Mateus 21.18-32
18 Cedo de manhã, ao voltar para a cidade, teve fome;
19 e, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão folhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente.
20 Vendo isto os discípulos, admiraram-se e exclamaram: Como secou depressa a figueira!
21 Jesus, porém, lhes respondeu: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não somente fareis o que foi feito à figueira, mas até mesmo, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, tal sucederá;
22 e tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.
23 Tendo Jesus chegado ao templo, estando já ensinando, acercaram-se dele os principais sacerdotes e os anciãos do povo, perguntando: Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te deu essa autoridade?
24 E Jesus lhes respondeu: Eu também vos farei uma pergunta; se me responderdes, também eu vos direi com que autoridade faço estas coisas.
25 Donde era o batismo de João, do céu ou dos homens? E discorriam entre si: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que não acreditastes nele?
26 E, se dissermos: dos homens, é para temer o povo, porque todos consideram João como profeta.
27 Então, responderam a Jesus: Não sabemos. E ele, por sua vez: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.
28 E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha.
29 Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi.
30 Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi.
31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus.
32 Porque João veio a vós outros no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto, não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele.
Mateus 21:18-32
A caminho para Jerusalém, o Senhor realiza um milagre que, excepcionalmente, não é um milagre de amor, mas um sinal de juízo. Consideremos esta figueira: apenas folhas e nada mais! Tinha uma bonita aparência, mas nenhum fruto sequer! Esta era a condição de Israel... e de muitos que se dizem cristãos! Este milagre foi a oportunidade para que Jesus recordasse a Seus discípulos o poder da oração da fé.
Logo depois, Ele entra no templo, onde os principais sacerdotes e anciãos do povo desafiam Sua autoridade. Através de uma pergunta, o Senhor dá-lhes a entender que são incapazes de reconhecer essa autoridade se não reconhecerem primeiro a de João Batista. Como o segundo filho da parábola (v. 28-30), os líderes do povo diziam-se cumpridores da vontade de Deus. Mas, de fato, era para eles letra morta (Tito 1:16). Ao contrário, outros que eram anteriormente rebeldes, pecadores notórios, arrependeram-se após terem ouvido a voz de João, e fizeram a vontade de Deus. Os filhos de pais crentes correm o risco de serem precedidos no céu por muitas pessoas às quais hoje menosprezam ou são condescendentes (cap. 20:16). Pensemos todos em nossa grande responsabilidade!
Que DEUS abençoe a todos.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Êxodo 35:1-19
Êxodo 35:1-19
1 ENTÃO Moisés convocou toda a congregação dos filhos de Israel, e disse-lhes: Estas são as palavras que o Senhor ordenou que se cumprissem.
2 Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso ao Senhor; todo aquele que nele fizer qualquer trabalho morrerá.
3 Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia do sábado.
4 Falou mais Moisés a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o Senhor ordenou, dizendo:
5 Tomai do que tendes, uma oferta para o Senhor; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao Senhor: ouro, prata e cobre,
6 Como também azul, púrpura, carmesim, linho fino, pelos de cabras,
7 E peles de carneiros, tintas de vermelho, e peles de texugos, madeira de acácia,
8 E azeite para a luminária, e especiarias para o azeite da unção, e para o incenso aromático.
9 E pedras de ônix, e pedras de engaste, para o éfode e para o peitoral.
10 E venham todos os sábios de coração entre vós, e façam tudo o que o Senhor tem mandado;
11 O tabernáculo, a sua tenda e a sua coberta, os seus colchetes e as suas tábuas, as suas barras, as suas colunas, e as suas bases;
12 A arca e os seus varais, o propiciatório e o véu de cobertura,
13 A mesa e os seus varais, e todos os seus pertences; e os pães da proposição,
14 E o candelabro da luminária, e os seus utensílios, e as suas lâmpadas, e o azeite para a luminária,
15 E o altar do incenso e os seus varais, e o azeite da unção, e o incenso aromático, e a cortina da porta para a entrada do tabernáculo,
16 O altar do holocausto, e o crivo de cobre, os seus varais, e todos os seus pertences, a pia e a sua base,
17 As cortinas do pátio, as suas colunas e as suas bases, e o reposteiro da porta do pátio,
18 As estacas do tabernáculo, e as estacas do pátio, e as suas cordas,
19 As vestes do ministério para ministrar no santuário, as vestes santas de Arão o sacerdote, e as vestes de seus filhos, para administrarem o sacerdócio.
Êxodo 35:1-19
O tabernáculo está prestes a ser construído. Nessa ocasião, os seus vários materiais são especificados e relacionados uma segunda vez, como para nos recordar de que saber é uma coisa, mas fazer é outra. Enquanto isso, antes que a obra comece, resta ainda o assunto do sábado (vv. 1-3). Antes de ocupar-nos com qualquer serviço, é necessário termos passado algum tempo na presença do Senhor, estarmos “sentados” diante dEle, com a alma e o espírito em repouso, em total dependência. Foi aos pés de Jesus que Maria aprendeu a servir com inteligência (Lucas 10:39). Ela também sabia qual era o momento exato para trazer seu ungüento (veja v. 8) e ungir os pés do Mestre.
Observemos a variedade de coisas que os israelitas tinham de trazer, desde ouro e pedras preciosas até as estacas do tabernáculo e as suas cordas que serviriam como suporte para a construção (para sustentar a verdade). Nesta longa lista, cada um encontraria algo que pudesse ofertar. E você também, caro amigo que conhece o Senhor, pode contribuir para a edificação da Sua igreja. Um discreto serviço prestado, o alegre exercício da misericórdia (Romanos 12:8) e as orações diárias em favor do testemunho cristão estão ao alcance de todos e são agradáveis ao Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
1 ENTÃO Moisés convocou toda a congregação dos filhos de Israel, e disse-lhes: Estas são as palavras que o Senhor ordenou que se cumprissem.
2 Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso ao Senhor; todo aquele que nele fizer qualquer trabalho morrerá.
3 Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia do sábado.
4 Falou mais Moisés a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o Senhor ordenou, dizendo:
5 Tomai do que tendes, uma oferta para o Senhor; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao Senhor: ouro, prata e cobre,
6 Como também azul, púrpura, carmesim, linho fino, pelos de cabras,
7 E peles de carneiros, tintas de vermelho, e peles de texugos, madeira de acácia,
8 E azeite para a luminária, e especiarias para o azeite da unção, e para o incenso aromático.
9 E pedras de ônix, e pedras de engaste, para o éfode e para o peitoral.
10 E venham todos os sábios de coração entre vós, e façam tudo o que o Senhor tem mandado;
11 O tabernáculo, a sua tenda e a sua coberta, os seus colchetes e as suas tábuas, as suas barras, as suas colunas, e as suas bases;
12 A arca e os seus varais, o propiciatório e o véu de cobertura,
13 A mesa e os seus varais, e todos os seus pertences; e os pães da proposição,
14 E o candelabro da luminária, e os seus utensílios, e as suas lâmpadas, e o azeite para a luminária,
15 E o altar do incenso e os seus varais, e o azeite da unção, e o incenso aromático, e a cortina da porta para a entrada do tabernáculo,
16 O altar do holocausto, e o crivo de cobre, os seus varais, e todos os seus pertences, a pia e a sua base,
17 As cortinas do pátio, as suas colunas e as suas bases, e o reposteiro da porta do pátio,
18 As estacas do tabernáculo, e as estacas do pátio, e as suas cordas,
19 As vestes do ministério para ministrar no santuário, as vestes santas de Arão o sacerdote, e as vestes de seus filhos, para administrarem o sacerdócio.
Êxodo 35:1-19
O tabernáculo está prestes a ser construído. Nessa ocasião, os seus vários materiais são especificados e relacionados uma segunda vez, como para nos recordar de que saber é uma coisa, mas fazer é outra. Enquanto isso, antes que a obra comece, resta ainda o assunto do sábado (vv. 1-3). Antes de ocupar-nos com qualquer serviço, é necessário termos passado algum tempo na presença do Senhor, estarmos “sentados” diante dEle, com a alma e o espírito em repouso, em total dependência. Foi aos pés de Jesus que Maria aprendeu a servir com inteligência (Lucas 10:39). Ela também sabia qual era o momento exato para trazer seu ungüento (veja v. 8) e ungir os pés do Mestre.
Observemos a variedade de coisas que os israelitas tinham de trazer, desde ouro e pedras preciosas até as estacas do tabernáculo e as suas cordas que serviriam como suporte para a construção (para sustentar a verdade). Nesta longa lista, cada um encontraria algo que pudesse ofertar. E você também, caro amigo que conhece o Senhor, pode contribuir para a edificação da Sua igreja. Um discreto serviço prestado, o alegre exercício da misericórdia (Romanos 12:8) e as orações diárias em favor do testemunho cristão estão ao alcance de todos e são agradáveis ao Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
2 Coríntios 4:16
Terça-feira 6 Julho
Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco (2 Coríntios 4:16).
A melhor motivação
A vida do apóstolo Paulo era sustentada por uma incomparável energia proveniente da fé. Os filhos de Deus sempre se surpreendem ao ler a história desse irmão.
Paulo foi chamado pelo próprio Jesus Cristo para uma extraordinária missão. Contudo, seria somente a vocação a nos dar força para enfrentarmos as lutas do dia a dia? Ele mesmo dá a resposta: o “homem interior” do apóstolo era renovado “de dia em dia”. Como a energia natural dele estava sendo consumida, essa contínua renovação equilibrava o processo.
Hoje muito se fala sobre motivação, um ímpeto que as pessoas precisam para estabelecer alvos, atingi-los com vigor e suportar a oposição. A experiência nos ensina que podemos ir muito mais longe se nossa motivação for correta, ao passo que desmotivados teremos pouca chance de sucesso. Qual era a fonte da motivação de Paulo que o capacitava a viver acima de todas as circunstâncias e de seus próprios sentimentos? Era Cristo, que enchia o seu coração continuamente.
Paulo podia exclamar com total propriedade: “Porque para mim o viver é Cristo” (Filipenses 1:21). Esse é o lema de todos os cristãos que conhecem, amam e buscam servir ao Senhor com fidelidade.
Como a cristandade tem fracassado em ser testemunhas de Cristo. Parece que os cristãos passam a maior parte do tempo tentando escorar paredes ao invés de corajosamente derrubar e construir tudo de novo. Até mesmo Paulo sentiu essa decadência no final de sua vida. Mas a devoção dele permaneceu intacta. E ainda que tivesse de morrer, ele se alegraria, pois isso seria a vontade de seu Senhor. Ele sempre tinha Cristo em mente, e isso lhe dava novas forças todos os dias para vencer as adversidades.
Que DEUS abençoe a todos.
Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco (2 Coríntios 4:16).
A melhor motivação
A vida do apóstolo Paulo era sustentada por uma incomparável energia proveniente da fé. Os filhos de Deus sempre se surpreendem ao ler a história desse irmão.
Paulo foi chamado pelo próprio Jesus Cristo para uma extraordinária missão. Contudo, seria somente a vocação a nos dar força para enfrentarmos as lutas do dia a dia? Ele mesmo dá a resposta: o “homem interior” do apóstolo era renovado “de dia em dia”. Como a energia natural dele estava sendo consumida, essa contínua renovação equilibrava o processo.
Hoje muito se fala sobre motivação, um ímpeto que as pessoas precisam para estabelecer alvos, atingi-los com vigor e suportar a oposição. A experiência nos ensina que podemos ir muito mais longe se nossa motivação for correta, ao passo que desmotivados teremos pouca chance de sucesso. Qual era a fonte da motivação de Paulo que o capacitava a viver acima de todas as circunstâncias e de seus próprios sentimentos? Era Cristo, que enchia o seu coração continuamente.
Paulo podia exclamar com total propriedade: “Porque para mim o viver é Cristo” (Filipenses 1:21). Esse é o lema de todos os cristãos que conhecem, amam e buscam servir ao Senhor com fidelidade.
Como a cristandade tem fracassado em ser testemunhas de Cristo. Parece que os cristãos passam a maior parte do tempo tentando escorar paredes ao invés de corajosamente derrubar e construir tudo de novo. Até mesmo Paulo sentiu essa decadência no final de sua vida. Mas a devoção dele permaneceu intacta. E ainda que tivesse de morrer, ele se alegraria, pois isso seria a vontade de seu Senhor. Ele sempre tinha Cristo em mente, e isso lhe dava novas forças todos os dias para vencer as adversidades.
Que DEUS abençoe a todos.
2 Crônicas 16.9
6 de Julho
"Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele." 2 Crônicas 16.9
Como queremos servir ao Senhor? Estou profundamente convicto de que o Senhor procura pessoas que querem ser um sacrifício total. Neles e por meio deles Jesus se revela de maneira completa. Você é o homem ou a mulher que está disposto a se entregar a Ele agora, sem reservas? Pergunto a vocês, pregadores, conselheiros espirituais e membros de igreja: vocês não sabem que a bênção do Senhor se afasta daqueles que coxeiam entre os dois lados? Vocês não conseguem ver a miséria de suas igrejas e de suas próprias vidas? Nosso ministério é sacerdotal, porque intercedemos com oração e súplica pelas almas diante de Deus. Mas também temos um ministério profético, porque proclamamos diante dos homens o ardente testemunho da salvação que vem de Deus por intermédio de Jesus: "...purificai-vos, os que levais os utensílios do Senhor."
Queremos servir ao Senhor com zelo, porque "...a ordem do rei era urgente." Está na hora de nos apressar, pois não temos mais muito tempo! O Senhor vem sem demora e teremos de prestar contas do nosso trabalho. Ele nos exorta: "Negociai até que eu volte."
Que DEUS abençoe a todos.
"Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele." 2 Crônicas 16.9
Como queremos servir ao Senhor? Estou profundamente convicto de que o Senhor procura pessoas que querem ser um sacrifício total. Neles e por meio deles Jesus se revela de maneira completa. Você é o homem ou a mulher que está disposto a se entregar a Ele agora, sem reservas? Pergunto a vocês, pregadores, conselheiros espirituais e membros de igreja: vocês não sabem que a bênção do Senhor se afasta daqueles que coxeiam entre os dois lados? Vocês não conseguem ver a miséria de suas igrejas e de suas próprias vidas? Nosso ministério é sacerdotal, porque intercedemos com oração e súplica pelas almas diante de Deus. Mas também temos um ministério profético, porque proclamamos diante dos homens o ardente testemunho da salvação que vem de Deus por intermédio de Jesus: "...purificai-vos, os que levais os utensílios do Senhor."
Queremos servir ao Senhor com zelo, porque "...a ordem do rei era urgente." Está na hora de nos apressar, pois não temos mais muito tempo! O Senhor vem sem demora e teremos de prestar contas do nosso trabalho. Ele nos exorta: "Negociai até que eu volte."
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Mateus 28:19
Segunda-feira 5 Julho
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mateus 28:19).
A Trindade
Enquanto as nações ímpias imaginavam para si uma multidão de deuses, a doutrina tanto do Antigo Testamento quanto do Novo Testamento exigia fé no único Deus verdadeiro (Deuteronômio 6:4; 1 Timóteo 2:5).
A Bíblia deixa claro que Deus é um em essência, mas Se revelou em três Pessoas como o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Portanto, como cristãos, falamos sobre a Trindade. Essa expressão não é usada na Bíblia, nem a palavra “Pessoa” para designar Deus. Não adianta tentar entender Deus segundo nossos próprios conceitos. Ao utilizarmos o vocábulo “Pessoa”, estamos simplesmente aludindo ao que a Bíblia nos ensina em várias passagens que o Pai, o Filho e o Espírito Santo pensam, têm vontade própria e agem conscientemente.
A Trindade está indicada, mas não revelada claramente, já no Antigo Testamento (Gênesis 1:26; Salmo 110:1; Isaías 9:6). Quando o Senhor Jesus foi batizado no Jordão, as três Pessoas da Trindade apareceram juntas (Mateus 3:16-17). Essa revelação de Deus pela vinda do Senhor Jesus Cristo corresponde às palavras que o Senhor Jesus usou quando deu aos Seus discípulos a ordem concernente ao batismo.
O Novo Testamento nos diz que o Pai enviou o Filho ao mundo e que o Pai e o Filho enviaram o Espírito Santo (João 3:17; 14:26; 15:26; 16:7). Mas não devemos presumir que existem diferentes níveis ou hierarquia dentro da Trindade. É suficiente sabermos que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são Deus, isto é, um e o mesmo Deus (1 Jo 5.7).
Que DEUS abençoe a todos.
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mateus 28:19).
A Trindade
Enquanto as nações ímpias imaginavam para si uma multidão de deuses, a doutrina tanto do Antigo Testamento quanto do Novo Testamento exigia fé no único Deus verdadeiro (Deuteronômio 6:4; 1 Timóteo 2:5).
A Bíblia deixa claro que Deus é um em essência, mas Se revelou em três Pessoas como o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Portanto, como cristãos, falamos sobre a Trindade. Essa expressão não é usada na Bíblia, nem a palavra “Pessoa” para designar Deus. Não adianta tentar entender Deus segundo nossos próprios conceitos. Ao utilizarmos o vocábulo “Pessoa”, estamos simplesmente aludindo ao que a Bíblia nos ensina em várias passagens que o Pai, o Filho e o Espírito Santo pensam, têm vontade própria e agem conscientemente.
A Trindade está indicada, mas não revelada claramente, já no Antigo Testamento (Gênesis 1:26; Salmo 110:1; Isaías 9:6). Quando o Senhor Jesus foi batizado no Jordão, as três Pessoas da Trindade apareceram juntas (Mateus 3:16-17). Essa revelação de Deus pela vinda do Senhor Jesus Cristo corresponde às palavras que o Senhor Jesus usou quando deu aos Seus discípulos a ordem concernente ao batismo.
O Novo Testamento nos diz que o Pai enviou o Filho ao mundo e que o Pai e o Filho enviaram o Espírito Santo (João 3:17; 14:26; 15:26; 16:7). Mas não devemos presumir que existem diferentes níveis ou hierarquia dentro da Trindade. É suficiente sabermos que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são Deus, isto é, um e o mesmo Deus (1 Jo 5.7).
Que DEUS abençoe a todos.
Romanos 12.1
5 de Julho
"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Romanos 12.1
Para onde leva o caminho do serviço verdadeiro? Leva para Jesus! "Se alguém me serve, siga-me..." Este é o caminho que tem menos problemas. Quem anda nele, pertence aos "seguidores do Cordeiro por onde quer que vá." Os problemas surgem de conflitos. Os conflitos nascem do próprio "eu", pois o "eu" não quer servir, mas dominar. Portanto, aquele que quer seguir o caminho do serviço, primeiro tem que andar no caminho com Jesus. Ali ele se liberta do "eu" orgulhoso e obstinado. Onde é o começo deste caminho? Isso as Escrituras nos informam nas palavras de Jesus: "...onde eu estou, ali estará também o meu servo". Onde Jesus estava? Ele estava na cruz! Assim como Ele se entregou sem reservas como sacrifício vivo na cruz, assim começam todas as jornadas na trilha de serviço e no ministério de um discípulo de Jesus. Tudo começa com o sacrifício de si mesmo, e isto sobre o altar, quer dizer, na cruz. Todos os serviços que não são praticados a partir da cruz são vazios e infrutíferos. Mas todo desempenho a partir da posição de estar crucificado com Cristo contém ilimitadas possibilidades de bênçãos.
Que DEUS abençoe a todos.
"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Romanos 12.1
Para onde leva o caminho do serviço verdadeiro? Leva para Jesus! "Se alguém me serve, siga-me..." Este é o caminho que tem menos problemas. Quem anda nele, pertence aos "seguidores do Cordeiro por onde quer que vá." Os problemas surgem de conflitos. Os conflitos nascem do próprio "eu", pois o "eu" não quer servir, mas dominar. Portanto, aquele que quer seguir o caminho do serviço, primeiro tem que andar no caminho com Jesus. Ali ele se liberta do "eu" orgulhoso e obstinado. Onde é o começo deste caminho? Isso as Escrituras nos informam nas palavras de Jesus: "...onde eu estou, ali estará também o meu servo". Onde Jesus estava? Ele estava na cruz! Assim como Ele se entregou sem reservas como sacrifício vivo na cruz, assim começam todas as jornadas na trilha de serviço e no ministério de um discípulo de Jesus. Tudo começa com o sacrifício de si mesmo, e isto sobre o altar, quer dizer, na cruz. Todos os serviços que não são praticados a partir da cruz são vazios e infrutíferos. Mas todo desempenho a partir da posição de estar crucificado com Cristo contém ilimitadas possibilidades de bênçãos.
Que DEUS abençoe a todos.
Mateus 21:1-17
Mateus 21.1-17
1 Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes:
2 Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei -a e trazei-mos.
3 E, se alguém vos disser alguma coisa, respondei-lhe que o Senhor precisa deles. E logo os enviará.
4 Ora, isto aconteceu para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta:
5 Dizei à filha de Sião: Eis aí te vem o teu Rei, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de animal de carga.
6 Indo os discípulos e tendo feito como Jesus lhes ordenara,
7 trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então, puseram em cima deles as suas vestes, e sobre elas Jesus montou.
8 E a maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada.
9 E as multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!
10 E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, e perguntavam: Quem é este?
11 E as multidões clamavam: Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia!
12 Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
13 E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.
14 Vieram a ele, no templo, cegos e coxos, e ele os curou.
15 Mas, vendo os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que Jesus fazia e os meninos clamando: Hosana ao Filho de Davi!, indignaram-se e perguntaram-lhe:
16 Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?
17 E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, onde pernoitou.
Mateus 21:1-17
Em cada um dos três primeiros evangelhos, a entrada em Jerusalém marca o princípio da última parte da jornada do nosso Salvador neste mundo. O cumprimento da profecia de Zacarias (cap. 9:9) era a prova cabal para Israel de que o Messias veio visitá-lo. Era impossível confundi-lo com outro: "Justo e salvador, humilde, montado em jumento...". Esperava-se um altivo e grande rei, entrando na cidade montado em seu cavalo de guerra, à frente de seus exércitos. Mas um rei humilde e manso - isso é quase inaceitável para os pensamentos humanos.
A graça e a bondade do Senhor Jesus não O impedem de agir com a maior severidade quando vê os direitos de Deus sendo pisados, como é o caso dos vendedores do templo (v. 12). Da mesma forma, os Seus discípulos têm de agir. A bondade que deve caracterizá-los não pode acabar com a firmeza (1 Coríntios 15:58). A presença de Jesus no templo teve muitas conseqüências: em primeiro lugar, uma imediata purificação; mas, ao mesmo tempo, a graciosa cura dos doentes que foram a Ele; depois, o louvor das criancinhas, e, por último, a indignação dos inimigos da verdade.
Que DEUS abençoe a todos.
1 Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes:
2 Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei -a e trazei-mos.
3 E, se alguém vos disser alguma coisa, respondei-lhe que o Senhor precisa deles. E logo os enviará.
4 Ora, isto aconteceu para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta:
5 Dizei à filha de Sião: Eis aí te vem o teu Rei, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de animal de carga.
6 Indo os discípulos e tendo feito como Jesus lhes ordenara,
7 trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então, puseram em cima deles as suas vestes, e sobre elas Jesus montou.
8 E a maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada.
9 E as multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!
10 E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, e perguntavam: Quem é este?
11 E as multidões clamavam: Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia!
12 Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
13 E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.
14 Vieram a ele, no templo, cegos e coxos, e ele os curou.
15 Mas, vendo os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que Jesus fazia e os meninos clamando: Hosana ao Filho de Davi!, indignaram-se e perguntaram-lhe:
16 Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?
17 E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, onde pernoitou.
Mateus 21:1-17
Em cada um dos três primeiros evangelhos, a entrada em Jerusalém marca o princípio da última parte da jornada do nosso Salvador neste mundo. O cumprimento da profecia de Zacarias (cap. 9:9) era a prova cabal para Israel de que o Messias veio visitá-lo. Era impossível confundi-lo com outro: "Justo e salvador, humilde, montado em jumento...". Esperava-se um altivo e grande rei, entrando na cidade montado em seu cavalo de guerra, à frente de seus exércitos. Mas um rei humilde e manso - isso é quase inaceitável para os pensamentos humanos.
A graça e a bondade do Senhor Jesus não O impedem de agir com a maior severidade quando vê os direitos de Deus sendo pisados, como é o caso dos vendedores do templo (v. 12). Da mesma forma, os Seus discípulos têm de agir. A bondade que deve caracterizá-los não pode acabar com a firmeza (1 Coríntios 15:58). A presença de Jesus no templo teve muitas conseqüências: em primeiro lugar, uma imediata purificação; mas, ao mesmo tempo, a graciosa cura dos doentes que foram a Ele; depois, o louvor das criancinhas, e, por último, a indignação dos inimigos da verdade.
Que DEUS abençoe a todos.
Mateus 20:17-34
Mateus 20.17-34
17 Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze e, em caminho, lhes disse:
18 Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte.
19 E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.
20 Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando -o, pediu-lhe um favor.
21 Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.
22 Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos.
23 Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai.
24 Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos.
25 Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles.
26 Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;
27 e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;
28 tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
29 Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava.
30 E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, tendo ouvido que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!
31 Mas a multidão os repreendia para que se calassem; eles, porém, gritavam cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!
32 Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça?
33 Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos.
34 Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.
Mateus 20:17-34
O Senhor Jesus busca a compreensão de Seus discípulos sobre um tema particularmente íntimo e solene: os sofrimentos e a morte que O esperam em Jerusalém. E é justamente esse momento que a mãe de Tiago e João escolhe para fazer-Lhe um pedido egoísta. Ficaria orgulhosa de ver os seus filhos ocupando uma posição de honra no reino do Messias. Os outros dez discípulos indignaram-se. Sem dúvida, não porque a pergunta fosse inoportuna e egoísta, mas, sim, porque todos eles secretamente almejavam esse posto. Depois de tudo o que o Senhor havia dito, depois de o Senhor ter colocado um menino no meio deles, será que eles não tinham aprendido nada? Não devemos julgá-los! Que dificuldade temos em aprender as nossas próprias lições, as mesmas lições! Quanto nos parecemos com eles!
Então, sem nenhuma reprovação e com uma infinita paciência, Jesus prossegue com os Seus ensinos. E, desta vez, Ele os demonstra com Seu próprio exemplo no versículo 28, o motivo de eterna adoração para os redimidos.
Seguindo com Sua missão de servo, o Senhor Jesus cura dois cegos em Jericó. Aprendamos com a persistência da fé desses cegos e com a infinita compaixão do Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
17 Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze e, em caminho, lhes disse:
18 Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte.
19 E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.
20 Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando -o, pediu-lhe um favor.
21 Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.
22 Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos.
23 Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai.
24 Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos.
25 Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles.
26 Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;
27 e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;
28 tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
29 Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava.
30 E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, tendo ouvido que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!
31 Mas a multidão os repreendia para que se calassem; eles, porém, gritavam cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!
32 Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça?
33 Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos.
34 Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.
Mateus 20:17-34
O Senhor Jesus busca a compreensão de Seus discípulos sobre um tema particularmente íntimo e solene: os sofrimentos e a morte que O esperam em Jerusalém. E é justamente esse momento que a mãe de Tiago e João escolhe para fazer-Lhe um pedido egoísta. Ficaria orgulhosa de ver os seus filhos ocupando uma posição de honra no reino do Messias. Os outros dez discípulos indignaram-se. Sem dúvida, não porque a pergunta fosse inoportuna e egoísta, mas, sim, porque todos eles secretamente almejavam esse posto. Depois de tudo o que o Senhor havia dito, depois de o Senhor ter colocado um menino no meio deles, será que eles não tinham aprendido nada? Não devemos julgá-los! Que dificuldade temos em aprender as nossas próprias lições, as mesmas lições! Quanto nos parecemos com eles!
Então, sem nenhuma reprovação e com uma infinita paciência, Jesus prossegue com os Seus ensinos. E, desta vez, Ele os demonstra com Seu próprio exemplo no versículo 28, o motivo de eterna adoração para os redimidos.
Seguindo com Sua missão de servo, o Senhor Jesus cura dois cegos em Jericó. Aprendamos com a persistência da fé desses cegos e com a infinita compaixão do Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
Êxodo 34:27-35
Êxodo 34:27-35
27 Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israel.
28 E esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.
29 E aconteceu que, descendo Moisés do monte Sinai trazia as duas tábuas do testemunho em suas mãos, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois que falara com ele.
30 Olhando, pois, Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia; por isso temeram chegar-se a ele.
31 Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram-se a ele; e Moisés lhes falou.
32 Depois chegaram também todos os filhos de Israel; e ele lhes ordenou tudo o que o Senhor falara com ele no monte Sinai.
33 Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o seu rosto.
34 Porém, entrando Moisés perante o Senhor, para falar com ele, tirava o véu até sair; e, saindo, falava com os filhos de Israel o que lhe era ordenado.
35 Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que resplandecia a pele do seu rosto; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com ele.
Êxodo 34:27-35
Não é possível estar em contato com Deus, desfrutar das revelações de Sua graça, sem que haja uma negação de si mesmo externamente. A face de Moisés brilhava, embora ele mesmo não soubesse disso. Através da alegria em sua face, cada filho de Deus deveria naturalmente manifestar às pessoas à sua volta a felicidade que possui. Que o mundo veja em nós algum reflexo do amor de Jesus! Paulo explica aos coríntios por que Moisés colocou um véu sobre sua face. Antes de o Senhor descer à terra, nem mesmo o reflexo da glória divina podia ser suportado pelo homem pecador e precisava ser ocultado. Mas o véu, “em Cristo, é removido”. De fato, quando Jesus veio, Deus pôde finalmente ser visto nEle em toda a glória de Sua graça. Conseqüentemente, contemplamos agora, pela fé, o Senhor Jesus com a face descoberta e somos transformados moralmente passo a passo na Sua gloriosa imagem (2 Coríntios 3:14-18).
Outro privilégio de Moisés foi “falar com ele” (v. 35). Esta expressão ocorre três vezes nestes poucos versículos. Que honra para este homem de Deus, e que prova de íntimo relacionamento com Deus! Não há uma ligação entre o fato de uma comunhão ininterrupta com o Senhor e uma face irradiante? Que Deus nos capacite a compreender tanto uma como outra!
Que DEUS abençoe a todo.
27 Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israel.
28 E esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.
29 E aconteceu que, descendo Moisés do monte Sinai trazia as duas tábuas do testemunho em suas mãos, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois que falara com ele.
30 Olhando, pois, Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia; por isso temeram chegar-se a ele.
31 Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram-se a ele; e Moisés lhes falou.
32 Depois chegaram também todos os filhos de Israel; e ele lhes ordenou tudo o que o Senhor falara com ele no monte Sinai.
33 Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o seu rosto.
34 Porém, entrando Moisés perante o Senhor, para falar com ele, tirava o véu até sair; e, saindo, falava com os filhos de Israel o que lhe era ordenado.
35 Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que resplandecia a pele do seu rosto; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com ele.
Êxodo 34:27-35
Não é possível estar em contato com Deus, desfrutar das revelações de Sua graça, sem que haja uma negação de si mesmo externamente. A face de Moisés brilhava, embora ele mesmo não soubesse disso. Através da alegria em sua face, cada filho de Deus deveria naturalmente manifestar às pessoas à sua volta a felicidade que possui. Que o mundo veja em nós algum reflexo do amor de Jesus! Paulo explica aos coríntios por que Moisés colocou um véu sobre sua face. Antes de o Senhor descer à terra, nem mesmo o reflexo da glória divina podia ser suportado pelo homem pecador e precisava ser ocultado. Mas o véu, “em Cristo, é removido”. De fato, quando Jesus veio, Deus pôde finalmente ser visto nEle em toda a glória de Sua graça. Conseqüentemente, contemplamos agora, pela fé, o Senhor Jesus com a face descoberta e somos transformados moralmente passo a passo na Sua gloriosa imagem (2 Coríntios 3:14-18).
Outro privilégio de Moisés foi “falar com ele” (v. 35). Esta expressão ocorre três vezes nestes poucos versículos. Que honra para este homem de Deus, e que prova de íntimo relacionamento com Deus! Não há uma ligação entre o fato de uma comunhão ininterrupta com o Senhor e uma face irradiante? Que Deus nos capacite a compreender tanto uma como outra!
Que DEUS abençoe a todo.
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