Terça-feira 6 Abril
Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz… Aprovando o que é agradável ao Senhor (Efésios 5:8,10).
Fazendo a própria obra ou a obra de Deus?
As crianças geralmente começam a andar por volta de um ano de idade. Mas são necessários alguns anos até que possam desenvolver plenamente a habilidade manual para desenhar ou cortar algo com a tesoura, por exemplo.
Isso é algo muito similar ao que acontece com o desenvolvimento espiritual normal dos filhos de Deus. Primeiro os crentes colocam sua fé no Senhor, depois têm de aprender a andar com Ele. Esse relacionamento deve preceder as atividades e as boas obras. No entanto, como é comum os jovens crentes desejarem fazer algo pequeno e até mesmo grande para o Senhor antes de aprenderem a viver como cristãos no mundo.
Não devemos ser inativos como filhos de Deus. Tendo em vista o número de pessoas que ainda não se reconciliaram com Deus, certamente precisamos ser “firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor” (1 Coríntios 15:58).
Temos de nos perguntar: Tenho um relacionamento sólido com Deus? A obra que faço para Ele está de acordo com a vontade e a mente do próprio Deus? Estou realmente fazendo a tarefa que Ele designou para mim? O que faço é fruto do meu relacionamento com o Senhor Jesus? Se todas as respostas forem sim, então tudo está em ordem. Se não, você está se esforçando em vão, está fazendo a sua própria obra e não a do Senhor. A conseqüência final disso? Você está edificando com “madeira, feno, palha” (1 Coríntios 3:12), materiais que não resistem ao fogo quando chegar o tempo em que todas as obras forem julgadas. Nossas obras têm de ser resultado de uma íntima comunhão com o Senhor e Mestre. Somente assim teremos Sua aprovação e a bênção dEle nos acompanhará.
Que DEUS abençoe a todos.
terça-feira, 6 de abril de 2010
1 João 2.15-16
6 de Abril
"Não ameis o mundo nem as cousas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo." (1 João 2.15-16)
Se temos em mente a quarta conseqüência da morte de Jesus por nós, então também devemos nos perguntar quem é, afinal, o dominador, o deus do mundo em que vivemos. O deus deste mundo é Satanás. Mas justamente bem no centro deste mundo, o Filho de Deus morreu e venceu Satanás. Portanto, aquele que crê na crucificação e na morte de Jesus também deve se considerar crucificado e morto para as coisas do mundo, e protegido do espírito que o rege. Essa é a finalidade da morte de Jesus, como diz Gálatas 1.4: "...o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai." Você não acha terrível que ainda existam cristãos que se recusem a se separar e afastar deste mundo perdido? Qualquer entrelaçamento e mistura consciente com o espírito e com a maneira de pensar deste mundo significa crucificar Jesus outra vez. Ao tornar-se crente, a pessoa entra numa nova dimensão através do renascimento, pois está escrito: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." Na prática, apesar de continuarmos vivendo neste mundo, pelo poder da morte de Jesus não mais fazemos parte dele.
Que DEUS abençoe a todos.
"Não ameis o mundo nem as cousas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo." (1 João 2.15-16)
Se temos em mente a quarta conseqüência da morte de Jesus por nós, então também devemos nos perguntar quem é, afinal, o dominador, o deus do mundo em que vivemos. O deus deste mundo é Satanás. Mas justamente bem no centro deste mundo, o Filho de Deus morreu e venceu Satanás. Portanto, aquele que crê na crucificação e na morte de Jesus também deve se considerar crucificado e morto para as coisas do mundo, e protegido do espírito que o rege. Essa é a finalidade da morte de Jesus, como diz Gálatas 1.4: "...o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai." Você não acha terrível que ainda existam cristãos que se recusem a se separar e afastar deste mundo perdido? Qualquer entrelaçamento e mistura consciente com o espírito e com a maneira de pensar deste mundo significa crucificar Jesus outra vez. Ao tornar-se crente, a pessoa entra numa nova dimensão através do renascimento, pois está escrito: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." Na prática, apesar de continuarmos vivendo neste mundo, pelo poder da morte de Jesus não mais fazemos parte dele.
Que DEUS abençoe a todos.
1 Pedro 4:12-19
1 Pedro 4.12-19
12 Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo;
13 pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando.
14 Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus.
15 Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem;
16 mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.
17 Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?
18 E, se é com dificuldade que o justo é salvo, onde vai comparecer o ímpio, sim, o pecador?
19 Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem a sua alma ao fiel Criador, na prática do bem.
1 Pedro 4:12-19
No céu, não cansaremos de meditar nos sofrimentos do Senhor Jesus; eles serão o inesgotável tema de nossa canção. Contudo, a oportunidade de participar destes sofrimentos aqui na terra terá acabado. Sofrer com Cristo é uma experiência mais íntima e mais intensa do que sofrer por Ele. Participar de Suas dores, conhecer a ingratidão, o desprezo, a contradição, a injúria (v. 14), a ostensiva oposição que Ele encontrou, é realmente conhecê-LO em todos os sentimentos que teve. O desejo ardente de Paulo era "o conhecer... e a comunhão dos seus sofrimentos..." (Filipenses 3:10). Mas existe um tipo de aflição que Cristo não podia experimentar: a aflição dos que praticam o mal. Não podemos escapar das conseqüências de nossos erros. Um cristão desonesto colherá o que semeou e se ele se meter em negócio alheio poderá ser punido. A parte mais triste não é a confusão em que nos metemos, mas a desonra atribuída ao nome do Senhor. Por outro lado, sofrer como cristão, a saber, como Cristo sofreu, equivale a glorificar a Deus com esse nome maravilhoso (v. 16; Atos 4:17, 21).
Que DEUS abençoe a todos.
12 Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo;
13 pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando.
14 Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus.
15 Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem;
16 mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.
17 Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?
18 E, se é com dificuldade que o justo é salvo, onde vai comparecer o ímpio, sim, o pecador?
19 Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem a sua alma ao fiel Criador, na prática do bem.
1 Pedro 4:12-19
No céu, não cansaremos de meditar nos sofrimentos do Senhor Jesus; eles serão o inesgotável tema de nossa canção. Contudo, a oportunidade de participar destes sofrimentos aqui na terra terá acabado. Sofrer com Cristo é uma experiência mais íntima e mais intensa do que sofrer por Ele. Participar de Suas dores, conhecer a ingratidão, o desprezo, a contradição, a injúria (v. 14), a ostensiva oposição que Ele encontrou, é realmente conhecê-LO em todos os sentimentos que teve. O desejo ardente de Paulo era "o conhecer... e a comunhão dos seus sofrimentos..." (Filipenses 3:10). Mas existe um tipo de aflição que Cristo não podia experimentar: a aflição dos que praticam o mal. Não podemos escapar das conseqüências de nossos erros. Um cristão desonesto colherá o que semeou e se ele se meter em negócio alheio poderá ser punido. A parte mais triste não é a confusão em que nos metemos, mas a desonra atribuída ao nome do Senhor. Por outro lado, sofrer como cristão, a saber, como Cristo sofreu, equivale a glorificar a Deus com esse nome maravilhoso (v. 16; Atos 4:17, 21).
Que DEUS abençoe a todos.
Gênesis 36:1-28
Gênesis 36:1-28
1 E ESTAS são as gerações de Esaú (que é Edom).
2 Esaú tomou suas mulheres das filhas de Canaã; a Ada, filha de Elom, heteu, e a Aolibama, filha de Aná, filho de Zibeão, heveu.
3 E a Basemate, filha de Ismael, irmã de Nebaiote.
4 E Ada teve de Esaú a Elifaz; e Basemate teve a Reuel;
5 E Aolibama deu à luz a Jeús, Jalão e Coré; estes são os filhos de Esaú, que lhe nasceram na terra de Canaã.
6 E Esaú tomou suas mulheres, e seus filhos, e suas filhas, e todas as almas de sua casa, e seu gado, e todos os seus animais, e todos os seus bens, que havia adquirido na terra de Canaã; e foi para outra terra apartando-se de Jacó, seu irmão;
7 Porque os bens deles eram muitos para habitarem juntos; e a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado.
8 Portanto Esaú habitou na montanha de Seir; Esaú é Edom.
9 Estas, pois, são as gerações de Esaú, pai dos edomeus, na montanha de Seir.
10 Estes são os nomes dos filhos de Esaú: Elifaz, filho de Ada, mulher de Esaú; Reuel, filho de Basemate, mulher de Esaú.
11 E os filhos de Elifaz foram: Temã, Omar, Zefô, Gaetã e Quenaz.
12 E Timna era concubina de Elifaz, filho de Esaú, e teve de Elifaz a Amaleque. Estes são os filhos de Ada, mulher de Esaú.
13 E estes foram os filhos de Reuel: Naate, Zerá, Samá e Mizá; estes foram os filhos de Basemate, mulher de Esaú.
14 E estes foram os filhos de Aolibama, mulher de Esaú, filha de Aná, filho de Zibeão; ela teve de Esaú: Jeús, Jalão e Coré.
15 Estes são os príncipes dos filhos de Esaú: os filhos de Elifaz, o primogênito de Esaú, o príncipe Temã, o príncipe Omar, o príncipe Zefô, o príncipe Quenaz.
16 O príncipe Coré, o príncipe Gaetã, o príncipe Amaleque; estes são os príncipes de Elifaz na terra de Edom; estes são os filhos de Ada.
17 E estes são os filhos de Reuel, filhos de Esaú: o príncipe Naate, o príncipe Zerá, o príncipe Samá, o príncipe Mizá; estes são os príncipes de Reuel, na terra de Edom; estes são os filhos de Basemate, mulher de Esaú.
18 E estes são os filhos de Aolibama, mulher de Esaú: o príncipe Jeús, o príncipe Jalão, o príncipe Coré; estes são os príncipes de Aolibama, filha de Aná, mulher de Esaú.
19 Estes são os filhos de Esaú, e estes são seus príncipes: Ele é Edom.
20 Estes são os filhos de Seir, horeu, moradores daquela terra: Lotã, Sobal, Zibeão e Aná,
21 Disom, Eser e Disã; estes são os príncipes dos horeus, filhos de Seir, na terra de Edom.
22 E os filhos de Lotã foram Hori e Homã; e a irmã de Lotã era Timna.
23 Estes são os filhos de Sobal: Alvã, Manaate, Ebal, Sefô e Onã.
24 E estes são os filhos de Zibeão: Aiá e Aná; este é o Aná que achou as fontes termais no deserto, quando apascentava os jumentos de Zibeão, seu pai.
25 E estes são os filhos de Aná: Disom e Aolibama, a filha de Aná.
26 E estes são os filhos de Disã: Hendã, Esbã, Itrã e Querã.
27 Estes são os filhos de Eser: Bilã, Zaavã e Acã.
28 Estes são os filhos de Disã: Uz e Arã.
Gênesis 36:1-28
A família de Jacó está agora completa com o nascimento de Benjamim (35:24). Mas paralelamente a família de Esaú também está prosperando. Inclui numerosos príncipes como também reis (vv. 15-19). Alguns jovens estão ávidos por se tornarem líderes, mas quanto é melhor obedecer ao Senhor e servir os Seus do que ter autoridade sobre um grande número de pessoas. O Senhor ensina este princípio a Seus discípulos: "Sabeis que os julgam ser príncipes das gentes delas se assenhoreiam, e os seus grandes usam de autoridade sobre; elas mas entre vós não será assim; antes… qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será servo de todos" (Marcos 10:42-44).
Entre os poderosos mencionados neste capítulo, um deles "achou as caldas no deserto", uma figura de todas as decepções deste mundo e daquilo que nunca saciará a sede de alguém (v. 24). Outro, Amaleque, se tornaria um dos mais encarniçados inimigos de Israel, e com o qual o povo terá de lidar durante toda a sua história.
O final do versículo 8 nos recorda que Esaú é Edom! O nome de Jacó, o enganador, fora mudado para Israel, que quer dizer o príncipe de Deus, enquanto o nome de Esaú fora mudado para Edom (25:30), o qual significa "vermelho". Que terrível ironia! Este homem e seus descendentes, de geração em geração, foram condenados a levar o nome de um prato de comida pelo qual ele trocou a sua bênção.
Que DEUS abençoe a todos.
1 E ESTAS são as gerações de Esaú (que é Edom).
2 Esaú tomou suas mulheres das filhas de Canaã; a Ada, filha de Elom, heteu, e a Aolibama, filha de Aná, filho de Zibeão, heveu.
3 E a Basemate, filha de Ismael, irmã de Nebaiote.
4 E Ada teve de Esaú a Elifaz; e Basemate teve a Reuel;
5 E Aolibama deu à luz a Jeús, Jalão e Coré; estes são os filhos de Esaú, que lhe nasceram na terra de Canaã.
6 E Esaú tomou suas mulheres, e seus filhos, e suas filhas, e todas as almas de sua casa, e seu gado, e todos os seus animais, e todos os seus bens, que havia adquirido na terra de Canaã; e foi para outra terra apartando-se de Jacó, seu irmão;
7 Porque os bens deles eram muitos para habitarem juntos; e a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado.
8 Portanto Esaú habitou na montanha de Seir; Esaú é Edom.
9 Estas, pois, são as gerações de Esaú, pai dos edomeus, na montanha de Seir.
10 Estes são os nomes dos filhos de Esaú: Elifaz, filho de Ada, mulher de Esaú; Reuel, filho de Basemate, mulher de Esaú.
11 E os filhos de Elifaz foram: Temã, Omar, Zefô, Gaetã e Quenaz.
12 E Timna era concubina de Elifaz, filho de Esaú, e teve de Elifaz a Amaleque. Estes são os filhos de Ada, mulher de Esaú.
13 E estes foram os filhos de Reuel: Naate, Zerá, Samá e Mizá; estes foram os filhos de Basemate, mulher de Esaú.
14 E estes foram os filhos de Aolibama, mulher de Esaú, filha de Aná, filho de Zibeão; ela teve de Esaú: Jeús, Jalão e Coré.
15 Estes são os príncipes dos filhos de Esaú: os filhos de Elifaz, o primogênito de Esaú, o príncipe Temã, o príncipe Omar, o príncipe Zefô, o príncipe Quenaz.
16 O príncipe Coré, o príncipe Gaetã, o príncipe Amaleque; estes são os príncipes de Elifaz na terra de Edom; estes são os filhos de Ada.
17 E estes são os filhos de Reuel, filhos de Esaú: o príncipe Naate, o príncipe Zerá, o príncipe Samá, o príncipe Mizá; estes são os príncipes de Reuel, na terra de Edom; estes são os filhos de Basemate, mulher de Esaú.
18 E estes são os filhos de Aolibama, mulher de Esaú: o príncipe Jeús, o príncipe Jalão, o príncipe Coré; estes são os príncipes de Aolibama, filha de Aná, mulher de Esaú.
19 Estes são os filhos de Esaú, e estes são seus príncipes: Ele é Edom.
20 Estes são os filhos de Seir, horeu, moradores daquela terra: Lotã, Sobal, Zibeão e Aná,
21 Disom, Eser e Disã; estes são os príncipes dos horeus, filhos de Seir, na terra de Edom.
22 E os filhos de Lotã foram Hori e Homã; e a irmã de Lotã era Timna.
23 Estes são os filhos de Sobal: Alvã, Manaate, Ebal, Sefô e Onã.
24 E estes são os filhos de Zibeão: Aiá e Aná; este é o Aná que achou as fontes termais no deserto, quando apascentava os jumentos de Zibeão, seu pai.
25 E estes são os filhos de Aná: Disom e Aolibama, a filha de Aná.
26 E estes são os filhos de Disã: Hendã, Esbã, Itrã e Querã.
27 Estes são os filhos de Eser: Bilã, Zaavã e Acã.
28 Estes são os filhos de Disã: Uz e Arã.
Gênesis 36:1-28
A família de Jacó está agora completa com o nascimento de Benjamim (35:24). Mas paralelamente a família de Esaú também está prosperando. Inclui numerosos príncipes como também reis (vv. 15-19). Alguns jovens estão ávidos por se tornarem líderes, mas quanto é melhor obedecer ao Senhor e servir os Seus do que ter autoridade sobre um grande número de pessoas. O Senhor ensina este princípio a Seus discípulos: "Sabeis que os julgam ser príncipes das gentes delas se assenhoreiam, e os seus grandes usam de autoridade sobre; elas mas entre vós não será assim; antes… qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será servo de todos" (Marcos 10:42-44).
Entre os poderosos mencionados neste capítulo, um deles "achou as caldas no deserto", uma figura de todas as decepções deste mundo e daquilo que nunca saciará a sede de alguém (v. 24). Outro, Amaleque, se tornaria um dos mais encarniçados inimigos de Israel, e com o qual o povo terá de lidar durante toda a sua história.
O final do versículo 8 nos recorda que Esaú é Edom! O nome de Jacó, o enganador, fora mudado para Israel, que quer dizer o príncipe de Deus, enquanto o nome de Esaú fora mudado para Edom (25:30), o qual significa "vermelho". Que terrível ironia! Este homem e seus descendentes, de geração em geração, foram condenados a levar o nome de um prato de comida pelo qual ele trocou a sua bênção.
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
João 5:28-29
Segunda-feira 5 Abril
Vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação (João 5:28-29).
Onde os ímpios são enterrados?
O avô e seu neto de doze anos andaram pelo cemitério em silêncio. O ancião gostava de visitar o túmulo de seus parentes e amigos. Aqui e ali parava pensativo enquanto lia as inscrições nas lápides.
O garoto também parecia pensar em algo sério. De repente, fez uma pergunta para o avô que o embaraçou. “Vovô, onde estão enterradas todas as pessoas más?” – “Por que você está me perguntando isso, meu neto?” – “Nas lápides nunca está escrito nada de errado que essas pessoas fizeram!”
O avô resmungou algo sobre ter respeito aos mortos, mas isso não satisfez o neto nem a ele mesmo.
Essa é uma questão que merece ser analisada. Como humanos, não temos o direito de espalhar aos quatro ventos os erros de nossos semelhantes, pois também pecamos. De que adianta todas as boas obras que fizemos durante nossa vida inteira, se as más obras não forem expiadas? De acordo com o veredito de Deus, “todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só” (Romanos 3:12).
Mas a graça divina encontrou um meio para perdoar os pecados. A primeira boa obra que Deus pode reconhecer na vida de alguém é quando tal pessoa crê no Senhor Jesus Cristo, que veio ao mundo para salvar os pecadores. Então, tendo os pecados perdoados, podemos fazer o bem, por termos sido “criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10).
Que DEUS abencoe a todos.
Vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação (João 5:28-29).
Onde os ímpios são enterrados?
O avô e seu neto de doze anos andaram pelo cemitério em silêncio. O ancião gostava de visitar o túmulo de seus parentes e amigos. Aqui e ali parava pensativo enquanto lia as inscrições nas lápides.
O garoto também parecia pensar em algo sério. De repente, fez uma pergunta para o avô que o embaraçou. “Vovô, onde estão enterradas todas as pessoas más?” – “Por que você está me perguntando isso, meu neto?” – “Nas lápides nunca está escrito nada de errado que essas pessoas fizeram!”
O avô resmungou algo sobre ter respeito aos mortos, mas isso não satisfez o neto nem a ele mesmo.
Essa é uma questão que merece ser analisada. Como humanos, não temos o direito de espalhar aos quatro ventos os erros de nossos semelhantes, pois também pecamos. De que adianta todas as boas obras que fizemos durante nossa vida inteira, se as más obras não forem expiadas? De acordo com o veredito de Deus, “todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só” (Romanos 3:12).
Mas a graça divina encontrou um meio para perdoar os pecados. A primeira boa obra que Deus pode reconhecer na vida de alguém é quando tal pessoa crê no Senhor Jesus Cristo, que veio ao mundo para salvar os pecadores. Então, tendo os pecados perdoados, podemos fazer o bem, por termos sido “criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10).
Que DEUS abencoe a todos.
Colossenses 1.21-22
5 de Abril
"E a vós outros também, que outrora éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte..." (Colossenses 1.21-22)
Aqui temos a terceira conseqüência da morte de Jesus: a relação com a nossa culpa. Se Romanos 5.10 diz que somos reconciliados com Deus pela morte de Seu Filho, então perguntamos: mas o que acontece com nossos incontáveis pecados que praticamos? Diante dessa questão, eu fico imensamente grato a Deus por termos na Bíblia a passagem de 1 Coríntios 15.3, que fala expressamente no plural: "...que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras." Por isso você e eu podemos saber com absoluta certeza: a morte, o sangue de Jesus derramado apagou toda a nossa grande culpa. A esse respeito lemos em Colossenses 2.13-14: "...perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós..." Isso não é maravilhoso? O sangue imaculado do Filho de Deus apaga os nossos pecados, e de tal maneira como se nossos pecados nunca tivessem existido! O próprio Deus pagou o mais alto preço com o sangue de Seu próprio Filho amado! Por isso, as Escrituras repetem tantas vezes que Ele "morreu por nós" e que "...Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios."
Que DEUS abencoe a todos.
"E a vós outros também, que outrora éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte..." (Colossenses 1.21-22)
Aqui temos a terceira conseqüência da morte de Jesus: a relação com a nossa culpa. Se Romanos 5.10 diz que somos reconciliados com Deus pela morte de Seu Filho, então perguntamos: mas o que acontece com nossos incontáveis pecados que praticamos? Diante dessa questão, eu fico imensamente grato a Deus por termos na Bíblia a passagem de 1 Coríntios 15.3, que fala expressamente no plural: "...que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras." Por isso você e eu podemos saber com absoluta certeza: a morte, o sangue de Jesus derramado apagou toda a nossa grande culpa. A esse respeito lemos em Colossenses 2.13-14: "...perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós..." Isso não é maravilhoso? O sangue imaculado do Filho de Deus apaga os nossos pecados, e de tal maneira como se nossos pecados nunca tivessem existido! O próprio Deus pagou o mais alto preço com o sangue de Seu próprio Filho amado! Por isso, as Escrituras repetem tantas vezes que Ele "morreu por nós" e que "...Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios."
Que DEUS abencoe a todos.
1 Pedro 4:1-11
1 Pedro 4.1-11
1 Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado,
2 para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus.
3 Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias.
4 Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão,
5 os quais hão de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos;
6 pois, para este fim, foi o evangelho pregado também a mortos, para que, mesmo julgados na carne segundo os homens, vivam no espírito segundo Deus.
7 Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.
8 Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados.
9 Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração.
10 Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
11 Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça -o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém
1 Pedro 4:1-11
O Senhor Jesus fatigou-se grandemente com o pecado que teve de enfrentar. Ele agora descansa após ter vencido o pecado por meio de Sua morte. Da mesma forma, o cristão deve acabar com as paixões dos homens. Queridos amigos, não nos basta o tempo precioso que desperdiçamos, antes de nossa conversão, no nadar insensato rumo à morte? Vivamos agora o resto de nossa vida "segundo a vontade de Deus". Nosso novo comportamento certamente contrastará com o do mundo ao nosso redor. O mundo estranhará a nossa abstenção dos prazeres corruptos. Sofreremos pressão, seremos motivos de chacota e dirão coisas horríveis a nosso respeito. Por quê? Porque o mundo se sente condenado pela nossa separação, visto que serão condenados pelo grande Juiz (v. 5). Justamente por causa da iminência deste julgamento é que devemos controlar nossa conduta, buscando a moderação, a vigilância, a oração e o amor fervoroso (final do versículo 22 do capítulo 1). O amor, por sua vez, é expresso de várias maneiras: buscando a restauração de nossos irmãos (final do v. 8), sendo hospitaleiros sem murmuração, usando os dons da multiforme graça de Deus para o benefício mútuo. É dessa forma que, no céu, o Senhor Jesus segue glorificando ao Pai aqui na Terra (este é o Seu maior desejo) por meio da vida dos Seus remidos (v. 11; João 17:4, 11 e 15:8).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado,
2 para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus.
3 Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias.
4 Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão,
5 os quais hão de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos;
6 pois, para este fim, foi o evangelho pregado também a mortos, para que, mesmo julgados na carne segundo os homens, vivam no espírito segundo Deus.
7 Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.
8 Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados.
9 Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração.
10 Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
11 Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça -o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém
1 Pedro 4:1-11
O Senhor Jesus fatigou-se grandemente com o pecado que teve de enfrentar. Ele agora descansa após ter vencido o pecado por meio de Sua morte. Da mesma forma, o cristão deve acabar com as paixões dos homens. Queridos amigos, não nos basta o tempo precioso que desperdiçamos, antes de nossa conversão, no nadar insensato rumo à morte? Vivamos agora o resto de nossa vida "segundo a vontade de Deus". Nosso novo comportamento certamente contrastará com o do mundo ao nosso redor. O mundo estranhará a nossa abstenção dos prazeres corruptos. Sofreremos pressão, seremos motivos de chacota e dirão coisas horríveis a nosso respeito. Por quê? Porque o mundo se sente condenado pela nossa separação, visto que serão condenados pelo grande Juiz (v. 5). Justamente por causa da iminência deste julgamento é que devemos controlar nossa conduta, buscando a moderação, a vigilância, a oração e o amor fervoroso (final do versículo 22 do capítulo 1). O amor, por sua vez, é expresso de várias maneiras: buscando a restauração de nossos irmãos (final do v. 8), sendo hospitaleiros sem murmuração, usando os dons da multiforme graça de Deus para o benefício mútuo. É dessa forma que, no céu, o Senhor Jesus segue glorificando ao Pai aqui na Terra (este é o Seu maior desejo) por meio da vida dos Seus remidos (v. 11; João 17:4, 11 e 15:8).
Que DEUS abençoe a todos.
Gênesis 35:16-29
Gênesis 35:16-29
16 E partiram de Betel; e havia ainda um pequeno espaço de terra para chegar a Efrata, e deu à luz Raquel, e ela teve trabalho em seu parto.
17 E aconteceu que, tendo ela trabalho em seu parto, lhe disse a parteira: Não temas, porque também este filho terás.
18 E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu), chamou-lhe Benoni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim.
19 Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata; que é Belém.
20 E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje.
21 Então partiu Israel, e estendeu a sua tenda além de Migdal Eder.
22 E aconteceu que, habitando Israel naquela terra, foi Rúben e deitou-se com Bila, concubina de seu pai; e Israel o soube. E eram doze os filhos de Jacó.
23 Os filhos de Lia: Rúben, o primogênito de Jacó, depois Simeão e Levi, e Judá, e Issacar e Zebulom;
24 Os filhos de Raquel: José e Benjamim;
25 E os filhos de Bila, serva de Raquel: Dã e Naftali;
26 E os filhos de Zilpa, serva de Lia: Gade e Aser. Estes são os filhos de Jacó, que lhe nasceram em Padã-Arã.
27 E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque.
28 E foram os dias de Isaque cento e oitenta anos.
29 E Isaque expirou, e morreu, e foi recolhido ao seu povo, velho e farto de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.
Gênesis 35:16-29
Esta é uma nova fase na vida de Jacó. Durante sua peregrinação, acontecem simultaneamente o nascimento de Benjamim e a morte de Raquel. Na jornada cristã também se alternam alegrias e tristezas. Como Jacó, o cristão pode "levantar colunas" — erigir marcos memoriais (vv. 14, 20).
Cada um dos nomes dado à criança nos fala do Senhor Jesus. Benoni, o filho de minha aflição, é o nome dAquele que Israel pranteará "como quem pranteia por um unigênito" (Zacarias 12:10). É o nome dAquele que fora afligido na terra, Homem de dores, que Se submeteu ao sofrimento. Mas ao mesmo tempo Ele é o verdadeiro Benjamim, o Filho à destra de Deus, a quem foi dito da parte de Deus: "Assenta-te à minha direita" (Salmo 110:1, um versículo citado muitas vezes no Novo Testamento). Os dois nomes são inseparáveis e atribuídos à mesma pessoa. Eles nos lembram que os sofrimentos e as glórias de Cristo não pode ser separados (1 Pedro 1:11).
Ainda outro nome em nossa leitura nos faz pensar em Jesus: Belém (v. 19), onde o Salvador deveria nascer. Ali está a sepultura de Raquel, o lugar de grande pranto mencionado no começo do evangelho de Mateus (2:18), mas também o lugar onde haveria de ser anunciado o maior motivo de alegria de todos os tempos (Lucas 2:10-11).
Que DEUS abencoe a todos.
16 E partiram de Betel; e havia ainda um pequeno espaço de terra para chegar a Efrata, e deu à luz Raquel, e ela teve trabalho em seu parto.
17 E aconteceu que, tendo ela trabalho em seu parto, lhe disse a parteira: Não temas, porque também este filho terás.
18 E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu), chamou-lhe Benoni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim.
19 Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata; que é Belém.
20 E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje.
21 Então partiu Israel, e estendeu a sua tenda além de Migdal Eder.
22 E aconteceu que, habitando Israel naquela terra, foi Rúben e deitou-se com Bila, concubina de seu pai; e Israel o soube. E eram doze os filhos de Jacó.
23 Os filhos de Lia: Rúben, o primogênito de Jacó, depois Simeão e Levi, e Judá, e Issacar e Zebulom;
24 Os filhos de Raquel: José e Benjamim;
25 E os filhos de Bila, serva de Raquel: Dã e Naftali;
26 E os filhos de Zilpa, serva de Lia: Gade e Aser. Estes são os filhos de Jacó, que lhe nasceram em Padã-Arã.
27 E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque.
28 E foram os dias de Isaque cento e oitenta anos.
29 E Isaque expirou, e morreu, e foi recolhido ao seu povo, velho e farto de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.
Gênesis 35:16-29
Esta é uma nova fase na vida de Jacó. Durante sua peregrinação, acontecem simultaneamente o nascimento de Benjamim e a morte de Raquel. Na jornada cristã também se alternam alegrias e tristezas. Como Jacó, o cristão pode "levantar colunas" — erigir marcos memoriais (vv. 14, 20).
Cada um dos nomes dado à criança nos fala do Senhor Jesus. Benoni, o filho de minha aflição, é o nome dAquele que Israel pranteará "como quem pranteia por um unigênito" (Zacarias 12:10). É o nome dAquele que fora afligido na terra, Homem de dores, que Se submeteu ao sofrimento. Mas ao mesmo tempo Ele é o verdadeiro Benjamim, o Filho à destra de Deus, a quem foi dito da parte de Deus: "Assenta-te à minha direita" (Salmo 110:1, um versículo citado muitas vezes no Novo Testamento). Os dois nomes são inseparáveis e atribuídos à mesma pessoa. Eles nos lembram que os sofrimentos e as glórias de Cristo não pode ser separados (1 Pedro 1:11).
Ainda outro nome em nossa leitura nos faz pensar em Jesus: Belém (v. 19), onde o Salvador deveria nascer. Ali está a sepultura de Raquel, o lugar de grande pranto mencionado no começo do evangelho de Mateus (2:18), mas também o lugar onde haveria de ser anunciado o maior motivo de alegria de todos os tempos (Lucas 2:10-11).
Que DEUS abencoe a todos.
domingo, 4 de abril de 2010
Salmo 22:21-22
Domingo 4 Abril
Ouviste-me, das pontas dos bois selvagens. Então declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação (Salmo 22:21-22).
Agradecer a Deus por Cristo
Quando as três horas de trevas acabaram e passou o tempo em que Deus O abandonou, chegou o momento da libertação do Senhor Jesus, quando foi salvo da boca do leão. Aqui entramos na esfera dos imensuráveis resultados da obra do Calvário.
O primeiro deles é a adoração de Cristo ao Deus que O libertara. Em meio aos santos, o Senhor Jesus louva a Deus por salvá-Lo de tal agonia e nos encoraja a tomar parte nessa adoração pelo fato do Pai tê-Lo ressuscitado. Provavelmente, não pensamos muito nisso. Temos, sim, de agradecer a Deus por ter salvo o Senhor Jesus da morte. Se Deus não fizesse isso, não haveria salvação, não haveria nada!
Se tivéssemos mais sensibilidade para compreender o horrendo teste pelo qual Cristo passou, por Seus sofrimentos, Seu desamparo, Seu abandono, essa nota de adoração certamente estaria mais presente em nossa vida. Louvamos a Deus pelo o que Ele fez por nós, mas quase nunca O agradecemos pelo o que Ele fez a Cristo!
Que DEUS abencoe a todos.
Ouviste-me, das pontas dos bois selvagens. Então declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação (Salmo 22:21-22).
Agradecer a Deus por Cristo
Quando as três horas de trevas acabaram e passou o tempo em que Deus O abandonou, chegou o momento da libertação do Senhor Jesus, quando foi salvo da boca do leão. Aqui entramos na esfera dos imensuráveis resultados da obra do Calvário.
O primeiro deles é a adoração de Cristo ao Deus que O libertara. Em meio aos santos, o Senhor Jesus louva a Deus por salvá-Lo de tal agonia e nos encoraja a tomar parte nessa adoração pelo fato do Pai tê-Lo ressuscitado. Provavelmente, não pensamos muito nisso. Temos, sim, de agradecer a Deus por ter salvo o Senhor Jesus da morte. Se Deus não fizesse isso, não haveria salvação, não haveria nada!
Se tivéssemos mais sensibilidade para compreender o horrendo teste pelo qual Cristo passou, por Seus sofrimentos, Seu desamparo, Seu abandono, essa nota de adoração certamente estaria mais presente em nossa vida. Louvamos a Deus pelo o que Ele fez por nós, mas quase nunca O agradecemos pelo o que Ele fez a Cristo!
Que DEUS abencoe a todos.
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