sexta-feira, 5 de março de 2010

Números 32:23; João 1:29 e Apocalipse 1:7

Sexta-feira 5 Março

Eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar (Números 32:23).

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1:29).

Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá (Apocalipse 1:7).

Verdades que não podem ser ignoradas

A primeira palavra dos versículos acima nos mostra que Deus deseja chamar nossa atenção para certos fatos importantes. São verdades que não podemos ignorar sem sofrer as conseqüências. Vamos analisá-las.

Todos pecaram contra Deus. Poucas pessoas irão se recusar a admitir que erraram em algum momento da vida e são culpadas por algo que fizeram. Porém como é fácil menosprezar o assunto com a desculpa de que “todos são pecadores”. Generalizações não têm efeito para com Deus, que espera de nós uma admissão de culpa pessoal: “Eu pequei!” O “Deus de amor” que fecha os olhos para as “pequenas ofensas” e leva em consideração as “boas intenções”, como muitos imaginam, definitivamente não existe. A Bíblia mostra Deus como Aquele que nos julga de acordo com Seu imparcial senso de justiça. “Sabei que o vosso pecado vos há de achar.”

Jesus Cristo é o Salvador dos pecadores. Ele é o meio pelo qual podemos escapar do juízo divino. Como Cordeiro de Deus Ele sofreu o justo castigo do pecado. Cristo, o Único que não pecou, morreu na cruz do Calvário no lugar dos que pecaram. Isso se aplica a todos os que confessam diante dEle que são pecadores e O recebem como Salvador e Senhor.

Jesus Cristo voltará como Juiz. Esse é o significado do último versículo. Nesse dia então não haverá mais qualquer oportunidade para as pessoas O receberem como Salvador.

Agora só resta uma pergunta: diante de tais verdades, qual é a sua posição? Você já pertence ao grupo dos que crêem e têm um relacionamen­to íntimo com esse Senhor e Salvador ou ainda se esconde atrás de uma infinidade de desculpas?

Que DEUS abençoe a todos.

Hebreus 10.10

5 de Março

"Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas." (Hebreus 10.10)

O que é santificação? O mais profundo significado de santificação encontramos em Hebreus 13.12: "Por isso foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta." E então segue a exortação para santificação: "Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério!" Jesus saiu para santificar. Nós precisamos sair até Ele para sermos santificados. A pergunta em primeiro lugar é essa: você está disposto a ser santificado, disposto a ser separado do mundo para ser só de Jesus? É desejo seu abandonar pessoas, propriedades e coisas a fim de ser totalmente unido a Jesus? O caminho da santificação é um caminho solitário, pois ele conduz para fora, ele nos separa para o Senhor. Esse caminho nos conduz até onde Jesus também esteve: não somente para perto da cruz, mas para a própria cruz. A santificação é vitalmente necessária, pois se não quisermos ir até onde Jesus foi quando se entregou totalmente, não chegaremos até onde Ele se encontra agora. Por isso a carta aos hebreus diz: "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor." O tempo urge, a hora do encontro com Jesus nas nuvens se aproxima com grande rapidez. Tenhamos, pois, bem presente a séria exortação da Palavra que diz: "...porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e, sim, em santificação."

Que DEUS abençoe a todos.

Hebreus 5:1-14

Hebreus 5.1-14

1 Porque todo sumo sacerdote, sendo tomado dentre os homens, é constituído nas coisas concernentes a Deus, a favor dos homens, para oferecer tanto dons como sacrifícios pelos pecados,
2 e é capaz de condoer-se dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas.
3 E, por esta razão, deve oferecer sacrifícios pelos pecados, tanto do povo como de si mesmo.
4 Ninguém, pois, toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão.
5 Assim, também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei;
6 como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.
7 Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade,
8 embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu
9 e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem,
10 tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.
11 A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir.
12 Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido.
13 Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança.
14 Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.


Hebreus 5:1-14

Que contraste há entre o santo Filho de Deus e o sacerdote escolhido entre os homens e forçado a ser tolerante por causa de suas próprias fraquezas. O versículo 8 expõe outra diferença. No que se refere a nós, precisamos aprender a obedecer porque somos essencialmente desobedientes. O Filho de Deus teve de aprender a obediência por uma razão completamente distinta. Como soberano Criador, Ele não estava sujeito a ninguém. Obedecer era uma experiência totalmente nova para Ele. E neste aspecto, Ele é o exemplo e o modelo de obediência "para todos os que lhe obedecem" (v. 9).

Em qualquer grupo, o líder investido da maior autoridade é aquele que primeiro executou, nas condições mais difíceis, as tarefas que delega posteriormente aos seus liderados. Aprendamos a obedecer na escola do Senhor Jesus. Mas que tipo de aprendizes nós somos? Será que a expressão do versículo 11, "tardios para ouvir", não se aplica a nós? A Palavra de Deus aqui não é, como no versículo 4, a espada que discerne os pensamentos do coração, mas, sim, o sólido alimento que fortalece os filhos de Deus e os capacita a reconhecer o bem e o mal por si mesmos. Tornar-se cada vez mais sensível ao que agrada e ao que não agrada ao Senhor é um grande avanço para qualquer cristão.

Que DEUS abençoe a todos

Gênesis 18:1-15

Gênesis 18:1-15

1 DEPOIS apareceu-lhe o Senhor nos carvalhais de Manre, estando ele assentado à porta da tenda, no calor do dia.
2 E levantou os seus olhos, e olhou, e eis três homens em pé junto a ele. E vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à terra,
3 E disse: Meu Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo.
4 Que se traga já um pouco de água, e lavai os vossos pés, e recostai-vos debaixo desta árvore;
5 E trarei um bocado de pão, para que esforceis o vosso coração; depois passareis adiante, porquanto por isso chegastes até vosso servo. E disseram: Assim faze como disseste.
6 E Abraão apressou-se em ir ter com Sara à tenda, e disse-lhe: Amassa depressa três medidas de flor de farinha, e faze bolos.
7 E correu Abraão às vacas, e tomou uma vitela tenra e boa, e deu-a ao moço, que se apressou em prepará-la.
8 E tomou manteiga e leite, e a vitela que tinha preparado, e pôs tudo diante deles, e ele estava em pé junto a eles debaixo da árvore; e comeram.
9 E disseram-lhe: Onde está Sara, tua mulher? E ele disse: Ei-la aí na tenda.
10 E disse: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e eis que Sara tua mulher terá um filho. E Sara escutava à porta da tenda, que estava atrás dele.
11 E eram Abraão e Sara já velhos, e adiantados em idade; já a Sara havia cessado o costume das mulheres.
12 Assim, pois, riu-se Sara consigo, dizendo: Terei ainda deleite depois de haver envelhecido, sendo também o meu senhor já velho?
13 E disse o Senhor a Abraão: Por que se riu Sara, dizendo: Na verdade darei eu à luz ainda, havendo já envelhecido?
14 Haveria coisa alguma difícil ao Senhor? Ao tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho.
15 E Sara negou, dizendo: Não me ri; porquanto temeu. E ele disse: Não digas isso, porque te riste.


Gênesis 18:1-15

Deus honra a Abraão chamando-lhe Seu amigo (2 Crônicas 20:7; Isaías 41:8; Tiago 2:23). E por ser Seu amigo, Deus o visita e lhe comunica Suas intenções com respeito ao próprio Abraão (vv. 9-15) e para com o mundo (vv. 20-21; veja João 15:15). O patriarca replica com confiança e desembaraço porém em profundo respeito. O estado de seu coração é revelado pelo modo ávido e jubiloso com que recebe seus hóspedes celestiais; ele conhece seu Deus e experimentou que o Senhor é bondoso (1 Pedro 2:3). O Novo Testamento menciona várias pessoas que tiveram o privilégio de receber o Senhor Jesus em suas casas: Levi, Marta e Zaqueu (Lucas 5:29; 10:38; 19:5). E isso nos ensina sob quais condições podemos desfrutar da mesma intimidade. Obediência à Palavra do Senhor é a chave para que o nosso coração seja aberto a Ele (João 14:23). Abraão não é apenas um exemplo de comunhão com Deus, mas também do exercício da hospitalidade. O cristão é chamado a praticá-la sem murmuração (1 Pedro 4:9; Romanos 12:13; Hebreus 13:2). Que boas novas trazem os visitantes para Abraão e Sara: o anuncio da chegada de seu muito esperado herdeiro! Mas Sara duvida e ri. Para nós esta é a oportunidade de ouvirmos uma magnífica certificação: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (v. 14).

Que DEUS abençoe a todos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Lei, Graça e Salvação

Lei, Graça e Salvação
Como seres humanos, sempre corremos o perigo de assumir posições extremas. Este perigo ocorre também no âmbito religioso. Sempre quando estudamos a Lei de Deus, precisamos nos precaver de dois erros: 1º) tentar pelos próprios esforços agradar a Deus. Isto resulta numa grande falha que está no senso de justiça própria, onde julgamos obter salvação pelos nossos atos. 2º) é pensar que a fé em Jesus isenta da obediência. Este erro é tão prejudicial como o primeiro. Neste programa vamos tentar compreender este tema tão importante.

Os apóstolos que, inspirados por Deus, escreveram vários livros da Bíblia, nos ajudam a compreender onde está o ponto de equilíbrio neste assunto. Vamos ler o que encontramos em Efésios 2:8 a 10 - "Porque pela graça sois salvos mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feituras dEle, criados em Cristo Jesus, para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas".

Se atentarmos bem para o texto, poderemos ver que a primeira declaração é que somos salvos pela graça de Deus, e este dom não vem de nós. Isto coloca de imediato a verdade, que o ato de salvar a humanidade procede de Deus. A salvação portanto é uma dádiva de Deus para o homem.

A salvação não brota a partir do coração humano. Por mais que uma pessoa seja dada a fazer o bem, por mais que suas obras sejam excelentes, a salvação não vem de si mesma. A Salvação é um ato da graça de Deus. Aí prezado ouvinte, você pergunta: O que é a graça divina? E como esta graça atua em nossa vida?

Graça é definida como favor, misericórdia, perdão. A graça é um atributo, uma característa divina exercida para com os seres humanos. Não a buscamos, porque ela nos foi dada por Deus.

Ao cair em pecado, o homem experimentou as amargas consequências da transgressão. Nessa condição, não havia nada que pudesse fazer para modificar a sua situação. Não fosse a intervenção divina, e a humanidade estaria condenada a uma miserável existência e por fim a morte, sem nenhuma esperança de vida.

A graça de Deus que foi primeiramente oferecida a Adão e Eva, e, por extensão à toda humanidade, provê uma porta de saída para a condição pecaminosa do homem. Deus, sabendo que o homem por si só nada poderia fazer, já havia estabelecido um plano para a salvação, caso o pecado entrasse no mundo.

Deus em sua misericórdia executou fielmente o seu plano, e Jesus veio até nós, pagou o preço que o pecado exigia: a morte. Com Sua vida santa e sem pecado, e com Sua morte em sacrifício, Jesus adquiriu o direito de salvar perfeitamente a todos quantos crerem no Seu nome.

Tudo o que Deus poderia fazer para salvar a humanidade da condição de pecadores, Deus realizou. O sacrifício de Jesus foi perfeito e completo. Sua ressurreição, e ascenção confirmam e provam isto.

Assim, o homem, não poderia fazer nada para se salvar, porque era impossível para ele, mas Deus providenciou de maneira maravilhosa. E esta maravilhosa graça Deus oferece a todos. É um presente divino para humanidade.

Somente um amor inexplicável é capaz de executar este plano maravilhoso e oferecer gratuitamente , sem que precisemos fazer absolutamente nada. Agora, nós que fomos criados com a capacidade de escolher o que queremos para nossa vida, poderemos ou não aceitar este precioso presente divino. Está em nós aceitar ou não este sacrifício de amor.

Afirmamos que receber da graça de Deus a salvação em Cristo Jesus, sem acrescentar a isto qualquer coisa mais, é o único meio que a Biblia apresenta, pelo qual devemos ser salvos .

Agora que entendemos que somos salvos gratuitamente quero perguntar: O fato de termos sido agraciados com a salvação em Jesus, elimina ou isenta a vida de obediência do crente?

A segunda parte do texto lido no princípio esclarece a nossa pergunta. Nos é dito que, somos feitura de Jesus, criados para boas obras, preparadas por Deus para andarmos nelas.

O fato de termos recebido a salvação em Cristo Jesus pela fé, não isenta de termos uma vida de obediência.

Os mandamentos de Deus retratam o Seu plano de vida, a Sua vontade para o ser humano. Deus deseja que sigamos por esse caminho. Justamente é isso que o homem não consegue fazer separado de Jesus. Mas, quando a pessoa aceita a Sua graça salvadora, não só recebe o perdão dos pecados, mas recebe também poder para viver segundo a vontade do Senhor.

Assim sendo, a vida de obediência não compra a salvação. A vida de obediência é uma consequência natural de alguém que está salvo em Jesus.

Em São Mateus 7:20 a Palavra de Deus nos lembra: "Pelos seus frutos, os conhecereis". Uma boa árvore frutífera, bem enraizada, deverá produzir bons frutos. Só saberemos no entanto, se assim é, no momento em que ela produzir.

Com o cristão não é diferente. Sua fé se assemelha à raiz. Não pode ser vista. Mas quando a raiz do cristão está bem aprofundada e bem plantanda em Jesus, os frutos surgirão. Os frutos de uma vida segundo a vontade de Deus, são os frutos da obediência.

Uma vida sem Jesus é uma vida vazia. O problema não está na lei. O problema não está em Jesus. A dificuldade não está na obediência. O problema está quando alguns querem obedecer a lei por suas próprias forças, e pensam com isso estar agradando a Deus e tornando-se merecedores da salvação.

A salvação é um presente de Deus. E presente é de graça. Aqueles que aceitam este precioso presente, que é o perdão divino, passam a viver uma vida de conformidade com a vontade do Senhor. Deus também dá poder para que se possa ter uma experiência vitoriosa.

Quando isso acontece como resultado da presença de Jesus na vida, a obediência não é exercida para salvar. Mas como consequência, como resultado de um coração renovado, e salvo pela graça do Senhor Jesus Cristo.

Quando nos tornarmos semelhantes a Jesus, nossa conduta refletirá o retrato do nosso relacionamento com o Salvador. A obediência não se tornará um fardo, e sim alegria. O cristão sabe que os mandamentos de Deus não são pesados, e que, como um Pai amoroso, que só deseja o bem dos seus filhos, nosso Pai celestial jamais nos pediria algo que não fosse para nos tornar felizes. Que possamos refletir o amor de Cristo, e que nossa vida produza o suave perfume que emana de Jesus.

Que DEUS abençoe a todos.

Romanos 4:2 e Tiago 2:21

Quinta-feira 4 Março

Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus (Romanos 4:2).

Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? (Tiago 2:21).

Aparentes contradições

Na Bíblia existem declarações aparentemente contraditórias, mesmo ao leitor mais bem intencionado. Os dois versículos acima são um exemplo disso. Mas quando buscamos compreender o contexto da passagem, esses supostos paradoxos se desfazem.

Todos os seres humanos são pecadores. Por isso, devido a seus atos pecaminosos, não podem permanecer na presença de Deus. Só podem ser salvos mediante a fé no Senhor Jesus. O patriarca Abraão é um exemplo de tal verdade: a Palavra de Deus diz que “creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça” (Romanos 4:3). Para nós isso corresponde à fé na obra consumada de Jesus, “O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação” (Romanos 4:25). O apóstolo Paulo, autor da epístola aos Romanos, quando fala sobre Abraão deixa claro que por melhores que fossem suas obras, ele jamais poderia se orgulhar delas diante de Deus. Mas nessa epístola Paulo está se referindo às obras da lei, ou seja, às obras produzidas pelo esforço humano para tentar conseguir o favor de Deus.

Por outro lado, quando Tiago fala das obras, está se referindo às obras que a fé produz, às manifestações visíveis na vida de alguém que creu nas promessas e na Palavra de Deus. Ele afirma que a própria fé sem obras visíveis é “morta”, pois não passa de um conhecimento meramente intelectual. Abraão “foi justificado pelas obras”, porque eram obras que provinham de sua fé em Deus, e não da observância de ritos.

Que DEUS abençoe a todos.

Apocalipse 3.8

4 de Março

"Conheço as tuas obras – eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força, entretanto guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome." (Apocalipse 3.8)

A quem o Senhor deu essa porta aberta? Àquele que tem pouca força! Essa é uma mensagem cheia de esperança para todos aqueles que a necessitam e que se sentem fracos! Apodere-se do poder do Espírito para ter um atraente testemunho de vida! É a maneira de Deus glorificar-se na fraqueza! Pense nisso, você, que tanto anseia por força e pela sensação de poder! Muitas vezes pedimos o contrário daquilo que Deus quer nos dar: "...porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza." Ou: "Ele me abateu a força no caminho." Por que o Senhor não quer contar com a nossa própria força? Porque as nossas forças só produzem coisas temporais. Mas o poder do Senhor produz coisas eternas. Por isso precisamos nos tornar fracos já que a nossa própria força é um empecilho para que o poder e a força de Deus se manifestem em nossas vidas.

Essa porta aberta Ele também dá àqueles que permanecem na Sua palavra. São pouquíssimos os que permanecem fiéis à Bíblia toda! Mas o que diz o Senhor? "...Mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito, e que treme da minha palavra." Você está disposto a ser julgado cada vez mais profundamente pela Palavra? Deus não espera que você seja forte, Ele espera obediência!

Que DEUS abençoe a todos.

Hebreus 4:8-16

Hebreus 4.8-16

8 Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria, posteriormente, a respeito de outro dia.
9 Portanto, resta um repouso para o povo de Deus.
10 Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas.
11 Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso, a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência.
12 Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.
13 E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.
14 Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão.
15 Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.
16 Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.


Hebreus 4:8-16

Até que, como filhos de Deus, entremos no descanso do Senhor, ainda teremos de enfrentar a dura lida do nosso caminhar, do servir e do combater. Mas não somos deixados sem recursos. O primeiro recurso que este capítulo menciona é a Palavra de Deus. Hoje ouvimos Sua voz... Esta Palavra cuida do nosso estado interior. Ela é viva: ela nos traz à vida; eficaz: ela faz a obra em nós (Efésios 6:17, por outro lado, a apresenta como arma de guerra). E, finalmente penetrante - permitamos que ela perscrute toda a nossa vida.

Além do pecado, que a Palavra de Deus expõe e condena, há em nós debilidade e fraquezas. Deus providenciou dois outros recursos para combatê-las. Ele nos deu um grande Sumo Sacerdote, cheio de misericórdia e compaixão. Como Homem, Cristo experimentou toda espécie de sofrimento, a fim de em "ocasião oportuna", mostrar Seu multiforme amor para com Seus fracos redimidos.

Em segundo lugar, Ele nos abriu o caminho ao trono da graça. Somos exortados a nos aproximar deste trono com tamanha confidência e liberdade, porque é ali que encontramos nosso amado Salvador. É ali, e somente ali, que procuramos ajuda? (Salmo 60:11).

Que DEUS abençoe a todos.

Gênesis 17:1-27

Gênesis 17:1-27

1 SENDO, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o Senhor a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.
2 E porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandissimamente.
3 Então caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo:
4 Quanto a mim, eis a minha aliança contigo: serás o pai de muitas nações;
5 E não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai de muitas nações te tenho posto;
6 E te farei frutificar grandissimamente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti;
7 E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti.
8 E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhes-ei o seu Deus.
9 Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás a minha aliança, tu, e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações.
10 Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado.
11 E circuncidareis a carne do vosso prepúcio; e isto será por sinal da aliança entre mim e vós.
12 O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência.
13 Com efeito será circuncidado o nascido em tua casa, e o comprado por teu dinheiro; e estará a minha aliança na vossa carne por aliança perpétua.
14 E o homem incircunciso, cuja carne do prepúcio não estiver circuncidada, aquela alma será extirpada do seu povo; quebrou a minha aliança.
15 Disse Deus mais a Abraão: A Sarai tua mulher não chamarás mais pelo nome de Sarai, mas Sara será o seu nome.
16 Porque eu a hei de abençoar, e te darei dela um filho; e a abençoarei, e será mãe das nações; reis de povos sairão dela.
17 Então caiu Abraão sobre o seu rosto, e riu-se, e disse no seu coração: A um homem de cem anos há de nascer um filho? E dará à luz Sara da idade de noventa anos?
18 E disse Abraão a Deus: Quem dera que viva Ismael diante de teu rosto!
19 E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele.
20 E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação.
21 A minha aliança, porém, estabelecerei com Isaque, o qual Sara dará à luz neste tempo determinado, no ano seguinte.
22 Ao acabar de falar com Abraão, subiu Deus de diante dele.
23 Então tomou Abraão a seu filho Ismael, e a todos os nascidos na sua casa, e a todos os comprados por seu dinheiro, todo o homem entre os da casa de Abraão; e circuncidou a carne do seu prepúcio, naquele mesmo dia, como Deus falara com ele.
24 E era Abraão da idade de noventa e nove anos, quando lhe foi circuncidada a carne do seu prepúcio.
25 E Ismael, seu filho, era da idade de treze anos, quando lhe foi circuncidada a carne do seu prepúcio.
26 Naquele mesmo dia foram circuncidados Abraão e Ismael seu filho,
27 E todos os homens da sua casa, os nascidos em casa, e os comprados por dinheiro ao estrangeiro, foram circuncidados com ele.


Gênesis 17:1-27
O Senhor aparece novamente a Abrão, renova Sua promessa de uma incontável descendência e muda o nome Abrão para Abraão. Na Bíblia uma mudança de nome sempre indica um novo relacionamento com a pessoa que atribui o novo nome. Aqui o nosso patriarca deixa de ser apenas o homem de fé, tornando-se o pai de todos os homens de fé (Romanos 4:11). Quando Deus lhe dá o nome “pai de numerosas nações”, Ele já estava se reportando com interesse e amor a esta multidão de crentes da qual Abraão viria a ser lembrado como precursor e da qual esperamos todos os nossos leitores façam parte. Nesta linhagem de reis que haveriam de proceder de Abraão (v. 6), Deus já contemplava antecipadamente o “filho de Davi”, a quem havia destinado como Rei sobre Israel e sobre o mundo. E assim vemos o Novo Testamento começando com a “genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão".

Ao mesmo tempo que Deus dá a Abraão um novo nome, também lhe dá mais um sinal: o da circuncisão, que, em certo grau, corresponde ao batismo de hoje e representa tanto a nossa separação para Deus como também a proclamação de que não confiamos na carne (Filipenses 3:3).

No final do capítulo vemos que Sara também recebe um novo nome, prenunciando o nascimento de Isaque. Vemos ainda Abraão sendo obediente ao mandamento que Deus lhe tinha dado.

Que DEUS abençoe a todos.