Mostrando postagens com marcador Êxodo 20:12. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Êxodo 20:12. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Um Tributo à Minha Mãe

Um Tributo à Minha Mãe

Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá. Êxodo 20:12

Por mais humilde e singela que seja uma mãe, para seu filho, ela é sempre a melhor e a mais bela.

Entre as muitas virtudes de minha humilde e saudosa mãe, a beneficência a tornou conhecida como a vovó dos pobres. Ela recebeu o apelido de Vovó quando ainda era criança. Ninguém a chamava pelo verdadeiro nome, Anna, mas de Vovó. Meu pai, quando escreveu a carta ao meu avô, pedindo-a em casamento, referiu-se a ela como “a sua filha Vovó”. Mesmo depois de casados, ele sempre a chamava de Vovó.

Sendo ainda bem jovem, meu avô percebeu que Vovó tinha habilidade para enfermagem: gostava de cuidar de doentes, fazer curativos e até pequenas incisões, porque na roça tudo acontece. E assim foi durante sua vida...

Muitas crianças vinham com seus pais à nossa casa para conhecer a outra vovó, e nenhuma delas saía de mãos vazias. Dezenas de crianças, filhos de pais pobres, receberam leite de graça durante o primeiro ano de vida.

Mãe de oito filhos, morando na fazenda, longe de qualquer recurso médico, adquiriu bastante experiência com tratamentos caseiros naturais, chás, hidroterapia e aplicação de medicamentos simples que aprendera pela leitura de um livro sobre saúde que lhe havia chegado às mãos.

Percebendo que a maior causa da mortalidade infantil na região era a ignorância quanto aos princípios de higiene, usava e abusava da água e sabão. Quando um pai levava um filho para ela fazer algum tratamento caseiro, a primeira coisa que fazia era dar um bom banho na criança. Ensinava os pais a esterilizar utensílios domésticos, como mamadeira, chupeta e mesmo roupas, dependendo do caso.

Crianças vinham de longe até nossa casa, com as mais variadas enfermidades infantis, para ela fazer alguma coisa por elas. Depois de orar, Vovó aplicava os tratamentos. Para os casos mais graves, recomendava a busca de um médico. Mas como não tinham dinheiro, e o médico mais próximo estava a uns trinta quilômetros dali, os pais voltavam para casa e as crianças saravam apenas com aqueles tratamentos simples e a bênção de Deus.

Tempos depois, ela recebia a visita desses pais, agradecidos e trazendo os filhos para que a Vovó pudesse vê-los fortes e sadios.Essa foi a minha querida mãe! – EGS

REFLEXÃO: “Não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer” (Pv 23:22).

Que DEUS abençoe a todos.

MP

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A Mesa do Velho Avô

A Mesa do Velho Avô

Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, e a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante.

A família comeu junto à mesa. Mas as mãos trêmulas do avô ancião e sua visão falhando, tornou difícil o ato de comer. Ervilhas rolaram da colher dele sobre o chão. Quando ele pegou seu copo, o leite derramou na toalha da mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora:

"Nós temos que fazer algo sobre o Vovô," disse o filho.
"Já tivemos bastante do seu leite derramado, ouvindo-o comer ruidosamente, e muita de sua comida no chão".

Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala.

Lá , Vovô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar.

Desde que o Avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele foi servida em uma tigela de madeira. Quando a família olhava de relance na direção do Vovô, às vezes percebiam nele uma lágrima em seu olho por estar só.

Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida.

O neto mais velho de quatro anos assistiu tudo em silêncio. Uma noite antes da ceia, o pai notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. Ele perguntou docemente para a criança, "O que você está fazendo? "Da mesma maneira dócil , o menino respondeu: " Oh, eu estou fabricando uma pequena tigela para Você e Mamãe comerem sua comida quando eu crescer." O neto mais velho de quatro anos sorriu e voltou a trabalhar.

As palavras do menino golpearam os pais que ficaram mudos. Então lágrimas começaram a fluir em seus rostos.

Entretanto nenhuma palavra foi falada, ambos souberam o que devia ser feito. Aquela noite o marido pegou a mão do Vovô e com suavidade o conduziu para a mesa familiar.

Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem marido nem esposa pareciam se preocupar mais quando um garfo era derrubado, ou leite derramado, ou que a toalha da mesa tinha sujado.

As crianças são notavelmente perceptivas. Os olhos delas sempre observam, suas orelhas sempre escutam, e suas mentes sempre processam as mensagens que elas absorvem. Se elas nos vêem pacientemente providenciar uma atmosfera feliz em nossa casa, para nossos familiares, eles imitarão aquela atitude para o resto de suas vidas.

O pai sábio percebe isso diariamente, que o alicerce está sendo construído para o futuro da criança.

Sejamos sábios construtores de bons exemplos de comportamento de vida em nossas funções. (leia Dt. 6)

Lembre-se também do Mandamento que Deus nos deixou : "Honra o teu pai e tua mãe para que se ......" ( Êx. 20:12 )


Que DEUS abençoe a todos.