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terça-feira, 9 de junho de 2009

Bênçãos Disfarçadas

Bênçãos Disfarçadas

Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida. Gên. 50:20.


Nosso verso refere-se à experiência de José. Quando foi vendido como escravo, os seus irmãos tiveram a certeza de que os sonhos proféticos dele jamais se cumpririam. Mas deixaram de considerar o fato de que Deus pode tomar uma situação má e convertê-la em algo bom. Ele fez isso por Seus filhos fiéis inúmeras vezes.

Wallace Johnson estava com 40 anos de idade em 1939. Achava que tinha estabilidade em seu emprego na serraria. Então um dia o seu patrão o chamou e disse-lhe que estava despedido. Isso não podia ter acontecido numa época pior. Os Estados Unidos da América estavam justamente saindo da grande depressão financeira da década de 30, e Johnson tinha esposa e filhos para manter. Como, perguntava-se ele, poderia a família sobreviver financeiramente agora?

Johnson saiu da serraria com a sensação de que seu pequeno mundo desabara. A caminho de casa, entretanto, orou por orientação divina. Quando entrou em sua casa e contou à esposa o que havia acontecido, o seu estado de ânimo já era melhor.
- O que é que você vai fazer agora? - quis saber a esposa.
- Vou hipotecar a casa e entrar no negócio de construções - anunciou ele.

Sua primeira tentativa foi a construção de duas pequenas estruturas. Dentro de cinco anos, a família Johnson estava multimilionária. Wallace foi o fundador da rede de hotéis Holiday Inn e ficou conhecido como o "albergueiro da América". Mais tarde ele declarou: "Se eu pudesse encontrar o homem que me despediu do emprego, eu teria de agradecer-lhe. Quando fiquei desempregado, não pude ver a mão de Deus naquela circunstância, mas posteriormente vim a entender que Ele o permitira para que eu pudesse contribuir financeiramente para a manutenção de Sua obra na Terra, enquanto ao mesmo tempo me dava condições de oferecer emprego a mais de 100.000 pessoas."

Depois de Muitos Dias
Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Ecle. 11:1.

Em 1568, quando a rainha Maria da Escócia fugiu para a Inglaterra, levou consigo um colar de raras pérolas negras. Dezenove anos mais tarde, quando foi executada, o ornamento desapareceu. O governo britânico ordenou uma busca, mas o colar jamais foi encontrado. Depois de muito tempo e considerável esforço, teve de ser suspensa a busca, mas o caso não foi esquecido.

Mais de 350 anos depois, duas mulheres americanas, viajando pela Grã-Bretanha, entraram numa velha loja de presentes à procura de uma lembrancinha para levar para casa. O encarregado da loja mostrou-lhes um colar de contas pretas encardidas, que ele ofereceu por um xelim (vigésima parte da libra). As senhoras o adquiriram e o levaram a um joalheiro, para que limpasse as continhas.

Vários dias mais tarde, quando as mulheres passaram por lá para retirar o "souvenir", um representante do governo britânico informou-lhes que as contas constituíam o colar da Rainha Maria, perdido fazia tanto tempo. Para reavê-lo, o governo pagou às senhoras a quantia de cinco mil libras esterlinas.

Que DEUS abençoe a todos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

...E nós Colhemos os Frutos Aqui!

...E nós Colhemos os Frutos Aqui!

Assim será a palavra que sair da Minha boca: não voltará para Mim vazia. Isaías 55:11

Lago Grande estava na área de operação da nossa lancha médico-missionária Pioneira que, na ocasião, foi solicitada pelas autoridades da pequena cidade para atender aos moradores que estavam sendo atingidos por um surto muito agressivo de malária.

A enfermeira da lancha, irmã Maria José, muito missionária, de dia atendia aos enfermos e, à noite, apresentava projeções religiosas debaixo de uma grande árvore, à beira do rio.

Ela percebeu que uma família bem numerosa sempre estava entre os assistentes. Resolveu visitá-la. O chefe da família, senhor Domingos, era de falar pouco e bastante desconfiado. Depois de várias visitas, ele revelou à irmã Maria que não adiantava ela insistir porque ele e sua família só aceitariam a religião ensinada por um livro que havia comprado no Maranhão. Em seguida, foi buscar o livro e o mostrou à irmã Maria. Estava bem manuseado.

Com o livro na mão, ela perguntou o que ele faria se encontrasse a religião do livro. Ele disse que era a religião que ele estava procurando havia mais de cinco anos. Então, a irmã Maria disse que aquele livro era da Igreja Adventista do Sétimo Dia e que ela também era adventista.

A princípio, ele ficou um tanto desconfiado, mas logo as dúvidas se dissiparam, a alegria entrou naquele lar pela descoberta feita e uma nova fase começou para todos: a preparação para o batismo. Durante vários meses, e sem pressa, receberam estudos bíblicos da irmã Maria e do irmão Alvino, seu esposo.

Tive o privilégio de batizar dezessete pessoas, todas da mesma família, num sábado de junho de 1967, nas refrescantes águas do rio Araguaia, diante de uma pequena multidão de pessoas daquele lugarejo.

Essa é a história de um livro e seus resultados. Veja como foram os caminhos de Deus para a conversão daquela família: o pastor Rodolpho Belz escreveu o livro, a Casa Publicadora Brasileira o publicou, o colportor o vendeu para o Sr. Domingos, lá no Maranhão, ocorreu sua mudança para Lago Grande, os enfermeiros da lancha foram ao encontro deles para tratá-los da malária e, finalmente, tornou-se conhecida àquele homem a igreja que publicou o livro e ele e toda a família foram batizados. Assim se cumpre a promessa: “Bem-aventurados vós, os que semeais junto a todas as águas” (Is 32:20).

REFLEXÃO: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” (Ec 11:1).

Que DEUS abençoe a todos.

MP