1 de Setembro
"...Mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus." 1 Coríntios 6.11
A pessoa que aceitou a Jesus é, através do novo nascimento, pura e justa diante do Senhor. Mas o mesmo Paulo que escreveu as palavras acima também diz: "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum." Isso não é uma contradição? Não! Paulo enfatiza em 2 Coríntios 4.7: "...para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós." Como filhos de Deus, vivemos constantemente neste campo de tensão. Por um lado, somos confrontados diariamente com o fato de que em nós não há bem nenhum. Por outro lado, está à nossa disposição o superabundante poder de Deus. Mas como este poder de Deus se torna ativo em nossa vida? Por meio da obediência pela fé. Quanto mais somos tentados e na tentação confirmamos a vitória do Senhor em nossas vidas por fé e obediência, mais o Senhor é louvado e glorificado. Caso contrário, como poderíamos experimentar a realidade da vitória de Jesus se a presença do pecado estivesse afastada de nós? Mas, apesar da carne pecaminosa, jubilamos diante do inimigo: "Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo." Este é o verdadeiro combate da fé – quem dele participa um dia será coroado!
Que DEUS abençoe a todos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Lucas 18:38
Quarta-feira 1 Setembro
Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim (Lucas 18:38).
Mesmo sendo cego, ele conseguia ver
Tem misericórdia! Essa foi a súplica desesperada de um mendigo cego que estava fora dos portões de Jericó, uma das cidades mais antigas do mundo. O grito dele foi tão penetrante que a multidão que seguia o Senhor Jesus reagiu com raiva. Mas o cego sentiu que aquela era sua primeira e última chance. De fato, o Senhor Jesus jamais voltou a passar por aquele caminho. Pouco depois, o Senhor seria crucificado em Jerusalém. Perceba que temos de aproveitar a oportunidade de entrar em contato com Jesus Cristo quando ela se apresentar. Pode ser a única chance que teremos em toda a eternidade!
O que um homem cego poderia contra centenas de pessoas que, enxergando normalmente, seguiam ao Senhor Jesus? No entanto, apenas uma coisa o interessava: ele ansiava ver. Então, quem tinha a perspectiva correta do Senhor: a multidão ou o cego?
Lendo o relato bíblico com cuidado, percebemos algo muito importante: somente o mendigo realmente compreendia a Pessoa do Senhor Jesus. Para os demais, Ele era Jesus de Nazaré; na melhor das hipóteses, um milagreiro e, portanto, uma Pessoa notável. Mas tal conceito sobre o caráter do Senhor jamais foi útil, nem no passado e nem hoje. Isso definitivamente não muda a vida de ninguém.
O cego estava um passo à frente de todos, pois conseguia ver o que os outros não viam. Ele acreditava que o Senhor Jesus era o Filho de Davi. Ele podia ajudar, curar e, acima de tudo, salvar!
Às vezes quem tem olhos não vê. Que Deus abra os olhos de nosso coração para que reconheçamos nosso estado, nossa profunda necessidade da redenção e do Redentor, Jesus Cristo!
Que DEUS abençoe a todos.
Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim (Lucas 18:38).
Mesmo sendo cego, ele conseguia ver
Tem misericórdia! Essa foi a súplica desesperada de um mendigo cego que estava fora dos portões de Jericó, uma das cidades mais antigas do mundo. O grito dele foi tão penetrante que a multidão que seguia o Senhor Jesus reagiu com raiva. Mas o cego sentiu que aquela era sua primeira e última chance. De fato, o Senhor Jesus jamais voltou a passar por aquele caminho. Pouco depois, o Senhor seria crucificado em Jerusalém. Perceba que temos de aproveitar a oportunidade de entrar em contato com Jesus Cristo quando ela se apresentar. Pode ser a única chance que teremos em toda a eternidade!
O que um homem cego poderia contra centenas de pessoas que, enxergando normalmente, seguiam ao Senhor Jesus? No entanto, apenas uma coisa o interessava: ele ansiava ver. Então, quem tinha a perspectiva correta do Senhor: a multidão ou o cego?
Lendo o relato bíblico com cuidado, percebemos algo muito importante: somente o mendigo realmente compreendia a Pessoa do Senhor Jesus. Para os demais, Ele era Jesus de Nazaré; na melhor das hipóteses, um milagreiro e, portanto, uma Pessoa notável. Mas tal conceito sobre o caráter do Senhor jamais foi útil, nem no passado e nem hoje. Isso definitivamente não muda a vida de ninguém.
O cego estava um passo à frente de todos, pois conseguia ver o que os outros não viam. Ele acreditava que o Senhor Jesus era o Filho de Davi. Ele podia ajudar, curar e, acima de tudo, salvar!
Às vezes quem tem olhos não vê. Que Deus abra os olhos de nosso coração para que reconheçamos nosso estado, nossa profunda necessidade da redenção e do Redentor, Jesus Cristo!
Que DEUS abençoe a todos.
Números 1:22-37
Números 1:22-37
22 Dos filhos de Simeão, as suas gerações pelas suas famílias, segundo a casa dos seus pais; os seus contados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
23 Foram contados deles, da tribo de Simeão, cinqüenta e nove mil e trezentos.
24 Dos filhos de Gade, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
25 Foram contados deles, da tribo de Gade, quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta.
26 Dos filhos de Judá, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais; pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
27 Foram contados deles, da tribo de Judá, setenta e quatro mil e seiscentos.
28 Dos filhos de Issacar, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
29 Foram contados deles da tribo de Issacar, cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.
30 Dos filhos de Zebulom, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
31 Foram contados deles, da tribo de Zebulom, cinqüenta e sete mil e quatrocentos.
32 Dos filhos de José, dos filhos de Efraim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
33 Foram contados deles, da tribo de Efraim, quarenta mil e quinhentos.
34 Dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
35 Foram contados deles, da tribo de Manassés, trinta e dois mil e duzentos.
36 Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
37 Foram contados deles, da tribo de Benjamim, trinta e cinco mil e quatrocentos.
Números 1:22-37
Em alguns países, hoje ainda, vinte anos é a idade na qual os jovens tem obrigações com o serviço militar. Se reconhecido como capacitado a portar armas, o recruta passa a ter uma obrigação com sua pátria. A partir do dia em que é convocado, ele renuncia à sua vida pessoal para se submeter ao serviço comunitário. Aprende o respeito aos superiores, o conceito de disciplina, de serviço e de honra; e é treinado para o combate (Lucas 7:8). Não tem essa “conclamação à bandeira” uma aplicação espiritual para cada jovem cristão? É óbvio que não será já no dia de sua conversão, que esse “bebê em Cristo” será totalmente capaz de “partir para a guerra”. A família de Deus é composta de “filhinhos”, de “jovens” e de “pais” (1 João 2:13). Assim como os vários filhos numa família se classificam em diversos estágios de crescimento, também os membros da família de Deus, embora unidos pela mesma vida e privilégios, também possuem diversos níveis de capacidade e responsabilidade. Mas em todos deveria se manifestar crescimento (Lucas 2:40, 52). Chegará o momento em que um ”filhinho” se tornará num jovem no sentido espiritual, forte, com a experiência de ter vencido o maligno (1 João 2:14), que há de se desenvolver num adulto, de acordo com Hebreus 5:14. Temos atingido esse nível? Ou, ao contrário, não temos feito progresso algum desde nossa conversão?
Que DEUS abençoe a todos.
22 Dos filhos de Simeão, as suas gerações pelas suas famílias, segundo a casa dos seus pais; os seus contados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
23 Foram contados deles, da tribo de Simeão, cinqüenta e nove mil e trezentos.
24 Dos filhos de Gade, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
25 Foram contados deles, da tribo de Gade, quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta.
26 Dos filhos de Judá, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais; pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
27 Foram contados deles, da tribo de Judá, setenta e quatro mil e seiscentos.
28 Dos filhos de Issacar, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
29 Foram contados deles da tribo de Issacar, cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.
30 Dos filhos de Zebulom, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
31 Foram contados deles, da tribo de Zebulom, cinqüenta e sete mil e quatrocentos.
32 Dos filhos de José, dos filhos de Efraim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
33 Foram contados deles, da tribo de Efraim, quarenta mil e quinhentos.
34 Dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
35 Foram contados deles, da tribo de Manassés, trinta e dois mil e duzentos.
36 Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
37 Foram contados deles, da tribo de Benjamim, trinta e cinco mil e quatrocentos.
Números 1:22-37
Em alguns países, hoje ainda, vinte anos é a idade na qual os jovens tem obrigações com o serviço militar. Se reconhecido como capacitado a portar armas, o recruta passa a ter uma obrigação com sua pátria. A partir do dia em que é convocado, ele renuncia à sua vida pessoal para se submeter ao serviço comunitário. Aprende o respeito aos superiores, o conceito de disciplina, de serviço e de honra; e é treinado para o combate (Lucas 7:8). Não tem essa “conclamação à bandeira” uma aplicação espiritual para cada jovem cristão? É óbvio que não será já no dia de sua conversão, que esse “bebê em Cristo” será totalmente capaz de “partir para a guerra”. A família de Deus é composta de “filhinhos”, de “jovens” e de “pais” (1 João 2:13). Assim como os vários filhos numa família se classificam em diversos estágios de crescimento, também os membros da família de Deus, embora unidos pela mesma vida e privilégios, também possuem diversos níveis de capacidade e responsabilidade. Mas em todos deveria se manifestar crescimento (Lucas 2:40, 52). Chegará o momento em que um ”filhinho” se tornará num jovem no sentido espiritual, forte, com a experiência de ter vencido o maligno (1 João 2:14), que há de se desenvolver num adulto, de acordo com Hebreus 5:14. Temos atingido esse nível? Ou, ao contrário, não temos feito progresso algum desde nossa conversão?
Que DEUS abençoe a todos.
João 20:21
Terça-feira 31 Agosto
Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós (João 20:21).
“A minha paz vos dou”
Pela segunda vez o Senhor fala sobre o precioso dom da paz concedido aos Seus discípulos. Na primeira ocasião, Ele lhes mostrou as marcas de Suas feridas para que pudessem entender que essa paz, a paz com Deus, era baseada exclusivamente em Sua obra realizada no Calvário. Agora o Senhor esclarece os discípulos acerca da posição que ocuparão depois que Ele subir para estar com o Pai.
Que DEUS abençoe a todos.
Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós (João 20:21).
“A minha paz vos dou”
Pela segunda vez o Senhor fala sobre o precioso dom da paz concedido aos Seus discípulos. Na primeira ocasião, Ele lhes mostrou as marcas de Suas feridas para que pudessem entender que essa paz, a paz com Deus, era baseada exclusivamente em Sua obra realizada no Calvário. Agora o Senhor esclarece os discípulos acerca da posição que ocuparão depois que Ele subir para estar com o Pai.
Que DEUS abençoe a todos.
1 João 3.3
31 de Agosto
"E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro." 1 João 3.3
A esperança em Jesus, a busca da Sua presença, exige uma purificação interior cada vez mais profunda. Quando nos aproximamos cada vez mais do Senhor, somos levados a uma purificação cada vez mais profunda através da própria natureza de Deus. O que isso significa na prática? Significa que, quanto mais nos aproximamos de Jesus no tempo, mais devemos nos tornar semelhantes a Ele em nosso íntimo. Mas como isso acontece? Isso é resultado de nossa progressiva santificação, que, passo a passo, nos conduz a sermos mais parecidos com Ele: "...seremos semelhantes a ele, porque havemos de vê-lo como ele é." Uma pergunta séria: você está se aproximando interiormente do Senhor assim como você se aproxima dEle exteriormente no tempo? Seu coração se torna cada vez mais ardente, mais meigo e sempre mais semelhante a Jesus? Em que consiste a expressão concreta dessa santificação progressiva? No fato de que as características de Jesus transparecem mais em nossa vida! Quanto mais claramente reconhecemos o alvo, e quanto mais nos aproximamos de Jesus, mais somos capacitados a confiar única e exclusivamente nEle. Essa orientação em direção à Sua Pessoa nos dá uma confiança cada vez mais forte e nossa esperança se torna viva. Esperança é uma expressão da fé.
Que DEUS abençoe a todos.
"E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro." 1 João 3.3
A esperança em Jesus, a busca da Sua presença, exige uma purificação interior cada vez mais profunda. Quando nos aproximamos cada vez mais do Senhor, somos levados a uma purificação cada vez mais profunda através da própria natureza de Deus. O que isso significa na prática? Significa que, quanto mais nos aproximamos de Jesus no tempo, mais devemos nos tornar semelhantes a Ele em nosso íntimo. Mas como isso acontece? Isso é resultado de nossa progressiva santificação, que, passo a passo, nos conduz a sermos mais parecidos com Ele: "...seremos semelhantes a ele, porque havemos de vê-lo como ele é." Uma pergunta séria: você está se aproximando interiormente do Senhor assim como você se aproxima dEle exteriormente no tempo? Seu coração se torna cada vez mais ardente, mais meigo e sempre mais semelhante a Jesus? Em que consiste a expressão concreta dessa santificação progressiva? No fato de que as características de Jesus transparecem mais em nossa vida! Quanto mais claramente reconhecemos o alvo, e quanto mais nos aproximamos de Jesus, mais somos capacitados a confiar única e exclusivamente nEle. Essa orientação em direção à Sua Pessoa nos dá uma confiança cada vez mais forte e nossa esperança se torna viva. Esperança é uma expressão da fé.
Que DEUS abençoe a todos.
Números 1:1-21
Números 1:1-21
1 FALOU mais o Senhor a Moisés no deserto de Sinai, na tenda da congregação, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da sua saída da terra do Egito, dizendo:
2 Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, conforme o número dos nomes de todo o homem, cabeça por cabeça;
3 Da idade de vinte anos para cima, todos os que em Israel podem sair à guerra, a estes contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.
4 Estará convosco, de cada tribo, um homem que seja cabeça da casa de seus pais.
5 Estes, pois, são os nomes dos homens que estarão convosco: De Rúben, Elizur, filho de Sedeur;
6 De Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;
7 De Judá, Naasson, filho de Aminadabe;
8 De Issacar, Natanael, filho de Zuar;
9 De Zebulom, Eliabe, filho de Helom;
10 Dos filhos de José: De Efraim, Elisama, filho de Amiúde; de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;
11 De Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;
12 De Dã, Aieser, filho de Amisadai;
13 De Aser, Pagiel, filho de Ocrã;
14 De Gade, Eliasafe, filho de Deuel;
15 De Naftali, Aira, filho de Enã.
16 Estes foram os chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel.
17 Então tomaram Moisés e Arão a estes homens, que foram declarados pelos seus nomes,
18 E reuniram toda a congregação no primeiro dia do mês segundo, e declararam a sua descendência segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, cabeça por cabeça;
19 Como o Senhor ordenara a Moisés, assim os contou no deserto de Sinai.
20 Foram, pois, os filhos de Rúben, o primogênito de Israel, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
21 Foram contados deles, da tribo de Rúben, quarenta e seis mil e quinhentos.
Números 1:1-21
O ensino de Levítico trata da adoração e comunhão. O livro de Números resume a história da peregrinação da nação pelo deserto para nos falar de outros aspectos da vida cristã: andar diário e serviço. O Senhor aqui procede à contagem (“Números”) das tribos de Israel: soldados, levitas, sacerdotes. Cada um tinha de declarar sua descendência (v. 18). Queridos amigos, cada um de nós tem de saber em primeiro lugar se é ou não filho ou filha de Deus. E temos de estar preparados para confessar isso diante dos outros (Romanos 10:9). Mas tome cuidado! Todos eram israelitas cujos pais pertenciam a uma das doze tribos; para ser um cristão, não é suficiente apenas ter pais cristãos. Nem mesmo é necessário que eles sejam. Você é um cristão quando crê pessoalmente no Senhor Jesus Cristo. Você então se torna parte desse povo celestial, do qual Deus tem o número exato e completamente atualizado, em Seu “registro de nascimentos”, ou seja, em Seu Livro da Vida. Se você hoje vier ao Senhor Jesus, seu nome será escrito ali. E com jubilosa segurança, você também será capaz de declarar sua descendência. Pois “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome” (João 1:12).
Que DEUS abençoe a todos.
1 FALOU mais o Senhor a Moisés no deserto de Sinai, na tenda da congregação, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da sua saída da terra do Egito, dizendo:
2 Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, conforme o número dos nomes de todo o homem, cabeça por cabeça;
3 Da idade de vinte anos para cima, todos os que em Israel podem sair à guerra, a estes contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.
4 Estará convosco, de cada tribo, um homem que seja cabeça da casa de seus pais.
5 Estes, pois, são os nomes dos homens que estarão convosco: De Rúben, Elizur, filho de Sedeur;
6 De Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;
7 De Judá, Naasson, filho de Aminadabe;
8 De Issacar, Natanael, filho de Zuar;
9 De Zebulom, Eliabe, filho de Helom;
10 Dos filhos de José: De Efraim, Elisama, filho de Amiúde; de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;
11 De Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;
12 De Dã, Aieser, filho de Amisadai;
13 De Aser, Pagiel, filho de Ocrã;
14 De Gade, Eliasafe, filho de Deuel;
15 De Naftali, Aira, filho de Enã.
16 Estes foram os chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel.
17 Então tomaram Moisés e Arão a estes homens, que foram declarados pelos seus nomes,
18 E reuniram toda a congregação no primeiro dia do mês segundo, e declararam a sua descendência segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, cabeça por cabeça;
19 Como o Senhor ordenara a Moisés, assim os contou no deserto de Sinai.
20 Foram, pois, os filhos de Rúben, o primogênito de Israel, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,
21 Foram contados deles, da tribo de Rúben, quarenta e seis mil e quinhentos.
Números 1:1-21
O ensino de Levítico trata da adoração e comunhão. O livro de Números resume a história da peregrinação da nação pelo deserto para nos falar de outros aspectos da vida cristã: andar diário e serviço. O Senhor aqui procede à contagem (“Números”) das tribos de Israel: soldados, levitas, sacerdotes. Cada um tinha de declarar sua descendência (v. 18). Queridos amigos, cada um de nós tem de saber em primeiro lugar se é ou não filho ou filha de Deus. E temos de estar preparados para confessar isso diante dos outros (Romanos 10:9). Mas tome cuidado! Todos eram israelitas cujos pais pertenciam a uma das doze tribos; para ser um cristão, não é suficiente apenas ter pais cristãos. Nem mesmo é necessário que eles sejam. Você é um cristão quando crê pessoalmente no Senhor Jesus Cristo. Você então se torna parte desse povo celestial, do qual Deus tem o número exato e completamente atualizado, em Seu “registro de nascimentos”, ou seja, em Seu Livro da Vida. Se você hoje vier ao Senhor Jesus, seu nome será escrito ali. E com jubilosa segurança, você também será capaz de declarar sua descendência. Pois “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome” (João 1:12).
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Lucas 7:47
Segunda-feira 30 Agosto
Os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama (Lucas 7:47).
Quem você seria?
A mulher em questão no versículo acima era conhecida em toda cidade pelo estilo de vida imoral que levava. Agora lá estava ela chorando e prestando a devida homenagem a Jesus. O Senhor reconheceu a sinceridade do arrependimento dela e, por isso, lhe deu uma palavra de segurança e conforto: “Os teus pecados te são perdoados” (v. 48).
O fariseu que havia convidado o Senhor Jesus para jantar falava consigo mesmo: “Se este fora profeta...” (v. 39). Então o Senhor contou uma parábola que se aplicava especialmente a ele. O que aprendemos desse episódio?
Ninguém pode amar o Senhor Jesus sem antes ter vindo com seu fardo de culpa e colocado aos pés dEle. Quem pensa que a culpa acumulada durante toda a vida é pequena, jamais experimentará a rica plenitude do perdão que Deus oferece em Cristo.
Cada um de nós tem de se conscientizar de que não passamos de perversos pecadores, porque o padrão que nos mede é a santidade divina! Porém, quem reconhece esse fato, crê na obra do Calvário e se agarra ao Senhor Jesus, o Salvador, é capaz de experimentar o amor que levou Cristo a morrer pelos pecadores na cruz. E tal amor será correspondido. Quem conhece Cristo como Redentor O ama, pois se tornou consciente da magnitude e seriedade de seus próprios pecados, antes de ter sido perdoado.
O fariseu não tinha nenhum vislumbre, mínimo que fosse, de tal relacionamento de amor. Ele nem mesmo teve a gentileza de providenciar a lavagem dos pés de seus convidados, como era de costume.
E você? Quem você seria nessa história: a mulher ou o fariseu? Você ama ou não ama o Senhor Jesus?
Que DEUS abençoe a todos.
Os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama (Lucas 7:47).
Quem você seria?
A mulher em questão no versículo acima era conhecida em toda cidade pelo estilo de vida imoral que levava. Agora lá estava ela chorando e prestando a devida homenagem a Jesus. O Senhor reconheceu a sinceridade do arrependimento dela e, por isso, lhe deu uma palavra de segurança e conforto: “Os teus pecados te são perdoados” (v. 48).
O fariseu que havia convidado o Senhor Jesus para jantar falava consigo mesmo: “Se este fora profeta...” (v. 39). Então o Senhor contou uma parábola que se aplicava especialmente a ele. O que aprendemos desse episódio?
Ninguém pode amar o Senhor Jesus sem antes ter vindo com seu fardo de culpa e colocado aos pés dEle. Quem pensa que a culpa acumulada durante toda a vida é pequena, jamais experimentará a rica plenitude do perdão que Deus oferece em Cristo.
Cada um de nós tem de se conscientizar de que não passamos de perversos pecadores, porque o padrão que nos mede é a santidade divina! Porém, quem reconhece esse fato, crê na obra do Calvário e se agarra ao Senhor Jesus, o Salvador, é capaz de experimentar o amor que levou Cristo a morrer pelos pecadores na cruz. E tal amor será correspondido. Quem conhece Cristo como Redentor O ama, pois se tornou consciente da magnitude e seriedade de seus próprios pecados, antes de ter sido perdoado.
O fariseu não tinha nenhum vislumbre, mínimo que fosse, de tal relacionamento de amor. Ele nem mesmo teve a gentileza de providenciar a lavagem dos pés de seus convidados, como era de costume.
E você? Quem você seria nessa história: a mulher ou o fariseu? Você ama ou não ama o Senhor Jesus?
Que DEUS abençoe a todos.
Isaías 50.10
30 de Agosto
"Quem há entre vós que tema ao Senhor, e ouça a voz do seu Servo que andou em trevas sem nenhuma luz, e ainda assim confiou em o nome do Senhor e se firmou sobre o seu Deus?" Isaías 50.10
As tentações espirituais são profundas e muito fortes. Para obter vitória contra essas tentações é necessário primeiro a vitória sobre as emoções. O espírito humano é a sede do Espírito de Deus. Nosso espírito capta o Eterno. Por isso, o alvo do inimigo é nos conduzir para a escuridão espiritual para que nos desesperemos. O Senhor permite essas tentações para termos a oportunidade de confirmar a autoridade da vitória de Jesus: "Eis aí vos dei autoridade... sobre todo o poder do inimigo." Mas o que podemos fazer na prática, quando nosso espírito é conduzido por uma escuridão inimaginável? Confiar no Senhor – mesmo não sentindo nada! Se não vem resposta do alto, se parece estarmos sem saída, e se em nosso íntimo nos sentimos no fundo do poço, devemos fazer o que diz Isaías: "[Confie] em o nome do Senhor e se [firme] sobre o seu Deus." Se nos firmamos no Senhor, assumimos a postura vitoriosa de Jó, que exclamou: "...eu sei que o meu Redentor vive."
Que DEUS abençoe a todos.
"Quem há entre vós que tema ao Senhor, e ouça a voz do seu Servo que andou em trevas sem nenhuma luz, e ainda assim confiou em o nome do Senhor e se firmou sobre o seu Deus?" Isaías 50.10
As tentações espirituais são profundas e muito fortes. Para obter vitória contra essas tentações é necessário primeiro a vitória sobre as emoções. O espírito humano é a sede do Espírito de Deus. Nosso espírito capta o Eterno. Por isso, o alvo do inimigo é nos conduzir para a escuridão espiritual para que nos desesperemos. O Senhor permite essas tentações para termos a oportunidade de confirmar a autoridade da vitória de Jesus: "Eis aí vos dei autoridade... sobre todo o poder do inimigo." Mas o que podemos fazer na prática, quando nosso espírito é conduzido por uma escuridão inimaginável? Confiar no Senhor – mesmo não sentindo nada! Se não vem resposta do alto, se parece estarmos sem saída, e se em nosso íntimo nos sentimos no fundo do poço, devemos fazer o que diz Isaías: "[Confie] em o nome do Senhor e se [firme] sobre o seu Deus." Se nos firmamos no Senhor, assumimos a postura vitoriosa de Jó, que exclamou: "...eu sei que o meu Redentor vive."
Que DEUS abençoe a todos.
2 Timóteo 2:15
Levítico 27:16-34
16 Se também alguém santificar ao Senhor uma parte do campo da sua possessão, então a tua avaliação será segundo a sua semente: um ômer de semente de cevada será avaliado por cinqüenta siclos de prata.
17 Se santificar o seu campo desde o ano do jubileu, conforme à tua avaliação ficará.
18 Mas, se santificar o seu campo depois do ano do jubileu, então o sacerdote lhe contará o dinheiro conforme aos anos restantes até ao ano do jubileu, e isto se abaterá da tua avaliação.
19 E se aquele que santificou o campo de alguma maneira o resgatar, então acrescentará a quinta parte do dinheiro da tua avaliação, e ficará seu.
20 E se não resgatar o campo, ou se vender o campo a outro homem, nunca mais se resgatará.
21 Porém havendo o campo saído no ano do jubileu, será santo ao Senhor, como campo consagrado; a possessão dele será do sacerdote.
22 E se alguém santificar ao Senhor o campo que comprou, e não for parte do campo da sua possessão,
23 Então o sacerdote lhe contará o valor da tua avaliação até ao ano do jubileu; e no mesmo dia dará a tua avaliação como coisa santa ao Senhor.
24 No ano do jubileu o campo tornará àquele de quem o comprou, àquele de quem era a possessão do campo.
25 E toda a tua avaliação se fará conforme ao siclo do santuário; o siclo será de vinte geras.
26 Mas o primogênito de um animal, por já ser do Senhor ninguém o santificará; seja boi ou gado miúdo, do Senhor é.
27 Mas, se for de um animal imundo, o resgatará, segundo a tua estimação, e sobre ele acrescentará a sua quinta parte; e se não se resgatar, vender-se-á segundo a tua estimação.
28 Todavia, nenhuma coisa consagrada, que alguém consagrar ao Senhor de tudo o que tem, de homem, ou de animal, ou do campo da sua possessão, se venderá nem resgatará; toda a coisa consagrada será santíssima ao Senhor.
29 Toda a coisa consagrada que for consagrada do homem, não será resgatada; certamente morrerá.
30 Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor.
31 Porém, se alguém das suas dízimas resgatar alguma coisa, acrescentará a sua quinta parte sobre ela.
32 No tocante a todas as dízimas do gado e do rebanho, tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao Senhor.
33 Não se investigará entre o bom e o mau, nem o trocará; mas, se de alguma maneira o trocar, tanto um como o outro será santo; não serão resgatados.
34 Estes são os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.
Levítico 27:16-34
Deixemos que o Senhor estime e avalie o que os outros fazem! Mas também não nos preocupemos por alcançar a aprovação dos que nos rodeiam. Não esperemos que os homens nos atribuam mais do que ao nosso Senhor, ao qual avaliaram por apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:11-12). Ao invés disso, convém que nos esforcemos por nos apresentar aprovados diante de Deus (2 Timóteo 2:15).
No livro de Levítico, analisamos o sacerdote e sua função, e agora chegamos ao final do livro — cujo estudo é às vezes árduo, mas nos permite voltar nossa atenção a Jesus, nosso Sumo Sacerdote! E somos capazes de reconhecer Seu envolvimento em cada área da vida de Seu povo. Para nossa salvação, Ele entrou no santo lugar pelo Seu próprio sangue, obtendo para nós eterna redenção. Para nosso andar diário, Ele nos mantêm livres de toda impureza. E, finalmente, para o serviço, Ele é, neste capítulo, Aquele que avalia tudo de acordo com o seu valor genuíno! Infelizmente, existem cristãos que estão prontos para receber a salvação, mas depois disso preferem que o Senhor não Se envolva com as questões deles. Para estes, talvez seja necessário passar por experiências tristes, como lemos no capítulo 26, até que as afeições deles despertem. Que o Senhor nos dê a completa confiança em Sua Pessoa e em Sua obra!
Que DEUS abençoe a todos.
16 Se também alguém santificar ao Senhor uma parte do campo da sua possessão, então a tua avaliação será segundo a sua semente: um ômer de semente de cevada será avaliado por cinqüenta siclos de prata.
17 Se santificar o seu campo desde o ano do jubileu, conforme à tua avaliação ficará.
18 Mas, se santificar o seu campo depois do ano do jubileu, então o sacerdote lhe contará o dinheiro conforme aos anos restantes até ao ano do jubileu, e isto se abaterá da tua avaliação.
19 E se aquele que santificou o campo de alguma maneira o resgatar, então acrescentará a quinta parte do dinheiro da tua avaliação, e ficará seu.
20 E se não resgatar o campo, ou se vender o campo a outro homem, nunca mais se resgatará.
21 Porém havendo o campo saído no ano do jubileu, será santo ao Senhor, como campo consagrado; a possessão dele será do sacerdote.
22 E se alguém santificar ao Senhor o campo que comprou, e não for parte do campo da sua possessão,
23 Então o sacerdote lhe contará o valor da tua avaliação até ao ano do jubileu; e no mesmo dia dará a tua avaliação como coisa santa ao Senhor.
24 No ano do jubileu o campo tornará àquele de quem o comprou, àquele de quem era a possessão do campo.
25 E toda a tua avaliação se fará conforme ao siclo do santuário; o siclo será de vinte geras.
26 Mas o primogênito de um animal, por já ser do Senhor ninguém o santificará; seja boi ou gado miúdo, do Senhor é.
27 Mas, se for de um animal imundo, o resgatará, segundo a tua estimação, e sobre ele acrescentará a sua quinta parte; e se não se resgatar, vender-se-á segundo a tua estimação.
28 Todavia, nenhuma coisa consagrada, que alguém consagrar ao Senhor de tudo o que tem, de homem, ou de animal, ou do campo da sua possessão, se venderá nem resgatará; toda a coisa consagrada será santíssima ao Senhor.
29 Toda a coisa consagrada que for consagrada do homem, não será resgatada; certamente morrerá.
30 Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor.
31 Porém, se alguém das suas dízimas resgatar alguma coisa, acrescentará a sua quinta parte sobre ela.
32 No tocante a todas as dízimas do gado e do rebanho, tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao Senhor.
33 Não se investigará entre o bom e o mau, nem o trocará; mas, se de alguma maneira o trocar, tanto um como o outro será santo; não serão resgatados.
34 Estes são os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.
Levítico 27:16-34
Deixemos que o Senhor estime e avalie o que os outros fazem! Mas também não nos preocupemos por alcançar a aprovação dos que nos rodeiam. Não esperemos que os homens nos atribuam mais do que ao nosso Senhor, ao qual avaliaram por apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:11-12). Ao invés disso, convém que nos esforcemos por nos apresentar aprovados diante de Deus (2 Timóteo 2:15).
No livro de Levítico, analisamos o sacerdote e sua função, e agora chegamos ao final do livro — cujo estudo é às vezes árduo, mas nos permite voltar nossa atenção a Jesus, nosso Sumo Sacerdote! E somos capazes de reconhecer Seu envolvimento em cada área da vida de Seu povo. Para nossa salvação, Ele entrou no santo lugar pelo Seu próprio sangue, obtendo para nós eterna redenção. Para nosso andar diário, Ele nos mantêm livres de toda impureza. E, finalmente, para o serviço, Ele é, neste capítulo, Aquele que avalia tudo de acordo com o seu valor genuíno! Infelizmente, existem cristãos que estão prontos para receber a salvação, mas depois disso preferem que o Senhor não Se envolva com as questões deles. Para estes, talvez seja necessário passar por experiências tristes, como lemos no capítulo 26, até que as afeições deles despertem. Que o Senhor nos dê a completa confiança em Sua Pessoa e em Sua obra!
Que DEUS abençoe a todos.
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