terça-feira, 2 de novembro de 2010

Deuteronômio 1:1-18

Deuteronômio 1:1-18

1 ESTAS são as palavras que Moisés falou a todo o Israel além do Jordão, no deserto, na planície defronte do Mar Vermelho, entre Parã e Tôfel, e Labã, e Hazerote, e Di-Zaabe.
2 Onze jornadas há desde Horebe, caminho do monte Seir, até Cades-Barnéia.
3 E sucedeu que, no ano quadragésimo, no mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moisés falou aos filhos de Israel, conforme a tudo o que o Senhor lhe mandara acerca deles.
4 Depois que feriu a Siom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom, e a Ogue, rei de Basã, que habitava em Astarote, em Edrei.
5 Além do Jordão, na terra de Moabe, começou Moisés a declarar esta lei, dizendo:
6 O Senhor nosso Deus nos falou em Horebe, dizendo: Assaz vos haveis demorado neste monte.
7 Voltai-vos, e parti, e ide à montanha dos amorreus, e a todos os seus vizinhos, à planície, e à montanha, e ao vale, e ao sul, e à margem do mar; à terra dos cananeus, e ao Líbano, até ao grande rio, o rio Eufrates.
8 Eis que tenho posto esta terra diante de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e Jacó, que a daria a eles e à sua descendência depois deles.
9 E no mesmo tempo eu vos falei, dizendo: Eu sozinho não poderei levar-vos.
10 O Senhor vosso Deus já vos tem multiplicado; e eis que em multidão sois hoje como as estrelas do céu.
11 O Senhor Deus de vossos pais vos aumente, ainda mil vezes mais do que sois; e vos abençoe, como vos tem falado.
12 Como suportaria eu sozinho os vossos fardos, e as vossas cargas, e as vossas contendas?
13 Tomai-vos homens sábios e entendidos, experimentados entre as vossas tribos, para que os ponha por chefes sobre vós.
14 Então vós me respondestes, e dissestes: Bom é fazer o que tens falado.
15 Tomei, pois, os chefes de vossas tribos, homens sábios e experimentados, e os tenho posto por cabeças sobre vós, por capitães de milhares, e por capitães de cem, e por capitães de cinqüenta, e por capitães de dez, e por governadores das vossas tribos.
16 E no mesmo tempo mandei a vossos juízes, dizendo: Ouvi a causa entre vossos irmãos, e julgai justamente entre o homem e seu irmão, e entre o estrangeiro que está com ele.
17 Não discriminareis as pessoas em juízo; ouvireis assim o pequeno como o grande; não temereis a face de ninguém, porque o juízo é de Deus; porém a causa que vos for difícil fareis vir a mim, e eu a ouvirei.
18 Assim naquele tempo vos ordenei todas as coisas que havíeis de fazer.


Deuteronômio 1:1-18
O último livro de Moisés, Deuteronômio, em parte repete as histórias e ensinamentos dos livros precedentes. Tendo chegado ao final de sua vida, o líder fiel relata de novo para Israel os eventos no deserto e as suas lições para o benefício de uma nova geração. Todos os homens que saíram do Egito pereceram no deserto, por isso é necessário advertir e ensinar a geração jovem. Com isto em mente, a leitura de Deuteronômio será particularmente benéfica para crentes jovens. Como se os estimulassem a não perder tempo precioso, o livro começa com um eloqüente contraste. De acordo com o versículo 2, onze dias teriam sido suficientes para conduzir o povo de Horebe até Canaã. Contudo, levou quarenta anos (v. 3)! Muitos de nós lamentavelmente recordamos ter perdido muitos anos. Você certamente não precisa esperar até a maturidade ou a velhice para ser capaz de entrar, pela fé, na posse plena dos “lugares celestiais”. O Espírito Santo quer ensinar-nos as verdades e princípios desde o início de nossa vida cristã.

Os versículos 13-18 nos lembram da triste tendência que temos de contender entre nós mesmos “pelo caminho” (Gênesis 45:24) e das medidas que o Senhor é obrigado a tomar desde os primeiros passos de Seu povo no deserto.

Que DEUS abençoe a todos.

domingo, 31 de outubro de 2010

Efésios 6.12

"Happy Halloween!"?

"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6.12).

Meus filhos teens estudam no melhor curso de inglês da cidade e todo ano é a mesma história: ao término da última aula do mês de outubro, os professores relembram a todos os alunos para participarem da festa de Halloween a ser realizada na noite de 31 de outubro. "Happy Halloween, class!" ("Feliz Halloween, turma!"), conclui o entusiasmado professor.

Anteriormente a festividade era realizada no auditório, mas no ano passado foi no prédio anexo. Uma semana antes do Halloween o mesmo transformou-se em uma casa mal-assombrada, que ficou coberta de plásticos e tecidos pretos e por vários desenhos escabrosos que lhe davam um aspecto de terror.

Será que Halloween é realmente uma festa feliz ("happy")? Ou será que há ocultismo da pesada nas suas origens? Será que essa festa envolve celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à "divindade" da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso? Será que é um evento tão ingênuo como se diz?

A origem do Halloween
O calendário da bruxaria resume-se no relacionamento da "Grande Deusa" (representada pela Lua e que nunca morre) com seu filho, o "Deus Chifrudo" (representado pelo Sol e que a cada ano nasce no dia 22 de dezembro e morre no dia 31 de outubro).[1]

Na roda do ano wicca (bruxaria moderna), o dia 31 de outubro é o grande sabá (festa) de Samhain (pronuncia-se "sou-en"). Nessa época tudo já floresceu e está perecendo ou adormecendo (no Hemisfério Norte): "O sol se debilita e o deus está à morte. Oportunamente, chega o ano novo da wicca, corporificando a fé de que toda morte traz o renascimento através da deusa."[2]

O que é Samhain? É uma palavra de origem celta para designar "O Senhor da Morte". Os celtas dedicavam esse último dia de outubro para celebrar a "Festa dos Mortos".

Alto lá! Então, os professores de inglês, ao desejarem um "Happy Halloween!", estão, na verdade, desejando um "feliz" Samhain? Ou seja, uma "feliz" festa dos mortos? Um "feliz" ano novo da bruxaria? Um "feliz" dia da morte do "Deus Chifrudo"?

Se todo esse pacote é oriundo da religião celta e foi incorporado às doutrinas da bruxaria moderna, então precisamos conhecer mais sobre os celtas.

Os celtas e o culto aos mortos
O que hoje chamamos de Halloween era o festival celta de Samhain, o "Deus dos Mortos".

O que hoje chamamos de Halloween era o festival celta de Samhain, o "Deus dos Mortos".

É possível rastrear as origens das tribos celtas até a cultura de Túmulos da Idade do Bronze, que atingiu o seu apogeu por volta de 1200 a.C. Contudo, os celtas não figuram como povo distinto e identificável até a época do período de Hallstatt (dos séculos VII a VI a.C.).[3]

Durante o período de Hallstatt, os celtas espalharam-se pela Grã-Bretanha, Espanha e França. O ano novo deles começava no dia 1º de novembro. O festival iniciado na noite anterior homenageava Samhain, "O Senhor da Morte". Essa celebração marcava o início da estação de frio (no Hemisfério Norte), com menos períodos de sol e mais períodos de escuridão.

Os celtas acreditavam que durante as festividades de Samhain, os espíritos dos seus ancestrais sairiam dos campos gelados e dos túmulos para visitar suas casas e cabanas aquecidas. Os celtas criam que teriam de ser muito receptivos e agradáveis para com os espíritos, pois os bons espíritos supostamente protegeriam suas casas contra os maus espíritos durante aqueles meses de inverno.

Os celtas tinham medo do Samhain. Para agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes celtas, realizavam rituais macabros. Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore sagrada) eram acessas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses.[4] Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às divindades.

Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a ajuda do "Senhor da Morte" era invocada para tais propósitos.

Um dos rituais para desvendar o futuro consistia da observação dos restos mortais dos animais e das pessoas sacrificadas. O formato do fígado do morto, em especial, era estudado para se fazer prognósticos acerca do novo ano que se iniciava. Essa prática ocultista aparece no Antigo Testamento sendo realizada pelo rei da Babilônia: "Porque o rei da Babilônia pára na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos, para consultar os oráculos: sacode as flechas, interroga os ídolos do lar, examina o fígado" (Ezequiel 21.21).

Oh! Então, quando os professores de inglês desejam "Happy Halloween!" à classe, estão indiretamente desejando que seus educandos façam negociatas com espíritos do mundo sobrenatural que supostamente controlam os processos da natureza. E mais: que seus pupilos apaziguem e acalmem os espíritos maus, pedindo proteção aos espíritos bons durante aquele novo ano.

Os principais símbolos do Halloween
Com a migração dos ingleses, e especialmente dos irlandeses, para os Estados Unidos, no século XIX, Halloween foi pouco a pouco tornando-se popular na América.

"The Jack O’Lantern" (A Lanterna de Jack).

a) "The Jack O’Lantern" (A Lanterna de Jack)
Esse é o nome daquela abóbora (jerimum, no Norte e Nordeste) esculpida com uma face demoníaca e iluminada por dentro.

Conta-se uma história de que Jack era um irlandês todo errado, que gostava de aprontar com todo mundo e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás jogou para ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si.

Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição durante o Halloween, passaram a utilizar abóboras no lugar de nabos.

b) "Apple-ducking [bobbing for apples]" (maçãs boiando)
Esse é o nome de um ritual que foi incorporado às celebrações de Halloween depois que os celtas foram dominados pelos romanos. É uma homenagem a Pomona, a deusa dos frutos e das árvores, que era louvada na época da colheita (novembro). Os antigos geralmente a desenhavam sentada em uma cesta com frutos e flores. A maçã era uma fruta sagrada para a deusa.

Maçãs ficavam boiando em um barril com água, enquanto as pessoas mergulhavam seu rosto nela tentando segurá-las com os dentes. Depois faziam adivinhações sobre o futuro, com base no formato da mordida.

c) "Trick or Treat" (Travessura ou Trato)
Dos 15 aos 19 anos de idade vivi nos estados de Indiana e do Tennessee vendo a mesma cena se repetir várias vezes na noite de 31 de outubro. Crianças da vizinhança, fantasiadas de vários monstros, batiam à porta e, ao abrirmos, elas nos indagavam: – "Trick or Treat?".

Se respondêssemos "trick!", elas iniciavam uma série de travessuras como sujar a grama em frente da casa com papéis e lixo, jogar ovos no terraço, além de sairem gritando ofensas ingênuas. Respondendo "treat!", nós lhes dávamos alguns confeitos e elas saíam contentes e felizes em direção à próxima casa.

O que não sabíamos naquela ocasião, mas sei agora, é que aquelas criancinhas simbolizavam os espíritos dos mortos que supostamente vagueavam naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom acolhimento (bons tratos). Os celtas deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam. Ao recebermos aquelas criancinhas ingênuas nas nossas casas, estávamos simbolicamente realizando negociatas com principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas faziam na Antigüidade.

Algumas pessoas afirmam que a tradição de "trick or treat" não retrocede aos celtas, sendo mais recente, introduzida pela Igreja Católica européia no século IX. Na noite anterior ao "Dia de Todos os Santos" (1º de novembro) alguns mendigos iam de porta em porta solicitando "soul cakes" (bolos das almas) em troca de rezas pelas almas dos finados daquela família. Quanto mais bolos recebiam, mais rezas faziam.

A Igreja Católica passa a chamar a festa de Hallowe’en
Como uma festividade pagã em honra ao "Senhor da Morte" e celebrada em memória à morte do "Deus Chifrudo" foi se infiltrar na Igreja Católica Romana?

Como uma festividade pagã em honra ao "Senhor da Morte" e celebrada em memória à morte do "Deus Chifrudo" foi se infiltrar na Igreja Católica Romana?

Em 43 d.C., os romanos dominaram os celtas e governaram sobre a Grã-Bretanha por cerca de 400 anos. Assim, os conquistadores passaram a conviver com os rituais dos celtas.

Durante séculos, a Igreja Católica Romana celebrava "O Dia de Todos os Mártires" em 13 de maio. O papa Gregório III (papado de 731-741), porém, dedicou a Capela de São Pedro, em Roma, a "todos os santos" no dia 1º de novembro. Assim, em 837, o papa Gregório IV introduziu a festa de "Todos os Santos" no calendário romano, tornando universal a sua celebração em 1º de novembro. A partir de então deixou-se de celebrar o "Dia dos Mártires" em maio.

Na Inglaterra medieval esse festival católico ficou conhecido como "All Hallows Day" ("Dia de Todos os Santos"). A noite anterior ao 1º de novembro era chamada "Hallows Evening", abreviada "Hallows’ Eve" e, posteriormente, "Hallowe’en".

Mais de um século após instituir o "Dia de Todos os Santos", a Igreja Católica, através da sua Abadia de Cluny, na França, determinou que o melhor dia para se comemorar o "Dia dos Mortos" era logo após o "Dia de Todos os Santos". Assim, ficou estabelecido o "Dia de Finados" no dia 2 de novembro.

Para a Igreja Católica, a noite de "Hallowe’en", o "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados" são uma só seqüência e celebram coisas parecidas – a honra e a alma dos mortos! O catolicismo tenta fazer o "cristianismo" e o paganismo andarem de mãos dadas!

Conclusão
Meus queridos professores de inglês, o que há de tão "happy" no Halloween? Onde está a suposta felicidade transmitida pela festa de Samhain? Pessoalmente, não consigo enxergar nada além de trevas espirituais.

Para quem não sente prazer com o sofrimento, "divertida" é uma palavra pouco apropriada para descrever a festa de Samhain, marcada pela angústia, pelo medo, pela depressão, além das piores crueldades e contatos com um mundo espiritualmente tenebroso. Nem os celtas simpatizavam com a festa de Samhain.

O Halloween é uma algolagnia* que leva as crianças a se familiarizarem com o sadismo cândido da infância e desperta o que existe de pior dentro de cada adolescente. É o avesso das relações sociais equilibradas! É a fusão com a distorção de valores do mundo cão, onde seus participantes tornam-se vítimas espiritualmente impotentes!

O profeta Isaías nos adverte: "Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva" (Isaías 8.19-20). Meu querido leitor, a opção é sua: consultar aqueles que tagarelam e consultam mortos e adivinhos ou confiar no que diz a Lei do Senhor.

A Bíblia é clara na opção que devemos seguir: "Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus" (Deuteronômio 18.10-13).

Estamos vivendo em tempos de perversão coletiva, onde a face enganosa de Satanás se manifesta algumas vezes de forma descarada, mas muitas vezes sutilmente e camuflada por trás de um ingênuo "Happy Halloween!". Que Deus nos livre do mal. Amém.

Que DEUS abençoe a todos.

Deuteronômio 30:19

Domingo 31 Outubro

Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida (Deuteronômio 30:19).

E não quero que sejais participantes com os demônios (1 Coríntios 10:20).

Uma vida longa

Por que os cristãos definitivamente não compactuam com a festa de Halloween? Simplesmente por serem cristãos! O Halloween é um antigo festival pagão com origens na mitologia anglo-saxônica. Os druidas, sacerdotes celtas, costumavam ir de casa em casa arrecadando dinheiro para os deuses. Se alguém se recusasse a contribuir, os sacerdotes poderiam amaldiçoar ou jogar feitiços contra a família de tal pessoa.

Muitos pais não vêem no Halloween, ou Dia das Bruxas, nada mais que uma inocente celebração, onde seus filhos se fantasiam e fazem brincadeiras temáticas. Mas o que há por trás de tais atividades “inofensivas” e símbolos “divertidos”, como morcegos, esqueletos, vampiros e monstros? Ainda que não relacionem abertamente o Halloween às práticas ocultistas, educadores, sociólogos e psicólogos denunciam o caráter pouco recomendável dessa data.

Outros perguntam: “Qual a diferença entre o dia das Bruxas e o Natal? Não podemos ser intolerantes e fanáticos, afinal de contas, as duas datas têm seu aspecto comercial!” Porém, ao invés de momentos que estimulam ternos sentimentos e laços familiares, a exemplo do Dia das Mães e o dos Pais, ou a lembrança da maravilhosa noite em que Jesus Cristo veio ao mundo, o Dia das Bruxas evoca maldições, violência e morte.

Que DEUS abençoe a todos.

Lucas 24.32

31 de Outubro

"E disseram um ao outro: Porventura não nos ardia o coração, quando ele pelo caminho nos falava, quando nos expunha as Escrituras?" Lucas 24.32

O mais penoso para um filho de Deus é quando não entende mais o proceder de Deus. Foi isso o que aconteceu com esses discípulos que caminhavam juntos de Jerusalém a Emaús. Ambos estavam profundamente abalados. Jesus – segundo o ponto de vista deles – os havia decepcionado. Eles pensavam que Jesus fosse o Messias de Israel, mas não entendiam como Ele se deixara executar numa cruz. Por que Ele fez isso? Por que Ele não manifestou a Sua onipotência? Quando eles estavam conversando entre si sobre esse assunto, um forasteiro se juntou a eles. Eles derramaram todo o seu coração decepcionado e triste diante do Senhor que eles não reconheceram. Mas o que eles ouviram da boca desse estranho? Palavras cheias de compaixão? Não! Está escrito: "E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras." Mas ainda assim eles não se deram conta de que era o próprio Jesus que falava com eles. Só mais tarde, na ceia, eles O reconheceram. Os dois, que desconfiaram de seu Senhor, experimentaram que justamente no momento de grande decepção Jesus estava o mais próximo possível deles! Jesus não só foi como ainda é maior que tudo! Ele quer transformar também a nossa decepção numa alegria maravilhosa!

Que DEUS abençoe a todos.

Números 36:1-13

Números 36:1-13

1 E CHEGARAM os chefes dos pais da família de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias dos filhos de José, e falaram diante de Moisés, e diante dos príncipes, chefes dos pais dos filhos de Israel,
2 E disseram: O Senhor mandou a meu senhor que, por sorte, desse esta terra em herança aos filhos de Israel; e a meu senhor foi ordenado pelo Senhor, que a herança do nosso irmão Zelofeade se desse às suas filhas.
3 E, casando-se elas com alguns dos filhos das outras tribos dos filhos de Israel, então a sua herança será diminuída da herança de nossos pais, e acrescentada à herança da tribo a que vierem a pertencer; assim se tirará da sorte da nossa herança.
4 Vindo também o ano do jubileu dos filhos de Israel, a sua herança será acrescentada à herança da tribo daqueles com que se casarem; assim a sua herança será tirada da herança da tribo de nossos pais.
5 Então Moisés deu ordem aos filhos de Israel, segundo o mandado do Senhor, dizendo: A tribo dos filhos de José fala o que é justo.
6 Isto é o que o Senhor mandou acerca das filhas de Zelofeade, dizendo: Sejam por mulheres a quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai.
7 Assim a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo; pois os filhos de Israel se chegarão cada um à herança da tribo de seus pais.
8 E qualquer filha que herdar alguma herança das tribos dos filhos de Israel se casará com alguém da família da tribo de seu pai; para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais.
9 Assim a herança não passará de uma tribo a outra; pois as tribos dos filhos de Israel se chegarão cada uma à sua herança.
10 Como o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade.
11 Pois Maalá, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, se casaram com os filhos de seus tios.
12 E elas casaram-se nas famílias dos filhos de Manassés, filho de José; assim a sua herança ficou na tribo da família de seu pai.
13 Estes são os mandamentos e os juízos que mandou o Senhor através de Moisés aos filhos de Israel nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, na direção de Jericó.


Números 36:1-13
Novamente encontramos as cinco filhas de Zelofeade (27:1-11), as quais já conhecemos. Aqui são os líderes da tribo de Manassés que falam agora a Moisés e aos príncipes acerca da questão da herança, aparentemente sem nenhuma importância. Qual era o problema? Cada tribo devia possuir seu próprio território. Mas, em casos como este, em que uma mulher recebia uma herança, o casamento dela com um homem de outra tribo faria com que a herança passasse para a tribo do marido. Isso não devia acontecer. Moisés determina a questão segundo o mandado do Senhor. Os casamentos deveriam ser entre pessoas da mesma tribo. Jovens que pertencem ao Senhor, esta instrução diz respeito a vocês! O casamento pode fazer com vocês percam o gozo de sua herança celestial. Se a pessoa com quem você pensa em se casar um dia não compartilha de sua herança celestial, não entre nesse barco furado.

É surpreendente que este livro do deserto finalize com uma nota relativa à herança. Na verdade, o Jordão ainda não tinha sido atravessado. Ainda não houvera tempo o suficiente para pensar a respeito? Esse não era o pensamento de Deus. Ele já está nos falando acerca de nossa pátria celestial, pois o desejo dEle é que o nosso coração esteja ocupado com ela.

Que DEUS abençoe a todos.

sábado, 30 de outubro de 2010

Josué 17:14

Sábado 30 Outubro

Então, os filhos de José falaram a Josué, dizendo: Por que me deste por herança só uma sorte e um quinhão, sendo eu um tão grande povo, visto que o Senhor até aqui me tem abençoado? (Josué 17:14).

Meditações sobre o livro de Josué (Leia Josué 17:1-18)

Manassés recebeu sua porção da terra e imediatamente as filhas de Zelofeade se apresentaram com sua admirável determi­nação. Fazendo referência à ordem do Senhor para Moisés, elas reclamaram sua tão esperada herança. Metade dessa tribo escolhera as terras da outra margem do Jordão, mas o restante queria sua herança em Canaã, entre seus irmãos. Se as mulheres não foram chamadas para pregar ou participar de outras ministrações públicas, lembremos deste episódio, pois a herança delas não é de forma alguma inferior à dos seus irmãos.

Notemos com que cuidado o Senhor marca os limites de cada tribo. Elas recebiam sua porção na terra primeiramente com uma indicação das fronteiras e depois com uma lista de cidades que estavam dentro dessas fronteiras. Em retorno, Deus espera de Seu povo urgência na posse da herança. Agora olhemos para Efraim! Ele não gostou de sua montanha; tomá-la requeria muito esforço. Eles pediram outra porção de terra, não por falta de fé, mas por preguiça. Como essa tribo, o quanto nós perdemos por causa da falta de energia, especialmente na área da oração, sempre aberta para nós (Tiago 4:2).

Que DEUS abençoe a todos.

Lucas 9.38-39

30 de Outubro

"E eis que, dentre a multidão, surgiu um homem, dizendo em alta voz: Mestre, suplico-te que vejas meu filho, porque é o único; um espírito se apodera dele e, de repente, grita e o atira por terra, convulsiona-o até espumar, e dificilmente o deixa, depois de o ter quebrantado." Lucas 9.38-39

Existem problemas familiares de todo tipo. Jesus, tanto no Seu tempo na terra como ainda hoje, é maior do que todos os problemas familiares. Isso o pai daquele rapaz atormentado pelo mal também sabia, e por isso veio a Jesus com sua aflição. Ninguém foi capaz de remediar sua aflição familiar, somente Jesus podia ajudar. E Ele ajudou! Ele "repreendeu o espírito imundo, curou o menino e o entregou a seu pai." Hoje Jesus também quer ajudar em todo problema familiar, seja ele causado por culpa própria ou de estranhos.

Em cada situação, fale com Jesus sobre o assunto; fale com Ele como fez aquele pai aflito. Se Ele não intervém imediatamente, não desanime. Continue falando com Jesus sobre os seus problemas familiares. Ele o ouvirá e, tocado por misericórdia, mais uma vez se mostrará como Aquele que é maior que tudo. Ele não o rejeitará, pois Ele mesmo disse: "...o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora."

Que DEUS abençoe a todos.

Números 35:16-34

Números 35:16-34

16 Porém, se o ferir com instrumento de ferro e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.
17 Ou, se lhe ferir com uma pedrada, de que possa morrer, e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.
18 Ou, se o ferir com instrumento de pau que tiver na mão, de que possa morrer, e ele morrer, homicida é; certamente morrerá o homicida.
19 O vingador do sangue matará o homicida; encontrando-o, matá-lo-á.
20 Se também o empurrar com ódio, ou com mal intento lançar contra ele alguma coisa, e morrer;
21 Ou por inimizade o ferir com a sua mão, e morrer, certamente morrerá aquele que o ferir; homicida é; o vingador do sangue, encontrando o homicida, o matará.
22 Porém, se o empurrar subitamente, sem inimizade, ou contra ele lançar algum instrumento sem intenção;
23 Ou, sobre ele deixar cair alguma pedra sem o ver, de que possa morrer, e ele morrer, sem que fosse seu inimigo nem procurasse o seu mal;
24 Então a congregação julgará entre aquele que feriu e o vingador do sangue, segundo estas leis.
25 E a congregação livrará o homicida da mão do vingador do sangue, e a congregação o fará voltar à cidade do seu refúgio, onde se tinha acolhido; e ali ficará até à morte do sumo sacerdote, a quem ungiram com o santo óleo.
26 Porém, se de alguma maneira o homicida sair dos limites da cidade de refúgio, onde se tinha acolhido,
27 E o vingador do sangue o achar fora dos limites da cidade de seu refúgio, e o matar, não será culpado do sangue.
28 Pois o homicida deverá ficar na cidade do seu refúgio, até à morte do sumo sacerdote; mas, depois da morte do sumo sacerdote, o homicida voltará à terra da sua possessão.
29 E estas coisas vos serão por estatuto de direito às vossas gerações, em todas as vossas habitações.
30 Todo aquele que matar alguma pessoa, conforme depoimento de testemunhas, será morto; mas uma só testemunha não testemunhará contra alguém, para que morra.
31 E não recebereis resgate pela vida do homicida que é culpado de morte; pois certamente morrerá.
32 Também não tomareis resgate por aquele que se acolher à sua cidade de refúgio, para tornar a habitar na terra, até à morte do sumo sacerdote.
33 Assim não profanareis a terra em que estais; porque o sangue faz profanar a terra; e nenhuma expiação se fará pela terra por causa do sangue que nela se derramar, senão com o sangue daquele que o derramou.
34 Não contaminareis pois a terra na qual vós habitais, no meio da qual eu habito; pois eu, o Senhor, habito no meio dos filhos de Israel.

Números 35:16-34
Em seu aspecto profético, a cidade de refúgio para o homicida abriga o povo judeu que crucificou o seu Messias sem apreciar a extensão de seu crime (Lucas 23:34). Eles têm, desde aquele tempo, sido providencialmente mantidos por Deus longe de sua herança, até o fim da atual dispensação; em outras palavras, enquanto Cristo for sacerdote à semelhança de Arão.

Na verdade, toda a raça humana é culpada da morte do Filho de Deus. Mas, em Sua infinita misericórdia, Deus providenciou para o homem um refúgio de Sua própria ira, e este refúgio não é outro senão a própria Vítima. Jesus é Aquele que “nos livra da ira vindoura” (1 Tessalonicenses 1:10).

Cristo é representado neste capítulo ao mesmo tempo como a vítima e como a cidade de refúgio. Ele também é representado aqui por um terceiro aspecto, como o sumo sacerdote cuja morte sinaliza o seu retorno à herança em completa segurança (Números 25:28).

O versículo 31 afirma que nenhum resgate (penitência), por maior que fosse, poderia substituir como meio de salvação o que o Senhor tinha provido em favor do homicida. Nem prata nem ouro (1 Pedro 1:18), nem qualquer obra (Efésios 2:9), podem tomar o lugar de proteção que o pecador tem em Jesus Cristo. “E não há salvação em nenhum outro…” (Atos 4:12).

Que DEUS abençoe a todos.

Efésios 1:7

Sexta-feira 29 Outubro

Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas (Efésios 1:7).

Vitória completa!

Martinho Lutero, um dos pioneiros da Reforma, era um homem abençoado por Deus. Coube a ele testificar novamente sobre a verdade da justificação pela fé somente, tarefa cumprida em suas famosas 95 teses. Menos conhecidas foram suas lutas interiores antes de encontrar a paz com Deus. Ao ler as Santas Escrituras, Lutero compreendeu que o homem não pode ser justificado diante de Deus por obras humanas, por mais maravilhosas que sejam.

Pouco tempo depois de sua conversão, Lutero teve um sonho. O diabo se aproximava dele com uma pilha de papéis escritos. Na primeira página estava uma terrível lista de pecados cometidos na juventude de Lutero. “Você se lembra de todos esses pecados?”, perguntou Satanás. O diabo então leu duas outras páginas com mais pecados horrendos. Lutero começou a se sentir envergonhado e pensativo. Certo do triunfo, o diabo foi saindo. De repente, Lutero reagiu e disse: “Me dê essas folhas!” No sonho, ele arrancou os papéis acusatórios da mão do diabo e escreveu neles: “O sangue de Jesus Cristo, o Filho de Deus, me limpa de todo pecado”.

Que vitória! Resistir a Satanás firmemente baseado na vitória da cruz é o maior lembrete que podemos dar a ele de sua derrota pelas mãos e pés de nosso Senhor Jesus Cristo.

A vitória na cruz foi completa, pois o Senhor Jesus, “havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária... a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publica­mente e deles triunfou em si mesmo” (Colossenses 2:14-15).

Que DEUS abençoe a todos.