Mostrando postagens com marcador Eclesiastes 2:11. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eclesiastes 2:11. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

1 Coríntios 4:12 e Eclesiastes 2:11

7 de agosto Sexta

Trabalho Promove a Felicidade
E nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos. 1 Coríntios 4:12

Na criação, o trabalho foi designado como uma bênção. Significava desenvolvimento, poder, felicidade. A mudada condição da Terra em virtude da maldição do pecado acarretou uma mudança nas condições de trabalho; contudo, apesar de efetuado hoje com ansiedade, cansaço e dor, é ainda uma fonte de felicidade e desenvolvimento. Outrossim, é uma salvaguarda contra a tentação. Sua disciplina opõe uma barreira à condescendência própria, e promove indústria, pureza e firmeza. Assim, torna-se parte do grande plano de Deus para que sejamos recuperados da queda. [...]

Em nosso trabalho devemos ser coobreiros de Deus. Ele nos dá a terra e seus tesouros; nós, porém, devemos adaptá-los a nosso uso e conforto. Ele faz com que as árvores cresçam, mas nós preparamos a madeira e construímos a casa. Ele ocultou na terra o ouro e a prata, o ferro e o carvão; todavia, é mediante o trabalho, apenas, que podemos obtê-los.

Mostrem-lhes que, ao mesmo tempo em que Deus criou todas as coisas e constantemente as dirige, dotou-nos Ele de um poder não totalmente diferente do Seu. Foi-nos dado até certo ponto o domínio sobre as forças da natureza. Assim como Deus do caos evocou a Terra em sua beleza, também nós podemos da confusão produzir ordem e beleza. E posto que todas as coisas estejam hoje desfiguradas pelo mal, contudo em nossos trabalhos acabados sentimos uma alegria idêntica à dEle, quando, olhando para o lindo mundo, o pronunciou “muito bom” (Gn 1:31).

Em regra, o exercício mais proveitoso aos jovens será encontrado nas ocupações úteis. A criancinha encontra no brinquedo tanto distração como desenvolvimento; e suas brincadeiras devem ser tais que promovam não somente o crescimento físico, mas também o mental e espiritual. Ao adquirir força e inteligência, se encontrará o melhor recreio para ela em alguma espécie de esforços que sejam úteis. Aquilo que treina as mãos para a utilidade, e ensina o jovem a encarar com a sua participação nos encargos da vida, é o mais eficaz na promoção do crescimento do espírito e do caráter (Ed, p. 214, 215).

Reflexão: “Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol” (Eclesiastes 2:11).

Que DEUS abençoe a todos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Vaidade

Vaidade

Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do Sol. Eclesiastes 2:11

Vaidade é a marca registrada de tudo o que é inútil, descartável e de pouca duração. É o desejo exagerado de chamar a atenção dos outros para si. Os quadros da vida real estão cheios de tais exemplos.

Em geral, pessoas vaidosas preferem chegar depois da hora em reuniões e acontecimentos sociais importantes, para que todos vejam que elas chegaram. Algumas até dão um sorriso e um acenozinho!

Podemos notar pela TV, o esforço que algumas pessoas fazem para aparecer, até em velório de gente célebre. Enquanto a câmara focaliza os familiares do extinto, há aqueles que sempre dão um jeitinho de ficar o mais próximo possível deles, para no outro dia perguntar aos amigos: “Vocês me viram lá?”

A vaidade é ridícula. Ela vai muito além de tudo isso: alcança os limites da presunção e chega às raias da futilidade. Manifesta-se em nosso comportamento quando perdemos o controle das emoções. Ela atinge o coração e assume o lugar de Deus. Quando chega a esse ponto, tudo o que se faz visa somente à fama e ao aplauso dos homens.

O rei Salomão, com a autoridade de sua sabedoria, depois de analisar todas as facetas da vida, assim se expressou: “Foi então que comecei a comparar a sabedoria e a tolice (vaidade). Quem fizer essa comparação chegará às mesmas conclusões que eu, que a sabedoria vale muito mais que a tolice (vaidade), como a luz é melhor que o escuro” (Ec 2:12, 13, BV).

A vida de um cristão autêntico não é medida pelo sucesso que ele alcançou nos negócios nem pela riqueza que consegue acumular; tão pouco pela posição de destaque que conquista na sociedade. Todas essas coisas e outras mais podem ter o aplauso dos homens, porém, sem a aprovação de Deus, nada mais são do que tolices, coisas descartáveis e transitórias, um “correr atrás do vento”, de nenhum proveito.

Quando, em nossa vida, o Espírito de Deus nos fizer humildes diante de Deus e do semelhante, dispostos a seguir o exemplo de Cristo no sacrifício e no amor por todas as pessoas, então sim, alcançaremos a verdadeira grandeza.

REFLEXÃO: “Deus dá sabedoria, conhecimento e prazer ao homem que Lhe agrada” (Ec 2:26).

Que DEUS abençoe a todos.

MP