"Pr. Williams Costa Jr.- Pastor Bullón, a pergunta que nos chega, muitas vezes, é: Qual é a verdadeira igreja de Deus, aqui na Terra?
Pr. Alejandro Bullón - Pastor Williams, este é um assunto bastante delicado, porque politicamente correto, hoje, é dizer que todas as igrejas conduzem a Deus, que todas as igrejas são verdadeiras. Eu, para ser simpático com o público, gostaria de dizer isto. Porém, a Bíblia é bem clara ao dizer que Deus tem uma igreja nesta Terra. Agora, seria muito pretensioso da minha parte dizer que esta igreja é a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Na verdade, o assunto desta palestra tem como objetivo levar-nos a estudar a Palavra de Deus, a pesquisar a fundo a Bíblia. Porque em nenhuma passagem da Bíblia você encontra um versículo sequer onde se leia que todas as igrejas e todos os caminhos nos conduzem a Deus. Pelo contrário, a Bíblia é clara quando o sábio Salomão diz em Provérbios 14:12: "Há caminhos que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." Eu sei que não é politicamente correto dizer que só existe uma igreja de Deus, e se você conhecer pelo menos um pouco que seja da Bíblia, você sabe que ao longo da História só existe a igreja de Deus e a igreja que não é de Deus. Desde o Jardim do Éden, desde os primeiros filhos de Adão, por exemplo: Caim, que decidiu não pertencer à igreja de Deus. A Bíblia define desde a Criação os que são filhos de Deus e os que são filhos dos homens: estes são os dois grupos. Quando Jesus esteve nesta Terra Ele apresentou diversos tipos de figuras: por exemplo, as ovelhas e os cabritos. Não são ovelhas, cabritos, girafas, elefantes. Eram somente ovelhas e cabritos, não existe um terceiro ou quarto grupo. Há também outra passagem onde o Senhor Jesus descreve as virgens prudentes e virgens loucas. Ele não diz virgens prudentes, virgens loucas, mais ou menos prudentes ou mais ou menos loucas. Eram somente virgens prudentes e virgens loucas. Outra citação diz trigo e joio. Não diz trigo, joio, centeio, cevada: mas, somente trigo e joio. Em Apocalipse, encontramos a passagem onde existem duas mulheres: a mulher vestida de branco, símbolo da igreja de Deus, e a mulher vestida de vermelho, símbolo da igreja que não é de Deus. Portanto, por mais que seja politicamente incorreto e por mais que seja desagradável dizer o que estou dizendo, a Bíblia ensina que Deus só tem uma igreja nesta Terra. A pergunta é a seguinte: qual?
Pr. Costa Jr. - Muitas pessoas dizem o seguinte: "- Todas as religiões levam a Deus. A minha religião é fazer o bem para os outros, é não desejar o mal para ninguém. Isto é o que Deus está querendo de mim. Pastor, é assim mesmo ou as pessoas têm uma necessidade de pertencer a uma igreja, fazer parte de uma congregação? Qual é o plano de Deus e o que diz a Bíblia sobre isto?
Pr. Bullón - Vamos ver no Evangelho segundo São Mateus 7:21, 22 e 23 que diz assim: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade." Qual é o pensamento central deste texto? É que não basta crer em Jesus, não basta louvar o nome de Deus, não basta fazer obras de caridade, não basta amar o próximo, não basta dizer Senhor, Senhor! Porque naquele dia, como diz o texto bíblico, "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai." Aqui está um grupo de pessoas que tendo dito: Senhor, Senhor, se perderam. E por que se perderam? Porque foram adúlteros, fornicadores, feiticeiros, assassinos, ladrões, seqüestradores, prostitutas, homossexuais? Não! Eles não estão se perdendo por isto, pelo contrário, eles argumentam com Jesus. Porque eles dizem: não expulsamos demônios em Teu nome, em Teu nome não fizemos milagres, em Teu nome não profetizamos, portanto, estas pessoas não fizeram nada de moralmente errado, apenas não fizeram uma coisa: não fizeram a vontade do Pai. Este é um versículo que me faz tremer. Quer dizer, então, que eu penso que estou amando a Jesus, que estou seguindo ao Senhor Jesus, que estou pregando o Senhor Jesus, a Sonete cantando o Senhor Jesus e todos nós podemos estar completamente errados? Pois é o que o Senhor Jesus diz: "Naquele dia Ele dirá: não vos conheço, não sei quem sois." E diremos: "Mas, nós falávamos de Ti, nós acreditávamos em Ti, pertencíamos a uma igreja que falava de Ti." E Ele dirá: "Não vos conheço."
Pr. Costa Jr. - Pastor Bullón, quais são as características da igreja verdadeira, segundo a Bíblia? Porque a Palavra de Deus deve dar alguma luz sobre as características desta igreja, para que nós saibamos, não é?
Pr. Bullón - Em Apocalipse 12:1: "Viu-se um grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça." Nem eu não preciso explicar muito e ninguém precisa entender muito de profecias para saber que estou falando da igreja de Deus. A igreja de Deus, desde o Jardim do Éden, quando Deus falou à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher."(Gênesis 3:15). Não era a mulher Eva, mas a igreja. Biblicamente, mulher significa igreja. "Tu lhe ferirás o calcanhar, mas esta te ferirá na cabeça."(Gênesis 3:15). Aqui já surgia a igreja de Deus. E no capítulo 12 já está descrita a igreja de Deus. Como a igreja de Deus foi perseguida, maltratada e como, em um período da História, esta mesma igreja esteve escondida nos desertos, nas covas. Qual é o delito desta igreja de Deus, para ser perseguida? O único delito era obedecer a Bíblia e unicamente a Bíblia. Queridos, aqui está uma coisa muito delicada: a igreja verdadeira de Deus fundamenta seus ensinamentos unicamente na Palavra de Deus. E porque esta igreja verdadeira, em um período da História, não aceitou ensinamentos vindos de homens, foi perseguida, foi declarada como herege porque não aceitou o que a Santa Madre Igreja disse. De acordo com a Palavra de Deus, nenhuma igreja tem poder para determinar o que aconteceria aos seres humanos, portanto, se a Palavra de Deus é a única fonte de fé e doutrina da verdadeira igreja de Deus, como a minha igreja pode um dia se reunir e dizer: "Esta parte da Bíblia não vale." Ou então: "A partir de hoje nós vamos aumentar um mandamento ou vamos retirar outro mandamento." Que autoridade tem alguma igreja, ou até mesmo a igreja Adventista, para fazer isto? Ninguém tem esta autoridade. Se eu sou um homem sincero, vou procurar a igreja de Deus e descobrir a igreja que tem a lua embaixo de seus pés. A lua reflete o sol. O sol é a justiça. Deus é a justiça. Jesus é a justiça. O que reflete a luz do sol? Reflete a Sua Palavra, Seus ensinamentos. A igreja de Deus tem fundamentados os seus pés unicamente na Palavra de Deus. Não na tradição, não no que a igreja diz, não no que o pastor diz, não no que um grupo de pastores diz, não o que o Sinédrio diz, mas unicamente no que a Palavra de Deus diz. E aqui, na parte final da descrição da igreja de Deus, leiamos Apocalipse 12:17: "Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus." Isto quer dizer que hoje, se quisermos encontrar a verdadeira igreja de Deus, temos que procurar a igreja que crê em Jesus, acredita em Jesus, prega a Jesus, que relaciona sua vida com Jesus, mas que ao mesmo tempo, obedece aos Mandamentos de Deus, nesta Terra.
Pr. Costa Jr. - Uma pessoa nos perguntou: "Por que eu tenho que fazer parte de uma igreja? Eu posso ler a minha Bíblia sozinho, fazer as minhas orações, fazer o bem para as pessoas. Por que eu tenho que fazer parte de uma igreja?" O que a Bíblia diz sobre isto, Pastor?
Pr. Bullón - No Velho Testamento, Deus tinha o povo de Israel. Este povo tinha como função, refletir o caráter de Deus para o mundo daquele tempo. As pessoas deveriam se dirigir ao povo de Israel para ter conhecimento do verdadeiro Deus. O povo de Israel, desgraçadamente, fracassou. Então, Jesus veio e estabeleceu a Sua igreja sobre doze discípulos. Esta igreja de Deus foi crescendo e Jesus deu uma ordem a ela: "Portanto, agora ide e fazei discípulos a toda nação, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-os para que guardem todas estas coisas." (Mateus 28:19 e 20). Alguma coisa, no decorrer da História, ocorreu com esta igreja. O que nós precisamos saber para identificar a igreja verdadeira? Que a igreja diga: "Eu sou a igreja de Deus?" Não. Nenhuma igreja pode dizer: "Eu sou a igreja de Deus." Mas, quem tem direito de dizer que é a igreja de Deus? Somente a Palavra de Deus! Portanto, a igreja de Deus é aquela que toma a Bíblia e obedece à Bíblia. Agora, Deus é um Deus de organização e logicamente, a igreja de Deus nesta Terra, terá que estar organizada. O dever do cristão é procurar, através da Bíblia, qual é a igreja que respeita os princípios de Deus, que quer obedecer a Deus, porque aqui em Isaías há uma profecia muito, muito interessante. Isaías 4:1 diz que nos últimos dias: "Sete mulheres, naquele dia, lançarão mão de um homem, dizendo: Nós mesmas do nosso próprio pão nos sustentaremos e do que é nosso nos vestiremos; tão somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio." Biblicamente, mulher quer dizer igreja; homem simbolicamente significa Jesus, nas profecias tudo é simbólico. Aqui está uma das coisas mais duras da Bíblia. Muitas igrejas lançarão a mão de Jesus e dirão: "Vamos comer do nosso próprio pão." O que é pão? Leia em Mateus 4:4: "...Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus." Qual é o pão espiritual? A Palavra de Deus. Mas, estas igrejas vão a Jesus e dizem assim: "Nós comeremos do nosso próprio pão. Não queremos o Teu pão. Guarda a Tua Bíblia. Nós não o queremos. A única coisa que queremos é o Teu Nome. Queremos ser chamados de igreja cristã. Queremos ser chamados de igreja de Deus, no entanto, não queremos o Teu pão. Portanto, leve a Tua Bíblia." Há igrejas que obedecem qualquer coisa, a qualquer tradição, menos à Palavra de Deus. Então, devemos ter muito cuidado e este programa deveria servir como um desafio espiritual para que as pessoas sinceras, naturalmente, procurem a Palavra de Deus e verifiquem se aquilo que elas querem está na Bíblia. Por que existem então tantas igrejas, se existe somente uma Bíblia? Eu lhe explico, de uma maneira bem interessante, provocando até um pouco de riso: uma pessoa abre a Bíblia, está escrito 'branco'. Está claro: b-r-a-n-c-o, branco. Não tem como negar que está escrito branco. Mas, a pessoa fecha a Bíblia e diz assim: "Sim, eu sei que está escrito branco, mas o branco é uma cor que não tem vida; o azul fica mais bonito. Então, fecha a Bíblia e diz: "Embora esteja escrito branco, vai ser azul." Aí aparece a igreja do azul. Então vem outro, abre a Bíblia: branco. Está escrito branco, não tem como negar. Fecha a Bíblia e diz assim: "Tudo bem, está escrito branco, mas Jesus morreu na cruz (e é verdade que Ele morreu na cruz). O sangue de Jesus é vermelho (e isto também é verdade). E já que o sangue de Jesus é vermelho, então vai ser vermelho." Mas isto não é verdade. Está escrito branco, mas fazem uma dedução, outra dedução, e chegam à conclusão de que é vermelho. Porém, se você abre e lê na Bíblia está escrito branco, não há como discutir. Então, aparece a igreja do vermelho. Já temos a igreja do azul e aparece a igreja do vermelho. Vem outro, abre a Bíblia, está escrito branco, não tem como negar. Reúne-se e diz: "Mas a Santa Madre Igreja diz que não é branco, é verde." Mas a Santa Madre Igreja não é autoridade! A única autoridade dos seres humanos é a Palavra de Deus, não é a Santa Madre Igreja Adventista, ou nenhuma Santa Madre Igreja. A única autoridade é a Palavra de Deus. Agora, se todos os seres humanos fossemos humildes e pegássemos a Bíblia e a lêssemos e obedecêssemos o que a Bíblia diz, haveria uma só igreja, que seria a igreja da Bíblia. E o desafio é: aquilo em que você crê está fundamentado na Palavra de Deus? Você tem base para crer naquilo que crê?
Pr. Costa Jr. - Eu acho que não há dúvida de que nós temos que estar enraizados na Palavra de Deus. O objetivo do programa é que você viva baseado naquilo que está escrito, porque nada, ao longo dos séculos, pode superar a autoridade do que disse o Senhor através da Sua Santa Palavra. Que este programa leve você à reflexão na Bíblia, ao estudo, ao aprofundamento, mais do que fazer parte de uma igreja, mas que você tenha consciência de que acima de tudo, a nossa vida deve estar em humildade e em submissão ao Senhor Deus, soberano do Universo. E se o Espírito Santo falar ao seu coração, se a Palavra de Deus lhe convencer, aí sim, você tome uma decisão. Mas, tome uma decisão não porque seres humanos, pastores, seja lá quem for, esteja persuadindo, forçando ou mesmo tentando iludir você. E que Deus esteja com você e que Seu Espírito fale ao seu coração e que a Palavra de Deus seja exaltada. Pastor Bullón, o senhor poderia orar?
Pr. Bullón - Sim, mas antes de orar, eu gostaria de contar uma pequena história: "Um garotinho de uns dez anos estava vendo sua irmã mais velha, de quinze anos, cortando a carne em forma de círculos, mas a assadeira era em forma retangular. O garotinho perguntou: "Minha irmã, se a assadeira é retangular, por que você está cortando a carne redonda?" Ela respondeu: "Eu não sei, a mamãe faz assim sempre." Então, o garoto foi onde a mãe estava: "Mãe, por que você corta a carne redonda, se a assadeira é retangular?" A mãe respondeu: "Eu não sei, meu filho. A minha mãe já fazia assim. Pergunte a ela." O garoto foi até a avó: "Minha avó, não estou entendendo as mulheres desta família, se a assadeira é retangular por que todo mundo corta a carne redonda?" A avó respondeu: "Meu filho, eu sinceramente não sei lhe responder. A minha mãe fazia assim, por isso eu faço." Por sorte do garoto a bisavó ainda vivia, e ele foi até ela e perguntou: "Bisa, me responda: se a assadeira é retangular, por que todas as mulheres desta casa cortam a carne redonda?" E a bisavó disse: "Filho, o problema é que quando eu era jovem, só havia uma assadeira, que era redonda, para que a carne coubesse eu cortava a carne redonda. Agora, porque a minha filha, a minha neta e a minha bisneta fazem isto, eu não sei!" Então, nesta vida, às vezes fazemos as coisas e nunca paramos para pensar: por que faço isto, por que creio naquilo, por que penso assim? Porque meu pai disse, meu avô disse, porque meu bisavô disse, porque meu pastor disse? Muito bem, eu sou o seu pastor e não acredite no que estou falando, se eu não comprovar que está escrito o que estou falando. Por isso que sempre terminamos o programa dizendo: "... está escrito." Confira se aquilo que falamos está realmente escrito na Palavra de Deus. Que Ele o abençoe.
ORAÇÃO
Pai querido, há milhares de pessoas sinceras estudando a Tua Palavra e talvez Te suplicando uma bênção especial de Tua parte. Neste momento toca estas vidas, abençoa estas pessoas, suas necessidades pessoais, as lutas que têm na família, na vida profissional, e em outras áreas da experiência humana. E que neste momento o Teu Espírito trabalhe nestes corações para despertar neles o desejo de estudar mais conscienciosamente a Palavra de Deus. Em nome de Jesus, amém
Que DEUS abençoe a todos.
sábado, 3 de outubro de 2009
1 Pedro 2:13-17 e Deuteronômio 17:8-20
Sábado 3 Outubro
Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor… Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos… como servos de Deus. Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai o rei (1 Pedro 2:13-17).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 17:8-20)
Uma sentença proferida pelo sacerdote ou pelo juiz infundia autoridade e tinha de ser aceita. Paulo afirma: “Porque não há autoridade que não proceda de Deus… De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus” (Romanos 13:1-2; 1 Pedro 2:13-17). Mas, aquele que detém o poder é responsável diante de Deus pelo modo em que o poder é usado. Muitas instruções importantes são dadas aos reis: não possuir muitos cavalos (orgulho), nem muitas esposas (a concupiscência da carne), nem multiplicar muito para si prata ou ouro (a concupiscência dos olhos), ter a lei divina como o único guia e, finalmente, não se exaltar sobre os seus irmãos (os quais são irmãos, não súditos). Salomão, o rei mais brilhante na história de Israel, transgrediu todas essas recomendações (1 Reis 10:22-28; 11:1, 4; 12:4). Por outro lado, Josias, um dos últimos sucessores de Salomão, se distinguiu pela honra que conferira ao Livro de Deus quando este fora achado e mediante os efeitos práticos que a Palavra teve em sua vida (2 Crônicas 34:14 e seguintes). Possuir uma cópia do santo Livro, tê-lo conosco para lê-lo todos os dias de nossa vida, é como podemos aprender a temer o Senhor, a conhecer Seus estatutos “para os cumprir” (v. 19).
Que DEUS abençoe a todos.
Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor… Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos… como servos de Deus. Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai o rei (1 Pedro 2:13-17).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 17:8-20)
Uma sentença proferida pelo sacerdote ou pelo juiz infundia autoridade e tinha de ser aceita. Paulo afirma: “Porque não há autoridade que não proceda de Deus… De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus” (Romanos 13:1-2; 1 Pedro 2:13-17). Mas, aquele que detém o poder é responsável diante de Deus pelo modo em que o poder é usado. Muitas instruções importantes são dadas aos reis: não possuir muitos cavalos (orgulho), nem muitas esposas (a concupiscência da carne), nem multiplicar muito para si prata ou ouro (a concupiscência dos olhos), ter a lei divina como o único guia e, finalmente, não se exaltar sobre os seus irmãos (os quais são irmãos, não súditos). Salomão, o rei mais brilhante na história de Israel, transgrediu todas essas recomendações (1 Reis 10:22-28; 11:1, 4; 12:4). Por outro lado, Josias, um dos últimos sucessores de Salomão, se distinguiu pela honra que conferira ao Livro de Deus quando este fora achado e mediante os efeitos práticos que a Palavra teve em sua vida (2 Crônicas 34:14 e seguintes). Possuir uma cópia do santo Livro, tê-lo conosco para lê-lo todos os dias de nossa vida, é como podemos aprender a temer o Senhor, a conhecer Seus estatutos “para os cumprir” (v. 19).
Que DEUS abençoe a todos.
Apocalipse 3.20
3 de Outubro
"Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo." Apocalipse 3.20
Você também quer estar com Jesus Cristo? Chegou a hora de começar uma vida com Deus. Talvez você sinta uma fraqueza total, ou seja, uma incapacidade para amar o seu próximo. Você se sente consumido pela ira contra seus adversários? Isso acontece porque Jesus Cristo ainda não tem lugar no seu coração. Se Ele começou a bater à sua porta, é extenuante e custa muito resistir a Ele. Se agora você O receber em seu coração, no mesmo instante, juntamente com Ele, Deus lhe dará tudo aquilo que você tanto necessita. Está escrito que "o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado." Então ira e rebeldia se afastam do seu coração. A natureza de Deus invade seu ser porque Ele entra no seu coração por meio de Jesus Cristo. Só assim você terá condições de amar seus maiores inimigos e abençoá-los em oração. De repente, você anda no amor de Deus e começa a se dar conta de como são bons os pensamentos e planos que Ele tem para com a sua vida. Seu andar se torna um andar no caminho das alturas!
Que DEUS abençoe a todos.
"Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo." Apocalipse 3.20
Você também quer estar com Jesus Cristo? Chegou a hora de começar uma vida com Deus. Talvez você sinta uma fraqueza total, ou seja, uma incapacidade para amar o seu próximo. Você se sente consumido pela ira contra seus adversários? Isso acontece porque Jesus Cristo ainda não tem lugar no seu coração. Se Ele começou a bater à sua porta, é extenuante e custa muito resistir a Ele. Se agora você O receber em seu coração, no mesmo instante, juntamente com Ele, Deus lhe dará tudo aquilo que você tanto necessita. Está escrito que "o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado." Então ira e rebeldia se afastam do seu coração. A natureza de Deus invade seu ser porque Ele entra no seu coração por meio de Jesus Cristo. Só assim você terá condições de amar seus maiores inimigos e abençoá-los em oração. De repente, você anda no amor de Deus e começa a se dar conta de como são bons os pensamentos e planos que Ele tem para com a sua vida. Seu andar se torna um andar no caminho das alturas!
Que DEUS abençoe a todos.
Atos 26.19-32
Atos 26.19-32
19 Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial,
20 mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.
21 Por causa disto, alguns judeus me prenderam, estando eu no templo, e tentaram matar-me.
22 Mas, alcançando socorro de Deus, permaneço até ao dia de hoje, dando testemunho, tanto a pequenos como a grandes, nada dizendo, senão o que os profetas e Moisés disseram haver de acontecer,
23 isto é, que o Cristo devia padecer e, sendo o primeiro da ressurreição dos mortos, anunciaria a luz ao povo e aos gentios.
24 Dizendo ele estas coisas em sua defesa, Festo o interrompeu em alta voz: Estás louco, Paulo! As muitas letras te fazem delirar!
25 Paulo, porém, respondeu: Não estou louco, ó excelentíssimo Festo! Pelo contrário, digo palavras de verdade e de bom senso.
26 Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta; porquanto nada se passou em algum lugar escondido.
27 Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Bem sei que acreditas.
28 Então, Agripa se dirigiu a Paulo e disse: Por pouco me persuades a me fazer cristão.
29 Paulo respondeu: Assim Deus permitisse que, por pouco ou por muito, não apenas tu, ó rei, porém todos os que hoje me ouvem se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias.
30 A essa altura, levantou-se o rei, e também o governador, e Berenice, bem como os que estavam assentados com eles;
31 e, havendo-se retirado, falavam uns com os outros, dizendo: Este homem nada tem feito passível de morte ou de prisão.
32 Então, Agripa se dirigiu a Festo e disse: Este homem bem podia ser solto, se não tivesse apelado para César.
Atos 26:19-32
Chamado para um ministério extraordinário entre os gentios, Paulo não foi desobediente (v. 19). Que nós também sejamos obedientes em tudo o que o Senhor nos enviar a fazer!
Para Festo, um homem sem necessidades espirituais, o que Paulo fala são apenas loucuras (v. 24). "Ora, o homem natural não aceita as cousas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura" (1 Coríntios 2:14). Então, o apóstolo se dirige diretamente ao rei Agripa (ver Salmo 119:46), com respeito, mas também com a autoridade que a Palavra divina lhe concede. O rei esconde seu embaraço desviando a pergunta (v. 28). Quase estar convencido; quase se tornar um cristão, significa estar completamente perdido.
Quem estava em posição mais desejável: o rei ou o pobre prisioneiro? Consciente de sua alta posição diante de Deus, Paulo, o prisioneiro de Jesus Cristo, não pensa na coroa do homem que está diante dele, mas em sua alma. Não nos deixemos levar pela aparência dos homens; pensemos em seu destino eterno.
O apóstolo compareceu sucessivamente perante o Sinédrio, perante Félix, Festo e Agripa. Ele ainda teria de comparecer perante César, que, naquele momento, não era outro senão o cruel Nero.
Que DEUS abençoe a todos.
19 Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial,
20 mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.
21 Por causa disto, alguns judeus me prenderam, estando eu no templo, e tentaram matar-me.
22 Mas, alcançando socorro de Deus, permaneço até ao dia de hoje, dando testemunho, tanto a pequenos como a grandes, nada dizendo, senão o que os profetas e Moisés disseram haver de acontecer,
23 isto é, que o Cristo devia padecer e, sendo o primeiro da ressurreição dos mortos, anunciaria a luz ao povo e aos gentios.
24 Dizendo ele estas coisas em sua defesa, Festo o interrompeu em alta voz: Estás louco, Paulo! As muitas letras te fazem delirar!
25 Paulo, porém, respondeu: Não estou louco, ó excelentíssimo Festo! Pelo contrário, digo palavras de verdade e de bom senso.
26 Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta; porquanto nada se passou em algum lugar escondido.
27 Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Bem sei que acreditas.
28 Então, Agripa se dirigiu a Paulo e disse: Por pouco me persuades a me fazer cristão.
29 Paulo respondeu: Assim Deus permitisse que, por pouco ou por muito, não apenas tu, ó rei, porém todos os que hoje me ouvem se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias.
30 A essa altura, levantou-se o rei, e também o governador, e Berenice, bem como os que estavam assentados com eles;
31 e, havendo-se retirado, falavam uns com os outros, dizendo: Este homem nada tem feito passível de morte ou de prisão.
32 Então, Agripa se dirigiu a Festo e disse: Este homem bem podia ser solto, se não tivesse apelado para César.
Atos 26:19-32
Chamado para um ministério extraordinário entre os gentios, Paulo não foi desobediente (v. 19). Que nós também sejamos obedientes em tudo o que o Senhor nos enviar a fazer!
Para Festo, um homem sem necessidades espirituais, o que Paulo fala são apenas loucuras (v. 24). "Ora, o homem natural não aceita as cousas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura" (1 Coríntios 2:14). Então, o apóstolo se dirige diretamente ao rei Agripa (ver Salmo 119:46), com respeito, mas também com a autoridade que a Palavra divina lhe concede. O rei esconde seu embaraço desviando a pergunta (v. 28). Quase estar convencido; quase se tornar um cristão, significa estar completamente perdido.
Quem estava em posição mais desejável: o rei ou o pobre prisioneiro? Consciente de sua alta posição diante de Deus, Paulo, o prisioneiro de Jesus Cristo, não pensa na coroa do homem que está diante dele, mas em sua alma. Não nos deixemos levar pela aparência dos homens; pensemos em seu destino eterno.
O apóstolo compareceu sucessivamente perante o Sinédrio, perante Félix, Festo e Agripa. Ele ainda teria de comparecer perante César, que, naquele momento, não era outro senão o cruel Nero.
Que DEUS abençoe a todos.
2 Reis 1:11-18
2 Reis 1:11-18
11 E tornou o rei a enviar-lhe outro capitão de cinqüenta, com os seus cinqüenta; ele lhe respondeu, dizendo: Homem de Deus, assim diz o rei: Desce depressa.
12 E respondeu Elias: Se eu sou homem de Deus, desça fogo do céu, e te consuma a ti e aos teus cinqüenta. Então o fogo de Deus desceu do céu, e o consumiu a ele e aos seus cinqüenta.
13 E tornou a enviar um terceiro capitão de cinqüenta, com os seus cinqüenta; então subiu o capitão de cinqüenta e, chegando, pôs-se de joelhos diante de Elias, e suplicou-lhe, dizendo: Homem de Deus, seja, peço-te, preciosa aos teus olhos a minha vida, e a vida destes cinqüenta teus servos.
14 Eis que fogo desceu do céu, e consumiu aqueles dois primeiros capitães de cinqüenta, com os seus cinqüenta; porém, agora seja preciosa aos teus olhos a minha vida.
15 Então o anjo do Senhor disse a Elias: Desce com este, não temas. E levantou-se, e desceu com ele ao rei.
16 E disse-lhe: Assim diz o Senhor: Por que enviaste mensageiros a consultar a Baal-Zebube, deus de Ecrom? Porventura é porque não há Deus em Israel, para consultar a sua palavra? Portanto desta cama, a que subiste, não descerás, mas certamente morrerás.
17 Assim, pois, morreu, conforme a palavra do Senhor, que Elias falara; e Jorão começou a reinar no seu lugar no ano segundo de Jeorão, filho de Jeosafá, rei de Judá; porquanto não tinha filho.
18 O mais dos atos de Acazias, tudo quanto fez, porventura não está escrito no livro das crônicas dos reis de Israel?
2 Reis 1:11-18
Em sua obstinação, Acazias envia um segundo capitão com mais cinqüenta homens para trazer Elias. As ordens são ainda mais insolentes: “Desce depressa”. Ele obteve a mesma resposta do anterior.
No Carmelo, o fogo não desceu dos céus sobre os que assistiam à cena, mas apenas sobre o sacrifício. É uma figura do julgamento divino caindo sobre Cristo para trazer o coração do Seu povo de volta a Deus. Mas, no capítulo de hoje, o fogo teve de descer como julgamento sobre os homens rebeldes.
Jesus, a santa Vítima, experimentou sozinho o calor da ira divina. Porém, no futuro, os que não crerem terão de se submeter a essa ira inflexível por toda a eternidade (Romanos 1:18).
Esse dia de julgamento ainda não chegou. Foi por isso que o Senhor reprovou tão severamente os discípulos Tiago e João que tinham esse incidente em mente ao propor que o fogo descesse do céu e consumisse uma aldeia de samaritanos (Lucas 9:52-56).
O capitão da terceira tropa talvez era um dos sete mil do qual o Senhor falara. Ele demonstra respeito, humildade e afeição por seus soldados. Elias foi com ele até a presença do rei, apenas para repetir palavra por palavra a mensagem original, logo cumprida pela morte de Acazias.
Que DEUS abençoe a todos.
11 E tornou o rei a enviar-lhe outro capitão de cinqüenta, com os seus cinqüenta; ele lhe respondeu, dizendo: Homem de Deus, assim diz o rei: Desce depressa.
12 E respondeu Elias: Se eu sou homem de Deus, desça fogo do céu, e te consuma a ti e aos teus cinqüenta. Então o fogo de Deus desceu do céu, e o consumiu a ele e aos seus cinqüenta.
13 E tornou a enviar um terceiro capitão de cinqüenta, com os seus cinqüenta; então subiu o capitão de cinqüenta e, chegando, pôs-se de joelhos diante de Elias, e suplicou-lhe, dizendo: Homem de Deus, seja, peço-te, preciosa aos teus olhos a minha vida, e a vida destes cinqüenta teus servos.
14 Eis que fogo desceu do céu, e consumiu aqueles dois primeiros capitães de cinqüenta, com os seus cinqüenta; porém, agora seja preciosa aos teus olhos a minha vida.
15 Então o anjo do Senhor disse a Elias: Desce com este, não temas. E levantou-se, e desceu com ele ao rei.
16 E disse-lhe: Assim diz o Senhor: Por que enviaste mensageiros a consultar a Baal-Zebube, deus de Ecrom? Porventura é porque não há Deus em Israel, para consultar a sua palavra? Portanto desta cama, a que subiste, não descerás, mas certamente morrerás.
17 Assim, pois, morreu, conforme a palavra do Senhor, que Elias falara; e Jorão começou a reinar no seu lugar no ano segundo de Jeorão, filho de Jeosafá, rei de Judá; porquanto não tinha filho.
18 O mais dos atos de Acazias, tudo quanto fez, porventura não está escrito no livro das crônicas dos reis de Israel?
2 Reis 1:11-18
Em sua obstinação, Acazias envia um segundo capitão com mais cinqüenta homens para trazer Elias. As ordens são ainda mais insolentes: “Desce depressa”. Ele obteve a mesma resposta do anterior.
No Carmelo, o fogo não desceu dos céus sobre os que assistiam à cena, mas apenas sobre o sacrifício. É uma figura do julgamento divino caindo sobre Cristo para trazer o coração do Seu povo de volta a Deus. Mas, no capítulo de hoje, o fogo teve de descer como julgamento sobre os homens rebeldes.
Jesus, a santa Vítima, experimentou sozinho o calor da ira divina. Porém, no futuro, os que não crerem terão de se submeter a essa ira inflexível por toda a eternidade (Romanos 1:18).
Esse dia de julgamento ainda não chegou. Foi por isso que o Senhor reprovou tão severamente os discípulos Tiago e João que tinham esse incidente em mente ao propor que o fogo descesse do céu e consumisse uma aldeia de samaritanos (Lucas 9:52-56).
O capitão da terceira tropa talvez era um dos sete mil do qual o Senhor falara. Ele demonstra respeito, humildade e afeição por seus soldados. Elias foi com ele até a presença do rei, apenas para repetir palavra por palavra a mensagem original, logo cumprida pela morte de Acazias.
Que DEUS abençoe a todos.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
S. João 1:11 a 14
A ESPERA SILENCIOSA
"Alguma vez o assaltou a idéia de que por ter caído tantas vezes na vida espiritual, Deus não queira mais saber de você? Existe algo no mundo que seja capaz de separar Deus de você? Tem você o direito de pensar que Deus o abandonou e o esqueceu?
"Veio para o que era seu e os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai". (S. João 1:11 a 14)
O Verbo se fez carne. O Senhor Jesus Cristo se fez carne e habitou em meio de nós.
Você alguma vez foi assaltado? Esta pergunta pode parecer sem muito sentido. Mas eu já fui assaltado três vezes.
O assalto é uma experiência interessante de se contar e terrível de se viver. Depois de sermos assaltados, algo terrível acontece na nossa mente. Começamos a tremer quando pensamos que poderíamos estar mortos. Começamos a acreditar que existem pessoas que por um pouco de dinheiro são capazes de tirar a vida de outras pessoas. Depois do primeiro assalto, eu vivi dias difíceis porque tinha a impressão de que toda pessoa desconhecida que se aproximava de mim, ia me assaltar. Eu desconfiava de todos. Quando alguém vinha por uma calçada, eu passava para a outra. No ponto de ônibus, eu ficava meio distante e quando alguém se aproximava, eu olhava com suspeita e ficava pronto para fugir se fosse o caso. Fiquei traumatizado pois vivi um momento dramático em minha vida. Colocaram uma faca em meu peito e o meu dinheiro e relógio foram levados. A partir daquele momento comecei a desconfiar das pessoas.
Amigo, isto talvez seja o mais trágico do pecado. O pecado cria desconfiança entre os seres humanos; cria barreiras intransponíveis; abre brechas entre marido e mulher; cria limites entre pais e filhos. O pecado abre distância entre os membros de uma mesma igreja; abre feridas que depois não se fecham; causa traumas que o tempo não é capaz de apagar. Porém, talvez o mais terrível do pecado seja mesmo a dolorosa experiência de nos afastar, de nos separar, de nos isolar do mundo.
Quando você era criança e fazia algo de errado, a primeira coisa que vinha à sua mente era se esconder, não era? Pois é. O pecado nos faz esconder, nos faz partir para longe. Ele nos separa de Deus criando uma barreira entre o Pai e nós.
Nós adultos, quando cometemos algo de errado contra uma pessoa, temos medo de nos encontrar com ela e se por acaso a encontramos, temos vergonha de olhar em seus olhos.
O pecado separa as pessoas, as famílias, os irmãos, os amigos. Talvez você já tenha sido traído por um amigo em quem confiava. Talvez já tenha sido traído pelo seu cônjuge; pelo pai ou pelo filho; ou até mesmo por um pastor ou ancião da sua igreja, e entende perfeitamente o que falo. Isto é o que o pecado nos traz. Porém, o pior de tudo é que o pecado nos separa de Deus.
A minha pergunta é: O pecado separa Deus de nós? Veja o que a Bíblia diz: "Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor". (Romanos 8:38 e 39)
Amigo, quero que você entenda isto, porque quando Jesus veio a este mundo, os líderes de Seu tempo não conseguiram entender. Tenho a impressão de que hoje muitos cristãos também não entendem este assunto.
O pecado nos separa de Deus, mas não separa Deus de nós. Quando Jesus veio a este mundo, as pessoas não conseguiam entender isto, e confundiam o pecado com o pecador. Quando um homem cometia um pecado, ele era rejeitado e desprezado. Ninguém mais se relacionava com esse homem.
Jesus veio para arrancar esse conceito da mente humana. Por isso, quando Jesus estava nesta terra, enquanto os membros da igreja daquele tempo se afastavam dos pecadores, Jesus os procurava, se juntava e se assentava com eles. Quer dizer que Deus aprovava a vida dos pecadores? Não, porém, sabia que para salvá-los tinha de buscá-los e amá-los. Enquanto isso, os líderes da igreja formavam um pequeno grupo à parte e criticavam o Senhor Jesus por esta atitude.
Veja o que diz a Bíblia: "Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles". (Lucas 15:1 e 2)
Amigo, os membros da igreja de Deus naquela época não aceitavam a idéia de que o pecado nos separa de Deus, mas não separa Deus de nós.
Quando pecamos, escolhemos abandonar a Deus. Partimos para nosso próprio mundo; andamos em nossos caminhos; fazemos coisas que nos machucam por dentro e que machucam as pessoas queridas que estão ao nosso redor. Mas o pecado não separa Deus de nós. Ele vai atrás de nós, nos suplica, nos espera, nos ama.
Entretanto, os líderes daquele tempo não conseguiram entender isso, perseguiram o Senhor Jesus e finalmente O mataram.
Jesus ao andar nesta terra procurou os miseráveis pecadores, as prostitutas, e seguramente procurou também os homossexuais e toda a gente perdida daquele tempo. Gente como Maria Madalena que tinha prometido sete vezes que mudaria de vida e não tinha forças para mudar; leprosos, paralíticos, cegos, gente que não tinha mais esperança, que não sabia mais para aonde ir. Foram esses quem Jesus procurou. Foi com eles que Jesus se sentou, comeu e viveu.
Na hora da morte, Jesus não escolheu dois homens de melhor conduta para morrer entre eles. Ele foi crucificado entre dois ladrões. Morreu do jeito que viveu. Viveu entre pecadores e morreu entre pecadores. Ele tinha vindo a este mundo para dar esperança aos homens sem esperança. Eles eram o motivo de Sua vida.
Isto não quer dizer que Jesus consentia com as atitudes erradas da prostituta ou aceitava a desonestidade de Zaqueu. Não! Isto não quer dizer que Jesus aprovava os caminhos errados desses homens. Jesus não consente com o pecado, mas ama o pecador.
Aqui, há uma grande mensagem de esperança para você e para mim: Não importa quem você é, por onde andou, quando caiu nem de que maneira pode estar neste momento; não importa quão amarrado você possa estar a costumes, vícios e hábitos dos quais não pode se libertar. Quero que saiba algo: Jesus o ama. Ele nunca aprovou sua conduta, mas Ele nunca deixou de amá-lo. Esta é a mensagem central da Bíblia.
É por isso que encontramos esta repetida figura nas Sagradas Escrituras. Em Gênesis, quando Adão e Eva pecaram, o pecado os separou de Deus. Eles procuraram folhas de figueira e se esconderam atrás de uma árvore. Não queriam mais saber de Deus. Queriam fugir. O pecado separa o homem de Deus, mas não separa Deus do homem. E é por isso que Deus, ao entardecer, desceu de Seu trono celeste, pisou na terra e procurou o homem.
A mensagem central da Bíblia é que o ser humano, por causa do pecado, vive longe de Deus, mas mesmo assim Deus o ama. Por mais que o homem esteja vivendo na miséria, Deus não perde as esperanças, continua acreditando, esperando e suplicando.
Quando o povo de Israel saiu livre do Egito, Deus esteve na montanha entregando as tábuas com os Dez Mandamentos a Moisés. Enquanto acontecia um momento glorioso lá em cima, embaixo o povo se entregava à idolatria. Tinha feito um bezerro de ouro e estava adorando e dançando em torno desse ídolo. Deus disse: Far-me-ão um santuário e Eu habitarei no meio deles.
Ah, amigo! Esses homens por causa de seus pecados, não estavam dando ouvidos a Deus. Eles não estavam querendo saber de Deus de tão arrastados que estavam pela idolatria.
Hoje, talvez não estejamos adorando bezerros de ouro, mas sim um tipo de cultura, de música, de literatura; um tipo de amizade, ou um estilo de vida, não sei. Talvez estejamos adorando a nossa própria capacidade humana. Mas assim mesmo Deus quer habitar em nosso meio.
Como pode Deus querer estar no meio de um povo que não quer saber nada dEle? Aí está o grande e maravilhoso amor de Deus. Deus vai atrás do ser humano, corre, acredita, espera, trabalha. O Espírito Santo te segue, te persegue; te fala de uma maneira, de outra; às vezes dramática, outras com suavidade; te fala com amor, te sacode, te fala através de um terremoto ou de uma tragédia, mas te fala. Deus não perde as esperanças e acredita que um dia você acordará.
Nos versos 1 e 2 do capítulo 15 de Lucas, os fariseus acusam a Jesus: "Por que se junta aos pecadores? Por que vive e come com os pecadores?"
Jesus neste mundo, falou em parábolas. E nesse mesmo capítulo encontramos três: A parábola da moeda, da ovelha e do filho. Os três perdidos. Isto quer dizer que Jesus se junta aos pecadores a fim de buscá-los.
A parábola do filho é conhecida como a parábola do filho pródigo. Por que filho pródigo? Porque foi muito pródigo em gastar seu dinheiro, sua vida, sua saúde e sua juventude. Acho que a parábola não devia se chamar a parábola do filho pródigo e sim, a parábola do pai pródigo. Pródigo em amar, em acreditar. Pródigo em ter paciência e esperar.
A figura que se destaca em Lucas 15 não é o filho que se perde, mas o pai que vai atrás desse filho. É o pai que espera. É o pai que ama. É o pai que suplica. O Espírito de profecia diz que foi o amor do pai que finalmente venceu no coração do filho e o trouxe de volta. Eu pergunto: Amou o pai a seu filho quando ele se comportava bem, quando trabalhava na fazenda e cumpria todos os seus deveres? O amou mais do que quando ele estava em meio aos porcos, as prostitutas, gastando sua vida e seu dinheiro? Em que momento Deus mais ama seu filho? Em que momento o pai da parábola mais amou seu filho?
Quando o filho estava em casa e se portava bem, o pai o amava muito e estava feliz. Quando o filho se afundou na miséria do pecado, o pai continuou amando-o muito, mas estava triste. Aí está a diferença. Quando nós deixamos que Seu poder nos transforme e que Seu Espírito nos guie em Seus caminhos, Deus nos ama muito e fica feliz. Mas quando deixamos de prestar atenção à direção do Espírito Santo e nos afundamos na miséria da vida, Deus continua nos amando, só que agora com lágrimas nos olhos. Essa é a diferença.
Muita gente não é capaz de entender esta mensagem e pensa assim: "Pastor, o senhor está pregando uma mensagem perigosa, porque se o senhor diz que o homem peca e Deus continua amando, e que o amor dEle não tem limite, então o senhor está incentivando o pecado, e o homem pode pensar: "Por que vou deixar de pecar se Deus me ama mesmo no pecado"?
Mas quem fizer esta pergunta é porque nunca compreendeu o que é capaz de fazer o amor de Deus. Ele sabia perfeitamente que se o amor não fosse capaz de transformar uma vida, nada mais o seria. Jesus sabia por exemplo que se o amor dEle não fosse capaz de transformar Maria Madalena, nada mais a transformaria. Por isso a amou, acreditou e esperou. Embora Maria caísse uma vez, caísse outra e mais outras e ninguém mais acreditasse que um dia ela se levantaria, Jesus, entretanto, continuou acreditando e o Seu maravilhoso amor foi o maior argumento que pôde conscientizá-la de seu estado pecaminoso. Quando ela compreendeu isto, se agarrou num fio de esperança e foi banhada no sangue de Jesus.
Maria aprendeu a desconfiar de sua própria força de vontade e a depender de Cristo se ajoelhando e dizendo: "Senhor Jesus, sozinha, estou perdida. Posso prometer um milhão de vezes, mas nunca conseguirei. Preciso que Tu operes um milagre em minha vida. Preciso que Tu faças algo que eu não posso fazer por mim mesma". E só assim foi transformada.
Ah, querido! Meu pai foi um homem muito duro, um homem que não admitia erros. Ele não conhecia Jesus, mas era um homem muito honesto. Não aceitava a Jesus, mas era um moralista de primeira linha. Para ser um moralista não precisa ser cristão. Ser cristão é viver preocupado em deixar que Jesus viva em você. Ser moralista é viver preocupado apenas em portar-se bem. Mas, graças a Deus, no fim de sua vida, aceitou a Jesus e tornou-se um cristão. E como eu já disse, ele não admitia erros, e eu, quando garoto, cometia muitos erros.
Certo dia fiz algo errado. Meu pai já tinha me dado uma advertência, mas eu continuava errando no mesmo ponto. Um dia, do qual não me esquecerei, fui flagrado. Eu sabia que quando meu pai chegasse, à tarde, teria que me acertar com ele. Ele tinha me prometido que se eu cometesse aquele erro mais uma vez me daria vinte chicotadas. Quando ele chegou, eu já estava preparado. Então me disse: Venha ao quarto. E fui. Eu devia ter nove anos, dez, talvez. Eu tinha vestido quatro calças para assim diminuir a dor e meu pai percebeu. Eu quero imaginar neste momento meu pai vendo entrar o filho, com as pernas grossas por causa das quatro calças. Eu, com nove anos pensava que meu pai não perceberia, mas parece que percebeu. Eu era uma caricatura diante de meu pai tentando resolver o meu problema vestindo quatro calças. Ele podia ter rido de mim, mas não riu. Eu vi lágrimas em seus olhos. O chicote estava em sua mão. Eu sabia que merecia o castigo. Ele devia dar-me as vinte chicotadas que tinha prometido. Eu já tinha me dito que não choraria nem reclamaria. Estava pronto para receber meu castigo. Meu pai não conhecia a palavra perdão, mas aquela tarde aconteceu uma coisa estranha. Aquele homem duro se emocionou e disse:
- Venha cá. Aproxime-se mais.
Cheguei perto dele. Ele tinha o chicote na mão. Fechei os olhos esperando a primeira chicotada, mas o que eu senti foi um abraço. Meu pai me abraçou. Havia lágrimas em seus olhos e então me disse:
- Filho, eu não quero castigá-lo. Não pense que eu sinto prazer em castigá-lo. Eu o amo filho, mas tenho que fazer isso para o seu próprio bem; para que você não sofra quando crescer. Você tem que aprender a obedecer agora.
Mas ele me abraçou e continuou:
- Filho, desta vez eu não vou lhe bater, pode ir.
Se meu pai tivesse me dado as vinte chicotadas eu não teria derramado uma lágrima. Mas aquela tarde, chorei. Seu abraço doeu mais que vinte chicotadas. Seu amor doeu mais que seu castigo. Se ele me castigasse talvez eu continuasse fazendo aquilo que tinha feito sempre. Mas naquele mesmo dia prometi para mim mesmo que nunca mais faria meu pai chorar.
Jesus conhece bem o poder que o amor tem, e é por isso que quando erramos Ele não diz: "Vá embora, você não presta. Você pisou nos Meus mandamentos e traiu a Minha confiança. Não quero mais saber de você. Você é um caso perdido. Esqueça que Eu existo. Não volte para mim quando estiver precisando".
Ah, amigo, Deus não faz isto. O pecado nos afasta de Deus, mas ele não é capaz de afastar Deus de nós. Deus nos procura, Ele vai atrás de nós, nos espera, acredita. Ele nos ama. É por isso que você não tem o direito de permanecer triste. Você não tem o direito de estar pensando que não tem mais jeito. Deus o ama e nunca deixou de amá-lo. Ele morreu para salvá-lo. Deu Seu Espírito Santo com a plenitude de Seu poder para fazê-lo vitorioso, para tirá-lo da mediocridade, e dar-lhe a vitória.
Não quer você aceitar Jesus ? Não quer abrir o seu coração e lhe dizer: "Obrigado Senhor porque nunca deixaste de me amar. Obrigado também pelo poder que vem da cruz para transformar a minha vida".
ORAÇÃO
Querido Pai, ouve o clamor silencioso das pessoas que precisam de Ti. Obrigado porque Tu acreditas no ser humano. Obrigado também porque quando Tu perdoas, Tu esqueces e transformas. Coloque neste momento a Tua mão poderosa sobre cada vida. Em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
"Alguma vez o assaltou a idéia de que por ter caído tantas vezes na vida espiritual, Deus não queira mais saber de você? Existe algo no mundo que seja capaz de separar Deus de você? Tem você o direito de pensar que Deus o abandonou e o esqueceu?
"Veio para o que era seu e os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai". (S. João 1:11 a 14)
O Verbo se fez carne. O Senhor Jesus Cristo se fez carne e habitou em meio de nós.
Você alguma vez foi assaltado? Esta pergunta pode parecer sem muito sentido. Mas eu já fui assaltado três vezes.
O assalto é uma experiência interessante de se contar e terrível de se viver. Depois de sermos assaltados, algo terrível acontece na nossa mente. Começamos a tremer quando pensamos que poderíamos estar mortos. Começamos a acreditar que existem pessoas que por um pouco de dinheiro são capazes de tirar a vida de outras pessoas. Depois do primeiro assalto, eu vivi dias difíceis porque tinha a impressão de que toda pessoa desconhecida que se aproximava de mim, ia me assaltar. Eu desconfiava de todos. Quando alguém vinha por uma calçada, eu passava para a outra. No ponto de ônibus, eu ficava meio distante e quando alguém se aproximava, eu olhava com suspeita e ficava pronto para fugir se fosse o caso. Fiquei traumatizado pois vivi um momento dramático em minha vida. Colocaram uma faca em meu peito e o meu dinheiro e relógio foram levados. A partir daquele momento comecei a desconfiar das pessoas.
Amigo, isto talvez seja o mais trágico do pecado. O pecado cria desconfiança entre os seres humanos; cria barreiras intransponíveis; abre brechas entre marido e mulher; cria limites entre pais e filhos. O pecado abre distância entre os membros de uma mesma igreja; abre feridas que depois não se fecham; causa traumas que o tempo não é capaz de apagar. Porém, talvez o mais terrível do pecado seja mesmo a dolorosa experiência de nos afastar, de nos separar, de nos isolar do mundo.
Quando você era criança e fazia algo de errado, a primeira coisa que vinha à sua mente era se esconder, não era? Pois é. O pecado nos faz esconder, nos faz partir para longe. Ele nos separa de Deus criando uma barreira entre o Pai e nós.
Nós adultos, quando cometemos algo de errado contra uma pessoa, temos medo de nos encontrar com ela e se por acaso a encontramos, temos vergonha de olhar em seus olhos.
O pecado separa as pessoas, as famílias, os irmãos, os amigos. Talvez você já tenha sido traído por um amigo em quem confiava. Talvez já tenha sido traído pelo seu cônjuge; pelo pai ou pelo filho; ou até mesmo por um pastor ou ancião da sua igreja, e entende perfeitamente o que falo. Isto é o que o pecado nos traz. Porém, o pior de tudo é que o pecado nos separa de Deus.
A minha pergunta é: O pecado separa Deus de nós? Veja o que a Bíblia diz: "Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor". (Romanos 8:38 e 39)
Amigo, quero que você entenda isto, porque quando Jesus veio a este mundo, os líderes de Seu tempo não conseguiram entender. Tenho a impressão de que hoje muitos cristãos também não entendem este assunto.
O pecado nos separa de Deus, mas não separa Deus de nós. Quando Jesus veio a este mundo, as pessoas não conseguiam entender isto, e confundiam o pecado com o pecador. Quando um homem cometia um pecado, ele era rejeitado e desprezado. Ninguém mais se relacionava com esse homem.
Jesus veio para arrancar esse conceito da mente humana. Por isso, quando Jesus estava nesta terra, enquanto os membros da igreja daquele tempo se afastavam dos pecadores, Jesus os procurava, se juntava e se assentava com eles. Quer dizer que Deus aprovava a vida dos pecadores? Não, porém, sabia que para salvá-los tinha de buscá-los e amá-los. Enquanto isso, os líderes da igreja formavam um pequeno grupo à parte e criticavam o Senhor Jesus por esta atitude.
Veja o que diz a Bíblia: "Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles". (Lucas 15:1 e 2)
Amigo, os membros da igreja de Deus naquela época não aceitavam a idéia de que o pecado nos separa de Deus, mas não separa Deus de nós.
Quando pecamos, escolhemos abandonar a Deus. Partimos para nosso próprio mundo; andamos em nossos caminhos; fazemos coisas que nos machucam por dentro e que machucam as pessoas queridas que estão ao nosso redor. Mas o pecado não separa Deus de nós. Ele vai atrás de nós, nos suplica, nos espera, nos ama.
Entretanto, os líderes daquele tempo não conseguiram entender isso, perseguiram o Senhor Jesus e finalmente O mataram.
Jesus ao andar nesta terra procurou os miseráveis pecadores, as prostitutas, e seguramente procurou também os homossexuais e toda a gente perdida daquele tempo. Gente como Maria Madalena que tinha prometido sete vezes que mudaria de vida e não tinha forças para mudar; leprosos, paralíticos, cegos, gente que não tinha mais esperança, que não sabia mais para aonde ir. Foram esses quem Jesus procurou. Foi com eles que Jesus se sentou, comeu e viveu.
Na hora da morte, Jesus não escolheu dois homens de melhor conduta para morrer entre eles. Ele foi crucificado entre dois ladrões. Morreu do jeito que viveu. Viveu entre pecadores e morreu entre pecadores. Ele tinha vindo a este mundo para dar esperança aos homens sem esperança. Eles eram o motivo de Sua vida.
Isto não quer dizer que Jesus consentia com as atitudes erradas da prostituta ou aceitava a desonestidade de Zaqueu. Não! Isto não quer dizer que Jesus aprovava os caminhos errados desses homens. Jesus não consente com o pecado, mas ama o pecador.
Aqui, há uma grande mensagem de esperança para você e para mim: Não importa quem você é, por onde andou, quando caiu nem de que maneira pode estar neste momento; não importa quão amarrado você possa estar a costumes, vícios e hábitos dos quais não pode se libertar. Quero que saiba algo: Jesus o ama. Ele nunca aprovou sua conduta, mas Ele nunca deixou de amá-lo. Esta é a mensagem central da Bíblia.
É por isso que encontramos esta repetida figura nas Sagradas Escrituras. Em Gênesis, quando Adão e Eva pecaram, o pecado os separou de Deus. Eles procuraram folhas de figueira e se esconderam atrás de uma árvore. Não queriam mais saber de Deus. Queriam fugir. O pecado separa o homem de Deus, mas não separa Deus do homem. E é por isso que Deus, ao entardecer, desceu de Seu trono celeste, pisou na terra e procurou o homem.
A mensagem central da Bíblia é que o ser humano, por causa do pecado, vive longe de Deus, mas mesmo assim Deus o ama. Por mais que o homem esteja vivendo na miséria, Deus não perde as esperanças, continua acreditando, esperando e suplicando.
Quando o povo de Israel saiu livre do Egito, Deus esteve na montanha entregando as tábuas com os Dez Mandamentos a Moisés. Enquanto acontecia um momento glorioso lá em cima, embaixo o povo se entregava à idolatria. Tinha feito um bezerro de ouro e estava adorando e dançando em torno desse ídolo. Deus disse: Far-me-ão um santuário e Eu habitarei no meio deles.
Ah, amigo! Esses homens por causa de seus pecados, não estavam dando ouvidos a Deus. Eles não estavam querendo saber de Deus de tão arrastados que estavam pela idolatria.
Hoje, talvez não estejamos adorando bezerros de ouro, mas sim um tipo de cultura, de música, de literatura; um tipo de amizade, ou um estilo de vida, não sei. Talvez estejamos adorando a nossa própria capacidade humana. Mas assim mesmo Deus quer habitar em nosso meio.
Como pode Deus querer estar no meio de um povo que não quer saber nada dEle? Aí está o grande e maravilhoso amor de Deus. Deus vai atrás do ser humano, corre, acredita, espera, trabalha. O Espírito Santo te segue, te persegue; te fala de uma maneira, de outra; às vezes dramática, outras com suavidade; te fala com amor, te sacode, te fala através de um terremoto ou de uma tragédia, mas te fala. Deus não perde as esperanças e acredita que um dia você acordará.
Nos versos 1 e 2 do capítulo 15 de Lucas, os fariseus acusam a Jesus: "Por que se junta aos pecadores? Por que vive e come com os pecadores?"
Jesus neste mundo, falou em parábolas. E nesse mesmo capítulo encontramos três: A parábola da moeda, da ovelha e do filho. Os três perdidos. Isto quer dizer que Jesus se junta aos pecadores a fim de buscá-los.
A parábola do filho é conhecida como a parábola do filho pródigo. Por que filho pródigo? Porque foi muito pródigo em gastar seu dinheiro, sua vida, sua saúde e sua juventude. Acho que a parábola não devia se chamar a parábola do filho pródigo e sim, a parábola do pai pródigo. Pródigo em amar, em acreditar. Pródigo em ter paciência e esperar.
A figura que se destaca em Lucas 15 não é o filho que se perde, mas o pai que vai atrás desse filho. É o pai que espera. É o pai que ama. É o pai que suplica. O Espírito de profecia diz que foi o amor do pai que finalmente venceu no coração do filho e o trouxe de volta. Eu pergunto: Amou o pai a seu filho quando ele se comportava bem, quando trabalhava na fazenda e cumpria todos os seus deveres? O amou mais do que quando ele estava em meio aos porcos, as prostitutas, gastando sua vida e seu dinheiro? Em que momento Deus mais ama seu filho? Em que momento o pai da parábola mais amou seu filho?
Quando o filho estava em casa e se portava bem, o pai o amava muito e estava feliz. Quando o filho se afundou na miséria do pecado, o pai continuou amando-o muito, mas estava triste. Aí está a diferença. Quando nós deixamos que Seu poder nos transforme e que Seu Espírito nos guie em Seus caminhos, Deus nos ama muito e fica feliz. Mas quando deixamos de prestar atenção à direção do Espírito Santo e nos afundamos na miséria da vida, Deus continua nos amando, só que agora com lágrimas nos olhos. Essa é a diferença.
Muita gente não é capaz de entender esta mensagem e pensa assim: "Pastor, o senhor está pregando uma mensagem perigosa, porque se o senhor diz que o homem peca e Deus continua amando, e que o amor dEle não tem limite, então o senhor está incentivando o pecado, e o homem pode pensar: "Por que vou deixar de pecar se Deus me ama mesmo no pecado"?
Mas quem fizer esta pergunta é porque nunca compreendeu o que é capaz de fazer o amor de Deus. Ele sabia perfeitamente que se o amor não fosse capaz de transformar uma vida, nada mais o seria. Jesus sabia por exemplo que se o amor dEle não fosse capaz de transformar Maria Madalena, nada mais a transformaria. Por isso a amou, acreditou e esperou. Embora Maria caísse uma vez, caísse outra e mais outras e ninguém mais acreditasse que um dia ela se levantaria, Jesus, entretanto, continuou acreditando e o Seu maravilhoso amor foi o maior argumento que pôde conscientizá-la de seu estado pecaminoso. Quando ela compreendeu isto, se agarrou num fio de esperança e foi banhada no sangue de Jesus.
Maria aprendeu a desconfiar de sua própria força de vontade e a depender de Cristo se ajoelhando e dizendo: "Senhor Jesus, sozinha, estou perdida. Posso prometer um milhão de vezes, mas nunca conseguirei. Preciso que Tu operes um milagre em minha vida. Preciso que Tu faças algo que eu não posso fazer por mim mesma". E só assim foi transformada.
Ah, querido! Meu pai foi um homem muito duro, um homem que não admitia erros. Ele não conhecia Jesus, mas era um homem muito honesto. Não aceitava a Jesus, mas era um moralista de primeira linha. Para ser um moralista não precisa ser cristão. Ser cristão é viver preocupado em deixar que Jesus viva em você. Ser moralista é viver preocupado apenas em portar-se bem. Mas, graças a Deus, no fim de sua vida, aceitou a Jesus e tornou-se um cristão. E como eu já disse, ele não admitia erros, e eu, quando garoto, cometia muitos erros.
Certo dia fiz algo errado. Meu pai já tinha me dado uma advertência, mas eu continuava errando no mesmo ponto. Um dia, do qual não me esquecerei, fui flagrado. Eu sabia que quando meu pai chegasse, à tarde, teria que me acertar com ele. Ele tinha me prometido que se eu cometesse aquele erro mais uma vez me daria vinte chicotadas. Quando ele chegou, eu já estava preparado. Então me disse: Venha ao quarto. E fui. Eu devia ter nove anos, dez, talvez. Eu tinha vestido quatro calças para assim diminuir a dor e meu pai percebeu. Eu quero imaginar neste momento meu pai vendo entrar o filho, com as pernas grossas por causa das quatro calças. Eu, com nove anos pensava que meu pai não perceberia, mas parece que percebeu. Eu era uma caricatura diante de meu pai tentando resolver o meu problema vestindo quatro calças. Ele podia ter rido de mim, mas não riu. Eu vi lágrimas em seus olhos. O chicote estava em sua mão. Eu sabia que merecia o castigo. Ele devia dar-me as vinte chicotadas que tinha prometido. Eu já tinha me dito que não choraria nem reclamaria. Estava pronto para receber meu castigo. Meu pai não conhecia a palavra perdão, mas aquela tarde aconteceu uma coisa estranha. Aquele homem duro se emocionou e disse:
- Venha cá. Aproxime-se mais.
Cheguei perto dele. Ele tinha o chicote na mão. Fechei os olhos esperando a primeira chicotada, mas o que eu senti foi um abraço. Meu pai me abraçou. Havia lágrimas em seus olhos e então me disse:
- Filho, eu não quero castigá-lo. Não pense que eu sinto prazer em castigá-lo. Eu o amo filho, mas tenho que fazer isso para o seu próprio bem; para que você não sofra quando crescer. Você tem que aprender a obedecer agora.
Mas ele me abraçou e continuou:
- Filho, desta vez eu não vou lhe bater, pode ir.
Se meu pai tivesse me dado as vinte chicotadas eu não teria derramado uma lágrima. Mas aquela tarde, chorei. Seu abraço doeu mais que vinte chicotadas. Seu amor doeu mais que seu castigo. Se ele me castigasse talvez eu continuasse fazendo aquilo que tinha feito sempre. Mas naquele mesmo dia prometi para mim mesmo que nunca mais faria meu pai chorar.
Jesus conhece bem o poder que o amor tem, e é por isso que quando erramos Ele não diz: "Vá embora, você não presta. Você pisou nos Meus mandamentos e traiu a Minha confiança. Não quero mais saber de você. Você é um caso perdido. Esqueça que Eu existo. Não volte para mim quando estiver precisando".
Ah, amigo, Deus não faz isto. O pecado nos afasta de Deus, mas ele não é capaz de afastar Deus de nós. Deus nos procura, Ele vai atrás de nós, nos espera, acredita. Ele nos ama. É por isso que você não tem o direito de permanecer triste. Você não tem o direito de estar pensando que não tem mais jeito. Deus o ama e nunca deixou de amá-lo. Ele morreu para salvá-lo. Deu Seu Espírito Santo com a plenitude de Seu poder para fazê-lo vitorioso, para tirá-lo da mediocridade, e dar-lhe a vitória.
Não quer você aceitar Jesus ? Não quer abrir o seu coração e lhe dizer: "Obrigado Senhor porque nunca deixaste de me amar. Obrigado também pelo poder que vem da cruz para transformar a minha vida".
ORAÇÃO
Querido Pai, ouve o clamor silencioso das pessoas que precisam de Ti. Obrigado porque Tu acreditas no ser humano. Obrigado também porque quando Tu perdoas, Tu esqueces e transformas. Coloque neste momento a Tua mão poderosa sobre cada vida. Em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
1 Timóteo 6:7
Sexta-feira 2 Outubro
Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele (1 Timóteo 6:7).
O SERVO LIBERTO
O escritor Leon Tolstoi (1828-1910) conta a história de um servo russo que havia sido liberto da escravidão. Como paga por seus serviços fiéis, ele deveria receber toda a terra que pudesse rodear caminhando em um dia.
O homem se pôs a caminho ao raiar do sol. Não descansou todo o dia, comeu andando para não perder tempo. À medida que o dia passava, mais terreno era acrescentado às posses do futuro dono. Ele andou com muita pressa, sempre pensando que aquele bosque, aquela campina, aquele campo deveria lhe pertencer. Quando o sol se pôs, ele retornou ao ponto de partida. Uma sensação de felicidade encheu seu peito ao exclamar: “Tudo isso me pertence!” Então, caiu fulminado por um ataque do coração. Tolstoi termina a narrativa afirmando que o homem precisa de pouquíssima terra: seis pés debaixo do solo (cerca de 1,80 m).
Essa história nos lembra do versículo de hoje. Mas com quanta rapidez as pessoas se esquecem disso! Trabalham de sol a sol procurando acumular riquezas. E não são somente os gananciosos que agem assim. Esquecem que chegará o momento em que terão inevitavelmente de deixar tudo, não importa a meta que desejam alcançar. E isso pode acontecer repentinamente.
Temos de admitir: pode ser muito desagradável pensar nisso, porém precisamos enfrentar a realidade. O mais importante não são as posses materiais, mas, acima de tudo, as posses eternas e indestrutíveis que somente Deus pode nos dar. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
Que DEUS abençoe a todos.
Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele (1 Timóteo 6:7).
O SERVO LIBERTO
O escritor Leon Tolstoi (1828-1910) conta a história de um servo russo que havia sido liberto da escravidão. Como paga por seus serviços fiéis, ele deveria receber toda a terra que pudesse rodear caminhando em um dia.
O homem se pôs a caminho ao raiar do sol. Não descansou todo o dia, comeu andando para não perder tempo. À medida que o dia passava, mais terreno era acrescentado às posses do futuro dono. Ele andou com muita pressa, sempre pensando que aquele bosque, aquela campina, aquele campo deveria lhe pertencer. Quando o sol se pôs, ele retornou ao ponto de partida. Uma sensação de felicidade encheu seu peito ao exclamar: “Tudo isso me pertence!” Então, caiu fulminado por um ataque do coração. Tolstoi termina a narrativa afirmando que o homem precisa de pouquíssima terra: seis pés debaixo do solo (cerca de 1,80 m).
Essa história nos lembra do versículo de hoje. Mas com quanta rapidez as pessoas se esquecem disso! Trabalham de sol a sol procurando acumular riquezas. E não são somente os gananciosos que agem assim. Esquecem que chegará o momento em que terão inevitavelmente de deixar tudo, não importa a meta que desejam alcançar. E isso pode acontecer repentinamente.
Temos de admitir: pode ser muito desagradável pensar nisso, porém precisamos enfrentar a realidade. O mais importante não são as posses materiais, mas, acima de tudo, as posses eternas e indestrutíveis que somente Deus pode nos dar. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
Que DEUS abençoe a todos.
1 João 3.18
2 de Outubro
"Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." 1 João 3.18
Andar no amor não significa nada mais e nada menos do que seguir o Cordeiro para onde quer que vá! Porém, o nosso "eu" não quer isso. Até Pedro, o discípulo mais zeloso e emotivo não queria isso. Ou seja, quando Jesus estava a caminho para o Calvário "Pedro o seguia de longe." Enquanto respondemos negativamente ao caminho do Cordeiro, enquanto "seguimos de longe", desviando-nos dos sofrimentos de Cristo, continuamos com nossos porquês tão mesquinhos, e não percebemos que é justamente através dos sofrimentos de Jesus Cristo, no Seu grande amor, que o Deus eterno se comunica conosco.
Mas como o nosso amor a Deus pode se tornar mais íntimo e profundo, de modo que sejamos capazes de seguir o Cordeiro para onde Ele for? Deixando que a grande verdade de Romanos 8.32 trabalhe em nossa vida: "Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as cousas?" Esse é o ilimitado amor de Deus, que Ele só pode comunicar por meio do amargo sofrimento e morte do Seu Filho. Este amor gera amor recíproco. E porque Deus de fato nos dá tudo, também experimentamos a realidade de Romanos 5.5: "...o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo."
Que DEUS abençoe a todos.
"Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." 1 João 3.18
Andar no amor não significa nada mais e nada menos do que seguir o Cordeiro para onde quer que vá! Porém, o nosso "eu" não quer isso. Até Pedro, o discípulo mais zeloso e emotivo não queria isso. Ou seja, quando Jesus estava a caminho para o Calvário "Pedro o seguia de longe." Enquanto respondemos negativamente ao caminho do Cordeiro, enquanto "seguimos de longe", desviando-nos dos sofrimentos de Cristo, continuamos com nossos porquês tão mesquinhos, e não percebemos que é justamente através dos sofrimentos de Jesus Cristo, no Seu grande amor, que o Deus eterno se comunica conosco.
Mas como o nosso amor a Deus pode se tornar mais íntimo e profundo, de modo que sejamos capazes de seguir o Cordeiro para onde Ele for? Deixando que a grande verdade de Romanos 8.32 trabalhe em nossa vida: "Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as cousas?" Esse é o ilimitado amor de Deus, que Ele só pode comunicar por meio do amargo sofrimento e morte do Seu Filho. Este amor gera amor recíproco. E porque Deus de fato nos dá tudo, também experimentamos a realidade de Romanos 5.5: "...o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo."
Que DEUS abençoe a todos.
Atos 26.1-18
Atos 26.1-18
1 A seguir, Agripa, dirigindo-se a Paulo, disse: É permitido que uses da palavra em tua defesa. Então, Paulo, estendendo a mão, passou a defender-se nestes termos:
2 Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, pelo privilégio de, hoje, na tua presença, poder produzir a minha defesa de todas as acusações feitas contra mim pelos judeus;
3 mormente porque és versado em todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso, eu te peço que me ouças com paciência.
4 Quanto à minha vida, desde a mocidade, como decorreu desde o princípio entre o meu povo e em Jerusalém, todos os judeus a conhecem;
5 pois, na verdade, eu era conhecido deles desde o princípio, se assim o quiserem testemunhar, porque vivi fariseu conforme a seita mais severa da nossa religião.
6 E, agora, estou sendo julgado por causa da esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais,
7 a qual as nossas doze tribos, servindo a Deus fervorosamente de noite e de dia, almejam alcançar; é no tocante a esta esperança, ó rei, que eu sou acusado pelos judeus.
8 Por que se julga incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos?
9 Na verdade, a mim me parecia que muitas coisas devia eu praticar contra o nome de Jesus, o Nazareno;
10 e assim procedi em Jerusalém. Havendo eu recebido autorização dos principais sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e contra estes dava o meu voto, quando os matavam.
11 Muitas vezes, os castiguei por todas as sinagogas, obrigando-os até a blasfemar. E, demasiadamente enfurecido contra eles, mesmo por cidades estranhas os perseguia.
12 Com estes intuitos, parti para Damasco, levando autorização dos principais sacerdotes e por eles comissionado.
13 Ao meio-dia, ó rei, indo eu caminho fora, vi uma luz no céu, mais resplandecente que o sol, que brilhou ao redor de mim e dos que iam comigo.
14 E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões.
15 Então, eu perguntei: Quem és tu, Senhor? Ao que o Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues.
16 Mas levanta-te e firma-te sobre teus pés, porque por isto te apareci, para te constituir ministro e testemunha, tanto das coisas em que me viste como daquelas pelas quais te aparecerei ainda,
17 livrando-te do povo e dos gentios, para os quais eu te envio,
18 para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim.
Atos 26:1-18
Convidado a testemunhar diante de Agripa, Paulo ergue os braços carregados de algemas. Como no capítulo 22, ele relata o seu encontro com o Senhor e em que circunstâncias o ministério lhe foi confiado. Quando seus olhos foram abertos, foi-lhe entregue a responsabilidade de abrir os olhos dos gentios ao acesso pela fé à luz, à liberdade, ao perdão dos pecados e à herança dos santos (v. 18; Colossenses 1:12-13).
As circunstâncias que levam à conversão nem sempre são as mesmas. Pedro estava em seu barco quando reconheceu seu estado pecaminoso. Levi estava sentado na coletoria e Zaqueu estava sobre uma árvore, quando o Senhor os chamou (Lucas 5:10, 27-28; 19:5). O etíope converteu-se em seu carro, e o carcereiro de Filipos, na prisão à meia-noite (Atos 8:27; 16:29). Paulo converteu-se ao meio-dia, quando estava a caminho de Damasco (v. 13). Você pode dizer onde e quando encontrou Jesus? Se pode, não tema em contar sua conversão quando tiver oportunidade. Isso não é para nos glorificar, desde que falemos também do triste estado em que nos encontrávamos. Ao contrário, nosso testemunho serve para exaltar a soberana graça de Deus que transformou a nossa vida.
Que DEUS abençoe a todos.
1 A seguir, Agripa, dirigindo-se a Paulo, disse: É permitido que uses da palavra em tua defesa. Então, Paulo, estendendo a mão, passou a defender-se nestes termos:
2 Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, pelo privilégio de, hoje, na tua presença, poder produzir a minha defesa de todas as acusações feitas contra mim pelos judeus;
3 mormente porque és versado em todos os costumes e questões que há entre os judeus; por isso, eu te peço que me ouças com paciência.
4 Quanto à minha vida, desde a mocidade, como decorreu desde o princípio entre o meu povo e em Jerusalém, todos os judeus a conhecem;
5 pois, na verdade, eu era conhecido deles desde o princípio, se assim o quiserem testemunhar, porque vivi fariseu conforme a seita mais severa da nossa religião.
6 E, agora, estou sendo julgado por causa da esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais,
7 a qual as nossas doze tribos, servindo a Deus fervorosamente de noite e de dia, almejam alcançar; é no tocante a esta esperança, ó rei, que eu sou acusado pelos judeus.
8 Por que se julga incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos?
9 Na verdade, a mim me parecia que muitas coisas devia eu praticar contra o nome de Jesus, o Nazareno;
10 e assim procedi em Jerusalém. Havendo eu recebido autorização dos principais sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e contra estes dava o meu voto, quando os matavam.
11 Muitas vezes, os castiguei por todas as sinagogas, obrigando-os até a blasfemar. E, demasiadamente enfurecido contra eles, mesmo por cidades estranhas os perseguia.
12 Com estes intuitos, parti para Damasco, levando autorização dos principais sacerdotes e por eles comissionado.
13 Ao meio-dia, ó rei, indo eu caminho fora, vi uma luz no céu, mais resplandecente que o sol, que brilhou ao redor de mim e dos que iam comigo.
14 E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões.
15 Então, eu perguntei: Quem és tu, Senhor? Ao que o Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues.
16 Mas levanta-te e firma-te sobre teus pés, porque por isto te apareci, para te constituir ministro e testemunha, tanto das coisas em que me viste como daquelas pelas quais te aparecerei ainda,
17 livrando-te do povo e dos gentios, para os quais eu te envio,
18 para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim.
Atos 26:1-18
Convidado a testemunhar diante de Agripa, Paulo ergue os braços carregados de algemas. Como no capítulo 22, ele relata o seu encontro com o Senhor e em que circunstâncias o ministério lhe foi confiado. Quando seus olhos foram abertos, foi-lhe entregue a responsabilidade de abrir os olhos dos gentios ao acesso pela fé à luz, à liberdade, ao perdão dos pecados e à herança dos santos (v. 18; Colossenses 1:12-13).
As circunstâncias que levam à conversão nem sempre são as mesmas. Pedro estava em seu barco quando reconheceu seu estado pecaminoso. Levi estava sentado na coletoria e Zaqueu estava sobre uma árvore, quando o Senhor os chamou (Lucas 5:10, 27-28; 19:5). O etíope converteu-se em seu carro, e o carcereiro de Filipos, na prisão à meia-noite (Atos 8:27; 16:29). Paulo converteu-se ao meio-dia, quando estava a caminho de Damasco (v. 13). Você pode dizer onde e quando encontrou Jesus? Se pode, não tema em contar sua conversão quando tiver oportunidade. Isso não é para nos glorificar, desde que falemos também do triste estado em que nos encontrávamos. Ao contrário, nosso testemunho serve para exaltar a soberana graça de Deus que transformou a nossa vida.
Que DEUS abençoe a todos.
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