Escolhas
Se vocês não estão querendo obedecer ao Senhor, escolham hoje a quem querem dar obediência [...] Quanto a mim, escutem! Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Josué 24:15, BV
Deus criou o homem como um ser dotado de livre arbítrio, com direito de decidir, escolher e exercer sua vontade. É claro, porém, que cada escolha tem seus resultados e o seu preço. Deus respeita esse direito, até mesmo quando Seus filhos escolhem mal.
Um casal teve dois filhos gêmeos. Eram muito parecidos. Cresceram juntos participando dos cultos domésticos, das mesmas classes de estudo da Bíblia, na igreja, e nos mesmos colégios cristãos. Recebiam os mesmos conselhos e repreensões dos pais. Passaram pela adolescência e alcançaram a juventude, mas, à semelhança de Abel e Caim, fizeram escolhas diferentes.
Um se preocupava com as coisas espirituais, com o relacionamento com Deus e com o bem-estar de seus pais. O outro, porém, abandonou a igreja, só pensava nos prazeres do mundo, e não se incomodava com a dor que o seu procedimento causava aos pais. Passou a fazer parte de um grupo de rapazes violentos e viciados.
Certa noite, durante uma festa em que havia bebidas e drogas, ele esfaqueou e matou um dos seus companheiros de farra. Tentou fugir, mas os companheiros o perseguiram.
No desespero da fuga, viu que o escritório do irmão estava com as luzes acesas. Entrou porta adentro e contou o que havia acontecido e a ameaça dos companheiros.
– Tire essa roupa suja de sangue – disse o irmão, enquanto também tirava a dele, e ordenou-lhe que vestisse a sua roupa limpa, o que ele obedeceu. Então, o irmão inocente vestiu a roupa suja de sangue e lhe disse:
– Você está vestindo a minha roupa limpa. É possível que eles me matem, pensando que sou você. Se eu morrer, morrerei em seu lugar! – E a seguir, abriu a porta. Aqueles rapazes embriagados e drogados, aos chutes, murros e pauladas, mataram o irmão gêmeo inocente.
Os dias se passaram e aquele moço, lembrando-se do que havia acontecido, sempre dizia: “Ele morreu em meu lugar!” Então, abandonou a vida de pecado, abraçou a Cristo, e se entregou à justiça, a fim de pagar a pena de sua escolha desastrosa.
A lição que ele aprendeu foi: “Assim, como meu irmão, Jesus morreu em meu lugar para que eu pudesse viver.” – EGS
REFLEXÃO: “Meu filho, quando os pecadores [...] fizerem este convite: venha fazer parte de nosso bando! [...] diga: Não!” (Pv 1:10, 11, BV).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Eu Vi a Rainha
Eu Vi a Rainha
Então, disse eu [Isaías]: ai de mim! Estou perdido! [...] Os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Isaías 6:5
Foi num domingo do mês de agosto de 1962 que vi, pessoalmente e bem de perto, a rainha Elizabeth II da Inglaterra. Eu estava em Londres, em frente ao palácio da Buckingham, residência oficial da família imperial, para apreciar a cerimônia da troca da guarda, quando os portões do lado direito do palácio se abriram e o carro oficial da rainha saiu, passando bem devagar pelo meio da multidão que a ovacionava delirantemente. Como eu estava ao lado da rua, na calçada, bem junto ao meio fio, tive a oportunidade de ver a rainha bem perto de mim, a uma distância de aproximadamente três metros. Estava vestida, ao rigor da realeza, com rico vestido azul celeste com bordados marchetados de brilhantes. De maneira muito gentil, ela ia acenando para todas as pessoas por onde passava. Isso já faz mais de quarenta anos. Mas eu quero ver mesmo é o Rei, o nosso Rei!
O profeta Isaías viu o Rei do Universo assentado em Seu trono. Ele disse: “Ai de mim! Estou perdido! Os meus olhos viram o Rei.” Ele viu toda a glória que circundava o trono do Rei do Universo. Que privilégio!
Nós também, um dia, poderemos ver o Rei. Mas, para isso, devemos estar preparados. Como será, então, conhecer nosso Rei face a face, ver Seu rosto e Seu sorriso de felicidade? Ele vai estar muito feliz nesse dia e nós também. Ele, por ver os resultados da redenção efetuada; nós pela salvação que haveremos de receber pelos Seus méritos.
Certa vez, a rainha Vitória, também da Inglaterra, depois de ouvir um poderoso sermão do capelão do palácio de Windsor, acerca da segunda vinda de Cristo, abriu o coração ao Deão Farrar, um dos líderes espirituais da família, dizendo:
– Como eu desejo ardentemente que o Senhor venha em meus dias!
– Por que Vossa Majestade sente esse ardente desejo? – perguntou o grande e erudito pregador.
Com o rosto iluminado como que por uma grande emoção, a rainha respondeu:
– Porque eu gostaria muito de lançar-Lhe aos pés a minha coroa!
Nós também teremos essa oportunidade: “A família de Adão associa-se ao cântico e lança as suas coroas aos pés do Salvador, inclinando-se perante Ele em adoração” (O Grande Conflito, p. 648). Amém!
REFLEXÃO: “Deus é o Rei de toda a Terra [...] Deus reina sobre as nações” (Sl 47:7, 8).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Então, disse eu [Isaías]: ai de mim! Estou perdido! [...] Os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Isaías 6:5
Foi num domingo do mês de agosto de 1962 que vi, pessoalmente e bem de perto, a rainha Elizabeth II da Inglaterra. Eu estava em Londres, em frente ao palácio da Buckingham, residência oficial da família imperial, para apreciar a cerimônia da troca da guarda, quando os portões do lado direito do palácio se abriram e o carro oficial da rainha saiu, passando bem devagar pelo meio da multidão que a ovacionava delirantemente. Como eu estava ao lado da rua, na calçada, bem junto ao meio fio, tive a oportunidade de ver a rainha bem perto de mim, a uma distância de aproximadamente três metros. Estava vestida, ao rigor da realeza, com rico vestido azul celeste com bordados marchetados de brilhantes. De maneira muito gentil, ela ia acenando para todas as pessoas por onde passava. Isso já faz mais de quarenta anos. Mas eu quero ver mesmo é o Rei, o nosso Rei!
O profeta Isaías viu o Rei do Universo assentado em Seu trono. Ele disse: “Ai de mim! Estou perdido! Os meus olhos viram o Rei.” Ele viu toda a glória que circundava o trono do Rei do Universo. Que privilégio!
Nós também, um dia, poderemos ver o Rei. Mas, para isso, devemos estar preparados. Como será, então, conhecer nosso Rei face a face, ver Seu rosto e Seu sorriso de felicidade? Ele vai estar muito feliz nesse dia e nós também. Ele, por ver os resultados da redenção efetuada; nós pela salvação que haveremos de receber pelos Seus méritos.
Certa vez, a rainha Vitória, também da Inglaterra, depois de ouvir um poderoso sermão do capelão do palácio de Windsor, acerca da segunda vinda de Cristo, abriu o coração ao Deão Farrar, um dos líderes espirituais da família, dizendo:
– Como eu desejo ardentemente que o Senhor venha em meus dias!
– Por que Vossa Majestade sente esse ardente desejo? – perguntou o grande e erudito pregador.
Com o rosto iluminado como que por uma grande emoção, a rainha respondeu:
– Porque eu gostaria muito de lançar-Lhe aos pés a minha coroa!
Nós também teremos essa oportunidade: “A família de Adão associa-se ao cântico e lança as suas coroas aos pés do Salvador, inclinando-se perante Ele em adoração” (O Grande Conflito, p. 648). Amém!
REFLEXÃO: “Deus é o Rei de toda a Terra [...] Deus reina sobre as nações” (Sl 47:7, 8).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
Eu Vi a Rainha,
Isaías 6:5,
Salmos 47:7
Não se Contaminar
Não se Contaminar
Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei. Daniel 1:8
Daniel tinha por prática nunca ingerir alimentos impróprios e não seria agora, como estudante do colégio real de Babilônia, no início de sua vida palaciana e acadêmica que iria desistir desses princípios. Então, resolveu, “firmemente”, não se contaminar com comidas impuras que eram servidas na mesa do rei.
Essa decisão de Daniel, entretanto, foi muito além do trivial da alimentação. Ao freqüentar os bancos escolares, iria fatalmente entrar em contato com sábios e eruditos da época, cuja formação era pagã e materialista; muitos deles envolvidos com a magia e ocultismo. Ele permitiria que seu intelecto fosse influenciado por ensinamentos incompatíveis com sua fé?
Daniel sabia que a cultura multifária de Babilônia, eivada de conceitos elaborados pelos seus eruditos, escondia, sutilmente, veneno perigoso capaz de amortecer as sensibilidades espirituais e morais. Assim, ele resolveu “firmemente” não permitir que nenhuma parte de sua vida – física, mental, psicológica, intelectual, emocional, além da espiritual e moral já mencionadas – fosse contaminada por filosofias que pudessem incitar paixões que colocassem em risco seu relacionamento com o Deus a quem servia.
A vida de Daniel, de fidelidade e firmeza, deve servir de exemplo para os jovens de hoje que enfrentam problemas e desafios semelhantes. Nos grandes centros do conhecimento, a incredulidade e o materialismo sempre foram e continuam sendo um instrumento para afastar estudantes cristãos do caminho da fé. Nesses lugares, infelizmente, Deus é tratado com desdém, irreverência, cinismo e blasfêmia. Para muitos professores modernos que assumem diariamente a cátedra de muitas universidades, A Bíblia, a Lei de Deus e os princípios da moral cristã são considerados coisas ultrapassadas a serem preservadas nas paredes dos museus.
À semelhança de Daniel, moças e rapazes podem assumir um compromisso com Deus de “firmemente” não se contaminar com o secularismo de nossos dias. O Deus de Daniel estará ao seu lado para fortalecer esse nobre propósito e futuramente recompensar sua fidelidade.
REFLEXÃO: “A estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda a cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos” (Dn 1:17).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei. Daniel 1:8
Daniel tinha por prática nunca ingerir alimentos impróprios e não seria agora, como estudante do colégio real de Babilônia, no início de sua vida palaciana e acadêmica que iria desistir desses princípios. Então, resolveu, “firmemente”, não se contaminar com comidas impuras que eram servidas na mesa do rei.
Essa decisão de Daniel, entretanto, foi muito além do trivial da alimentação. Ao freqüentar os bancos escolares, iria fatalmente entrar em contato com sábios e eruditos da época, cuja formação era pagã e materialista; muitos deles envolvidos com a magia e ocultismo. Ele permitiria que seu intelecto fosse influenciado por ensinamentos incompatíveis com sua fé?
Daniel sabia que a cultura multifária de Babilônia, eivada de conceitos elaborados pelos seus eruditos, escondia, sutilmente, veneno perigoso capaz de amortecer as sensibilidades espirituais e morais. Assim, ele resolveu “firmemente” não permitir que nenhuma parte de sua vida – física, mental, psicológica, intelectual, emocional, além da espiritual e moral já mencionadas – fosse contaminada por filosofias que pudessem incitar paixões que colocassem em risco seu relacionamento com o Deus a quem servia.
A vida de Daniel, de fidelidade e firmeza, deve servir de exemplo para os jovens de hoje que enfrentam problemas e desafios semelhantes. Nos grandes centros do conhecimento, a incredulidade e o materialismo sempre foram e continuam sendo um instrumento para afastar estudantes cristãos do caminho da fé. Nesses lugares, infelizmente, Deus é tratado com desdém, irreverência, cinismo e blasfêmia. Para muitos professores modernos que assumem diariamente a cátedra de muitas universidades, A Bíblia, a Lei de Deus e os princípios da moral cristã são considerados coisas ultrapassadas a serem preservadas nas paredes dos museus.
À semelhança de Daniel, moças e rapazes podem assumir um compromisso com Deus de “firmemente” não se contaminar com o secularismo de nossos dias. O Deus de Daniel estará ao seu lado para fortalecer esse nobre propósito e futuramente recompensar sua fidelidade.
REFLEXÃO: “A estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda a cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos” (Dn 1:17).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
Daniel 1:17,
Daniel 1:8,
Não se Contaminar
A Recompensa do Pastor
A Recompensa do Pastor
O que semeia justiça terá recompensa verdadeira. Provérbios 11:18
O pastor e doutor Theodore Cuyler, no seu sermão de despedida, após quarenta anos de ministério evangélico ativo, declarou: “As pessoas convertidas são jóias no porta-jóias dos pais, professores e pastores fiéis” (Roy A. Anderson, O Pastor Evangelista, p. 572, 573).
Certamente, não há nada que se iguale à alegria de ver e sentir os resultados de nossos esforços, já aqui na Terra, na busca de pessoas para Jesus e sentir que o Espírito Santo atua por nosso intermédio.
Há cinqüenta anos, realizei uma série de conferências religiosas na cidade de Fernandópolis, interior de São Paulo, ocasião em que um cidadão ilustre daquela cidade, o Sr. Jerônimo, e sua família se uniram pelo batismo à Igreja Adventista do Sétimo Dia. Naquela ocasião, suas filhas ainda eram meninas.
Os anos se passaram e nunca mais tive notícias deles até que, numa manhã de sábado, fui agraciado com uma surpresa das mais gratificantes. Nesse sábado, preguei na igreja central de São Caetano do Sul, próximo de Santo André, onde morávamos. À saída, percebi que duas senhoras distintas se postaram ali do lado, acompanhadas de suas filhas.
Terminadas as despedidas, aquelas senhoras se aproximaram para me cumprimentar, e uma delas disse: “Eu sei que o senhor não nos está reconhecendo... Somos filhas do irmão Jerônimo, lá de Fernandópolis, que assistiu às suas conferências... Lembra-se daquelas meninas? Somos nós e estas moças são nossas filhas... Soubemos que o senhor iria pregar hoje aqui, e viemos para cumprimentá-lo e dizer da nossa alegria em revê-lo depois de tantos anos.”
Que melhor recompensa poderia haver para um pastor, pregador do evangelho, ainda aqui na Terra? E o que diremos quando, lá no Céu, “os remidos hão de encontrar e reconhecer aqueles cuja atenção encaminharam ao excelso Salvador. Que alegres conversas hão eles de ter com essas pessoas!... Que regozijo haverá quando esses remidos se encontrarem com os que se preocuparam em seu favor, e os saudarem!” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 518, 519). “Sim”, diz o pastor Roy A. Anderson, “a glória e gozo do evangelista serão pessoas arrancadas do fogo, que com ele estarão na presença do Senhor.”
REFLEXÃO: “Quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em Sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e nossa alegria!” (1Ts 2:19, 20).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
O que semeia justiça terá recompensa verdadeira. Provérbios 11:18
O pastor e doutor Theodore Cuyler, no seu sermão de despedida, após quarenta anos de ministério evangélico ativo, declarou: “As pessoas convertidas são jóias no porta-jóias dos pais, professores e pastores fiéis” (Roy A. Anderson, O Pastor Evangelista, p. 572, 573).
Certamente, não há nada que se iguale à alegria de ver e sentir os resultados de nossos esforços, já aqui na Terra, na busca de pessoas para Jesus e sentir que o Espírito Santo atua por nosso intermédio.
Há cinqüenta anos, realizei uma série de conferências religiosas na cidade de Fernandópolis, interior de São Paulo, ocasião em que um cidadão ilustre daquela cidade, o Sr. Jerônimo, e sua família se uniram pelo batismo à Igreja Adventista do Sétimo Dia. Naquela ocasião, suas filhas ainda eram meninas.
Os anos se passaram e nunca mais tive notícias deles até que, numa manhã de sábado, fui agraciado com uma surpresa das mais gratificantes. Nesse sábado, preguei na igreja central de São Caetano do Sul, próximo de Santo André, onde morávamos. À saída, percebi que duas senhoras distintas se postaram ali do lado, acompanhadas de suas filhas.
Terminadas as despedidas, aquelas senhoras se aproximaram para me cumprimentar, e uma delas disse: “Eu sei que o senhor não nos está reconhecendo... Somos filhas do irmão Jerônimo, lá de Fernandópolis, que assistiu às suas conferências... Lembra-se daquelas meninas? Somos nós e estas moças são nossas filhas... Soubemos que o senhor iria pregar hoje aqui, e viemos para cumprimentá-lo e dizer da nossa alegria em revê-lo depois de tantos anos.”
Que melhor recompensa poderia haver para um pastor, pregador do evangelho, ainda aqui na Terra? E o que diremos quando, lá no Céu, “os remidos hão de encontrar e reconhecer aqueles cuja atenção encaminharam ao excelso Salvador. Que alegres conversas hão eles de ter com essas pessoas!... Que regozijo haverá quando esses remidos se encontrarem com os que se preocuparam em seu favor, e os saudarem!” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 518, 519). “Sim”, diz o pastor Roy A. Anderson, “a glória e gozo do evangelista serão pessoas arrancadas do fogo, que com ele estarão na presença do Senhor.”
REFLEXÃO: “Quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em Sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e nossa alegria!” (1Ts 2:19, 20).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
1 Timoteo 2:19-20,
A Recompensa do Pastor,
Provérbios 11:18
Simplicidade ao Testemunhar
Simplicidade ao Testemunhar
Você será testemunha dEle a todos os homens, daquilo que viu e ouviu. Atos 22:15, NVI
Inês aceitou a Cristo numa série de conferências que realizei na cidade de Piratininga, estado de São Paulo, quando eu dirigia a igreja adventista em Bauru.
Era uma mulher simples, que tinha dificuldades para ler. Como resultado das conferências e pela atuação do Espírito de Deus, ela foi batizada.
Algum tempo depois, Inês mudou-se para Bauru com as filhas e fixou residência ao lado de uma família que tinha vários filhos. Não tinham uma religião definida, mas eram pessoas de bons princípios.
Apesar de sua pouco leitura, Inês resolveu falar da sua fé para aquela família. E, de maneira sábia e habilidos, começou a "testemunhar daquilo que viu e ouviu" a respeito de Jesus.
Agora vamos dar um salto no tempo para ver como tudo aconteceu.
Trinta anos mais tarde, eu estava em Londrina, Paraná, e no sábado fui pregar numa igreja de um dos bairros da cidade. Um dos líderes locais me recebeu, e após o culto, fui almoçar em sua casa. Ele me contou a história da sua conversão.
Ele havia se mudado para Londrina havia vários anos. Narrou-me que seus pais e irmãos aceitaram a mensagem adventsita em Bauru, por intermédio de uma mulher humilde e muito cristã que foi morar ao lado da casa deles. Era a irmã Inês. Visto que essa irmã tinha dificuldade para ler, aos sábados à tarde, fazia uma visita a esses vizinhos levando consigo um folheto que havia trazido da igreja, e pedia sempre que um dos rapazes lesse para ela. Cada sábado lá ia Inês com seu folhetinho na mão. E, quando os rapazes a viam chegando, diziam um para o outro: "Hoje é você quem vai ler." "Não, hoje é você. No sábado passado fui eu!" Mas sempre um deles lia o folheto para ela. Acontece que Inês tinha dois objetivos: ouvir a mensagem do folheto e, ao mesmo tempo, evangelizar aquela família. E o método deu certo porque todos daquela família aceitaram a Jesus e foram batizados. Um daqueles rapazes hoje trabalha como missionário.
É óbvio que, aou ouvir essa história, fiquei bastante feliz. Ninguém sabe os caminhos de Deus.
REFLEXÃO: "Deus escolheu as coisas humildes do mundo [...] para reduzir a nada as que são" (1Co 1:28)
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Você será testemunha dEle a todos os homens, daquilo que viu e ouviu. Atos 22:15, NVI
Inês aceitou a Cristo numa série de conferências que realizei na cidade de Piratininga, estado de São Paulo, quando eu dirigia a igreja adventista em Bauru.
Era uma mulher simples, que tinha dificuldades para ler. Como resultado das conferências e pela atuação do Espírito de Deus, ela foi batizada.
Algum tempo depois, Inês mudou-se para Bauru com as filhas e fixou residência ao lado de uma família que tinha vários filhos. Não tinham uma religião definida, mas eram pessoas de bons princípios.
Apesar de sua pouco leitura, Inês resolveu falar da sua fé para aquela família. E, de maneira sábia e habilidos, começou a "testemunhar daquilo que viu e ouviu" a respeito de Jesus.
Agora vamos dar um salto no tempo para ver como tudo aconteceu.
Trinta anos mais tarde, eu estava em Londrina, Paraná, e no sábado fui pregar numa igreja de um dos bairros da cidade. Um dos líderes locais me recebeu, e após o culto, fui almoçar em sua casa. Ele me contou a história da sua conversão.
Ele havia se mudado para Londrina havia vários anos. Narrou-me que seus pais e irmãos aceitaram a mensagem adventsita em Bauru, por intermédio de uma mulher humilde e muito cristã que foi morar ao lado da casa deles. Era a irmã Inês. Visto que essa irmã tinha dificuldade para ler, aos sábados à tarde, fazia uma visita a esses vizinhos levando consigo um folheto que havia trazido da igreja, e pedia sempre que um dos rapazes lesse para ela. Cada sábado lá ia Inês com seu folhetinho na mão. E, quando os rapazes a viam chegando, diziam um para o outro: "Hoje é você quem vai ler." "Não, hoje é você. No sábado passado fui eu!" Mas sempre um deles lia o folheto para ela. Acontece que Inês tinha dois objetivos: ouvir a mensagem do folheto e, ao mesmo tempo, evangelizar aquela família. E o método deu certo porque todos daquela família aceitaram a Jesus e foram batizados. Um daqueles rapazes hoje trabalha como missionário.
É óbvio que, aou ouvir essa história, fiquei bastante feliz. Ninguém sabe os caminhos de Deus.
REFLEXÃO: "Deus escolheu as coisas humildes do mundo [...] para reduzir a nada as que são" (1Co 1:28)
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
1 Corintios 1:28,
Atos 22:15,
Simplicidade ao Testemunhar
O Sentido da Vida Cristã
O Sentido da Vida Cristã
Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos. Provérbios 23:26
No século 18, surgiu na França um movimento filosófico denominado Iluminismo, também conhecido como Filosofia das Luzes, com o objetivo de mostrar que o homem podia contar consigo mesmo, dispensando qualquer interferência de Deus, de Sua autoridade, desprezando os conceitos religiosos para distinguir entre o bem e o mal.
Esse movimento caracterizou-se pela descrença em Deus, pelo desprezo a qualquer autoridade e pelo predomínio total da Razão que chegou a ser elevada à categoria de “deusa” no início da Revolução Francesa.
Felizmente, o Iluminismo recuou; porém, deixou o homem moderno inseguro e cada vez mais perplexo. Ele luta, trabalha e se consome em meio à futilidade de seus esforços. Mesmo vendo crescer seu poder econômico e suas conquistas em muitas áreas do conhecimento, sente-se frustrado em sua vida individual e íntima e na alma experimenta o amargor de um vazio existencial que não consegue preencher. É uma vida que não lhe dá satisfação nem alegria.
O rabino Harold Kushner afirmou: “Nossa alma não está faminta de fama, conforto, riqueza ou poder. Essas recompensas criam quase tantos problemas quanto resolvem. Nossa alma está faminta de significado.”
Temos que aceitar o fato de que a necessidade de significado não é uma necessidade biológica como o comer e o beber. Trata-se de uma necessidade espiritual, uma profunda sede no interior que só será saciada pela presença de Deus que dará significado, sentido, valor e alegria à vida. De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, v. 3, p. 1.146, “a segurança da aprovação de Deus promoverá a saúde física, fortalecerá a alma contra a dúvida e a excessiva aflição, que tão freqüentemente minam as forças vitais, gerando enfermidades nervosas que afligem e debilitam”. Enquanto não buscarmos em Deus o preenchimento desse interior, o coração humano permanecerá vazio e carente.
Estar em Cristo significa renovação de tudo: nova vida, nova disposição mental; transformação de nossa cultura de ansiedade e tristeza numa cultura de segurança e alegria. Segundo a Bíblia, felicidade e alegria aparecem como a cultura original dos filhos de Deus. É o estado de espírito de quem está satisfeito e feliz. É se agradar dos caminhos do Senhor.
REFLEXÃO: “O coração alegre é bom remédio para o corpo, mas a tristeza na alma acaba com a saúde do homem” (Pv 17:22, BV).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos. Provérbios 23:26
No século 18, surgiu na França um movimento filosófico denominado Iluminismo, também conhecido como Filosofia das Luzes, com o objetivo de mostrar que o homem podia contar consigo mesmo, dispensando qualquer interferência de Deus, de Sua autoridade, desprezando os conceitos religiosos para distinguir entre o bem e o mal.
Esse movimento caracterizou-se pela descrença em Deus, pelo desprezo a qualquer autoridade e pelo predomínio total da Razão que chegou a ser elevada à categoria de “deusa” no início da Revolução Francesa.
Felizmente, o Iluminismo recuou; porém, deixou o homem moderno inseguro e cada vez mais perplexo. Ele luta, trabalha e se consome em meio à futilidade de seus esforços. Mesmo vendo crescer seu poder econômico e suas conquistas em muitas áreas do conhecimento, sente-se frustrado em sua vida individual e íntima e na alma experimenta o amargor de um vazio existencial que não consegue preencher. É uma vida que não lhe dá satisfação nem alegria.
O rabino Harold Kushner afirmou: “Nossa alma não está faminta de fama, conforto, riqueza ou poder. Essas recompensas criam quase tantos problemas quanto resolvem. Nossa alma está faminta de significado.”
Temos que aceitar o fato de que a necessidade de significado não é uma necessidade biológica como o comer e o beber. Trata-se de uma necessidade espiritual, uma profunda sede no interior que só será saciada pela presença de Deus que dará significado, sentido, valor e alegria à vida. De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, v. 3, p. 1.146, “a segurança da aprovação de Deus promoverá a saúde física, fortalecerá a alma contra a dúvida e a excessiva aflição, que tão freqüentemente minam as forças vitais, gerando enfermidades nervosas que afligem e debilitam”. Enquanto não buscarmos em Deus o preenchimento desse interior, o coração humano permanecerá vazio e carente.
Estar em Cristo significa renovação de tudo: nova vida, nova disposição mental; transformação de nossa cultura de ansiedade e tristeza numa cultura de segurança e alegria. Segundo a Bíblia, felicidade e alegria aparecem como a cultura original dos filhos de Deus. É o estado de espírito de quem está satisfeito e feliz. É se agradar dos caminhos do Senhor.
REFLEXÃO: “O coração alegre é bom remédio para o corpo, mas a tristeza na alma acaba com a saúde do homem” (Pv 17:22, BV).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
O Sentido da Vida Cristã,
Provérbios 17:22,
Provérbios 23:26
Há uma víbora escondida – 2
Há uma víbora escondida – 2
Quem for derrubar um muro velho pode ser mordido por uma cobra. Eclesiastes 10:8, BV
Nos países do Oriente Médio, era muito comum que os muros construídos sem argamassa apresentassem fendas que podiam servir de esconderijo de serpentes. Portanto, era sempre perigoso demolir um muro nessas condições sem as devidas precauções.
Serpente está sempre relacionada com o fator surpresa. Quando eu trabalhava na roça, por várias vezes, fui surpreendido por cobras perigosas escondidas na fenda de um tronco, debaixo de galhadas e tocos apodrecidos ou em buracos de tatu. Certa vez, quase fui picado por uma enorme cascavel que estava escondida em posição de dar o bote ao lado do trilho por onde eu estava passando, no meio do pasto. Esse é o método de Satanás. Dar o bote de surpresa.
As páginas de certos livros seculares e também da internet são esconderijos bastante apropriados para "serpentes". A picada delas, quando não mata, deixa seqüelas quase que irreparáveis. Elas inoculam a peçonha da descrença na Trindade, na Pessoa do Espírito Santo, na Bíblia como a Palavra inspirada, na doutrina do Santuário, na mensagem da segunda vinda de Cristo. Põem em dúvida o ministério de Ellen White e os livros do Espírito de Profecia. Lançam descrédito na liderança da igreja e nos seus pastores. Geralmente, as pessoas que foram picadas por essas "serpentes" se tornam amargas, infelizes, críticas e cheias de ressentimento.
A Bíblia fala de alguém que tinha as características de "serpentes venenosas". Foi Dã. Antes de morrer, Jacó abençoou todos os seus filhos, menos um. Sobre Dã, ele proferiu uma advertência que nos deve fazer tremer. Pronunciou-a com a angústia do fundo da alma: "Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda. [...] A tua salvação espero, ó Senhor!" (Gn 49:17, 18).
Dã se tornou traiçoeiro, crítico, revoltado, apóstata e idólatra (Jz 18:30, 331), e por isso seu nome não consta na lista das doze tribos de Israel relacionadas em Apocalipse 7. Conseqüentemente, seu nome não aparecerá sobre uma das doze portas da Nova Jerusalém, ao lado das demais tribos de Israel. Alguém vai ocupar seu lugar, talvez Manassés.
Cuidemos com publicações que escondem em suas páginas "serpentes" altamente venenosas, que podem pôr em risco nossa salvação.
REFLEXÃO: "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo" (Ef 6:11)
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Quem for derrubar um muro velho pode ser mordido por uma cobra. Eclesiastes 10:8, BV
Nos países do Oriente Médio, era muito comum que os muros construídos sem argamassa apresentassem fendas que podiam servir de esconderijo de serpentes. Portanto, era sempre perigoso demolir um muro nessas condições sem as devidas precauções.
Serpente está sempre relacionada com o fator surpresa. Quando eu trabalhava na roça, por várias vezes, fui surpreendido por cobras perigosas escondidas na fenda de um tronco, debaixo de galhadas e tocos apodrecidos ou em buracos de tatu. Certa vez, quase fui picado por uma enorme cascavel que estava escondida em posição de dar o bote ao lado do trilho por onde eu estava passando, no meio do pasto. Esse é o método de Satanás. Dar o bote de surpresa.
As páginas de certos livros seculares e também da internet são esconderijos bastante apropriados para "serpentes". A picada delas, quando não mata, deixa seqüelas quase que irreparáveis. Elas inoculam a peçonha da descrença na Trindade, na Pessoa do Espírito Santo, na Bíblia como a Palavra inspirada, na doutrina do Santuário, na mensagem da segunda vinda de Cristo. Põem em dúvida o ministério de Ellen White e os livros do Espírito de Profecia. Lançam descrédito na liderança da igreja e nos seus pastores. Geralmente, as pessoas que foram picadas por essas "serpentes" se tornam amargas, infelizes, críticas e cheias de ressentimento.
A Bíblia fala de alguém que tinha as características de "serpentes venenosas". Foi Dã. Antes de morrer, Jacó abençoou todos os seus filhos, menos um. Sobre Dã, ele proferiu uma advertência que nos deve fazer tremer. Pronunciou-a com a angústia do fundo da alma: "Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda. [...] A tua salvação espero, ó Senhor!" (Gn 49:17, 18).
Dã se tornou traiçoeiro, crítico, revoltado, apóstata e idólatra (Jz 18:30, 331), e por isso seu nome não consta na lista das doze tribos de Israel relacionadas em Apocalipse 7. Conseqüentemente, seu nome não aparecerá sobre uma das doze portas da Nova Jerusalém, ao lado das demais tribos de Israel. Alguém vai ocupar seu lugar, talvez Manassés.
Cuidemos com publicações que escondem em suas páginas "serpentes" altamente venenosas, que podem pôr em risco nossa salvação.
REFLEXÃO: "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo" (Ef 6:11)
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
Eclesiastes 10:8,
Efésios 6:11,
Gênesis 49:17-18,
Há uma víbora escondida 2,
Jonaz 18:30
Há uma Víbora Escondida – 1
Há uma Víbora Escondida – 1
As palavras deles [os homens maus] são mais perigosas que o veneno das cobras! Têm língua de serpente! Salmo 140:3, BV
É difícil haver alguém que não tenha medo de serpente. É um animal asqueroso que instintivamente assusta e causa aversão a qualquer pessoa. Talvez a repulsa que temos por serpente seja conseqüência de todas as maldições que recaíram sobre ela no Jardim do Éden, por ter sido a porta-voz do diabo para enganar Eva, levando-a a pecar, e por ter participado de maneira destacada na entrada do pecado no mundo. A Bíblia identifica Lúcifer como “o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap 12:9).
Um mestre indiano estava procurando um livro na sua biblioteca. Finalmente, encontrando-o, estendeu a mão até à última prateleira, bem no alto, e alcançou o livro desejado. Naquele momento, sentiu no dedo algo como uma alfinetada, mas não deu importância ao fato, pensando que alguém havia deixado no livro, por descuido, um alfinete com a ponta exposta.
Não demorou muito, e o dedo começou a inchar, depois a mão e finalmente o braço. Demasiadamente tarde, descobriu que havia sido picado por uma pequenina serpente, altamente venenosa.
Na revista Christian Herald encontramos esta declaração: “Hoje em dia, há muitas serpentes nos livros. Essas víboras se aninham entre as folhas de algumas de nossas mais fascinantes obras literárias. As pessoas ficam fascinadas com a trama da história, a habilidade com que os personagens são pintados, a musicalidade das palavras, etc. Quando o registro de almas arruinadas é feito – e grande é o seu número – se poderia escrever a seguinte legenda sob seu nome: ‘Envenenado por serpentes entre os livros.’”
Por acaso, em casa, escolheríamos livros e revistas venenosos para nossos filhos, quando, com o mesmo esforço, poderíamos escolher livros saudáveis?
Se você é professor, que qualidade de livros tem recomendado aos alunos para seu desenvolvimento literário e intelectual? Vi alguns livros nas mãos de meus filhos não muito recomendáveis, quando ainda estudavam. Isso foi algum tempo atrás, será que agora as coisas melhoraram?
Tem certeza de que não há víboras no meio das páginas dos livros que você recomenda? Tem certeza de que a leitura desses livros vai aprimorar o caráter?
REFLEXÃO: “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14:12, ARC).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
As palavras deles [os homens maus] são mais perigosas que o veneno das cobras! Têm língua de serpente! Salmo 140:3, BV
É difícil haver alguém que não tenha medo de serpente. É um animal asqueroso que instintivamente assusta e causa aversão a qualquer pessoa. Talvez a repulsa que temos por serpente seja conseqüência de todas as maldições que recaíram sobre ela no Jardim do Éden, por ter sido a porta-voz do diabo para enganar Eva, levando-a a pecar, e por ter participado de maneira destacada na entrada do pecado no mundo. A Bíblia identifica Lúcifer como “o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap 12:9).
Um mestre indiano estava procurando um livro na sua biblioteca. Finalmente, encontrando-o, estendeu a mão até à última prateleira, bem no alto, e alcançou o livro desejado. Naquele momento, sentiu no dedo algo como uma alfinetada, mas não deu importância ao fato, pensando que alguém havia deixado no livro, por descuido, um alfinete com a ponta exposta.
Não demorou muito, e o dedo começou a inchar, depois a mão e finalmente o braço. Demasiadamente tarde, descobriu que havia sido picado por uma pequenina serpente, altamente venenosa.
Na revista Christian Herald encontramos esta declaração: “Hoje em dia, há muitas serpentes nos livros. Essas víboras se aninham entre as folhas de algumas de nossas mais fascinantes obras literárias. As pessoas ficam fascinadas com a trama da história, a habilidade com que os personagens são pintados, a musicalidade das palavras, etc. Quando o registro de almas arruinadas é feito – e grande é o seu número – se poderia escrever a seguinte legenda sob seu nome: ‘Envenenado por serpentes entre os livros.’”
Por acaso, em casa, escolheríamos livros e revistas venenosos para nossos filhos, quando, com o mesmo esforço, poderíamos escolher livros saudáveis?
Se você é professor, que qualidade de livros tem recomendado aos alunos para seu desenvolvimento literário e intelectual? Vi alguns livros nas mãos de meus filhos não muito recomendáveis, quando ainda estudavam. Isso foi algum tempo atrás, será que agora as coisas melhoraram?
Tem certeza de que não há víboras no meio das páginas dos livros que você recomenda? Tem certeza de que a leitura desses livros vai aprimorar o caráter?
REFLEXÃO: “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14:12, ARC).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
Apocalipse 12:9,
Há uma Víbora Escondida 1,
Provérbios 14:12,
Salmos 140:3
Presentes de Deus
Presentes de Deus
Quem são estes contigo?Respondeu-lhe Jacó: Os filhos com que Deus agraciou a teu servo. Gênesis 33:5
No livro O Caminho da Vida, à página 143, o padre Álvaro Negromonte usou para o verso acima uma versão bíblica católica que diz assim: “Estes são os filhos que Deus me deu.”
Certamente, como cristãos, devemos considerar os filhos como presentes de Deus. E se é assim, Ele espera que os filhos voltem sãos e salvos para Suas mãos.
No livro Vida Em Família, à página 56, a autora declarara: “Cada criança trazida ao mundo é propriedade de Jesus Cristo, e deve ser educada para amar e obedecer a Deus”. Da mesma autora, temos outra declaração: “Os filhos são herança do Senhor e Lhe somos responsáveis pela administração de Sua propriedade. [...] Trabalhem igualmente os pais para a família com amor, fé e oração, até que possam ir a Deus com alegria e dizer: ‘Eis-me aqui com os filhos que me deu o Senhor’” (O Lar Adventista, p. 159).
Parafraseando o que a filha de Faraó disse à mãe de Moisés (Êx 2:9), penso que Deus diria algo parecido a cada pai: “Toma esta criança e cria-a para Mim; Eu te darei a tua recompensa.” Entendemos que os pais têm para com os filhos grande responsabilidade porque, antes de tudo, eles pertencem a Deus, e só depois aos pais. Mas, tenhamos a certeza de que, se formos mordomos fiéis ao educar nossos filhos nos caminhos do Senhor, Ele nos recompensará com o título de “servo bom e fiel”. E ainda nos dirá: “Foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).
Os pais nunca devem perder de vista o eterno destino de seus filhos. Por isso, a mais refinada educação – religiosa, moral, física e até cívica – deve ser ministrada a eles. Deve ser uma educação responsável, transmitida pela instrução, vigilância, correção e exemplo no Senhor. Enchendo o coração deles com as verdades do Céu, os pais prepararão a felicidade não só dos filhos, mas a deles próprios, tanto para esta vida como para a vida futura.
Por tudo o que possamos imaginar, Deus recomenda, com muita insistência, que eduquemos bem os filhos. Instruindo-os desde a infância “no caminho em que devem andar”, acostumando-os a obedecer aos pais e a Deus. Filhos educados só darão prazer para toda a família, especialmente aos pais.
REFLEXÃO: “Educa bem o teu filho, e ele consolar-te-á, e será as delícias da tua alma” (Pv 29:17, Ed. Popular Paulinas).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Quem são estes contigo?Respondeu-lhe Jacó: Os filhos com que Deus agraciou a teu servo. Gênesis 33:5
No livro O Caminho da Vida, à página 143, o padre Álvaro Negromonte usou para o verso acima uma versão bíblica católica que diz assim: “Estes são os filhos que Deus me deu.”
Certamente, como cristãos, devemos considerar os filhos como presentes de Deus. E se é assim, Ele espera que os filhos voltem sãos e salvos para Suas mãos.
No livro Vida Em Família, à página 56, a autora declarara: “Cada criança trazida ao mundo é propriedade de Jesus Cristo, e deve ser educada para amar e obedecer a Deus”. Da mesma autora, temos outra declaração: “Os filhos são herança do Senhor e Lhe somos responsáveis pela administração de Sua propriedade. [...] Trabalhem igualmente os pais para a família com amor, fé e oração, até que possam ir a Deus com alegria e dizer: ‘Eis-me aqui com os filhos que me deu o Senhor’” (O Lar Adventista, p. 159).
Parafraseando o que a filha de Faraó disse à mãe de Moisés (Êx 2:9), penso que Deus diria algo parecido a cada pai: “Toma esta criança e cria-a para Mim; Eu te darei a tua recompensa.” Entendemos que os pais têm para com os filhos grande responsabilidade porque, antes de tudo, eles pertencem a Deus, e só depois aos pais. Mas, tenhamos a certeza de que, se formos mordomos fiéis ao educar nossos filhos nos caminhos do Senhor, Ele nos recompensará com o título de “servo bom e fiel”. E ainda nos dirá: “Foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).
Os pais nunca devem perder de vista o eterno destino de seus filhos. Por isso, a mais refinada educação – religiosa, moral, física e até cívica – deve ser ministrada a eles. Deve ser uma educação responsável, transmitida pela instrução, vigilância, correção e exemplo no Senhor. Enchendo o coração deles com as verdades do Céu, os pais prepararão a felicidade não só dos filhos, mas a deles próprios, tanto para esta vida como para a vida futura.
Por tudo o que possamos imaginar, Deus recomenda, com muita insistência, que eduquemos bem os filhos. Instruindo-os desde a infância “no caminho em que devem andar”, acostumando-os a obedecer aos pais e a Deus. Filhos educados só darão prazer para toda a família, especialmente aos pais.
REFLEXÃO: “Educa bem o teu filho, e ele consolar-te-á, e será as delícias da tua alma” (Pv 29:17, Ed. Popular Paulinas).
Que DEUS abençoe a todos.
MP
Marcadores:
Gênesis 33:5,
Mateus 25:21,
Presentes de Deus,
Provérbios 29:17
Assinar:
Postagens (Atom)