher, simplesmente a chama de mulher samaritana. O texto Bíblico diz que Jesus assentou-se perto do poço, cansado da viagem para esperar aquela mulher. Deus não se cansa nem se fatiga. Por que Jesus se cansou? Ele se fez homem para alcançar o ser humano. A que ser humano? A uma senhora ilustre da sociedade? A uma Madre Tereza de Calcutá que viveu uma vida de inspiração e morreu fazendo tanta coisa linda em favor da humanidade? A um Betinho que consumiu sua vida tentando solucionar o problema da fome deste país?
Se fosse para esperar um ser humano tão maravilhoso como estes que acabo de mencionar, até que daria para entender, mas sabe, Jesus Se fez homem e Se cansou, para esperar uma prostituta, uma mulher que não tinha respeito pelo seu próprio corpo, e na perspectiva humana, não tinha muito valor.
Agora me diga uma coisa: Será que você tem o direito de pensar que para você não há saída? Se Jesus deixou tudo para se cansar, ter sede e morrer como um marginal, pregado na cruz, o teria feito se você não valesse a pena? Você acha que tem o direito de pensar que não há saída para seu caso porque está afundado no mundo das drogas? Acha que tem o direito de pensar que Jesus não o ama porque você é um pobre alcóolatra sem respeito próprio, amarrado e aprisionado a uma garrafa de cachaça? Acha que tem o direito de pensar que Deus não o ama porque você tem um vício do qual não pode se libertar?
Querido, Jesus deixou tudo e veio morrer neste mundo porque você é importante. Do jeito que você é, com esse caráter horrível que você tem, com esse temperamento mau que você carrega, com esse egoísmo, próprio da humanidade, com os vícios que o amarram, com os sentimentos que o perturbam, com os complexos que o atormentam, você é a coisa mais linda que Jesus tem nesta vida.
É por isso que Ele morre na cruz; é por isso que o Deus criador de todas as fontes pede de beber.
Outro ponto importante desta mensagem é que a morte de Cristo na cruz não deve encher nosso coração de tristeza, mas de esperança. Sabe por quê? Porque o clamor "Tenho sede" não foi somente o grito da necessidade humana de Cristo, mas também foi o grito da vitória. Vou explicar o que estou dizendo.
Um atleta que participa de uma corrida e que está com os olhos fixos na meta, não se lembra da dor nem da sede. Somente quando atinge seu objetivo é que as necessidades físicas passam a ter importância. O atleta só bebe um copo de água quando chega ao alvo. Amigos queridos, na cruz do Calvário, Jesus tinha uma meta: salvar o ser humano. E Jesus superou a dor, a fome e a sede. Superou tudo para conquistar a meta. O fato de Jesus lembrar-Se que estava com sede, me diz uma coisa: Jesus tinha completado a Sua missão.
Quando Ele disse "Tenho sede", queria dizer, "já fiz tudo o que era preciso para salvar o homem. Consegui meu objetivo, alcancei a meta. Agora dê-me água, porque cheguei ao alvo, terminei o que tinha de ser terminado". Sabe o que quer dizer isso? Que a sua vitória já está garantida; que a sua salvação é um fato concreto; que seus erros passados já foram pagos na cruz do Calvário; que o inimigo não tem mais o direito de atormentá-lo por causa de sua vida passada. Sabe o que quer dizer isso? Que a próxima vez que o inimigo, através de sua consciência, quiser atormentá-lo, você tem todo o direito de dizer: "Você não tem mais motivo para me atormentar porque, é verdade, pequei, mereço a morte; mas a dívida da minha culpa foi paga na cruz". Ninguém hoje tem o direito de ficar aí triste, pensando que não há solução.
Ao longo de minha vida tenho visto homens e mulheres de todos os tipos. Conheço prostitutas que deixaram o prostíbulo, correram aos braços de Jesus, e hoje são senhoras extraordinárias. Conheço homossexuais perdidos e acabados, que um dia caíram aos pés da cruz e disseram: "Senhor, estou perdido, confuso. Faz um milagre em mim", e poderia apresentá-los hoje vitoriosos, príncipes no Reino de Deus, perdoados e transformados.
Conheço ateus que não queriam saber de Deus; caçoavam e riam dEle, mas no íntimo eram vazios e angustiados. Um dia, porém, caíram aos pés da cruz e hoje poderia apresentá-los, pregando o evangelho de Jesus. Conheço lares completamente desfeitos, filhos para um lado, pais para outro, esposa e esposo numa guerra de nervos, mas que um dia o evangelho os alcançou e então caíram aos pés da cruz e hoje poderia apresentá-los unidos no amor maravilhoso de Jesus.
Não conheço uma pessoa que tenha ido a Jesus levando sua vida como estava e que tivesse voltado desapontada, porque quando Jesus disse "Tenho sede", estava dizendo que tudo o que era necessário fazer para salvar o ser humano, já estava feito. Agora é só uma questão de decidir.
Olhe para montanha e veja o Deus eterno, morrendo por você. Olhe Seu rosto cansado e sangrando. Mas olhe o brilho de Seus olhos. Ele acredita em você. Ele o espera com os braços abertos em forma de cruz. Por que não abrir o coração e dizer: "Senhor, Te aceito como meu Deus e o meu Salvador".
ORAÇÃO
Pai querido, às vezes é muito difícil entender Teu amor. Mas o que seria de nós se não tivesses nos amado ao ponto de fazer-Te homem na pessoa de Jesus para poder alcançar-nos? Por favor, Te suplico neste momento por tanta gente que sofre, que passa noites sem dormir, que se sente sem forças para seguir lutando. Toma-os em Teus braços de amor e abençoa-os, em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
Esta palestra faz parte de uma série sobre os momentos finais da vida Jesus antes de entregar Sua vida no Calvário. Lá podemos vê-Lo orando pelos Seus inimigos, prometendo vida ao pecador penitente, fazendo provisão para o futuro de Sua mãe e clamando ao Pai em meio às sombras do abandono.
No texto bíblico acima, percebemos que Ele não tem muito tempo mais de vida. As sombras que envolviam o Calvário desapareceram e a luz do sol começa a brilhar novamente. De repente ouvimos Seu lamento: "Tenho sede" e os soldados colocam um pouco de vinagre em Seus lábios.
Por que você acha que o Deus Todo-Poderoso, Criador dos Céus e da Terra e de todas as fontes das águas, pede de beber à pobre criatura humana? O que há por trás desse clamor?
É preciso entender primeiro que a morte de cruz era uma morte maldosa, cruel e sanguinária, preparada para os piores marginais. E quando falo de marginais, por favor, não pensem nos outros. Hoje eu peço que Deus me ajude a enxergar-me a mim mesmo, porque quem merecia morrer naquela cruz era eu. A Bíblia é bem clara em dizer que "o salário do pecado é a morte". Quem peca merece morrer. E quando volto os meus olhos para a história de minha vida, não tenho muita coisa boa para apresentar a Deus. Não se trata somente do que fiz, mas também do que não fiz. Por tudo isso, quem merecia morrer na cruz do Calvário, era eu, não Jesus. Mas Ele me amou tanto que deixou Sua glória celeste e veio a este mundo ocupar meu lugar e morrer por mim.
Por que, você crê que o Deus do Universo, Criador de todas as fontes, morre numa cruz miserável, suplicando por um pouco de água? Aqui está escrito com sangue o maravilhoso amor de Deus pela raça humana. Para entender isto, é preciso saber que o que Deus mais quer é viver em comunhão com o ser humano. Mas o homem sempre viveu fugindo e escondendo-se da presença de seu Criador. Assim foi desde o Éden. Quando Deus chegou ao jardim àquela tarde, o que mais doeu em Seu coração, não foi o fato de ver um fruto comido. O que partiu Seu coração foi o fato de que seu filho não corria mais aos Seus braços como das outras vezes. O filho querido agora tinha medo do Pai e se escondia.
O inimigo de Deus, de alguma maneira quer colocar na mente dos homens a idéia de que Deus é mau, castigador e vingativo; de que Deus está sentado em Seu trono com uma vara na mão, olhando para a terra, para ver quem é que se porta mal para castigá-lo. Dessa maneira, você começa a ficar com medo de Deus e passa a servi-Lo por temor. E pensa assim: "Se eu não me portar bem, Deus me castiga. Se eu não me portar bem, Ele vai levar meus négocios à falência, ou, meu filho pode sofrer um acidente. Então, tenho que me portar bem". E a gargalhada de satanás é ouvida no Universo inteiro porque se ele não puder levar você a viver uma vida completamente errada e distante de Deus, vai fazê-lo servir a Deus por medo, porque para o diabo viver longe de Deus, ou servi-Lo por medo é a mesma coisa. Por isso, desde o Éden ele colocou medo no ser humano. "Pequei, falhei, desobedeci, comi o fruto que Deus disse que era pra não comer, então tenho que me esconder para que Deus não me mate". E Adão e Eva se esconderam.
Querido, Deus não pode suportar que Seus filhos vivam longe dEle. Ele nos criou para viver uma vida maravilhosa de comunhão com Ele. Não pode suportar que Seus filhos corram dEle apavorados. Mas o que acontece? O inimigo colocou o medo na mente humana. O Pai vem, e o filho foge. O Criador se apresenta, e a criatura se esconde. O Pai quer abraçar, e o filho entra em pânico. O que fazer então para que o Deus eterno possa viver novamente em comunhão com o ser humano? É preciso que Deus se faça homem para alcançar o homem porque como Deus, não pode; o ser humano não quer, não aceita, tem medo, se esconde, foge. E aí vem o amor maravilhoso de Deus. Na pessoa de Jesus Cristo, Deus torna-Se homem como você e eu para alcançar-nos, para que nunca tenhamos a desculpa para dizer que Deus não pode nos compreender porque Ele é divino e nós somos humanos.
Quando Jesus exclamou na cruz do Calvário: "Tenho sede", estava expressando a Sua humanidade plena. Aí podemos ver Deus feito homem, plenamente homem ao ponto de ter sede.
Meu amigo, Deus se fez homem e na cruz do Calvário sentiu-Se abandonado por Seus melhores amigos e traído pelos seres que mais amava. Então hoje Ele pode dizer: "Filho, eu compreendo quando você é traído pelos seres que você mais ama. Quando você se sente rejeitado, abandonado e sozinho no mundo, Eu o compreendo porque me fiz homem para entender você". Quando você se sente injustiçado, ou condenado injustamente, Ele o olha e diz: "Eu o compreendo, olhe-Me pregado nesta cruz. Que mal Eu fiz? Mas estou aqui injustamente para que você nunca diga que Eu não sou capaz de compreendê-lo quando as pessoas cometem injustiça com você".
Será que você é alguém que por algum motivo não conheceu seu pai? Estou pregando neste momento para uma pessoa que, porque não conheceu seu pai cresceu revoltado com a vida? Os vizinhos falavam e diziam que seu nascimento era meio suspeito? Quero que pense em Jesus. Quando a virgem Maria se apresentou em seu bairro e disse: Estou grávida, mas este Filho é fruto do Espírito Santo. As pessoas não eram diferentes das de hoje. Imagine se sua filha se apresentasse amanhã no bairro e dissesse: Estou grávida, mas este filho é do Espírito Santo. Que pensariam as pessoas? Naquele tempo era igual. Jesus sabe o que é sentir-se condenado pela sociedade, porque as coisas não estavam muito claras em relação ao Seu nascimento.
Você se sente incompreendido? Jesus Se fez homem para poder alcançar você, para poder entendê-lo. Pregado na cruz Ele soube o que era a dor física e emocional. Por isso, se você está numa cadeira de rodas sem poder mexer-se, ou ir aonde quiser, saiba que Jesus foi pregado na cruz e sabe como você se sente. Você está no hospital sofrendo dores terríveis por causa desse câncer que está devorando a sua vida? Você não tem o direito de pensar que Deus se esqueceu de você, porque Ele se fez homem e na cruz soube o que é a dor física, o que é ter sede e ser caçoado. Já cuspiram em seu rosto? Cuspiram no de Jesus. Já cravaram uma coroa de espinhos em sua fronte? Fizeram isso com Jesus. Por que Ele não entenderia você? Por que não poderia entender a luta terrível que você está tendo em seu coração neste momento? Por que não poderia compreender os traumas e complexos que você carrega desde criança?
Quando Jesus disse: "Tenho sede", estava revelando Sua humanidade. Fez-Se homem para alcançar-me. Por quê? Às vezes olho para cima e penso: Meu Deus, quanto eu valho? Quanto eu significo para Ti, que deixaste tudo e vieste a este mundo? Que coisa há dentro de mim que valha tanto? E Jesus diz: "Não sei. O que sei é que você é a coisa mais linda que tenho nesta vida".
Um dia, Jesus foi a uma cidade chamada Samaria para procurar uma prostituta. A Bíblia nem sequer dá o nome desta mulher, simplesmente a chama de mulher samaritana. O texto Bíblico diz que Jesus assentou-se perto do poço, cansado da viagem para esperar aquela mulher. Deus não se cansa nem se fatiga. Por que Jesus se cansou? Ele se fez homem para alcançar o ser humano. A que ser humano? A uma senhora ilustre da sociedade? A uma Madre Tereza de Calcutá que viveu uma vida de inspiração e morreu fazendo tanta coisa linda em favor da humanidade? A um Betinho que consumiu sua vida tentando solucionar o problema da fome deste país?
Se fosse para esperar um ser humano tão maravilhoso como estes que acabo de mencionar, até que daria para entender, mas sabe, Jesus Se fez homem e Se cansou, para esperar uma prostituta, uma mulher que não tinha respeito pelo seu próprio corpo, e na perspectiva humana, não tinha muito valor.
Agora me diga uma coisa: Será que você tem o direito de pensar que para você não há saída? Se Jesus deixou tudo para se cansar, ter sede e morrer como um marginal, pregado na cruz, o teria feito se você não valesse a pena? Você acha que tem o direito de pensar que não há saída para seu caso porque está afundado no mundo das drogas? Acha que tem o direito de pensar que Jesus não o ama porque você é um pobre alcóolatra sem respeito próprio, amarrado e aprisionado a uma garrafa de cachaça? Acha que tem o direito de pensar que Deus não o ama porque você tem um vício do qual não pode se libertar?
Querido, Jesus deixou tudo e veio morrer neste mundo porque você é importante. Do jeito que você é, com esse caráter horrível que você tem, com esse temperamento mau que você carrega, com esse egoísmo, próprio da humanidade, com os vícios que o amarram, com os sentimentos que o perturbam, com os complexos que o atormentam, você é a coisa mais linda que Jesus tem nesta vida.
É por isso que Ele morre na cruz; é por isso que o Deus criador de todas as fontes pede de beber.
Outro ponto importante desta mensagem é que a morte de Cristo na cruz não deve encher nosso coração de tristeza, mas de esperança. Sabe por quê? Porque o clamor "Tenho sede" não foi somente o grito da necessidade humana de Cristo, mas também foi o grito da vitória. Vou explicar o que estou dizendo.
Um atleta que participa de uma corrida e que está com os olhos fixos na meta, não se lembra da dor nem da sede. Somente quando atinge seu objetivo é que as necessidades físicas passam a ter importância. O atleta só bebe um copo de água quando chega ao alvo. Amigos queridos, na cruz do Calvário, Jesus tinha uma meta: salvar o ser humano. E Jesus superou a dor, a fome e a sede. Superou tudo para conquistar a meta. O fato de Jesus lembrar-Se que estava com sede, me diz uma coisa: Jesus tinha completado a Sua missão.
Quando Ele disse "Tenho sede", queria dizer, "já fiz tudo o que era preciso para salvar o homem. Consegui meu objetivo, alcancei a meta. Agora dê-me água, porque cheguei ao alvo, terminei o que tinha de ser terminado". Sabe o que quer dizer isso? Que a sua vitória já está garantida; que a sua salvação é um fato concreto; que seus erros passados já foram pagos na cruz do Calvário; que o inimigo não tem mais o direito de atormentá-lo por causa de sua vida passada. Sabe o que quer dizer isso? Que a próxima vez que o inimigo, através de sua consciência, quiser atormentá-lo, você tem todo o direito de dizer: "Você não tem mais motivo para me atormentar porque, é verdade, pequei, mereço a morte; mas a dívida da minha culpa foi paga na cruz". Ninguém hoje tem o direito de ficar aí triste, pensando que não há solução.
Ao longo de minha vida tenho visto homens e mulheres de todos os tipos. Conheço prostitutas que deixaram o prostíbulo, correram aos braços de Jesus, e hoje são senhoras extraordinárias. Conheço homossexuais perdidos e acabados, que um dia caíram aos pés da cruz e disseram: "Senhor, estou perdido, confuso. Faz um milagre em mim", e poderia apresentá-los hoje vitoriosos, príncipes no Reino de Deus, perdoados e transformados.
Conheço ateus que não queriam saber de Deus; caçoavam e riam dEle, mas no íntimo eram vazios e angustiados. Um dia, porém, caíram aos pés da cruz e hoje poderia apresentá-los, pregando o evangelho de Jesus. Conheço lares completamente desfeitos, filhos para um lado, pais para outro, esposa e esposo numa guerra de nervos, mas que um dia o evangelho os alcançou e então caíram aos pés da cruz e hoje poderia apresentá-los unidos no amor maravilhoso de Jesus.
Não conheço uma pessoa que tenha ido a Jesus levando sua vida como estava e que tivesse voltado desapontada, porque quando Jesus disse "Tenho sede", estava dizendo que tudo o que era necessário fazer para salvar o ser humano, já estava feito. Agora é só uma questão de decidir.
Olhe para montanha e veja o Deus eterno, morrendo por você. Olhe Seu rosto cansado e sangrando. Mas olhe o brilho de Seus olhos. Ele acredita em você. Ele o espera com os braços abertos em forma de cruz. Por que não abrir o coração e dizer: "Senhor, Te aceito como meu Deus e o meu Salvador".
ORAÇÃO
Pai querido, às vezes é muito difícil entender Teu amor. Mas o que seria de nós se não tivesses nos amado ao ponto de fazer-Te homem na pessoa de Jesus para poder alcançar-nos? Por favor, Te suplico neste momento por tanta gente que sofre, que passa noites sem dormir, que se sente sem forças para seguir lutando. Toma-os em Teus braços de amor e abençoa-os, em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
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A QUINTA PALAVRA DE JESUS
Salmo 90:3, 12
Quarta-feira 5 Agosto
Tu reduzes o homem à destruição; e dizes: Volvei, filhos dos homens.
Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio (Salmo 90:3, 12).
SÓ UM HÍFEN ENTRE DUAS DATAS
As tumbas alinhadas no cemitério da maioria de nossas cidades levam um nome e duas datas mais ou menos próximas: a do nascimento e a do falecimento, e delas mentalmente se faz a subtração. “Puxa, essa mulher tinha a minha idade quando morreu!” Isso impressiona as pessoas. E entre as duas datas há somente um pequeno hífen.
Um dia, o meu e o seu nome estarão gravados na pedra, com a particularidade de que a primeira data começará com o número 1 e a segunda com o 2, porque o pequeno hífen abrangerá o milênio.
O que relata esse curto limite que resume uma existência? Uma espécie de biografia linear que não significa nada para as gerações seguintes? Deve-se interpretar esse hífen como um sinal de “menos”, de aparência desprezível? Ou poderia ser substituído por um “mais” que fala de uma vida útil, bem-sucedida e aprovada por Deus?
Na minha peregrinação na terra só haverá esse pequeno traço retilíneo gravado na lápide, mas minha história estará fielmente registrada na infalível memória do céu. Ou melhor, dessa história será apagado tudo o que o sangue de Jesus Cristo cobriu, tudo o que me envergonha em meu passado e do que me arrependi. Aquilo que o Espírito Santo, pela graça de Deus, produziu em mim permanecerá com um eterno sinal de “mais”.
Que DEUS abençoe a todos.
Tu reduzes o homem à destruição; e dizes: Volvei, filhos dos homens.
Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio (Salmo 90:3, 12).
SÓ UM HÍFEN ENTRE DUAS DATAS
As tumbas alinhadas no cemitério da maioria de nossas cidades levam um nome e duas datas mais ou menos próximas: a do nascimento e a do falecimento, e delas mentalmente se faz a subtração. “Puxa, essa mulher tinha a minha idade quando morreu!” Isso impressiona as pessoas. E entre as duas datas há somente um pequeno hífen.
Um dia, o meu e o seu nome estarão gravados na pedra, com a particularidade de que a primeira data começará com o número 1 e a segunda com o 2, porque o pequeno hífen abrangerá o milênio.
O que relata esse curto limite que resume uma existência? Uma espécie de biografia linear que não significa nada para as gerações seguintes? Deve-se interpretar esse hífen como um sinal de “menos”, de aparência desprezível? Ou poderia ser substituído por um “mais” que fala de uma vida útil, bem-sucedida e aprovada por Deus?
Na minha peregrinação na terra só haverá esse pequeno traço retilíneo gravado na lápide, mas minha história estará fielmente registrada na infalível memória do céu. Ou melhor, dessa história será apagado tudo o que o sangue de Jesus Cristo cobriu, tudo o que me envergonha em meu passado e do que me arrependi. Aquilo que o Espírito Santo, pela graça de Deus, produziu em mim permanecerá com um eterno sinal de “mais”.
Que DEUS abençoe a todos.
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12,
Salmo 90:3
1 João 5.4
5 de Agosto
"...E esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé." 1 João 5.4
Quem nasce de novo se torna vitorioso diante de tentação e pecado. Exatamente! Vitória é o glorioso resultado do sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Quando Ele clamou: "Está consumado!", foi vitorioso sobre Satanás, sobre o pecado e sobre a morte. Por isso, todos os que agora estão em Cristo, os renascidos, também são vitoriosos em Jesus. Por isso, quando um filho de Deus é tentado e sente sua fraqueza e impotência, ele não cruza os braços, mas dá graças pela vitória que lhe é dada em Jesus Cristo. Quer dizer que um renascido se torna uma pessoa tão forte? Não, ele é fraco, mas Jesus vive nele. "Cristo em mim", esta é a garantia da vitória no dia-a-dia. O renascimento não é uma invenção teórica, algo irreal, mas um acontecimento poderoso e revolucionário num coração humano! Jesus Cristo, o próprio Deus, faz morada em nossa vida por meio do Seu Espírito. É o próprio Deus que vence através de nós. Por isso, a pessoa que se humilha aos pés da cruz pode jubilar: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... nós que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito".
Que DEUS abençoe a todos.
"...E esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé." 1 João 5.4
Quem nasce de novo se torna vitorioso diante de tentação e pecado. Exatamente! Vitória é o glorioso resultado do sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Quando Ele clamou: "Está consumado!", foi vitorioso sobre Satanás, sobre o pecado e sobre a morte. Por isso, todos os que agora estão em Cristo, os renascidos, também são vitoriosos em Jesus. Por isso, quando um filho de Deus é tentado e sente sua fraqueza e impotência, ele não cruza os braços, mas dá graças pela vitória que lhe é dada em Jesus Cristo. Quer dizer que um renascido se torna uma pessoa tão forte? Não, ele é fraco, mas Jesus vive nele. "Cristo em mim", esta é a garantia da vitória no dia-a-dia. O renascimento não é uma invenção teórica, algo irreal, mas um acontecimento poderoso e revolucionário num coração humano! Jesus Cristo, o próprio Deus, faz morada em nossa vida por meio do Seu Espírito. É o próprio Deus que vence através de nós. Por isso, a pessoa que se humilha aos pés da cruz pode jubilar: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... nós que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito".
Que DEUS abençoe a todos.
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1 João 5.4
terça-feira, 4 de agosto de 2009
A QUARTA PALAVRA DE JESUS
"O texto para a mensagem de hoje está no evangelho segundo São Mateus capítulo 27,versículo 46.
Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lemá sabactâni, que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Ele chama por Elias. E logo um deles correu a buscar uma esponja, e, tendo-a embebido de vinagre e colocado na ponta de um caniço, deu-lhe a beber. Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem salvá-lo." (Mateus 27:46 a 49).
O texto que acabo de ler, relata o momento mais doloroso na vida de Cristo. Pregado na cruz e impossibilitado de se mexer, estava aí pagando o preço de nossa culpa.
"Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Alguns comentadores bíblicos dizem que na agonia, Jesus começou a delirar e não sabia o que estava falando. Outros argumentam que o sofrimento físico era tão grande que aquela exclamação de abandono foi, praticamente, arrancada de seus lábios por causa da dor.
Pessoalmente não concordo com essas duas maneiras de interpretar o clamor de Jesus. Primeiro porque Jesus esteve consciente até o último minuto de sua vida. Tanto assim que depois, Ele disse, "Está completo o trabalho da salvação", "está consumado". Ele estava plenamente consciente, não delirava.
Em segundo lugar: é verdade que o sofrimento físico era terrível, mas mesmo assim em sua mente não existia a menor dúvida de que estava chegando ao sacrifício para salvar aquilo que Ele mais amava neste mundo: o ser humano. Sendo assim, a idéia de salvar o homem sublimava o sofrimento. A expressão de abandono não foi arrancada de seus lábios pela dor, embora a dor física estivesse bem presente na cruz.
Mas então, o que significa aquele clamor de abandono? Pergunto de outra maneira. Pode Deus abandonar seus filhos no momento em que eles mais precisam dEle? E se a vida de Jesus foi uma vida de permanente comunhão com seu Pai, por que Deus O abandonaria na hora mais difícil? Ele não abandonou o povo de Israel quando estava diante do mar vermelho. Não abandonou os três jovens hebreus na fornalha ardente. Não abandonou a Daniel na cova dos leões. Ele promete que nunca nos abandonará, que nunca nos deixará. Ele diz até que uma mãe pode se esquecer do filho que deu à luz, mas Deus nunca se esquecerá de nós. Como é então que, no momento mais crítico, o Pai se esquece de Jesus? Em que sentido Deus se afastou do Filho? Vamos tentar explicar este assunto.
Primeiro: essa expressão "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" é uma expressão que está registrada no Salmo 22, versículo 1. Jesus deve ter aprendido o Salmo 22 quando era criança. De certa maneira, o Salmo 22 era uma profecia do que aconteceria na cruz do calvário. Este Salmo começa assim: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Salmo 22:1)
O versículo 2 apresenta outro clamor de tristeza e solidão do salmista; e o versículo 3 explica:"Contudo tu és santo..."(Salmo 22:3)
Quer dizer que Deus abandonou seu Filho porque Deus é santo? Se você ler Habacuque capítulo 1, versículo 13 talvez entenda melhor o que estou dizendo. Esse verso diz assim: "Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar..." (Habacuque 1:13)
Agora juntemos as peças para formar o quadro. Antes de mais nada, é preciso saber que na cruz do calvário o Senhor Jesus estava pagando o preço do pecado. Do pecado de quem? Do seu, do meu, do pecado de todos os seres humanos de todos os tempos; todos os pecados havidos e por haver, todos os pecados imaginados, todos os pecados acontecidos ao longo da história desde o primeiro pecado de Adão e Eva, até o último pecado que neste momento está sendo cometido. Todos os pecados; os que serão cometidos amanhã e depois de amanhã; todos os pecados de todos os tempos, de todos os homens foram depositados nos ombros do Senhor Jesus quando morreu na cruz. E Habacuque 1:13 disse: "Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar..."( Habacuque 1:13)
Meu amigo, o mais terrível do pecado é a separação que ele provoca entre o Criador e a criatura. O mais terrível do pecado está retratado na cruz. O pecado separou Deus, o Pai, de Deus, o Filho. Os olhos do Pai são tão puros que não podiam contemplar a iniqüidade. "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste"? "Porque tu és santo", é a resposta que Ele mesmo dá. O pior do pecado não é o ato em si, o perverso do pecado é a separação que ele provoca entre Deus e a criatura.
Qual é o conceito que temos do pecado? O que é pecado? Por favor, não me digam que o pecado é a transgressão da lei, porque a Bíblia não diz isso. O que a Bíblia afirma em 1 João 3, verso 4 é o seguinte: "Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei: porque o pecado é a transgressão da lei".(1 João 3:4)
Todo aquele que comete pecado também infringi a lei. Também. Se eu digo: Senhores, eu estou hoje também com paletó, quer dizer que antes de estar com paletó eu estou com camisa, por exemplo. E se o texto bíblico diz: "Todo aquele que comete pecado também infringi a lei", quer dizer que o pecado antes de ser transgressão da lei é outra coisa. O pecado não é somente transgressão da lei. O pecado é algo mais profundo.
Para explicar isto, eu quero convidar-lhes a fazer uma lista de pecados: matar, roubar, mentir, adulterar, cobiçar, desonrar o pai e a mãe, enfim. Nós podemos fazer uma lista enorme de pecados. E o que diriam vocês se eu lhes dissesse que tudo isto, matar, roubar, mentir, adulterar, tudo isto não é pecado? O que me diriam? Pensariam que estou apresentando uma heresia? Então, não o direi. Deixarei que S. Paulo o diga. Aqui na epístola que São Paulo escreveu aos Gálatas no capítulo 5, versículo 19, vejam o que está escrito: "Ora, as obras da carne são conhecidas..." (Gálatas 5:19)
Outras versões da Bíblia dizem: "Porque as obras da carne são manifestas..." Estar no pecado é estar na carne; estar na carne é estar no pecado. E Paulo diz que: o fruto de estar no pecado, os resultados, as consequência são as seguintes. Escutem o que diz em Gálatas 5, versos 19 a 21:
"Ora, as obras da carne são conhecidas, e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissenções, facções, invejas, bebedices, glutonarias..." (Gálatas 5:19 a 21)
Tudo isto, diz Paulo, é o fruto do pecado.
Amigos, entendam bem; o ser humano não é pecador porque mata, não! O ser humano mata porque é pecador. O problema do ser humano não é que matou, e porque matou, se tornou um pecador. Não! O ser humano é um pecador, e porque é um pecador acaba matando, roubando, mentindo, adulterando...
Se o ser humano não fosse um pecador não faria nada disso porque essas são as obras do pecado, os frutos, o resultado do pecado. Mas nós, seres humanos, somos muito superficiais em nossa maneira de encarar a vida. Estamos somente preocupados em não matar, não roubar, não adulterar, não mentir. Estamos somente preocupados em corrigir os frutos, e não o verdadeiro problema do pecado.
Vou fazer uma ilustração. Vamos dizer que eu tivesse um pomar aqui e não quisesse que meu pomar produzisse laranjas. Só que, bem no centro do meu pomar há um pé de laranja. Que deveria fazer para que meu pomar não produzisse laranjas?
Há dois caminhos: o primeiro é pegar um facão e ficar montando guarda dia e noite embaixo do pé de laranja. No momento que aparecer uma laranja, a corto, aparece outra laranja, também a corto. Só que vou descobrir que enquanto estou cortando esta laranja aparecem duas lá em cima; aí subo para cortar essas e enquanto isso aparecem aqui embaixo mais quatro laranjas. Corro para cortar estas e cada vez aparecem mais e mais laranjas; e eu corto aqui, lá e acolá e não acabam nunca; e um dia me canso e digo: é impossível acabar com as laranjas.
Tem muita gente hoje que diz que é impossível guardar os mandamentos de Deus; é impossível viver sem matar, sem roubar, sem mentir, sem adulterar; é impossível. Claro, estamos querendo que o pomar não produza laranjas cortando laranjas? Mas há outra maneira mais inteligente de acabar com as laranjas. Em lugar de estar cortando laranjas, faço o quê? Arranco o pé de laranja. E aí se acabam as laranjas.
Amigos queridos, o pecado é o pé de laranja, e os atos pecaminosos, roubar, matar, mentir, tudo isso, são as laranjas. Nós não podemos concentrar a nossa atenção simplesmente em cortar laranjas, temos que arrancar o pé de laranja. Temos que resolver o problema do pecado; não somente as consequências do problema.
O verdadeiro cristianismo não é apenas casca. O cristianismo não é superficialidade. O cristianismo não é fachada. Jesus não veio para que os homens tivessem uma fachada bonita de homens morais, corretos e bons cidadãos. Jesus veio para transformar o coração, para limpar a mente, para corrigir o pecado de dentro para fora, não simplesmente para corrigir por fora, porque Jesus sabia que transformando o coração e a mente, os hábitos externos também seriam bons.
E agora vem a pergunta: Pastor, e se matar, roubar, mentir, adulterar é fruto do pecado, diga-me então, o que é pecado? É muito simples, se um homem é justo é porque está em Jesus, que é a Pessoa Justiça. Em que momento o ser humano se torna pecador? Quando ele se afasta de Jesus, que é a Pessoa Justiça. O ser humano somente é justo quando está ligado a Jesus, quando está vivendo em comunhão com Ele, vinte e quatro horas por dia com Jesus, em comunhão íntima com Ele. No momento em que o ser humano se afasta de Jesus, se torna um pecador.
Quem é pecador? Pecador é aquele que está separado de Jesus. Porque pecado é separação de Deus. Na cruz, Jesus carregava o pecado de toda humanidade e Ele disse: "Por que me desamparaste?" "Por que não consigo ver? Há uma parede divisória entre mim e ti."
Pecado é isso: separação de Deus. E um homem é pecador porque se afasta de Deus. Mas, existem dois tipos de pecadores: os pecadores que com um pouco de força de vontade não matam, não roubam, não mentem e guardam os dez mandamentos ao pé da letra. Querem um exemplo? O jovem rico. Ele é o típico exemplo do pecador que guardava os dez mandamentos e tinha uma vida moral correta.
Tem muita gente que pensa que porque guarda os mandamentos já está salvo. Queridos, é possível guardar mandamentos e estar completamente perdido. O jovem rico é um exemplo disso.
O outro tipo de pecador é aquele que vive uma vida moralmente errada e quebranta todos os mandamentos de Deus. Quer um exemplo? A Maria Madalena. Mas se eu colocasse diante de você a Maria Madalena e o jovem rico você pensaria que o jovem rico estava salvo e que a Maria Madalena estava perdida. Só que diante de Deus, ambos estavam perdidos porque ambos estavam separados de Deus.
Amigo querido, quando Jesus veio a este mundo, não veio somente para nos ensinar a guardar mandamentos, Ele veio para nos reconciliar com o Pai, para trazer-nos de volta. E o propósito da religião verdadeira e autêntica, é justamente religar. Daí vem a palavra religião. Religião não é vestir a camiseta de uma igreja, não! Religião é voltar à Jesus. Religar-se com Deus. Aprender a viver com Jesus vinte e quatro horas por dia. E o dia que você aprender a viver com Ele verá como sua vida vai ter outra dimensão completamente diferente, e acabará fazendo a vontade de Deus.
Você pode estar perguntando, Pastor, como se pode viver com Jesus vinte e quatro horas por dia? E a que horas a gente come, trabalha ou dorme? Aí está o assunto: cristianismo não é ir à igreja uma vez por semana, no domingo, ou sábado, não! Cristianismo não é simplesmente carregar a Bíblia, para que todo mundo veja, não! Cristianismo não é estudar minha Bíblia de vez em quando. Cristianismo não é somento orar de manhã e orar à noite, não! Isso tudo pode ser uma parte do cristianismo. Mas cristianismo é companheirismo permanente com Jesus vinte e quatro horas por dia.
Levantar com Jesus, escovar os dentes com Jesus, lavar o rosto com Jesus, tomar café da manhã com Jesus, entrar no ônibus com Jesus, ir ao trabalho com Ele, trabalhar com Ele. Comprar, vender com Jesus, estudar com Jesus, namorar com Jesus, entrar e sair da loja com Jesus, assinar o cheque com Jesus, viver vinte e quatro horas por dia com Jesus, chegar à noite, tomar banho, deitar e dormir nos braços de Jesus. Isso é cristianismo.
Agora diga-me algo: Por que você de repente descobre um cristão que vai à igreja, que estuda a Bíblia, mas dá calote em todo mundo? Porque ele nunca entendeu o que é vida cristã; ele pensa que é cristão somente porque se batizou numa igreja.
Por que você encontra por aí um cristão que estuda a Bíblia, mas vive brigando com todo mundo? Por que você acha cristãos que são patrões injustos com seus trabalhadores? Ou empregados negligentes para seus patrões. Por quê? Porque não entendeu o que é a vida cristã. Você acha que se Jesus estivesse ao meu lado, seria desonesto em meus negócios?
Sabe do que está precisando este mundo? De que Jesus entre e revolucione a vida; é de que eu entenda que cristianismo é viver com ele vinte e quatro horas por dia.
Quero que saiba de algo importante: seu problema não é o homossexualismo, nem a droga, nem o caráter. Isso tudo é o fruto de seu problema. O seu problema é que você está longe de Jesus.
Então venha a Jesus, assim como estiver, abra-lhe o coração e entregue-lhe a vida.
ORAÇÃO
Querido Pai, na cruz foi revelado a faceta mais perversa do pecado. Teu querido filho, que por amor a nós assumiu nossas falhas e sentiu a separação que o pecado provoca entre o Criador e a criatura. O resultado é triste, é a solidão, a tristeza e a miséria que consome nosso coração. Mas aqui estamos, suplicando-Te que nos recebas de volta e que habites em nós. Aceita-nos Senhor, em nome de Jesus, amém.
Que DEUS abençoe a todos.
Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lemá sabactâni, que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Ele chama por Elias. E logo um deles correu a buscar uma esponja, e, tendo-a embebido de vinagre e colocado na ponta de um caniço, deu-lhe a beber. Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem salvá-lo." (Mateus 27:46 a 49).
O texto que acabo de ler, relata o momento mais doloroso na vida de Cristo. Pregado na cruz e impossibilitado de se mexer, estava aí pagando o preço de nossa culpa.
"Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Alguns comentadores bíblicos dizem que na agonia, Jesus começou a delirar e não sabia o que estava falando. Outros argumentam que o sofrimento físico era tão grande que aquela exclamação de abandono foi, praticamente, arrancada de seus lábios por causa da dor.
Pessoalmente não concordo com essas duas maneiras de interpretar o clamor de Jesus. Primeiro porque Jesus esteve consciente até o último minuto de sua vida. Tanto assim que depois, Ele disse, "Está completo o trabalho da salvação", "está consumado". Ele estava plenamente consciente, não delirava.
Em segundo lugar: é verdade que o sofrimento físico era terrível, mas mesmo assim em sua mente não existia a menor dúvida de que estava chegando ao sacrifício para salvar aquilo que Ele mais amava neste mundo: o ser humano. Sendo assim, a idéia de salvar o homem sublimava o sofrimento. A expressão de abandono não foi arrancada de seus lábios pela dor, embora a dor física estivesse bem presente na cruz.
Mas então, o que significa aquele clamor de abandono? Pergunto de outra maneira. Pode Deus abandonar seus filhos no momento em que eles mais precisam dEle? E se a vida de Jesus foi uma vida de permanente comunhão com seu Pai, por que Deus O abandonaria na hora mais difícil? Ele não abandonou o povo de Israel quando estava diante do mar vermelho. Não abandonou os três jovens hebreus na fornalha ardente. Não abandonou a Daniel na cova dos leões. Ele promete que nunca nos abandonará, que nunca nos deixará. Ele diz até que uma mãe pode se esquecer do filho que deu à luz, mas Deus nunca se esquecerá de nós. Como é então que, no momento mais crítico, o Pai se esquece de Jesus? Em que sentido Deus se afastou do Filho? Vamos tentar explicar este assunto.
Primeiro: essa expressão "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" é uma expressão que está registrada no Salmo 22, versículo 1. Jesus deve ter aprendido o Salmo 22 quando era criança. De certa maneira, o Salmo 22 era uma profecia do que aconteceria na cruz do calvário. Este Salmo começa assim: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Salmo 22:1)
O versículo 2 apresenta outro clamor de tristeza e solidão do salmista; e o versículo 3 explica:"Contudo tu és santo..."(Salmo 22:3)
Quer dizer que Deus abandonou seu Filho porque Deus é santo? Se você ler Habacuque capítulo 1, versículo 13 talvez entenda melhor o que estou dizendo. Esse verso diz assim: "Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar..." (Habacuque 1:13)
Agora juntemos as peças para formar o quadro. Antes de mais nada, é preciso saber que na cruz do calvário o Senhor Jesus estava pagando o preço do pecado. Do pecado de quem? Do seu, do meu, do pecado de todos os seres humanos de todos os tempos; todos os pecados havidos e por haver, todos os pecados imaginados, todos os pecados acontecidos ao longo da história desde o primeiro pecado de Adão e Eva, até o último pecado que neste momento está sendo cometido. Todos os pecados; os que serão cometidos amanhã e depois de amanhã; todos os pecados de todos os tempos, de todos os homens foram depositados nos ombros do Senhor Jesus quando morreu na cruz. E Habacuque 1:13 disse: "Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar..."( Habacuque 1:13)
Meu amigo, o mais terrível do pecado é a separação que ele provoca entre o Criador e a criatura. O mais terrível do pecado está retratado na cruz. O pecado separou Deus, o Pai, de Deus, o Filho. Os olhos do Pai são tão puros que não podiam contemplar a iniqüidade. "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste"? "Porque tu és santo", é a resposta que Ele mesmo dá. O pior do pecado não é o ato em si, o perverso do pecado é a separação que ele provoca entre Deus e a criatura.
Qual é o conceito que temos do pecado? O que é pecado? Por favor, não me digam que o pecado é a transgressão da lei, porque a Bíblia não diz isso. O que a Bíblia afirma em 1 João 3, verso 4 é o seguinte: "Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei: porque o pecado é a transgressão da lei".(1 João 3:4)
Todo aquele que comete pecado também infringi a lei. Também. Se eu digo: Senhores, eu estou hoje também com paletó, quer dizer que antes de estar com paletó eu estou com camisa, por exemplo. E se o texto bíblico diz: "Todo aquele que comete pecado também infringi a lei", quer dizer que o pecado antes de ser transgressão da lei é outra coisa. O pecado não é somente transgressão da lei. O pecado é algo mais profundo.
Para explicar isto, eu quero convidar-lhes a fazer uma lista de pecados: matar, roubar, mentir, adulterar, cobiçar, desonrar o pai e a mãe, enfim. Nós podemos fazer uma lista enorme de pecados. E o que diriam vocês se eu lhes dissesse que tudo isto, matar, roubar, mentir, adulterar, tudo isto não é pecado? O que me diriam? Pensariam que estou apresentando uma heresia? Então, não o direi. Deixarei que S. Paulo o diga. Aqui na epístola que São Paulo escreveu aos Gálatas no capítulo 5, versículo 19, vejam o que está escrito: "Ora, as obras da carne são conhecidas..." (Gálatas 5:19)
Outras versões da Bíblia dizem: "Porque as obras da carne são manifestas..." Estar no pecado é estar na carne; estar na carne é estar no pecado. E Paulo diz que: o fruto de estar no pecado, os resultados, as consequência são as seguintes. Escutem o que diz em Gálatas 5, versos 19 a 21:
"Ora, as obras da carne são conhecidas, e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissenções, facções, invejas, bebedices, glutonarias..." (Gálatas 5:19 a 21)
Tudo isto, diz Paulo, é o fruto do pecado.
Amigos, entendam bem; o ser humano não é pecador porque mata, não! O ser humano mata porque é pecador. O problema do ser humano não é que matou, e porque matou, se tornou um pecador. Não! O ser humano é um pecador, e porque é um pecador acaba matando, roubando, mentindo, adulterando...
Se o ser humano não fosse um pecador não faria nada disso porque essas são as obras do pecado, os frutos, o resultado do pecado. Mas nós, seres humanos, somos muito superficiais em nossa maneira de encarar a vida. Estamos somente preocupados em não matar, não roubar, não adulterar, não mentir. Estamos somente preocupados em corrigir os frutos, e não o verdadeiro problema do pecado.
Vou fazer uma ilustração. Vamos dizer que eu tivesse um pomar aqui e não quisesse que meu pomar produzisse laranjas. Só que, bem no centro do meu pomar há um pé de laranja. Que deveria fazer para que meu pomar não produzisse laranjas?
Há dois caminhos: o primeiro é pegar um facão e ficar montando guarda dia e noite embaixo do pé de laranja. No momento que aparecer uma laranja, a corto, aparece outra laranja, também a corto. Só que vou descobrir que enquanto estou cortando esta laranja aparecem duas lá em cima; aí subo para cortar essas e enquanto isso aparecem aqui embaixo mais quatro laranjas. Corro para cortar estas e cada vez aparecem mais e mais laranjas; e eu corto aqui, lá e acolá e não acabam nunca; e um dia me canso e digo: é impossível acabar com as laranjas.
Tem muita gente hoje que diz que é impossível guardar os mandamentos de Deus; é impossível viver sem matar, sem roubar, sem mentir, sem adulterar; é impossível. Claro, estamos querendo que o pomar não produza laranjas cortando laranjas? Mas há outra maneira mais inteligente de acabar com as laranjas. Em lugar de estar cortando laranjas, faço o quê? Arranco o pé de laranja. E aí se acabam as laranjas.
Amigos queridos, o pecado é o pé de laranja, e os atos pecaminosos, roubar, matar, mentir, tudo isso, são as laranjas. Nós não podemos concentrar a nossa atenção simplesmente em cortar laranjas, temos que arrancar o pé de laranja. Temos que resolver o problema do pecado; não somente as consequências do problema.
O verdadeiro cristianismo não é apenas casca. O cristianismo não é superficialidade. O cristianismo não é fachada. Jesus não veio para que os homens tivessem uma fachada bonita de homens morais, corretos e bons cidadãos. Jesus veio para transformar o coração, para limpar a mente, para corrigir o pecado de dentro para fora, não simplesmente para corrigir por fora, porque Jesus sabia que transformando o coração e a mente, os hábitos externos também seriam bons.
E agora vem a pergunta: Pastor, e se matar, roubar, mentir, adulterar é fruto do pecado, diga-me então, o que é pecado? É muito simples, se um homem é justo é porque está em Jesus, que é a Pessoa Justiça. Em que momento o ser humano se torna pecador? Quando ele se afasta de Jesus, que é a Pessoa Justiça. O ser humano somente é justo quando está ligado a Jesus, quando está vivendo em comunhão com Ele, vinte e quatro horas por dia com Jesus, em comunhão íntima com Ele. No momento em que o ser humano se afasta de Jesus, se torna um pecador.
Quem é pecador? Pecador é aquele que está separado de Jesus. Porque pecado é separação de Deus. Na cruz, Jesus carregava o pecado de toda humanidade e Ele disse: "Por que me desamparaste?" "Por que não consigo ver? Há uma parede divisória entre mim e ti."
Pecado é isso: separação de Deus. E um homem é pecador porque se afasta de Deus. Mas, existem dois tipos de pecadores: os pecadores que com um pouco de força de vontade não matam, não roubam, não mentem e guardam os dez mandamentos ao pé da letra. Querem um exemplo? O jovem rico. Ele é o típico exemplo do pecador que guardava os dez mandamentos e tinha uma vida moral correta.
Tem muita gente que pensa que porque guarda os mandamentos já está salvo. Queridos, é possível guardar mandamentos e estar completamente perdido. O jovem rico é um exemplo disso.
O outro tipo de pecador é aquele que vive uma vida moralmente errada e quebranta todos os mandamentos de Deus. Quer um exemplo? A Maria Madalena. Mas se eu colocasse diante de você a Maria Madalena e o jovem rico você pensaria que o jovem rico estava salvo e que a Maria Madalena estava perdida. Só que diante de Deus, ambos estavam perdidos porque ambos estavam separados de Deus.
Amigo querido, quando Jesus veio a este mundo, não veio somente para nos ensinar a guardar mandamentos, Ele veio para nos reconciliar com o Pai, para trazer-nos de volta. E o propósito da religião verdadeira e autêntica, é justamente religar. Daí vem a palavra religião. Religião não é vestir a camiseta de uma igreja, não! Religião é voltar à Jesus. Religar-se com Deus. Aprender a viver com Jesus vinte e quatro horas por dia. E o dia que você aprender a viver com Ele verá como sua vida vai ter outra dimensão completamente diferente, e acabará fazendo a vontade de Deus.
Você pode estar perguntando, Pastor, como se pode viver com Jesus vinte e quatro horas por dia? E a que horas a gente come, trabalha ou dorme? Aí está o assunto: cristianismo não é ir à igreja uma vez por semana, no domingo, ou sábado, não! Cristianismo não é simplesmente carregar a Bíblia, para que todo mundo veja, não! Cristianismo não é estudar minha Bíblia de vez em quando. Cristianismo não é somento orar de manhã e orar à noite, não! Isso tudo pode ser uma parte do cristianismo. Mas cristianismo é companheirismo permanente com Jesus vinte e quatro horas por dia.
Levantar com Jesus, escovar os dentes com Jesus, lavar o rosto com Jesus, tomar café da manhã com Jesus, entrar no ônibus com Jesus, ir ao trabalho com Ele, trabalhar com Ele. Comprar, vender com Jesus, estudar com Jesus, namorar com Jesus, entrar e sair da loja com Jesus, assinar o cheque com Jesus, viver vinte e quatro horas por dia com Jesus, chegar à noite, tomar banho, deitar e dormir nos braços de Jesus. Isso é cristianismo.
Agora diga-me algo: Por que você de repente descobre um cristão que vai à igreja, que estuda a Bíblia, mas dá calote em todo mundo? Porque ele nunca entendeu o que é vida cristã; ele pensa que é cristão somente porque se batizou numa igreja.
Por que você encontra por aí um cristão que estuda a Bíblia, mas vive brigando com todo mundo? Por que você acha cristãos que são patrões injustos com seus trabalhadores? Ou empregados negligentes para seus patrões. Por quê? Porque não entendeu o que é a vida cristã. Você acha que se Jesus estivesse ao meu lado, seria desonesto em meus negócios?
Sabe do que está precisando este mundo? De que Jesus entre e revolucione a vida; é de que eu entenda que cristianismo é viver com ele vinte e quatro horas por dia.
Quero que saiba de algo importante: seu problema não é o homossexualismo, nem a droga, nem o caráter. Isso tudo é o fruto de seu problema. O seu problema é que você está longe de Jesus.
Então venha a Jesus, assim como estiver, abra-lhe o coração e entregue-lhe a vida.
ORAÇÃO
Querido Pai, na cruz foi revelado a faceta mais perversa do pecado. Teu querido filho, que por amor a nós assumiu nossas falhas e sentiu a separação que o pecado provoca entre o Criador e a criatura. O resultado é triste, é a solidão, a tristeza e a miséria que consome nosso coração. Mas aqui estamos, suplicando-Te que nos recebas de volta e que habites em nós. Aceita-nos Senhor, em nome de Jesus, amém.
Que DEUS abençoe a todos.
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A QUARTA PALAVRA DE JESUS
Isaías 66:13
Terça-feira 4 Agosto
Como a alguém que sua mãe consola, assim eu vos consolarei (Isaías 66:13).
COMO UMA MÃE“A mão que balança o berço é a que governa o mundo.” Esse ditado inglês enfatiza a importância do papel de uma mãe. O valor de uma pessoa depende muito da educação e cuidados maternos na tenra infância. A atitude da mãe condiciona em parte o comportamento do filho adulto. Ela deve desejar que seu filho se torne uma pessoa justa e reta. Deve ensinar os valores da vida: ternura, verdade, o respeito pelos outros, o sentido do esforço e da perseverança. No entanto, tal ensino se transmite sem que ela perceba, em situações rotineiras, porque a criança “capta” o que existe além das palavras, os sentimentos e as motivações por detrás dos atos. A Escritura reafirma amplamente a influência da mãe no desenvolvimento moral e espiritual dos filhos. Na prática, uma mãe pode mostrar que “o temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Salmo 111:10). Essa sabedoria, cuja fonte é Deus, influi nas palavras e ações da criança.
Antes de tudo, uma mãe cristã deseja que seu filho ou filha receba Jesus Cristo como Salvador e mantenha um relacionamento pessoal com Ele. Ela ora por eles, responde suas perguntas com sábios conselhos e frequentemente os consola e alenta. Não vacila em repreender quando necessário, porque a disciplina é parte da educação. Assim ensina Hebreus 12:5-6: “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por ele, fores repreendido; porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho”. Que nobre tarefa!
Que DEUS abençoe a todos.
Como a alguém que sua mãe consola, assim eu vos consolarei (Isaías 66:13).
COMO UMA MÃE“A mão que balança o berço é a que governa o mundo.” Esse ditado inglês enfatiza a importância do papel de uma mãe. O valor de uma pessoa depende muito da educação e cuidados maternos na tenra infância. A atitude da mãe condiciona em parte o comportamento do filho adulto. Ela deve desejar que seu filho se torne uma pessoa justa e reta. Deve ensinar os valores da vida: ternura, verdade, o respeito pelos outros, o sentido do esforço e da perseverança. No entanto, tal ensino se transmite sem que ela perceba, em situações rotineiras, porque a criança “capta” o que existe além das palavras, os sentimentos e as motivações por detrás dos atos. A Escritura reafirma amplamente a influência da mãe no desenvolvimento moral e espiritual dos filhos. Na prática, uma mãe pode mostrar que “o temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Salmo 111:10). Essa sabedoria, cuja fonte é Deus, influi nas palavras e ações da criança.
Antes de tudo, uma mãe cristã deseja que seu filho ou filha receba Jesus Cristo como Salvador e mantenha um relacionamento pessoal com Ele. Ela ora por eles, responde suas perguntas com sábios conselhos e frequentemente os consola e alenta. Não vacila em repreender quando necessário, porque a disciplina é parte da educação. Assim ensina Hebreus 12:5-6: “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por ele, fores repreendido; porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho”. Que nobre tarefa!
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