quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Lucas 21:13-14

Quinta-feira 24 Dezembro

E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens! (Lucas 21:13-14).

O NASCIMENTO DE CRISTO
Entre os cristãos, a história do nascimento de Cristo relatado no Evangelho de Lucas certamente é a mais conhecida da Bíblia. É o tema de inúmeros cânticos religiosos, imagens e representações. Portanto, corremos o risco de perder de vista o profundo significado dessa narração e o extraordinário desse acontecimento.

Na pequena cidade de Belém aconteceu o inconcebível para nós: o Filho de Deus Se tornou homem. Deus Se revelou na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo! A “plenitude dos tempos” havia chegado e “Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gálatas 4:4). Foi o sinal para que uma grande quantidade de anjos rompesse em louvor, do qual ressaltamos a expressão: “Boa vontade para com os homens!”

A multidão de hostes celestiais reconhece que Deus “não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão” (Hebreus 2:16). Os homens, que desonraram a Deus desde o pecado original, menosprezaram Seus mandamentos e se obstinaram em fazer a própria vontade, no entanto, o homem perdido era o objeto dos pensamentos divinos.

O Filho de Deus não tomou a forma de um anjo, mas de um verdadeiro ser humano, para salvar por meio de Seu sacrifício na cruz toda a humanidade caída e separada de Deus. Deus poderia dar maior prova de “boa vontade para com os homens”?

Que DEUS abençoe a todos.

Mateus 2.5

24 de Dezembro

"Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta." Mateus 2.5

Nesses dias de Natal, tem-se a impressão de que milhões de pessoas crêem firmemente no cumprimento da profecia bíblica que fala da primeira vinda de Jesus. Mas é interessante observar que essas mesmas pessoas têm dificuldades em crer que hoje, em nossos dias, se cumprem profecias feitas por Deus! É verdade que muitos crêem na Palavra de Deus, mas não crêem no seu cumprimento. A História se repete: por ocasião do nascimento de Jesus, os sumo sacerdotes e escribas criam com fidelidade ferrenha na Palavra de Deus e em seu cumprimento, e até a citaram para responder prontamente quando Herodes timidamente lhes perguntou onde Jesus deveria nascer. "Em Belém da Judéia", disseram eles. Mas, por outro lado, se negavam a crer que esta promessa poderia estar se cumprindo bem naquele instante. Um exemplo bem oposto são os sábios do Oriente, que não conheciam as Escrituras, porém viram a luz, e, com toda a certeza em seus corações, seguiram a estrela, e, chegando finalmente em Jerusalém, perguntaram: "Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no Oriente." Os crentes daquela época criam nas Escrituras, mas não criam no seu cumprimento; os gentios ignorantes, pelo contrário, tinham a luz, creram nela, seguiram-na e encontraram Jesus! Assim aconteceu na primeira vinda de Jesus, e acontece ainda hoje: "...muitos primeiros serão últimos: e os últimos, primeiros."

Que DEUS abençoe a todeos.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Jeremias 15:16

O Poder que Transforma Vidas
O poder da Palavra de Deus, ao longo dos tempos, tem transformado muitas vidas. Vidas, que aos nossos olhos, nunca poderiam ser salvas.

Quando a mensagem da Palavra de Deus é buscada, preenche os mais profundos anseios espirituais. Traz paz, alegria e gozo ao coração. O profeta Jeremias em seu livro no capítulo 15 e no versículo 16, assim escreveu: "Achadas as tuas palavras, logo as comi; e as tuas palavras foram gozo e alegria para o meu coração."

Foi exatamente essa a experiência que viveu Pedro Valdo. Ele era um rico comerciante vivendo na cidade de Lion na França por volta do ano 1170. Dono de uma grande fortuna e possuidor de muitos bens, no entanto sentia-se vazio e infeliz.

Depois de buscar vários caminhos, por fim alguém lhe recomendou que lesse a Bíblia. Sendo rico e influente, conseguiu adquirir um exemplar das Sagradas Escrituras. Naqueles dias, só os sacerdotes tinham esse privilégio.

Ao ler as páginas sagradas encontrou o que há tanto tempo procurava. Tamanha foi a alegria e felicidade que sentiu, que tomou uma decisão drástica. Colocou todos os seu bens à venda, separou apenas o suficiente para sua família viver dignamente e o restante dos recursos dedicou para a divulgação da Bíblia.

Contratou várias pessoas que copiavam à mão (pois naquele tempo não havia imprensa) as porções dos Evangelhos e estas eram distribuídas gratuitamente a todos quantos desejassem.

Posteriormente, os seguidores de Pedro Valdo, tornaram-se grandemente numerosos. Eles foram chamados de Valdenses, e também foram grandes defensores da Bíblia durante o amargo período da Inquisição.

Defenderam a Palavra de Deus pagando para isso um preço que envolveu dor, martírio, perseguição e morte. Porém, milhares e milhares de pessoas tiveram, a exemplo de Pedro Valdo, suas ansiedades aliviadas e encontraram gozo e alegria de viver.

Paulo escrevendo aos Efésios no capítulo 6 e versículo 17 define a Palavra de Deus como sendo a "espada do espírito". De posse desta espada, um monge chamado Martinho Lutero, lutou contra os erros, superstições e intolerâncias reinantes na Igreja Cristã. Surgia vitorioso o movimento da Reforma.

Lutero resgatou o verdadeiro lugar da Bíblia, que estava acorrentada nos baús dos mosteiros. Empunhando esta espada flamejante, trouxe luz a muitos que estavam encarcerados nas trevas.

Usando esta mesma espada, Jesus, quando tentando no deserto, venceu o diabo respondendo: "Está Escrito", apontando assim para o poder da Espada do Espírito. Como na vida de Jesus e Lutero, a Palavra de Deus, será uma arma poderosa para nos dar a vitória nas lutas desta vida.

Encontramos no Salmo 119 e verso 130 que "A revelação da Palavra de Deus esclarece, e dá entendimento aos simples."

Em 1787, o rei Jorge III, da Inglaterra enviou o navio Bounty (Bâunti) à ilha de Taiti, no Sul do Pacífico para buscar mudas de frutas.

Chisthiam Tletcher e outros companheiros que haviam se apaixonado pelas taitianas, e se amotinaram, tomaram o navio e colocaram o comandante junto com os seus fiéis num barco a vaguear pelo oceano.

Estes homen voltando ao Taiti, tomaram 10 mulheres e sairam à procura de um lugar seguro. Encontraram uma ilha que não estava nas rotas conhecidas, e ali se estabeleceram. Logo que chegaram queimaram o navio e começaram vida nova.

Não demorou muito e um dos marinheiros conseguiu extrair álcool de uma planta nativa. Não tardou para que a convivência deles se tornasse num cenário sangrento de lutas, brigas e mortes.

Passados 5 anos, todos os homens, exceto 2, estavam mortos. Um deles veio a falecer vítima de asma. Restaram as 10 mulheres, 23 crianças e Smith o último marinheiro.

Pensando na triste vida que haviam levado, Smith lembrou-se de em um baú tirado do navio, havia uma Bíblia. Lendo-a diariamente, Smith começou a experimentar uma completa transformação.

Arrependido, começou ensinar as mulheres e as crianças a ler e escrever, e também as preciosas lições do Evangelho e todos experimentaram a mesma transformação sentida por Smith.

Hoje , passados tantos anos, os quase 100 habitantes da ilha são cristãos. O precioso exemplar do Livro de Deus que transformou a ilha de um inferno num paraíso, pode também comunicar a cada um de nós sabedoria e entendimento, para vivermos uma vida feliz e cheia de significado.

Outro benefício que nos traz a Palavra de Deus é a comunicação do dom da fé. Paulo assim expressou: "E a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus." - Romanos 10:17.

Se queremos desfrutar de uma fé genuína, firme, inabalável, precisamos conhecer a Bíblia, e o Deus que ela nos revela.

A leitura da Bíblia preenche nossas necessidades espirituais. Ela traz gozo e alegria para o coração. Dá significado à existência e nos faz pessoas felizes.

A Palavra de Deus comunica sabedoria e entendimento. Isto não se refere apenas às questões espirituais, mas a todos aspectos da existência.

Mas acima de tudo, ela nos transmite fé, sem o que é impossível conhecermos a Deus. É esta fé que nos torna possuidores do maior tesouro que um ser humano pode obter.

Amigo, tome a decisão de separar um tempo cada dia para a leitura e estudo da Palavra de Deus. Faça desta prática um compromisso diário e você sentirá as bênçãos do Senhor sendo derramadas em sua vida.

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 9.15

23 de Dezembro

"Graças a Deus pelo seu dom inefável." 2 Coríntios 9.15

Ingratidão para com o Senhor é um grande pecado de omissão! Quantos motivos temos para Lhe agradecer! Mas o maior motivo de gratidão de nossa parte para com Deus é Seu Filho amado, que Ele entregou à morte maldita na cruz. Gratidão para com o Senhor é agradável a Deus, pois está escrito: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." Você já deu graças ao Senhor hoje? A medida de sua gratidão ao Senhor também determina a medida da vitória de Jesus em sua vida. Dar graças é a mais alta expressão de fé: "Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça." Mas são poucos os filhos de Deus que têm o hábito de agradecer a Deus e louvá-lO antes de Lhe fazerem seus pedidos e suas súplicas. Agradeça-Lhe em primeiro lugar, de todo o coração, pela salvação. Agradeça-Lhe que Ele o carregou e suportou até hoje. Dê graças por ter se tornado um filho de Deus, agradeça por Ele ter lhe dado o novo nascimento. O Senhor gosta de ouvir isso, e assim você estará fazendo a Sua vontade. Através do agradecimento, o Senhor é honrado, e você fica feliz e interiormente livre para interceder de maneira correta pelos outros diante do trono da graça.

Que DEUS abençoe a todos

Hebreus 2:17 e 18

Quarta-feira 23 Dezembro

Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos… Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados (Hebreus 2:17 e 18).

COMPAIXÃO DIVINA
Todo salvo sabe com toda a certeza que o Senhor Jesus Cristo morreu não apenas para nos redimir, mas também viveu nesta terra por nós durante 33 anos. Ele o fez para ser capaz de nos acompanhar, a nós os cristãos, no caminho de nossa vida aqui em baixo. O que seria de nós, se o Senhor tivesse nos deixado simplesmente com os nossos próprios meios depois de Sua ascensão ao céu?

Por amor de nós Ele quis experimentar e saber todas as nossas circunstâncias, para que assim pudesse sentir conosco nelas. Ele era uma criança pequena com a natureza de uma criança e com as necessidades de uma criança. Ele passou por uma juventude e entende as necessidades de rapazes e meninas adolescentes.

Há alguma situação de um adulto em que Ele não poderia simpatizar conosco por não tê‑la experimentado? Ele estava cansado depois de uma viagem; assim entende quando estamos fatigados. Ele era familiarizado com a fome, porque uma vez ficou sem comer durante 40 dias. Na cruz, Ele exclamou que estava com sede. E Ele conhece o que é chorar junto ao túmulo de um querido amigo. Também foi tentado por Satanás, que o deixou depois de 40 dias, tendo falhado em fazê‑lO tropeçar. O diabo não pode se aproximar de nós com alguma tentação que o Senhor não conhecesse.

Desde que o Senhor está consciente das armas de Satanás, Ele sabe perfeitamente que poder nós estamos precisando na condição de cristãos, para resistir. De experiência própria Ele sabe o quanto é terrível a tentação de Satanás. Por isso, incessantemente, está intercedendo por nós diante de Deus, para que obtivéssemos a graça que precisamos na hora da tentação. Caro amigo, cara amiga! Confia nEle, conta com Ele em todas as circunstâncias de sua vida e não com coisas que Satanás coloca diante de nós, como a confiança no destino. Ele, o Senhor Jesus, é o único que pode nos guardar e sentir conosco em todas as situações de nossas vidas.

Que DEUS abençoe a todos.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Hebreus 11:24-25

Terça-feira 22 Dezembro

Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que, por um pouco de tempo, ter o gozo do pecado (Hebreus 11:24-25).

NA ESCOLA DE DEUS
Moisés viveu 120 anos (Deuteronômio 34:7). Sua vida se divide em três períodos de 40 anos, como se fossem três fases na escola de Deus.

1. Viveu 40 anos no Egito na corte de Faraó. Ali aprendeu “toda a ciência dos egípcios” (Atos 7:22), ali conheceu o mundo e seus prazeres; contudo recusou semelhante vida e preferiu se unir ao povo de Deus, o qual padecia sob terrível escravidão.

2. Passou 40 anos em Midiã, região pobre e rochosa perto do Sinai. Como simples pastor de ovelhas, o mesmo homem que tinha experimentado os luxos do palácio real guardava o rebanho de seu sogro. Ali, na solidão, humildemente aprendeu a conhecer o próprio coração.

3. Durante 40 anos conduziu Israel através do deserto rumo à terra prometida. Ali aprendeu a conhecer a Deus, o Deus santo, que não pode suportar o pecado, e o Deus de amor que perdoa.

É surpreendente o fato de Moisés ter passado tantos anos em cada uma dessas etapas. E nós, será que já aprendemos as lições que ele aprendeu? Será que já passamos tempo suficiente no mundo para conhecer toda a miséria e degradação que há nele? Será que conhecemos Deus em toda Sua grandeza? Há duas maneiras de aprender tais ensinos: uma é chamar o Senhor somente quando as dificuldades nos superam. Outra é simplesmente crer na Palavra de Deus. Moisés foi um bom aluno da escola de Deus. Ele foi aprovado pelo Mestre supremo. E você, como tem se saído com as lições que Deus tem tentado lhe ensinar?

Que DEUS abençoe a todos.

Gálatas 1.11-24

Gálatas 1.11-24

11 Faço -vos, porém, saber, irmãos, que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem,
12 porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo.
13 Porque ouvistes qual foi o meu proceder outrora no judaísmo, como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava.
14 E, na minha nação, quanto ao judaísmo, avantajava-me a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.
15 Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve
16 revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue,
17 nem subi a Jerusalém para os que já eram apóstolos antes de mim, mas parti para as regiões da Arábia e voltei, outra vez, para Damasco.
18 Decorridos três anos, então, subi a Jerusalém para avistar-me com Cefas e permaneci com ele quinze dias;
19 e não vi outro dos apóstolos, senão Tiago, o irmão do Senhor.
20 Ora, acerca do que vos escrevo, eis que diante de Deus testifico que não minto.
21 Depois, fui para as regiões da Síria e da Cilícia.
22 E não era conhecido de vista das igrejas da Judéia, que estavam em Cristo.
23 Ouviam somente dizer: Aquele que, antes, nos perseguia, agora, prega a fé que, outrora, procurava destruir.
24 E glorificavam a Deus a meu respeito.

Gálatas 1:11-24

Que bem-aventurança é para nós poder depositar toda a nossa confiança na Palavra de Deus! Se o Evangelho anunciado por Paulo fosse segundo o homem, então, sim, os gálatas teriam motivo para aceitar complementações ou modificações. Mas não havia nada disso. E para testificar bem a fonte divina de seu ministério, o apóstolo relata sobre a extraordinária maneira na qual este lhe foi confiado. Foi Deus que o separou (v. 15), foi Deus que revelou o Seu Filho nele, foi Deus que novamente lhe formou em Sua escola, sem a instrução humana, no deserto da Arábia. Ademais, Cristo lhe tinha chamado diretamente desde o céu (Atos 9).

Pela conduta anterior à sua ida a Damasco, o apóstolo Paulo nos ensina que é possível ser absolutamente sincero e ao mesmo tempo ser absolutamente inimigo de Deus (João 16:2). Mas quão querida lhe era agora essa igreja de Deus, a qual, noutro tempo, ele "perseguia sobremaneira". Imitemos essa devoção pelo Senhor e pelos Seus, esse zelo para "pregar a fé"! (v. 23). Mas notemos que, antes de falar a outros de Seu Filho, Deus se agrada em "revelá-LO" em nós (v. 16) e quer produzir em nosso coração o incomparável conhecimento de Cristo, para que o nosso testemunho possa dEle emanar (2 Coríntios 4:6).

Que DEUS abençoe a todos.

Gálatas 1.1-10

Gálatas 1.1-10

1 Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos,
2 e todos os irmãos meus companheiros, às igrejas da Galácia,
3 graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do nosso Senhor Jesus Cristo,
4 o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,
5 a quem seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém!
6 Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho,
7 o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo.
8 Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema.
9 Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema.
10 Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo.

Gálatas 1:1-10

Esta é uma severa epístola que o apóstolo Paulo escreveu às igrejas da Galácia. Aqui ele não devia prestar atenção a um pecado moral, como no caso dos coríntios, mas sim a um mal doutrinal dos mais graves. Estes desventurados gálatas, enganados por falsos mestres, estavam abandonando a graça - único meio de salvação -, para retornar a uma religião de obras. Paulo vigorosamente afirma o caráter absoluto da Verdade divina. Ela é uma, é completa, é perfeita, porque a Verdade é o próprio Cristo (João 14:6). Às vezes ouvimos pessoas sustentar intrepidamente - no fundo para justificar a sua incredulidade - que cada povo tem recebido a sua própria revelação, a saber, a religião que mais se adapta a seu caráter e cultura. Nada mais falso! Existe um único Evangelho, o qual proclama que "nosso Senhor Jesus Cristo... se entregou a si mesmo pelos nossos pecados". Qual é o resultado disso? "Para" - prossegue o apóstolo - "nos desarraigar deste mundo perverso..." (vv. 3-4).

O versículo 10 nos faz recordar de outra verdade que é importante conhecer, a saber, que o esforço para agradar os homens nos faz perder o privilégio de ser servos de Cristo. É somente a Ele que desejamos agradar, acima e antes de tudo? (1 Tessalonicenses 2:4).

Que DEUS abençoe a todos.

2 Crônicas 3:1-17

2 Crônicas 3:1-17

1 E COMEÇOU Salomão a edificar a casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor aparecera a Davi seu pai, no lugar que Davi tinha preparado na eira de Ornã, o jebuseu.
2 E começou a edificar no segundo mês, no segundo dia, no ano quarto do seu reinado.
3 E estes foram os fundamentos que Salomão pôs para edificar a casa de Deus: o comprimento em côvados, segundo a primeira medida, era de sessenta côvados, e a largura de vinte côvados.
4 E o pátio, que estava na frente, tinha vinte côvados de comprimento, segundo a largura da casa, e a altura era de cento e vinte; e por dentro o revestiu com ouro puro.
5 E a casa grande forrou com madeira de faia; e então a revestiu com ouro fino; e fez sobre ela palmas e cadeias.
6 Também a casa adornou de pedras preciosas, para ornamento; e o ouro era ouro de Parvaim.
7 Também na casa revestiu, com ouro, as traves, os umbrais, as suas paredes e as suas portas; e lavrou querubins nas paredes.
8 Fez mais a casa do lugar santíssimo, cujo comprimento, segundo a largura da casa, era de vinte côvados, e também a largura de vinte côvados; e revestiu-a de ouro fino, do peso de seiscentos talentos.
9 O peso dos pregos era de cinqüenta siclos de ouro; e as câmaras cobriu de ouro.
10 Também fez na casa do lugar santíssimo dois querubins de obra móvel, e cobriu-os de ouro.
11 E, quanto às asas dos querubins, o seu comprimento era de vinte côvados; a asa de um deles, de cinco côvados, e tocava na parede da casa; e a outra asa de cinco côvados, e tocava na asa do outro querubim.
12 Também a asa do outro querubim era de cinco côvados, e tocava na parede da casa; era também a outra asa de cinco côvados, que tocava na asa do outro querubim.
13 E as asas destes querubins se estendiam vinte côvados; e estavam postos em pé, e os seus rostos virados para a casa.
14 Também fez o véu de azul, púrpura, carmesim e linho fino; e pôs sobre ele querubins;
15 Fez também, diante da casa, duas colunas de trinta e cinco côvados de altura; e o capitel, que estava sobre cada uma, era de cinco côvados.
16 Também fez cadeias no oráculo, e as pôs sobre as cabeças das colunas; fez também cem romãs, as quais pôs entre as cadeias.
17 E levantou as colunas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; e chamou o nome da que estava à direita Jaquim, e o nome da que estava à esquerda Boaz.


2 Crônicas 3:1-17
As Crônicas apresentam a construção do templo sob um aspecto diferente do apresentado pelo livro de Reis. Este último descreve-o sobretudo como o lugar de habitação do Senhor em meio ao Seu povo. Já em Crônicas, o templo é retratado como lugar de acesso onde o adorador é admitido para se encontrar com Deus. A fundação do edifício está sobre o monte Moriá, onde a graça de Deus adiou o julgamento e consumiu o holocausto.

No que tange à Igreja, sabemos sobre qual rocha ela está edificada a partir da declaração de Pedro e da resposta do Senhor Jesus: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16-18).

Salomão construiu o pórtico (ou alpendre), o Lugar Santo e o Santo dos Santos. Depois fez duas grandes esculturas de querubins, o véu, os dois pilares: Jaquim e Boaz. A extraordinária altura do pórtico é mencionada apenas aqui: 120 côvados (cerca de nove metros), quatro vezes a altura da casa. Isso não é uma figura do Salmo 24:7 e 9, que por duas vezes repete: “Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória”?

Que DEUS abençoe a todos.