sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Marcos 2:17

Sexta-feira 15 Outubro

E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17).

A luta interior de Paul Gupta

Paul Gupta era um indiano nascido em uma casta hindu muito alta. Diariamente, lia em voz alta livros religiosos considerados supremos na Índia. Uma dessas obras foi escrita em um estilo tão extremamente agradável que Paul achou o livro fascinante, em especial no que se referia ao deus Krishna.

Certa manhã, contudo, ele ficou chocado com uma pequena declaração do livro: “Krishna veio para salvar o justo e condenar o pecador”. Leu a frase novamente, e então fechou o livro em desespero. O destino dele parecia selado. De todos os milhares de deuses indianos, Krishna parecia o mais gentil; o mais próximo dos seres humanos que os demais. Ele tinha vindo mostrar à humanidade o caminho da salvação. No entanto, ele anunciou a condenação do pecador, e Gupta era um pecador! Portanto, para ele não havia salvação.

Algum tempo depois, Paul ouviu um missionário cristão falar sobre Jesus Cristo ter vindo ao mundo para salvar os pecadores. Isso prendeu a atenção dele. Começou a ler a Bíblia e suas crenças pouco a pouco foram abaladas. Ele lutou consigo mesmo e com toda tradição que havia recebido por meses.

Há crises que chegam a um fim inesperadamente simples. No caso de Gupta, ao ler a Epístola aos Hebreus, se deparou com o versículo: “Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais” (8:12). Ele finalmente entendeu que quem estava falando era um Deus gracioso, o qual podia perdoar devido ao fato de Jesus Cristo ter morrido pelos pecadores. Toda inquietação desapareceu e o coração daquele homem se encheu de paz.

Que DEUS abençoe a todos.

Filipenses 1.6

15 de Outubro

"...Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus." Filipenses 1.6

Se durante o dia há fúria e tempestade ao nosso redor, e o inimigo tenta de todas as maneiras nos derrubar, sabemos que estamos seguros em Jesus, e a partir dessa segurança temos a capacidade de reagir. Este é justamente o nosso combate da fé, que pratiquemos o que dizemos crer. Em compensação, só somos capazes disso se, pela manhã, no silêncio, tivermos tido um encontro com o vencedor Jesus Cristo. Em outras palavras: aquele que quer ser vitorioso no dia-a-dia, este deve ter tido um encontro com o Vencedor. Ele dá o querer e também o executar; Ele pode o que nós não podemos pela própria força. "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza." E quando falhamos, precisamos desanimar? Não! Aquele que confessa ao Senhor suas falhas e sua incapacidade, e se humilha, este pode contar com o perdão que é dado pelo precioso sangue de Jesus. Mas a renúncia é uma astúcia do inimigo, ao qual devemos resistir. Jesus Cristo é o Autor e Consumador da nossa fé, e Ele também há de completar a boa obra que começou em nós.

Que DEUS abençoe a todos.

Números 24:1-13

Números 24:1-13

1 VENDO Balaão que bem parecia aos olhos do Senhor que abençoasse a Israel, não se foi esta vez como antes ao encontro dos encantamentos; mas voltou o seu rosto para o deserto.
2 E, levantando Balaão os seus olhos, e vendo a Israel, que estava acampado segundo as suas tribos, veio sobre ele o Espírito de Deus.
3 E proferiu a sua parábola, e disse: Fala, Balaão, filho de Beor, e fala o homem de olhos abertos;
4 Fala aquele que ouviu as palavras de Deus, o que vê a visão do Todo-Poderoso; que cai, e se lhe abrem os olhos:
5 Quão formosas são as tuas tendas, ó Jacó, as tuas moradas, ó Israel!
6 Como ribeiros se estendem, como jardins à beira dos rios; como árvores de sândalo o Senhor os plantou, como cedros junto às águas;
7 De seus baldes manarão águas, e a sua semente estará em muitas águas; e o seu rei se erguerá mais do que Agague, e o seu reino será exaltado.
8 Deus o tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e com as suas setas os atravessará.
9 Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.
10 Então a ira de Balaque se acendeu contra Balaão, e bateu ele as suas palmas; e Balaque disse a Balaão: Para amaldiçoar os meus inimigos te tenho chamado; porém agora já três vezes os abençoaste inteiramente.
11 Agora, pois, foge para o teu lugar; eu tinha dito que te honraria grandemente; mas eis que o Senhor te privou desta honra.
12 Então Balaão disse a Balaque: Não falei eu também aos teus mensageiros, que me enviaste, dizendo:
13 Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e ouro, não poderia ir além da ordem do Senhor, fazendo bem ou mal de meu próprio coração; o que o Senhor falar, isso falarei eu?



Números 24:1-13
Balaão dispensa os encantamentos anteriores para proferir sua terceira profecia (v. 1). Para um homem dado ao espiritismo, habitual instrumento dos demônios, ele é constrangido a dizer os oráculos que Deus coloca em sua boca. E, quanto mais Balaão insiste, mais o povo será abençoado. O versículo 5 declara não apenas a falta de iniqüidade em Jacó (graça), mas também a admirável beleza das tendas de Israel (glória). Em meio a essas tendas erguia-se a do próprio Senhor, a morada de Sua glória, de maneira que todo o acampamento era participante de tal glória.

A Igreja ainda está no deserto, mas Deus já a considera à luz de seu glorioso relacionamento com Seu amado Filho. Ela é a Noiva de Cristo, vestida em Seus olhos com todas as perfeições de seu divino Noivo. Deus exorta o povo a contemplar a assembléia, bem como a cada irmão e irmã individualmente, do “cimo das penhas” (23:9), ou seja, da mesma maneira que Ele próprio os vê lá do céu. Então nós devemos ter uma visão inteiramente diferente deles. Devemos ver a resplandecente beleza das vestes de justiça com a qual o Senhor tem vestido os Seus. Perceberemos nos filhos de Deus o reflexo das glórias do Senhor Jesus. E se existem alguns tristes aspectos que também não podemos deixar de notar, isso nos dará uma maravilhosa oportunidade de admirar a extensão do perdão divino.

Que DEUS abençoe a todos.

Romanos 8:28

Quinta-feira 14 Outubro

E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Romanos 8:28).

Amam a Deus

Para os que amam a Deus é certamente verdade que todas as coisas servem a um propósito benéfico. Mas o cerne da questão é se amamos ou não a Deus. Será que podemos afirmar isso?

Quando estamos sendo provados, é mais fácil nossa mente ser invadida por pensamentos de dúvida! Olhamos para dentro de nós, re­conhecemos que estamos cheios de preocupações e sentimos que temos menos a oferecer a Deus do que nos dias em que as coisas vão bem.

Porém, o versículo de hoje não termina aqui! A força dessa declaração só se torna evidente quando lemos o contexto inteiro no qual está inserida. Acerca dos que amam a Deus é dito que os tais são “chamados segundo o seu propósito”, ou seja, de acordo com o propósito do próprio Deus.

Será que existe um único redimido que não tenha sido chamado segundo o propósito divino? Não! Deus “nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; e que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo” (2 Timóteo 1:9-10). A obra de Deus e de nosso Salvador nos permite viver tudo o que Ele planejou para nós desde a eternidade.

Esse amor na vida dos redimidos tem um lado prático também. Amar a Deus não é só um sentimento ou uma emoção como muitos pensam. O amor se expressa em atitudes concretas, reais, em ações e comportamentos. Se sabemos que tudo contribui para o bem dos que amam a Deus, e se nós mesmos amamos a Deus, então tudo o que fizermos, dissermos e pensarmos refletirá essa convicção. Afinal, o amor de Deus é antes de tudo ação: “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 João 4:9). Ele espera que o nosso também seja: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15).

Que DEUS abençoe a todos.

1 Pedro 5.8-9

14 de Outubro

"Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé." 1 Pedro 5.8-9

A exortação de Pedro diz que devemos ser sóbrios e vigilantes, até mesmo se estamos sempre confirmando a vitória de Jesus. Paulo diz exatamente o mesmo em Efésios 6.10-11. Ele não diz que devemos lutar contra os ataques astutos do inimigo, antes pelo contrário, que devemos nos tornar fortes no Senhor. Negamos o combate da fé? Não! Mas não lutamos para alcançar a vitória, lutamos a partir da vitória alcançada por Jesus! Talvez agora alguém possa retrucar: se Satanás de fato foi vencido, como então ele ainda pode estar tão atuante?

1. Porque a vitória do Senhor Jesus Cristo tem que ser colocada à prova diante do mundo visível e invisível por meio daqueles que crêem em Jesus Cristo.

2. Porque a pessoa só pode ser salva com base em sua livre decisão. Ela deve escolher entre Jesus e Satanás, entre luz e trevas, entre vida e morte.

3. Porque o Deus soberano e santo não tem necessidade de oprimir as trevas pela força. Pois pura e simplesmente a presença de Deus e o dom do Seu amor, Jesus Cristo, que, como a luz do mundo, reconciliou o mundo com Deus, tirou o poder de Satanás!

Que DEUS abençoe a todos.

Números 23:13-30

Números 23:13-30

13 Então Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, de onde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás; e amaldiçoa-mo dali.
14 Assim o levou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga; e edificou sete altares, e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar.
15 Então disse a Balaque: Fica aqui junto do teu holocausto, e eu irei ali ao encontro do Senhor.
16 E, encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma palavra na sua boca, e disse: Torna para Balaque, e assim falarás.
17 E, vindo a ele, eis que estava junto do holocausto, e os príncipes dos moabitas com ele; disse-lhe pois Balaque: Que coisa falou o Senhor?
18 Então proferiu a sua parábola, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve; inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor.
19 Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?
20 Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar.
21 Não viu iniqüidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó; o Senhor seu Deus é com ele, e no meio dele se ouve a aclamação de um rei.
22 Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem.
23 Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que coisas Deus tem realizado!
24 Eis que o povo se levantará como leoa, e se erguerá como leão; não se deitará até que coma a presa, e beba o sangue dos mortos.
25 Então Balaque disse a Balaão: Nem o amaldiçoarás, nem o abençoarás.
26 Porém Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que o Senhor falar isso farei?
27 Disse mais Balaque a Balaão: Ora vem, e te levarei a outro lugar; porventura bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.
28 Então Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor, que dá para o lado do deserto.
29 Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.
30 Balaque, pois, fez como dissera Balaão: e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar.


Números 23:13-30
“Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará?” (Romanos 8:33-34). Como se estivesse rindo do acusador, o Senhor o ordena a proclamar do topo da montanha que Ele “não viu iniqüidade em Jacó, nem contemplou desventura em Israel”. Ao ler isso no versículo 21, não podemos deixar de pensar: Como Deus pode afirmar algo que é obviamente contrário aos fatos? Será que Ele esqueceu das murmurações, da lascívia, da idolatria, da rebelião? O versículo 23 nos dá a resposta: “Agora, se poderá dizer de Jacó e de Israel: Que coisas tem feito Deus!” Enquanto o povo estava amontoando fracassos no deserto, o Senhor executava a obra necessária para torná-los dignos de entrar na terra. Ele fizera provisão para todos os pecados dos Seus ao lhes dar os sacrifícios, o sacerdócio, a serpente de bronze, todos símbolos da obra de Cristo. Portanto, se Deus fala desta maneira, não é porque ignore o mal, mas, ao contemplar o Seu povo, Ele vê Sua própria obra. Deus tem constantemente diante de Seus olhos a obra de Seu Filho, e não seria fiel e justo para com o perfeito Salvador se ainda imputasse a menor falta aos que Ele tem lavado em Seu sangue (1 João 1:9).

Que DEUS abençoea todos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Lucas 2:27-30

Quarta-feira 13 Outubro

E pelo Espírito [Simeão] foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus… Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse: Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, segundo a tua palavra; pois já os meus olhos viram a tua salvação (Lucas 2:27-30).

Simeão: um homem plenamente realizado

Sempre que ouvimos falar sobre uma vida de realização, pensamos em alguém que chegou à maturidade gozando de boa saúde e que teve o privilégio de levar a vida de maneira bem-sucedida. Mas será que realmente isso é importante? Uma vida de realização abrange apenas os aspectos físicos e materiais deste lado da sepultura? O breve relato bíblico sobre Simeão nos dá base suficiente para meditarmos um bocado.

Simeão viveu de fato uma vida de realização. “Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo.”

Essa não é a linguagem de alguém para quem a morte é uma tragédia, ou que esteja abalado pela proximidade do porvir. Apenas quem não precisa de mais nada por já ter conseguido a satisfação plena é que pode fazer tal declaração. Não havia no mundo nada mais sublime do que os olhos de Simeão contemplavam: Cristo, o Salvador enviado por Deus.

Havia sido revelado a Simeão “pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor” (v. 26). Isso se relaciona à expectativa do aparecimento do Messias prometido, profecia que se cumpriu no nascimento de Jesus Cristo.

Uma vida de realização genuína tem de se estender para além do túmulo. Tudo o que alcançarmos e experimentarmos aqui está fadado ao esquecimento. No entanto, quem conhece Cristo, a salvação de Deus, tem a vida eterna, o perdão dos pecados e a paz com Deus mediante a fé nEle. Paulo escreveu: “Nele, digo, em quem também fomos feitos herança” (Efésios 1:11). Nossa herança é o próprio Deus e tudo o que Ele possui.

Se todo o nosso esforço se resumir às coisas desta vida, então “somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Coríntios 15:19).

Que DEUS abençoe a todos.

Hebreus 7.25

13 de Outubro

"Por isso também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles." Hebreus 7.25

Um filho de Deus ainda pode perder a salvação? Aquele que se torna crente no Senhor Jesus Cristo está selado com o Espírito Santo da promessa, o que é um penhor para o dia da salvação. O Espírito Santo nos conduz a toda a verdade. Uma pessoa que recebeu o Espírito Santo está salva para toda a eternidade. O Senhor Jesus diz em João 10.28 que ninguém tirará Suas ovelhas da Sua mão, e Ele o reafirma no versículo 29: "...e da mão do Pai ninguém pode arrebatar." Mas agora surge a pergunta: e se eu cair em pecado, mesmo na condição maravilhosa de filho de Deus? João responde: "Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo." O renascido está salvo da culpa e do poder do pecado, mas a presença do pecado ainda permanece. A Bíblia adverte insistentemente que podemos perder a ‘segunda bênção’ por desobediência consciente. A ‘primeira bênção’ é a vida eterna, a ‘segunda bênção’ é o galardão que receberemos. Mas essa segunda bênção, a ‘coroa’ ou a ‘herança’, nós só receberemos por meio de um discipulado fiel a Jesus!

Que DEUS abençoe a todos.

Números 23:1-12

Números 23:1-12

1 ENTÃO Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.
2 Fez, pois, Balaque como Balaão dissera: e Balaque e Balaão ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada altar.
3 Então Balaão disse a Balaque: Fica-te junto do teu holocausto, e eu irei; porventura o Senhor me sairá ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então foi a um lugar alto.
4 E encontrando-se Deus com Balaão, este lhe disse: Preparei sete altares, e ofereci um novilho e um carneiro sobre cada altar.
5 Então o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão, e disse: Torna-te para Balaque, e assim falarás.
6 E tornando para ele, eis que estava junto do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.
7 Então proferiu a sua parábola, e disse: De Arã, me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, denuncia a Israel.
8 Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como denunciarei, quando o Senhor não denuncia?
9 Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo; eis que este povo habitará só, e entre as nações não será contado.
10 Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? Que a minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.
11 Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste.
12 E ele respondeu, e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?


Números 23:1-12
Balaão, que já tinha sido bem-sucedido em estar onde desejava, agora gostaria de persuadir Deus a dizer o que ele queria que o Senhor dissesse. Mas, apesar de seus sentimentos, e para a grande fúria de Balaque, seus quatro primeiros pomposos discursos são transformados em gloriosas bênçãos. Assim também será o resultado final das acusações de Satanás contra os redimidos do Senhor (Apocalipse 12:10). A história de Jó nos ensina que Deus permite tais ataques satânicos para o bem dos Seus. E note que tudo acontece na montanha sem o conhecimento do povo; eles estão totalmente ignorantes tanto sobre as intenções dos inimigos quanto sobre a maneira pela qual Deus iria frustrá-las.

“Eis que é povo que habita só“ (v. 9); essa é a característica principal de Israel, a de ser um povo separado para Deus. Da mesma forma é a verdadeira Igreja e cada crente. O cristão é moralmente separado deste mundo sob julgamento. Ele é separado para o Senhor. “O meu fim seja como o dele”, deseja Balaão finalmente (v. 10). No entanto, para morrer “a morte dos justos”, tem de se viver a vida dos justos. Mas Balaão era um homem inconstante, como muitos outros, tentando servir a dois senhores. Ele dizia temer ao Senhor, oferecia o número perfeito de sacrifícios, enquanto dava ouvidos apenas aos desejos de seu próprio coração.

Que DEUS abençoe a todos.