terça-feira, 30 de março de 2010

1 Pedro 1:13-25

1 Pedro 1.13-25

13 Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo.
14 Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância;
15 pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento,
16 porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.
17 Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação,
18 sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram,
19 mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo,
20 conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós
21 que, por meio dele, tendes fé em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, de sorte que a vossa fé e esperança estejam em Deus.
22 Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente,
23 pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente.
24 Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor;
25 a palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. Ora, esta é a palavra que vos foi evangelizada.


1 Pedro 1:13-25

A verdade, tal qual apresentada pelo apóstolo nestes versículos, não apenas nos diz respeito, mas também nos afeta. Ela é o cinto que firma e fortalece nosso entendimento e controla nossos pensamentos (v. 13; Efésios 6:14). Ela é também a verdade à qual devemos obediência (v. 22). Nós que outrora éramos "filhos da desobediência" (Colossenses 3:6-7) nos tornamos filhos obedientes (v. 14). Esta obediência não deve ser apenas a Cristo, mas também de Cristo (v. 2), ou seja, semelhante à Sua obediência, motivada pelo amor ao Pai (João 8:29; 14:31). Além disso, aqui tudo está em contraste com o Velho Testamento. Nem dinheiro nem ouro, nada pode redimir-nos (Êxodo 30:11-16; Número 31:50) a não ser o precioso sangue de Cristo. Ao contrário de um israelita, o nascimento natural não nos qualifica a herdar os direitos e privilégios do povo de Deus. Ninguém deve se considerar filho de Deus pelo fato de ser filho de pais cristãos! Nós nascemos de novo pela Palavra de Deus que é incorruptível, viva e eterna. A santidade que é necessária em nossa conduta é resultado de nossa nova natureza; nós chamamos o santo Deus de Pai (vv. 15-17). A santidade é também conseqüência do grande valor que Deus reconhece no sacrifício do Cordeiro perfeito.

Que DEUS abençoe a todos.

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