Segunda-feira 19 Julho
Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso. Em sonho ou em visão noturna, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama. Então o revela ao ouvido dos homens, e lhes sela a sua instrução (Jó 33:14-16).
Um sonho terrivelmente transformador
Nos dias de Jó, Deus falava com as pessoas por meio de sonhos. Hoje temos a Palavra de Deus, a Bíblia completa, em nossas mãos. Por essa razão, tais sonhos acabaram. Um profeta tinha de falar a palavra dada por Deus e não relatar seus próprios sonhos (Jeremias 23:25-32). E nossa parte é prestar atenção à Palavra de Deus.
Contudo, o que acontece hoje é que Deus pode alcançar o coração de alguém por meio de um sonho. Esse foi o caso de Jack Catchpole. Ele arruinou sua vida por causa do álcool. Ele me contou chorando que aos 59 anos de idade teve um sonho terrível na prisão onde estava cumprindo pena. Cercado de feras ameaçadoras, ele e uma multidão escorregava ladeira abaixo. Em pânico, ele perguntou: Onde estamos? Alguém respondeu: Você não sabe? Estamos a sete metros do inferno! Jack gritou, aterrorizado: Senhor, me salva! Ele foi arrancado da multidão – e acordou tremendo na cama.
Pela manhã, outros prisioneiros perguntaram: Qual o seu problema? Ontem à noite você gritou feito louco! Jack respondeu: Vocês também gritariam se estivessem a sete metros do inferno. E depois lhes contou como Cristo o havia salvado. Seus companheiros o ridicularizaram, dizendo que em duas semanas ele seria o mesmo de antes. Mas estavam errados. Pelo resto da vida – que durou 89 anos –, ele foi tão transformado que recebeu a alcunha de “Jack Feliz”.
Procuro esconder do Senhor certas partes de minha vida, ou deixo que Ele a dirija a cada dia?
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Colossenses 1.16
19 de Julho
"...Pois nele foram criadas todas as cousas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele." Colossenses 1.16
Através de todo o Antigo Testamento transparece a vontade de Deus de revelar o Filho como Salvador. Mas Moisés certamente foi o primeiro homem a quem o Senhor pôde revelar seu maior desejo até nos mínimos detalhes, ou seja, o sacrifício do Seu Filho amado. É profundamente comovedor quando o Senhor fala a Moisés sobre o "sangue do meu sacrifício". Como seria bom se finalmente pudéssemos compreender qual o maior interesse de Deus para conosco! O mesmo que aconteceu com Moisés outrora Deus quer para nós: Ele quer revelar o Cordeiro em e através de nós. Essa era a glória que Moisés refletia. Jesus foi o Cordeiro, o templo, o caminho, o sacrifício e o sacerdote ao mesmo tempo: "...a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada." O maior interesse de Deus é a revelação de Jesus Cristo. Cristo é tudo em todos, na criação do Universo e individualmente em cada um. Deus criou o homem à Sua semelhança: "...para serem conformes à imagem de seu Filho."
Que DEUS abençoe a todos.
"...Pois nele foram criadas todas as cousas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele." Colossenses 1.16
Através de todo o Antigo Testamento transparece a vontade de Deus de revelar o Filho como Salvador. Mas Moisés certamente foi o primeiro homem a quem o Senhor pôde revelar seu maior desejo até nos mínimos detalhes, ou seja, o sacrifício do Seu Filho amado. É profundamente comovedor quando o Senhor fala a Moisés sobre o "sangue do meu sacrifício". Como seria bom se finalmente pudéssemos compreender qual o maior interesse de Deus para conosco! O mesmo que aconteceu com Moisés outrora Deus quer para nós: Ele quer revelar o Cordeiro em e através de nós. Essa era a glória que Moisés refletia. Jesus foi o Cordeiro, o templo, o caminho, o sacrifício e o sacerdote ao mesmo tempo: "...a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada." O maior interesse de Deus é a revelação de Jesus Cristo. Cristo é tudo em todos, na criação do Universo e individualmente em cada um. Deus criou o homem à Sua semelhança: "...para serem conformes à imagem de seu Filho."
Que DEUS abençoe a todos.
Mateus 26:1-16
Mateus 26.1-16
1 Tendo Jesus acabado todos estes ensinamentos, disse a seus discípulos:
2 Sabeis que, daqui a dois dias, celebrar-se -á a Páscoa; e o Filho do Homem será entregue para ser crucificado.
3 Então, os principais sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, chamado Caifás;
4 e deliberaram prender Jesus, à traição, e matá-lo.
5 Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo.
6 Ora, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso,
7 aproximou-se dele uma mulher, trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa.
8 Vendo isto, indignaram-se os discípulos e disseram: Para que este desperdício?
9 Pois este perfume podia ser vendido por muito dinheiro e dar-se aos pobres.
10 Mas Jesus, sabendo disto, disse-lhes: Por que molestais esta mulher? Ela praticou boa ação para comigo.
11 Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes;
12 pois, derramando este perfume sobre o meu corpo, ela o fez para o meu sepultamento.
13 Em verdade vos digo: Onde for pregado em todo o mundo este evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua.
14 Então, um dos doze, chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs:
15 Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E pagaram-lhe trinta moedas de prata.
16 E, desse momento em diante, buscava ele uma boa ocasião para o entregar.
Mateus 26:1-16
O Senhor Jesus terminou os Seus ensinamentos. Os últimos acontecimentos vão-se cumprir agora. Enquanto em Jerusalém os homens iníquos deliberam (vv. 3-5), uma cena bem diferente acontece em Betânia. Rejeitado e odiado pelos grandes do povo, é entre Seus humildes seguidores que o Senhor Jesus encontra a acolhida, o amor e a adoração que Lhe são devidos. Ele já não tem mais lugar no templo, mas é recebido na casa de Simão, o leproso. As honras reais Lhe foram negadas, mas um bálsamo de grande preço é derramado sobre Sua cabeça, figura da unção real. Esta mulher reconhece e honra o Messias de Israel. "Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume" (Cantares 1:12). Somente Senhor compreende e aprecia o gesto dela. Mas é o que basta! Se Ele nisto tem prazer, ninguém tem direito de escandalizar-se.
Mas com o versículo 14, passamos novamente a uma cena de escuridão. O traidor Judas, que há pouco tinha também respirado o perfume do bálsamo, realiza a traição e recebe sua paga: trinta moedas de prata, o preço de um escravo. O profeta Zacarias - com uma pitada de ironia - designa-o como um "magnífico preço", pois foi o preço pelo qual o Filho de Deus foi avaliado (Zacarias 11:13).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Tendo Jesus acabado todos estes ensinamentos, disse a seus discípulos:
2 Sabeis que, daqui a dois dias, celebrar-se -á a Páscoa; e o Filho do Homem será entregue para ser crucificado.
3 Então, os principais sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, chamado Caifás;
4 e deliberaram prender Jesus, à traição, e matá-lo.
5 Mas diziam: Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo.
6 Ora, estando Jesus em Betânia, em casa de Simão, o leproso,
7 aproximou-se dele uma mulher, trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa.
8 Vendo isto, indignaram-se os discípulos e disseram: Para que este desperdício?
9 Pois este perfume podia ser vendido por muito dinheiro e dar-se aos pobres.
10 Mas Jesus, sabendo disto, disse-lhes: Por que molestais esta mulher? Ela praticou boa ação para comigo.
11 Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes;
12 pois, derramando este perfume sobre o meu corpo, ela o fez para o meu sepultamento.
13 Em verdade vos digo: Onde for pregado em todo o mundo este evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua.
14 Então, um dos doze, chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs:
15 Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E pagaram-lhe trinta moedas de prata.
16 E, desse momento em diante, buscava ele uma boa ocasião para o entregar.
Mateus 26:1-16
O Senhor Jesus terminou os Seus ensinamentos. Os últimos acontecimentos vão-se cumprir agora. Enquanto em Jerusalém os homens iníquos deliberam (vv. 3-5), uma cena bem diferente acontece em Betânia. Rejeitado e odiado pelos grandes do povo, é entre Seus humildes seguidores que o Senhor Jesus encontra a acolhida, o amor e a adoração que Lhe são devidos. Ele já não tem mais lugar no templo, mas é recebido na casa de Simão, o leproso. As honras reais Lhe foram negadas, mas um bálsamo de grande preço é derramado sobre Sua cabeça, figura da unção real. Esta mulher reconhece e honra o Messias de Israel. "Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume" (Cantares 1:12). Somente Senhor compreende e aprecia o gesto dela. Mas é o que basta! Se Ele nisto tem prazer, ninguém tem direito de escandalizar-se.
Mas com o versículo 14, passamos novamente a uma cena de escuridão. O traidor Judas, que há pouco tinha também respirado o perfume do bálsamo, realiza a traição e recebe sua paga: trinta moedas de prata, o preço de um escravo. O profeta Zacarias - com uma pitada de ironia - designa-o como um "magnífico preço", pois foi o preço pelo qual o Filho de Deus foi avaliado (Zacarias 11:13).
Que DEUS abençoe a todos.
Levítico 1:1-17
Levítico 1:1-17
1 E CHAMOU o Senhor a Moisés, e falou com ele da tenda da congregação, dizendo:
2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de gado vacum e de ovelha.
3 Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem defeito; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o Senhor.
4 E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação.
5 Depois degolará o bezerro perante o Senhor; e os filhos de Arão, os sacerdotes, oferecerão o sangue, e espargirão o sangue em redor sobre o altar que está diante da porta da tenda da congregação.
6 Então esfolará o holocausto, e o partirá nos seus pedaços.
7 E os filhos de Arão, o sacerdote, porão fogo sobre o altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo.
8 Também os filhos de Arão, os sacerdotes, porão em ordem os pedaços, a cabeça e o redenho sobre a lenha que está no fogo em cima do altar;
9 Porém a sua fressura e as suas pernas lavar-se-ão com água; e o sacerdote tudo isso queimará sobre o altar; holocausto é, oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor.
10 E se a sua oferta for de gado miúdo, de ovelhas ou de cabras, para holocausto, oferecerá macho sem defeito.
11 E o degolará ao lado do altar que dá para o norte, perante o Senhor; e os filhos de Arão, os sacerdotes, espargirão o seu sangue em redor sobre o altar.
12 Depois o partirá nos seus pedaços, como também a sua cabeça e o seu redenho; e o sacerdote os porá em ordem sobre a lenha que está no fogo sobre o altar;
13 Porém a fressura e as pernas lavar-se-ão com água; e o sacerdote tudo oferecerá, e o queimará sobre o altar; holocausto é, oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor.
14 E se a sua oferta ao Senhor for holocausto de aves, oferecerá a sua oferta de rolas ou de pombinhos;
15 E o sacerdote a oferecerá sobre o altar, e tirar-lhe-á a cabeça, e a queimará sobre o altar; e o seu sangue será espremido na parede do altar;
16 E o seu papo com as suas penas tirará e o lançará junto ao altar, para o lado do oriente, no lugar da cinza;
17 E fendê-la-á junto às suas asas, porém não a partirá; e o sacerdote a queimará em cima do altar sobre a lenha que está no fogo; holocausto é, oferta queimada de cheiro suave ao Senhor.
Levítico 1:1-17
Levítico é um livro fechado para quem não possui a “chave” divina: Cristo, a quem encontramos aqui em todos os aspectos de Seu sacrifício e sacerdócio. Para o crente, existe um único sacrifício oferecido de uma vez por todas, plenamente suficiente (Hebreus 10:10). Mas ao descrevê-Lo em todas as Suas diferentes características, o Espírito de Deus nos dá várias figuras, complementares umas às outras.
O holocausto é mencionado em primeiro lugar porque representa a parte de Deus na obra de Cristo. É expressa no Novo Testamento em passagens como João 10:17; Efésios 5:2; Filipenses 2:8. Caros amigos cristãos, quando pensarmos na cruz, ao invés de contemplarmos a nossa salvação, primeiro consideremos a satisfação que Deus encontrou na Pessoa e obra de Seu Santo Filho.
Três tipos de vítimas poderiam ser apresentadas para essa oferta. Algumas diferenças eram evidentes na maneira de ofertá-las. Por exemplo, apenas as ofertas de animais eram cortadas em pedaços e colocadas sobre o altar. Mas em cada caso, subia um “aroma agradável ao Senhor”. Tal foi o efeito do fogo do julgamento que recaiu sobre a santa Vítima na cruz: expôs, nos menores detalhes, a excelência da oferta “sem mácula” (Hebreus 9:14).
Que DEUS abençoe a todos.
1 E CHAMOU o Senhor a Moisés, e falou com ele da tenda da congregação, dizendo:
2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de gado vacum e de ovelha.
3 Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem defeito; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o Senhor.
4 E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação.
5 Depois degolará o bezerro perante o Senhor; e os filhos de Arão, os sacerdotes, oferecerão o sangue, e espargirão o sangue em redor sobre o altar que está diante da porta da tenda da congregação.
6 Então esfolará o holocausto, e o partirá nos seus pedaços.
7 E os filhos de Arão, o sacerdote, porão fogo sobre o altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo.
8 Também os filhos de Arão, os sacerdotes, porão em ordem os pedaços, a cabeça e o redenho sobre a lenha que está no fogo em cima do altar;
9 Porém a sua fressura e as suas pernas lavar-se-ão com água; e o sacerdote tudo isso queimará sobre o altar; holocausto é, oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor.
10 E se a sua oferta for de gado miúdo, de ovelhas ou de cabras, para holocausto, oferecerá macho sem defeito.
11 E o degolará ao lado do altar que dá para o norte, perante o Senhor; e os filhos de Arão, os sacerdotes, espargirão o seu sangue em redor sobre o altar.
12 Depois o partirá nos seus pedaços, como também a sua cabeça e o seu redenho; e o sacerdote os porá em ordem sobre a lenha que está no fogo sobre o altar;
13 Porém a fressura e as pernas lavar-se-ão com água; e o sacerdote tudo oferecerá, e o queimará sobre o altar; holocausto é, oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor.
14 E se a sua oferta ao Senhor for holocausto de aves, oferecerá a sua oferta de rolas ou de pombinhos;
15 E o sacerdote a oferecerá sobre o altar, e tirar-lhe-á a cabeça, e a queimará sobre o altar; e o seu sangue será espremido na parede do altar;
16 E o seu papo com as suas penas tirará e o lançará junto ao altar, para o lado do oriente, no lugar da cinza;
17 E fendê-la-á junto às suas asas, porém não a partirá; e o sacerdote a queimará em cima do altar sobre a lenha que está no fogo; holocausto é, oferta queimada de cheiro suave ao Senhor.
Levítico 1:1-17
Levítico é um livro fechado para quem não possui a “chave” divina: Cristo, a quem encontramos aqui em todos os aspectos de Seu sacrifício e sacerdócio. Para o crente, existe um único sacrifício oferecido de uma vez por todas, plenamente suficiente (Hebreus 10:10). Mas ao descrevê-Lo em todas as Suas diferentes características, o Espírito de Deus nos dá várias figuras, complementares umas às outras.
O holocausto é mencionado em primeiro lugar porque representa a parte de Deus na obra de Cristo. É expressa no Novo Testamento em passagens como João 10:17; Efésios 5:2; Filipenses 2:8. Caros amigos cristãos, quando pensarmos na cruz, ao invés de contemplarmos a nossa salvação, primeiro consideremos a satisfação que Deus encontrou na Pessoa e obra de Seu Santo Filho.
Três tipos de vítimas poderiam ser apresentadas para essa oferta. Algumas diferenças eram evidentes na maneira de ofertá-las. Por exemplo, apenas as ofertas de animais eram cortadas em pedaços e colocadas sobre o altar. Mas em cada caso, subia um “aroma agradável ao Senhor”. Tal foi o efeito do fogo do julgamento que recaiu sobre a santa Vítima na cruz: expôs, nos menores detalhes, a excelência da oferta “sem mácula” (Hebreus 9:14).
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 18 de julho de 2010
Zacarias 11:12
Domingo 18 Julho
Porque eu lhes disse: Se parece bem aos vossos olhos, dai-me o meu salário e, se não, deixai-o. E pesaram o meu salário, trinta moedas de prata (Zacarias 11:12).
Trinta moedas de prata
Essa profecia de Zacarias se cumpriu quando Judas Iscariotes foi aos principais sacerdotes e perguntou: “Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata” (Mateus 26:15).
No livro de Zacarias está escrito: “Eu lhes disse”. Essas são as palavras de Deus ao Seu povo, ao passo que em Mateus é Judas quem se dirige aos representantes do povo. É obvio que a traição foi um pecado de Judas, mas que serviu para provar os líderes do povo judeu. Iria manifestar que valor o Senhor Jesus tinha para eles. Por isso disse: “Se parece bem aos vossos olhos…”. E qual era o “salário” que estavam dispostos a pagar?
Êxodo 21:32 diz: “Se o boi escornear um servo, ou uma serva, dar-se-á trinta siclos de prata ao seu senhor”. Trinta moedas de prata era o que se pagava por um escravo. Esse foi o desprezível e mesquinho preço oferecido pela vida dAquele que era o Salvador e Messias. Como o ser humano é vil!
Em Sua infinita graça, Ele permitiu que tudo isso acontecesse, apesar de todas as maravilhas, sinais e prodígios que Deus fez por meio dEle. O “determinado conselho e presciência de Deus” tinha de se cumprir (Atos 2:22-23) e isso fazia parte dos pensamentos divinos.
O preço de um escravo! Esse foi o valor que os homens deram pelo Senhor Jesus. No entanto, Deus, para comprar Seus servos, deu a vida de Seu Filho!
Que DEUS abençoe a todos.
Porque eu lhes disse: Se parece bem aos vossos olhos, dai-me o meu salário e, se não, deixai-o. E pesaram o meu salário, trinta moedas de prata (Zacarias 11:12).
Trinta moedas de prata
Essa profecia de Zacarias se cumpriu quando Judas Iscariotes foi aos principais sacerdotes e perguntou: “Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata” (Mateus 26:15).
No livro de Zacarias está escrito: “Eu lhes disse”. Essas são as palavras de Deus ao Seu povo, ao passo que em Mateus é Judas quem se dirige aos representantes do povo. É obvio que a traição foi um pecado de Judas, mas que serviu para provar os líderes do povo judeu. Iria manifestar que valor o Senhor Jesus tinha para eles. Por isso disse: “Se parece bem aos vossos olhos…”. E qual era o “salário” que estavam dispostos a pagar?
Êxodo 21:32 diz: “Se o boi escornear um servo, ou uma serva, dar-se-á trinta siclos de prata ao seu senhor”. Trinta moedas de prata era o que se pagava por um escravo. Esse foi o desprezível e mesquinho preço oferecido pela vida dAquele que era o Salvador e Messias. Como o ser humano é vil!
Em Sua infinita graça, Ele permitiu que tudo isso acontecesse, apesar de todas as maravilhas, sinais e prodígios que Deus fez por meio dEle. O “determinado conselho e presciência de Deus” tinha de se cumprir (Atos 2:22-23) e isso fazia parte dos pensamentos divinos.
O preço de um escravo! Esse foi o valor que os homens deram pelo Senhor Jesus. No entanto, Deus, para comprar Seus servos, deu a vida de Seu Filho!
Que DEUS abençoe a todos.
Êxodo 32.32
18 de Julho
"Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste." Êxodo 32.32
A face de Moisés brilhava porque ele havia falado com Deus. O que Moisés falou com o Senhor? Ele teria tido motivos suficientes para se queixar do quanto era fraco e do quanto ele necessitava do poder e da ajuda do Senhor para sua tarefa. Mas não ouvimos nenhuma palavra sobre isso. Sua oração não se referia ao seu próprio "eu". Pelo contrário, ele estava disposto a ser exterminado. Como mediador do povo, ele é uma ilustração do nosso grande Mediador, Jesus Cristo. Moisés fora liberto da esfera dos interesses próprios e da própria vida. Ele zelava unicamente pela honra do Senhor, que era infinitamente mais preciosa para ele do que todas as outras coisas. Mas Moisés passou a refletir mais ainda a glória do Senhor porque o Senhor havia falado com Ele. Ele lhe mostrou o caminho por meio do sangue do Substituto; este caminho que conduz o pecador ao coração de Deus! Deus lhe revelou o Sacrifício e o Sacerdote. Não é em vão que o Senhor fala tanto disso, pois, desde a eternidade, Deus, o Pai, em Seu imenso amor planejou a salvação por intermédio de Seu Filho Jesus Cristo. Ele foi sacrifício e sacerdote ao mesmo tempo. Aqui conseguimos imaginar um pouco da ânsia do Senhor em revelar a alguém o maravilhoso mistério da salvação, mistério esse que até os anjos anseiam ver.
Que DEUS abençoe a todos.
"Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste." Êxodo 32.32
A face de Moisés brilhava porque ele havia falado com Deus. O que Moisés falou com o Senhor? Ele teria tido motivos suficientes para se queixar do quanto era fraco e do quanto ele necessitava do poder e da ajuda do Senhor para sua tarefa. Mas não ouvimos nenhuma palavra sobre isso. Sua oração não se referia ao seu próprio "eu". Pelo contrário, ele estava disposto a ser exterminado. Como mediador do povo, ele é uma ilustração do nosso grande Mediador, Jesus Cristo. Moisés fora liberto da esfera dos interesses próprios e da própria vida. Ele zelava unicamente pela honra do Senhor, que era infinitamente mais preciosa para ele do que todas as outras coisas. Mas Moisés passou a refletir mais ainda a glória do Senhor porque o Senhor havia falado com Ele. Ele lhe mostrou o caminho por meio do sangue do Substituto; este caminho que conduz o pecador ao coração de Deus! Deus lhe revelou o Sacrifício e o Sacerdote. Não é em vão que o Senhor fala tanto disso, pois, desde a eternidade, Deus, o Pai, em Seu imenso amor planejou a salvação por intermédio de Seu Filho Jesus Cristo. Ele foi sacrifício e sacerdote ao mesmo tempo. Aqui conseguimos imaginar um pouco da ânsia do Senhor em revelar a alguém o maravilhoso mistério da salvação, mistério esse que até os anjos anseiam ver.
Que DEUS abençoe a todos.
Mateus 25:31-46
Mateus 25.31-46
31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória;
32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas;
33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda;
34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes;
36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me.
37 Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber?
38 E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos?
39 E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar?
40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.
42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;
43 sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me.
44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos?
45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.
46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.
Mateus 25:31-46
O versículo 31 retoma o curso da profecia no mesmo estágio em que fora interrompido em Mateus 24:30-31, ou seja, quando da vinda do Senhor em glória para Seu povo terreno. Será o dia da recompensa ou do castigo para as pessoas dentre as "nações" (v. 32) que estarão vivendo aqui na terra. E o critério diferenciador será a maneira pela qual tiverem recebido os embaixadores do Rei (Seus irmãos - no caso aqui, os judeus - v. 40), quando lhes for anunciado o evangelho do reino (cap. 24:14).
Alguns querem usar esta parábola para justificar a doutrina da salvação pelas obras. Mas devemos esclarecer que este será um período posterior ao da Igreja e da fé cristã propriamente dita.
De qualquer modo, deixando de lado a questão da salvação, a declaração do Senhor está cheia de instrução para nós, cristãos. Se o Senhor Jesus estivesse aqui na Terra hoje, quanto empenho aplicaríamos para recebê-LO e servi-LO, em resumo, para satisfazer Seus menores desejos? Pois bem! Nós temos esta oportunidade todos os dias! Dons, hospitalidade, visitas. Tudo o que fazemos por amor a alguém deve ser feito em primeiro lugar para Ele (João 13:20; 1 Coríntios 12:12). Por outro lado, se recusarmos fazê-lo, estaremos sendo omissos em relação ao Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória;
32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas;
33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda;
34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes;
36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me.
37 Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber?
38 E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos?
39 E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar?
40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.
42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;
43 sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me.
44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos?
45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.
46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.
Mateus 25:31-46
O versículo 31 retoma o curso da profecia no mesmo estágio em que fora interrompido em Mateus 24:30-31, ou seja, quando da vinda do Senhor em glória para Seu povo terreno. Será o dia da recompensa ou do castigo para as pessoas dentre as "nações" (v. 32) que estarão vivendo aqui na terra. E o critério diferenciador será a maneira pela qual tiverem recebido os embaixadores do Rei (Seus irmãos - no caso aqui, os judeus - v. 40), quando lhes for anunciado o evangelho do reino (cap. 24:14).
Alguns querem usar esta parábola para justificar a doutrina da salvação pelas obras. Mas devemos esclarecer que este será um período posterior ao da Igreja e da fé cristã propriamente dita.
De qualquer modo, deixando de lado a questão da salvação, a declaração do Senhor está cheia de instrução para nós, cristãos. Se o Senhor Jesus estivesse aqui na Terra hoje, quanto empenho aplicaríamos para recebê-LO e servi-LO, em resumo, para satisfazer Seus menores desejos? Pois bem! Nós temos esta oportunidade todos os dias! Dons, hospitalidade, visitas. Tudo o que fazemos por amor a alguém deve ser feito em primeiro lugar para Ele (João 13:20; 1 Coríntios 12:12). Por outro lado, se recusarmos fazê-lo, estaremos sendo omissos em relação ao Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
Êxodo 40:20-38
Êxodo 40:20-38
20 Tomou o testemunho, e pô-lo na arca, e colocou os varais na arca; e pôs o propiciatório em cima da arca.
21 E introduziu a arca no tabernáculo, e pendurou o véu da cobertura, e cobriu a arca do testemunho, como o Senhor ordenara a Moisés.
22 Pôs também a mesa na tenda da congregação, ao lado do tabernáculo, para o norte, fora do véu,
23 E sobre ela pôs em ordem o pão perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.
24 Pôs também na tenda da congregação o candelabro na frente da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul,
25 E acendeu as lâmpadas perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.
26 E pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu,
27 E acendeu sobre ele o incenso de especiarias aromáticas, como o Senhor ordenara a Moisés.
28 Pendurou também a cortina da porta do tabernáculo,
29 E pôs o altar do holocausto à porta do tabernáculo da tenda da congregação, e sobre ele ofereceu holocausto e oferta de alimentos, como o Senhor ordenara a Moisés.
30 Pôs também a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela pôs água para lavar.
31 E Moisés, e Arão e seus filhos nela lavaram as suas mãos e os seus pés.
32 Quando entravam na tenda da congregação, e quando chegavam ao altar, lavavam-se, como o Senhor ordenara a Moisés.
33 Levantou também o pátio ao redor do tabernáculo e do altar, e pendurou a cortina da porta do pátio. Assim Moisés acabou a obra.
34 Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo;
35 De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo.
36 Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas.
37 Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse;
38 Porquanto a nuvem do Senhor estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.
Êxodo 40:20-38
Até nos menores detalhes, o santuário e os objetos necessários à adoração foram preparados e colocados em seus devidos lugares. “Assim Moisés acabou a obra” (v. 33). Isso nos lembra dAquele que foi capaz de dizer ao Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17:4). Mas a fidelidade de Moisés sobre todas as coisas referentes à casa de Deus, mencionada em Hebreus 3:2… é apenas uma pálida sombra da fidelidade do Filho, “o qual é fiel àquele que o constituiu”. Ele revelou o Pai, santificou Seus “irmãos”, edificou o verdadeiro tabernáculo do qual se tornou o Sumo Sacerdote, estabeleceu uma nova ordem de coisas (ainda que tal ordem não seja visível e material), pela qual Deus pode ser conhecido e adorado. Com o último capítulo de Êxodo, chegamos ao fim de estudo deste maravilhoso tabernáculo. Ele ilustrou muitos aspectos da obra de Cristo e suas conseqüências. A primeira delas é que Deus desceu em glória para habitar no meio do povo (vv. 34-35). Por isso em Pentecostes, sobre o fundamento da obra consumada de Cristo, Deus Espírito Santo desceu para formar a igreja, de acordo com Efésios 2:22, para ser “habitação de Deus no Espírito”. Desde então, apesar da ruína, Ele, o Guia divino, está presente, liderando e conduzindo o povo de Deus, como a nuvem sobre o tabernáculo conduzia Israel.
Que DEUS abençoe a todos
20 Tomou o testemunho, e pô-lo na arca, e colocou os varais na arca; e pôs o propiciatório em cima da arca.
21 E introduziu a arca no tabernáculo, e pendurou o véu da cobertura, e cobriu a arca do testemunho, como o Senhor ordenara a Moisés.
22 Pôs também a mesa na tenda da congregação, ao lado do tabernáculo, para o norte, fora do véu,
23 E sobre ela pôs em ordem o pão perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.
24 Pôs também na tenda da congregação o candelabro na frente da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul,
25 E acendeu as lâmpadas perante o Senhor, como o Senhor ordenara a Moisés.
26 E pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu,
27 E acendeu sobre ele o incenso de especiarias aromáticas, como o Senhor ordenara a Moisés.
28 Pendurou também a cortina da porta do tabernáculo,
29 E pôs o altar do holocausto à porta do tabernáculo da tenda da congregação, e sobre ele ofereceu holocausto e oferta de alimentos, como o Senhor ordenara a Moisés.
30 Pôs também a pia entre a tenda da congregação e o altar, e nela pôs água para lavar.
31 E Moisés, e Arão e seus filhos nela lavaram as suas mãos e os seus pés.
32 Quando entravam na tenda da congregação, e quando chegavam ao altar, lavavam-se, como o Senhor ordenara a Moisés.
33 Levantou também o pátio ao redor do tabernáculo e do altar, e pendurou a cortina da porta do pátio. Assim Moisés acabou a obra.
34 Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo;
35 De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo.
36 Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas.
37 Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse;
38 Porquanto a nuvem do Senhor estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.
Êxodo 40:20-38
Até nos menores detalhes, o santuário e os objetos necessários à adoração foram preparados e colocados em seus devidos lugares. “Assim Moisés acabou a obra” (v. 33). Isso nos lembra dAquele que foi capaz de dizer ao Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17:4). Mas a fidelidade de Moisés sobre todas as coisas referentes à casa de Deus, mencionada em Hebreus 3:2… é apenas uma pálida sombra da fidelidade do Filho, “o qual é fiel àquele que o constituiu”. Ele revelou o Pai, santificou Seus “irmãos”, edificou o verdadeiro tabernáculo do qual se tornou o Sumo Sacerdote, estabeleceu uma nova ordem de coisas (ainda que tal ordem não seja visível e material), pela qual Deus pode ser conhecido e adorado. Com o último capítulo de Êxodo, chegamos ao fim de estudo deste maravilhoso tabernáculo. Ele ilustrou muitos aspectos da obra de Cristo e suas conseqüências. A primeira delas é que Deus desceu em glória para habitar no meio do povo (vv. 34-35). Por isso em Pentecostes, sobre o fundamento da obra consumada de Cristo, Deus Espírito Santo desceu para formar a igreja, de acordo com Efésios 2:22, para ser “habitação de Deus no Espírito”. Desde então, apesar da ruína, Ele, o Guia divino, está presente, liderando e conduzindo o povo de Deus, como a nuvem sobre o tabernáculo conduzia Israel.
Que DEUS abençoe a todos
sábado, 17 de julho de 2010
Mateus 5:3-12
As Bem-aventuranças e
os Frutos do Espírito Santo
Todo o Evangelho é um convite para viver das virtudes e dos dons do Espírito Santo. Cada passo da vida de Jesus, cada palavra saída de sua boca nos leva a buscar a Deus com mais amor, a vencer as tentações, a agir bem.
Essa vida de virtudes e de dons é o começo da vida eterna, do Paraíso, já presentes na alma em estado de graça. A Vida Eterna também é chamada de Beatitude, que significa felicidade. Os que vivem no céu são os beatos, ou bem-aventurados. Por isso, Nosso Senhor, no sermão da montanha, que lemos no cap. V de São Mateus, chama de bem-aventurados, ou seja, felizes, aqueles que viverem as bem-aventuranças que ele descreve, pois elas são atos que podemos fazer, atos de grande perfeição, que já nos faz participar da felicidade do céu. Eis como nos ensina Nosso Senhor no Evangelho citado.
«Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os mansos porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacíficos porque serão chamados filhos de Deus.»
E Jesus termina resumindo tudo numa só frase: «Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus»
Vamos analisar um pouco estas sete bem-aventuranças:
As três primeiras descrevem a recompensa da alma que ama corretamente a si mesmo, que se converte para Deus. Como nos convertemos para Deus?
- vencendo o apego às riquezas e às honras do mundo - são os pobres de espírito
- aprendendo a se controlar, a dominar a raiva, as impaciências - são os mansos
- vencendo a tendência ao conforto, à preguiça, aprendendo a sofrer um pouco no nosso corpo por amor a Deus - são os que choram.
Em seguida vêm duas bemaventuranças que descrevem a recompensa da alma que ama o seu próximo :
- praticando a justiça, ou seja, dando a cada um o que lhe é devido - são os que têm fome e sede de justiça.
- praticando a bondade, dando ao próximo, por amor de Deus, o que pode agradá-lo - são os misericordiosos.
E por fim, as duas últimas bemaventuranças descrevem a recompensa da alma que ama a Deus acima de tudo, que na vida de oração procura encontrá-Lo, principalmente levada pelos dons do Espírito Santo:
- os que vivem da virtude e amam agir sempre no bem - são puros de coração.
- os que esperam receber o prêmio pela ajuda que deram ao próximo - são os pacíficos.
Agora que compreendemos o que significa cada uma das bemaventuranças, fica fácil entender porque Jesus prometeu aos que praticarem as bemaventuranças os prêmios que estão descritos no Evangelho:
- os que se desapegam das riquezas da terra e são pobres de espírito, recebem um tesouro no céu: deles é o Reino dos Céus.
- os que conseguiram dominar sua agitação, vivendo pacificamente com todos são os mansos: possuirão a terra.
- os que aceitam sofrer no seu corpo por amor a Deus, os que choram: serão consolados
- os que procuram dar a cada um o que lhe é devido, com fome e sede de justiça : serão saciados.
- os que são generosos para com o próximo, os misericordiosos : alcançarão misericórdia.
<- os que vivem sempre com reta intenção em tudo o que fazem, os puros de coração : verão a Deus.
- os que imitam a Deus procurando a paz entre os homens, os pacíficos : serão chamados filhos de Deus.
As bemaventuranças e os dons do Espírito Santo
Mas esta doutrina tão elevada, que nos é ensinada por São Tomás de Aquino não poderia deixar de ser acompanhada, na alma, pelo vento impetuoso do Divino Espírito Santo, que são os dons, como já estudamos. A cada bemaventurança corresponde um dom.
Para compreendermos bem esta correspondência, vamos retomar aquela divisão das bemaventuranças que vimos acima:
As três primeiras correspondem à conversão da alma à Deus, o que é realizado pelo Espírito Santo mediante os três primeiros dons:
- os pobres de espírito são os que souberam se posicionar corretamente diante das riquezas do mundo. Este posicionamento da alma corresponde ao dom do temor de Deus
- os mansos são os que aprenderam a fugir da agitação do mundo, das brigas, raivas etc. Encontram-se em Deus pelo dom da piedade
- os que choram são os que aprenderam as causas do sofrimento, porque devemos sofrer em união a Jesus Cristo, na Cruz. Este conhecimento nos é dado pelo dom da Ciência.
As duas seguintes, como vimos antes, indicam a alma que ama ao próximo:
- os que têm fome e sede de justiça precisam lutar constantemente para que cada um receba o que lhe é devido. Precisam então do dom da Força
- os misericordiosos, que procuram em tudo ajudar aos necessitados, serão conduzidos pelo dom do Conselho.
Enfim, as duas últimas são as que mostram a alma que aprendeu a amar a Deus com perfeição
- os puros de coração, sempre agindo por amor de Deus, pelas virtudes infusas, verão a Deus, ou seja, receberão o dom da Inteligência
- os pacíficos, os que alcançaram a paz divina, viverão desta paz pelo dom da Sabedoria.
Os frutos do Espírito Santo
Diante desta maravilhosa doutrina a alma chega aos patamares da vida divina, ainda aqui nesta terra. E neste estado em que ela se encontra, reina no coração uma autêntica paz, manifestada por atos de virtudes infusas que são chamados os frutos do Espírito Santo. Eles são enumerados por São Paulo no cap V da Epístola aos Gálatas:
1- Caridade - ordena a alma no seu ato de amor
2- Alegria - conseqüência normal do amor verdadeiro
3- Paz - fruto da perfeita alegria, tanto interior quanto exterior
4- Paciência - o equilíbrio da alma que não se perturba com o mal.
5- Bondade - boa vontade para com o próximo
6- Benevolência - agir procurando sempre o bem do próximo
7- Longanimidade - perseverança na vida da virtude
8- Mansidão - suporta o mal sem se alterar.
9- Fidelidade - não usa de fraude ou enganos.
10- Modéstia - bons modos nas coisas exteriores
11- Continência - a alma aprende a renunciar aos prazeres do corpo lícitos.
12- Castidade - a alma conserva seu corpo e seu coração puros, fugindo dos prazeres ilícitos.
Esses frutos do Espírito Santo fazem a alma fugir dos frutos da carne, que São Paulo também enumera, que são diversos pecados ou vícios que levam a alma para o mal. Ao contrário, os frutos do Espírito Santo orientam a alma já avançada no amor de Deus em direção à vida eterna, Deus visto como fim último a ser alcançado, Luz Eterna que encherá nossas almas para sempre da Felicidade.
Que DEUS abençoe a todos.
os Frutos do Espírito Santo
Todo o Evangelho é um convite para viver das virtudes e dos dons do Espírito Santo. Cada passo da vida de Jesus, cada palavra saída de sua boca nos leva a buscar a Deus com mais amor, a vencer as tentações, a agir bem.
Essa vida de virtudes e de dons é o começo da vida eterna, do Paraíso, já presentes na alma em estado de graça. A Vida Eterna também é chamada de Beatitude, que significa felicidade. Os que vivem no céu são os beatos, ou bem-aventurados. Por isso, Nosso Senhor, no sermão da montanha, que lemos no cap. V de São Mateus, chama de bem-aventurados, ou seja, felizes, aqueles que viverem as bem-aventuranças que ele descreve, pois elas são atos que podemos fazer, atos de grande perfeição, que já nos faz participar da felicidade do céu. Eis como nos ensina Nosso Senhor no Evangelho citado.
«Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os mansos porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacíficos porque serão chamados filhos de Deus.»
E Jesus termina resumindo tudo numa só frase: «Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus»
Vamos analisar um pouco estas sete bem-aventuranças:
As três primeiras descrevem a recompensa da alma que ama corretamente a si mesmo, que se converte para Deus. Como nos convertemos para Deus?
- vencendo o apego às riquezas e às honras do mundo - são os pobres de espírito
- aprendendo a se controlar, a dominar a raiva, as impaciências - são os mansos
- vencendo a tendência ao conforto, à preguiça, aprendendo a sofrer um pouco no nosso corpo por amor a Deus - são os que choram.
Em seguida vêm duas bemaventuranças que descrevem a recompensa da alma que ama o seu próximo :
- praticando a justiça, ou seja, dando a cada um o que lhe é devido - são os que têm fome e sede de justiça.
- praticando a bondade, dando ao próximo, por amor de Deus, o que pode agradá-lo - são os misericordiosos.
E por fim, as duas últimas bemaventuranças descrevem a recompensa da alma que ama a Deus acima de tudo, que na vida de oração procura encontrá-Lo, principalmente levada pelos dons do Espírito Santo:
- os que vivem da virtude e amam agir sempre no bem - são puros de coração.
- os que esperam receber o prêmio pela ajuda que deram ao próximo - são os pacíficos.
Agora que compreendemos o que significa cada uma das bemaventuranças, fica fácil entender porque Jesus prometeu aos que praticarem as bemaventuranças os prêmios que estão descritos no Evangelho:
- os que se desapegam das riquezas da terra e são pobres de espírito, recebem um tesouro no céu: deles é o Reino dos Céus.
- os que conseguiram dominar sua agitação, vivendo pacificamente com todos são os mansos: possuirão a terra.
- os que aceitam sofrer no seu corpo por amor a Deus, os que choram: serão consolados
- os que procuram dar a cada um o que lhe é devido, com fome e sede de justiça : serão saciados.
- os que são generosos para com o próximo, os misericordiosos : alcançarão misericórdia.
<- os que vivem sempre com reta intenção em tudo o que fazem, os puros de coração : verão a Deus.
- os que imitam a Deus procurando a paz entre os homens, os pacíficos : serão chamados filhos de Deus.
As bemaventuranças e os dons do Espírito Santo
Mas esta doutrina tão elevada, que nos é ensinada por São Tomás de Aquino não poderia deixar de ser acompanhada, na alma, pelo vento impetuoso do Divino Espírito Santo, que são os dons, como já estudamos. A cada bemaventurança corresponde um dom.
Para compreendermos bem esta correspondência, vamos retomar aquela divisão das bemaventuranças que vimos acima:
As três primeiras correspondem à conversão da alma à Deus, o que é realizado pelo Espírito Santo mediante os três primeiros dons:
- os pobres de espírito são os que souberam se posicionar corretamente diante das riquezas do mundo. Este posicionamento da alma corresponde ao dom do temor de Deus
- os mansos são os que aprenderam a fugir da agitação do mundo, das brigas, raivas etc. Encontram-se em Deus pelo dom da piedade
- os que choram são os que aprenderam as causas do sofrimento, porque devemos sofrer em união a Jesus Cristo, na Cruz. Este conhecimento nos é dado pelo dom da Ciência.
As duas seguintes, como vimos antes, indicam a alma que ama ao próximo:
- os que têm fome e sede de justiça precisam lutar constantemente para que cada um receba o que lhe é devido. Precisam então do dom da Força
- os misericordiosos, que procuram em tudo ajudar aos necessitados, serão conduzidos pelo dom do Conselho.
Enfim, as duas últimas são as que mostram a alma que aprendeu a amar a Deus com perfeição
- os puros de coração, sempre agindo por amor de Deus, pelas virtudes infusas, verão a Deus, ou seja, receberão o dom da Inteligência
- os pacíficos, os que alcançaram a paz divina, viverão desta paz pelo dom da Sabedoria.
Os frutos do Espírito Santo
Diante desta maravilhosa doutrina a alma chega aos patamares da vida divina, ainda aqui nesta terra. E neste estado em que ela se encontra, reina no coração uma autêntica paz, manifestada por atos de virtudes infusas que são chamados os frutos do Espírito Santo. Eles são enumerados por São Paulo no cap V da Epístola aos Gálatas:
1- Caridade - ordena a alma no seu ato de amor
2- Alegria - conseqüência normal do amor verdadeiro
3- Paz - fruto da perfeita alegria, tanto interior quanto exterior
4- Paciência - o equilíbrio da alma que não se perturba com o mal.
5- Bondade - boa vontade para com o próximo
6- Benevolência - agir procurando sempre o bem do próximo
7- Longanimidade - perseverança na vida da virtude
8- Mansidão - suporta o mal sem se alterar.
9- Fidelidade - não usa de fraude ou enganos.
10- Modéstia - bons modos nas coisas exteriores
11- Continência - a alma aprende a renunciar aos prazeres do corpo lícitos.
12- Castidade - a alma conserva seu corpo e seu coração puros, fugindo dos prazeres ilícitos.
Esses frutos do Espírito Santo fazem a alma fugir dos frutos da carne, que São Paulo também enumera, que são diversos pecados ou vícios que levam a alma para o mal. Ao contrário, os frutos do Espírito Santo orientam a alma já avançada no amor de Deus em direção à vida eterna, Deus visto como fim último a ser alcançado, Luz Eterna que encherá nossas almas para sempre da Felicidade.
Que DEUS abençoe a todos.
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