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terça-feira, 5 de maio de 2009

UM CRISTIANISMO VIVO (2): CONHECER JESUS

Terça-feira 5 Maio

UM CRISTIANISMO VIVO (2): CONHECER JESUS

Jesus respondeu:… Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz (João 18:37).

Em sua biografia, Ernest Gordon conta como se converteu a Cristo na Tailândia, quando era prisioneiro de guerra dos japoneses. Ele e outros companheiros de infortúnio estavam encarregados de construir a famosa ponte sobre o rio Kwai. Ali, sob condições cruéis, Gordon e alguns prisioneiros decidiram investigar o que o cristianismo realmente era.

“Muito rapidamente – escreve – nos pusemos a ler a Bíblia todas as noites em um lugar afastado do acampamento. Por meio da leitura da Palavra aprendemos a conhecer Jesus. Como nós, Ele não tinha moradia, nem amigos da alta sociedade. Também conheceu a fome, o cansaço, o sofrimento, o desprezo… Ao mesmo tempo era um homem que podíamos admirar, o tipo de amigo que desejaríamos ter, o chefe que poderíamos seguir.

Sua humanidade nos fascinava. Embora fosse um operário, nem a sociedade, nem os religiosos de Seu tempo, nem Satanás conseguiram detê-Lo. Foi pregado em uma cruz, porém Sua própria morte tem um sentido, porque Ele carregou todas as nossas faltas. Agora está vivo. O amor que Jesus expressou tão intensamente (até à morte) era o amor de Deus, um amor centrado nos demais e não em si mesmo. Deus Se revelava a nós por meio de Jesus, o carpinteiro de Nazaré. A verdade que buscávamos se identificava com Jesus.”

Que DEUS abençoe a todos.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

UM CRISTIANISMO VIVO (1)

Segunda-feira 4 Maio

UM CRISTIANISMO VIVO (1)

Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa (Filipenses 2:15).

Ernest Gordon escreveu: “Era 1943. Eu era prisioneiro de guerra, e juntamente com outros companheiros devíamos construir uma via férrea na selva e uma ponte sobre o rio Kwai para chegar à Birmânia (atual Mianmar). Quando nos dirigíamos ao trabalho, os indígenas nos tratavam com indiferença ou desprezo. Certa vez chegamos a uma aldeia onde as pessoas se aproximaram de maneira tão diferente que ficamos surpresos. Os olhos dos que se apertavam à beira da estrada para nos ver passar eram compassivos. Antes de sairmos daquela aldeia, os habitantes tinham voltado carregados de bolos, bananas, ovos, medicamentos e dinheiro que nos ofereceram amavelmente.
Mais tarde soubemos que aquela aldeia tinha se convertido ao Evangelho. A luz do cristianismo havia brilhado nesse rincão da selva graças ao trabalho de uma missionária que teve de fugir depois que a guerra estourou.
Esses breves contatos com o mundo exterior nos lembravam de que felizmente ainda existia um modo de vida mais humano. Sem palavra alguma, a mensagem do autêntico cristianismo havia sido transmitida.”
O que o apóstolo Paulo disse sobre os coríntios pode ser aplicado àqueles aldeões: “Sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração” (2 Coríntios 3:3).

Que DEUS abençoe a todos.