Mateus 27.50-66
50 E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito.
51 Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas;
52 abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram;
53 e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.
54 O centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto e tudo o que se passava, ficaram possuídos de grande temor e disseram: Verdadeiramente este era Filho de Deus.
55 Estavam ali muitas mulheres, observando de longe; eram as que vinham seguindo a Jesus desde a Galiléia, para o servirem;
56 entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mulher de Zebedeu.
57 Caindo a tarde, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que era também discípulo de Jesus.
58 Este foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. Então, Pilatos mandou que lho fosse entregue.
59 E José, tomando o corpo, envolveu -o num pano limpo de linho
60 e o depositou no seu túmulo novo, que fizera abrir na rocha; e, rolando uma grande pedra para a entrada do sepulcro, se retirou.
61 Achavam-se ali, sentadas em frente da sepultura, Maria Madalena e a outra Maria.
62 No dia seguinte, que é o dia depois da preparação, reuniram-se os principais sacerdotes e os fariseus e, dirigindo-se a Pilatos,
63 disseram-lhe: Senhor, lembramo-nos de que aquele embusteiro, enquanto vivia, disse: Depois de três dias ressuscitarei.
64 Ordena, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, para não suceder que, vindo os discípulos, o roubem e depois digam ao povo: Ressuscitou dos mortos; e será o último embuste pior que o primeiro.
65 Disse-lhes Pilatos: Aí tendes uma escolta; ide e guardai o sepulcro como bem vos parecer.
66 Indo eles, montaram guarda ao sepulcro, selando a pedra e deixando ali a escolta.
Mateus 27:50-66
A obra da expiação foi cumprida, a vitória foi conquistada. Com um poderoso grito de triunfo, Cristo entra na morte. Deus dá ainda outras provas dessa vitória: rasga o véu do templo de alto a baixo, consagrando um "novo e vivo caminho" pelo qual, daquele momento em diante, o homem pode penetrar "com liberdade" em Sua presença (Hebreus 10:19-21). Abre também os sepulcros, e a morte, vencida, teve de devolver alguns de seus cativos.
Depois Deus zela pela honra de Seu próprio Filho. Conforme a profecia, Jesus ocupa o túmulo de um homem rico, o qual, piedosamente, cuidou do Seu sepultamento (Isaías 53:9). Com exceção desse José de Arimatéia, Mateus não mostra nenhum outro discípulo presente nessa hora. Por sua vez, algumas mulheres, cuja devoção é digna de nota, têm o privilégio de estar ali.
Do princípio ao fim deste evangelho, o ódio do homem perseguiu ao Senhor Jesus. Em Seu nascimento, o ódio foi manifestado em Herodes. Perseguiu-O até o túmulo, que agora está sob vigia e selado cautelosamente pelos líderes religiosos dos judeus. Mas tanto os soldados, o selo, como as pedras são vãs precauções; servirão, de fato, somente para evidenciar ainda mais a realidade da ressurreição.
Há apenas um triste detalhe aqui: os inimigos do Senhor lembram-se de algo que os próprios discípulos tinham esquecido! (v. 63).
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Mateus 27:32-49
Mateus 27.32-49
32 Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram a carregar-lhe a cruz.
33 E, chegando a um lugar chamado Gólgota, que significa Lugar da Caveira,
34 deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando -o, não o quis beber.
35 Depois de o crucificarem, repartiram entre si as suas vestes, tirando a sorte.
36 E, assentados ali, o guardavam.
37 Por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.
38 E foram crucificados com ele dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda.
39 Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo:
40 Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!
41 De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam:
42 Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele.
43 Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus.
44 E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele.
45 Desde a hora sexta até à hora nona, houve trevas sobre toda a terra.
46 Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
47 E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Ele chama por Elias.
48 E, logo, um deles correu a buscar uma esponja e, tendo -a embebido de vinagre e colocado na ponta de um caniço, deu-lhe a beber.
49 Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem salvá-lo.
Mateus 27:32-49
O Senhor Jesus é conduzido do pretório ao Calvário. Simão, o cireneu, é obrigado a carregar a Sua cruz. Mas Ele voluntariamente toma sobre Si uma carga que é incomparavelmente mais pesada: a carga de nosso pecado, que nenhum outro poderia levar em Seu lugar. Ele é crucificado entre dois malfeitores. A acusação escrita por cima de Sua cabeça na verdade denuncia o povo que crucificou a seu Rei. A descrição é breve. Contudo, através da sóbria linguagem do Espírito Santo, compreendemos que nenhuma forma de sofrimento foi poupada ao nosso muito amado Salvador - sofrimentos físicos, mas, acima de tudo, indizíveis sofrimentos morais. Os escarnecedores estão ali: desafiam o Senhor Jesus a salvar a Si mesmo, como que questionando o Seu poder (v. 40). (Ele, porém, continua na cruz. Não tinha justamente o propósito de salvar a outros?) Eles provocam a Deus, pondo em dúvida Seu amor para com Cristo, o Qual sente profundamente o ultraje (v. 43; Salmo 69:9). Porém para Ele, o mais profundo dos sofrimentos foi ter sido abandonado durante as três horas de trevas. Quando o Senhor Jesus foi feito maldição em nosso lugar, quando levou o peso do meu e do seu pecado para expiá-los, Deus teve de afastar dEle o Seu rosto. Deus feriu Seu Filho com os golpes que nossos pecados - meus e seus - mereciam!
Que DEUS abençoe a todos.
32 Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram a carregar-lhe a cruz.
33 E, chegando a um lugar chamado Gólgota, que significa Lugar da Caveira,
34 deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando -o, não o quis beber.
35 Depois de o crucificarem, repartiram entre si as suas vestes, tirando a sorte.
36 E, assentados ali, o guardavam.
37 Por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.
38 E foram crucificados com ele dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda.
39 Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo:
40 Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!
41 De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam:
42 Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele.
43 Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus.
44 E os mesmos impropérios lhe diziam também os ladrões que haviam sido crucificados com ele.
45 Desde a hora sexta até à hora nona, houve trevas sobre toda a terra.
46 Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
47 E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Ele chama por Elias.
48 E, logo, um deles correu a buscar uma esponja e, tendo -a embebido de vinagre e colocado na ponta de um caniço, deu-lhe a beber.
49 Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem salvá-lo.
Mateus 27:32-49
O Senhor Jesus é conduzido do pretório ao Calvário. Simão, o cireneu, é obrigado a carregar a Sua cruz. Mas Ele voluntariamente toma sobre Si uma carga que é incomparavelmente mais pesada: a carga de nosso pecado, que nenhum outro poderia levar em Seu lugar. Ele é crucificado entre dois malfeitores. A acusação escrita por cima de Sua cabeça na verdade denuncia o povo que crucificou a seu Rei. A descrição é breve. Contudo, através da sóbria linguagem do Espírito Santo, compreendemos que nenhuma forma de sofrimento foi poupada ao nosso muito amado Salvador - sofrimentos físicos, mas, acima de tudo, indizíveis sofrimentos morais. Os escarnecedores estão ali: desafiam o Senhor Jesus a salvar a Si mesmo, como que questionando o Seu poder (v. 40). (Ele, porém, continua na cruz. Não tinha justamente o propósito de salvar a outros?) Eles provocam a Deus, pondo em dúvida Seu amor para com Cristo, o Qual sente profundamente o ultraje (v. 43; Salmo 69:9). Porém para Ele, o mais profundo dos sofrimentos foi ter sido abandonado durante as três horas de trevas. Quando o Senhor Jesus foi feito maldição em nosso lugar, quando levou o peso do meu e do seu pecado para expiá-los, Deus teve de afastar dEle o Seu rosto. Deus feriu Seu Filho com os golpes que nossos pecados - meus e seus - mereciam!
Que DEUS abençoe a todos.
Levítico 6:8-30
Levítico 6:8-30
8 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
9 Dá ordem a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei do holocausto; o holocausto será queimado sobre o altar toda a noite até pela manhã, e o fogo do altar arderá nele.
10 E o sacerdote vestirá a sua veste de linho, e vestirá as calças de linho, sobre a sua carne, e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto ao altar.
11 Depois despirá as suas vestes, e vestirá outras vestes; e levará a cinza fora do arraial para um lugar limpo.
12 O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas.
13 O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.
14 E esta é a lei da oferta de alimentos: os filhos de Arão a oferecerão perante o Senhor diante do altar.
15 E dela tomará um punhado da flor de farinha, da oferta e do seu azeite, e todo o incenso que estiver sobre a oferta de alimentos; então o acenderá sobre o altar, cheiro suave é isso, por ser memorial ao Senhor.
16 E o restante dela comerão Arão e seus filhos; ázimo se comerá no lugar santo, no pátio da tenda da congregação o comerão.
17 Levedado não se cozerá; sua porção é que lhes dei das minhas ofertas queimadas; coisa santíssima é, como a expiação do pecado e como a expiação da culpa.
18 Todo o homem entre os filhos de Arão comerá dela; estatuto perpétuo será para as vossas gerações das ofertas queimadas do Senhor; todo o que as tocar será santo.
19 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
20 Esta é a oferta de Arão e de seus filhos, a qual oferecerão ao Senhor no dia em que ele for ungido; a décima parte de um efa de flor de farinha pela oferta de alimentos contínua; a metade dela pela manhã, e a outra metade à tarde.
21 Numa caçoula se fará com azeite; cozida a trarás; e os pedaços cozidos da oferta oferecerás em cheiro suave ao Senhor.
22 Também o sacerdote, que de entre seus filhos for ungido em seu lugar, fará o mesmo; por estatuto perpétuo será ela toda queimada ao Senhor.
23 Assim toda a oferta do sacerdote será totalmente queimada; não se comerá.
24 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
25 Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei da expiação do pecado; no lugar onde se degola o holocausto se degolará a expiação do pecado perante o Senhor; coisa santíssima é.
26 O sacerdote que a oferecer pelo pecado a comerá; no lugar santo se comerá, no pátio da tenda da congregação.
27 Tudo o que tocar a carne da oferta será santo; se o seu sangue for espargido sobre as vestes de alguém, lavarás em lugar santo aquilo sobre o que caiu.
28 E o vaso de barro em que for cozida será quebrado; porém, se for cozida num vaso de cobre, esfregar-se-á e lavar-se-á na água.
29 Todo o homem entre os sacerdotes a comerá; coisa santíssima é.
30 Porém, não se comerá nenhuma oferta pelo pecado, cujo sangue se traz à tenda da congregação, para expiar no santuário; no fogo será queimada.
Levítico 6:8-30
Observamos o paralelo que há entre as quatro ofertas principais e os aspectos sob os quais os quatro evangelistas apresentaram a obra de Cristo. Em João, o Senhor Jesus é o santo holocausto, Aquele a quem o Pai amou porque derramou voluntariamente a Sua vida (João 10:17-18). Lucas faz com que nos maravilhemos com a vida do Homem perfeito, do qual fala a oferta de manjares. Marcos coloca diante de nós o Servo de Deus, representado pelo sacrifício de consagração, ou sacrifício pacífico. Finalmente, Mateus, mais que os outros, O proclama como Aquele que “salvará o seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21).
Os capítulos 6 e 7 tratam novamente desses quatro tipos de ofertas para formular a lei concernente a elas, ou, em outras palavras, o caminho pelo qual o sacerdote deveria oferecê-las. As ofertas queimadas tinham de ser contínuas (v. 13), a oferta de manjares era para ser um “estatuto perpétuo” (v. 18). Na folhinha da semana passada, observamos o medo dos israelitas que nunca tinham a certeza de serem aperfeiçoados pelos mesmos sacrifícios oferecidos continuamente. Mas o capítulo 10 de Hebreus nos mostra que o sacerdote “se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios”, o trabalho dele jamais estava terminado. Então, o mesmo capítulo apresenta o Senhor Jesus que “tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus” (Hebreus 10:1, 11-12).
Que DEUS abençoe a todos.
8 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
9 Dá ordem a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei do holocausto; o holocausto será queimado sobre o altar toda a noite até pela manhã, e o fogo do altar arderá nele.
10 E o sacerdote vestirá a sua veste de linho, e vestirá as calças de linho, sobre a sua carne, e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto ao altar.
11 Depois despirá as suas vestes, e vestirá outras vestes; e levará a cinza fora do arraial para um lugar limpo.
12 O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas.
13 O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.
14 E esta é a lei da oferta de alimentos: os filhos de Arão a oferecerão perante o Senhor diante do altar.
15 E dela tomará um punhado da flor de farinha, da oferta e do seu azeite, e todo o incenso que estiver sobre a oferta de alimentos; então o acenderá sobre o altar, cheiro suave é isso, por ser memorial ao Senhor.
16 E o restante dela comerão Arão e seus filhos; ázimo se comerá no lugar santo, no pátio da tenda da congregação o comerão.
17 Levedado não se cozerá; sua porção é que lhes dei das minhas ofertas queimadas; coisa santíssima é, como a expiação do pecado e como a expiação da culpa.
18 Todo o homem entre os filhos de Arão comerá dela; estatuto perpétuo será para as vossas gerações das ofertas queimadas do Senhor; todo o que as tocar será santo.
19 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
20 Esta é a oferta de Arão e de seus filhos, a qual oferecerão ao Senhor no dia em que ele for ungido; a décima parte de um efa de flor de farinha pela oferta de alimentos contínua; a metade dela pela manhã, e a outra metade à tarde.
21 Numa caçoula se fará com azeite; cozida a trarás; e os pedaços cozidos da oferta oferecerás em cheiro suave ao Senhor.
22 Também o sacerdote, que de entre seus filhos for ungido em seu lugar, fará o mesmo; por estatuto perpétuo será ela toda queimada ao Senhor.
23 Assim toda a oferta do sacerdote será totalmente queimada; não se comerá.
24 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
25 Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei da expiação do pecado; no lugar onde se degola o holocausto se degolará a expiação do pecado perante o Senhor; coisa santíssima é.
26 O sacerdote que a oferecer pelo pecado a comerá; no lugar santo se comerá, no pátio da tenda da congregação.
27 Tudo o que tocar a carne da oferta será santo; se o seu sangue for espargido sobre as vestes de alguém, lavarás em lugar santo aquilo sobre o que caiu.
28 E o vaso de barro em que for cozida será quebrado; porém, se for cozida num vaso de cobre, esfregar-se-á e lavar-se-á na água.
29 Todo o homem entre os sacerdotes a comerá; coisa santíssima é.
30 Porém, não se comerá nenhuma oferta pelo pecado, cujo sangue se traz à tenda da congregação, para expiar no santuário; no fogo será queimada.
Levítico 6:8-30
Observamos o paralelo que há entre as quatro ofertas principais e os aspectos sob os quais os quatro evangelistas apresentaram a obra de Cristo. Em João, o Senhor Jesus é o santo holocausto, Aquele a quem o Pai amou porque derramou voluntariamente a Sua vida (João 10:17-18). Lucas faz com que nos maravilhemos com a vida do Homem perfeito, do qual fala a oferta de manjares. Marcos coloca diante de nós o Servo de Deus, representado pelo sacrifício de consagração, ou sacrifício pacífico. Finalmente, Mateus, mais que os outros, O proclama como Aquele que “salvará o seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21).
Os capítulos 6 e 7 tratam novamente desses quatro tipos de ofertas para formular a lei concernente a elas, ou, em outras palavras, o caminho pelo qual o sacerdote deveria oferecê-las. As ofertas queimadas tinham de ser contínuas (v. 13), a oferta de manjares era para ser um “estatuto perpétuo” (v. 18). Na folhinha da semana passada, observamos o medo dos israelitas que nunca tinham a certeza de serem aperfeiçoados pelos mesmos sacrifícios oferecidos continuamente. Mas o capítulo 10 de Hebreus nos mostra que o sacerdote “se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios”, o trabalho dele jamais estava terminado. Então, o mesmo capítulo apresenta o Senhor Jesus que “tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus” (Hebreus 10:1, 11-12).
Que DEUS abençoe a todos.
Levítico 5:14-19 e 6:1-7
Levítico 5:14-19
14 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
15 Quando alguma pessoa cometer uma transgressão, e pecar por ignorância nas coisas sagradas do Senhor, então trará ao Senhor pela expiação, um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação em siclos de prata, segundo o siclo do santuário, para expiação da culpa.
16 Assim restituirá o que pecar nas coisas sagradas, e ainda lhe acrescentará a quinta parte, e a dará ao sacerdote; assim o sacerdote, com o carneiro da expiação, fará expiação por ele, e ser-lhe-á perdoado o pecado.
17 E, se alguma pessoa pecar, e fizer, contra algum dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer, ainda que o não soubesse, contudo será ela culpada, e levará a sua iniqüidade;
18 E trará ao sacerdote um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação, para expiação da culpa, e o sacerdote por ela fará expiação do erro que cometeu sem saber; e ser-lhe-á perdoado.
19 Expiação de culpa é; certamente se fez culpado diante do Senhor.
Levítico 6:1-7
1 FALOU mais o Senhor a Moisés, dizendo:
2 Quando alguma pessoa pecar, e transgredir contra o Senhor, e negar ao seu próximo o que lhe deu em guarda, ou o que deixou na sua mão, ou o roubo, ou o que reteve violentamente ao seu próximo,
3 Ou que achou o perdido, e o negar com falso juramento, ou fizer alguma outra coisa de todas em que o homem costuma pecar;
4 Será pois que, como pecou e tornou-se culpado, restituirá o que roubou, ou o que reteve violentamente, ou o depósito que lhe foi dado em guarda, ou o perdido que achou,
5 Ou tudo aquilo sobre que jurou falsamente; e o restituirá no seu todo, e ainda sobre isso acrescentará o quinto; àquele de quem é o dará no dia de sua expiação.
6 E a sua expiação trará ao Senhor: um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação, para expiação da culpa trará ao sacerdote;
7 E o sacerdote fará expiação por ela diante do Senhor, e será perdoada de qualquer das coisas que fez, tornando-se culpada.
O mais meticuloso dos israelitas sempre estaria com medo de ter esquecido um pecado cometido por ignorância. E, tão logo tivesse oferecido um sacrifício caro, um novo ato de infidelidade exigiria outro sacrifício. Infelizmente, apesar das promessas infalíveis da Palavra de Deus, muitos cristãos ainda hoje estão vivendo com o mesmo medo. Eles tornam a sua salvação dependente de esforços sinceros para agradar a Deus, como esmolas e penitências, sem jamais ter certeza de que esses esforços serão suficientes. Isso é estar ignorante da plenitude da graça divina! E que felicidade é essa que desfrutamos quando somos libertados desse medo pela certeza que temos de que o Senhor Jesus fez todas as coisas por nós!
Os versículos de hoje fazem distinção entre pecados contra Deus (vv. 15, 17) e pecados contra o próximo (6:2-3). Geralmente estamos menos preocupados com os primeiros do que com os segundos. Deveria ser exatamente o contrário. Não apenas é necessário consertar as coisas quando pecamos contra o próximo, mas também oferecer um sacrifício ao Senhor (6:6; ver Salmo 51:4). Inversamente, não é suficiente apenas colocar as coisas em ordem com Deus. Quando o pecador arrependido oferecia um sacrifício por sua falta, também tinha de acertar a situação diante dos homens (6:5). Foi isso que Zaqueu compreendeu quando Jesus entrou em sua casa (Lucas 19:8).
Que DEUS abençoe a todos.
14 E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
15 Quando alguma pessoa cometer uma transgressão, e pecar por ignorância nas coisas sagradas do Senhor, então trará ao Senhor pela expiação, um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação em siclos de prata, segundo o siclo do santuário, para expiação da culpa.
16 Assim restituirá o que pecar nas coisas sagradas, e ainda lhe acrescentará a quinta parte, e a dará ao sacerdote; assim o sacerdote, com o carneiro da expiação, fará expiação por ele, e ser-lhe-á perdoado o pecado.
17 E, se alguma pessoa pecar, e fizer, contra algum dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer, ainda que o não soubesse, contudo será ela culpada, e levará a sua iniqüidade;
18 E trará ao sacerdote um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação, para expiação da culpa, e o sacerdote por ela fará expiação do erro que cometeu sem saber; e ser-lhe-á perdoado.
19 Expiação de culpa é; certamente se fez culpado diante do Senhor.
Levítico 6:1-7
1 FALOU mais o Senhor a Moisés, dizendo:
2 Quando alguma pessoa pecar, e transgredir contra o Senhor, e negar ao seu próximo o que lhe deu em guarda, ou o que deixou na sua mão, ou o roubo, ou o que reteve violentamente ao seu próximo,
3 Ou que achou o perdido, e o negar com falso juramento, ou fizer alguma outra coisa de todas em que o homem costuma pecar;
4 Será pois que, como pecou e tornou-se culpado, restituirá o que roubou, ou o que reteve violentamente, ou o depósito que lhe foi dado em guarda, ou o perdido que achou,
5 Ou tudo aquilo sobre que jurou falsamente; e o restituirá no seu todo, e ainda sobre isso acrescentará o quinto; àquele de quem é o dará no dia de sua expiação.
6 E a sua expiação trará ao Senhor: um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação, para expiação da culpa trará ao sacerdote;
7 E o sacerdote fará expiação por ela diante do Senhor, e será perdoada de qualquer das coisas que fez, tornando-se culpada.
O mais meticuloso dos israelitas sempre estaria com medo de ter esquecido um pecado cometido por ignorância. E, tão logo tivesse oferecido um sacrifício caro, um novo ato de infidelidade exigiria outro sacrifício. Infelizmente, apesar das promessas infalíveis da Palavra de Deus, muitos cristãos ainda hoje estão vivendo com o mesmo medo. Eles tornam a sua salvação dependente de esforços sinceros para agradar a Deus, como esmolas e penitências, sem jamais ter certeza de que esses esforços serão suficientes. Isso é estar ignorante da plenitude da graça divina! E que felicidade é essa que desfrutamos quando somos libertados desse medo pela certeza que temos de que o Senhor Jesus fez todas as coisas por nós!
Os versículos de hoje fazem distinção entre pecados contra Deus (vv. 15, 17) e pecados contra o próximo (6:2-3). Geralmente estamos menos preocupados com os primeiros do que com os segundos. Deveria ser exatamente o contrário. Não apenas é necessário consertar as coisas quando pecamos contra o próximo, mas também oferecer um sacrifício ao Senhor (6:6; ver Salmo 51:4). Inversamente, não é suficiente apenas colocar as coisas em ordem com Deus. Quando o pecador arrependido oferecia um sacrifício por sua falta, também tinha de acertar a situação diante dos homens (6:5). Foi isso que Zaqueu compreendeu quando Jesus entrou em sua casa (Lucas 19:8).
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 25 de julho de 2010
Romanos 15.1
25 de Julho
"Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos, e não agradar-nos a nós mesmos." Romanos 15.1
Eu até imagino que você seja forte espiritualmente, que, ao contrário dos outros, você experimentou o Senhor "de maneira especial", que a sua fé e o seu conhecimento superam o dos outros irmãos, mas você quer se tornar como Jesus? Aquele que realmente cresce no conhecimento do Senhor, diminui na sua própria maneira de ser. A autenticidade da sua fé robusta se mostra na sua capacidade de suportar os fracos. Jesus diz: "...aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração." Entenda corretamente: Jesus não era orgulhoso da Sua humildade. A humildade, e não a presunção era a profunda raiz da Sua natureza. E você, como é o seu caso? Talvez a sua aparente humildade religiosa seja apenas uma fina camada que recobre sua natureza vaidosa. Mas como é que você pode se tornar semelhante a Jesus? Unicamente pela Palavra de Deus, que foi escrita para nosso ensino, com validade eterna. Ali aprendemos "a paciência e a perseverança" do Senhor Jesus. Ele viveu na Palavra e da Palavra. Você procura paciência e consolo nas suas tribulações? Aqui está a fonte: a Palavra de Deus escrita!
Que DEUS abençoe a todos.
"Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos, e não agradar-nos a nós mesmos." Romanos 15.1
Eu até imagino que você seja forte espiritualmente, que, ao contrário dos outros, você experimentou o Senhor "de maneira especial", que a sua fé e o seu conhecimento superam o dos outros irmãos, mas você quer se tornar como Jesus? Aquele que realmente cresce no conhecimento do Senhor, diminui na sua própria maneira de ser. A autenticidade da sua fé robusta se mostra na sua capacidade de suportar os fracos. Jesus diz: "...aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração." Entenda corretamente: Jesus não era orgulhoso da Sua humildade. A humildade, e não a presunção era a profunda raiz da Sua natureza. E você, como é o seu caso? Talvez a sua aparente humildade religiosa seja apenas uma fina camada que recobre sua natureza vaidosa. Mas como é que você pode se tornar semelhante a Jesus? Unicamente pela Palavra de Deus, que foi escrita para nosso ensino, com validade eterna. Ali aprendemos "a paciência e a perseverança" do Senhor Jesus. Ele viveu na Palavra e da Palavra. Você procura paciência e consolo nas suas tribulações? Aqui está a fonte: a Palavra de Deus escrita!
Que DEUS abençoe a todos.
Marcos 16:19
Domingo 25 Julho
E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus (João 1:36).
O caminho do Senhor Jesus Cristo
A Palavra de Deus nos mostra o caminho do Filho de Deus sob diversos ângulos.
O caminho do justo. “O caminho do justo é todo plano” (Isaías 26:7). “Eis que o teu rei virá a ti, justo e salvador” (Zacarias 9:9).
O caminho da humilhação e obediência. “Humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:8).
O caminho da dependência. “Não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai que me enviou” (João 5:30).
O caminho do servo. “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mateus 20:28). “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma” (Isaías 42:1).
O caminho do sofrimento. “É necessário que o Filho do homem padeça muitas coisas… e seja morto”. “Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas?” (Lucas 9:22; 24:26). “Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos” (1 Pedro 3:18).
O caminho da cruz. “E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém” (Lucas 9:51). “E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota, onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio” (João 19:17-18). “Pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta” (Hebreus 12:2).
O caminho até a glória. “O Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus” (Marcos 16:19).
Que DEUS abençoe a todos.
E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus (João 1:36).
O caminho do Senhor Jesus Cristo
A Palavra de Deus nos mostra o caminho do Filho de Deus sob diversos ângulos.
O caminho do justo. “O caminho do justo é todo plano” (Isaías 26:7). “Eis que o teu rei virá a ti, justo e salvador” (Zacarias 9:9).
O caminho da humilhação e obediência. “Humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:8).
O caminho da dependência. “Não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai que me enviou” (João 5:30).
O caminho do servo. “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mateus 20:28). “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma” (Isaías 42:1).
O caminho do sofrimento. “É necessário que o Filho do homem padeça muitas coisas… e seja morto”. “Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas?” (Lucas 9:22; 24:26). “Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos” (1 Pedro 3:18).
O caminho da cruz. “E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém” (Lucas 9:51). “E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota, onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio” (João 19:17-18). “Pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta” (Hebreus 12:2).
O caminho até a glória. “O Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus” (Marcos 16:19).
Que DEUS abençoe a todos.
Mateus 27:19-31
Mateus 27.19-31
19 E, estando ele no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito.
20 Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus.
21 De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás!
22 Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos.
23 Que mal fez ele? Perguntou Pilatos. Porém cada vez clamavam mais: Seja crucificado!
24 Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo ; fique o caso convosco!
25 E o povo todo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!
26 Então, Pilatos lhes soltou Barrabás; e, após haver açoitado a Jesus, entregou -o para ser crucificado.
27 Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte.
28 Despojando -o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate;
29 tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus!
30 E, cuspindo nele, tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça.
31 Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado.
Mateus 27:19-31
Grande é a perplexidade de Pilatos diante do Acusado que os líderes dos judeus lhe trouxeram. Nunca teve diante de si um homem como Aquele. Um duplo testemunho - o de sua mulher (v. 19) e o de sua consciência (v. 24) - deu-lhe a convicção de que estava diante de si um justo. Além disso, ele conhecia a perversidade dos homens que O tinham entregado por inveja (v. 18). O que fazer? Se o condenasse, certamente estaria cometendo uma injustiça. Porém, se O deixasse livre, sua popularidade seguramente cairia. Lavando simbolicamente as mãos (mas não sua consciência!), ele joga a responsabilidade sobre o povo, que a aceita com os olhos cegos. Por trás dessa multidão, movida por instintos de mais baixo nível, e por trás dos líderes do povo que a incitava, estava Satanás, prosseguindo com sua obra de ódio. Porém Deus também fazia prosseguir a Sua obra, a obra de graça e de salvação.
Agora o Senhor Jesus está nas mãos dos rudes soldados. Estes Lhe vestem um manto de púrpura simulando o traje real e zombam dEle; depois, levam-NO para a execução. Mas um dia, à vista de todos, o Senhor aparecerá em toda a Sua majestade de Rei dos reis. E Sua mão poderosa, a mesma que naquele dia de sofrimento empunhou um caniço, será levantada em juízo contra Seus inimigos (comparar o versículo 29 com Salmo 21:3,5,8).
Que DEUS abençoe a todos.
19 E, estando ele no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito.
20 Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus.
21 De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás!
22 Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos.
23 Que mal fez ele? Perguntou Pilatos. Porém cada vez clamavam mais: Seja crucificado!
24 Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo ; fique o caso convosco!
25 E o povo todo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!
26 Então, Pilatos lhes soltou Barrabás; e, após haver açoitado a Jesus, entregou -o para ser crucificado.
27 Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte.
28 Despojando -o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate;
29 tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus!
30 E, cuspindo nele, tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça.
31 Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado.
Mateus 27:19-31
Grande é a perplexidade de Pilatos diante do Acusado que os líderes dos judeus lhe trouxeram. Nunca teve diante de si um homem como Aquele. Um duplo testemunho - o de sua mulher (v. 19) e o de sua consciência (v. 24) - deu-lhe a convicção de que estava diante de si um justo. Além disso, ele conhecia a perversidade dos homens que O tinham entregado por inveja (v. 18). O que fazer? Se o condenasse, certamente estaria cometendo uma injustiça. Porém, se O deixasse livre, sua popularidade seguramente cairia. Lavando simbolicamente as mãos (mas não sua consciência!), ele joga a responsabilidade sobre o povo, que a aceita com os olhos cegos. Por trás dessa multidão, movida por instintos de mais baixo nível, e por trás dos líderes do povo que a incitava, estava Satanás, prosseguindo com sua obra de ódio. Porém Deus também fazia prosseguir a Sua obra, a obra de graça e de salvação.
Agora o Senhor Jesus está nas mãos dos rudes soldados. Estes Lhe vestem um manto de púrpura simulando o traje real e zombam dEle; depois, levam-NO para a execução. Mas um dia, à vista de todos, o Senhor aparecerá em toda a Sua majestade de Rei dos reis. E Sua mão poderosa, a mesma que naquele dia de sofrimento empunhou um caniço, será levantada em juízo contra Seus inimigos (comparar o versículo 29 com Salmo 21:3,5,8).
Que DEUS abençoe a todos.
Levítico 5:1-13
Levítico 5:1-13
1 E QUANDO alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja porque viu, ou porque soube, se o não denunciar, então levará a sua iniqüidade.
2 Ou, quando alguma pessoa tocar em alguma coisa imunda, seja corpo morto de fera imunda, seja corpo morto de animal imundo, seja corpo morto de réptil imundo, ainda que não soubesse, contudo será ele imundo e culpado.
3 Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado.
4 Ou, quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer mal, ou para fazer bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramento, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas.
5 Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.
6 E a sua expiação trará ao Senhor, pelo seu pecado que cometeu: uma fêmea de gado miúdo, uma cordeira, ou uma cabrinha pelo pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado.
7 Mas, se em sua mão não houver recurso para gado miúdo, então trará, para expiação da culpa que cometeu, ao Senhor, duas rolas ou dois pombinhos; um para expiação do pecado, e o outro para holocausto;
8 E os trará ao sacerdote, o qual primeiro oferecerá aquele que é para expiação do pecado; e com a sua unha lhe fenderá a cabeça junto ao pescoço, mas não o partirá;
9 E do sangue da expiação do pecado espargirá sobre a parede do altar, porém o que sobejar daquele sangue espremer-se-á à base do altar; expiação do pecado é.
10 E do outro fará holocausto conforme ao costume; assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado que cometeu, e ele será perdoado.
11 Porém, se em sua mão não houver recurso para duas rolas, ou dois pombinhos, então aquele que pecou trará como oferta a décima parte de um efa de flor de farinha, para expiação do pecado; não deitará sobre ela azeite nem lhe porá em cima o incenso, porquanto é expiação do pecado;
12 E a trará ao sacerdote, e o sacerdote dela tomará a sua mão cheia pelo seu memorial, e a queimará sobre o altar, em cima das ofertas queimadas do Senhor; expiação de pecado é.
13 Assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado, que cometeu em alguma destas coisas, e lhe será perdoado; e o restante será do sacerdote, como a oferta de alimentos.
Levítico 5:1-13
Os versículos 1 a 4 nos dão vários exemplos de faltas que têm de ser expiadas mediante sacrifícios. São ações cuja seriedade talvez nem perceberíamos se a Palavra, a divina pedra de toque de nossa consciência, não as condenasse: encobrir evidências, ter contato rápido com algo que é impuro, proferir palavras impensadas. Alguém pode ser culpado de se manter em silêncio (v. 1) ou, pelo contrario, de falar demais (v. 4). Em todos esses casos, a confissão era exigida (v. 5), seguida de sacrifício (v. 6). Este ainda é o caminho que 1 João 1:9 impõe ao crente que pecou, com a diferença de que o sacrifício não precisa ser oferecido uma segunda vez. O sangue de Jesus Cristo já foi derramado por nós diante de Deus, portanto agora somente a confissão é necessária; Deus é “fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. Os versículos 7 a 13 tratam da diferença nos recursos dos que traziam suas ofertas. Um oferecia uma cordeira, outro oferecia dois pombinhos e um terceiro apenas uma porção de farinha. Nem todos são capazes de apreciar a extensão da obra de Cristo com a mesma profundidade. Mas o que importa é o verdadeiro valor que tal obra tem para Deus.
Que DEUS abençoe a todos.
1 E QUANDO alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja porque viu, ou porque soube, se o não denunciar, então levará a sua iniqüidade.
2 Ou, quando alguma pessoa tocar em alguma coisa imunda, seja corpo morto de fera imunda, seja corpo morto de animal imundo, seja corpo morto de réptil imundo, ainda que não soubesse, contudo será ele imundo e culpado.
3 Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado.
4 Ou, quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer mal, ou para fazer bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramento, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas.
5 Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.
6 E a sua expiação trará ao Senhor, pelo seu pecado que cometeu: uma fêmea de gado miúdo, uma cordeira, ou uma cabrinha pelo pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado.
7 Mas, se em sua mão não houver recurso para gado miúdo, então trará, para expiação da culpa que cometeu, ao Senhor, duas rolas ou dois pombinhos; um para expiação do pecado, e o outro para holocausto;
8 E os trará ao sacerdote, o qual primeiro oferecerá aquele que é para expiação do pecado; e com a sua unha lhe fenderá a cabeça junto ao pescoço, mas não o partirá;
9 E do sangue da expiação do pecado espargirá sobre a parede do altar, porém o que sobejar daquele sangue espremer-se-á à base do altar; expiação do pecado é.
10 E do outro fará holocausto conforme ao costume; assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado que cometeu, e ele será perdoado.
11 Porém, se em sua mão não houver recurso para duas rolas, ou dois pombinhos, então aquele que pecou trará como oferta a décima parte de um efa de flor de farinha, para expiação do pecado; não deitará sobre ela azeite nem lhe porá em cima o incenso, porquanto é expiação do pecado;
12 E a trará ao sacerdote, e o sacerdote dela tomará a sua mão cheia pelo seu memorial, e a queimará sobre o altar, em cima das ofertas queimadas do Senhor; expiação de pecado é.
13 Assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado, que cometeu em alguma destas coisas, e lhe será perdoado; e o restante será do sacerdote, como a oferta de alimentos.
Levítico 5:1-13
Os versículos 1 a 4 nos dão vários exemplos de faltas que têm de ser expiadas mediante sacrifícios. São ações cuja seriedade talvez nem perceberíamos se a Palavra, a divina pedra de toque de nossa consciência, não as condenasse: encobrir evidências, ter contato rápido com algo que é impuro, proferir palavras impensadas. Alguém pode ser culpado de se manter em silêncio (v. 1) ou, pelo contrario, de falar demais (v. 4). Em todos esses casos, a confissão era exigida (v. 5), seguida de sacrifício (v. 6). Este ainda é o caminho que 1 João 1:9 impõe ao crente que pecou, com a diferença de que o sacrifício não precisa ser oferecido uma segunda vez. O sangue de Jesus Cristo já foi derramado por nós diante de Deus, portanto agora somente a confissão é necessária; Deus é “fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. Os versículos 7 a 13 tratam da diferença nos recursos dos que traziam suas ofertas. Um oferecia uma cordeira, outro oferecia dois pombinhos e um terceiro apenas uma porção de farinha. Nem todos são capazes de apreciar a extensão da obra de Cristo com a mesma profundidade. Mas o que importa é o verdadeiro valor que tal obra tem para Deus.
Que DEUS abençoe a todos.
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