As Três Fases do Juízo
Muitos de nossos amigos ouvintes tem escrito perguntando sobre o julgamento. Trata-se de um assunto muito significativo, e no programa de hoje vamos falar sobre As Três Fases do Juízo.
As três fases são: Investigativa, Judicativa e Executiva. Cada fase é marcada por um grande acontecimento.
Para que possamos compreender o assunto do juízo, precisamos começar com a profecia de Daniel 8 porque o juízo está relacionado com a purificação do Santuário. E a Bíblia diz: "E até 2.300 tardes e manhãs e o santuário será purificado". Daniel 8:14
Para saber quando começou a purificação do santuário, precisamos saber quando terminaram as 2.300 tardes e manhãs. Em Ezequiel 4:6-7, a Bíblia ensina que um dia equivale a um ano, portanto 2.300 tardes e manhãs são 2.300 anos. Precisamos saber onde o período termina, mas para sabê-lo, precisamos saber quando começa.
Em Daniel 9:23-27, encontramos o fio da meada. O período começa com a ordem para reedificar e restaurar Jerusalém. Em Esdras 6:14, encontramos o decreto, que está transcrito na íntegra em Esdras 7:11-28. O decreto é composto de 3 editos: 537AC, por Ciro; 520AC, por Dario e 457AC por Artaxerxes.
Sendo que devemos começar a contagem a partir de 457AC, e setenta semanas são 490 anos, pelo princípio dia - ano, chegaremos até o ano 34 da nossa era. Ficam faltando para 2.300 anos, 1.8l0 anos, e somados ao ano 34, chegaremos ao ano 1.844 da nossa era.
Quando Jesus morreu, na cruz do Calvário, o véu do santuário terrestre se rasgou de alto a baixo, simbolizando a extinção do santuário terrestre.
O santuário da terra era uma cópia do modelo que está no Céu. Êxodo 25:40; Hebreus 9:23-24 e 11:1-5
Apenas para solidificar a idéia do juízo, alguns textos:
Atos 17:30-31 "Deus tem um dia para julgar o mundo...".
Daniel 7:9-10 "Assentou-se o juízo e abriram-se os livros...".
Malaquias 3:16 "Há um memorial diante de Deus...".
Eclesiástes 12:14 "Deus há de trazer a juízo toda obra...".
A Primeira Fase do Juízo se chama Investigativa ou Pré-advento:
Apocalipse 14:6-7 diz: Chegou a hora do juízo.
Guilherme Miller pregou a vinda do juízo como sendo a Volta de Jesus. Ele pregou desde 1.831 até 1.844.
Em I Pedro 4:16-17, a Bíblia diz que o juízo começa pela casa de Deus.
Assistido por anjos celestiais nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, entra no lugar santíssimo do santuário celestial. Comparece à presença de Deus o Pai, para fazer expiação por todos os que creram no Seu nome.
O Juízo é baseado no que está escrito nos livros.
Há vários livros: O livro da vida, o livro memorial e também o livro dos pecados.
Quando alguém tem pecados para os quais não houve arrependimento e confissão, o nome do culpado é omitido do livro da vida.
O Juízo é executado com precisão: "Assim como os traços fisionômicos são reproduzidos com precisão infalível sobre a polida chapa fotográfica, assim o caráter é fielmente delineado nos livros dos céus". G.C. 490.
O Juízo investigativo termina pouco antes de Jesus voltar à terra, em Sua segunda Vinda. Quando isto acontecer todos os casos estarão decididos.
A Segunda Fase do Juízo se chama Determinativa ou Judicativa
Em Apocalipse 20:1-4 a Bíblia ensina que os ímpios só vão ressuscitar depois do milênio, período em que acontece a segunda fase do juízo.
Conforme I Coríntios 6:2-3, os santos, resgatados por Jesus, por ocasião da Segunda Vinda, participam do juízo.
Durante os mil anos, entre a ressurreição dos justos e a ressurreição dos ímpios, ocorre esta fase do julgamento.
Enquanto os santos estão nos céus com Jesus, participando do juízo, os ímpios estão mortos na terra.
Os ímpios ressuscitarão no final do milênio para receberem a condenação.
A Terceira Fase do Juízo se chama Executiva ou Conclusiva
Em Malaquias 4:1-3 a Bíblia diz que os ímpios serão feitos em cinzas.
Em Malaquias 4:1-3 diz que desceu fogo dos céus e os consumiu.
No final dos mil anos ocorre a segunda grande ressurreição. Os ímpios ressuscitarão dos mortos comparecendo perante Deus para a execução do juízo escrito.
Quando se abrem os livros, o olhar de Jesus incide sobre cada ímpio, e cada um se torna cônscio de seus pecados.
Ali estão muitos que pertenceram a raça de grande longevidade, de grande intelecto, reis generais, guerreiros orgulhosos, ambiciosos, aqueles que participaram na morte de Jesus, também aqueles que em todos os tempos se exaltaram acima de Deus, e muitos outros.
Diante de todos os fatos do grande conflito, o Universo inteiro, inclusive os rebeldes exclamam: "Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, Ó Rei das nações".
Os ímpios recebem sua recompensa na terra. Serão como a palha.
Quando todos os ímpios forem destruídos, inclusive o diabo, estará para sempre terminada a história da obra de ruína causada por Satanás.
Quando tudo aqui terminar, e esta terra renovada se tornar a morada dos salvos, onde você pretende estar?
Talvez você possa estar pensando: Bem, acho que estou perdido.
Eu desejo animar você agora com estas lindas promessas da Palavra de Deus:
"Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça". I João 1:9
Em João 3:18 Jesus disse: "O que crê em mim não é julgado".
"Filhinhos, estas coisas vos escrevi para que não pequeis, todavia se alguém pecar, temos um advogado junto ao Pai, Jesus Cristo" I João 2:1.
Amigo ouvinte: Logo tudo passará. Se nos apegarmos firmemente a Jesus, estaremos livres da condenação. Nem precisamos nos preocupar com o juízo.
Jesus é o nosso Libertador, nosso Advogado e Salvador. Louvado seja o nome de Jesus.
Se você quiser, pode se apegar a Jesus, ir com Ele para o céu, passar mil anos com Ele e depois de tudo poderá dizer:
"O grande conflito terminou, pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado... desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor". G.C.684.
E então por toda eternidade gozar das alegrias que Deus preparou para os que O amam.
Talvez você esteja apreensivo, ou com medo do juízo, mas pode ser que Jesus quer abençoar você.
Que DEUS abençoe a todos.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Romanos 3:20
Quarta-feira 24 Fevereiro
Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei (Romanos 3:20)
Tentativa inútil
Quantas pessoas tentam agradar a Deus e se perguntam como podem ir para o céu! Estão se esforçando para atingir o objetivo da maneira que acham mais conveniente. Uns dizem: “Estou tentando viver uma vida justa e honesta. Deus certamente irá reconhecer isso!” Porém, o que pensamos ou o que outras pessoas pensam não ajuda em nada. Tudo depende daquilo que o próprio Deus diz sobre qualquer questão. Diante dEle todos somos culpados; então apenas Ele tem a resposta correta para a antiga pergunta: “Como se justificaria o homem para com Deus?” (Jó 9:2).
Um antigo ditado diz que todos os caminhos levam a Roma. E se houvesse um benfeitor milionário que se dispusesse a pagar as dívidas dos necessitados, se estes comparecessem diante dele em um determinado dia e hora? Será que esse homem rico não teria o direito de estabelecer as regras? Será que os beneficiados teriam a ousadia de telefonar para ele e dizer que não concordam com o horário?
Os que acreditam que Deus tem de reconhecer seus esforços e obras agem exatamente dessa maneira. As idéias deles podem ser exemplares e beneficiar a humanidade, mas não os aproximam de Deus. “Necessário vos é nascer de novo”, disse Jesus (João 3:7).
Sem o novo nascimento permanecemos na morte espiritual. A Bíblia afirma o seguinte acerca disso: “A inclinação da carne é morte… Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Romanos 8:6-8). Até mesmo as melhores obras humanas provêm de uma fonte corrompida. Deus nos afirma categoricamente que “o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Romanos 3:28). Tentar se aproximar de Deus seguindo estradas inventadas pelo próprio coração é estupidez. O Senhor Jesus já nos providenciou um caminho, o “novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne” (Hebreus 10:20). Se você quer de fato obter favor do Deus vivo, não discuta os caminhos dEle; submeta-se, pois “a justiça irá adiante dele, e nos porá no caminho das suas pisadas” (Salmo 85:13).
Que DEUS abençoe a todos.
Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei (Romanos 3:20)
Tentativa inútil
Quantas pessoas tentam agradar a Deus e se perguntam como podem ir para o céu! Estão se esforçando para atingir o objetivo da maneira que acham mais conveniente. Uns dizem: “Estou tentando viver uma vida justa e honesta. Deus certamente irá reconhecer isso!” Porém, o que pensamos ou o que outras pessoas pensam não ajuda em nada. Tudo depende daquilo que o próprio Deus diz sobre qualquer questão. Diante dEle todos somos culpados; então apenas Ele tem a resposta correta para a antiga pergunta: “Como se justificaria o homem para com Deus?” (Jó 9:2).
Um antigo ditado diz que todos os caminhos levam a Roma. E se houvesse um benfeitor milionário que se dispusesse a pagar as dívidas dos necessitados, se estes comparecessem diante dele em um determinado dia e hora? Será que esse homem rico não teria o direito de estabelecer as regras? Será que os beneficiados teriam a ousadia de telefonar para ele e dizer que não concordam com o horário?
Os que acreditam que Deus tem de reconhecer seus esforços e obras agem exatamente dessa maneira. As idéias deles podem ser exemplares e beneficiar a humanidade, mas não os aproximam de Deus. “Necessário vos é nascer de novo”, disse Jesus (João 3:7).
Sem o novo nascimento permanecemos na morte espiritual. A Bíblia afirma o seguinte acerca disso: “A inclinação da carne é morte… Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Romanos 8:6-8). Até mesmo as melhores obras humanas provêm de uma fonte corrompida. Deus nos afirma categoricamente que “o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Romanos 3:28). Tentar se aproximar de Deus seguindo estradas inventadas pelo próprio coração é estupidez. O Senhor Jesus já nos providenciou um caminho, o “novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne” (Hebreus 10:20). Se você quer de fato obter favor do Deus vivo, não discuta os caminhos dEle; submeta-se, pois “a justiça irá adiante dele, e nos porá no caminho das suas pisadas” (Salmo 85:13).
Que DEUS abençoe a todos.
1 João 4.3
24 de Fevereiro
"...E todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem, e presentemente já está no mundo." (1 João 4.3)
Senhorio de Cristo ou anarquia! Assim como Satanás disse no princípio: "...serei semelhante ao Altíssimo", do mesmo modo, nesse tempo do fim, ele tentará ser igual a Cristo e tomar o Seu lugar.
O senhorio do Senhor Jesus em sua vida pessoal capacita você a cumprir a verdadeira finalidade da sua conversão, que é servir ao Deus vivo. Assim também podemos formular de outra maneira a alternativa – senhorio de Cristo ou anarquia: servir ou dominar. O que, na verdade, significa servir? Nada menos do que a entrega de si mesmo em favor de outra pessoa! O que significa dominar? Auto-afirmação às custas de outros! O aparente dominador foi vencido pelo servo! Isso o próprio Senhor nos disse: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo." Todo e qualquer orgulho e tentativa de auto-afirmação é um rebaixamento da sua personalidade. E, servir traz poder em si? Sim, pois servir é exercitar o domínio vitorioso de Jesus nas nossas vidas! Vemos isso na cruz do Calvário. O Servo venceu o dominador cruel por meio da entrega da Sua própria vida.
Que DEUS abençoe a todos.
"...E todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem, e presentemente já está no mundo." (1 João 4.3)
Senhorio de Cristo ou anarquia! Assim como Satanás disse no princípio: "...serei semelhante ao Altíssimo", do mesmo modo, nesse tempo do fim, ele tentará ser igual a Cristo e tomar o Seu lugar.
O senhorio do Senhor Jesus em sua vida pessoal capacita você a cumprir a verdadeira finalidade da sua conversão, que é servir ao Deus vivo. Assim também podemos formular de outra maneira a alternativa – senhorio de Cristo ou anarquia: servir ou dominar. O que, na verdade, significa servir? Nada menos do que a entrega de si mesmo em favor de outra pessoa! O que significa dominar? Auto-afirmação às custas de outros! O aparente dominador foi vencido pelo servo! Isso o próprio Senhor nos disse: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo." Todo e qualquer orgulho e tentativa de auto-afirmação é um rebaixamento da sua personalidade. E, servir traz poder em si? Sim, pois servir é exercitar o domínio vitorioso de Jesus nas nossas vidas! Vemos isso na cruz do Calvário. O Servo venceu o dominador cruel por meio da entrega da Sua própria vida.
Que DEUS abençoe a todos.
Filemom 1-12
Filemom 1-12
1 Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador,
2 e à irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa,
3 graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
4 Dou graças ao meu Deus, lembrando-me, sempre, de ti nas minhas orações,
5 estando ciente do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e todos os santos,
6 para que a comunhão da tua fé se torne eficiente no pleno conhecimento de todo bem que há em nós, para com Cristo.
7 Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio.
8 Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém,
9 prefiro, todavia, solicitar em nome do amor, sendo o que sou, Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus;
10 sim, solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas.
11 Ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim.
12 Eu to envio de volta em pessoa, quero dizer, o meu próprio coração.
Filemom 1-12
Nos livros escolares, as teorias são geralmente seguidas por uma aplicação aos problemas. A epístola a Filemom nos lembra disso. Ela não contém nenhuma revelação especial, mas mostra como Paulo e seus companheiros põem em prática as exortações contidas em outras epístolas. "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade..." escreveu ele aos colossenses (Colossenses 3:12; compare o v. 5 de Filemom com Efésios 1:15). Era precisamente em Colossos que vivia Filemom, um homem piedoso, amigo do apóstolo; ele era rico, pois tinha escravos. Um deles, Onésimo, depois de fugir de sua casa, encontrou o apóstolo Paulo, prisioneiro em Roma, e se converteu. Agora o apóstolo o envia de volta à casa de seu amo, levando consigo esta comovente mensagem. Isto era agir contrário ao que a lei ordenava: "Não entregarás ao seu senhor o escravo que, tendo fugido dele, se acolher a ti. Contigo ficará..." (Deuteronômio 23:15-16). A lei, por um lado, levava em conta a dureza de coração do homem. O próprio Senhor Jesus disse, ao falar da carta de divórcio: "Por causa da dureza do vosso coração, ele [Moisés] vos deixou escrito esse mandamento" (Marcos 10:5). Aqui, a graça na vida do apóstolo leva em conta essa mesma graça presente no coração de Filemom. Paulo conhece bem o amor de Filemom por todos os santos (v. 5), por meio das provas que deu dele (v. 7).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador,
2 e à irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa,
3 graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
4 Dou graças ao meu Deus, lembrando-me, sempre, de ti nas minhas orações,
5 estando ciente do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e todos os santos,
6 para que a comunhão da tua fé se torne eficiente no pleno conhecimento de todo bem que há em nós, para com Cristo.
7 Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio.
8 Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém,
9 prefiro, todavia, solicitar em nome do amor, sendo o que sou, Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus;
10 sim, solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas.
11 Ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim.
12 Eu to envio de volta em pessoa, quero dizer, o meu próprio coração.
Filemom 1-12
Nos livros escolares, as teorias são geralmente seguidas por uma aplicação aos problemas. A epístola a Filemom nos lembra disso. Ela não contém nenhuma revelação especial, mas mostra como Paulo e seus companheiros põem em prática as exortações contidas em outras epístolas. "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade..." escreveu ele aos colossenses (Colossenses 3:12; compare o v. 5 de Filemom com Efésios 1:15). Era precisamente em Colossos que vivia Filemom, um homem piedoso, amigo do apóstolo; ele era rico, pois tinha escravos. Um deles, Onésimo, depois de fugir de sua casa, encontrou o apóstolo Paulo, prisioneiro em Roma, e se converteu. Agora o apóstolo o envia de volta à casa de seu amo, levando consigo esta comovente mensagem. Isto era agir contrário ao que a lei ordenava: "Não entregarás ao seu senhor o escravo que, tendo fugido dele, se acolher a ti. Contigo ficará..." (Deuteronômio 23:15-16). A lei, por um lado, levava em conta a dureza de coração do homem. O próprio Senhor Jesus disse, ao falar da carta de divórcio: "Por causa da dureza do vosso coração, ele [Moisés] vos deixou escrito esse mandamento" (Marcos 10:5). Aqui, a graça na vida do apóstolo leva em conta essa mesma graça presente no coração de Filemom. Paulo conhece bem o amor de Filemom por todos os santos (v. 5), por meio das provas que deu dele (v. 7).
Que DEUS abençoe a todos.
Gênesis 11:27-32
Gênesis 11:27-32
27 E estas são as gerações de Terá: Terá gerou a Abrão, a Naor, e a Harã; e Harã gerou a Ló.
28 E morreu Harã estando seu pai Terá ainda vivo, na terra do seu nascimento, em Ur dos caldeus.
29 E tomaram Abrão e Naor mulheres para si: o nome da mulher de Abrão era Sarai, e o nome da mulher de Naor era Milca, filha de Harã, pai de Milca e pai de Iscá.
30 E Sarai foi estéril, não tinha filhos.
31 E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali.
32 E foram os dias de Terá duzentos e cinco anos, e morreu Terá em Harã.
Gênesis 12:1-8
1 ORA, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
2 E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.
3 E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
4 Assim partiu Abrão como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã.
5 E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã.
6 E passou Abrão por aquela terra até ao lugar de Siquém, até ao carvalho de Moré; e estavam então os cananeus na terra.
7 E apareceu o Senhor a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.
8 E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor.
Gênesis 11:27-32 – 12:1-8
Nos dias que seguem ao dilúvio, a idolatria aumenta em medida assustadora (leia Josué 24:2). Porém desta vez Deus deixa o mal seguir o seu curso, Ele chama um homem para que se separe daquilo tudo. “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu... e partiu sem saber aonde ia” (Hebreus 11:8). “Abraão partiu de olhos fechados, mas o Deus de glória estava conduzindo-o pela mão” (J.G.B. – veja também Atos 7:2). A ordem de Deus, acompanhada de uma sétupla promessa (vv. 2-3), é suficiente para fazê-lo partir. A obediência é algo contrário ao nosso instinto natural, mesmo quando sabemos a razão daquilo que nos está sendo requerido. Mas para obedecer sem a devida compreensão, partir sem saber qual é o seu destino, é preciso ter fé; noutras palavras: confiança absoluta nAquele que dá a ordem. Nas Escrituras, Abraão é o exemplo da fé. O que caracteriza a fé é a renúncia a coisas que se vêem, em troca de coisas que se não vêem (2 Coríntios 4:18). Em contraste com aqueles que edificaram cidades terrenas (Caim, os homens de Babel etc.), Abraão eleva seus olhares à cidade celestial, “da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hebreus 11:10). Esta expectativa faz dele um peregrino na terra. De agora em diante ele só teria sua tenda e seu altar (v. 8), marcas de peregrino e adorador. Esse é o duplo caráter que caracteriza os homens de fé em todos as épocas.
Que DEUS abençoe a todos.
27 E estas são as gerações de Terá: Terá gerou a Abrão, a Naor, e a Harã; e Harã gerou a Ló.
28 E morreu Harã estando seu pai Terá ainda vivo, na terra do seu nascimento, em Ur dos caldeus.
29 E tomaram Abrão e Naor mulheres para si: o nome da mulher de Abrão era Sarai, e o nome da mulher de Naor era Milca, filha de Harã, pai de Milca e pai de Iscá.
30 E Sarai foi estéril, não tinha filhos.
31 E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali.
32 E foram os dias de Terá duzentos e cinco anos, e morreu Terá em Harã.
Gênesis 12:1-8
1 ORA, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
2 E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.
3 E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
4 Assim partiu Abrão como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã.
5 E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã.
6 E passou Abrão por aquela terra até ao lugar de Siquém, até ao carvalho de Moré; e estavam então os cananeus na terra.
7 E apareceu o Senhor a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.
8 E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor.
Gênesis 11:27-32 – 12:1-8
Nos dias que seguem ao dilúvio, a idolatria aumenta em medida assustadora (leia Josué 24:2). Porém desta vez Deus deixa o mal seguir o seu curso, Ele chama um homem para que se separe daquilo tudo. “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu... e partiu sem saber aonde ia” (Hebreus 11:8). “Abraão partiu de olhos fechados, mas o Deus de glória estava conduzindo-o pela mão” (J.G.B. – veja também Atos 7:2). A ordem de Deus, acompanhada de uma sétupla promessa (vv. 2-3), é suficiente para fazê-lo partir. A obediência é algo contrário ao nosso instinto natural, mesmo quando sabemos a razão daquilo que nos está sendo requerido. Mas para obedecer sem a devida compreensão, partir sem saber qual é o seu destino, é preciso ter fé; noutras palavras: confiança absoluta nAquele que dá a ordem. Nas Escrituras, Abraão é o exemplo da fé. O que caracteriza a fé é a renúncia a coisas que se vêem, em troca de coisas que se não vêem (2 Coríntios 4:18). Em contraste com aqueles que edificaram cidades terrenas (Caim, os homens de Babel etc.), Abraão eleva seus olhares à cidade celestial, “da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hebreus 11:10). Esta expectativa faz dele um peregrino na terra. De agora em diante ele só teria sua tenda e seu altar (v. 8), marcas de peregrino e adorador. Esse é o duplo caráter que caracteriza os homens de fé em todos as épocas.
Que DEUS abençoe a todos.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
1 Tessalonicenses 5:17-18
Terça-feira 23 Fevereiro
Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco (1 Tessalonicenses 5:17-18).
Orar juntos
Certo pregador afirmou que nunca havia encontrado um casal que resolvesse se separar de fato depois de se ajoelharem e orarem juntos todos os dias durante uma semana. Quando marido e mulher oram assim, seus corações se unem e os problemas se resolvem. A oração em comum apaga rancores e amargura, envolvendo as almas em uma nova harmonia nunca experimentada.
Um psiquiatra cristão escreveu a respeito disso: “Somente quando marido e mulher buscam juntos com seriedade a presença de Deus, é que descobrirão o segredo da verdadeira harmonia. A diferença de temperamentos, idéias e gostos enriquecerá a vida conjugal em vez de ameaçá-la. Se cada cônjuge procurar ver os próprios defeitos à luz da presença de Deus, se reconhecer os pecados e pedir perdão ao outro, os problemas do casamento podem ser solucionados. Então marido e mulher aprendem a ser honestos um com o outro. Esse é o preço que duas pessoas muito diferentes têm de pagar se quiserem combinar suas qualidades.”
A oração pode restaurar um casamento que está a ponto de acabar e pode enriquecê-lo quando a comunicação e o carinho não são o que deveriam ser. Vale a pena fazer o teste.
O lar é um paraíso, quando ali está o Senhor,Reina a alegria, o sorriso: é um lar de amor.A concórdia e o afeto são duas pérolas de valor,Assim produzem doce efeito, quando ali está o Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco (1 Tessalonicenses 5:17-18).
Orar juntos
Certo pregador afirmou que nunca havia encontrado um casal que resolvesse se separar de fato depois de se ajoelharem e orarem juntos todos os dias durante uma semana. Quando marido e mulher oram assim, seus corações se unem e os problemas se resolvem. A oração em comum apaga rancores e amargura, envolvendo as almas em uma nova harmonia nunca experimentada.
Um psiquiatra cristão escreveu a respeito disso: “Somente quando marido e mulher buscam juntos com seriedade a presença de Deus, é que descobrirão o segredo da verdadeira harmonia. A diferença de temperamentos, idéias e gostos enriquecerá a vida conjugal em vez de ameaçá-la. Se cada cônjuge procurar ver os próprios defeitos à luz da presença de Deus, se reconhecer os pecados e pedir perdão ao outro, os problemas do casamento podem ser solucionados. Então marido e mulher aprendem a ser honestos um com o outro. Esse é o preço que duas pessoas muito diferentes têm de pagar se quiserem combinar suas qualidades.”
A oração pode restaurar um casamento que está a ponto de acabar e pode enriquecê-lo quando a comunicação e o carinho não são o que deveriam ser. Vale a pena fazer o teste.
O lar é um paraíso, quando ali está o Senhor,Reina a alegria, o sorriso: é um lar de amor.A concórdia e o afeto são duas pérolas de valor,Assim produzem doce efeito, quando ali está o Senhor.
Que DEUS abençoe a todos.
1 Coríntios 4.12-13
23 de Fevereiro
"Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação..." (1 Coríntios 4.12-13)
Quando você é injustiçado e seu bom nome é manchado, você, em Jesus Cristo, tem a oportunidade de se tornar manso e permanecer manso e humilde sem falar uma única palavra. Jesus quer muito guardar você em perfeita paz! Confie nEle ao invés de brigar, de discutir e argumentar. Não é necessária nenhuma palavra de sua parte. Mas o inverso é igualmente verdade: Jesus ordena: "Não julgueis." Isso quer dizer que não devemos julgar ou condenar ninguém que não tenhamos ouvido pessoalmente. Uma palavra áspera, uma calúnia indireta ou até um olhar ou mesmo um mau pensamento prejudica a deliciosa tranqüilidade da alma. "Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus", diz o Senhor. Outra passagem bíblica adverte: "No muito falar não falta transgressão." Entregue a Ele o domínio e você verá que a paz de Deus que excede a todo entendimento guardará o seu coração e sua alma em Cristo Jesus. Enquanto o seu coração estiver calmo, você será abençoado e fortalecido por Deus. E quando a velha e conhecida agitação e o nervosismo quiserem se manifestar em você devido às muitas coisas negativas e mentirosas que disseram contra você e por toda injustiça que foi cometida contra você, lembre-se da palavra prática: "O que a mim me concerne o Senhor levará a bom termo."
Que DEUS abençoe a todos.
"Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação..." (1 Coríntios 4.12-13)
Quando você é injustiçado e seu bom nome é manchado, você, em Jesus Cristo, tem a oportunidade de se tornar manso e permanecer manso e humilde sem falar uma única palavra. Jesus quer muito guardar você em perfeita paz! Confie nEle ao invés de brigar, de discutir e argumentar. Não é necessária nenhuma palavra de sua parte. Mas o inverso é igualmente verdade: Jesus ordena: "Não julgueis." Isso quer dizer que não devemos julgar ou condenar ninguém que não tenhamos ouvido pessoalmente. Uma palavra áspera, uma calúnia indireta ou até um olhar ou mesmo um mau pensamento prejudica a deliciosa tranqüilidade da alma. "Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus", diz o Senhor. Outra passagem bíblica adverte: "No muito falar não falta transgressão." Entregue a Ele o domínio e você verá que a paz de Deus que excede a todo entendimento guardará o seu coração e sua alma em Cristo Jesus. Enquanto o seu coração estiver calmo, você será abençoado e fortalecido por Deus. E quando a velha e conhecida agitação e o nervosismo quiserem se manifestar em você devido às muitas coisas negativas e mentirosas que disseram contra você e por toda injustiça que foi cometida contra você, lembre-se da palavra prática: "O que a mim me concerne o Senhor levará a bom termo."
Que DEUS abençoe a todos.
Tito 3.1-15
Tito 3.1-15
1 Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra,
2 não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens.
3 Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.
4 Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos,
5 não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo,
6 que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador,
7 a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.
8 Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens.
9 Evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis.
10 Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez,
11 pois sabes que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada.
12 Quando te enviar Ártemas ou Tíquico, apressa-te a vir até Nicópolis ao meu encontro. Estou resolvido a passar o inverno ali.
13 Encaminha com diligência Zenas, o intérprete da lei, e Apolo, a fim de que não lhes falte coisa alguma.
14 Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos.
15 Todos os que se acham comigo te saúdam; saúda quantos nos amam na fé. A graça seja com todos vós.
Tito 3:1-15
Nossa conduta para com as autoridades e para com todos os homens deve ser, necessariamente, um contraste com o que "outrora éramos" antes de nossa conversão. Esta lembrança de nosso triste estado de outrora é apropriada para que manifestemos "toda cortesia, para com todos os homens" (v. 2; Filipenses 4:5). Longe de nos posicionar acima deles, podemos convidá-los, por nosso próprio exemplo, a aproveitar a mesma graça que nos regenerou.
Esta epístola menciona seis vezes as boas obras (Tito 1:16; 2:7 e 14; 3:1, 8 e 14). Sob o pretexto de que elas não têm nenhum valor para a salvação (v. 5), corremos o risco de subestimar sua importância e somos envergonhados pelas obras de outros cristãos menos instruídos em outros pontos da doutrina. Pelo contrário, precisamos ser "solícitos na prática de boas obras" (v. 8), com dupla finalidade: em primeiro lugar, a fim de que elas sejam proveitosas aos homens (v. 8); e por último, a fim de não nos tornarmos "infrutíferos" (v. 14). O Senhor se compraz em produzir este fruto na vida dos Seus. É Ele quem também aprecia o valor deste fruto. Uma obra só é boa feita para Ele. Se Maria tivesse vendido o seu perfume para proveito dos pobres, teria feito uma boa obra aos olhos do mundo, mas, ao derramá-lo aos pés do Senhor, ela soube fazer uma boa obra para com Ele (Mateus 26:10).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra,
2 não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens.
3 Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.
4 Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos,
5 não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo,
6 que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador,
7 a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.
8 Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens.
9 Evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis.
10 Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez,
11 pois sabes que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada.
12 Quando te enviar Ártemas ou Tíquico, apressa-te a vir até Nicópolis ao meu encontro. Estou resolvido a passar o inverno ali.
13 Encaminha com diligência Zenas, o intérprete da lei, e Apolo, a fim de que não lhes falte coisa alguma.
14 Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos.
15 Todos os que se acham comigo te saúdam; saúda quantos nos amam na fé. A graça seja com todos vós.
Tito 3:1-15
Nossa conduta para com as autoridades e para com todos os homens deve ser, necessariamente, um contraste com o que "outrora éramos" antes de nossa conversão. Esta lembrança de nosso triste estado de outrora é apropriada para que manifestemos "toda cortesia, para com todos os homens" (v. 2; Filipenses 4:5). Longe de nos posicionar acima deles, podemos convidá-los, por nosso próprio exemplo, a aproveitar a mesma graça que nos regenerou.
Esta epístola menciona seis vezes as boas obras (Tito 1:16; 2:7 e 14; 3:1, 8 e 14). Sob o pretexto de que elas não têm nenhum valor para a salvação (v. 5), corremos o risco de subestimar sua importância e somos envergonhados pelas obras de outros cristãos menos instruídos em outros pontos da doutrina. Pelo contrário, precisamos ser "solícitos na prática de boas obras" (v. 8), com dupla finalidade: em primeiro lugar, a fim de que elas sejam proveitosas aos homens (v. 8); e por último, a fim de não nos tornarmos "infrutíferos" (v. 14). O Senhor se compraz em produzir este fruto na vida dos Seus. É Ele quem também aprecia o valor deste fruto. Uma obra só é boa feita para Ele. Se Maria tivesse vendido o seu perfume para proveito dos pobres, teria feito uma boa obra aos olhos do mundo, mas, ao derramá-lo aos pés do Senhor, ela soube fazer uma boa obra para com Ele (Mateus 26:10).
Que DEUS abençoe a todos.
Gênesis 11:1-26
Gênesis 11:1-26
1 E ERA toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
2 E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali.
3 E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
4 E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
5 Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
6 E o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
7 Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.
8 Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
9 Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra, e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra.
10 Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
11 E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos e filhas.
12 E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá.
13 E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
14 E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber;
15 E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
16 E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.
17 E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas.
18 E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú.
19 E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou filhos e filhas.
20 E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue.
21 E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou filhos e filhas.
22 E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor.
23 E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos e filhas.
24 E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá.
25 E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou filhos e filhas.
26 E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã.
Gênesis 11:1-26
Vemos aqui a fundação de Babel (ou Babilônia), esta que através das Escrituras sempre representa o mundo com toda a sua concupiscência e orgulho. Desde já podemos discernir aqui as pretensões à unidade que no futuro se manifestarão na Babilônia religiosa, a falsa igreja de Apocalipse 17 e 18. O homem quer equiparar-se a Deus, unindo suas forças e trabalhando para sua própria glória. “Tornemos célebre o nosso nome...” Mas em outra passagem vemos qual é a resposta de Deus à ridícula provocação dos homens unidos contra Ele: “Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles” (Salmo 2:4; veja também Isaías 8:9). O Senhor confunde a linguagem dos homens de Babel e dispersa a todos (vv. 7 e 8).
Em contraste,o Novo Testamento nos apresenta “a Igreja do Deus vivo”, que foi fundada por Cristo e formada pelo Espírito Santo (1 Timóteo 3:15; Mateus 16:18). No dia de Pentecostes as línguas foram dadas aos apóstolos para que as “grandezas de Deus” se manifestassem, pela graça, a todas as nações outrora dispersas (Atos 2:11). E depois vemos no capítulo 5 de Apocalipse a multidão dos redimidos que circundam o trono do Cordeiro, composta “de toda tribo, língua, povo e nação” (v. 9).
Os versículos 10 a 26 apresentam a linhagem de Sem, a qual encontraremos novamente na genealogia do Senhor Jesus (Lucas 3:36).
Que DEUS abençoe a todos.
1 E ERA toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
2 E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali.
3 E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
4 E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
5 Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
6 E o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
7 Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.
8 Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
9 Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra, e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra.
10 Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
11 E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos e filhas.
12 E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá.
13 E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
14 E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber;
15 E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
16 E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.
17 E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas.
18 E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú.
19 E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou filhos e filhas.
20 E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue.
21 E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou filhos e filhas.
22 E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor.
23 E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos e filhas.
24 E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá.
25 E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou filhos e filhas.
26 E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã.
Gênesis 11:1-26
Vemos aqui a fundação de Babel (ou Babilônia), esta que através das Escrituras sempre representa o mundo com toda a sua concupiscência e orgulho. Desde já podemos discernir aqui as pretensões à unidade que no futuro se manifestarão na Babilônia religiosa, a falsa igreja de Apocalipse 17 e 18. O homem quer equiparar-se a Deus, unindo suas forças e trabalhando para sua própria glória. “Tornemos célebre o nosso nome...” Mas em outra passagem vemos qual é a resposta de Deus à ridícula provocação dos homens unidos contra Ele: “Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles” (Salmo 2:4; veja também Isaías 8:9). O Senhor confunde a linguagem dos homens de Babel e dispersa a todos (vv. 7 e 8).
Em contraste,o Novo Testamento nos apresenta “a Igreja do Deus vivo”, que foi fundada por Cristo e formada pelo Espírito Santo (1 Timóteo 3:15; Mateus 16:18). No dia de Pentecostes as línguas foram dadas aos apóstolos para que as “grandezas de Deus” se manifestassem, pela graça, a todas as nações outrora dispersas (Atos 2:11). E depois vemos no capítulo 5 de Apocalipse a multidão dos redimidos que circundam o trono do Cordeiro, composta “de toda tribo, língua, povo e nação” (v. 9).
Os versículos 10 a 26 apresentam a linhagem de Sem, a qual encontraremos novamente na genealogia do Senhor Jesus (Lucas 3:36).
Que DEUS abençoe a todos.
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