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domingo, 29 de março de 2009

O Conflito Entre a Ciência e a Fé

Conflito entre ciência e fé?

O que é científico e o que não é científico? Os parâmetros para decidir essa questão não são estabelecidos pelo próprio homem? Quem não quer saber nada de Deus tentará negar Sua existência usando a ciência. Mas é justamente a ciência que chega aos seus limites diante da grandeza de Deus.
“...o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).

O homem cria sua própria imagem de Deus por não aceitar o Deus da Bíblia, pois este o acusa de pecado e não minimiza os erros humanos. Em uma edição da Schweizerische Kirchenzeitung (Jornal Eclesiástico Suíço), o teólogo Bernd Ruhe manifesta sua irritação com a certeza de salvação dos crentes e sua “maneira anticientífica de lidar com a Bíblia”. Sua “concepção dualista sobre o homem e o mundo” andaria de mãos dadas com uma “visão de Deus francamente monstruosa e repugnante”: para eles, Deus seria tão grande porque consideram o homem muito pequeno. Assim, Jesus seria o guia em um mundo “perdido”, “escuro” e “confuso”, onde o diabo dita as regras.

É lamentável que afirmações como essas partam de um teólogo, que deveria conduzir as pessoas às verdades da Bíblia ao invés de impedi-las de se aprofundar no que o Senhor ensina. Afinal, o que é científico e o que não é? Será que é científico não crer na segurança da salvação, que a Bíblia ensina tão claramente? Na Primeira Epístola de João lemos: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 Jo 5.13). Devemos nos relacionar com a Bíblia cientificamente ou através da fé? Até agora a ciência séria sempre teve de dar razão à Bíblia; a verdade bíblica, porém, não cai por terra ou se mantém por causa da aprovação da ciência. Será por causa da aprovação da ciência. Será anticientífico Deus ser tão grande e o homem tão pequeno? Ou a ciência alcança seus limites com tanta freqüência justamente porque Deus e Sua obra são tão grandes?

“...o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).

É anticientífico Jesus ser o Guia para um mundo que vive na escuridão, um mundo perdido e confuso, em que o diabo domina os homens? O pecado no coração humano, sua tendência ao egoísmo e para o mal podem ser explicados cientificamente? E a morte, a ressurreição e a ascenção de Jesus? Elas são científicas, anticientíficas ou simplesmente divinas? O homem busca desculpas pseudocientíficas para esconder-se por trás delas, pois teme a Palavra de Deus. Nesse sentido, nada mudou desde o primeiro casal de seres humanos no Éden. Pois Adão já disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (Gn 3.10).

Louis Pasteur, notável médico e cientista francês, reconheceu justamente através da ciência que a Bíblia tem razão. Ele escreveu: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus. Minha concepção de ciência, que valoriza muito a relação entre causa e efeito, simplesmente me obriga a reconhecê-lO. Minha necessidade de adorar encontra em Jesus sua mais plena satisfação” (Nimm dir einen Augenblick Zeit, H. Bruns).
Louis Pasteur: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus”.

A ciência, corretamente aplicada, pode servir a Deus. Mas quando é usada contra Deus ela prejudica os seres humanos. Pois é a Bíblia que produz o verdadeiro conhecimento. Há milênios as profecias bíblicas cumprem-se com exatidão única. Por exemplo, a criação de um novo Estado de Israel foi cumprimento de profecias bíblicas. Hoje podemos ver e acompanhar a realização das profecias de Jesus sobre o restabelecimento do Estado de Israel, sobre Sua volta e os sinais a ela relacionados. Os alegados “erros científicos” da Bíblia acabam sendo revisados constantemente e passam a ser considerados corretos. Muitos foram, na verdade, antecipações de descobertas que o homem só veio a fazer mais tarde. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o reconhecimento de que a terra está suspensa no espaço. A respeito, já lemos no livro de Jó: “Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada” (Jó 26.7). Os resultados das pesquisas arqueológicas e históricas também confirmam continuamente as declarações bíblicas.

Por fim, há ainda o misterioso poder que a Bíblia exerce sobre as pessoas. Quem atende ao que as Sagradas Escrituras ensinam é transformado totalmente, sendo renovado de maneira completa. Lemos na Primeira Epístola de Pedro: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Apenas aqueles que não crêem no que a Bíblia diz em seu texto original, inspirado por Deus, é que lidam de maneira realmente anticientífica com a Palavra do Eterno! (Norbert Lieth)

Que DEUS abençoe a todos.

Tem certeza que é Fé?

Tem certeza que é Fé?

Muitas pessoas vivem uma fé um pouco estranha perto do que é esperado. É a fé de Tomé. Ou seja, elas precisam ver para crer que é real. O fato de orarem e ficarem esperando não é suficiente para entenderem a realidade da bênção de Deus.
Como diz o livro de Hebreus, fé é crer em algo que ainda não se comsumou, é poder vislumbrar com os olhos espirituais algo que ainda não se concretizou. Fé é certeza, e não dúvida.
"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem." (Hebreus 11: 1)
O próprio Jesus nos disse que se pedimos algo, não duvidando no coração, receberemos da parte de Deus. Veja os textos a seguir:
"Peça-a, porém, com fé, não duvidando, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento." (Tiago 1: 6)
"Por isso vos digo que tudo o que pedirdes em oração, crede que o recebereis, e tê-lo-eis." (Marcos 11: 24)
Entretanto, devemos saber pedir as coisas, pois nem sempre o que pedimos é da vontade de Deus. O Espírito Santo pode nos ajudar neste sentido: "Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza, porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis." (Romanos 8: 26)
Devemos aprender com o centurião romando, que creu que uma só palavra de Jesus seria suficiente para salvar a vida de seu servo. O próprio Jesus se admirou da fé deste homem, e por quê? Porque não precisava ver para crer. A nossa própria salvação depende da fé, pois temos a certeza que Cristo se entregou por nós, nos dando acesso à eternidade com Deus.
Vivemos numa época onde as pessoas estão interessadas apenas nas bênçãos, nos milagres, no que elas podem conseguir através do relacionamento com Deus, sendo que na verdade, nossa motivação verdadeira deve ser o conhecimento de Deus, o servir a Deus, o obedecer aos mandamentos de Deus.
Pessoas têm abandonado a fé em Jesus porque não conseguiram algo através da oração, ou porque não conseguiram uma resposta imediata. Mas o tempo de Deus não é o nosso, e devemos nos permanecer firmes independente das circunstâncias, assim como na parábola da viúva, que permaneceu firme e insistente até que o juiz a atendeu.
Se não tomarmos cuidado, seremos levado por esta onda do imediatismo, e aquilo que chamamos de fé pode ser um grande motivo de nos afastarmos de Cristo. Devemos crer nas promessas de Deus, pois não haverá impossíveis para Deus em todas as suas promessas. Não deixe que a ansiedade turbe o seu coração, pois Deus bem sabe os desejos que você tem no coração antes de você pedir.
Como diz o texto a respeito do amor, o amor é paciente, tudo espera, tudo suporta... Em outro texto aprendemos que "No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo, porque o medo envolve castigo, e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor." (1 João 4:18) Permita que este amor de Deus invada seu coração.

Que DEUS abençoe a todos.

sábado, 28 de março de 2009

VOCÊ LUTA CONTRA AS TENTAÇÕES?

"Tentação!

Quem não as tem?

Quem nunca as teve?

Quem jamais as terá?

Sim, de todos os tipos e de todas as formas. Indo de realidades subjetivas às mais grotescas vontades de realizações objetivas e concretas.
O Evangelho praticamente inicia com o tema da tentação!
Por isto não é de admirar que Jesus tenha nos mandado vigiar e orar para não se "cair em tentação". E com este "cair em...", Ele revela que a tentação tem suas estações; ou seja: seasons. Ora, esta "estação das tentações" têm a ver com as dinâmicas psíquicas de nosso ser, conforme também aconteceu com Jesus.
Na fome, na necessidade de afirmação e no desejo de cumprir Sua missão, a tentação veio como indução para transformar pedras em pães (fome), como impulso para resolver quem Ele era aos olhos de todos de uma vez (Pináculo) e como um "bypass" no tempo, queimando etapas, sobretudo a etapa da Cruz (o Monte Alto).
Portanto, quando Ele mandou orar para evitar a tentação, com isto não ensinava nem a devoção neurótica (orar contra a tentação), nem a atitude paranóica (poderei ser atingido pela tentação a qualquer momento). Sim, porque o que Ele ordena é que se encha a mente de oração, de um falar constante com Deus, e que nada mais é senão um falar consigo mesmo em Deus; de tal modo que o pensar não é de si para si, mas acontece em Deus, vivendo assim em permanente estado de conferência com Ele; em tudo. Além disso, no Pai Nosso, Ele vincula o "não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mau" - ao contexto antecedente, que fala de estar cheio e tomado pelo Pai, pelo desejo de que Seu nome seja em nós santificado, que sei reino cresça em nós (venha!), que a vontade Dele tenha seu lugar e chão em nós; além de nos remeter para a busca do que é do céu aqui na Terra.
Assim, uma das maiores prevenções contra a tentação tem a ver com uma devoção profunda e não neurótica; posto que se propõe a buscar o que é maior e mais elevado, ao invés de se deixar tomar pelo que aqui da Terra. Botar as coisas da Terra sobre aquilo que é eterno, é o que abre o espaço existencial maior para a tentação.
Portanto, "orai...", diz Ele, para que não se caia em tentação!
É esse orar aquilo que mais e melhor previne a estação das tentações. Todavia, se alguém decide orar contra ou por causa da tentação, mais tentado ainda ficará; posto que a tentação, pela via da oração e por ela própria, se torna algo "fixo como pensamento", e que apenas cresce mais e mais em nós.
Este tema da tentação é interminável, como infindáveis são as pulsões de tentação humana. Entretanto, sendo simples e prático, eu digo que o que de melhor se pode fazer por si mesmo na hora da tentação, não é pensar que podemos vencê-la, mas sim que não temos o poder, em nossa carne, para combatê-la...
E, assim, sabendo disso, virmos a descansarmos em relação à tentação, pois ela se alimenta de nossa luta contra ela.
Afinal, o que não pode ser vencido pelas nossas próprias forças, havendo confiança na Graça, já deveria estar vencido como ansiedade em nós; pois, se não posso, por que se afligir com tal impossibilidade? Assim, é esse cinismo santo para com o poder da tentação, e que resulta de nossa confiança na Graça de Deus, aquilo que deve tirar o poder da ansiedade e do medo pelo qual a tentação cria metástases em nossa mente, em todo o nosso processo de pensar. Quanto mais se enfrenta a tentação como tal, mais ela cresce em nós; e se orarmos contra ou em razão dela, mais ela se "fixa" em nós; tornando-se uma devoção diabólica; fazendo-nos "orar" contra aquilo que só se torna o que tememos quando é tratado como tal.
A única maneira de enfrentá-la é deixando-a rouca... falando sozinha... sem resposta nossa... enquanto nos desobrigamos de conversar com ela... ou de respondê-la... ou de mostrar para Deus e para nós mesmo que temos "o poder do livramento"... e que por isto a venceremos. Isto porque o "poder do livramento" do qual nos fala Paulo, escrevendo aos Coríntios, só se efetiva na vida daquele que descansa no livramento que já é; e que não apenas será se o tornarmos real por nossas próprias forças!
Quando se confia na Graça e no amor de Deus por nós, toda tentação perde seu poder; e se descansarmos na certeza de que Jesus já foi também tentado por nós, conhecendo cada uma de nossas fraquezas ou tendências, mais vicária e transferível, pela fé, será a vitória de Jesus em nosso favor.
Se houver confiança e descanso, é claro!
Desse modo, descansando é que se vence a tentação, confiando na fidelidade e na imutabilidade do amor de Deus. Pois só assim recebemos o poder de resistir, ou de suportar a tentação; posto que desse ponto em diante as tentações deixam de ser "sobre-humanas", e se tornam apenas humanas; e, portanto, reduzidas ao nosso próprio nível, deixando de ser um poder irresistível. Paulo e Hebreus ensinam que as tentações não suportam o nosso silêncio confiante na Graça; assim como não suportam nosso descanso na Cruz de Cristo. Afinal, o "Está Consumado" vale também para as tentações.
As tentações crescem na medida em que nossas pulsões psicológicas, provocadas pelas nossas próprias cobiças (insegurança essencial) - e que são os agentes progenitores do que chamamos tentação -, se aninham e se fixam em nós como medo de Deus e de Sua punição.
Sim, por essa via elas apenas aumentam, visto que tal realidade existencial e psicológica aceita a provocação do "medo de estar sendo tentado"...
Do mesmo modo elas crescem em razão de nosso de-bate com elas.
Tentação come medo; e se alimenta do seguinte cardápio: oração amedrontada, de-bate psicológico, discussão com ela, medo de Deus; e também de seu oposto, que é a arrogância que julga que por força própria se pode vencê-la.
Quem já não tem justiça própria, não tem mais assunto com nenhuma tentação!
"Vamo-nos daqui... Aí vem o príncipe deste mundo, e ele nada tem em mim..." - disse Jesus.
O principe deste mundo se alimenta do que "ele tem em nós"!
Assim, como há muita cobiça e outras loucuras em todos nós...! o melhor a fazer é confiar Naquele em quem o tal "principe" nunca teve NADA: Jesus.
Parece coisa boba, mas não é!
Quem desejar, pratique; e verá como as tentações não suportam a confiança e o descando na Graça; e isso em silêncio que nem ora contra... mas apenas ora em gratidão! O grande problema é aprender isto como confiança, e não como "teoria".
E mais: aprender a ser grato e natural com Deus mesmo em tais horas críticas.
Quando a gente aprende isto, ela, a tentação, ao chegar... começa a perder o poder; posto que se alimenta de nossas importâncias; e sobretudo de nossa justiça-própria, de nossa necessidade de dar explicações a nós mesmos e aos céus; e, sobretudo, do medo de estar sendo tentado! "

Que DEUS abençoe a todos.

2 Reis 2.6

28 de Março

"Disse-lhe, pois, Elias: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou ao Jordão. Mas ele disse: Tão certo como vive o Senhor e vive a tua alma, não te deixarei. E assim ambos foram juntos." (2 Reis 2.6)
O rio Jordão tem uma profunda simbologia na Bíblia. Ele representa a morte, a morte da vontade própria. Isso é um mistério espiritual. No mistério do Jordão, também está incluído o segredo de todo poder. Quando o Senhor resolve levar o profeta Elias ao céu, Eliseu segue a Elias, pois quer a todo custo receber poder para a penosa incumbência que o espera. Ele já havia sido escolhido pelo Senhor para ser o sucessor de Elias. E o caminho ao poder o conduz ao Jordão, pois Elias lhe diz: "...o Senhor me enviou ao Jordão." O inimigo faz de tudo para que Eliseu não siga decididamente a Elias através do Jordão. Seus colegas querem desviá-lo, mas ele responde duas vezes: "Também eu o sei; calai-vos." Você já notou como o inimigo tenta disfarçadamente desviar você do caminho estreito? Você já notou como ele tenta com todo tipo de artimanhas e astúcias desviá-lo de sua firmeza espiritual, impedi-lo de ir lado a lado com o Elias celestial que é Jesus Cristo, passando com Ele pelo Jordão da morte? Faça como Eliseu. Ordene ao tentador que se cale imediatamente, e firme-se no Senhor, mesmo que outros não mais acompanhem você. Elias e Eliseu estavam ambos diante do Jordão e o atravessaram. Muitos se põem ao longe, mas o verdadeiro crente segue o Elias celestial, Jesus Cristo, através do Jordão, identificando-se totalmente com Ele em Sua morte.

Que DEUS abençoe a todos.

Poder Para o Bem ou Mal

28 de Março

Poder Para o Bem ou Mal

E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efésios 4:30, 32
A vida de Cristo foi uma influência sempre crescente e ilimitada; uma influência que O ligava a Deus e a toda a família humana. Mediante Cristo, Deus conferiu ao homem uma influência que lhe torna impossível viver para si próprio. Individualmente temos ligação com nossos semelhantes, parte da grande família de Deus, e estamos sob obrigações mútuas. Ninguém pode ser independente de seu próximo; porque o bem-estar de cada um afeta os outros. É propósito de Deus que cada um se sinta indispensável ao bem-estar dos outros e procure promover a sua felicidade.
Cada pessoa está circundada de uma atmosfera própria, que pode estar carregada do poder vivificante da fé, do ânimo, da esperança, e perfumada com a fragrância do amor. Ou pode estar pesada e fria com as nuvens do descontentamento e egoísmo, ou intoxicada com o contato mortal de um pecado acariciado. Pela atmosfera que nos envolve, toda pessoa com quem nos comunicamos é consciente ou inconscientemente afetada.
Esta é uma responsabilidade de que não nos podemos livrar. Nossas palavras, nossos atos, nosso traje, nosso procedimento, até a expressão fisionômica tem sua influência. Da impressão assim deixada dependem conseqüências imensuráveis para bem ou para mal. Todo impulso assim comunicado é uma semente que produzirá sua colheita. É um elo na longa cadeia de eventos humanos que não sabemos até aonde se estende.
Se por nosso exemplo ajudamos outros na formação de bons princípios, estamos lhes dando a capacidade de fazer o bem. Eles, por sua vez, exercem a mesma influência sobre outros, e estes sobre terceiros. Assim, por nossa influência inconsciente, milhares podem ser abençoados.
Atira-se uma pedra num lago e forma-se uma onda, e a ela se seguem outras; e, à medida que crescem, o círculo se amplia até atingir a margem. O mesmo se dá com nossa influência. Além do nosso conhecimento e arbítrio ela atua em outros para bênção ou maldição.

Que DEUS abençoe a todos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

O Cordeiro Imolado Antes da Fundação do Mundo

"Pergunta:

Não consigo entender por que se diz que a Cruz veio antes de tudo. Que o Cordeiro foi imolado antes da fundação do mundo.
Como antes da fundação do mundo?
Não achei resposta …

Resposta:

Fico feliz, muito feliz mesmo, quando ouço ou vejo que alguém está lendo a Bíblia com alegria em fé.
É por esse tipo, ou melhor, por essa qualidade de leitura, é que vem o real proveito, o qual faz-nos distinguir entre areia e rocha como fundamentos alternativos para nós nesta vida.
É simples ver que quem lê a Bíblia com amor, começa a conhecer a Palavra; e assim, cresce na fé e na alegria do Evangelho. Mas aquele que não lê; ou que apenas lê porque crê que é mandamento e obrigação, nada aproveita; e, portanto, jamais cresce; ou, cresce sempre com o retardo dos que nem mesmo dão bom ouvido ao que escutam do Evangelho.
Sobre o Cordeiro Imolado Antes de Tudo, antes da fundação do mundo; ou: antes de todas as coisas - há alguns textos para você ler, os quais seguem transcritos:
No dia seguinte João [Batista] viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo . João 1:29 - Ora, aqui se fala de Jesus como o Cordeiro que estava manifesto na História: encarnado; e que tira, pela Sua ação de Graça na Cruz, todo o pecado do mundo. João Batista, porém, diz que Ele tira o pecado do mundo, significando: tirou, tira e tirará sempre. Portanto, João via em Jesus Alguém que vinha desde dalém do Tempo.
E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus . João 1:36 - é o testemunho que João Batista dá de Jesus como o Cordeiro diante dos homens.
E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, Assim não abriu a sua boca . Atos dos Apóstolos 8:32 - é a leitura feita pelo eunuco no caminho para a Etiópia, com a citação do que Isaías dissera sobre o Servo Sofredor, que é o Cordeiro de Deus antes falado por João Batista.
Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado 1 Pedro 1:19 - é a confissão de Pedro, já idoso, sobre o significado da Cruz de Jesus para ele: era a Cruz do Cordeiro imolado antes de todas as coisas.
E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra . Apocalipse 5:6 - é a descrição do Apocalipse acerca do Cordeiro Eterno; Esse que é, que era, e que há de vir; e que é também o Senhor da História e de todas as coisas. Os textos que seguem carregam a mesma ênfase.
E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. Apocalipse 5:8
Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. Apocalipse 5:12
E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre. Apocalipse 5:13
E, HAVENDO o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê. Apocalipse 6:1
Os textos acima, todos do Apocalipse, falam acerca da centralidade e do escopo do significado do Cordeiro para a criação toda, pois, somente o Cordeiro é digno de abrir o Livro das Consumações. Sim! O livro da cura da humanidade e da criação, até o fim-começo de todas as coisas.
E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Apocalipse 6:16
A cura dos povos que inicia na história humana e se consuma na Nova Jerusalém, é feita de processos históricos, de testemunhos de Deus e de atos soberanos, bem como de brados da criação (natureza) contra o abuso humano na Terra; clamores esses manifestos como Ira do Cordeiro na forma de catástrofes.
Agora leia esta seqüência:
Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos; Apocalipse 7:9
E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro. Apocalipse 7:10
E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. Apocalipse 7:14
Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima . Apocalipse 7:17
E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte. Apocalipse 12:11
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo . Apocalipse 13:8
E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos . Apocalipse 15:3
Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis . Apocalipse 17:14
Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. Apocalipse 19:7
E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Apocalipse 19:9
E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro. Apocalipse 21:9
E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro . Apocalipse 21:14
E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. Apocalipse 21:22
E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. Apocalipse 21:23
E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. Apocalipse 21:27
E MOSTROU-ME o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro . Apocalipse 22:1
E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão. Apocalipse 22:3
Você viu que o Cordeiro é tudo no Processo. Ora, na revelação de Si Mesmo aos homens, o Cordeiro é Jesus. Veja o que Jesus disse de Si mesmo em relação ao Seu-Ser-Cordeiro:
Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo , para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo . João 17:24
Por isso, foi simples para os apóstolos, e entre eles mais definidademente por Paulo, Pedro e João (no Apocalipse e no seu evangelho), verem Jesus, o Cordeiro da Cruz, como sendo TAMBÉM o Cordeiro Imolado antes de qualquer coisa ter sido criada. Eles creram que o destino dos que amam ao Cordeiro é compartilhar da glória Dele antes de haver mundo. Mas a glória, toda glória, mesmo na eternidade, sempre é precedida pelo Padecimento. Importou que o Cristo antes padecesse, e só depois entrasse em Sua glória, tanto na História, como também antes de haver Tempo e História, quando o Cordeiro se entregou em sacrifício antes de qualquer criatura ter sido criada. Deus a tudo criou sob o signo do Cordeiro e de Sua Cruz.
Veja:
Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo , para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; Efésios 1:4 (Paulo)
O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo , mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós ; 1 Pedro 1:20 (Pedro)
Assim, o Cordeiro é Aquele que está no Sentido de tudo o que foi criado, pois, é Ele quem se entrega como quem morre para que de Sua morte proceda a própria Vida para a criação.
Leia no site ” O quem vem primeiro: a criação ou a redenção?
E mais: há muitos outros textos em Reflexões, Artigos e Cartas, e que tratam disso de modo bem mais ampliado e elucidativo em outros aspectos. Aqui, porém, dou a você umas poucas dicas, na mesma medida em estimulo você a ler a Bíblia como Palavra.
Espero estar sendo útil.
Que o Senhor a guarde na Luz do Cordeiro!
Nele, que foi imolado antes de haver criado."

Que DEUS abençoe a todos.

A Presunção do Crente é Perdoável

A presunção do crente-cristão é perdoável.

Afinal, veja o que contaram a ele:
Disseram a ele que o mundo, o cosmo, tudo o que existe, começou a não muito mais que seis mil anos; e que o homem é, de fato, um ser criado no sétimo dia de uma semana comum, de sete dias, como a semana passada foi.
E mais:
Disseram ao crente que o homem veio para fazer companhia a Deus.
Antes disso nem se pode imaginar o que era de Deus. O que também leva o crente a pensar que antes dele, até Deus estava no buraco do nada e no silencio relacional total.
Sim! É assim, pois, até os anjos são vistos pelos crentes como servos poderosos de Deus, mas sem o inexplicável charme do homem.
Porém, o máximo dessa grandeza do homem foi o fato de Deus mesmo ter se encarnado para salvar os homens que se tornarem crentes-cristãos.
Ora, isto supostamente demonstra a preferência absoluta de Deus pelos humanos sobre toda a criação, no céu e na terra.
E mais:
Esse sentimento de importância e grandeza do homem, também vem da certeza que alguns possuem de que a decisão de Deus foi a de somente salvar quem se reunir para cantar hinos para Ele pelo menos uma vez por semana; e, também, para ouvir alguns conselhos do pastor, e dar dinheiro como prova de amor prático por Deus.
Além de tudo…, também se diz ao crente que se ele não ajudar a contar a mesma história para outros, todo mundo está perdido; e que se ele disser para muita gente essa história, então, Deus dará ao homem uma mansão celestial e uma coroa com muitos diamantes ou pedras preciosas, podendo, inclusive, fazer com que tal pessoa seja mais intima de Deus “publicamente” que os demais salvos, muitos deles de categoria de galardão inferior, sendo que quanto mais oficial seja a participação do homem, assim como a de um pastor, um bispo, um apóstolo — mais elevado o individuo será; primeiro na Terra mesmo, e, depois, também nos céus de muita glória de sucesso, tudo com muito ouro e pedras preciosas.
Ou seja:
O que se diz é que se o homem contar essa história para muita gente, cantar hinos, e dizimar, então ele ficará no lugar que um dia foi de Satanás, ou Diabo, ou Lúcifer; posto que também ao crente-cristão seja dito que a queda de Satanás o tirou de um ambiente de pedras preciosas, de gloria e de muito e quase incomparável poder.
Assim, o crente-cristão acaba desejando ser aquilo que um dia o diabo foi.
E mais:
Muitos começam aqui, desde já, a busca de tais glórias e poderes.
Ora, o Evangelho diz muita coisa do que essa história diz, mas, apesar disso, não é de tal historinha que ele fala; mas sim, da possibilidade de o homem se tornar de fato homem, e, assim, tornar-se como Jesus, que, sendo Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; e, por causa disso, se humilhou, e assumiu a forma de servo, sendo reconhecido em um homem como os demais homens; e isso não por nenhum necessidade de Deus, mas apenas por eterna e desesperada carência humana.
Entretanto, isto faz do homem apenas o homem, não um deus. Aliás, não há deus, nem deuses, pois, se há Deus, nenhum deus há… Quem crê em Deus se torna ateu para tudo o mais.
Todavia, voltando ao que dizia, posso compreender a arrogância do crente-cristão que assim se torne por assim ter sido ensinado. Afinal, quem sinceramente assim sinta, ainda está longe de saber o que seja um homem e qual seja seu chamado na criação. Portanto, é apenas um crente, e não um homem andando em fé amor; pois, quem ama, naturalmente não se gloria de nada, sendo apenas grato pelo que é e pode ser se o buscar ser apenas como Jesus, o homem.
Agora, pergunto:
E se a glória do homem for a de ser servo de toda a criação, em amor, para sempre, cuidando de tudo o que ele destruiu?
Seria esse cenário um anti-clima para você?
Jesus disse que o galardão é ser Nele, no Pai, e ter a Ele e o Pai em nós, assim como é com Ele e o Pai.
Esta é a glória. Esta é a História do Significado. Este é o chamado.
Ou será que na eternidade já não se terá que ter também o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus?
Ou será que você crê que na eternidade o homem recebe consentimento para surtar como o diabo sem cair?
Ora, se você assim sentia, desista disso, pois, isso é do diabo.
Sirva a Deus apenas por nada!

Que DEUS abençoe a todos.

Por Que Jesus Mandou Pregar


POR QUE JESUS MANDOU PREGAR?

Por que Jesus mandou pregar o Evangelho?
Primeiro devo começar com o que não é objetivo do anuncio do Evangelho, mas que entre a multidão dos discípulos equivocados, é aclamado como sendo parte do objetivo do Evangelho.
Não é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado a fim de fazer as pessoas mudarem de religião.
Nem tampouco para que as pessoas passem a freqüentar um templo, nem para cantarem hinos para Jesus entre chineses ou hindus, esquimós ou índios nus, como dizia o “corinho” da Escola Dominical.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que o Cristianismo se expanda na Terra. Deus não é cristão, contrariamente ao que alguns dizem: “O Deus cristão é…” assim ou assado…
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para despovoar o inferno e povoar o céu, como se tudo dependesse da iniciativa do “cristianismo” para a salvação humana.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que os crentes sejam “glorificados” na Terra.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para batizar pessoas usando muita ou pouca água.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que se discuta com os novos convertidos o resto da vida acerca de quem joio e quem é trigo.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para criarmos impérios de comunicação cristãos.
Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para qualquer coisa que não seja a encarnação do bem do Evangelho no coração das pessoas.
O Evangelho é a noticia de Deus aos homens, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo todo.
Jesus não ergueu nada fora do coração humano, correndo todos os riscos de tal “confiança” na natureza humana, pois, de fato, fora do coração não cabe nada que seja essencialmente reino de Deus.
Qualquer bem do Evangelho será sempre vida. E vida como o ensino e conforme a prática de Jesus, no espírito de tudo o que Ele viveu e, assim, ensinou.
O Evangelho, portanto, antes de tudo é Reconciliação.
Sim! É Reconciliação do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo, mesmo que o próximo seja inimigo, pois, assim como Deus se reconciliou conosco sendo nós inimigos de Deus no entendimento e nas praticas de obras perversas e alienadas, ainda assim Ele nos amou e nos ama, e, unilateralmente se reconciliou conosco.
É Reconciliação com Deus porque Deus a fez e feita está. Assim, não há o que discutir, mas apenas dizer “quero” ou “não quero”.
É Reconciliação do homem consigo mesmo porque Deus o perdoou. Portanto, perdoado está todo homem que creia que está perdoado; e assim viva como quem crê que está perdoado, perdoando outros, como Deus em Cristo o perdoou.
É Reconciliação do homem com seu próximo, pois, quem foi perdoado de tudo, perdoa tudo e segue em amor.
Portanto, é apenas Reconciliação que o Evangelho carrega como objetivo.
Por causa disso, o Evangelho é também Reconciliação do homem com o todo da criação de Deus, pois, se o que existe é de Deus, e nós dizemos que Dele somos, o natural é amar a tudo o que Ele criou, e proteger cada coisa para ter sua própria existência.
Se a pregação gera isto como vida, então é o Evangelho que se está pregando. Mas se não gera, ou é porque quem ouve não quer ou não entende; ou, então, é porque não é o Evangelho que está sendo pregado.
O Evangelho ensina tudo, menos uma religião. Aliás, desde que João disse que na Nova Jerusalém não há santuário que ficamos sabendo que o Evangelho é ateu de religião.
É simples assim.
O Evangelho é o bem das ovelhas de Jesus em todos os outros apriscos.
Ora, o Evangelho pode ser o bem de Jesus até para cristãos, quanto mais para todos os homens.
É ou não é?