Terça-feira 21 Setembro
Paz no céu, e glória nas alturas (Lucas 19:38).
“Ele é a nossa paz”
Uma cena impressionante: o Senhor Jesus Se aproximando da amada cidade de Jerusalém pela última vez. Lucas descreve Sua jornada “subindo para Jerusalém” (v. 28) em detalhes. Fora dos portões da cidade, no Monte das Oliveiras, o Senhor parou para olhar a cidade. Ele chorou sobre ela. Suas palavras expressam Seus sentimentos: “Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos” (v. 42). Seu povo O rejeitou!
Isso é uma coisa espantosa. Pouco antes, uma grande multidão O seguira, exclamando: “Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas”. Será que seus discípulos estavam conscientes do que se passava? O próprio Senhor sabia que aquele júbilo todo não duraria muito. A cruz O aguardava.
Mas agora temos o privilégio de saber que, após a obra realizada na cruz, Ele fez “a paz pelo sangue da sua cruz” (Colossenses 1:20). De fato, “ele é a nossa paz” (Efésios 2:14). Depois da conclusão de Sua obra, o Senhor retornou ao céu, onde agora está assentado à direita de Deus. A paz está assegurada em Sua própria Pessoa. Na esfera espiritual, a paz reinará finalmente quando Satanás for expulso das “regiões celestes”. Na terra, o próprio Senhor expurgará todo o mal por meio de julgamentos, quando vier pela segunda vez. Que gloriosa era surgirá! Haverá paz, justiça e alegria para todos os que crerem!
Que DEUS abençoe a todos.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
João 3.3
21 de Setembro
"Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." João 3.3
Existem cristãos e cristãos: cristãos verdadeiros e cristãos nominais. Satanás, o inimigo das almas humanas, é o grande atrapalhador. Ele gosta de criar confusão, especialmente quando se trata de questões vitais. Posso imaginar muito bem que uma pessoa que ainda não conhece a Jesus como o seu Salvador diga: "Cada um deve escolher o caminho da salvação. Existem tantas igrejas e congregações, tantas seitas e grupos religiosos diferentes que nem se consegue saber quem fala a verdade e quem mente." Esta é a tática do inimigo, que não quer que você também obtenha a feliz certeza da salvação. Mas num ponto certamente estamos de pleno acordo, ou seja, que Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, não pode mentir! Ele reivindica ser a verdade! Você crê nisso? Você diz: "Perdi minha confiança nas pessoas." De fato, você não é o primeiro. Você guarda rancor contra certas pessoas que o desapontaram. Mas o que você tem contra Jesus, o Filho de Deus, que por sua causa deixou Sua glória, se tornou homem, e morreu, derramando Seu sangue na cruz? Ele quer que você também possa ver o reino de Deus!
Que DEUS abençoe a todos.
"Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." João 3.3
Existem cristãos e cristãos: cristãos verdadeiros e cristãos nominais. Satanás, o inimigo das almas humanas, é o grande atrapalhador. Ele gosta de criar confusão, especialmente quando se trata de questões vitais. Posso imaginar muito bem que uma pessoa que ainda não conhece a Jesus como o seu Salvador diga: "Cada um deve escolher o caminho da salvação. Existem tantas igrejas e congregações, tantas seitas e grupos religiosos diferentes que nem se consegue saber quem fala a verdade e quem mente." Esta é a tática do inimigo, que não quer que você também obtenha a feliz certeza da salvação. Mas num ponto certamente estamos de pleno acordo, ou seja, que Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, não pode mentir! Ele reivindica ser a verdade! Você crê nisso? Você diz: "Perdi minha confiança nas pessoas." De fato, você não é o primeiro. Você guarda rancor contra certas pessoas que o desapontaram. Mas o que você tem contra Jesus, o Filho de Deus, que por sua causa deixou Sua glória, se tornou homem, e morreu, derramando Seu sangue na cruz? Ele quer que você também possa ver o reino de Deus!
Que DEUS abençoe a todos.
Números 11:24-35
Números 11:24-35
24 E saiu Moisés, e falou as palavras do Senhor ao povo, e ajuntou setenta homens dos anciãos do povo e os pôs ao redor da tenda.
25 Então o Senhor desceu na nuvem, e lhe falou; e, tirando do espírito, que estava sobre ele, o pôs sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas depois nunca mais.
26 Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e do outro Medade; e repousou sobre eles o espírito (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial.
27 Então correu um moço e anunciou a Moisés e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial.
28 E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proíbe-lho.
29 Porém, Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do Senhor fosse profeta, e que o Senhor pusesse o seu espírito sobre ele!
30 Depois Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel.
31 Então soprou um vento do Senhor e trouxe codornizes do mar, e as espalhou pelo arraial quase caminho de um dia, de um lado e de outro lado, ao redor do arraial; quase dois côvados sobre a terra.
32 Então o povo se levantou todo aquele dia e toda aquela noite, e todo o dia seguinte, e colheram as codornizes; o que menos tinha, colhera dez ômeres; e as estenderam para si ao redor do arraial.
33 Quando a carne estava entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, se acendeu a ira do Senhor contra o povo, e feriu o Senhor o povo com uma praga mui grande.
34 Por isso o nome daquele lugar se chamou Quibrote-Ataavá, porquanto ali enterraram o povo que teve o desejo.
35 De Quibrote-Ataavá caminhou o povo para Hazerote, e pararam em Hazerote.
Números 11:24-35
A seu pedido, Moisés é aliviado de parte de suas responsabilidades a favor dos setenta anciãos. Desde o quarto capítulo de Êxodo, Arão foi apontado como a “boca” de Moisés (v. 16). É humilhante pensar que nossa falta de fé às vezes obriga o Senhor a confiar parte de nosso trabalho a outros.
Os anciãos estão reunidos no tabernáculo onde o Espírito vem sobre eles. Aprendemos que dois desses homens, Eldade e Medade, ficaram no acampamento e profetizaram ali. Josué queria impedi-los (conforme Lucas 9:49), mas para Moisés isso era uma boa notícia. O próprio Paulo se alegrava de todo o coração que o Evangelho estivesse sendo pregado, mesmo “por inveja e porfia” (Filipenses 1:15-18). Se Deus nos tem mostrado o caminho de separação, “fora do arraial, levando o seu vitupério” (Hebreus 13:13), vamos nos conter da atitude de superioridade de julgar os crentes que, talvez mais pia e devotadamente que nós, ainda não entenderam essa separação. Tudo o que possuímos ou sabemos, temos recebido da pura graça de Deus por nós.
Podemos imaginar o que aconteceu com os milhares de codornizes mortas sob o sol do deserto! Gálatas 6:8 nos adverte que “o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção”.
Que DEUS abençoe a todos.
24 E saiu Moisés, e falou as palavras do Senhor ao povo, e ajuntou setenta homens dos anciãos do povo e os pôs ao redor da tenda.
25 Então o Senhor desceu na nuvem, e lhe falou; e, tirando do espírito, que estava sobre ele, o pôs sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas depois nunca mais.
26 Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e do outro Medade; e repousou sobre eles o espírito (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial.
27 Então correu um moço e anunciou a Moisés e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial.
28 E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proíbe-lho.
29 Porém, Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do Senhor fosse profeta, e que o Senhor pusesse o seu espírito sobre ele!
30 Depois Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel.
31 Então soprou um vento do Senhor e trouxe codornizes do mar, e as espalhou pelo arraial quase caminho de um dia, de um lado e de outro lado, ao redor do arraial; quase dois côvados sobre a terra.
32 Então o povo se levantou todo aquele dia e toda aquela noite, e todo o dia seguinte, e colheram as codornizes; o que menos tinha, colhera dez ômeres; e as estenderam para si ao redor do arraial.
33 Quando a carne estava entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, se acendeu a ira do Senhor contra o povo, e feriu o Senhor o povo com uma praga mui grande.
34 Por isso o nome daquele lugar se chamou Quibrote-Ataavá, porquanto ali enterraram o povo que teve o desejo.
35 De Quibrote-Ataavá caminhou o povo para Hazerote, e pararam em Hazerote.
Números 11:24-35
A seu pedido, Moisés é aliviado de parte de suas responsabilidades a favor dos setenta anciãos. Desde o quarto capítulo de Êxodo, Arão foi apontado como a “boca” de Moisés (v. 16). É humilhante pensar que nossa falta de fé às vezes obriga o Senhor a confiar parte de nosso trabalho a outros.
Os anciãos estão reunidos no tabernáculo onde o Espírito vem sobre eles. Aprendemos que dois desses homens, Eldade e Medade, ficaram no acampamento e profetizaram ali. Josué queria impedi-los (conforme Lucas 9:49), mas para Moisés isso era uma boa notícia. O próprio Paulo se alegrava de todo o coração que o Evangelho estivesse sendo pregado, mesmo “por inveja e porfia” (Filipenses 1:15-18). Se Deus nos tem mostrado o caminho de separação, “fora do arraial, levando o seu vitupério” (Hebreus 13:13), vamos nos conter da atitude de superioridade de julgar os crentes que, talvez mais pia e devotadamente que nós, ainda não entenderam essa separação. Tudo o que possuímos ou sabemos, temos recebido da pura graça de Deus por nós.
Podemos imaginar o que aconteceu com os milhares de codornizes mortas sob o sol do deserto! Gálatas 6:8 nos adverte que “o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção”.
Que DEUS abençoe a todos.
Gênesis 3:13
Segunda-feira 20 Setembro
E disse o Senhor Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi (Gênesis 3:13).
Seduzidos, enganados, escravizados
O primeiro casal humano tinha deliberadamente abraçado o engano de Satanás e desobedecido a Deus. O resultado? “Foram abertos os olhos de ambos” (v. 7). Eles reconheceram o quanto haviam se desviado, mas já era tarde. Não podiam voltar atrás naquele passo fatal e anular as conseqüências. A decisão deles de pecar contra Deus não apenas os separou de Deus; fez com que Adão e Eva conhecessem o poder do mal ao se tornarem escravos do pecado.
Por fim, sucumbiram ao controle de Satanás, o qual pôde exercer poder sobre eles por terem obedecido a ele ao invés de obedecerem a Deus.
Essa situação persistirá enquanto a raça humana existir! Por meio do pecado, a humanidade está aliançada com Satanás, quer o homem perceba ou não. Jesus Cristo disse certa vez: “Todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (João 8:34). Quem dá lugar ao diabo é sempre o maior perdedor. Eva se conscientizou de seu erro tarde demais.
O princípio por detrás da tática diabólica no jardim do Éden não mudou desde então. Começa com sedução, passa pela satisfação dos desejos egoístas e acaba na rejeição da vontade de Deus. O resultado final é uma pessoa enganada e marcada pelo pecado, separada de Deus e que irá compartilhar do mesmo destino eterno de Satanás, depois que o Senhor julgar vivos e mortos.
No entanto, ainda existe a possibilidade de salvação e libertação do poder do diabo mediante a fé em Jesus Cristo, o qual afirmou: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36).
Que DEUS abençoe a todos.
E disse o Senhor Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi (Gênesis 3:13).
Seduzidos, enganados, escravizados
O primeiro casal humano tinha deliberadamente abraçado o engano de Satanás e desobedecido a Deus. O resultado? “Foram abertos os olhos de ambos” (v. 7). Eles reconheceram o quanto haviam se desviado, mas já era tarde. Não podiam voltar atrás naquele passo fatal e anular as conseqüências. A decisão deles de pecar contra Deus não apenas os separou de Deus; fez com que Adão e Eva conhecessem o poder do mal ao se tornarem escravos do pecado.
Por fim, sucumbiram ao controle de Satanás, o qual pôde exercer poder sobre eles por terem obedecido a ele ao invés de obedecerem a Deus.
Essa situação persistirá enquanto a raça humana existir! Por meio do pecado, a humanidade está aliançada com Satanás, quer o homem perceba ou não. Jesus Cristo disse certa vez: “Todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (João 8:34). Quem dá lugar ao diabo é sempre o maior perdedor. Eva se conscientizou de seu erro tarde demais.
O princípio por detrás da tática diabólica no jardim do Éden não mudou desde então. Começa com sedução, passa pela satisfação dos desejos egoístas e acaba na rejeição da vontade de Deus. O resultado final é uma pessoa enganada e marcada pelo pecado, separada de Deus e que irá compartilhar do mesmo destino eterno de Satanás, depois que o Senhor julgar vivos e mortos.
No entanto, ainda existe a possibilidade de salvação e libertação do poder do diabo mediante a fé em Jesus Cristo, o qual afirmou: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36).
Que DEUS abençoe a todos.
Jeremias 23.29
20 de Setembro
"Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha?" Jeremias 23.29
O que é o fogo? É a Palavra de Deus, que vive e arde em nós. O fogo também é uma representação dos sofrimentos do Cordeiro. Nós também somos conduzidos através daquilo que Jesus passou e sofreu. Este é o caminho da humilhação. Jesus se humilhou tanto que até assumiu a forma de servo. Por isso, Deus Lhe deu um nome que está acima de todo nome. O fogo é um fogo purificador que cai sobre nós por meio da entrega total e voluntária: "...para que o valor da vossa fé, uma vez confirmado, muito mais precioso do que ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo."
Através da vinda do próprio Senhor Jesus teremos nossa última purificação. Todas as nossas obras passarão pelo fogo quando estivermos diante do Tribunal de Cristo, e então se queimará tudo que for terreno, passageiro, tudo que for pecaminoso. Apenas permanecerá o holocausto – a entrega total – aquilo que não é consumido pelo fogo, aquilo que para o Senhor é "ouro, prata, pedras preciosas".
Que DEUS abençoe a todos.
"Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha?" Jeremias 23.29
O que é o fogo? É a Palavra de Deus, que vive e arde em nós. O fogo também é uma representação dos sofrimentos do Cordeiro. Nós também somos conduzidos através daquilo que Jesus passou e sofreu. Este é o caminho da humilhação. Jesus se humilhou tanto que até assumiu a forma de servo. Por isso, Deus Lhe deu um nome que está acima de todo nome. O fogo é um fogo purificador que cai sobre nós por meio da entrega total e voluntária: "...para que o valor da vossa fé, uma vez confirmado, muito mais precioso do que ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo."
Através da vinda do próprio Senhor Jesus teremos nossa última purificação. Todas as nossas obras passarão pelo fogo quando estivermos diante do Tribunal de Cristo, e então se queimará tudo que for terreno, passageiro, tudo que for pecaminoso. Apenas permanecerá o holocausto – a entrega total – aquilo que não é consumido pelo fogo, aquilo que para o Senhor é "ouro, prata, pedras preciosas".
Que DEUS abençoe a todos.
Números 11:10-23
Números 11:10-23
10 Então Moisés ouviu chorar o povo pelas suas famílias, cada qual à porta da sua tenda; e a ira do Senhor grandemente se acendeu, e pareceu mal aos olhos de Moisés.
11 E disse Moisés ao Senhor: Por que fizeste mal a teu servo, e por que não achei graça aos teus olhos, visto que puseste sobre mim o cargo de todo este povo?
12 Concebi eu porventura todo este povo? Dei-o eu à luz? para que me dissesses: leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama, à terra que juraste a seus pais?
13 De onde teria eu carne para dar a todo este povo? Porquanto contra mim choram, dizendo: Dá-nos carne a comer;
14 Eu só não posso levar a todo este povo, porque muito pesado é para mim.
15 E se assim fazes comigo, mata-me, peço-te, se tenho achado graça aos teus olhos, e não me deixes ver o meu mal.
16 E disse o Senhor a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem anciãos do povo e seus oficiais; e os trarás perante a tenda da congregação, e ali estejam contigo.
17 Então eu descerei e ali falarei contigo, e tirarei do espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que tu não a leves sozinho.
18 E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do Senhor, dizendo: Quem nos dará carne a comer? Pois íamos bem no Egito; por isso o Senhor vos dará carne, e comereis;
19 Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias;
20 Mas um mês inteiro, até vos sair pelas narinas, até que vos enfastieis dela; porquanto rejeitastes ao Senhor, que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Por que saímos do Egito?
21 E disse Moisés: Seiscentos mil homens de pé é este povo, no meio do qual estou; e tu tens dito: Dar-lhes-ei carne, e comerão um mês inteiro.
22 Degolar-se-ão para eles ovelhas e vacas que lhes bastem? Ou ajuntar-se-ão para eles todos os peixes do mar, que lhes bastem?
23 Porém, o Senhor disse a Moisés: Teria sido encurtada a mão do Senhor? Agora verás se a minha palavra se há de cumprir ou não.
Números 11:10-23
E aqui encontramos Moisés desencorajado! Ele culpa o Senhor por ter de suportar o peso de todo aquele povo (v. 11), ele mesmo que no final do capítulo anterior falava triunfantemente dos “milhares de milhares de Israel”. É claro que Moisés não podia carregar a responsabilidade desse povo “sozinho”, porém, de fato, ele não estava só! O próprio Senhor levava Israel “sobre asas de águia” (Êxodo 19:4) e “como um homem leva a seu filho” (Deuteronômio 1:31).
O Salmo 106 relembra esse triste episódio: “Cedo, porém, se esqueceram das suas obras e não lhe aguardaram os desígnios; entregaram-se à cobiça, no deserto; e tentaram a Deus na solidão. Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma” (vv.13-15). Encontramos aqui uma verdade muito séria. Quando insistimos em colocar as mãos em algo que Deus não tem a intenção de nos dar, talvez Ele nos permita finalmente ter aquela coisa, mas com conseqüências desastrosas. Para esse povo, elas estão descritas nos versículos 19, 20 e 33. A palavra traduzida como “definhar” literalmente significa consumir progressivamente. Para nossa alma, definhar é muito pior que adoecer. Que Deus nos guarde dessas cobiças “que fazem guerra contra a alma” (1 Pedro 2:11), enquanto nos ensina a estarmos satisfeitos tanto com o que Ele tem nos dado… quanto com o que retém de nós.
Que DEUS abençoe a todos.
10 Então Moisés ouviu chorar o povo pelas suas famílias, cada qual à porta da sua tenda; e a ira do Senhor grandemente se acendeu, e pareceu mal aos olhos de Moisés.
11 E disse Moisés ao Senhor: Por que fizeste mal a teu servo, e por que não achei graça aos teus olhos, visto que puseste sobre mim o cargo de todo este povo?
12 Concebi eu porventura todo este povo? Dei-o eu à luz? para que me dissesses: leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama, à terra que juraste a seus pais?
13 De onde teria eu carne para dar a todo este povo? Porquanto contra mim choram, dizendo: Dá-nos carne a comer;
14 Eu só não posso levar a todo este povo, porque muito pesado é para mim.
15 E se assim fazes comigo, mata-me, peço-te, se tenho achado graça aos teus olhos, e não me deixes ver o meu mal.
16 E disse o Senhor a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem anciãos do povo e seus oficiais; e os trarás perante a tenda da congregação, e ali estejam contigo.
17 Então eu descerei e ali falarei contigo, e tirarei do espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que tu não a leves sozinho.
18 E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do Senhor, dizendo: Quem nos dará carne a comer? Pois íamos bem no Egito; por isso o Senhor vos dará carne, e comereis;
19 Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias;
20 Mas um mês inteiro, até vos sair pelas narinas, até que vos enfastieis dela; porquanto rejeitastes ao Senhor, que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Por que saímos do Egito?
21 E disse Moisés: Seiscentos mil homens de pé é este povo, no meio do qual estou; e tu tens dito: Dar-lhes-ei carne, e comerão um mês inteiro.
22 Degolar-se-ão para eles ovelhas e vacas que lhes bastem? Ou ajuntar-se-ão para eles todos os peixes do mar, que lhes bastem?
23 Porém, o Senhor disse a Moisés: Teria sido encurtada a mão do Senhor? Agora verás se a minha palavra se há de cumprir ou não.
Números 11:10-23
E aqui encontramos Moisés desencorajado! Ele culpa o Senhor por ter de suportar o peso de todo aquele povo (v. 11), ele mesmo que no final do capítulo anterior falava triunfantemente dos “milhares de milhares de Israel”. É claro que Moisés não podia carregar a responsabilidade desse povo “sozinho”, porém, de fato, ele não estava só! O próprio Senhor levava Israel “sobre asas de águia” (Êxodo 19:4) e “como um homem leva a seu filho” (Deuteronômio 1:31).
O Salmo 106 relembra esse triste episódio: “Cedo, porém, se esqueceram das suas obras e não lhe aguardaram os desígnios; entregaram-se à cobiça, no deserto; e tentaram a Deus na solidão. Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma” (vv.13-15). Encontramos aqui uma verdade muito séria. Quando insistimos em colocar as mãos em algo que Deus não tem a intenção de nos dar, talvez Ele nos permita finalmente ter aquela coisa, mas com conseqüências desastrosas. Para esse povo, elas estão descritas nos versículos 19, 20 e 33. A palavra traduzida como “definhar” literalmente significa consumir progressivamente. Para nossa alma, definhar é muito pior que adoecer. Que Deus nos guarde dessas cobiças “que fazem guerra contra a alma” (1 Pedro 2:11), enquanto nos ensina a estarmos satisfeitos tanto com o que Ele tem nos dado… quanto com o que retém de nós.
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 19 de setembro de 2010
João 8:25; 18:37
Domingo 19 Setembro
Disseram-lhe, pois: Quem és tu? Jesus lhes disse: Isso mesmo que já desde o princípio vos disse.
Vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade (João 8:25; 18:37).
Jesus Cristo, a verdade personificada
O Senhor Jesus nunca falava nem agia fora da dependência de Seu Pai e sem a espontânea submissão à vontade divina. Dessa maneira, cada palavra e cada ato eram a revelação e a representação do Pai que O enviara. Por um lado, isso demonstra a magnífica perfeição de nosso Senhor, e por outro, se vê o triste contraste com nossa imperfeição.
Assim como o Senhor Jesus era divinamente perfeito, também Suas palavras e obras o eram. Não havia diferença entre o que Ele dizia, fazia ou o modo como Se comportava. Por isso quando os judeus Lhe perguntaram: “Quem és tu?”, Ele respondeu: “Isso mesmo que já desde o princípio vos disse”. Ele era a verdade, falava a verdade, manifestava a verdade; em outras palavras, era a personificação da verdade.
Frequentemente, nossas palavras não são verdadeiras, ou não contêm toda a verdade e, em alguns casos, vão além dela. Quantas vezes desonramos o Senhor por esse motivo! Cada palavra do Senhor era a verdade; isso era ao mesmo tempo uma demonstração de Sua glória pessoal e uma revelação do Pai. Isso também se aplicava a cada uma de Suas obras. Essa é a razão pela qual Ele podia declarar: “As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras” (João 14:10).
Que DEUS abençoe a todos.
Disseram-lhe, pois: Quem és tu? Jesus lhes disse: Isso mesmo que já desde o princípio vos disse.
Vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade (João 8:25; 18:37).
Jesus Cristo, a verdade personificada
O Senhor Jesus nunca falava nem agia fora da dependência de Seu Pai e sem a espontânea submissão à vontade divina. Dessa maneira, cada palavra e cada ato eram a revelação e a representação do Pai que O enviara. Por um lado, isso demonstra a magnífica perfeição de nosso Senhor, e por outro, se vê o triste contraste com nossa imperfeição.
Assim como o Senhor Jesus era divinamente perfeito, também Suas palavras e obras o eram. Não havia diferença entre o que Ele dizia, fazia ou o modo como Se comportava. Por isso quando os judeus Lhe perguntaram: “Quem és tu?”, Ele respondeu: “Isso mesmo que já desde o princípio vos disse”. Ele era a verdade, falava a verdade, manifestava a verdade; em outras palavras, era a personificação da verdade.
Frequentemente, nossas palavras não são verdadeiras, ou não contêm toda a verdade e, em alguns casos, vão além dela. Quantas vezes desonramos o Senhor por esse motivo! Cada palavra do Senhor era a verdade; isso era ao mesmo tempo uma demonstração de Sua glória pessoal e uma revelação do Pai. Isso também se aplicava a cada uma de Suas obras. Essa é a razão pela qual Ele podia declarar: “As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras” (João 14:10).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Reis 18.38
19 de Setembro
"Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego." 1 Reis 18.38
Pouco se fala sobre o holocausto completo sobre o altar, e sobre o fogo que surgiu e passou por todos os obstáculos que normalmente resistem ao fogo (pedra, terra e água) porque o holocausto perfeito se encontrava no altar. Hoje em dia, os obstáculos são grandes: mentalidade terrena, representada pela terra; obstinação, representada pelas pedras; fraqueza, representada pela lenha. Até a água, que é um elemento contrário ao fogo, que neste caso representa o não querer, não é impedimento para o fogo, porque o holocausto está presente.
Se a entrega voluntária (oferta de manjares) estiver ligada à entrega completa (holocausto) então também é capaz de permanecer no altar. A entrega voluntária e a entrega total nos unem ao altar de Deus, como está escrito: "...adornai a festa com ramos até às pontas do altar." Dessa maneira, somos ligados ao Senhor, ligados ao lugar em que Ele vem ao nosso encontro.
Que DEUS abençoe a todos.
"Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego." 1 Reis 18.38
Pouco se fala sobre o holocausto completo sobre o altar, e sobre o fogo que surgiu e passou por todos os obstáculos que normalmente resistem ao fogo (pedra, terra e água) porque o holocausto perfeito se encontrava no altar. Hoje em dia, os obstáculos são grandes: mentalidade terrena, representada pela terra; obstinação, representada pelas pedras; fraqueza, representada pela lenha. Até a água, que é um elemento contrário ao fogo, que neste caso representa o não querer, não é impedimento para o fogo, porque o holocausto está presente.
Se a entrega voluntária (oferta de manjares) estiver ligada à entrega completa (holocausto) então também é capaz de permanecer no altar. A entrega voluntária e a entrega total nos unem ao altar de Deus, como está escrito: "...adornai a festa com ramos até às pontas do altar." Dessa maneira, somos ligados ao Senhor, ligados ao lugar em que Ele vem ao nosso encontro.
Que DEUS abençoe a todos.
Números 11:1-9
Números 11:1-9
1 E ACONTECEU que, queixou-se o povo falando o que era mal aos ouvidos do Senhor; e ouvindo o Senhor a sua ira se acendeu; e o fogo do Senhor ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial.
2 Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao Senhor, e o fogo se apagou.
3 Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do Senhor se acendera entre eles.
4 E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer?
5 Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos.
6 Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.
7 E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio.
8 Espalhava-se o povo e o colhia, e em moinhos o moía, ou num gral o pisava, e em panelas o cozia, e dele fazia bolos; e o seu sabor era como o sabor de azeite fresco.
9 E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, o maná descia sobre ele.
Números 11:1-9
Em sua ingratidão, o povo murmurou e o Senhor os puniu. Mas a lição não foi suficiente. A cobiça, condenada pelo décimo mandamento da lei, se disseminou no coração do “populacho” (v. 4) (esse agrupamento misto de pessoas que havia deixado o Egito com Israel – Êxodo 12:38). Onde estão as coisas que costumávamos comer no Egito de graça? Aqueles pobres se esqueceram dos tijolos, da palha e de quão caro opressor os fazia pagar pelas migalhas que recebiam. As comidas egípcias: alhos silvestres, cebolas, alho etc., tinham em sua maioria um forte sabor, despertando o apetite, mas não eram nutritivos, e às vezes eram até indigestos. Onde as pessoas deste mundo têm alimentados sua mente? Nas revistas, novelas, filmes… atraentes à carne, mas sem benefício algum para a alma, muito pelo contrário!
Israel lembra-se das comidas egípcias nesse momento porque o maná tinha perdido o delicioso gosto de bolos de mel para o povo (Êxodo 16:31). Não passava de um bolo feito com azeite (v. 8), que mais tarde foi descrito pelo povo como “deste pão vil” (21:5). Queridos leitores, se estamos sendo tentados pelas delícias deste mundo, perguntemos a nós mesmos: “Isso não está acontecendo porque a Palavra tem perdido o gosto para mim?” O Senhor Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome” (João 6:35).
Que DEUS abençoe a todos.
1 E ACONTECEU que, queixou-se o povo falando o que era mal aos ouvidos do Senhor; e ouvindo o Senhor a sua ira se acendeu; e o fogo do Senhor ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial.
2 Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao Senhor, e o fogo se apagou.
3 Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do Senhor se acendera entre eles.
4 E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer?
5 Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos.
6 Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.
7 E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio.
8 Espalhava-se o povo e o colhia, e em moinhos o moía, ou num gral o pisava, e em panelas o cozia, e dele fazia bolos; e o seu sabor era como o sabor de azeite fresco.
9 E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, o maná descia sobre ele.
Números 11:1-9
Em sua ingratidão, o povo murmurou e o Senhor os puniu. Mas a lição não foi suficiente. A cobiça, condenada pelo décimo mandamento da lei, se disseminou no coração do “populacho” (v. 4) (esse agrupamento misto de pessoas que havia deixado o Egito com Israel – Êxodo 12:38). Onde estão as coisas que costumávamos comer no Egito de graça? Aqueles pobres se esqueceram dos tijolos, da palha e de quão caro opressor os fazia pagar pelas migalhas que recebiam. As comidas egípcias: alhos silvestres, cebolas, alho etc., tinham em sua maioria um forte sabor, despertando o apetite, mas não eram nutritivos, e às vezes eram até indigestos. Onde as pessoas deste mundo têm alimentados sua mente? Nas revistas, novelas, filmes… atraentes à carne, mas sem benefício algum para a alma, muito pelo contrário!
Israel lembra-se das comidas egípcias nesse momento porque o maná tinha perdido o delicioso gosto de bolos de mel para o povo (Êxodo 16:31). Não passava de um bolo feito com azeite (v. 8), que mais tarde foi descrito pelo povo como “deste pão vil” (21:5). Queridos leitores, se estamos sendo tentados pelas delícias deste mundo, perguntemos a nós mesmos: “Isso não está acontecendo porque a Palavra tem perdido o gosto para mim?” O Senhor Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome” (João 6:35).
Que DEUS abençoe a todos.
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