Podemos Confiar na Astrologia?
Há fundamento religioso na astrologia? Podemos realmente confiar nas predições dos astrólogos?
O dicionário Aurélio define astrologia como: "Estudo e conhecimento da influência dos astros...no destino e no comportamento dos homens".
A prática da astrologia é muito antiga. Ela se desenvolveu na Mesopotâmia, ao tempo de Babilônia e daí passou ao Egito, à Grécia e Roma. Foi, no começo, um misto de religião e ciência.
Os pagãos da antiguidade adoravam os astros, e os que se dedicavam à astrologia criam que os astros serviam de guia no predizer negócios e destinos humanos. Ainda existe, na escrita cuneiforme, usada na Mesopotâmia, um horóspoco datado de 410 anos antes de Cristo.
No Império Romano os astrólogos estudavam o Sol, a Lua e os cinco planetas visíveis e procuravam, por encantamentos, obter ajuda dos deuses que criam habitar esses astros.
Na imaginação dos astrólogos esses mesmos deuses poderiam ajudá-los a descobrir o futuro
Como vemos, a astrologia originou-se entre os pagãos da antiguidade, que adoravam os astros. Ela não tem base nos ensinos bíblicos. Mas, a astrologia tem afinal de contas, fundamento centífico?
Alguns fatos irão responder a esta pergunta: No começo de 1985, 36 astrólogos e advinhos norte-americanos fizeram 500 predições de acontecimentos que deveriam ocorrer durante aquele ano.
Menos de 5% poderiam ser contados como tendo se cumprido. Eram acontecimentos mais ou menos óbvios, mas 95% falharam.
Algumas das predições deles como exemplo: A senhora Nancy Reagan quebraria uma perna numa festa em Whashington. Fidel Castro, chefe do governo de Cuba, contrairia cancêr e correria à União Soviética para o seu tratamento de emergência. O então Aiatolá Komeini que ainda era vivo na época, seria assassinado por sua guarda pessoal. O papa João Paulo II encontrar-se-ia num avião sequestrado por terroristas.
Como sabemos, todas estas predições falharam, e isto prova que a astrologia não tem base científica. Cientistas de diferentes países, em número de 192, publicaram o seguinte: "Nós, abaixo assinados - astrônomos, astrofísicos e cientistas em outros campos - desejamos advertir o público contra a aceitação sem exame das predições e conselhos dados por astrólogos, em particular e publicamente. Os que desejam crer na astrologia devem comprender que não há base científica para os seus ensinos." Vibrant Life, Set/Out. 86, pág 25.
Meus amigos só Deus conhece o futuro. Em Isaías 46:9 e10, Deus diz: "eu sou Deus e não há outro semelhante a mim. Eu anúncio o que há de acontecer, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam. O meu conselho permanecerá de pé e farei toda a minha vontade."
Amigos, nosso destino depende de nosso relaconamento com Deus e não da astrologia.
Depende de usarmos o nosso livre arbítrio escolhendo agradar ao Pai celeste, ou deixar de fazê-lo. Isto influência a nossa vida e determina o nosso futuro, e não a posição dos astros na hora do nosso nascimento.
O profeta Isaías, inspirado por Deus, predizendo a queda de Babilônia, como que ironiza os astrólogos que nela havia, dizendo: "Levantem-se agora os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas." Isaías 47:13,14.
A história conta que não puderam fazer nada, enquanto Deus anunciava a destruição. Foram completamente inúteis, como o restolho queimado pelo fogo. Deus falou através do profeta Jeremias: "Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis com os sinais dos céus; porque com eles os gentios (pagãos) se atemorizam, porque os costumes dos povos são vaidade." Jeremias 10: 2, 3.
Os sinais dos céus eram eclípses, o aparecimento de cometas, as conjuções, ou alinhamentos de corpos celestes.
Essas coisas eram interpretadas frequentemente como indicação de boa sorte para a nação, ou para indivíduos. Mas o povo de Deus não devia crer nelas.
Este mesmo conselho é dado hoje por Deus para os Seus filhos. Não devemos crer nas especulações da astrologia. Nossa fé deve estar firmada em Deus. Deus, sómente Deus conhece nosso futuro.
E se confiarmos em Deus, e se colocarmos nossa vida em Suas mãos o nosso futuro estará garantido. A Bíblia, a Palavra de Deus nos diz: "Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes a nós O entregou, porventura não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas?" Romanos 8:31 e 32.
Nossa garantia de felicidade futura está em aceitarmos o sacrifício de Jesus no Calvário. O amor de Deus é tão grande por nós que Ele não poupou o Seu único Filho para nos resgatar desta vida atribulada, cheia de aflições, dificuldades financieras, dor pela perda de um parente querido.
Nós, seres humanos, somos curiosos para descobrir o que está à nossa frente. Mas o próprio Deus nos advertiu contra esta curiosidade que temos.
Se tão sómente jogarmos nossas preocupações aos pés de Jesus, nós não teremos medo do futuro, e sim este mesmo futuro que nos parace muitas vezes negro, nos parecerá então um caminho de luz, porque teremos plena confiança de que Deus quer o melhor para os Seus Filhos.
Deixe Deus guiar a sua vida. Não impeça que um Pai de amor o acolha em Seus braços amorosos.
II Crônicas 20:20 - "Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis."
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Salmo 4:3; 1 Timóteo 4:8
Segunda-feira 14 Dezembro
Sabei, porém, que o SENHOR distingue para si o piedoso.
A piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir
(Salmo 4:3; 1 Timóteo 4:8).
A PIEDADE
A palavra “piedade” não é bem vista. Para a maioria ela lembra práticas devotas de pessoas que não têm os pés no chão. É comum chamar desejos irrealizáveis de “votos piedosos”. De fato, vivemos em uma sociedade marcada pelo cristianismo; porém as multidões se contentam com algumas formas e cerimônias de pouca valia ou totalmente inúteis.
No entanto, a genuína piedade é a virtude mais rara que se possa encontrar na terra. Ela se oculta, misteriosa embora ativa, no coração dos servos fiéis a Jesus Cristo. Quem são tais servos? Deus os conhece e nós, que professamos ser cristãos, temos de buscar fazer parte desse grupo. O mundo zomba do piedoso, mas Deus o “distingue para si”.
A piedade é a conseqüência natural do relacionamento com Deus, no qual o salvo é colocado por meio da fé em Cristo. Deus Se revela a esses servos, para que homens e mulheres piedosos vivam em intimidade com Jesus, confiem plenamente nEle e experimentem Seu amor.
Isso não se consegue sem luta. O mundo odeia a piedade, e a Bíblia deixa bem claro: “Todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2 Timóteo 3:12). Mas isso não deteve o Senhor Jesus e não é de modo algum motivo para nos deter também!
Que DEUS abençoe a todos.
Sabei, porém, que o SENHOR distingue para si o piedoso.
A piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir
(Salmo 4:3; 1 Timóteo 4:8).
A PIEDADE
A palavra “piedade” não é bem vista. Para a maioria ela lembra práticas devotas de pessoas que não têm os pés no chão. É comum chamar desejos irrealizáveis de “votos piedosos”. De fato, vivemos em uma sociedade marcada pelo cristianismo; porém as multidões se contentam com algumas formas e cerimônias de pouca valia ou totalmente inúteis.
No entanto, a genuína piedade é a virtude mais rara que se possa encontrar na terra. Ela se oculta, misteriosa embora ativa, no coração dos servos fiéis a Jesus Cristo. Quem são tais servos? Deus os conhece e nós, que professamos ser cristãos, temos de buscar fazer parte desse grupo. O mundo zomba do piedoso, mas Deus o “distingue para si”.
A piedade é a conseqüência natural do relacionamento com Deus, no qual o salvo é colocado por meio da fé em Cristo. Deus Se revela a esses servos, para que homens e mulheres piedosos vivam em intimidade com Jesus, confiem plenamente nEle e experimentem Seu amor.
Isso não se consegue sem luta. O mundo odeia a piedade, e a Bíblia deixa bem claro: “Todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2 Timóteo 3:12). Mas isso não deteve o Senhor Jesus e não é de modo algum motivo para nos deter também!
Que DEUS abençoe a todos.
Isaías 40.31
14 de Dezembro
"...Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam." Isaías 40.31
Esperando pelo Senhor recebemos aquilo que nos faz muita falta na época em que vivemos, isto é, a renovação de nossas forças. Você sabe que o Senhor espera até que você resolva confiar nEle? Isso se encontra no profeta Isaías: "Por isso o Senhor espera, para ter misericórdia de vós..." Deus quer se aproximar de você! Ao esperarmos em Deus não nos aproximamos dEle apenas cronologicamente – pois a cada dia que passa Sua vinda está mais próxima –, mas também nos aproximamos em nosso relacionamento com Ele. Nosso estado vai se transformando mais e mais, vamos nos unindo mais e mais a Cristo até nos identificarmos com Ele. Mas esperando por Jesus nossa prática de vida também refletirá uma união profunda com o Senhor. Na espera por Ele, a nossa vida se abre para uma nova e gloriosa verdade: eu pertenço à Igreja de Jesus. Posso descansar nEle, pois sou um com Jesus, sou um membro do Seu corpo. Aquele que espera por Jesus começa a compreender que não precisa mais fazer tentativas desesperadas de permanecer no Senhor, mas experimentará e saberá que realmente já está em Cristo. Você está nEle, e, sendo ramo, você não precisa mais sugar a seiva da videira. Você será constantemente abastecido pela Sua vida, quer você o sinta ou não. E é dessa maneira que a expectativa, a espera por Jesus já pode se tornar uma maravilhosa realidade desde agora.
Que DEUS abençoe a todos.
"...Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam." Isaías 40.31
Esperando pelo Senhor recebemos aquilo que nos faz muita falta na época em que vivemos, isto é, a renovação de nossas forças. Você sabe que o Senhor espera até que você resolva confiar nEle? Isso se encontra no profeta Isaías: "Por isso o Senhor espera, para ter misericórdia de vós..." Deus quer se aproximar de você! Ao esperarmos em Deus não nos aproximamos dEle apenas cronologicamente – pois a cada dia que passa Sua vinda está mais próxima –, mas também nos aproximamos em nosso relacionamento com Ele. Nosso estado vai se transformando mais e mais, vamos nos unindo mais e mais a Cristo até nos identificarmos com Ele. Mas esperando por Jesus nossa prática de vida também refletirá uma união profunda com o Senhor. Na espera por Ele, a nossa vida se abre para uma nova e gloriosa verdade: eu pertenço à Igreja de Jesus. Posso descansar nEle, pois sou um com Jesus, sou um membro do Seu corpo. Aquele que espera por Jesus começa a compreender que não precisa mais fazer tentativas desesperadas de permanecer no Senhor, mas experimentará e saberá que realmente já está em Cristo. Você está nEle, e, sendo ramo, você não precisa mais sugar a seiva da videira. Você será constantemente abastecido pela Sua vida, quer você o sinta ou não. E é dessa maneira que a expectativa, a espera por Jesus já pode se tornar uma maravilhosa realidade desde agora.
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Salmos 119:50; 63:5-6
Domingo 13 Dezembro
Isto [a promessa de Deus] é a minha consolação na minha angústia, porque a tua palavra me vivificou.
A minha alma se fartará… quando me lembrar de ti na minha cama e meditar em ti nas vigílias da noite
(Salmos 119:50; 63:5-6).
A BÍBLIA NA IDADE MÉDIA
Do ponto de vista religioso, a Idade Média foi um período de grande ignorância. A Bíblia existia somente na forma de caríssimos e raros manuscritos em latim; além disso, a esmagadora maioria da população era analfabeta.
Contudo, mesmo naqueles tempos sombrios, houve homens e mulheres que se apropriaram da salvação pela fé e suportaram perseguições por anunciá-la aos demais. A correspondência de Inocêncio III, papa no período de 1198 a 1216, demonstra seu ódio aos novos cristãos: “Uma multidão de laicos, impulsionados pelo imoderado desejo de conhecer as Escrituras, tem traduzido para o idioma francês os evangelhos, as epístolas de Paulo, as reflexões morais que o livro de Jó contém e vários livros mais, com o culpável e insensato propósito de se reunir em secretos conciliábulos*, nos quais não temem pregar uns aos outros”.
Quando se pensa no trabalho que uma tradução representava, no tempo necessário para se copiar manualmente todos aqueles textos, ficamos maravilhados em ver o amor desses crentes pela Palavra de Deus e a abnegação deles em relação a Cristo.
Hoje, como em todo o passado, somente a Bíblia pode conduzir os homens à salvação. Será que nós, cristãos do século XXI, temos apreciado o privilégio de podermos ter à nossa disposição a Palavra de Deus, de lê-la e de ter a liberdade para difundi-la?
*Conciliábulo: assembléia secreta, de intenções malévolas, conluio (fonte: Novo Dicionário da Língua Portuguesa).
Que DEUS abençoe a todos.
Isto [a promessa de Deus] é a minha consolação na minha angústia, porque a tua palavra me vivificou.
A minha alma se fartará… quando me lembrar de ti na minha cama e meditar em ti nas vigílias da noite
(Salmos 119:50; 63:5-6).
A BÍBLIA NA IDADE MÉDIA
Do ponto de vista religioso, a Idade Média foi um período de grande ignorância. A Bíblia existia somente na forma de caríssimos e raros manuscritos em latim; além disso, a esmagadora maioria da população era analfabeta.
Contudo, mesmo naqueles tempos sombrios, houve homens e mulheres que se apropriaram da salvação pela fé e suportaram perseguições por anunciá-la aos demais. A correspondência de Inocêncio III, papa no período de 1198 a 1216, demonstra seu ódio aos novos cristãos: “Uma multidão de laicos, impulsionados pelo imoderado desejo de conhecer as Escrituras, tem traduzido para o idioma francês os evangelhos, as epístolas de Paulo, as reflexões morais que o livro de Jó contém e vários livros mais, com o culpável e insensato propósito de se reunir em secretos conciliábulos*, nos quais não temem pregar uns aos outros”.
Quando se pensa no trabalho que uma tradução representava, no tempo necessário para se copiar manualmente todos aqueles textos, ficamos maravilhados em ver o amor desses crentes pela Palavra de Deus e a abnegação deles em relação a Cristo.
Hoje, como em todo o passado, somente a Bíblia pode conduzir os homens à salvação. Será que nós, cristãos do século XXI, temos apreciado o privilégio de podermos ter à nossa disposição a Palavra de Deus, de lê-la e de ter a liberdade para difundi-la?
*Conciliábulo: assembléia secreta, de intenções malévolas, conluio (fonte: Novo Dicionário da Língua Portuguesa).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Coríntios 1.7
13 de Dezembro
"...De maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo." 1 Coríntios 1.7
Quando esperamos por Jesus, Ele toma as nossas preocupações e nós recebemos a graça de nos orientar unicamente por Ele. Atentemos para a palavrinha "unicamente". Aquele que espera por Ele, só por Ele, única e exclusivamente por Ele, não tem falta de qualquer dom, físico, mental ou espiritual, sendo cumulado de bênçãos porque sua vida está centrada exclusivamente no Senhor Jesus.
Ao esperarmos por Jesus, somos gradativamente libertos das coisas terrenas: "...renegadas a impiedade e as paixões mundanas..." Somente pessoas perdoadas podem esperar por Jesus. Mas a graça não é um guarda-chuva debaixo do qual podemos levar a passeio nossa velha natureza, e dizer: agora sim, agora estamos perdoados. Será que podemos pensar: recebemos o indulto – até que o pecado não é tão grave assim? Não, bem pelo contrário! A graça de Deus nos disciplina para que neguemos a natureza ímpia. O "eu", o prestígio pessoal e o orgulho próprio são castigados por meio da graça, de modo que abandonemos os desejos mundanos. Só então conseguiremos esperar com razão pela bem-aventurada vinda do nosso Salvador Jesus Cristo.
Que DEUS abençoe a todos.
"...De maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo." 1 Coríntios 1.7
Quando esperamos por Jesus, Ele toma as nossas preocupações e nós recebemos a graça de nos orientar unicamente por Ele. Atentemos para a palavrinha "unicamente". Aquele que espera por Ele, só por Ele, única e exclusivamente por Ele, não tem falta de qualquer dom, físico, mental ou espiritual, sendo cumulado de bênçãos porque sua vida está centrada exclusivamente no Senhor Jesus.
Ao esperarmos por Jesus, somos gradativamente libertos das coisas terrenas: "...renegadas a impiedade e as paixões mundanas..." Somente pessoas perdoadas podem esperar por Jesus. Mas a graça não é um guarda-chuva debaixo do qual podemos levar a passeio nossa velha natureza, e dizer: agora sim, agora estamos perdoados. Será que podemos pensar: recebemos o indulto – até que o pecado não é tão grave assim? Não, bem pelo contrário! A graça de Deus nos disciplina para que neguemos a natureza ímpia. O "eu", o prestígio pessoal e o orgulho próprio são castigados por meio da graça, de modo que abandonemos os desejos mundanos. Só então conseguiremos esperar com razão pela bem-aventurada vinda do nosso Salvador Jesus Cristo.
Que DEUS abençoe a todos.
2 Coríntios 8:9-24
2 Coríntios 8.9-24
9 pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.
10 E nisto dou minha opinião; pois a vós outros, que, desde o ano passado, principiastes não só a prática, mas também o querer, convém isto.
11 Completai, agora, a obra começada, para que, assim como revelastes prontidão no querer, assim a leveis a termo, segundo as vossas posses.
12 Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem.
13 Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade,
14 suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância daqueles venha a suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade,
15 como está escrito: O que muito colheu não teve demais; e o que pouco, não teve falta.
16 Mas graças a Deus, que pôs no coração de Tito a mesma solicitude por amor de vós;
17 porque atendeu ao nosso apelo e, mostrando-se mais cuidadoso, partiu voluntariamente para vós outros.
18 E, com ele, enviamos o irmão cujo louvor no evangelho está espalhado por todas as igrejas.
19 E não só isto, mas foi também eleito pelas igrejas para ser nosso companheiro no desempenho desta graça ministrada por nós, para a glória do próprio Senhor e para mostrar a nossa boa vontade;
20 evitando, assim, que alguém nos acuse em face desta generosa dádiva administrada por nós;
21 pois o que nos preocupa é procedermos honestamente, não só perante o Senhor, como também diante dos homens.
22 Com eles, enviamos nosso irmão cujo zelo, em muitas ocasiões e de muitos modos, temos experimentado; agora, porém, se mostra ainda mais zeloso pela muita confiança em vós.
23 Quanto a Tito, é meu companheiro e cooperador convosco; quanto a nossos irmãos, são mensageiros das igrejas e glória de Cristo.
24 Manifestai, pois, perante as igrejas, a prova do vosso amor e da nossa exultação a vosso respeito na presença destes homens.
2 Coríntios 8:9-24
O que era o amor dos macedônios comparado ao supremo exemplo de "nosso Senhor Jesus Cristo"? Eles não haviam escolhido "sua profunda pobreza" (v. 2). Mas Ele, "Herdeiro de todas as cousas" (Hebreus 1:2), voluntariamente se fez pobre, deixando as glórias celestiais para nascer em um estábulo, não tendo nem mesmo onde reclinar a cabeça (v. 9; Salmo 40:17 e 41:1; Lucas 9:58). E para quê? Para enriquecer-nos com essas mesmas glórias e fazer de nós Seus co-herdeiros. Adorável mistério da graça!
Os coríntios não levaram a cabo seu louvável desejo de ajudar as igrejas. O apóstolo lhes escreve que o desejo deles era bom, mas a ação era ainda melhor. Freqüentemente nossas boas intenções... permanecem apenas intenções: querer oferecer uma Bíblia ou um calendário bíblico, querer visitar uma pessoa doente, querer prestar um pequeno serviço a alguém... Que Deus nos dê a mesma prontidão tanto para querer como para fazer (vv. 11-12). É Ele quem produz um e outro em nós, "segundo a sua boa vontade" (Filipenses 2:13), mas a demora entre o movimento do coração e o da mão provém de nossa própria negligência.
A preocupação do apóstolo Paulo era a de se guardar não somente de toda a desonestidade, mas também de toda a aparência do mal diante dos olhos dos homens.
Que DEUS abençoe a todos.
9 pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.
10 E nisto dou minha opinião; pois a vós outros, que, desde o ano passado, principiastes não só a prática, mas também o querer, convém isto.
11 Completai, agora, a obra começada, para que, assim como revelastes prontidão no querer, assim a leveis a termo, segundo as vossas posses.
12 Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem.
13 Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade,
14 suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância daqueles venha a suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade,
15 como está escrito: O que muito colheu não teve demais; e o que pouco, não teve falta.
16 Mas graças a Deus, que pôs no coração de Tito a mesma solicitude por amor de vós;
17 porque atendeu ao nosso apelo e, mostrando-se mais cuidadoso, partiu voluntariamente para vós outros.
18 E, com ele, enviamos o irmão cujo louvor no evangelho está espalhado por todas as igrejas.
19 E não só isto, mas foi também eleito pelas igrejas para ser nosso companheiro no desempenho desta graça ministrada por nós, para a glória do próprio Senhor e para mostrar a nossa boa vontade;
20 evitando, assim, que alguém nos acuse em face desta generosa dádiva administrada por nós;
21 pois o que nos preocupa é procedermos honestamente, não só perante o Senhor, como também diante dos homens.
22 Com eles, enviamos nosso irmão cujo zelo, em muitas ocasiões e de muitos modos, temos experimentado; agora, porém, se mostra ainda mais zeloso pela muita confiança em vós.
23 Quanto a Tito, é meu companheiro e cooperador convosco; quanto a nossos irmãos, são mensageiros das igrejas e glória de Cristo.
24 Manifestai, pois, perante as igrejas, a prova do vosso amor e da nossa exultação a vosso respeito na presença destes homens.
2 Coríntios 8:9-24
O que era o amor dos macedônios comparado ao supremo exemplo de "nosso Senhor Jesus Cristo"? Eles não haviam escolhido "sua profunda pobreza" (v. 2). Mas Ele, "Herdeiro de todas as cousas" (Hebreus 1:2), voluntariamente se fez pobre, deixando as glórias celestiais para nascer em um estábulo, não tendo nem mesmo onde reclinar a cabeça (v. 9; Salmo 40:17 e 41:1; Lucas 9:58). E para quê? Para enriquecer-nos com essas mesmas glórias e fazer de nós Seus co-herdeiros. Adorável mistério da graça!
Os coríntios não levaram a cabo seu louvável desejo de ajudar as igrejas. O apóstolo lhes escreve que o desejo deles era bom, mas a ação era ainda melhor. Freqüentemente nossas boas intenções... permanecem apenas intenções: querer oferecer uma Bíblia ou um calendário bíblico, querer visitar uma pessoa doente, querer prestar um pequeno serviço a alguém... Que Deus nos dê a mesma prontidão tanto para querer como para fazer (vv. 11-12). É Ele quem produz um e outro em nós, "segundo a sua boa vontade" (Filipenses 2:13), mas a demora entre o movimento do coração e o da mão provém de nossa própria negligência.
A preocupação do apóstolo Paulo era a de se guardar não somente de toda a desonestidade, mas também de toda a aparência do mal diante dos olhos dos homens.
Que DEUS abençoe a todos.
1 Crônicas 27:1, 22-34
1 Crônicas 27:1-34
1 ESTES são os filhos de Israel segundo o seu número, os chefes dos pais, e os capitães dos milhares e das centenas, com os seus oficiais, que serviam ao rei em todos os negócios das turmas que entravam e saíam de mês em mês, em todos os meses do ano; cada turma de vinte e quatro mil.
22 Sobre Dã, Azarel, filho de Jeroão. Estes eram os príncipes das tribos de Israel.
23 Não tomou, porém, Davi o número dos de vinte anos para baixo, porquanto o Senhor tinha falado que havia de multiplicar a Israel como as estrelas do céu.
24 Joabe, filho de Zeruia, tinha começado a numerá-los, porém não acabou; porquanto viera por isso grande ira sobre Israel; assim o número não se pôs no registro das crônicas do rei Davi.
25 E sobre os tesouros do rei estava Azmavete, filho de Adiel; e sobre os tesouros dos campos, das cidades, e das aldeias, e das torres, Jônatas, filho de Uzias.
26 E sobre os que faziam a obra do campo, na lavoura da terra, Ezri, filho de Quelube.
27 E sobre as vinhas, Simei, o ramatita; porém sobre o que das vides entrava nas adegas do vinho, Zabdi, o sifmita.
28 E sobre os olivais e figueiras bravas que havia nas campinas, Baal-Hanã, o gederita; porém Joás sobre os armazéns do azeite.
29 E sobre os gados que pastavam em Sarom, Sitrai, o saronita; porém, sobre os gados dos vales, Safate, filho de Adlai.
30 E sobre os camelos, Obil, o ismaelita; e sobre as jumentas, Jedias, o meronotita.
31 E sobre o gado miúdo, Jaziz, o hagrita; todos esses eram administradores da fazenda que tinha o rei Davi.
32 E Jônatas, tio de Davi, era do conselho, homem entendido, e também escriba; e Jeiel, filho de Hacmoni, estava com os filhos do rei.
33 E Aitofel era do conselho do rei; e Husai, o arquita, amigo do rei.
34 E depois de Aitofel, Joiada, filho de Benaia, e Abiatar; porém Joabe era o general do exército do rei.
1 Crônicas 27:1, 22-34
O capítulo 27 nos ensina que ao lado dos oficiais, os soldados também são necessários. Para preservar nossos tesouros, talvez seja preciso lutar e devemos estar dispostos e prontos para isso.
Os versículos 25 a 31 nos dizem que há outros tesouros, menos nobres que os do santo lugar, que no entanto exigem o mesmo cuidado e proteção. Guardemos com zelo tudo o que o Senhor nos tem confiado. Assim como aquele senhor que confiou talentos aos seus servos e partiu em viagem, o Senhor Jesus dá a cada um de nós certos bens ou habilidades para serem usados em benefício de Seu reino (Mateus 25:14).
Aqui o assunto particular é o trabalho nos campos. Que os nossos leitores que moram na zona rural não subestimem a parte que o Senhor lhes tem concedido. O que lhes foi confiado é igualmente chamado de tesouros, ou “talentos”. É inútil comparar o que temos com o que os outros têm recebido; o que devemos fazer é ser fiéis no uso daquilo que possuímos. Que possamos agir de tal modo na posição que nos foi reservada que um dia o Mestre nos dirija essas graciosas palavras: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).
Que DEUS abençoe a todos.
1 ESTES são os filhos de Israel segundo o seu número, os chefes dos pais, e os capitães dos milhares e das centenas, com os seus oficiais, que serviam ao rei em todos os negócios das turmas que entravam e saíam de mês em mês, em todos os meses do ano; cada turma de vinte e quatro mil.
22 Sobre Dã, Azarel, filho de Jeroão. Estes eram os príncipes das tribos de Israel.
23 Não tomou, porém, Davi o número dos de vinte anos para baixo, porquanto o Senhor tinha falado que havia de multiplicar a Israel como as estrelas do céu.
24 Joabe, filho de Zeruia, tinha começado a numerá-los, porém não acabou; porquanto viera por isso grande ira sobre Israel; assim o número não se pôs no registro das crônicas do rei Davi.
25 E sobre os tesouros do rei estava Azmavete, filho de Adiel; e sobre os tesouros dos campos, das cidades, e das aldeias, e das torres, Jônatas, filho de Uzias.
26 E sobre os que faziam a obra do campo, na lavoura da terra, Ezri, filho de Quelube.
27 E sobre as vinhas, Simei, o ramatita; porém sobre o que das vides entrava nas adegas do vinho, Zabdi, o sifmita.
28 E sobre os olivais e figueiras bravas que havia nas campinas, Baal-Hanã, o gederita; porém Joás sobre os armazéns do azeite.
29 E sobre os gados que pastavam em Sarom, Sitrai, o saronita; porém, sobre os gados dos vales, Safate, filho de Adlai.
30 E sobre os camelos, Obil, o ismaelita; e sobre as jumentas, Jedias, o meronotita.
31 E sobre o gado miúdo, Jaziz, o hagrita; todos esses eram administradores da fazenda que tinha o rei Davi.
32 E Jônatas, tio de Davi, era do conselho, homem entendido, e também escriba; e Jeiel, filho de Hacmoni, estava com os filhos do rei.
33 E Aitofel era do conselho do rei; e Husai, o arquita, amigo do rei.
34 E depois de Aitofel, Joiada, filho de Benaia, e Abiatar; porém Joabe era o general do exército do rei.
1 Crônicas 27:1, 22-34
O capítulo 27 nos ensina que ao lado dos oficiais, os soldados também são necessários. Para preservar nossos tesouros, talvez seja preciso lutar e devemos estar dispostos e prontos para isso.
Os versículos 25 a 31 nos dizem que há outros tesouros, menos nobres que os do santo lugar, que no entanto exigem o mesmo cuidado e proteção. Guardemos com zelo tudo o que o Senhor nos tem confiado. Assim como aquele senhor que confiou talentos aos seus servos e partiu em viagem, o Senhor Jesus dá a cada um de nós certos bens ou habilidades para serem usados em benefício de Seu reino (Mateus 25:14).
Aqui o assunto particular é o trabalho nos campos. Que os nossos leitores que moram na zona rural não subestimem a parte que o Senhor lhes tem concedido. O que lhes foi confiado é igualmente chamado de tesouros, ou “talentos”. É inútil comparar o que temos com o que os outros têm recebido; o que devemos fazer é ser fiéis no uso daquilo que possuímos. Que possamos agir de tal modo na posição que nos foi reservada que um dia o Mestre nos dirija essas graciosas palavras: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).
Que DEUS abençoe a todos.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Mateus 22:29
Sábado 12 Dezembro
Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus (Mateus 22:29).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 25:1-10)
O castigo físico era a punição por certas ofensas e tinha de ser infligido, mas dentro de alguns limites. Hebreus 12:9 afirma que essa é uma prerrogativa da disciplina paterna que ajuda a impor respeito (Provérbios 23:13-14). Deus usa a disciplina com vara como exemplo da disciplina que Ele exerce sobre Seus filhos, lembrando-nos de que “o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hebreus 12:6). No entanto, em Sua sabedoria e conhecimento da cruel natureza do coração humano, Ele colocou um limite: o culpado não receberia mais que quarenta açoites. Para se assegurar de não transgredir essa regra, os judeus tinham por hábito dar quarenta açoites menos um. Em seu ódio contra o Evangelho, Paulo nos ensina que em cinco ocasiões os líderes dos judeus o fizeram passar por essa punição iníqua (2 Coríntios 11:24).
O versículo 4 também nos recorda das obras do apóstolo (1 Coríntios 9:9). Por fim, o ensino concernente às responsabilidades dos cunhados foi usado pelos saduceus como uma armadilha para o Senhor Jesus em relação ao tema da ressurreição. Ele lhes respondeu: “Errais, não conhecendo as Escrituras…” (Mateus 22:29). E, quanto a nós, o modo de evitar que nos desviemos é conhecer muito bem a Palavra de Deus e nela confiar.
Que DEUS abençoe a todos.
Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus (Mateus 22:29).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 25:1-10)
O castigo físico era a punição por certas ofensas e tinha de ser infligido, mas dentro de alguns limites. Hebreus 12:9 afirma que essa é uma prerrogativa da disciplina paterna que ajuda a impor respeito (Provérbios 23:13-14). Deus usa a disciplina com vara como exemplo da disciplina que Ele exerce sobre Seus filhos, lembrando-nos de que “o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hebreus 12:6). No entanto, em Sua sabedoria e conhecimento da cruel natureza do coração humano, Ele colocou um limite: o culpado não receberia mais que quarenta açoites. Para se assegurar de não transgredir essa regra, os judeus tinham por hábito dar quarenta açoites menos um. Em seu ódio contra o Evangelho, Paulo nos ensina que em cinco ocasiões os líderes dos judeus o fizeram passar por essa punição iníqua (2 Coríntios 11:24).
O versículo 4 também nos recorda das obras do apóstolo (1 Coríntios 9:9). Por fim, o ensino concernente às responsabilidades dos cunhados foi usado pelos saduceus como uma armadilha para o Senhor Jesus em relação ao tema da ressurreição. Ele lhes respondeu: “Errais, não conhecendo as Escrituras…” (Mateus 22:29). E, quanto a nós, o modo de evitar que nos desviemos é conhecer muito bem a Palavra de Deus e nela confiar.
Que DEUS abençoe a todos.
Lucas 12.35-36
12 de Dezembro
"Cingidos estejam os vossos corpos e acesas as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram." Lucas 12.35-36
Esperar por Jesus também inclui vigilância. Pois só assim estaremos de fato esperando por Ele. Há muitos anos atrás, devido ao meu ministério, muitas vezes, eu chegava tarde em casa. Às vezes, era madrugada quando eu finalmente retornava. Mas minha esposa sempre estava esperando por mim. Já de longe eu via que a luz estava acesa. Uma pessoa que espera pelo Senhor Jesus é também um missionário ardente. Por isso, o Senhor diz: "...estejam... acesas as vossas candeias." Estai prontos para a viagem, cingi vossos corpos! Esperando por Ele somos firmados na Sua maravilhosa obra de salvação: "...assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação." Em outras palavras, esperar por Jesus para salvação está intimamente relacionado com a Sua primeira vinda, quando Ele carregou os nossos pecados. Quanto mais nos identificarmos com Ele, nos aproximando de Sua morte na cruz, tanto mais viveremos na esperança de que Ele em breve virá. Cruz e coroa se unem!
Que DEUS abençoe a todos.
"Cingidos estejam os vossos corpos e acesas as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram." Lucas 12.35-36
Esperar por Jesus também inclui vigilância. Pois só assim estaremos de fato esperando por Ele. Há muitos anos atrás, devido ao meu ministério, muitas vezes, eu chegava tarde em casa. Às vezes, era madrugada quando eu finalmente retornava. Mas minha esposa sempre estava esperando por mim. Já de longe eu via que a luz estava acesa. Uma pessoa que espera pelo Senhor Jesus é também um missionário ardente. Por isso, o Senhor diz: "...estejam... acesas as vossas candeias." Estai prontos para a viagem, cingi vossos corpos! Esperando por Ele somos firmados na Sua maravilhosa obra de salvação: "...assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação." Em outras palavras, esperar por Jesus para salvação está intimamente relacionado com a Sua primeira vinda, quando Ele carregou os nossos pecados. Quanto mais nos identificarmos com Ele, nos aproximando de Sua morte na cruz, tanto mais viveremos na esperança de que Ele em breve virá. Cruz e coroa se unem!
Que DEUS abençoe a todos.
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