O SENHOR DO TEMPO
"Nossa vida é controlada por mostradores digitais que nos mostram as horas, minutos e segundos constantemente. Tem relógios por toda parte, nos letreiros, nos rádios, nas ruas, nos computadores, nas calculadoras e nos telefones celulares. Isto parece até que nos faz correr mais ainda. Estamos ficando com obsessão pelo tempo.
Você sabia que até a metade do século dezenove havia uma confusão geral para se saber a hora? Cada comunidade ajustava o seu relógio com hora diferente. Havia centenas de horários diferentes só na América do Norte. Nesta época, só em Chicago havia 100 fusos-horários diferentes.
Foi preciso que um homem chamado Sanford Fleming resolvesse o problema. Um livro recente, escrito por Clark Blaise, conta a história do Lorde Sanford Fleming e a criação do horário padrão universal. Blaise deu ao seu livro o título: "O Senhor do Tempo"
Para escrever o livro "O Senhor do Tempo", Clark Blaise fez uma pesquisa muito interessante e descobriu que antes dos dias de Sanford Fleming, a distância de 20 kilômetros assinalava um outro minuto solar. Assim sendo, no vale do Delaware, 100 Km a Oeste da cidade de Nova York era 11:55 quando os apitos do meio-dia soavam em Manhatan. Do outro lado do rio, em Jersey City era 11:59. Como naquela época as pessoas passavam a maior parte do tempo em suas pequenas comunidades sem viajar, e quando saíam, viajavam em barcos, carroças ou em lombo de animais, não havia tanta importância que a hora fosse diferente de um lugar para outro a cada 20 kilômetros.
Ninguém podia ir suficientemente longe em uma hora para entrar em problemas de horários. Mas quando chegou a época das máquinas a vapor, começou então a confusão nos horários.
Foi então que Fleming se tornou o inventor dos fusos-horários para o mundo todo. Seu sistema foi adotado mundialmente na Conferência de Meridianos que teve lugar em Washington, durante as três primeiras semanas de Outubro de 1884. Sanford Fleming tornou-se o Senhor do Tempo.
Em nossa era da propulsão a jato, enfrentar os fusos-horários, a linha internacional que marca as datas e o famoso "jet lag" tornaram-se parte da vida para muitas pessoas que trabalham viajando pelo mundo.
Nosso planeta é só uma pequena parte do infinito Universo de Deus.
Mas, qual seria a distância até o paraíso de Deus? Que distância teríamos que percorrer para conseguirmos chegar ao lugar onde Deus habita? Quantos fusos-horários e linhas demarcatórias teríamos de atravessar numa distância de 1,600 anos-luz? Muitos astrônomos cristãos acreditam que muito além dentro da amplidão do espaço vazio, além dos grandes portais da grande nébula, na constelação de Órion, está um lugar que a Bíblia chama de "Céu".
Mas o Céu está tão longe da Terra! Será que podemos nos comunicar com esse Deus que está tão longe? Lógico que sim!
A Bíblia nos ensina que enquanto nós, seres humanos estamos limitados a tempo, espaço, proximidade, estes elementos não têm nenhuma influência sobre o poder de Deus.
Por isso Deus hoje convida você a puxar a cadeira de sua casa, procurar um lugar bem sossegado e prosear um pouco com Ele no fim do dia.
Ele disse: "Clama a Mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e verdadeiras que não sabes". Jeremias 33:3
Daniel estava ajoelhado em seu quarto orando a Deus, e antes que ele acabasse sua oração, o anjo Gabriel aparece ao seu lado e diz: "Logo que você começou a orar, Deus atendeu ao seu pedido. Deus o ama muito e por isso me mandou para explicar a visão a você..." Daniel 9:23
Para Deus não existem limites de tempo ou espaço. Deus é o verdadeiro "Senhor do Tempo". É Ele quem controla o tempo. E é por isso que quando você ora, pode até sentir a mão de Deus na sua vida. No Velho Testamento encontramos o relato de quando Josué, no poder de Deus, mandou que o sol e a lua parassem para que ele tivesse tempo de completar sua vitória sobre os inimigos de Israel. O Deus da natureza interferiu nas Suas próprias leis naturais por um curto tempo em resposta à oração. A lei natural não é superior à lei da oração. Tanto a oração como a natureza, possuem Deus como seu Criador, Regente e Executor. O sol, a lua e as estrelas estão sob o controle de Deus.
Ezequias pediu a Deus um sinal de seu grande poder. Deus respondeu por meio de um relógio do sol, que era usado como relógio pelos Babilônios, Gregos e Israelistas no tempo do Velho Testamento. "Eis que farei retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz. Assim retrocedeu o sol os dez graus que já tinha declinado".Isaias 38:8
Você já parou pra pensar na grande lição que a oração do Pai Nosso nos ensina? Ela é a Oração Modelo, ensinada por Jesus, veja o que ela diz: "O pão nosso de cada dia nos dá hoje". Mateus 6:11
Quando fazemos essa prece estamos eliminando o amanhã. Estamos desafiando os relógios e os calendários, fusos-horários e encontros marcados. Isso porque não vivemos no amanhã, vivemos hoje.
Não pedimos o pão para amanhã. Não oramos as preces de amanhã. Quando amanhã chegar o nosso pedido pode ser redundante ou desnecessário.
"Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal". Mateus 6:34
Dizem que ser moderno é viver o dia de hoje. Então veja que a Bíblia é extremamente moderna.
Em Êxodo 16 a Bíblia nos conta de como Deus evitou que seu povo morresse de fome no deserto enviando a cada dia de madrugada uma espécie de massa, de pão. Este relato está cheio de importantes lições sobre o tempo de nossas orações.
Deus alimentou milagrosamente centenas de milhares que viajavam pelo deserto.
Cada manhã havia quantidade suficiente de maná para cada homem, mulher e criança, de acordo com sua capacidade alimentar do dia. Não havia mais nem menos.
Cada manhã lá estava o maná. Na hora certa. O povo não precisava preocupar-se em guardar o maná e levá-lo de um lado para outro. Não precisavam guardar no freezer. E mesmo assim eles comiam sempre comida fresca e não sobrava resto.
Normalmente o nosso alimento brota do solo, mas aquele povo estava no mais árido deserto. O pão caia do céu. Será que podemos ser nutridos pelo ar que respiramos? Pode alguém alimentar a população com vapores ou nuvens? Do espaço vazio Deus fez surgir constantemente o pão para Seus filhos. Cada manhã o solo estava coberto com o mantimento para toda a multidão. Tudo o que precisavam fazer era ajuntar. O deserto não se comportou como um deserto. Os céus supriram o que a terra se recusou a dar.
Esse pão do céu era totalmente grátis. O homem mais rico recebia o mesmo que o mais pobre. Nem um dos dois precisava pagar um centavo. Tudo era de graça.
Quem tinha um apetite grande comia a fartar e sempre teve o suficiente. Quem tinha pouco apetite ajuntava como os outros, mas nunca deixava restos. Deus dava o maná à vontade, porém, exatamente de acordo com a capacidade de o povo receber.
Hoje ainda temos a promessa que diz: "O meu Deus, segundo as Suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus". Filipenses 4:19
O maná caiu ano após anos, com a mesma cor, e com a mesma forma de sempre, bem perto da tenda de cada Israelita. Era a melhor alimentação para eles. Não continha calorias vazias, nem colesterol, nem elevados níveis de gorduras nocivas, nem conservantes, nem produtos químicos prejudiciais à saúde.
Era uma dieta vegetariana perfeita e balanceada, contendo todos os nutrientes que o povo necessitava.
Nenhum nutricionista poderia ter preparado um menu com tanta sabedoria como o cardápio que Deus preparou para Seus filhos no deserto.
Sabe o que acontecia se alguém procurava guardar o maná de um dia para outro? O maná estragava.
Mas havia uma exceção. Deus instruiu ao povo que na Sexta-Feira colhesse o dobro do maná, para não precisarem colher no Sábado, pois nesse dia o maná não cairia como durante a semana. Deus disse ao povo que o maná que guardassem da sexta para o sábado não estragaria como nos outros dias.
Todos os dias de madrugada o maná caía e devia ser colhido cedo.
Assim também as bênçãos de Deus nos esperam nas primeiras horas depois que nos levantamos, é nestas horas que podemos receber melhor, as bênçãos de Deus e o pão espiritual.
Não deixe que nada tome seu tempo de falar com Deus. Busque constantemente o seu maná. Não tente viver no maná de ontem. Experiência velha é alimento espiritual pobre.
Os Israelitas precisavam colocar-se de joelhos para ajuntar o maná.
Se você hoje se ajoelhar em oração em busca do maná celestial, Deus iluminará sua vida a cada dia e você ganhará um aliado para suas batalhas diárias.
Somos escravos do tempo. Precisamos que o Senhor do Tempo nos ajude se quisermos achar tempo para orar. Em seu livro "O Senhor do Tempo", Clark Blaise diz que o tempo é um tirano sanguinário.
Que horas são no seu relógio?
Talvez você já esteja pensando nas coisas que terá que fazer hoje.
Que horas são no seu fuso horário? A Biblia nos indica a hora exata em que estamos: "Semeai para vós em justiça, ceifai segundo a misericórdia; lavrai o campo de lavoura; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que venha e chova a justiça sobre vós". Oséias10:12
É tempo de buscar ao Senhor.
Aqui está o grande problema e a grande solução para ele!
Nós temos tantos problemas, nos sentimos desamparados, às vezes humilhados, diminuídos, solitários.
Precisamos de um relacionamento com Deus! Só Ele pode suprir nossas almas!
O problema é que muitos não conseguem enxergar que precisam de Deus com a mesma intensidade que precisam do ar para respirar. Aí gastam toda a vida procurando solução em coisas, filosofias, doutrinas tão distantes que só fazem aumentar seu vazio.
AS pessoas correm tanto hoje em dia que acabam deixando Deus como a última coisa do dia, e às vezes da vida!
Acabam percebendo que na verdade não têm tempo para Deus
Muitos me dizem que não têm tempo para Deus, mas sempre acham tempo para outras coisas que querem fazer.
Tente imaginar uma grande caixa de madeira. Ela está vazia. Esta caixa é seu tempo.
Vamos agora enche-la com bolas de boliche. Agora a caixa está cheia. Dá pra colocar mais alguma bola? Ela está cheia mesmo?
Bem, eu quero mostrar pra você que ainda podemos achar lugar para pôr na caixa um monte de bolinhas de vidro, sim bolinhas de gude.
E agora, está cheia? Que nada! Tem ainda muito espaço vazio na caixa, vamos colocar muitas bolinhas de chumbo que os caçadores usam.
E agora, cabe mais coisa?
Lógico que sim! Vamos colocar muita areia fina! Muitos quilos de areia fina!
E se você achava que desta vez estava cheia, quero dizer que ainda vão caber muitos litros de água até que não haja nenhum espaço vazio.
Assim é a nossa vida!
Vivemos tentando achar espaço para grandes orações de joelhos ou momentos muito especiais a sós com Deus. Mas esquecemos que há tantos espaços vazios em nosso tempo que poderíamos dedicar a Ele!
Podemos estar em contato com Deus enquanto andamos de ônibus, enquanto trabalhamos, estudamos, enquanto vamos dirigindo para o trabalho. Podemos dedicar tanto tempo a Deus que Ele se tornará nosso melhor amigo!
Mesmo nos dias mais ocupados podemos encontrar lugar para a oração, para pequenos atos de bondade, para palavras de encorajamento, para pensamentos de esperança.
Vivemos super ocupados! James Houston fala sobre o "narcótico dos negócios" e a "pobreza da afluência". A maioria de nós segundo ele, somos levados nessa correria que chamamos de vida. É como se estivéssemos numa escada rolante. Mesmo que você fique parado, ainda assim vê a vida via passando ao seu lado!
Temos tanto a fazer: estudar, trabalhar, ganhar a vida! Também precisamos de lazer, afinal ninguém é de ferro!
Aí, não temos tempo para Deus e para conversar com Ele e para nos alimentarmos do pão espiritual.
De manhã estamos tão cansados que é quase impossível levantar um pouco mais cedo. Cada minuto na cama é muito precioso!
À noite, mal podemos ficar acordados uma hora para estudar a Bíblia e orar, em uma noite qualquer. Quando você compreender que não pode fazer nada sem Cristo e se colocar de joelhos diante dEle, só então Ele poderá ajudá-lo.
Com a sua permissão Ele vai entrar em seu ser e passará a morar em você. Mas isso precisa ser uma experiência diária. Precisamos de Sua força cada dia.
Aí você poderá sentir o poder restaurador de Jesus em sua vida.
Por isso Senhor, dá a cada um de nós força, vontade para estar em comunhão Contigo e ligados a Ti. Assim dá-nos dias muito mais felizes do que temos tido,
em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 22 de agosto de 2010
O SENHOR DO TEMPO
Pr. Fernando Iglesias
"Nossa vida é controlada por mostradores digitais que nos mostram as horas, minutos e segundos constantemente. Tem relógios por toda parte, nos letreiros, nos rádios, nas ruas, nos computadores, nas calculadoras e nos telefones celulares. Isto parece até que nos faz correr mais ainda. Estamos ficando com obsessão pelo tempo.
Você sabia que até a metade do século dezenove havia uma confusão geral para se saber a hora? Cada comunidade ajustava o seu relógio com hora diferente. Havia centenas de horários diferentes só na América do Norte. Nesta época, só em Chicago havia 100 fusos-horários diferentes.
Foi preciso que um homem chamado Sanford Fleming resolvesse o problema. Um livro recente, escrito por Clark Blaise, conta a história do Lorde Sanford Fleming e a criação do horário padrão universal. Blaise deu ao seu livro o título: "O Senhor do Tempo"
Para escrever o livro "O Senhor do Tempo", Clark Blaise fez uma pesquisa muito interessante e descobriu que antes dos dias de Sanford Fleming, a distância de 20 kilômetros assinalava um outro minuto solar. Assim sendo, no vale do Delaware, 100 Km a Oeste da cidade de Nova York era 11:55 quando os apitos do meio-dia soavam em Manhatan. Do outro lado do rio, em Jersey City era 11:59. Como naquela época as pessoas passavam a maior parte do tempo em suas pequenas comunidades sem viajar, e quando saíam, viajavam em barcos, carroças ou em lombo de animais, não havia tanta importância que a hora fosse diferente de um lugar para outro a cada 20 kilômetros.
Ninguém podia ir suficientemente longe em uma hora para entrar em problemas de horários. Mas quando chegou a época das máquinas a vapor, começou então a confusão nos horários.
Foi então que Fleming se tornou o inventor dos fusos-horários para o mundo todo. Seu sistema foi adotado mundialmente na Conferência de Meridianos que teve lugar em Washington, durante as três primeiras semanas de Outubro de 1884. Sanford Fleming tornou-se o Senhor do Tempo.
Em nossa era da propulsão a jato, enfrentar os fusos-horários, a linha internacional que marca as datas e o famoso "jet lag" tornaram-se parte da vida para muitas pessoas que trabalham viajando pelo mundo.
Nosso planeta é só uma pequena parte do infinito Universo de Deus.
Mas, qual seria a distância até o paraíso de Deus? Que distância teríamos que percorrer para conseguirmos chegar ao lugar onde Deus habita? Quantos fusos-horários e linhas demarcatórias teríamos de atravessar numa distância de 1,600 anos-luz? Muitos astrônomos cristãos acreditam que muito além dentro da amplidão do espaço vazio, além dos grandes portais da grande nébula, na constelação de Órion, está um lugar que a Bíblia chama de "Céu".
Mas o Céu está tão longe da Terra! Será que podemos nos comunicar com esse Deus que está tão longe? Lógico que sim!
A Bíblia nos ensina que enquanto nós, seres humanos estamos limitados a tempo, espaço, proximidade, estes elementos não têm nenhuma influência sobre o poder de Deus.
Por isso Deus hoje convida você a puxar a cadeira de sua casa, procurar um lugar bem sossegado e prosear um pouco com Ele no fim do dia.
Ele disse: "Clama a Mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e verdadeiras que não sabes". Jeremias 33:3
Daniel estava ajoelhado em seu quarto orando a Deus, e antes que ele acabasse sua oração, o anjo Gabriel aparece ao seu lado e diz: "Logo que você começou a orar, Deus atendeu ao seu pedido. Deus o ama muito e por isso me mandou para explicar a visão a você..." Daniel 9:23
Para Deus não existem limites de tempo ou espaço. Deus é o verdadeiro "Senhor do Tempo". É Ele quem controla o tempo. E é por isso que quando você ora, pode até sentir a mão de Deus na sua vida. No Velho Testamento encontramos o relato de quando Josué, no poder de Deus, mandou que o sol e a lua parassem para que ele tivesse tempo de completar sua vitória sobre os inimigos de Israel. O Deus da natureza interferiu nas Suas próprias leis naturais por um curto tempo em resposta à oração. A lei natural não é superior à lei da oração. Tanto a oração como a natureza, possuem Deus como seu Criador, Regente e Executor. O sol, a lua e as estrelas estão sob o controle de Deus.
Ezequias pediu a Deus um sinal de seu grande poder. Deus respondeu por meio de um relógio do sol, que era usado como relógio pelos Babilônios, Gregos e Israelistas no tempo do Velho Testamento. "Eis que farei retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz. Assim retrocedeu o sol os dez graus que já tinha declinado".Isaias 38:8
Você já parou pra pensar na grande lição que a oração do Pai Nosso nos ensina? Ela é a Oração Modelo, ensinada por Jesus, veja o que ela diz: "O pão nosso de cada dia nos dá hoje". Mateus 6:11
Quando fazemos essa prece estamos eliminando o amanhã. Estamos desafiando os relógios e os calendários, fusos-horários e encontros marcados. Isso porque não vivemos no amanhã, vivemos hoje.
Não pedimos o pão para amanhã. Não oramos as preces de amanhã. Quando amanhã chegar o nosso pedido pode ser redundante ou desnecessário.
"Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal". Mateus 6:34
Dizem que ser moderno é viver o dia de hoje. Então veja que a Bíblia é extremamente moderna.
Em Êxodo 16 a Bíblia nos conta de como Deus evitou que seu povo morresse de fome no deserto enviando a cada dia de madrugada uma espécie de massa, de pão. Este relato está cheio de importantes lições sobre o tempo de nossas orações.
Deus alimentou milagrosamente centenas de milhares que viajavam pelo deserto.
Cada manhã havia quantidade suficiente de maná para cada homem, mulher e criança, de acordo com sua capacidade alimentar do dia. Não havia mais nem menos.
Cada manhã lá estava o maná. Na hora certa. O povo não precisava preocupar-se em guardar o maná e levá-lo de um lado para outro. Não precisavam guardar no freezer. E mesmo assim eles comiam sempre comida fresca e não sobrava resto.
Normalmente o nosso alimento brota do solo, mas aquele povo estava no mais árido deserto. O pão caia do céu. Será que podemos ser nutridos pelo ar que respiramos? Pode alguém alimentar a população com vapores ou nuvens? Do espaço vazio Deus fez surgir constantemente o pão para Seus filhos. Cada manhã o solo estava coberto com o mantimento para toda a multidão. Tudo o que precisavam fazer era ajuntar. O deserto não se comportou como um deserto. Os céus supriram o que a terra se recusou a dar.
Esse pão do céu era totalmente grátis. O homem mais rico recebia o mesmo que o mais pobre. Nem um dos dois precisava pagar um centavo. Tudo era de graça.
Quem tinha um apetite grande comia a fartar e sempre teve o suficiente. Quem tinha pouco apetite ajuntava como os outros, mas nunca deixava restos. Deus dava o maná à vontade, porém, exatamente de acordo com a capacidade de o povo receber.
Hoje ainda temos a promessa que diz: "O meu Deus, segundo as Suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus". Filipenses 4:19
O maná caiu ano após anos, com a mesma cor, e com a mesma forma de sempre, bem perto da tenda de cada Israelita. Era a melhor alimentação para eles. Não continha calorias vazias, nem colesterol, nem elevados níveis de gorduras nocivas, nem conservantes, nem produtos químicos prejudiciais à saúde.
Era uma dieta vegetariana perfeita e balanceada, contendo todos os nutrientes que o povo necessitava.
Nenhum nutricionista poderia ter preparado um menu com tanta sabedoria como o cardápio que Deus preparou para Seus filhos no deserto.
Sabe o que acontecia se alguém procurava guardar o maná de um dia para outro? O maná estragava.
Mas havia uma exceção. Deus instruiu ao povo que na Sexta-Feira colhesse o dobro do maná, para não precisarem colher no Sábado, pois nesse dia o maná não cairia como durante a semana. Deus disse ao povo que o maná que guardassem da sexta para o sábado não estragaria como nos outros dias.
Todos os dias de madrugada o maná caía e devia ser colhido cedo.
Assim também as bênçãos de Deus nos esperam nas primeiras horas depois que nos levantamos, é nestas horas que podemos receber melhor, as bênçãos de Deus e o pão espiritual.
Não deixe que nada tome seu tempo de falar com Deus. Busque constantemente o seu maná. Não tente viver no maná de ontem. Experiência velha é alimento espiritual pobre.
Os Israelitas precisavam colocar-se de joelhos para ajuntar o maná.
Se você hoje se ajoelhar em oração em busca do maná celestial, Deus iluminará sua vida a cada dia e você ganhará um aliado para suas batalhas diárias.
Somos escravos do tempo. Precisamos que o Senhor do Tempo nos ajude se quisermos achar tempo para orar. Em seu livro "O Senhor do Tempo", Clark Blaise diz que o tempo é um tirano sanguinário.
Que horas são no seu relógio?
Talvez você já esteja pensando nas coisas que terá que fazer hoje.
Que horas são no seu fuso horário? A Biblia nos indica a hora exata em que estamos: "Semeai para vós em justiça, ceifai segundo a misericórdia; lavrai o campo de lavoura; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que venha e chova a justiça sobre vós". Oséias10:12
É tempo de buscar ao Senhor.
Aqui está o grande problema e a grande solução para ele!
Nós temos tantos problemas, nos sentimos desamparados, às vezes humilhados, diminuídos, solitários.
Precisamos de um relacionamento com Deus! Só Ele pode suprir nossas almas!
O problema é que muitos não conseguem enxergar que precisam de Deus com a mesma intensidade que precisam do ar para respirar. Aí gastam toda a vida procurando solução em coisas, filosofias, doutrinas tão distantes que só fazem aumentar seu vazio.
AS pessoas correm tanto hoje em dia que acabam deixando Deus como a última coisa do dia, e às vezes da vida!
Acabam percebendo que na verdade não têm tempo para Deus
Muitos me dizem que não têm tempo para Deus, mas sempre acham tempo para outras coisas que querem fazer.
Tente imaginar uma grande caixa de madeira. Ela está vazia. Esta caixa é seu tempo.
Vamos agora enche-la com bolas de boliche. Agora a caixa está cheia. Dá pra colocar mais alguma bola? Ela está cheia mesmo?
Bem, eu quero mostrar pra você que ainda podemos achar lugar para pôr na caixa um monte de bolinhas de vidro, sim bolinhas de gude.
E agora, está cheia? Que nada! Tem ainda muito espaço vazio na caixa, vamos colocar muitas bolinhas de chumbo que os caçadores usam.
E agora, cabe mais coisa?
Lógico que sim! Vamos colocar muita areia fina! Muitos quilos de areia fina!
E se você achava que desta vez estava cheia, quero dizer que ainda vão caber muitos litros de água até que não haja nenhum espaço vazio.
Assim é a nossa vida!
Vivemos tentando achar espaço para grandes orações de joelhos ou momentos muito especiais a sós com Deus. Mas esquecemos que há tantos espaços vazios em nosso tempo que poderíamos dedicar a Ele!
Podemos estar em contato com Deus enquanto andamos de ônibus, enquanto trabalhamos, estudamos, enquanto vamos dirigindo para o trabalho. Podemos dedicar tanto tempo a Deus que Ele se tornará nosso melhor amigo!
Mesmo nos dias mais ocupados podemos encontrar lugar para a oração, para pequenos atos de bondade, para palavras de encorajamento, para pensamentos de esperança.
Vivemos super ocupados! James Houston fala sobre o "narcótico dos negócios" e a "pobreza da afluência". A maioria de nós segundo ele, somos levados nessa correria que chamamos de vida. É como se estivéssemos numa escada rolante. Mesmo que você fique parado, ainda assim vê a vida via passando ao seu lado!
Temos tanto a fazer: estudar, trabalhar, ganhar a vida! Também precisamos de lazer, afinal ninguém é de ferro!
Aí, não temos tempo para Deus e para conversar com Ele e para nos alimentarmos do pão espiritual.
De manhã estamos tão cansados que é quase impossível levantar um pouco mais cedo. Cada minuto na cama é muito precioso!
À noite, mal podemos ficar acordados uma hora para estudar a Bíblia e orar, em uma noite qualquer. Quando você compreender que não pode fazer nada sem Cristo e se colocar de joelhos diante dEle, só então Ele poderá ajudá-lo.
Com a sua permissão Ele vai entrar em seu ser e passará a morar em você. Mas isso precisa ser uma experiência diária. Precisamos de Sua força cada dia.
Aí você poderá sentir o poder restaurador de Jesus em sua vida.
Por isso Senhor, dá a cada um de nós força, vontade para estar em comunhão Contigo e ligados a Ti. Assim dá-nos dias muito mais felizes do que temos tido,
em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
Pr. Fernando Iglesias
"Nossa vida é controlada por mostradores digitais que nos mostram as horas, minutos e segundos constantemente. Tem relógios por toda parte, nos letreiros, nos rádios, nas ruas, nos computadores, nas calculadoras e nos telefones celulares. Isto parece até que nos faz correr mais ainda. Estamos ficando com obsessão pelo tempo.
Você sabia que até a metade do século dezenove havia uma confusão geral para se saber a hora? Cada comunidade ajustava o seu relógio com hora diferente. Havia centenas de horários diferentes só na América do Norte. Nesta época, só em Chicago havia 100 fusos-horários diferentes.
Foi preciso que um homem chamado Sanford Fleming resolvesse o problema. Um livro recente, escrito por Clark Blaise, conta a história do Lorde Sanford Fleming e a criação do horário padrão universal. Blaise deu ao seu livro o título: "O Senhor do Tempo"
Para escrever o livro "O Senhor do Tempo", Clark Blaise fez uma pesquisa muito interessante e descobriu que antes dos dias de Sanford Fleming, a distância de 20 kilômetros assinalava um outro minuto solar. Assim sendo, no vale do Delaware, 100 Km a Oeste da cidade de Nova York era 11:55 quando os apitos do meio-dia soavam em Manhatan. Do outro lado do rio, em Jersey City era 11:59. Como naquela época as pessoas passavam a maior parte do tempo em suas pequenas comunidades sem viajar, e quando saíam, viajavam em barcos, carroças ou em lombo de animais, não havia tanta importância que a hora fosse diferente de um lugar para outro a cada 20 kilômetros.
Ninguém podia ir suficientemente longe em uma hora para entrar em problemas de horários. Mas quando chegou a época das máquinas a vapor, começou então a confusão nos horários.
Foi então que Fleming se tornou o inventor dos fusos-horários para o mundo todo. Seu sistema foi adotado mundialmente na Conferência de Meridianos que teve lugar em Washington, durante as três primeiras semanas de Outubro de 1884. Sanford Fleming tornou-se o Senhor do Tempo.
Em nossa era da propulsão a jato, enfrentar os fusos-horários, a linha internacional que marca as datas e o famoso "jet lag" tornaram-se parte da vida para muitas pessoas que trabalham viajando pelo mundo.
Nosso planeta é só uma pequena parte do infinito Universo de Deus.
Mas, qual seria a distância até o paraíso de Deus? Que distância teríamos que percorrer para conseguirmos chegar ao lugar onde Deus habita? Quantos fusos-horários e linhas demarcatórias teríamos de atravessar numa distância de 1,600 anos-luz? Muitos astrônomos cristãos acreditam que muito além dentro da amplidão do espaço vazio, além dos grandes portais da grande nébula, na constelação de Órion, está um lugar que a Bíblia chama de "Céu".
Mas o Céu está tão longe da Terra! Será que podemos nos comunicar com esse Deus que está tão longe? Lógico que sim!
A Bíblia nos ensina que enquanto nós, seres humanos estamos limitados a tempo, espaço, proximidade, estes elementos não têm nenhuma influência sobre o poder de Deus.
Por isso Deus hoje convida você a puxar a cadeira de sua casa, procurar um lugar bem sossegado e prosear um pouco com Ele no fim do dia.
Ele disse: "Clama a Mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e verdadeiras que não sabes". Jeremias 33:3
Daniel estava ajoelhado em seu quarto orando a Deus, e antes que ele acabasse sua oração, o anjo Gabriel aparece ao seu lado e diz: "Logo que você começou a orar, Deus atendeu ao seu pedido. Deus o ama muito e por isso me mandou para explicar a visão a você..." Daniel 9:23
Para Deus não existem limites de tempo ou espaço. Deus é o verdadeiro "Senhor do Tempo". É Ele quem controla o tempo. E é por isso que quando você ora, pode até sentir a mão de Deus na sua vida. No Velho Testamento encontramos o relato de quando Josué, no poder de Deus, mandou que o sol e a lua parassem para que ele tivesse tempo de completar sua vitória sobre os inimigos de Israel. O Deus da natureza interferiu nas Suas próprias leis naturais por um curto tempo em resposta à oração. A lei natural não é superior à lei da oração. Tanto a oração como a natureza, possuem Deus como seu Criador, Regente e Executor. O sol, a lua e as estrelas estão sob o controle de Deus.
Ezequias pediu a Deus um sinal de seu grande poder. Deus respondeu por meio de um relógio do sol, que era usado como relógio pelos Babilônios, Gregos e Israelistas no tempo do Velho Testamento. "Eis que farei retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz. Assim retrocedeu o sol os dez graus que já tinha declinado".Isaias 38:8
Você já parou pra pensar na grande lição que a oração do Pai Nosso nos ensina? Ela é a Oração Modelo, ensinada por Jesus, veja o que ela diz: "O pão nosso de cada dia nos dá hoje". Mateus 6:11
Quando fazemos essa prece estamos eliminando o amanhã. Estamos desafiando os relógios e os calendários, fusos-horários e encontros marcados. Isso porque não vivemos no amanhã, vivemos hoje.
Não pedimos o pão para amanhã. Não oramos as preces de amanhã. Quando amanhã chegar o nosso pedido pode ser redundante ou desnecessário.
"Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal". Mateus 6:34
Dizem que ser moderno é viver o dia de hoje. Então veja que a Bíblia é extremamente moderna.
Em Êxodo 16 a Bíblia nos conta de como Deus evitou que seu povo morresse de fome no deserto enviando a cada dia de madrugada uma espécie de massa, de pão. Este relato está cheio de importantes lições sobre o tempo de nossas orações.
Deus alimentou milagrosamente centenas de milhares que viajavam pelo deserto.
Cada manhã havia quantidade suficiente de maná para cada homem, mulher e criança, de acordo com sua capacidade alimentar do dia. Não havia mais nem menos.
Cada manhã lá estava o maná. Na hora certa. O povo não precisava preocupar-se em guardar o maná e levá-lo de um lado para outro. Não precisavam guardar no freezer. E mesmo assim eles comiam sempre comida fresca e não sobrava resto.
Normalmente o nosso alimento brota do solo, mas aquele povo estava no mais árido deserto. O pão caia do céu. Será que podemos ser nutridos pelo ar que respiramos? Pode alguém alimentar a população com vapores ou nuvens? Do espaço vazio Deus fez surgir constantemente o pão para Seus filhos. Cada manhã o solo estava coberto com o mantimento para toda a multidão. Tudo o que precisavam fazer era ajuntar. O deserto não se comportou como um deserto. Os céus supriram o que a terra se recusou a dar.
Esse pão do céu era totalmente grátis. O homem mais rico recebia o mesmo que o mais pobre. Nem um dos dois precisava pagar um centavo. Tudo era de graça.
Quem tinha um apetite grande comia a fartar e sempre teve o suficiente. Quem tinha pouco apetite ajuntava como os outros, mas nunca deixava restos. Deus dava o maná à vontade, porém, exatamente de acordo com a capacidade de o povo receber.
Hoje ainda temos a promessa que diz: "O meu Deus, segundo as Suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus". Filipenses 4:19
O maná caiu ano após anos, com a mesma cor, e com a mesma forma de sempre, bem perto da tenda de cada Israelita. Era a melhor alimentação para eles. Não continha calorias vazias, nem colesterol, nem elevados níveis de gorduras nocivas, nem conservantes, nem produtos químicos prejudiciais à saúde.
Era uma dieta vegetariana perfeita e balanceada, contendo todos os nutrientes que o povo necessitava.
Nenhum nutricionista poderia ter preparado um menu com tanta sabedoria como o cardápio que Deus preparou para Seus filhos no deserto.
Sabe o que acontecia se alguém procurava guardar o maná de um dia para outro? O maná estragava.
Mas havia uma exceção. Deus instruiu ao povo que na Sexta-Feira colhesse o dobro do maná, para não precisarem colher no Sábado, pois nesse dia o maná não cairia como durante a semana. Deus disse ao povo que o maná que guardassem da sexta para o sábado não estragaria como nos outros dias.
Todos os dias de madrugada o maná caía e devia ser colhido cedo.
Assim também as bênçãos de Deus nos esperam nas primeiras horas depois que nos levantamos, é nestas horas que podemos receber melhor, as bênçãos de Deus e o pão espiritual.
Não deixe que nada tome seu tempo de falar com Deus. Busque constantemente o seu maná. Não tente viver no maná de ontem. Experiência velha é alimento espiritual pobre.
Os Israelitas precisavam colocar-se de joelhos para ajuntar o maná.
Se você hoje se ajoelhar em oração em busca do maná celestial, Deus iluminará sua vida a cada dia e você ganhará um aliado para suas batalhas diárias.
Somos escravos do tempo. Precisamos que o Senhor do Tempo nos ajude se quisermos achar tempo para orar. Em seu livro "O Senhor do Tempo", Clark Blaise diz que o tempo é um tirano sanguinário.
Que horas são no seu relógio?
Talvez você já esteja pensando nas coisas que terá que fazer hoje.
Que horas são no seu fuso horário? A Biblia nos indica a hora exata em que estamos: "Semeai para vós em justiça, ceifai segundo a misericórdia; lavrai o campo de lavoura; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que venha e chova a justiça sobre vós". Oséias10:12
É tempo de buscar ao Senhor.
Aqui está o grande problema e a grande solução para ele!
Nós temos tantos problemas, nos sentimos desamparados, às vezes humilhados, diminuídos, solitários.
Precisamos de um relacionamento com Deus! Só Ele pode suprir nossas almas!
O problema é que muitos não conseguem enxergar que precisam de Deus com a mesma intensidade que precisam do ar para respirar. Aí gastam toda a vida procurando solução em coisas, filosofias, doutrinas tão distantes que só fazem aumentar seu vazio.
AS pessoas correm tanto hoje em dia que acabam deixando Deus como a última coisa do dia, e às vezes da vida!
Acabam percebendo que na verdade não têm tempo para Deus
Muitos me dizem que não têm tempo para Deus, mas sempre acham tempo para outras coisas que querem fazer.
Tente imaginar uma grande caixa de madeira. Ela está vazia. Esta caixa é seu tempo.
Vamos agora enche-la com bolas de boliche. Agora a caixa está cheia. Dá pra colocar mais alguma bola? Ela está cheia mesmo?
Bem, eu quero mostrar pra você que ainda podemos achar lugar para pôr na caixa um monte de bolinhas de vidro, sim bolinhas de gude.
E agora, está cheia? Que nada! Tem ainda muito espaço vazio na caixa, vamos colocar muitas bolinhas de chumbo que os caçadores usam.
E agora, cabe mais coisa?
Lógico que sim! Vamos colocar muita areia fina! Muitos quilos de areia fina!
E se você achava que desta vez estava cheia, quero dizer que ainda vão caber muitos litros de água até que não haja nenhum espaço vazio.
Assim é a nossa vida!
Vivemos tentando achar espaço para grandes orações de joelhos ou momentos muito especiais a sós com Deus. Mas esquecemos que há tantos espaços vazios em nosso tempo que poderíamos dedicar a Ele!
Podemos estar em contato com Deus enquanto andamos de ônibus, enquanto trabalhamos, estudamos, enquanto vamos dirigindo para o trabalho. Podemos dedicar tanto tempo a Deus que Ele se tornará nosso melhor amigo!
Mesmo nos dias mais ocupados podemos encontrar lugar para a oração, para pequenos atos de bondade, para palavras de encorajamento, para pensamentos de esperança.
Vivemos super ocupados! James Houston fala sobre o "narcótico dos negócios" e a "pobreza da afluência". A maioria de nós segundo ele, somos levados nessa correria que chamamos de vida. É como se estivéssemos numa escada rolante. Mesmo que você fique parado, ainda assim vê a vida via passando ao seu lado!
Temos tanto a fazer: estudar, trabalhar, ganhar a vida! Também precisamos de lazer, afinal ninguém é de ferro!
Aí, não temos tempo para Deus e para conversar com Ele e para nos alimentarmos do pão espiritual.
De manhã estamos tão cansados que é quase impossível levantar um pouco mais cedo. Cada minuto na cama é muito precioso!
À noite, mal podemos ficar acordados uma hora para estudar a Bíblia e orar, em uma noite qualquer. Quando você compreender que não pode fazer nada sem Cristo e se colocar de joelhos diante dEle, só então Ele poderá ajudá-lo.
Com a sua permissão Ele vai entrar em seu ser e passará a morar em você. Mas isso precisa ser uma experiência diária. Precisamos de Sua força cada dia.
Aí você poderá sentir o poder restaurador de Jesus em sua vida.
Por isso Senhor, dá a cada um de nós força, vontade para estar em comunhão Contigo e ligados a Ti. Assim dá-nos dias muito mais felizes do que temos tido,
em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
1 Coríntios 11:23-24
Domingo 22 Agosto
O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim (1 Coríntios 11:23-24).
A ceia da lembrança
Na noite anterior à crucificação, o Senhor Jesus compartilhou da ceia com Seus discípulos e expressou Seu desejo de que eles recordassem sempre daquele momento. Os primeiros cristãos costumavam comemorar a Ceia do Senhor todo primeiro dia da semana, ou seja, no domingo. Em Atos 20:7 está escrito: “E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão…”
Hoje em dia, por que tantos crentes somente celebram a memória do Salvador e Senhor algumas vezes por ano? Não conheço as razões disso, mas tal fato me faz lembrar da passagem de Eclesiastes que fala sobre um homem pobre que por sua sabedoria salvou uma cidade sitiada. No final do relato, Salomão diz: “E ninguém se lembrava daquele pobre homem” (9:14-15).
O Senhor Jesus realizou uma salvação sem precedentes mediante Sua morte na cruz. Ele nos livrou do poder do pecado, da morte e da escravidão de Satanás. Portanto, é digno de que nos lembremos dEle com gratidão e que a cada domingo cumpramos Seu desejo participando da Ceia do Senhor.
Ele sabia como somos esquecidos. Por isso nos deixou dois símbolos visíveis: o pão e o cálice. Como é triste esquecermos de tão alto preço pago por nossa salvação! O preço foi a vida do Filho de Deus. “Fazei isto em memória de mim” (Lucas 22:19).
Que DEUS abençoe a todos.
O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim (1 Coríntios 11:23-24).
A ceia da lembrança
Na noite anterior à crucificação, o Senhor Jesus compartilhou da ceia com Seus discípulos e expressou Seu desejo de que eles recordassem sempre daquele momento. Os primeiros cristãos costumavam comemorar a Ceia do Senhor todo primeiro dia da semana, ou seja, no domingo. Em Atos 20:7 está escrito: “E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão…”
Hoje em dia, por que tantos crentes somente celebram a memória do Salvador e Senhor algumas vezes por ano? Não conheço as razões disso, mas tal fato me faz lembrar da passagem de Eclesiastes que fala sobre um homem pobre que por sua sabedoria salvou uma cidade sitiada. No final do relato, Salomão diz: “E ninguém se lembrava daquele pobre homem” (9:14-15).
O Senhor Jesus realizou uma salvação sem precedentes mediante Sua morte na cruz. Ele nos livrou do poder do pecado, da morte e da escravidão de Satanás. Portanto, é digno de que nos lembremos dEle com gratidão e que a cada domingo cumpramos Seu desejo participando da Ceia do Senhor.
Ele sabia como somos esquecidos. Por isso nos deixou dois símbolos visíveis: o pão e o cálice. Como é triste esquecermos de tão alto preço pago por nossa salvação! O preço foi a vida do Filho de Deus. “Fazei isto em memória de mim” (Lucas 22:19).
Que DEUS abençoe a todos.
Romanos 9.20
22 de Agosto
"Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?" Romanos 9.20
Esse versículo nos mostra que questionar o Criador, o Deus vivo, é uma petulância. Na história do mundo só existe um porquê justificado: o porquê do Senhor Jesus quando exclamou na cruz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Existem mistérios e profundezas de Deus que nós, humanos, com nossa capacidade de percepção extremamente reduzida, nunca poderemos compreender. Toda a eternidade não será suficiente para esgotar e conhecer a fundo a natureza de Deus. Pois tão infinito e eterno como Ele é na Sua existência, tão eterno e infinito Ele é na glória da Sua personalidade. Justamente isso significa que jamais compreenderemos completamente a natureza de Deus. Mas exatamente por essa razão a mensagem do Evangelho é tão preciosa. Deus enviou Jesus, o fiel Salvador, que disse: "Quem me vê a mim, vê o Pai." E por intermédio de Jesus também nos é dada a possibilidade de vitória: "Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo".
Que DEUS abençoe a todos.
"Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?" Romanos 9.20
Esse versículo nos mostra que questionar o Criador, o Deus vivo, é uma petulância. Na história do mundo só existe um porquê justificado: o porquê do Senhor Jesus quando exclamou na cruz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Existem mistérios e profundezas de Deus que nós, humanos, com nossa capacidade de percepção extremamente reduzida, nunca poderemos compreender. Toda a eternidade não será suficiente para esgotar e conhecer a fundo a natureza de Deus. Pois tão infinito e eterno como Ele é na Sua existência, tão eterno e infinito Ele é na glória da Sua personalidade. Justamente isso significa que jamais compreenderemos completamente a natureza de Deus. Mas exatamente por essa razão a mensagem do Evangelho é tão preciosa. Deus enviou Jesus, o fiel Salvador, que disse: "Quem me vê a mim, vê o Pai." E por intermédio de Jesus também nos é dada a possibilidade de vitória: "Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo".
Que DEUS abençoe a todos.
Levítico 24:1-23
Levítico 24:1-23
1 E FALOU o Senhor a Moisés, dizendo:
2 Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite de oliveira, puro, batido, para a luminária, para manter as lâmpadas acesas continuamente.
3 Arão as porá em ordem perante o Senhor continuamente, desde a tarde até à manhã, fora do véu do testemunho, na tenda da congregação; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações.
4 Sobre o candelabro de ouro puro porá em ordem as lâmpadas perante o Senhor continuamente.
5 Também tomarás da flor de farinha, e dela cozerás doze pães; cada pão será de duas dízimas de um efa.
6 E os porás em duas fileiras, seis em cada fileira, sobre a mesa pura, perante o Senhor.
7 E sobre cada fileira porás incenso puro, para que seja, para o pão, por oferta memorial; oferta queimada é ao Senhor.
8 Em cada dia de sábado, isto se porá em ordem perante o Senhor continuamente, pelos filhos de Israel, por aliança perpétua.
9 E será de Arão e de seus filhos, os quais o comerão no lugar santo, porque uma coisa santíssima é para eles, das ofertas queimadas ao Senhor, por estatuto perpétuo.
10 E apareceu, no meio dos filhos de Israel o filho de uma mulher israelita, o qual era filho de um homem egípcio; e o filho da israelita e um homem israelita discutiram no arraial.
11 Então o filho da mulher israelita blasfemou o nome do Senhor, e o amaldiçoou, por isso o trouxeram a Moisés; e o nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.
12 E eles o puseram na prisão, até que a vontade do Senhor lhes pudesse ser declarada.
13 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
14 Tira o que tem blasfemado para fora do arraial; e todos os que o ouviram porão as suas mãos sobre a sua cabeça; então toda a congregação o apedrejará.
15 E aos filhos de Israel falarás, dizendo: Qualquer que amaldiçoar o seu Deus, levará sobre si o seu pecado.
16 E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente morrerá; toda a congregação certamente o apedrejará; assim o estrangeiro como o natural, blasfemando o nome do Senhor, será morto.
17 E quem matar a alguém certamente morrerá.
18 Mas quem matar um animal, o restituirá, vida por vida.
19 Quando também alguém desfigurar o seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito:
20 Quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.
21 Quem, pois, matar um animal, restituí-lo-á, mas quem matar um homem será morto.
22 Uma mesma lei tereis; assim será para o estrangeiro como para o natural; pois eu sou o Senhor vosso Deus.
23 E disse Moisés, aos filhos de Israel que levassem o que tinha blasfemado para fora do arraial, e o apedrejassem; e fizeram os filhos de Israel como o Senhor ordenara a Moisés.
Levítico 24:1-23
Como temos visto, durante o ano havia ocasiões em que os filhos de Israel se reuniam para festas. Deles era exigido apenas que se apresentassem de tempos em tempos. Por outro lado, o serviço a favor deles jamais cessava. As lâmpadas eram mantidas acesas continuamente (v. 3). Quão bom é compreender que, mesmo quando estamos muito ocupados com as questões da vida diária para pensar no céu, mesmo quando nossa comunhão é interrompida, a luz de Cristo, o divino Candeeiro, jamais pára de brilhar com toda a sua intensidade. E sobre o que ela brilha? Sobre os doze pães dispostos na mesa, que representam o povo de Deus em sua totalidade, reunidos em perfeita ordem no santuário.
O episódio do blasfemador e seu castigo nos ensina que, apesar dessa posição privilegiada, a apostasia surgirá entre o povo e terá uma punição terrível. O “nome sobre todo nome” foi blasfemado quando o Filho de Deus que veio a este mundo foi insultado, rejeitado e crucificado. E será novamente no futuro quando o “homem da iniqüidade”, o anticristo, irá opor-se e exaltar-se contra tudo que se chama Deus. O Senhor Jesus o destruirá pelo brilho da manifestação de sua vinda (2 Tessalonicenses 2:4, 8).
Que DEUS abençoe a todos.
1 E FALOU o Senhor a Moisés, dizendo:
2 Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite de oliveira, puro, batido, para a luminária, para manter as lâmpadas acesas continuamente.
3 Arão as porá em ordem perante o Senhor continuamente, desde a tarde até à manhã, fora do véu do testemunho, na tenda da congregação; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações.
4 Sobre o candelabro de ouro puro porá em ordem as lâmpadas perante o Senhor continuamente.
5 Também tomarás da flor de farinha, e dela cozerás doze pães; cada pão será de duas dízimas de um efa.
6 E os porás em duas fileiras, seis em cada fileira, sobre a mesa pura, perante o Senhor.
7 E sobre cada fileira porás incenso puro, para que seja, para o pão, por oferta memorial; oferta queimada é ao Senhor.
8 Em cada dia de sábado, isto se porá em ordem perante o Senhor continuamente, pelos filhos de Israel, por aliança perpétua.
9 E será de Arão e de seus filhos, os quais o comerão no lugar santo, porque uma coisa santíssima é para eles, das ofertas queimadas ao Senhor, por estatuto perpétuo.
10 E apareceu, no meio dos filhos de Israel o filho de uma mulher israelita, o qual era filho de um homem egípcio; e o filho da israelita e um homem israelita discutiram no arraial.
11 Então o filho da mulher israelita blasfemou o nome do Senhor, e o amaldiçoou, por isso o trouxeram a Moisés; e o nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.
12 E eles o puseram na prisão, até que a vontade do Senhor lhes pudesse ser declarada.
13 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
14 Tira o que tem blasfemado para fora do arraial; e todos os que o ouviram porão as suas mãos sobre a sua cabeça; então toda a congregação o apedrejará.
15 E aos filhos de Israel falarás, dizendo: Qualquer que amaldiçoar o seu Deus, levará sobre si o seu pecado.
16 E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente morrerá; toda a congregação certamente o apedrejará; assim o estrangeiro como o natural, blasfemando o nome do Senhor, será morto.
17 E quem matar a alguém certamente morrerá.
18 Mas quem matar um animal, o restituirá, vida por vida.
19 Quando também alguém desfigurar o seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito:
20 Quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.
21 Quem, pois, matar um animal, restituí-lo-á, mas quem matar um homem será morto.
22 Uma mesma lei tereis; assim será para o estrangeiro como para o natural; pois eu sou o Senhor vosso Deus.
23 E disse Moisés, aos filhos de Israel que levassem o que tinha blasfemado para fora do arraial, e o apedrejassem; e fizeram os filhos de Israel como o Senhor ordenara a Moisés.
Levítico 24:1-23
Como temos visto, durante o ano havia ocasiões em que os filhos de Israel se reuniam para festas. Deles era exigido apenas que se apresentassem de tempos em tempos. Por outro lado, o serviço a favor deles jamais cessava. As lâmpadas eram mantidas acesas continuamente (v. 3). Quão bom é compreender que, mesmo quando estamos muito ocupados com as questões da vida diária para pensar no céu, mesmo quando nossa comunhão é interrompida, a luz de Cristo, o divino Candeeiro, jamais pára de brilhar com toda a sua intensidade. E sobre o que ela brilha? Sobre os doze pães dispostos na mesa, que representam o povo de Deus em sua totalidade, reunidos em perfeita ordem no santuário.
O episódio do blasfemador e seu castigo nos ensina que, apesar dessa posição privilegiada, a apostasia surgirá entre o povo e terá uma punição terrível. O “nome sobre todo nome” foi blasfemado quando o Filho de Deus que veio a este mundo foi insultado, rejeitado e crucificado. E será novamente no futuro quando o “homem da iniqüidade”, o anticristo, irá opor-se e exaltar-se contra tudo que se chama Deus. O Senhor Jesus o destruirá pelo brilho da manifestação de sua vinda (2 Tessalonicenses 2:4, 8).
Que DEUS abençoe a todos.
sábado, 21 de agosto de 2010
Ezequiel 47.9
21 de Agosto
"Toda criatura vivente que vive em enxames, viverá por onde quer que passe este rio." Ezequiel 47.9
Segundo o meu entendimento, o Jordão é o único rio no qual o Deus triuno se revelou. Lemos isso em Mateus 3.16-17: "Batizado Jesus (Deus, o Filho), saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus (Deus, o Espírito Santo) descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me (Deus, o Pai) comprazo". Como seria bom se você compreendesse isso ainda hoje, neste momento: o Deus triuno se concentra no Calvário. Lá onde escorreu o sangue de Jesus, onde a morte de Jesus se tornou realidade, lá você encontra a trindade divina. O Deus santo só se une a alguém que foi ao "Jordão" com os seus pecados. Aquele que diz sim ao "Jordão", aquele que diz sim à morte de Jesus, deve contar com uma oposição muito forte, pois todo o inferno se lança sobre ele. Se hoje você passa pelo "Jordão", se você leva Jesus, o Crucificado, a sério, haverá guerra! Mas o inimigo já foi vencido! Você pode jubilar com Davi: "Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança."
Que DEUS abençoe a todos.
"Toda criatura vivente que vive em enxames, viverá por onde quer que passe este rio." Ezequiel 47.9
Segundo o meu entendimento, o Jordão é o único rio no qual o Deus triuno se revelou. Lemos isso em Mateus 3.16-17: "Batizado Jesus (Deus, o Filho), saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus (Deus, o Espírito Santo) descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me (Deus, o Pai) comprazo". Como seria bom se você compreendesse isso ainda hoje, neste momento: o Deus triuno se concentra no Calvário. Lá onde escorreu o sangue de Jesus, onde a morte de Jesus se tornou realidade, lá você encontra a trindade divina. O Deus santo só se une a alguém que foi ao "Jordão" com os seus pecados. Aquele que diz sim ao "Jordão", aquele que diz sim à morte de Jesus, deve contar com uma oposição muito forte, pois todo o inferno se lança sobre ele. Se hoje você passa pelo "Jordão", se você leva Jesus, o Crucificado, a sério, haverá guerra! Mas o inimigo já foi vencido! Você pode jubilar com Davi: "Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança."
Que DEUS abençoe a todos.
Josué 10:25
Sábado 21 Agosto
Não temais, nem vos espanteis; esforçai-vos e animai-vos, porque assim fará o Senhora todos os vossos inimigos, contra os quais pelejardes (Josué 10:25).
Meditações sobre o livro de Josué(Leia Josué 10:12-27)
Atendendo à oração de Josué, o Senhor parou o sol e lua por quase um dia inteiro. Dessa forma Ele demonstrou àquelas nações pagãs quem é o Deus que luta por Israel. Ao mesmo tempo, deixou claro para Seu povo o quão longe Ele pode ir para responder a uma oração (Marcos 9:23). Mas será que não é um milagre muito maior o fato de Deus ter prolongado o dia de Sua graça por mais de dois mil anos? O objetivo é a conversão dos pecadores, e não o julgamento e a vingança como neste episódio. Ele demonstra paciência para com o mundo (talvez para com você também?) e “faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:45). Isso parece tão natural para todos, mas ao surgir de cada novo dia meditemos na imensa paciência divina.
Quando o sol não se pôs, os inimigos fugiram da luz e buscaram um local escuro para tentar esconder-se (v. 16; João 3:19-21; Apocalipse 6:15-17). Mas a vitória foi conquistada e os cinco reis foram tirados da cova. “Chegai, ponde o pé sobre o pescoço destes reis” (v. 24). Isso aconteceu para demonstrar a vitória deles e antecipar o momento em que o Deus da paz irá esmagar Satanás debaixo de nossos pés (Romanos 16:20).
Que DEUS abençoe a todos.
Não temais, nem vos espanteis; esforçai-vos e animai-vos, porque assim fará o Senhora todos os vossos inimigos, contra os quais pelejardes (Josué 10:25).
Meditações sobre o livro de Josué(Leia Josué 10:12-27)
Atendendo à oração de Josué, o Senhor parou o sol e lua por quase um dia inteiro. Dessa forma Ele demonstrou àquelas nações pagãs quem é o Deus que luta por Israel. Ao mesmo tempo, deixou claro para Seu povo o quão longe Ele pode ir para responder a uma oração (Marcos 9:23). Mas será que não é um milagre muito maior o fato de Deus ter prolongado o dia de Sua graça por mais de dois mil anos? O objetivo é a conversão dos pecadores, e não o julgamento e a vingança como neste episódio. Ele demonstra paciência para com o mundo (talvez para com você também?) e “faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5:45). Isso parece tão natural para todos, mas ao surgir de cada novo dia meditemos na imensa paciência divina.
Quando o sol não se pôs, os inimigos fugiram da luz e buscaram um local escuro para tentar esconder-se (v. 16; João 3:19-21; Apocalipse 6:15-17). Mas a vitória foi conquistada e os cinco reis foram tirados da cova. “Chegai, ponde o pé sobre o pescoço destes reis” (v. 24). Isso aconteceu para demonstrar a vitória deles e antecipar o momento em que o Deus da paz irá esmagar Satanás debaixo de nossos pés (Romanos 16:20).
Que DEUS abençoe a todos.
Levítico 23:23-44
Levítico 23:23-44
23 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
24 Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso, memorial com sonido de trombetas, santa convocação.
25 Nenhum trabalho servil fareis, mas oferecereis oferta queimada ao Senhor.
26 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
27 Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e oferecereis oferta queimada ao Senhor.
28 E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia da expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor vosso Deus.
29 Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo.
30 Também toda a alma, que naquele mesmo dia fizer algum trabalho, eu a destruirei do meio do seu povo.
31 Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações em todas as vossas habitações.
32 Sábado de descanso vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.
33 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
34 Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a festa dos tabernáculos ao Senhor por sete dias.
35 Ao primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis.
36 Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao Senhor; ao oitavo dia tereis santa convocação, e oferecereis ofertas queimadas ao Senhor; dia de proibição é, nenhum trabalho servil fareis.
37 Estas são as solenidades do Senhor, que apregoareis para santas convocações, para oferecer ao Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de alimentos, sacrifício e libações, cada qual em seu dia próprio;
38 Além dos sábados do Senhor, e além dos vossos dons, e além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias, que dareis ao Senhor.
39 Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido do fruto da terra, celebrareis a festa do Senhor por sete dias; no primeiro dia haverá descanso, e no oitavo dia haverá descanso.
40 E no primeiro dia tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus por sete dias.
41 E celebrareis esta festa ao Senhor por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis.
42 Sete dias habitareis em tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas;
43 Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus.
44 Assim pronunciou Moisés as solenidades do Senhor aos filhos de Israel.
Levítico 23:23-44
Historicamente, aqui nos encontramos no período que se segue ao Pentecostes. Israel é posto de lado; é o tempo da Igreja, durante o qual o Senhor Jesus está reunindo em um corpo os filhos de Deus espalhados pelas diversas nações (João 11:52). No entanto, está chegando o dia em que todo o Israel, por sua vez, será reunido. Após o arrebatamento da Igreja, “o sonido de trombetas” (ver Números 29:1) irá ajuntar a nação, e reuni-la em sua própria terra, preparando-a para a grande auto-aflição da sexta festa: o “Dia da Expiação”, que corresponde às cerimônias do capítulo 16. Em enorme angústia, Israel aguardará a aparição dAquele que agora está no Santuário, com os Seus, para os salvar (Hebreus 9:28). E, consequentemente, chegamos à festa dos Tabernáculos descrita em detalhes em nosso texto bíblico de hoje. Ela prefigura o reino de justiça e paz na terra que é chamado de Milênio. Contemos o número de vezes que a expressão “nenhuma obra servil fareis” é repetida neste capítulo. Em todo o maravilhoso plano da graça que se estende da cruz à glória, Deus tem reservado a Si mesmo o privilegio de fazer a obra. O homem e seus esforços não têm proveito algum. Essa é uma obra divina, onde há “glória e majestade” (Salmo 111:3).
Que DEUS abençoe a todos.
23 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
24 Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso, memorial com sonido de trombetas, santa convocação.
25 Nenhum trabalho servil fareis, mas oferecereis oferta queimada ao Senhor.
26 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
27 Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e oferecereis oferta queimada ao Senhor.
28 E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia da expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor vosso Deus.
29 Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo.
30 Também toda a alma, que naquele mesmo dia fizer algum trabalho, eu a destruirei do meio do seu povo.
31 Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações em todas as vossas habitações.
32 Sábado de descanso vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.
33 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
34 Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a festa dos tabernáculos ao Senhor por sete dias.
35 Ao primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis.
36 Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao Senhor; ao oitavo dia tereis santa convocação, e oferecereis ofertas queimadas ao Senhor; dia de proibição é, nenhum trabalho servil fareis.
37 Estas são as solenidades do Senhor, que apregoareis para santas convocações, para oferecer ao Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de alimentos, sacrifício e libações, cada qual em seu dia próprio;
38 Além dos sábados do Senhor, e além dos vossos dons, e além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias, que dareis ao Senhor.
39 Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido do fruto da terra, celebrareis a festa do Senhor por sete dias; no primeiro dia haverá descanso, e no oitavo dia haverá descanso.
40 E no primeiro dia tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e vos alegrareis perante o Senhor vosso Deus por sete dias.
41 E celebrareis esta festa ao Senhor por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis.
42 Sete dias habitareis em tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas;
43 Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus.
44 Assim pronunciou Moisés as solenidades do Senhor aos filhos de Israel.
Levítico 23:23-44
Historicamente, aqui nos encontramos no período que se segue ao Pentecostes. Israel é posto de lado; é o tempo da Igreja, durante o qual o Senhor Jesus está reunindo em um corpo os filhos de Deus espalhados pelas diversas nações (João 11:52). No entanto, está chegando o dia em que todo o Israel, por sua vez, será reunido. Após o arrebatamento da Igreja, “o sonido de trombetas” (ver Números 29:1) irá ajuntar a nação, e reuni-la em sua própria terra, preparando-a para a grande auto-aflição da sexta festa: o “Dia da Expiação”, que corresponde às cerimônias do capítulo 16. Em enorme angústia, Israel aguardará a aparição dAquele que agora está no Santuário, com os Seus, para os salvar (Hebreus 9:28). E, consequentemente, chegamos à festa dos Tabernáculos descrita em detalhes em nosso texto bíblico de hoje. Ela prefigura o reino de justiça e paz na terra que é chamado de Milênio. Contemos o número de vezes que a expressão “nenhuma obra servil fareis” é repetida neste capítulo. Em todo o maravilhoso plano da graça que se estende da cruz à glória, Deus tem reservado a Si mesmo o privilegio de fazer a obra. O homem e seus esforços não têm proveito algum. Essa é uma obra divina, onde há “glória e majestade” (Salmo 111:3).
Que DEUS abençoe a todos.
Levítico 23:15-22
Levítico 23:15-22
15 Depois para vós contareis desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão.
16 Até ao dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então oferecereis nova oferta de alimentos ao Senhor.
17 Das vossas habitações trareis dois pães de movimento; de duas dízimas de farinha serão, levedados se cozerão; primícias são ao Senhor.
18 Também com o pão oferecereis sete cordeiros sem defeito, de um ano, e um novilho, e dois carneiros; holocausto serão ao Senhor, com a sua oferta de alimentos, e as suas libações, por oferta queimada de cheiro suave ao Senhor.
19 Também oferecereis um bode para expiação do pecado, e dois cordeiros de um ano por sacrifício pacífico.
20 Então o sacerdote os moverá com o pão das primícias por oferta movida perante o Senhor, com os dois cordeiros; santos serão ao Senhor para uso do sacerdote.
21 E naquele mesmo dia apregoareis que tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; estatuto perpétuo é em todas as vossas habitações pelas vossas gerações.
22 E, quando fizerdes a colheita da vossa terra, não acabarás de segar os cantos do teu campo, nem colherás as espigas caídas da tua sega; para o pobre e para o estrangeiro as deixarás. Eu sou o Senhor vosso Deus.
Levítico 23:15-22
Cinqüenta dias separavam a festa das primícias da festa das semanas ou Pentecostes. Ambas tinham início no dia seguinte ao sábado, ou seja, no primeiro dia da semana. Sabemos que, após Sua ressurreição, antes de ascender ao céu, o Senhor apareceu em diversas ocasiões aos Seus discípulos para confortá-los, encorajá-los e enviá-los para pregar o Evangelho. Então, o capítulo 2 do livro de Atos nos mostra o Espírito Santo descendo do céu no dia de Pentecostes para habitar na Igreja. Os dois pães movidos mencionados no versículo 17 são símbolos da Igreja, composta por cristãos, tanto judeus quanto gentios. Mas os que formam parte dela ainda estão na terra; essa é a razão pela qual o fermento, uma figura do pecado, está presente na composição dos pães.
Tais são as “primícias” da obra da cruz, apresentadas a Deus pelo sacerdote. Quando o Senhor Jesus falou de Si mesmo como o “grão de trigo” que teria de cair na terra e morrer, acrescentou: “… mas, se morrer, produz muito fruto” (João 12:24). O feixe das primícias era a promessa de uma farta colheita (v. 22). Cristo, o Homem ressurreto, não permanecerá sozinho na glória. Ele virá novamente com alegria, trazendo consigo Seus feixes (Salmo 126:6).
Que DEUS abençoe a todos.
15 Depois para vós contareis desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão.
16 Até ao dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então oferecereis nova oferta de alimentos ao Senhor.
17 Das vossas habitações trareis dois pães de movimento; de duas dízimas de farinha serão, levedados se cozerão; primícias são ao Senhor.
18 Também com o pão oferecereis sete cordeiros sem defeito, de um ano, e um novilho, e dois carneiros; holocausto serão ao Senhor, com a sua oferta de alimentos, e as suas libações, por oferta queimada de cheiro suave ao Senhor.
19 Também oferecereis um bode para expiação do pecado, e dois cordeiros de um ano por sacrifício pacífico.
20 Então o sacerdote os moverá com o pão das primícias por oferta movida perante o Senhor, com os dois cordeiros; santos serão ao Senhor para uso do sacerdote.
21 E naquele mesmo dia apregoareis que tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; estatuto perpétuo é em todas as vossas habitações pelas vossas gerações.
22 E, quando fizerdes a colheita da vossa terra, não acabarás de segar os cantos do teu campo, nem colherás as espigas caídas da tua sega; para o pobre e para o estrangeiro as deixarás. Eu sou o Senhor vosso Deus.
Levítico 23:15-22
Cinqüenta dias separavam a festa das primícias da festa das semanas ou Pentecostes. Ambas tinham início no dia seguinte ao sábado, ou seja, no primeiro dia da semana. Sabemos que, após Sua ressurreição, antes de ascender ao céu, o Senhor apareceu em diversas ocasiões aos Seus discípulos para confortá-los, encorajá-los e enviá-los para pregar o Evangelho. Então, o capítulo 2 do livro de Atos nos mostra o Espírito Santo descendo do céu no dia de Pentecostes para habitar na Igreja. Os dois pães movidos mencionados no versículo 17 são símbolos da Igreja, composta por cristãos, tanto judeus quanto gentios. Mas os que formam parte dela ainda estão na terra; essa é a razão pela qual o fermento, uma figura do pecado, está presente na composição dos pães.
Tais são as “primícias” da obra da cruz, apresentadas a Deus pelo sacerdote. Quando o Senhor Jesus falou de Si mesmo como o “grão de trigo” que teria de cair na terra e morrer, acrescentou: “… mas, se morrer, produz muito fruto” (João 12:24). O feixe das primícias era a promessa de uma farta colheita (v. 22). Cristo, o Homem ressurreto, não permanecerá sozinho na glória. Ele virá novamente com alegria, trazendo consigo Seus feixes (Salmo 126:6).
Que DEUS abençoe a todos.
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