2 Coríntios 4.1-15
1 Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2 pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.
3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto,
4 nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus.
6 Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados;
9 perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos;
10 levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.
11 Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.
12 De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida.
13 Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos,
14 sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco.
15 Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus.
2 Coríntios 4:1-15
Como o apóstolo, será que nós já "rejeitamos as cousas que, por vergonhosas, se ocultam"? (v. 2). O coração de Paulo era como um espelho; refletia fielmente ao redor de si cada raio que recebia. E qual era o objeto que brilhava nele e refletia a todos os homens? A "glória de Deus na face de Cristo" (v. 6). Que tesouro era para Paulo esse conhecimento de Cristo na glória! Ele era apenas um vaso de barro que continha esse conhecimento, um vaso pobre, frágil e sem valor próprio. Se o instrumento de Deus se fizesse notar através de brilhantes qualidades humanas, ele chamaria a atenção para si mesmo em detrimento do tesouro que deveria apresentar. Os joalheiros sabem que um estojo muito luxuoso tende a eclipsar a jóia contida nele. Eles expõem suas mais belas jóias sobre um simples veludo preto. Do mesmo modo, o vaso de barro - Paulo - estava atribulado, perplexo, perseguido, abatido, para que o tesouro - a vida de Cristo nele - fosse plenamente manifestado (v. 10). As provas de um crente servem para remover dele qualquer brilho pessoal, a fim de que na vida dele resplandeça apenas a luz de Jesus, o Filho de Deus.
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
2 Coríntios 3.1-18
2 Coríntios 3.1-18
1 Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós?
2 Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,
3 estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,
6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente,
8 como não será de maior glória o ministério do Espírito!
9 Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.
10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.
11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.
12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar.
13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.
14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido.
15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.
16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.
17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
2 Coríntios 3:1-18
Os homens julgavam a doutrina pregada por Paulo observando o comportamento dos coríntios. Eles eram sua vivas "cartas de recomendação", ou melhor, as de Cristo, cujo nome estava escrito em seus corações. Cada cristão é uma "carta de Cristo" que Deus escreve aos que não lêem a Bíblia para que vejam o Evangelho vivido. Mas, infelizmente, muitas dessas cartas estão manchadas ou indecifráveis, em vez de serem conhecidas e lidas por todos os homens (v. 2). Cuidemos, pois, para que não haja nenhum véu sobre o nosso rosto que nos impeça de irradiar o esplendor cristão: o véu das preocupações, do egoísmo, do mundanismo etc. Mas, acima de tudo, cuidemos para que não haja sobre o nosso coração um véu (por exemplo, o de uma má consciência; v. 15) que intercepte os raios que devemos receber de Cristo, o qual é amor e luz. Se escondermos uma pequena planta num lugar escuro, logo ela murchará. Ao contrário, se a colocarmos num lugar onde possa receber normalmente o sol e a chuva, ela crescerá e no tempo adequado estará carregada de frutos. O mesmo acontece com nossa alma. Se ela estiver na presença de Cristo, será gradualmente transformada à semelhança das perfeições morais dAquele a quem contemplamos em Sua Palavra (v. 18).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós?
2 Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,
3 estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,
6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente,
8 como não será de maior glória o ministério do Espírito!
9 Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.
10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.
11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.
12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar.
13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.
14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido.
15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.
16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.
17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
2 Coríntios 3:1-18
Os homens julgavam a doutrina pregada por Paulo observando o comportamento dos coríntios. Eles eram sua vivas "cartas de recomendação", ou melhor, as de Cristo, cujo nome estava escrito em seus corações. Cada cristão é uma "carta de Cristo" que Deus escreve aos que não lêem a Bíblia para que vejam o Evangelho vivido. Mas, infelizmente, muitas dessas cartas estão manchadas ou indecifráveis, em vez de serem conhecidas e lidas por todos os homens (v. 2). Cuidemos, pois, para que não haja nenhum véu sobre o nosso rosto que nos impeça de irradiar o esplendor cristão: o véu das preocupações, do egoísmo, do mundanismo etc. Mas, acima de tudo, cuidemos para que não haja sobre o nosso coração um véu (por exemplo, o de uma má consciência; v. 15) que intercepte os raios que devemos receber de Cristo, o qual é amor e luz. Se escondermos uma pequena planta num lugar escuro, logo ela murchará. Ao contrário, se a colocarmos num lugar onde possa receber normalmente o sol e a chuva, ela crescerá e no tempo adequado estará carregada de frutos. O mesmo acontece com nossa alma. Se ela estiver na presença de Cristo, será gradualmente transformada à semelhança das perfeições morais dAquele a quem contemplamos em Sua Palavra (v. 18).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Crônicas 21:1-13
1 Crônicas 21:113
1 ENTÃO Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel.
2 E disse Davi a Joabe e aos maiorais do povo: Ide, numerai a Israel, desde Berseba até Dã; e trazei-me a conta para que saiba o número deles.
3 Então disse Joabe: O Senhor acrescente ao seu povo cem vezes tanto como é; porventura, ó rei meu senhor, não são todos servos de meu senhor? Por que procura isto o meu senhor? Porque seria isto causa de delito para com Israel.
4 Porém a palavra do rei prevaleceu contra Joabe; por isso saiu Joabe, e passou por todo o Israel; então voltou para Jerusalém.
5 E Joabe deu a Davi a soma do número do povo; e era todo o Israel um milhão e cem mil homens, dos que arrancavam da espada; e de Judá quatrocentos e setenta mil homens, dos que arrancavam da espada.
6 Porém os de Levi e Benjamim não contou entre eles, porque a palavra do rei foi abominável a Joabe.
7 E este negócio também pareceu mau aos olhos de Deus; por isso feriu a Israel.
8 Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer este negócio; porém agora sê servido tirar a iniqüidade de teu servo, porque procedi mui loucamente.
9 Falou, pois, o Senhor a Gade, o vidente de Davi, dizendo:
10 Vai, e fala a Davi, dizendo: Assim diz o Senhor: Três coisas te proponho; escolhe uma delas, para que eu ta faça.
11 E Gade veio a Davi, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Escolhe para ti,
12 Ou três anos de fome, ou que três meses sejas consumido diante dos teus adversários, e a espada de teus inimigos te alcance, ou que três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra, e o anjo do Senhor destrua todos os termos de Israel; vê, pois, agora, que resposta hei de levar a quem me enviou.
13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque são muitíssimas as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens.
1 Crônicas 21:1-13
Ficamos imaginando a razão de Deus, que não mencionou os pecados anteriores de Davi, ter relembrado o pecado da contagem do povo. Davi agora é um fraco reflexo dAquele de quem o rei se separou, e esse pecado nos mostra antes de tudo essa distância. Era necessário que Israel não confundisse o Messias mesmo com o maior de seus reis. O Filho de Davi era ao mesmo tempo o Senhor deles (Mateus 22:41-45). Novamente, era preciso explicar a necessidade do castigo divino e da graça que colocaria um ponto final nele. Fora disso essa história não pode ser compreendida. Aqui Davi aparece como um pecador culpado, mesma condição que a minha e a sua. Mas ele conhece o coração de Deus. A resposta dele a Gade é prova disso: “Caia eu, pois, nas mãos do SENHOR, porque são muitíssimas as suas misericórdias” (v. 13). Você já experimentou pessoalmente a compaixão divina? Para expiar nossos pecados, não havia a opção de escolher entre três anos de fome, três meses de guerra ou três dias de pestilência. Mas Cristo, ao tomar nosso lugar, conheceu a plena medida da ira de Deus durante as três horas de trevas na cruz; Ele suportou o castigo que nos estava reservado eternamente.
Que DEUS Abençoe a todos.
1 ENTÃO Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel.
2 E disse Davi a Joabe e aos maiorais do povo: Ide, numerai a Israel, desde Berseba até Dã; e trazei-me a conta para que saiba o número deles.
3 Então disse Joabe: O Senhor acrescente ao seu povo cem vezes tanto como é; porventura, ó rei meu senhor, não são todos servos de meu senhor? Por que procura isto o meu senhor? Porque seria isto causa de delito para com Israel.
4 Porém a palavra do rei prevaleceu contra Joabe; por isso saiu Joabe, e passou por todo o Israel; então voltou para Jerusalém.
5 E Joabe deu a Davi a soma do número do povo; e era todo o Israel um milhão e cem mil homens, dos que arrancavam da espada; e de Judá quatrocentos e setenta mil homens, dos que arrancavam da espada.
6 Porém os de Levi e Benjamim não contou entre eles, porque a palavra do rei foi abominável a Joabe.
7 E este negócio também pareceu mau aos olhos de Deus; por isso feriu a Israel.
8 Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer este negócio; porém agora sê servido tirar a iniqüidade de teu servo, porque procedi mui loucamente.
9 Falou, pois, o Senhor a Gade, o vidente de Davi, dizendo:
10 Vai, e fala a Davi, dizendo: Assim diz o Senhor: Três coisas te proponho; escolhe uma delas, para que eu ta faça.
11 E Gade veio a Davi, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Escolhe para ti,
12 Ou três anos de fome, ou que três meses sejas consumido diante dos teus adversários, e a espada de teus inimigos te alcance, ou que três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra, e o anjo do Senhor destrua todos os termos de Israel; vê, pois, agora, que resposta hei de levar a quem me enviou.
13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque são muitíssimas as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens.
1 Crônicas 21:1-13
Ficamos imaginando a razão de Deus, que não mencionou os pecados anteriores de Davi, ter relembrado o pecado da contagem do povo. Davi agora é um fraco reflexo dAquele de quem o rei se separou, e esse pecado nos mostra antes de tudo essa distância. Era necessário que Israel não confundisse o Messias mesmo com o maior de seus reis. O Filho de Davi era ao mesmo tempo o Senhor deles (Mateus 22:41-45). Novamente, era preciso explicar a necessidade do castigo divino e da graça que colocaria um ponto final nele. Fora disso essa história não pode ser compreendida. Aqui Davi aparece como um pecador culpado, mesma condição que a minha e a sua. Mas ele conhece o coração de Deus. A resposta dele a Gade é prova disso: “Caia eu, pois, nas mãos do SENHOR, porque são muitíssimas as suas misericórdias” (v. 13). Você já experimentou pessoalmente a compaixão divina? Para expiar nossos pecados, não havia a opção de escolher entre três anos de fome, três meses de guerra ou três dias de pestilência. Mas Cristo, ao tomar nosso lugar, conheceu a plena medida da ira de Deus durante as três horas de trevas na cruz; Ele suportou o castigo que nos estava reservado eternamente.
Que DEUS Abençoe a todos.
1 Crônicas 18:1-17; 20:4-8
1 Crônicas 18:1-17
1 E DEPOIS disto aconteceu que Davi derrotou os filisteus, e os sujeitou; e tomou a Gate, e os lugares da sua jurisdição, da mão dos filisteus.
2 Também derrotou os moabitas; e os moabitas ficaram por servos de Davi, pagando tributos.
3 Também Davi derrotou a Hadar-Ezer, rei de Zobá, junto a Hamate, quando ele ia estabelecer o seu domínio sobre o rio Eufrates.
4 E Davi lhe tomou mil carros, e sete mil cavaleiros, e vinte mil homens de pé; e Davi jarretou todos os cavalos dos carros; porém reservou deles para cem carros.
5 E vieram os sírios de Damasco a socorrer a Hadar-Ezer, rei de Zobá; porém Davi feriu dos sírios vinte e dois mil homens.
6 E Davi pôs guarnições na Síria de Damasco, e os sírios ficaram por servos de Davi, pagando-lhe tributo; e o Senhor guardava a Davi, por onde quer que ia.
7 E Davi tomou os escudos de ouro, que tinham os servos de Hadar-Ezer, e os trouxe a Jerusalém.
8 Também de Tibate, e de Cum, cidades de Hadar-Ezer, tomou Davi muitíssimo cobre, de que Salomão fez o mar de cobre, e as colunas, e os utensílios de cobre.
9 E ouvindo Toí, rei de Hamate, que Davi destruíra todo o exército de Hadar-Ezer, rei de Zobá,
10 Mandou seu filho Hadorão a Davi, para lhe perguntar como estava, e para o abençoar, por haver pelejado contra Hadar-Ezer, e por havê-lo ferido (porque Hadar-Ezer fazia guerra a Toí), enviando-lhe também toda a sorte de vasos de ouro, e de prata, e de cobre.
11 Os quais Davi também consagrou ao Senhor, juntamente com a prata e ouro que trouxera de todas as demais nações: dos edomeus, e dos moabitas, e dos filhos de Amom, e dos filisteus, e dos amalequitas.
12 Também Abisai, filho de Zeruia, feriu a dezoito mil edomeus no Vale do Sal.
13 E pôs guarnições em Edom, e todos os edomeus ficaram por servos de Davi; e o Senhor guardava a Davi, por onde quer que ia.
14 E Davi reinou sobre todo o Israel; e fazia juízo e justiça a todo o seu povo.
15 E Joabe, filho de Zeruia, comandava o exército; Jeosafá, filho de Ailude, era cronista.
16 E Zadoque, filho de Aitube, e Abimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes; e Savsa escrivão.
17 E Benaia, filho de Joiada, estava sobre os quereteus e peleteus; porém os filhos de Davi, eram os primeiros junto ao rei.
1 Crônicas 20:4-8
4 E, depois disto, aconteceu que, levantando-se guerra em Gezer, com os filisteus, então Sibecai, o husatita, feriu a Sipai, dos filhos do gigante; e ficaram subjugados.
5 E tornou a haver guerra com os filisteus; e El-Hanã, filho de Jair, feriu a Lami, irmão de Golias, o giteu, cuja haste da lança era como órgão de tecelão.
6 E houve ainda outra guerra em Gate; onde havia um homem de grande estatura, e tinha vinte e quatro dedos, seis em cada mão, e seis em cada pé, e que também era filho do gigante.
7 E injuriou a Israel; porém Jônatas, filho de Simei, irmão de Davi, o feriu;
8 Estes nasceram ao gigante em Gate; e caíram pela mão de Davi e pela mão dos seus servos.
1 Crônicas 18:1-17; 20:4-8
Os capítulos 18, 19 e 20 tratam das guerras de Davi. Eles agrupam os feitos que no segundo livro de Samuel estão separados por diversos eventos da história do rei. Nós já os analisamos anteriormente, e não há diferenças significativas entre os dois relatos. Existe apenas uma exceção: o total silêncio observado no começo do capítulo 20 sobre o terrível pecado de Davi e suas trágicas conseqüências. Nem o escandaloso caso de Urias, nem o pecado de Amon seguido de seu assassinato, nem a conspiração de Absalão, nem o papel criminoso desempenhado por Joabe encontram lugar no livro de Crônicas. É assim que a graça age. “Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto” diz Davi no Salmo 32. Querido leitor, você já teve essa experiência?
Davi triunfa sobre os filisteus, os moabitas, os sírios, os edomitas e novamente sobre os filhos de Amom (cap. 19 e 20). Todos os inimigos tradicionais de Israel foram subjugados, uma figura do momento em que Deus subjugará todas as coisas a Cristo e colocará Seus inimigos como estrado dos pés de Seu Filho (Hebreus 1:13; 2:8).
Que DEUS abençoe a todos.
1 E DEPOIS disto aconteceu que Davi derrotou os filisteus, e os sujeitou; e tomou a Gate, e os lugares da sua jurisdição, da mão dos filisteus.
2 Também derrotou os moabitas; e os moabitas ficaram por servos de Davi, pagando tributos.
3 Também Davi derrotou a Hadar-Ezer, rei de Zobá, junto a Hamate, quando ele ia estabelecer o seu domínio sobre o rio Eufrates.
4 E Davi lhe tomou mil carros, e sete mil cavaleiros, e vinte mil homens de pé; e Davi jarretou todos os cavalos dos carros; porém reservou deles para cem carros.
5 E vieram os sírios de Damasco a socorrer a Hadar-Ezer, rei de Zobá; porém Davi feriu dos sírios vinte e dois mil homens.
6 E Davi pôs guarnições na Síria de Damasco, e os sírios ficaram por servos de Davi, pagando-lhe tributo; e o Senhor guardava a Davi, por onde quer que ia.
7 E Davi tomou os escudos de ouro, que tinham os servos de Hadar-Ezer, e os trouxe a Jerusalém.
8 Também de Tibate, e de Cum, cidades de Hadar-Ezer, tomou Davi muitíssimo cobre, de que Salomão fez o mar de cobre, e as colunas, e os utensílios de cobre.
9 E ouvindo Toí, rei de Hamate, que Davi destruíra todo o exército de Hadar-Ezer, rei de Zobá,
10 Mandou seu filho Hadorão a Davi, para lhe perguntar como estava, e para o abençoar, por haver pelejado contra Hadar-Ezer, e por havê-lo ferido (porque Hadar-Ezer fazia guerra a Toí), enviando-lhe também toda a sorte de vasos de ouro, e de prata, e de cobre.
11 Os quais Davi também consagrou ao Senhor, juntamente com a prata e ouro que trouxera de todas as demais nações: dos edomeus, e dos moabitas, e dos filhos de Amom, e dos filisteus, e dos amalequitas.
12 Também Abisai, filho de Zeruia, feriu a dezoito mil edomeus no Vale do Sal.
13 E pôs guarnições em Edom, e todos os edomeus ficaram por servos de Davi; e o Senhor guardava a Davi, por onde quer que ia.
14 E Davi reinou sobre todo o Israel; e fazia juízo e justiça a todo o seu povo.
15 E Joabe, filho de Zeruia, comandava o exército; Jeosafá, filho de Ailude, era cronista.
16 E Zadoque, filho de Aitube, e Abimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes; e Savsa escrivão.
17 E Benaia, filho de Joiada, estava sobre os quereteus e peleteus; porém os filhos de Davi, eram os primeiros junto ao rei.
1 Crônicas 20:4-8
4 E, depois disto, aconteceu que, levantando-se guerra em Gezer, com os filisteus, então Sibecai, o husatita, feriu a Sipai, dos filhos do gigante; e ficaram subjugados.
5 E tornou a haver guerra com os filisteus; e El-Hanã, filho de Jair, feriu a Lami, irmão de Golias, o giteu, cuja haste da lança era como órgão de tecelão.
6 E houve ainda outra guerra em Gate; onde havia um homem de grande estatura, e tinha vinte e quatro dedos, seis em cada mão, e seis em cada pé, e que também era filho do gigante.
7 E injuriou a Israel; porém Jônatas, filho de Simei, irmão de Davi, o feriu;
8 Estes nasceram ao gigante em Gate; e caíram pela mão de Davi e pela mão dos seus servos.
1 Crônicas 18:1-17; 20:4-8
Os capítulos 18, 19 e 20 tratam das guerras de Davi. Eles agrupam os feitos que no segundo livro de Samuel estão separados por diversos eventos da história do rei. Nós já os analisamos anteriormente, e não há diferenças significativas entre os dois relatos. Existe apenas uma exceção: o total silêncio observado no começo do capítulo 20 sobre o terrível pecado de Davi e suas trágicas conseqüências. Nem o escandaloso caso de Urias, nem o pecado de Amon seguido de seu assassinato, nem a conspiração de Absalão, nem o papel criminoso desempenhado por Joabe encontram lugar no livro de Crônicas. É assim que a graça age. “Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto” diz Davi no Salmo 32. Querido leitor, você já teve essa experiência?
Davi triunfa sobre os filisteus, os moabitas, os sírios, os edomitas e novamente sobre os filhos de Amom (cap. 19 e 20). Todos os inimigos tradicionais de Israel foram subjugados, uma figura do momento em que Deus subjugará todas as coisas a Cristo e colocará Seus inimigos como estrado dos pés de Seu Filho (Hebreus 1:13; 2:8).
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Lucas 15:11-24
As Graças do Amor
Dois irmãos se amavam profundamente. Ambos eram agricultores e viviam a curta distância um do outro.
Certa noite o mais velho deles, assentado junto à lareira com sua família, disse de si para si: "meu irmão deve estar sozinho, nem tem esposa e nem filhos. Eu tenho mais do que ele. Tomarei alguns grãos do meu campo e os levarei à ele sem que ele o perceba".
Porém de sua parte, o outro pensou. "meu irmão deve estar em apertos econômicos. Eu não tenho esposa nem filhos e nem de quem cuidar. Ele necessita muito mais do que eu. Tomarei alimentos do meu campo e levarei a ele".
Durante várias noites os dois irmãos foram se presenteando assim, com os frutos da terra. Até que certa vez se descobriram mutuamente. Então, ambos se abraçaram de emoção, e confessaram que haviam feito isto por amor.
Quão admirável é a força do amor! Une os corações, dá felicidade aos lares e torna a vida agradável. Que seria dos seres humanos se o verdadeiro amor desaparecesse?
Porém se é importante dar e receber afeto entre os nossos queridos, quão mais necessário é receber o amor de Deus em nossa vida.
Jesus, certa vez, contou uma parábola que retrata o grande amor de Deus.
A parábola está relatada no evangelho de Lucas 15:11-24 - Um homem muito rico tinha dois filhos. Ele amava os dois profundamente. E tudo o que ele pode construir na vida, foi pensando no bem estar e no futuro de seus filhos queridos.
O mais jovem não deu valor ao velho pai. Cansado da monotonia de seu lar, pediu ao pai parte da herança que lhe pertencia. Pedir a herança por antecipação era o mesmo que pedir e desejar a morte do pai.
Mas, o pai desse jovem, era um pai de amor. Não ficou ofendido com a proposta do filho, e lhe deu tudo o que teria por direito.
Com muito, mas muito dinheiro, aquele moço saiu pelo mundo em busca de prazeres, amigos e mulheres. Com certeza gastou todo o seu dinheiro com jogos e glutonaria. Ele realmente havia se esquecido dos ensinos daquele bom pai.
Enquanto tinha dinheiro para esbanjar, todos eram seus amigos. Mas, como os bens terrenos são passageiros, e o que perdura são as coisas espirituais, o dinheiro foi acabando. E acabou.
Houve naquela terra uma grande fome, e como tinha gasto todo o dinheiro, não tinha com o que comprar alimento. Os amigos se foram. As mulheres desapareceram. E tudo que antes era muito fácil por causa do dinheiro, agora era insuportavelmente difícil.
A única coisa que ele conseguiu, foi apascentar porcos. E apascentar porcos não era nada agradável. Sua fome era tanta que ele se alimentava da lavagem que os porcos comiam.
E veio à sua mente o seu antigo lar, onde todos comiam e bebiam. Até os jornaleiros de seu pai comiam bem. Ele pensou: "O que é que estou fazendo aqui, irei falar com meu pai e direi a ele que pequei, contra os céu e contra a terra e que não sou digno de ser chamado Seu filho e que quero trabalhar para ele."
Armou-se de toda a coragem e foi. E é aí que vamos conhecer o amor do Pai. Imagine um pai sentado na varanda esperando o seu filho. Todos os dias acordava com esperança de que esse filho voltasse.
E todos os dias ele espera, mas, em vão. Porém, naquele dia enquanto estava sentado, viu um vulto conhecido. Estava maltrapilho, mas ele conhecia aquele andar.
O coração do pai palpitava de alegria. Correu ao encontro do filho. Mesmo não estando cheirando bem, ele abraça o filho, e o beija. Manda que lhe coloquem uma veste limpa, que lhe dêem um anel e que lhe preparem uma mesa farta. Que matem aquele bezerro que ele vem preparando para este dia maravilhoso.
A Bíblia declara que o pai disse: ". . . Comamos, e alegremo-nos; porque este filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado." Lucas 15: 23, 24
Imagine você, a alegria de Deus, quando nós pecadores, voltamos para os seus braços.
O nosso Deus é um Deus de amor, bondade, compaixão e misericórdia, e como o pai da parábola, Ele está de braços abertos nos esperando.
E é tão fácil. É só aceitar o convite e sair correndo para abraçar um Pai que nunca se esquece de seus filhos.
Receber o abraço e o perdão do Pai é nada mais nada menos que experimentar as graças do amor.
Que DEUS abençoe a todos.
Dois irmãos se amavam profundamente. Ambos eram agricultores e viviam a curta distância um do outro.
Certa noite o mais velho deles, assentado junto à lareira com sua família, disse de si para si: "meu irmão deve estar sozinho, nem tem esposa e nem filhos. Eu tenho mais do que ele. Tomarei alguns grãos do meu campo e os levarei à ele sem que ele o perceba".
Porém de sua parte, o outro pensou. "meu irmão deve estar em apertos econômicos. Eu não tenho esposa nem filhos e nem de quem cuidar. Ele necessita muito mais do que eu. Tomarei alimentos do meu campo e levarei a ele".
Durante várias noites os dois irmãos foram se presenteando assim, com os frutos da terra. Até que certa vez se descobriram mutuamente. Então, ambos se abraçaram de emoção, e confessaram que haviam feito isto por amor.
Quão admirável é a força do amor! Une os corações, dá felicidade aos lares e torna a vida agradável. Que seria dos seres humanos se o verdadeiro amor desaparecesse?
Porém se é importante dar e receber afeto entre os nossos queridos, quão mais necessário é receber o amor de Deus em nossa vida.
Jesus, certa vez, contou uma parábola que retrata o grande amor de Deus.
A parábola está relatada no evangelho de Lucas 15:11-24 - Um homem muito rico tinha dois filhos. Ele amava os dois profundamente. E tudo o que ele pode construir na vida, foi pensando no bem estar e no futuro de seus filhos queridos.
O mais jovem não deu valor ao velho pai. Cansado da monotonia de seu lar, pediu ao pai parte da herança que lhe pertencia. Pedir a herança por antecipação era o mesmo que pedir e desejar a morte do pai.
Mas, o pai desse jovem, era um pai de amor. Não ficou ofendido com a proposta do filho, e lhe deu tudo o que teria por direito.
Com muito, mas muito dinheiro, aquele moço saiu pelo mundo em busca de prazeres, amigos e mulheres. Com certeza gastou todo o seu dinheiro com jogos e glutonaria. Ele realmente havia se esquecido dos ensinos daquele bom pai.
Enquanto tinha dinheiro para esbanjar, todos eram seus amigos. Mas, como os bens terrenos são passageiros, e o que perdura são as coisas espirituais, o dinheiro foi acabando. E acabou.
Houve naquela terra uma grande fome, e como tinha gasto todo o dinheiro, não tinha com o que comprar alimento. Os amigos se foram. As mulheres desapareceram. E tudo que antes era muito fácil por causa do dinheiro, agora era insuportavelmente difícil.
A única coisa que ele conseguiu, foi apascentar porcos. E apascentar porcos não era nada agradável. Sua fome era tanta que ele se alimentava da lavagem que os porcos comiam.
E veio à sua mente o seu antigo lar, onde todos comiam e bebiam. Até os jornaleiros de seu pai comiam bem. Ele pensou: "O que é que estou fazendo aqui, irei falar com meu pai e direi a ele que pequei, contra os céu e contra a terra e que não sou digno de ser chamado Seu filho e que quero trabalhar para ele."
Armou-se de toda a coragem e foi. E é aí que vamos conhecer o amor do Pai. Imagine um pai sentado na varanda esperando o seu filho. Todos os dias acordava com esperança de que esse filho voltasse.
E todos os dias ele espera, mas, em vão. Porém, naquele dia enquanto estava sentado, viu um vulto conhecido. Estava maltrapilho, mas ele conhecia aquele andar.
O coração do pai palpitava de alegria. Correu ao encontro do filho. Mesmo não estando cheirando bem, ele abraça o filho, e o beija. Manda que lhe coloquem uma veste limpa, que lhe dêem um anel e que lhe preparem uma mesa farta. Que matem aquele bezerro que ele vem preparando para este dia maravilhoso.
A Bíblia declara que o pai disse: ". . . Comamos, e alegremo-nos; porque este filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado." Lucas 15: 23, 24
Imagine você, a alegria de Deus, quando nós pecadores, voltamos para os seus braços.
O nosso Deus é um Deus de amor, bondade, compaixão e misericórdia, e como o pai da parábola, Ele está de braços abertos nos esperando.
E é tão fácil. É só aceitar o convite e sair correndo para abraçar um Pai que nunca se esquece de seus filhos.
Receber o abraço e o perdão do Pai é nada mais nada menos que experimentar as graças do amor.
Que DEUS abençoe a todos.
Números 27:13
Sábado 6 Dezembro
Serás recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão (Números 27:13).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE NÚMEROS (Leia Números 27:12-23)
O Senhor agora fala com Seu servo Moisés sobre o fim de sua carreira. Por causa de seu erro nas águas de Meribá, não seria permitido a Moisés conduzir o povo para dentro da terra prometida. Desta vez o que preocupa o homem de Deus é o que seria de Israel sem um líder. Em vez de pensar em si mesmo, ele intercede novamente pelo povo, pedindo que eles não fossem “como ovelhas que não têm pastor” (v. 17). O mesmo pensamento ocupou o coração do Senhor Jesus. Em Mateus 9:36, Ele “compadeceu-se” das multidões, “porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor”. Além disso, não estava entre elas o próprio Bom Pastor? Mas elas não O quiseram.
Em resposta ao pedido de Moisés, o Senhor designou Josué, “homem em quem há o Espírito”. Dentro do tabernáculo, esse homem tem aprendido desde sua juventude a conhecer o Senhor (Êxodo 33:11). Mais tarde, ele cumpriu fielmente uma missão de confiança: a exploração da terra. Finalmente, com Moisés à frente, Josué havia sido treinado por quarenta anos na escola do deserto, a longa escola da paciência. Somente depois disso Deus o chama para o serviço que Ele reservou para Josué: levar o povo à Canaã.
Que DEUS abençoe a todos.
Serás recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão (Números 27:13).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE NÚMEROS (Leia Números 27:12-23)
O Senhor agora fala com Seu servo Moisés sobre o fim de sua carreira. Por causa de seu erro nas águas de Meribá, não seria permitido a Moisés conduzir o povo para dentro da terra prometida. Desta vez o que preocupa o homem de Deus é o que seria de Israel sem um líder. Em vez de pensar em si mesmo, ele intercede novamente pelo povo, pedindo que eles não fossem “como ovelhas que não têm pastor” (v. 17). O mesmo pensamento ocupou o coração do Senhor Jesus. Em Mateus 9:36, Ele “compadeceu-se” das multidões, “porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor”. Além disso, não estava entre elas o próprio Bom Pastor? Mas elas não O quiseram.
Em resposta ao pedido de Moisés, o Senhor designou Josué, “homem em quem há o Espírito”. Dentro do tabernáculo, esse homem tem aprendido desde sua juventude a conhecer o Senhor (Êxodo 33:11). Mais tarde, ele cumpriu fielmente uma missão de confiança: a exploração da terra. Finalmente, com Moisés à frente, Josué havia sido treinado por quarenta anos na escola do deserto, a longa escola da paciência. Somente depois disso Deus o chama para o serviço que Ele reservou para Josué: levar o povo à Canaã.
Que DEUS abençoe a todos.
2 Coríntios 5.1
6 de Dezembro
"Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus." 2 Coríntios 5.1
Para nós deve estar absolutamente claro que somente serão levados com Jesus nas nuvens aqueles que aceitam a morte e ressurreição de Jesus Cristo. O arrebatamento, que é ordenado pelo Senhor ressurreto, é um ignorar da morte. Em outras palavras: quando Jesus, o Ressurreto, aparecer nas nuvens do céu, a Sua vitória sobre a morte se manifestará imediatamente. Onde estão os nossos mortos agora? A resposta é: no momento em que um filho de Deus morre, seu espírito vai para o paraíso. (Enfatizo: isso só acontece com pessoas que nasceram de novo.) Mas seu corpo espera pela ressurreição, pois as bodas do Cordeiro não terão sido realizadas ainda. Um filho de Deus que dorme, que já faleceu em Cristo, será o primeiro a se encontrar com o Senhor, pois já espera há mais tempo pela ressurreição do que os que ainda estão em vida. Os mortos em Cristo, portanto, serão os primeiros a receberem o corpo de glória. Seus espíritos, porém, estarão com o Senhor imediatamente após sua morte. Eles são indizivelmente bem-aventurados, e a sua situação é muito melhor do que a dos vivos. Por ocasião do arrebatamento, acontecerá a verdadeira grande festa, na qual eles e nós receberemos um corpo que será semelhante ao corpo de glória de Jesus!
Que DEUS abençoe a todos.
"Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus." 2 Coríntios 5.1
Para nós deve estar absolutamente claro que somente serão levados com Jesus nas nuvens aqueles que aceitam a morte e ressurreição de Jesus Cristo. O arrebatamento, que é ordenado pelo Senhor ressurreto, é um ignorar da morte. Em outras palavras: quando Jesus, o Ressurreto, aparecer nas nuvens do céu, a Sua vitória sobre a morte se manifestará imediatamente. Onde estão os nossos mortos agora? A resposta é: no momento em que um filho de Deus morre, seu espírito vai para o paraíso. (Enfatizo: isso só acontece com pessoas que nasceram de novo.) Mas seu corpo espera pela ressurreição, pois as bodas do Cordeiro não terão sido realizadas ainda. Um filho de Deus que dorme, que já faleceu em Cristo, será o primeiro a se encontrar com o Senhor, pois já espera há mais tempo pela ressurreição do que os que ainda estão em vida. Os mortos em Cristo, portanto, serão os primeiros a receberem o corpo de glória. Seus espíritos, porém, estarão com o Senhor imediatamente após sua morte. Eles são indizivelmente bem-aventurados, e a sua situação é muito melhor do que a dos vivos. Por ocasião do arrebatamento, acontecerá a verdadeira grande festa, na qual eles e nós receberemos um corpo que será semelhante ao corpo de glória de Jesus!
Que DEUS abençoe a todos.
2 Coríntios 2.1-17
2 Coríntios 2.1-17
1 Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me convosco em tristeza.
2 Porque, se eu vos entristeço, quem me alegrará, senão aquele que está entristecido por mim mesmo?
3 E isto escrevi para que, quando for, não tenha tristeza da parte daqueles que deveriam alegrar-me, confiando em todos vós de que a minha alegria é também a vossa.
4 Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
5 Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós;
6 basta-lhe a punição pela maioria.
7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza.
8 Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor.
9 E foi por isso também que vos escrevi, para ter prova de que, em tudo, sois obedientes.
10 A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo;
11 para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.
12 Ora, quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo, e uma porta se me abriu no Senhor,
13 não tive, contudo, tranqüilidade no meu espírito, porque não encontrei o meu irmão Tito; por isso, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.
14 Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.
15 Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.
16 Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?
17 Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.
2 Coríntios 2:1-17
Paulo havia adiado sua viagem para Corinto a fim de que sua primeira carta tivesse tempo de surtir efeito. Graças a Deus, que surtiu efeito tanto na igreja como no homem que havia sido excluído. Mas agora os coríntios corriam outro perigo: o de esquecer de demonstrar graça para com o pecador arrependido. Haviam passado de uma reprovável indulgência para uma desmedida severidade. Satanás está sempre pronto para nos fazer pular de um extremo ao outro. Seus métodos são variados, mas seus desígnios não mudam: ele quer aniquilar o testemunho de Cristo e manter os homens debaixo de seu domínio. Ele até usa de piadas a respeito de si mesmo - piadas tão freqüentes no mundo - para fazer com que as pessoas esqueçam de seus terríveis planos. Vigiemos, e não tomemos parte nas vãs conversações a respeito do diabo e de seu poder.
Em sua inquietude pelos coríntios, Paulo havia deixado um grande campo de trabalho para ir ao encontro de Tito, que lhe traria notícias deles. Mas, apesar de não achá-lo, Paulo é confortado ao pensar que, por onde quer que passe, ele espalhava "o bom perfume de Cristo" (v. 15). Será que todos os que nos conhecem podem sentir esse mesmo perfume em nós?
Que DEUS abençoe a todos.
1 Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me convosco em tristeza.
2 Porque, se eu vos entristeço, quem me alegrará, senão aquele que está entristecido por mim mesmo?
3 E isto escrevi para que, quando for, não tenha tristeza da parte daqueles que deveriam alegrar-me, confiando em todos vós de que a minha alegria é também a vossa.
4 Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
5 Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós;
6 basta-lhe a punição pela maioria.
7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza.
8 Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor.
9 E foi por isso também que vos escrevi, para ter prova de que, em tudo, sois obedientes.
10 A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo;
11 para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.
12 Ora, quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo, e uma porta se me abriu no Senhor,
13 não tive, contudo, tranqüilidade no meu espírito, porque não encontrei o meu irmão Tito; por isso, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.
14 Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.
15 Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.
16 Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?
17 Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.
2 Coríntios 2:1-17
Paulo havia adiado sua viagem para Corinto a fim de que sua primeira carta tivesse tempo de surtir efeito. Graças a Deus, que surtiu efeito tanto na igreja como no homem que havia sido excluído. Mas agora os coríntios corriam outro perigo: o de esquecer de demonstrar graça para com o pecador arrependido. Haviam passado de uma reprovável indulgência para uma desmedida severidade. Satanás está sempre pronto para nos fazer pular de um extremo ao outro. Seus métodos são variados, mas seus desígnios não mudam: ele quer aniquilar o testemunho de Cristo e manter os homens debaixo de seu domínio. Ele até usa de piadas a respeito de si mesmo - piadas tão freqüentes no mundo - para fazer com que as pessoas esqueçam de seus terríveis planos. Vigiemos, e não tomemos parte nas vãs conversações a respeito do diabo e de seu poder.
Em sua inquietude pelos coríntios, Paulo havia deixado um grande campo de trabalho para ir ao encontro de Tito, que lhe traria notícias deles. Mas, apesar de não achá-lo, Paulo é confortado ao pensar que, por onde quer que passe, ele espalhava "o bom perfume de Cristo" (v. 15). Será que todos os que nos conhecem podem sentir esse mesmo perfume em nós?
Que DEUS abençoe a todos.
1 Crônicas 17:16-27
1 Crônicas 17:16-27
16 Então entrou o rei Davi, e ficou perante o Senhor; e disse: Quem sou eu, Senhor Deus? e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?
17 E ainda isto, ó Deus, foi pouco aos teus olhos; pelo que falaste da casa de teu servo para tempos distantes; e trataste-me como a um homem ilustre, ó Senhor Deus.
18 Que mais te dirá Davi, acerca da honra feita a teu servo? Porém tu conheces bem a teu servo.
19 Ó Senhor, por amor de teu servo, e segundo o teu coração, fizeste toda esta grandeza, para fazer notória todas estas grandes coisas.
20 Senhor, ninguém há como tu, e não há Deus fora de ti, segundo tudo quanto ouvimos com os nossos ouvidos.
21 E quem há como o teu povo Israel, única gente na terra, a quem Deus foi resgatar para seu povo, fazendo-te nome com coisas grandes e temerosas, lançando as nações de diante do teu povo, que resgataste do Egito?
22 E confirmaste o teu povo Israel para ser teu povo para sempre; e tu, Senhor, lhe foste por Deus.
23 Agora, pois, Senhor, a palavra que falaste de teu servo, e acerca da sua casa, confirma-a para sempre; e faze como falaste.
24 Confirme-se e engrandeça-se o teu nome para sempre, e diga-se: O Senhor dos Exércitos é o Deus de Israel, é Deus para Israel; e permaneça firme diante de ti a casa de Davi, teu servo.
25 Porque tu, Deus meu, revelaste ao ouvido de teu servo que lhe edificarias casa; pelo que o teu servo achou confiança para orar em tua presença.
26 Agora, pois, Senhor, tu és o mesmo Deus, e falaste este bem acerca de teu servo.
27 Agora, pois, foste servido abençoar a casa de teu servo, para que permaneça para sempre diante de ti: porque tu, Senhor, a abençoaste, e ficará abençoada para sempre.
1 Crônicas 17:16-27
Davi sente não merecer nada. Completamente vencido, lembra a bondade de Deus para consigo e Lhe rende louvor e ações de graças. Temos agradecido a Deus? Quando alguém falha em agir assim conosco, chamamos tal atitude de ingratidão ou falta de educação. Imaginemos então como Deus se sente quando Seus filhos esquecem de Lhe agradecer. E, de fato, se formos pensar bem, quantas são as bênçãos dEle recebidas diariamente as quais nem sequer notamos ou lembramos de agradecer ao Pai! Quantos de Seus atos de amor nos passam despercebidos por julgarmos óbvios, pelo menos enquanto os desfrutamos: o cuidado de nossa família, nossa saúde, nossa comida etc.? Quando sentam para comer, as famílias cristãs têm o costume (até o dever) de dar graças. Mas é necessário que as palavras ditas em oração nesse momento realmente saiam do nosso coração. Mais dos que os benefícios materiais que recebemos dEle, agradeçamos a Deus pelos privilégios cristãos: a Palavra, a comunhão com os irmãos na fé, nossa educação no temor do Senhor (Efésios 5:20). E, acima de tudo, jamais cansemos de agradecer pela Sua tão grande salvação, pelo tão maravilhoso Salvador que Ele nos deu. “Graças a Deus pelo seu dom inefável!” (2 Coríntios 9:15).
Que DEUS abençoe a todos.
16 Então entrou o rei Davi, e ficou perante o Senhor; e disse: Quem sou eu, Senhor Deus? e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?
17 E ainda isto, ó Deus, foi pouco aos teus olhos; pelo que falaste da casa de teu servo para tempos distantes; e trataste-me como a um homem ilustre, ó Senhor Deus.
18 Que mais te dirá Davi, acerca da honra feita a teu servo? Porém tu conheces bem a teu servo.
19 Ó Senhor, por amor de teu servo, e segundo o teu coração, fizeste toda esta grandeza, para fazer notória todas estas grandes coisas.
20 Senhor, ninguém há como tu, e não há Deus fora de ti, segundo tudo quanto ouvimos com os nossos ouvidos.
21 E quem há como o teu povo Israel, única gente na terra, a quem Deus foi resgatar para seu povo, fazendo-te nome com coisas grandes e temerosas, lançando as nações de diante do teu povo, que resgataste do Egito?
22 E confirmaste o teu povo Israel para ser teu povo para sempre; e tu, Senhor, lhe foste por Deus.
23 Agora, pois, Senhor, a palavra que falaste de teu servo, e acerca da sua casa, confirma-a para sempre; e faze como falaste.
24 Confirme-se e engrandeça-se o teu nome para sempre, e diga-se: O Senhor dos Exércitos é o Deus de Israel, é Deus para Israel; e permaneça firme diante de ti a casa de Davi, teu servo.
25 Porque tu, Deus meu, revelaste ao ouvido de teu servo que lhe edificarias casa; pelo que o teu servo achou confiança para orar em tua presença.
26 Agora, pois, Senhor, tu és o mesmo Deus, e falaste este bem acerca de teu servo.
27 Agora, pois, foste servido abençoar a casa de teu servo, para que permaneça para sempre diante de ti: porque tu, Senhor, a abençoaste, e ficará abençoada para sempre.
1 Crônicas 17:16-27
Davi sente não merecer nada. Completamente vencido, lembra a bondade de Deus para consigo e Lhe rende louvor e ações de graças. Temos agradecido a Deus? Quando alguém falha em agir assim conosco, chamamos tal atitude de ingratidão ou falta de educação. Imaginemos então como Deus se sente quando Seus filhos esquecem de Lhe agradecer. E, de fato, se formos pensar bem, quantas são as bênçãos dEle recebidas diariamente as quais nem sequer notamos ou lembramos de agradecer ao Pai! Quantos de Seus atos de amor nos passam despercebidos por julgarmos óbvios, pelo menos enquanto os desfrutamos: o cuidado de nossa família, nossa saúde, nossa comida etc.? Quando sentam para comer, as famílias cristãs têm o costume (até o dever) de dar graças. Mas é necessário que as palavras ditas em oração nesse momento realmente saiam do nosso coração. Mais dos que os benefícios materiais que recebemos dEle, agradeçamos a Deus pelos privilégios cristãos: a Palavra, a comunhão com os irmãos na fé, nossa educação no temor do Senhor (Efésios 5:20). E, acima de tudo, jamais cansemos de agradecer pela Sua tão grande salvação, pelo tão maravilhoso Salvador que Ele nos deu. “Graças a Deus pelo seu dom inefável!” (2 Coríntios 9:15).
Que DEUS abençoe a todos.
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