A NOVA VIDA : A SALVAÇÃO (2)
Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo (Romanos 10:9).
Se a luz divina iluminar minha consciência, não poderei pensar mais que minha vida é correta e que posso agradar a Deus o bastante para ir para o céu. A luz de Sua Palavra mudará meus conceitos: “Não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus“ (Romanos 3:22-23). “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados” (Efésios 2:1). “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23), e não somente a morte física, mas também a eterna separação de Deus.
O arrependimento conduz à fé em nosso Senhor Jesus Cristo. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus” (Efésios 2:8). A fé na Palavra de Deus aceita que “Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8), ou seja, que Ele morreu em nosso lugar: “Jesus, nosso Senhor, o qual por nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação” (Romanos 4:25).
Ninguém é salvo pelas boas obras que pratica: “Deus, nosso Salvador… não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou” (Tito 3:5). É um grave erro pensar que é necessário, de alguma maneira, completar a obra de Cristo em relação aos nossos pecados, fazendo boas obras que nos trarão méritos (Efésios 2:9).
No entanto, depois da salvação as boas obras devem se manifestar como fruto natural do Espírito Santo. Fomos “criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10).
Que DEUS abençoe a todos.
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domingo, 7 de junho de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
Lucas 7.1-17
Lucas 7.1-17
1 Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum.2 E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte.3 Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo.4 Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto;5 porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.6 Então, Jesus foi com eles. E, já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa.7 Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.8 Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.9 Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta.10 E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo.11 Em dia subseqüente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão.12 Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela.13 Vendo -a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores!14 Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando: levanta-te!15 Sentou-se o que estivera morto e passou a falar; e Jesus o restituiu a sua mãe.16 Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo.17 Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.
Lucas 7:1-17
Que nobres sentimentos encontramos no centurião de Cafarnaum! Que grande afeto por um simples servo, que benevolência para com Israel, que humildade ("não sou digno..." declara ele; compare v. 4), que compreensão do que é autoridade e senso de dever, adquirido na sua vida militar (v. 8)! Mas o que o Senhor admira não são as elevadas qualidades morais e, sim, a fé deste estrangeiro. O Senhor Jesus menciona essa fé dele como um exemplo a todos. A fé somente existe graças ao objeto sobre o qual se apóia. Aqui é a onipotência do Senhor. Quanto mais se conhece o objeto em sua grandeza, maior será a fé. Que Cristo, então, seja grande ao nosso coração!
Aproximando-se de Naim, o Senhor e a multidão que O acompanhava se deparam com um outro grupo. É um cortejo fúnebre, semelhante aos que vemos em nossas ruas (Eclesiástes 12:5b: Terrível advertência de que o salário do pecado é a morte). Mas este é particularmente triste, pois se trata do filho único de uma viúva. Movido por compaixão, o Senhor Jesus começa por consolar a pobre mulher. Depois toca o esquife (da mesma maneira que Ele tocou o leproso em Lucas 5:13 sem ser contaminado; compare com Números 19:11). E, de repente, este morto senta-se e começa a falar, o que é uma evidência de vida.
Não esqueçamos, então, que a confissão da boca é uma evidência necessária da vida que está em nós (Romanos 10:9).
Que DEUS abençoe a todos
1 Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum.2 E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte.3 Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo.4 Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto;5 porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.6 Então, Jesus foi com eles. E, já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa.7 Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.8 Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.9 Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta.10 E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo.11 Em dia subseqüente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão.12 Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela.13 Vendo -a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores!14 Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando: levanta-te!15 Sentou-se o que estivera morto e passou a falar; e Jesus o restituiu a sua mãe.16 Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo.17 Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.
Lucas 7:1-17
Que nobres sentimentos encontramos no centurião de Cafarnaum! Que grande afeto por um simples servo, que benevolência para com Israel, que humildade ("não sou digno..." declara ele; compare v. 4), que compreensão do que é autoridade e senso de dever, adquirido na sua vida militar (v. 8)! Mas o que o Senhor admira não são as elevadas qualidades morais e, sim, a fé deste estrangeiro. O Senhor Jesus menciona essa fé dele como um exemplo a todos. A fé somente existe graças ao objeto sobre o qual se apóia. Aqui é a onipotência do Senhor. Quanto mais se conhece o objeto em sua grandeza, maior será a fé. Que Cristo, então, seja grande ao nosso coração!
Aproximando-se de Naim, o Senhor e a multidão que O acompanhava se deparam com um outro grupo. É um cortejo fúnebre, semelhante aos que vemos em nossas ruas (Eclesiástes 12:5b: Terrível advertência de que o salário do pecado é a morte). Mas este é particularmente triste, pois se trata do filho único de uma viúva. Movido por compaixão, o Senhor Jesus começa por consolar a pobre mulher. Depois toca o esquife (da mesma maneira que Ele tocou o leproso em Lucas 5:13 sem ser contaminado; compare com Números 19:11). E, de repente, este morto senta-se e começa a falar, o que é uma evidência de vida.
Não esqueçamos, então, que a confissão da boca é uma evidência necessária da vida que está em nós (Romanos 10:9).
Que DEUS abençoe a todos
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