Segunda-feira 28 Dezembro
Paulo, apóstolo de Jesus Cristo… aos santos que estão em Éfesos (Efésios 1:1).
O QUE É UM SANTO?
Um santo designa uma pessoa separada para Deus. Tal pessoa deve viver “como convém a santos” (Efésios 5:3). Um santo deve viver uma vida de santidade, e andar de forma agradável a Deus. Porém não é isso que faz de uma pessoa um santo aos olhos de Deus. Vejam só: o Espírito de Deus chama os coríntios de santos — santos por vocação divina (1 Coríntios 1:2; 6:1-2) —, embora houvesse tantas coisas más na conduta deles que ele dedicou dois longos capítulos para repreendê‑los. Contudo, ainda assim, o apóstolo começa sua carta aos coríntios chamando-os de santos.
Mas o que é um santo, então? Cada crente verdadeiro — todo aquele que crê no Senhor Jesus Cristo — é um santo. Toda pessoa redimida por Seu sangue precioso é um santo. E porque foi redimida pelo sangue está separada do mundo. Na epístola aos Efésios, o apóstolo escreve a homens e mulheres que outrora eram “sem Deus”. Estavam separados de Deus, mas tornaram-se separados para Deus. Tais são santos. Ele os chama de “concidadãos dos santos, e da família de Deus” (Efésios 2:19). Tais são cidadãos dos céus, são santos. Se você crê no Senhor Jesus Cristo, se você foi lavado de seus pecados no sangue precioso, se você nasceu de novo e tem a vida eterna, então você é um santo!
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Como DEUS faz história
Quando Jesus nasceu, cumpriram-se literalmente inúmeras profecias feitas séculos antes. O Antigo Testamento está repleto de indicações da primeira vinda de Cristo. Com o Seu nascimento, as promessas da Palavra de Deus se fizeram História. O mais admirável, entretanto, é a maneira como Deus faz Sua Palavra tornar-se real e Suas profecias transformarem-se eventos históricos: muitas vezes Ele usa as atitudes profanas das pessoas e as circunstâncias políticas da época para concretizar Seus planos. A Bíblia nos traz muitos exemplos nesse sentido. Destacaremos três, salientando lugares relacionados com o nascimento e a infância de Jesus.
1. Jesus deveria nascer em Belém
Por volta de 700 anos antes de Cristo viveu o profeta judeu Miquéias, que predisse acerca do aparecimento do Messias de Israel: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).
Aquele que tem origens eternas, e que age desde sempre, viria a nascer em um lugar pré-definido e específico, que era Belém, pequeno e insignificante lugarejo na Judéia. Caso a anunciação do nascimento do Rei de Israel se referisse a Jerusalém nada haveria de extraordinário, uma vez que os reis normalmente nascem na capital do reino. Porém, com muitos séculos de antecipação, um lugar sem representatividade foi destacado entre os milhares de Judá para ser o local do nascimento do Rei que viria, o que era algo muito especial. Praticamente todo cidadão de Israel conhecia essa passagem das Escrituras que afirmava que um dia o Messias viria de Belém. Por isso, quando Herodes perguntou onde nasceria o rei dos judeus, os entendidos na Lei puderam lhe fornecer imediatamente o nome do lugar onde deveria nascer o Prometido segundo as profecias: “Então, convocando [Herodes] todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: [em Miquéias 5.2] E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel” (Mt 2.4-6).
Entretanto, em relação a essa profecia havia um problema, e este não era pequeno: Maria e José não viviam em Belém, mas em Nazaré (Lc 1.26), e aparentemente não planejavam se mudar para Belém. Deus não enviou um anjo para lhes dizer: “Querido José, querida Maria, vocês não sabem que o Messias deve nascer em Belém? Vocês não sabem que a Palavra de Deus precisa se cumprir e Seu Filho não pode nascer em Nazaré? Levantem! Ponham-se a caminho para que se cumpra a palavra do Senhor falada através do profeta Miquéias!”
Não foi o que aconteceu. O imperador César Augusto tomou uma decisão política em Roma, bem longe de Israel e sem ter a mínima noção das profecias bíblicas – decretando um recenseamento do povo. Essa decisão política obrigou José, juntamente com Maria, que estava no final da gravidez, a irem até Belém para se registrarem no censo populacional. Em Lucas 2.4 lemos que José era “da casa e família de Davi”. Portanto, era em Belém (a “cidade de Davi”) que ele tinha de se registrar. Chegando lá, Maria logo deu à luz ao Filho de Deus. É o que podemos chamar de “tempo de Deus”! O Senhor, em Sua onisciência e onipotência, usou a política secular e um de seus líderes para fazer cumprir Suas profecias e para concretizar as previsões de Sua Palavra.
2. Jesus viria do Egito
A Bíblia não apenas profetiza que Cristo nasceria em Belém mas também diz que Ele viria do Egito.
A Bíblia não apenas profetiza que Cristo nasceria em Belém mas também diz que Ele viria do Egito. No oitavo século antes de Cristo, outro profeta anunciava em Israel a respeito do vindouro Messias: “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho” (Os 11.1). Os comentaristas judeus aplicavam essa profecia a Israel e ao Messias, o que se torna bem evidente conhecendo o contexto do Novo Testamento. Mas como ela se cumpriu, como foi que Jesus, ainda menino, veio do Egito? A maioria de nós conhece a história da matança dos meninos judeus em Belém ordenada pelo infanticida rei Herodes, que via seu trono ameaçado pelo nascimento de Jesus. A Bíblia diz a esse respeito: “Tendo eles partido, eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar. Dispondo-se ele, tomou de noite o menino e sua mãe e partiu para o Egito; e lá ficou até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio do profeta [em Os 11.1]: Do Egito chamei o meu Filho” (Mt 2.13-15).
Os planos cruéis, egoístas e assassinos de um político mundano acabaram contribuindo para que a Palavra se cumprisse. Herodes pensava que aniquilaria os planos divinos, mas sua maldade apenas contribuiu para que as profecias se cumprissem literalmente.
3. Jesus, o Nazareno
O nome “Nazaré” origina-se da raiz hebraica “nezer”, que significa “broto”, “renovo” ou “ramo”. O profeta Zacarias anunciou o seguinte, 520 anos antes de Cristo, acerca do Messias de Israel: “E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do Senhor” (Zc 6.12).
Segundo minha contagem, Jesus é chamado de “Nazareno” pelo menos 18 vezes no Novo Testamento. Ele era conhecido como “Jesus de Nazaré”, pois tinha vivido ali por muitos anos. Quando morreu na cruz, sobre Sua cabeça estava afixada uma placa que dizia: “Este é Jesus de Nazaré, o Rei dos judeus”. O nome “Nazaré” origina-se da raiz hebraica “nezer”, que significa “broto”, “renovo” ou “ramo”. O profeta Zacarias anunciou o seguinte, 520 anos antes de Cristo, acerca do Messias de Israel: “E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do Senhor” (Zc 6.12). “Ouve, pois, Josué, sumo sacerdote, tu e os teus companheiros que se assentam diante de ti, porque são homens de presságio; eis que eu farei vir o meu servo, o Renovo” (Zc 3.8). Jeremias proclamou o mesmo 80 anos antes de Zacarias: “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, a agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23.5).
Quando Jesus veio, Ele foi o “Nazareno”, o “Renovo” do qual falavam as profecias. Mas como Jesus não apenas nasceu em Belém sem que seus pais residissem ali, veio do Egito por razões inacreditáveis e ainda pode ser chamado de Nazareno? Porque mais tarde Ele morou em Nazaré, confirmando uma vez mais as profecias, mostrando que elas se cumprem por razões às vezes bastante profanas. Herodes havia morrido, e José ainda vivia com Maria e o menino no Egito quando, através de um anjo, recebeu ordens de retornar à terra de Israel. Era óbvio que José desejava retornar à sua terra com sua família, mas quando ficou sabendo que Arquelau reinava no lugar de seu pai, ficou com medo. Arquelau era um dominador de triste fama e muito cruel, que os romanos suportaram por apenas dois anos e depois o depuseram. Na realidade, quem deveria assumir o trono de Herodes na Judéia era outro de seus filhos, mas por um capricho pessoal, Herodes mudou seu testamento pouco antes de morrer e colocou Arquelau no poder. Para não se submeter ao seu domínio, José foi viver na Galiléia, na cidade de Nazaré, que estava subordinada a outro governante: “Tendo Herodes morrido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe:
Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino. Dispôs-se ele, tomou o menino e sua mãe e regressou para a terra de Israel. Tendo, porém, ouvido que Arquelau reinava na Judéia em lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá; e, por divina advertência prevenido em sonho, retirou-se para as regiões da Galiléia. E foi habitar numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito por intermédio dos profetas: Ele será chamado Nazareno” (Mt 2.19-23).
Esses três exemplos mostram muito claramente que nada nem ninguém pode impedir ou barrar os planos de Deus. Não há falha humana, manobra política, crueldade, capricho ou força da natureza que impossibilitem Deus de concretizar Seus propósitos. Nada impedirá que Jesus volte cumprindo Suas promessas a Israel. Os acontecimentos proféticos, cujo desenrolar vemos em nossos dias, culminarão na volta de Cristo e mostram que ela está se aproximando. Todos os fatos que acontecem no mundo são dirigidos por Deus de tal forma que acabarão servindo para que os Seus desígnios se realizem e para que Jesus venha a este mundo como o Rei e Messias. Jesus voltará cumprindo muitas profecias que ainda não se realizaram, pois muitas delas dizem respeito diretamente a Sua volta em poder e glória e à restauração de Israel, predita tantas vezes e por tanto tempo! Israel já retornou à sua própria terra depois de um longo tempo de dispersão (Diáspora), quando havia judeus espalhados pelo mundo todo. Até o terrível Holocausto acabou servindo à causa judaica, pois acelerou a fundação do Estado de Israel e permitiu que mais judeus voltassem à sua pátria. Quase todas as nações votaram em favor de Israel nessa ocasião, pois estavam chocadas com o que havia acontecido aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial nas mãos dos nazistas. Apenas três anos depois do final da guerra, os judeus já possuíam seu próprio Estado. No entanto, a luta, atual e futura, dos inimigos contra Israel e contra Jerusalém é predita nas profecias, e precisa acontecer. A Bíblia fala de uma unidade mundial política, religiosa e econômica que acabará se opondo a Israel. Hoje vemos que todos os esforços políticos acontecem em função desse desejo de globalização. A Palavra de Deus se cumpre sempre. Alegremo-nos por isso!
Que DEUS abençoe a todos.
1. Jesus deveria nascer em Belém
Por volta de 700 anos antes de Cristo viveu o profeta judeu Miquéias, que predisse acerca do aparecimento do Messias de Israel: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).
Aquele que tem origens eternas, e que age desde sempre, viria a nascer em um lugar pré-definido e específico, que era Belém, pequeno e insignificante lugarejo na Judéia. Caso a anunciação do nascimento do Rei de Israel se referisse a Jerusalém nada haveria de extraordinário, uma vez que os reis normalmente nascem na capital do reino. Porém, com muitos séculos de antecipação, um lugar sem representatividade foi destacado entre os milhares de Judá para ser o local do nascimento do Rei que viria, o que era algo muito especial. Praticamente todo cidadão de Israel conhecia essa passagem das Escrituras que afirmava que um dia o Messias viria de Belém. Por isso, quando Herodes perguntou onde nasceria o rei dos judeus, os entendidos na Lei puderam lhe fornecer imediatamente o nome do lugar onde deveria nascer o Prometido segundo as profecias: “Então, convocando [Herodes] todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: [em Miquéias 5.2] E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel” (Mt 2.4-6).
Entretanto, em relação a essa profecia havia um problema, e este não era pequeno: Maria e José não viviam em Belém, mas em Nazaré (Lc 1.26), e aparentemente não planejavam se mudar para Belém. Deus não enviou um anjo para lhes dizer: “Querido José, querida Maria, vocês não sabem que o Messias deve nascer em Belém? Vocês não sabem que a Palavra de Deus precisa se cumprir e Seu Filho não pode nascer em Nazaré? Levantem! Ponham-se a caminho para que se cumpra a palavra do Senhor falada através do profeta Miquéias!”
Não foi o que aconteceu. O imperador César Augusto tomou uma decisão política em Roma, bem longe de Israel e sem ter a mínima noção das profecias bíblicas – decretando um recenseamento do povo. Essa decisão política obrigou José, juntamente com Maria, que estava no final da gravidez, a irem até Belém para se registrarem no censo populacional. Em Lucas 2.4 lemos que José era “da casa e família de Davi”. Portanto, era em Belém (a “cidade de Davi”) que ele tinha de se registrar. Chegando lá, Maria logo deu à luz ao Filho de Deus. É o que podemos chamar de “tempo de Deus”! O Senhor, em Sua onisciência e onipotência, usou a política secular e um de seus líderes para fazer cumprir Suas profecias e para concretizar as previsões de Sua Palavra.
2. Jesus viria do Egito
A Bíblia não apenas profetiza que Cristo nasceria em Belém mas também diz que Ele viria do Egito.
A Bíblia não apenas profetiza que Cristo nasceria em Belém mas também diz que Ele viria do Egito. No oitavo século antes de Cristo, outro profeta anunciava em Israel a respeito do vindouro Messias: “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho” (Os 11.1). Os comentaristas judeus aplicavam essa profecia a Israel e ao Messias, o que se torna bem evidente conhecendo o contexto do Novo Testamento. Mas como ela se cumpriu, como foi que Jesus, ainda menino, veio do Egito? A maioria de nós conhece a história da matança dos meninos judeus em Belém ordenada pelo infanticida rei Herodes, que via seu trono ameaçado pelo nascimento de Jesus. A Bíblia diz a esse respeito: “Tendo eles partido, eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar. Dispondo-se ele, tomou de noite o menino e sua mãe e partiu para o Egito; e lá ficou até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio do profeta [em Os 11.1]: Do Egito chamei o meu Filho” (Mt 2.13-15).
Os planos cruéis, egoístas e assassinos de um político mundano acabaram contribuindo para que a Palavra se cumprisse. Herodes pensava que aniquilaria os planos divinos, mas sua maldade apenas contribuiu para que as profecias se cumprissem literalmente.
3. Jesus, o Nazareno
O nome “Nazaré” origina-se da raiz hebraica “nezer”, que significa “broto”, “renovo” ou “ramo”. O profeta Zacarias anunciou o seguinte, 520 anos antes de Cristo, acerca do Messias de Israel: “E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do Senhor” (Zc 6.12).
Segundo minha contagem, Jesus é chamado de “Nazareno” pelo menos 18 vezes no Novo Testamento. Ele era conhecido como “Jesus de Nazaré”, pois tinha vivido ali por muitos anos. Quando morreu na cruz, sobre Sua cabeça estava afixada uma placa que dizia: “Este é Jesus de Nazaré, o Rei dos judeus”. O nome “Nazaré” origina-se da raiz hebraica “nezer”, que significa “broto”, “renovo” ou “ramo”. O profeta Zacarias anunciou o seguinte, 520 anos antes de Cristo, acerca do Messias de Israel: “E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do Senhor” (Zc 6.12). “Ouve, pois, Josué, sumo sacerdote, tu e os teus companheiros que se assentam diante de ti, porque são homens de presságio; eis que eu farei vir o meu servo, o Renovo” (Zc 3.8). Jeremias proclamou o mesmo 80 anos antes de Zacarias: “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, a agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23.5).
Quando Jesus veio, Ele foi o “Nazareno”, o “Renovo” do qual falavam as profecias. Mas como Jesus não apenas nasceu em Belém sem que seus pais residissem ali, veio do Egito por razões inacreditáveis e ainda pode ser chamado de Nazareno? Porque mais tarde Ele morou em Nazaré, confirmando uma vez mais as profecias, mostrando que elas se cumprem por razões às vezes bastante profanas. Herodes havia morrido, e José ainda vivia com Maria e o menino no Egito quando, através de um anjo, recebeu ordens de retornar à terra de Israel. Era óbvio que José desejava retornar à sua terra com sua família, mas quando ficou sabendo que Arquelau reinava no lugar de seu pai, ficou com medo. Arquelau era um dominador de triste fama e muito cruel, que os romanos suportaram por apenas dois anos e depois o depuseram. Na realidade, quem deveria assumir o trono de Herodes na Judéia era outro de seus filhos, mas por um capricho pessoal, Herodes mudou seu testamento pouco antes de morrer e colocou Arquelau no poder. Para não se submeter ao seu domínio, José foi viver na Galiléia, na cidade de Nazaré, que estava subordinada a outro governante: “Tendo Herodes morrido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe:
Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino. Dispôs-se ele, tomou o menino e sua mãe e regressou para a terra de Israel. Tendo, porém, ouvido que Arquelau reinava na Judéia em lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá; e, por divina advertência prevenido em sonho, retirou-se para as regiões da Galiléia. E foi habitar numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito por intermédio dos profetas: Ele será chamado Nazareno” (Mt 2.19-23).
Esses três exemplos mostram muito claramente que nada nem ninguém pode impedir ou barrar os planos de Deus. Não há falha humana, manobra política, crueldade, capricho ou força da natureza que impossibilitem Deus de concretizar Seus propósitos. Nada impedirá que Jesus volte cumprindo Suas promessas a Israel. Os acontecimentos proféticos, cujo desenrolar vemos em nossos dias, culminarão na volta de Cristo e mostram que ela está se aproximando. Todos os fatos que acontecem no mundo são dirigidos por Deus de tal forma que acabarão servindo para que os Seus desígnios se realizem e para que Jesus venha a este mundo como o Rei e Messias. Jesus voltará cumprindo muitas profecias que ainda não se realizaram, pois muitas delas dizem respeito diretamente a Sua volta em poder e glória e à restauração de Israel, predita tantas vezes e por tanto tempo! Israel já retornou à sua própria terra depois de um longo tempo de dispersão (Diáspora), quando havia judeus espalhados pelo mundo todo. Até o terrível Holocausto acabou servindo à causa judaica, pois acelerou a fundação do Estado de Israel e permitiu que mais judeus voltassem à sua pátria. Quase todas as nações votaram em favor de Israel nessa ocasião, pois estavam chocadas com o que havia acontecido aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial nas mãos dos nazistas. Apenas três anos depois do final da guerra, os judeus já possuíam seu próprio Estado. No entanto, a luta, atual e futura, dos inimigos contra Israel e contra Jerusalém é predita nas profecias, e precisa acontecer. A Bíblia fala de uma unidade mundial política, religiosa e econômica que acabará se opondo a Israel. Hoje vemos que todos os esforços políticos acontecem em função desse desejo de globalização. A Palavra de Deus se cumpre sempre. Alegremo-nos por isso!
Que DEUS abençoe a todos.
Lamentações 3.22-23
28 de Dezembro
"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade." Lamentações 3.22-23
Lembremo-nos sempre que é só pela misericórdia do Senhor que continuamos a viver. Em breve, um novo ano se inicia, por isso conclamo a todos: aprendamos a receber a plenitude da graça de Deus! A maioria dos filhos de Deus têm muitas dificuldades nessa área. Por que será? Porque graça é favor imerecido, e quem de nós está disposto a viver de favor que não merece? Só o filho de Deus que cresce no conhecimento de si mesmo pode fazer isso. Ele aprende a odiar-se a si mesmo, e assim está em condições de tomar da plenitude da graça de Jesus Cristo, como diz João 1.16: "...temos recebido da sua plenitude, e graça sobre graça." Quando tomamos dessa graça, vivemos no descanso e na serenidade interior e exterior. Só assim podemos dizer cheios de gratidão: "É só pela misericórdia do Senhor que ainda tenho vida, só Sua misericórdia que me permite conhecer a Jesus e segui-lO."
Que DEUS abençoe a todos.
"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade." Lamentações 3.22-23
Lembremo-nos sempre que é só pela misericórdia do Senhor que continuamos a viver. Em breve, um novo ano se inicia, por isso conclamo a todos: aprendamos a receber a plenitude da graça de Deus! A maioria dos filhos de Deus têm muitas dificuldades nessa área. Por que será? Porque graça é favor imerecido, e quem de nós está disposto a viver de favor que não merece? Só o filho de Deus que cresce no conhecimento de si mesmo pode fazer isso. Ele aprende a odiar-se a si mesmo, e assim está em condições de tomar da plenitude da graça de Jesus Cristo, como diz João 1.16: "...temos recebido da sua plenitude, e graça sobre graça." Quando tomamos dessa graça, vivemos no descanso e na serenidade interior e exterior. Só assim podemos dizer cheios de gratidão: "É só pela misericórdia do Senhor que ainda tenho vida, só Sua misericórdia que me permite conhecer a Jesus e segui-lO."
Que DEUS abençoe a todos.
Gálatas 5.1-15
Gálatas 5.1-15
1 Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
2 Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará.
3 De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei.
4 De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.
5 Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé.
6 Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor.
7 Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?
8 Esta persuasão não vem daquele que vos chama.
9 Um pouco de fermento leveda toda a massa.
10 Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação.
11 Eu, porém, irmãos, se ainda prego a circuncisão, por que continuo sendo perseguido? Logo, está desfeito o escândalo da cruz.
12 Tomara até se mutilassem os que vos incitam à rebeldia.
13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.
14 Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
15 Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.
Gálatas 5:1-15
O homem sempre considerou a liberdade o mais valioso dos bens. Mas, como pode desfrutar verdadeiramente dela? O homem, pobre escravo de suas paixões que é, nasce e morre com cadeias cravadas em seu coração. Só o Senhor Jesus pode libertá-lo (v. 1; João 8:36). Então surge outra pergunta: Que uso fará de sua liberdade aquele que foi redimido pelo Senhor Jesus? Volverá a se colocar deliberadamente sob o rigoroso jugo da lei? (v. 1). Tal atitude seria tão absurda como a de um criminoso querer retornar à prisão! Usará ele então a sua liberdade "para dar ocasião à carne"? (v. 13). Seria fazer o caminho inverso ao dos tessalonicenses -, deixar de estar ao serviço de Deus para voltar a se submeter à tirania dos ídolos deste mundo (ver 4:8-9; Lucas 11:24-26; 1 Tessalonicenses 1:9). Não, essa liberdade tão custosamente comprada pelo Salvador na cruz é uma liberdade que o crente usará para servir a seu próximo. Desse modo, ele finalmente cumprirá a lei, já que esta se resume a uma só palavra (v. 14): amor. "Pois quem ama ao próximo, tem cumprido a lei" (Romanos 13:8-9). Cumprirá também o mandamento do Senhor Jesus, cujo último e mais precioso anelo foi que amássemos uns aos outros como Ele nos amou (João 13:34; 15:12 e 17).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
2 Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará.
3 De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei.
4 De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.
5 Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé.
6 Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor.
7 Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?
8 Esta persuasão não vem daquele que vos chama.
9 Um pouco de fermento leveda toda a massa.
10 Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação.
11 Eu, porém, irmãos, se ainda prego a circuncisão, por que continuo sendo perseguido? Logo, está desfeito o escândalo da cruz.
12 Tomara até se mutilassem os que vos incitam à rebeldia.
13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.
14 Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
15 Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.
Gálatas 5:1-15
O homem sempre considerou a liberdade o mais valioso dos bens. Mas, como pode desfrutar verdadeiramente dela? O homem, pobre escravo de suas paixões que é, nasce e morre com cadeias cravadas em seu coração. Só o Senhor Jesus pode libertá-lo (v. 1; João 8:36). Então surge outra pergunta: Que uso fará de sua liberdade aquele que foi redimido pelo Senhor Jesus? Volverá a se colocar deliberadamente sob o rigoroso jugo da lei? (v. 1). Tal atitude seria tão absurda como a de um criminoso querer retornar à prisão! Usará ele então a sua liberdade "para dar ocasião à carne"? (v. 13). Seria fazer o caminho inverso ao dos tessalonicenses -, deixar de estar ao serviço de Deus para voltar a se submeter à tirania dos ídolos deste mundo (ver 4:8-9; Lucas 11:24-26; 1 Tessalonicenses 1:9). Não, essa liberdade tão custosamente comprada pelo Salvador na cruz é uma liberdade que o crente usará para servir a seu próximo. Desse modo, ele finalmente cumprirá a lei, já que esta se resume a uma só palavra (v. 14): amor. "Pois quem ama ao próximo, tem cumprido a lei" (Romanos 13:8-9). Cumprirá também o mandamento do Senhor Jesus, cujo último e mais precioso anelo foi que amássemos uns aos outros como Ele nos amou (João 13:34; 15:12 e 17).
Que DEUS abençoe a todos.
2 Crônicas 7:1-10
2 Crônicas 7:1-10
1 E ACABANDO Salomão de orar, desceu o fogo do céu, e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa.
2 E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor.
3 E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.
4 E o rei e todo o povo ofereciam sacrifícios perante o Senhor.
5 E o rei Salomão ofereceu sacrifícios de bois, vinte e dois mil, e de ovelhas, cento e vinte mil; e o rei e todo o povo consagraram a casa de Deus.
6 E os sacerdotes, serviam em seus ofícios; como também os levitas com os instrumentos musicais do Senhor, que o rei Davi tinha feito, para louvarem ao Senhor, porque a sua benignidade dura para sempre, quando Davi o louvava pelo ministério deles; e os sacerdotes tocavam as trombetas diante deles, e todo o Israel estava em pé.
7 E Salomão santificou o meio do átrio, que estava diante da casa do Senhor; porquanto ali tinha ele oferecido os holocaustos e a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque no altar de metal, que Salomão tinha feito, não podia caber o holocausto, e a oferta de alimentos, e a gordura.
8 E, assim, naquele mesmo tempo celebrou Salomão a festa por sete dias e todo o Israel com ele, uma grande congregação, desde a entrada de Hamate, até ao rio do Egito.
9 E no dia oitavo realizaram uma assembléia solene; porque sete dias celebraram a consagração do altar, e sete dias a festa.
10 E no dia vigésimo terceiro do sétimo mês, despediu o povo para as suas tendas, alegres e de bom ânimo, pelo bem que o Senhor tinha feito a Davi, e a Salomão, e a seu povo Israel.
2 Crônicas 7:1-10
Em resposta à oração do rei, fogo desce do céu e consome o holocausto. Pela segunda vez (5:14), a glória do Senhor enche a casa. E até o tempo de Ezequiel (Ezequiel 10:18; 11:23) ela permanece ali.
O temor que tal glória inspira evita a entrada dos sacerdotes na casa (5:14; 7:2). Em contraste, pensemos em nossa posição eterna. O Senhor deseja ter os Seus ao redor de Si em glória. No monte da transfiguração, quando o Senhor se manifestou aos discípulos, Elias e Moisés estavam com Ele na nuvem brilhante, chamada de “Glória Excelsa” (2 Pedro 1:17; Mateus 17:5).
Todo o povo se ajoelhou e irrompeu em canção, que será ouvida no reinado milenar: “Louvai ao Senhor, porque é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (v. 3; Salmo 136). Depois disso, foram oferecidos sacrifícios em grande quantidade: 22 mil bois e 120 mil ovelhas. Que contraste entre o que foi oferecido aqui e a “única oferta” pela qual fomos santificados e feitos perfeitos: a “do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez” (Hebreus 10:10, 14). O sangue de Cristo fez o que era impossível ao sangue de touros e bodes (Hebreus 10:4).
Salomão e o povo tiveram o privilégio de oferecer sacrifícios ao Senhor na dedicação do templo. Mas, e nós, cristãos? Nosso privilégio é incomparavelmente maior, pois já não temos de oferecer, mas, sim, de aceitar e crer no sacrifício que o Filho de Deus fez por nós!
Que DEUS abençoe a todos.
1 E ACABANDO Salomão de orar, desceu o fogo do céu, e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa.
2 E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor.
3 E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.
4 E o rei e todo o povo ofereciam sacrifícios perante o Senhor.
5 E o rei Salomão ofereceu sacrifícios de bois, vinte e dois mil, e de ovelhas, cento e vinte mil; e o rei e todo o povo consagraram a casa de Deus.
6 E os sacerdotes, serviam em seus ofícios; como também os levitas com os instrumentos musicais do Senhor, que o rei Davi tinha feito, para louvarem ao Senhor, porque a sua benignidade dura para sempre, quando Davi o louvava pelo ministério deles; e os sacerdotes tocavam as trombetas diante deles, e todo o Israel estava em pé.
7 E Salomão santificou o meio do átrio, que estava diante da casa do Senhor; porquanto ali tinha ele oferecido os holocaustos e a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque no altar de metal, que Salomão tinha feito, não podia caber o holocausto, e a oferta de alimentos, e a gordura.
8 E, assim, naquele mesmo tempo celebrou Salomão a festa por sete dias e todo o Israel com ele, uma grande congregação, desde a entrada de Hamate, até ao rio do Egito.
9 E no dia oitavo realizaram uma assembléia solene; porque sete dias celebraram a consagração do altar, e sete dias a festa.
10 E no dia vigésimo terceiro do sétimo mês, despediu o povo para as suas tendas, alegres e de bom ânimo, pelo bem que o Senhor tinha feito a Davi, e a Salomão, e a seu povo Israel.
2 Crônicas 7:1-10
Em resposta à oração do rei, fogo desce do céu e consome o holocausto. Pela segunda vez (5:14), a glória do Senhor enche a casa. E até o tempo de Ezequiel (Ezequiel 10:18; 11:23) ela permanece ali.
O temor que tal glória inspira evita a entrada dos sacerdotes na casa (5:14; 7:2). Em contraste, pensemos em nossa posição eterna. O Senhor deseja ter os Seus ao redor de Si em glória. No monte da transfiguração, quando o Senhor se manifestou aos discípulos, Elias e Moisés estavam com Ele na nuvem brilhante, chamada de “Glória Excelsa” (2 Pedro 1:17; Mateus 17:5).
Todo o povo se ajoelhou e irrompeu em canção, que será ouvida no reinado milenar: “Louvai ao Senhor, porque é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (v. 3; Salmo 136). Depois disso, foram oferecidos sacrifícios em grande quantidade: 22 mil bois e 120 mil ovelhas. Que contraste entre o que foi oferecido aqui e a “única oferta” pela qual fomos santificados e feitos perfeitos: a “do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez” (Hebreus 10:10, 14). O sangue de Cristo fez o que era impossível ao sangue de touros e bodes (Hebreus 10:4).
Salomão e o povo tiveram o privilégio de oferecer sacrifícios ao Senhor na dedicação do templo. Mas, e nós, cristãos? Nosso privilégio é incomparavelmente maior, pois já não temos de oferecer, mas, sim, de aceitar e crer no sacrifício que o Filho de Deus fez por nós!
Que DEUS abençoe a todos.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Gálatas 4.19-31
Gálatas 4.19-31
19 meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós;
20 pudera eu estar presente, agora, convosco e falar-vos em outro tom de voz; porque me vejo perplexo a vosso respeito.
21 Dizei-me vós, os que quereis estar sob a lei: acaso, não ouvis a lei?
22 Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre.
23 Mas o da escrava nasceu segundo a carne; o da livre, mediante a promessa.
24 Estas coisas são alegóricas; porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Agar.
25 Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à Jerusalém atual, que está em escravidão com seus filhos.
26 Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa mãe;
27 porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não dás à luz, exulta e clama, tu que não estás de parto; porque são mais numerosos os filhos da abandonada que os da que tem marido.
28 Vós, porém, irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque.
29 Como, porém, outrora, o que nascera segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim também agora.
30 Contudo, que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho da livre.
31 E, assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre.
Gálatas 4:19-31
O apóstolo está cheio de angústia e perplexidade. Terá sido em vão seu paciente trabalho? (v. 11). Ele se sente obrigado a voltar a ensinar aos gálatas os rudimentos do Evangelho. Aproveitemos a oportunidade para voltar a aprendê-los com eles. Paulo lamenta não poder ensinar de viva voz a seus filhos espirituais (v. 20), mas compreendemos a razão disso: Deus queria dar-nos esta epístola. Contudo, você dirá, nós dificilmente correríamos o mesmo risco hoje de colocar-nos novamente sob a lei. Quão pouco nos conhecemos! Cada vez que nos comprazemos em nossa conduta, com a impressão de que em troca dela Deus nos deve algo, isso não é nem mais nem menos que legalismo. Cada vez que tomamos uma resolução sem contar com o Senhor, cada vez que nos comparamos a outros para o nosso proveito próprio, manifestamos esse espírito de justiça própria, inimigo declarado da graça (v. 29). Para ilustrar essa inimizade, Paulo usa os dois filhos de Abraão. Isaque, o filho da promessa, é o único que tem direito à herança. Ismael, filho segundo a carne, nascido da escrava Hagar, não tem nenhum direito às riquezas e bênçãos paternas. Pertencemos todos à Jerusalém lá de cima? Com Abraão, Isaque e Jacó, somos "herdeiros com ele da mesma promessa", a cidade celestial? (v. 26; Hebreus 11:9-10 e 16).
Que DEUS abençoe a todos.
19 meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós;
20 pudera eu estar presente, agora, convosco e falar-vos em outro tom de voz; porque me vejo perplexo a vosso respeito.
21 Dizei-me vós, os que quereis estar sob a lei: acaso, não ouvis a lei?
22 Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre.
23 Mas o da escrava nasceu segundo a carne; o da livre, mediante a promessa.
24 Estas coisas são alegóricas; porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Agar.
25 Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à Jerusalém atual, que está em escravidão com seus filhos.
26 Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa mãe;
27 porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não dás à luz, exulta e clama, tu que não estás de parto; porque são mais numerosos os filhos da abandonada que os da que tem marido.
28 Vós, porém, irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque.
29 Como, porém, outrora, o que nascera segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim também agora.
30 Contudo, que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho da livre.
31 E, assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre.
Gálatas 4:19-31
O apóstolo está cheio de angústia e perplexidade. Terá sido em vão seu paciente trabalho? (v. 11). Ele se sente obrigado a voltar a ensinar aos gálatas os rudimentos do Evangelho. Aproveitemos a oportunidade para voltar a aprendê-los com eles. Paulo lamenta não poder ensinar de viva voz a seus filhos espirituais (v. 20), mas compreendemos a razão disso: Deus queria dar-nos esta epístola. Contudo, você dirá, nós dificilmente correríamos o mesmo risco hoje de colocar-nos novamente sob a lei. Quão pouco nos conhecemos! Cada vez que nos comprazemos em nossa conduta, com a impressão de que em troca dela Deus nos deve algo, isso não é nem mais nem menos que legalismo. Cada vez que tomamos uma resolução sem contar com o Senhor, cada vez que nos comparamos a outros para o nosso proveito próprio, manifestamos esse espírito de justiça própria, inimigo declarado da graça (v. 29). Para ilustrar essa inimizade, Paulo usa os dois filhos de Abraão. Isaque, o filho da promessa, é o único que tem direito à herança. Ismael, filho segundo a carne, nascido da escrava Hagar, não tem nenhum direito às riquezas e bênçãos paternas. Pertencemos todos à Jerusalém lá de cima? Com Abraão, Isaque e Jacó, somos "herdeiros com ele da mesma promessa", a cidade celestial? (v. 26; Hebreus 11:9-10 e 16).
Que DEUS abençoe a todos.
2 Crônicas 6:12-21 e 40-42
2 Crônicas 6:12-21 e 40-42
12 E pôs-se em pé, perante o altar do Senhor, na presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as suas mãos.
13 Porque Salomão tinha feito uma plataforma de metal, de cinco côvados de comprimento, de cinco côvados de largura e de três côvados de altura, e a tinha posto no meio do pátio, e pôs-se em pé sobre ela, e ajoelhou-se em presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as suas mãos para o céu.
14 E disse: Ó Senhor Deus de Israel, não há Deus semelhante a ti, nem nos céus nem na terra; que guardas a aliança e a beneficência aos teus servos que caminham perante ti de todo o seu coração.
15 Que guardaste ao teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste; porque tu pela tua boca o disseste, e pela tua mão o cumpriste, como se vê neste dia.
16 Agora, pois, Senhor Deus de Israel, guarda ao teu servo Davi, meu pai, o que falaste, dizendo: Nunca homem algum será cortado de diante de mim, que se assente sobre o trono de Israel; tão-somente que teus filhos guardem seu caminho, andando na minha lei, como tu andaste diante de mim.
17 E agora, Senhor Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra, que disseste ao teu servo Davi.
18 Mas, na verdade, habitará Deus com os homens na terra? Eis que os céus, e o céu dos céus, não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado?
19 Atende, pois, à oração do teu servo, e à sua súplica, ó Senhor meu Deus; para ouvires o clamor, e a oração, que o teu servo faz perante ti.
20 Que os teus olhos estejam dia e noite abertos sobre este lugar, de que disseste que ali porias o teu nome; para ouvires a oração que o teu servo orar neste lugar.
21 Ouve, pois, as súplicas do teu servo, e do teu povo Israel, que fizerem neste lugar; e ouve tu do lugar da tua habitação, desde os céus; ouve pois, e perdoa.
40 Agora, pois, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração deste lugar.
41 Levanta-te, pois, agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.
42 Ó Senhor Deus, não faças virar o rosto do teu ungido; lembra-te das misericórdias de Davi teu servo.
2 Crônicas 6:12-21, 40-42
Já dissemos que a base de bronze sobre a qual o rei fala tem as mesmas dimensões do altar de bronze do deserto (v. 13; Êxodo 17:1). Este é um ponto belo e significativo: é sobre a base do sacrifício realizado por Cristo e aceito por Deus, que Ele toma Sua posição como sacerdote e intercessor dos Seus diante do Pai, e, por isso, para os que confessam seus pecados, Deus é fiel e justo para lhes perdoar. Fiel e justo porque, tendo Jesus expiado os pecados da humanidade na cruz (fato a respeito do qual o altar fala), Deus não pode – e nem deseja - cobrá-los pela segunda vez.
Note que não está escrito “se pedirmos perdão”, pois os filhos de Deus já estão perdoados, mas “se confessarmos”. A mesma passagem nos assegura: “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 1:9; 2:1-2).
Depois dos versículos 22 a 39, que muito se assemelham a 1 Reis 8:31-53, Salomão termina sua oração usando as palavras do Salmo 132:8-10: “Levanta-te, SENHOR, entra no lugar do teu repouso, tu e a arca de tua fortaleza”. O que vem depois do perdão? A comunhão! O Senhor deseja ardentemente ter comunhão conosco. Ele nos purifica para que tenhamos acesso à Sua presença. “Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo” (1 João 1:3).
Que DEUS abençoe a todos.
12 E pôs-se em pé, perante o altar do Senhor, na presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as suas mãos.
13 Porque Salomão tinha feito uma plataforma de metal, de cinco côvados de comprimento, de cinco côvados de largura e de três côvados de altura, e a tinha posto no meio do pátio, e pôs-se em pé sobre ela, e ajoelhou-se em presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as suas mãos para o céu.
14 E disse: Ó Senhor Deus de Israel, não há Deus semelhante a ti, nem nos céus nem na terra; que guardas a aliança e a beneficência aos teus servos que caminham perante ti de todo o seu coração.
15 Que guardaste ao teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste; porque tu pela tua boca o disseste, e pela tua mão o cumpriste, como se vê neste dia.
16 Agora, pois, Senhor Deus de Israel, guarda ao teu servo Davi, meu pai, o que falaste, dizendo: Nunca homem algum será cortado de diante de mim, que se assente sobre o trono de Israel; tão-somente que teus filhos guardem seu caminho, andando na minha lei, como tu andaste diante de mim.
17 E agora, Senhor Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra, que disseste ao teu servo Davi.
18 Mas, na verdade, habitará Deus com os homens na terra? Eis que os céus, e o céu dos céus, não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado?
19 Atende, pois, à oração do teu servo, e à sua súplica, ó Senhor meu Deus; para ouvires o clamor, e a oração, que o teu servo faz perante ti.
20 Que os teus olhos estejam dia e noite abertos sobre este lugar, de que disseste que ali porias o teu nome; para ouvires a oração que o teu servo orar neste lugar.
21 Ouve, pois, as súplicas do teu servo, e do teu povo Israel, que fizerem neste lugar; e ouve tu do lugar da tua habitação, desde os céus; ouve pois, e perdoa.
40 Agora, pois, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração deste lugar.
41 Levanta-te, pois, agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.
42 Ó Senhor Deus, não faças virar o rosto do teu ungido; lembra-te das misericórdias de Davi teu servo.
2 Crônicas 6:12-21, 40-42
Já dissemos que a base de bronze sobre a qual o rei fala tem as mesmas dimensões do altar de bronze do deserto (v. 13; Êxodo 17:1). Este é um ponto belo e significativo: é sobre a base do sacrifício realizado por Cristo e aceito por Deus, que Ele toma Sua posição como sacerdote e intercessor dos Seus diante do Pai, e, por isso, para os que confessam seus pecados, Deus é fiel e justo para lhes perdoar. Fiel e justo porque, tendo Jesus expiado os pecados da humanidade na cruz (fato a respeito do qual o altar fala), Deus não pode – e nem deseja - cobrá-los pela segunda vez.
Note que não está escrito “se pedirmos perdão”, pois os filhos de Deus já estão perdoados, mas “se confessarmos”. A mesma passagem nos assegura: “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 1:9; 2:1-2).
Depois dos versículos 22 a 39, que muito se assemelham a 1 Reis 8:31-53, Salomão termina sua oração usando as palavras do Salmo 132:8-10: “Levanta-te, SENHOR, entra no lugar do teu repouso, tu e a arca de tua fortaleza”. O que vem depois do perdão? A comunhão! O Senhor deseja ardentemente ter comunhão conosco. Ele nos purifica para que tenhamos acesso à Sua presença. “Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo” (1 João 1:3).
Que DEUS abençoe a todos.
Hebreus 10:9
Domingo 27 Dezembro
Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade (Hebreus 10:9).
UMA VIDA EXCEPCIONAL
Os evangelhos nos relatam a vida do Filho de Deus, que se fez homem para vir ao mundo. Quando estudamos atentamente esses relatos, descobrimos neste ser único e sem pecado maravilhas que nos enchem de admiração.
Sua pobreza nos chama a atenção. Embora não tivesse nenhuma riqueza material, nunca se queixou por isso. Sua abnegação: não pensava em si mesmo, mas no bem-estar dos demais. Consideremos a paciência e tolerância com que suportou Seus inimigos, e também Seus discípulos. Por fim, Sua rendição a Deus não escapa a nenhum leitor atento.
Quando tinha doze anos de idade, disse aos seus pais: “Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” (Lucas 2:49). Anos depois, quando Seus discípulos O convidaram a comer, declarou: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (João 4:34).
Em Sua vida de devoção a Deus não havia altos e baixos como a nossa. Jamais se deixou afastar do objetivo central de Sua vida: glorificar a Deus. A exclamação “Glória a Deus nas alturas” (Lucas 2:14) foi o motivo de cada ato de Sua prodigiosa vida.
O Senhor Jesus Cristo podia pronunciar com a maior propriedade as palavras do Salmo 16: “Tenho posto o SENHOR continuamente diante de mim” (v. 8). Nosso Salvador prosseguiu inexorável e firmemente no alvo de Sua vida até que declarou, depois de ter feito a expiação de nossos pecados: “Está consumado”.
“Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável” (2 Coríntios 9:15).
Que DEUS abençoe a todos.
Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade (Hebreus 10:9).
UMA VIDA EXCEPCIONAL
Os evangelhos nos relatam a vida do Filho de Deus, que se fez homem para vir ao mundo. Quando estudamos atentamente esses relatos, descobrimos neste ser único e sem pecado maravilhas que nos enchem de admiração.
Sua pobreza nos chama a atenção. Embora não tivesse nenhuma riqueza material, nunca se queixou por isso. Sua abnegação: não pensava em si mesmo, mas no bem-estar dos demais. Consideremos a paciência e tolerância com que suportou Seus inimigos, e também Seus discípulos. Por fim, Sua rendição a Deus não escapa a nenhum leitor atento.
Quando tinha doze anos de idade, disse aos seus pais: “Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” (Lucas 2:49). Anos depois, quando Seus discípulos O convidaram a comer, declarou: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (João 4:34).
Em Sua vida de devoção a Deus não havia altos e baixos como a nossa. Jamais se deixou afastar do objetivo central de Sua vida: glorificar a Deus. A exclamação “Glória a Deus nas alturas” (Lucas 2:14) foi o motivo de cada ato de Sua prodigiosa vida.
O Senhor Jesus Cristo podia pronunciar com a maior propriedade as palavras do Salmo 16: “Tenho posto o SENHOR continuamente diante de mim” (v. 8). Nosso Salvador prosseguiu inexorável e firmemente no alvo de Sua vida até que declarou, depois de ter feito a expiação de nossos pecados: “Está consumado”.
“Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável” (2 Coríntios 9:15).
Que DEUS abençoe a todos.
1 Coríntios 15.27
27 de Dezembro
"Porque todas as cousas sujeitou debaixo dos seus pés." 1 Coríntios 15.27
Onde o poder de Satanás se manifesta com muita intensidade, somente o nome de Jesus tem poder maior. Por quê? Porque por trás desse nome precioso está o Seu sangue derramado, a vida de Jesus entregue na cruz. Por meio desse sangue, Satanás perdeu o poder. Quem tem o sangue do Cordeiro é invencível. Você que está melancólico ou deprimido, não negue o poder do Senhor crendo que a escuridão em sua alma seja mais forte que o nome de Jesus! Invoque este nome maravilhoso e você terá uma porta aberta. E onde o Senhor nos deu essa porta aberta? Ela está bem na nossa frente! "...Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força..." Essa porta sempre está diante de nós, nunca atrás de nós! Por isso, nunca volte para trás! Você deve andar em direção a essa porta, deve passar por ela, seguir adiante apesar de toda dificuldade até chegar na feliz presença de Deus! A dupla garantia de que essa porta permanece aberta reside na onipotência de Deus e na nossa própria impotência! "Eis que tenho...", diz o Senhor. Ele tem tudo o que nos falta. E nós, o que temos? Nada! Em nós mesmos somos miseráveis, pobres e vazios. Mas que coisa maravilhosa: entre Deus e nós, Ele interpõe essa passagem, esse caminho: "...eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta."
Que DEUS abençoe a todos.
"Porque todas as cousas sujeitou debaixo dos seus pés." 1 Coríntios 15.27
Onde o poder de Satanás se manifesta com muita intensidade, somente o nome de Jesus tem poder maior. Por quê? Porque por trás desse nome precioso está o Seu sangue derramado, a vida de Jesus entregue na cruz. Por meio desse sangue, Satanás perdeu o poder. Quem tem o sangue do Cordeiro é invencível. Você que está melancólico ou deprimido, não negue o poder do Senhor crendo que a escuridão em sua alma seja mais forte que o nome de Jesus! Invoque este nome maravilhoso e você terá uma porta aberta. E onde o Senhor nos deu essa porta aberta? Ela está bem na nossa frente! "...Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força..." Essa porta sempre está diante de nós, nunca atrás de nós! Por isso, nunca volte para trás! Você deve andar em direção a essa porta, deve passar por ela, seguir adiante apesar de toda dificuldade até chegar na feliz presença de Deus! A dupla garantia de que essa porta permanece aberta reside na onipotência de Deus e na nossa própria impotência! "Eis que tenho...", diz o Senhor. Ele tem tudo o que nos falta. E nós, o que temos? Nada! Em nós mesmos somos miseráveis, pobres e vazios. Mas que coisa maravilhosa: entre Deus e nós, Ele interpõe essa passagem, esse caminho: "...eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta."
Que DEUS abençoe a todos.
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