segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

2 Crônicas 7:1-10

2 Crônicas 7:1-10

1 E ACABANDO Salomão de orar, desceu o fogo do céu, e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa.
2 E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor.
3 E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.
4 E o rei e todo o povo ofereciam sacrifícios perante o Senhor.
5 E o rei Salomão ofereceu sacrifícios de bois, vinte e dois mil, e de ovelhas, cento e vinte mil; e o rei e todo o povo consagraram a casa de Deus.
6 E os sacerdotes, serviam em seus ofícios; como também os levitas com os instrumentos musicais do Senhor, que o rei Davi tinha feito, para louvarem ao Senhor, porque a sua benignidade dura para sempre, quando Davi o louvava pelo ministério deles; e os sacerdotes tocavam as trombetas diante deles, e todo o Israel estava em pé.
7 E Salomão santificou o meio do átrio, que estava diante da casa do Senhor; porquanto ali tinha ele oferecido os holocaustos e a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque no altar de metal, que Salomão tinha feito, não podia caber o holocausto, e a oferta de alimentos, e a gordura.
8 E, assim, naquele mesmo tempo celebrou Salomão a festa por sete dias e todo o Israel com ele, uma grande congregação, desde a entrada de Hamate, até ao rio do Egito.
9 E no dia oitavo realizaram uma assembléia solene; porque sete dias celebraram a consagração do altar, e sete dias a festa.
10 E no dia vigésimo terceiro do sétimo mês, despediu o povo para as suas tendas, alegres e de bom ânimo, pelo bem que o Senhor tinha feito a Davi, e a Salomão, e a seu povo Israel.


2 Crônicas 7:1-10
Em resposta à oração do rei, fogo desce do céu e consome o holocausto. Pela segunda vez (5:14), a glória do Senhor enche a casa. E até o tempo de Ezequiel (Ezequiel 10:18; 11:23) ela permanece ali.

O temor que tal glória inspira evita a entrada dos sacerdotes na casa (5:14; 7:2). Em contraste, pensemos em nossa posição eterna. O Senhor deseja ter os Seus ao redor de Si em glória. No monte da transfiguração, quando o Senhor se manifestou aos discípulos, Elias e Moisés estavam com Ele na nuvem brilhante, chamada de “Glória Excelsa” (2 Pedro 1:17; Mateus 17:5).

Todo o povo se ajoelhou e irrompeu em canção, que será ouvida no reinado milenar: “Louvai ao Senhor, porque é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (v. 3; Salmo 136). Depois disso, foram oferecidos sacrifícios em grande quantidade: 22 mil bois e 120 mil ovelhas. Que contraste entre o que foi oferecido aqui e a “única oferta” pela qual fomos santificados e feitos perfeitos: a “do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez” (Hebreus 10:10, 14). O sangue de Cristo fez o que era impossível ao sangue de touros e bodes (Hebreus 10:4).

Salomão e o povo tiveram o privilégio de oferecer sacrifícios ao Senhor na dedicação do templo. Mas, e nós, cristãos? Nosso privilégio é incomparavelmente maior, pois já não temos de oferecer, mas, sim, de aceitar e crer no sacrifício que o Filho de Deus fez por nós!

Que DEUS abençoe a todos.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Gálatas 4.19-31

Gálatas 4.19-31

19 meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós;
20 pudera eu estar presente, agora, convosco e falar-vos em outro tom de voz; porque me vejo perplexo a vosso respeito.
21 Dizei-me vós, os que quereis estar sob a lei: acaso, não ouvis a lei?
22 Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre.
23 Mas o da escrava nasceu segundo a carne; o da livre, mediante a promessa.
24 Estas coisas são alegóricas; porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Agar.
25 Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à Jerusalém atual, que está em escravidão com seus filhos.
26 Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa mãe;
27 porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não dás à luz, exulta e clama, tu que não estás de parto; porque são mais numerosos os filhos da abandonada que os da que tem marido.
28 Vós, porém, irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque.
29 Como, porém, outrora, o que nascera segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim também agora.
30 Contudo, que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho da livre.
31 E, assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre.

Gálatas 4:19-31

O apóstolo está cheio de angústia e perplexidade. Terá sido em vão seu paciente trabalho? (v. 11). Ele se sente obrigado a voltar a ensinar aos gálatas os rudimentos do Evangelho. Aproveitemos a oportunidade para voltar a aprendê-los com eles. Paulo lamenta não poder ensinar de viva voz a seus filhos espirituais (v. 20), mas compreendemos a razão disso: Deus queria dar-nos esta epístola. Contudo, você dirá, nós dificilmente correríamos o mesmo risco hoje de colocar-nos novamente sob a lei. Quão pouco nos conhecemos! Cada vez que nos comprazemos em nossa conduta, com a impressão de que em troca dela Deus nos deve algo, isso não é nem mais nem menos que legalismo. Cada vez que tomamos uma resolução sem contar com o Senhor, cada vez que nos comparamos a outros para o nosso proveito próprio, manifestamos esse espírito de justiça própria, inimigo declarado da graça (v. 29). Para ilustrar essa inimizade, Paulo usa os dois filhos de Abraão. Isaque, o filho da promessa, é o único que tem direito à herança. Ismael, filho segundo a carne, nascido da escrava Hagar, não tem nenhum direito às riquezas e bênçãos paternas. Pertencemos todos à Jerusalém lá de cima? Com Abraão, Isaque e Jacó, somos "herdeiros com ele da mesma promessa", a cidade celestial? (v. 26; Hebreus 11:9-10 e 16).

Que DEUS abençoe a todos.

2 Crônicas 6:12-21 e 40-42

2 Crônicas 6:12-21 e 40-42

12 E pôs-se em pé, perante o altar do Senhor, na presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as suas mãos.
13 Porque Salomão tinha feito uma plataforma de metal, de cinco côvados de comprimento, de cinco côvados de largura e de três côvados de altura, e a tinha posto no meio do pátio, e pôs-se em pé sobre ela, e ajoelhou-se em presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as suas mãos para o céu.
14 E disse: Ó Senhor Deus de Israel, não há Deus semelhante a ti, nem nos céus nem na terra; que guardas a aliança e a beneficência aos teus servos que caminham perante ti de todo o seu coração.
15 Que guardaste ao teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste; porque tu pela tua boca o disseste, e pela tua mão o cumpriste, como se vê neste dia.
16 Agora, pois, Senhor Deus de Israel, guarda ao teu servo Davi, meu pai, o que falaste, dizendo: Nunca homem algum será cortado de diante de mim, que se assente sobre o trono de Israel; tão-somente que teus filhos guardem seu caminho, andando na minha lei, como tu andaste diante de mim.
17 E agora, Senhor Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra, que disseste ao teu servo Davi.
18 Mas, na verdade, habitará Deus com os homens na terra? Eis que os céus, e o céu dos céus, não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado?
19 Atende, pois, à oração do teu servo, e à sua súplica, ó Senhor meu Deus; para ouvires o clamor, e a oração, que o teu servo faz perante ti.
20 Que os teus olhos estejam dia e noite abertos sobre este lugar, de que disseste que ali porias o teu nome; para ouvires a oração que o teu servo orar neste lugar.
21 Ouve, pois, as súplicas do teu servo, e do teu povo Israel, que fizerem neste lugar; e ouve tu do lugar da tua habitação, desde os céus; ouve pois, e perdoa.
40 Agora, pois, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração deste lugar.
41 Levanta-te, pois, agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.
42 Ó Senhor Deus, não faças virar o rosto do teu ungido; lembra-te das misericórdias de Davi teu servo.


2 Crônicas 6:12-21, 40-42
Já dissemos que a base de bronze sobre a qual o rei fala tem as mesmas dimensões do altar de bronze do deserto (v. 13; Êxodo 17:1). Este é um ponto belo e significativo: é sobre a base do sacrifício realizado por Cristo e aceito por Deus, que Ele toma Sua posição como sacerdote e intercessor dos Seus diante do Pai, e, por isso, para os que confessam seus pecados, Deus é fiel e justo para lhes perdoar. Fiel e justo porque, tendo Jesus expiado os pecados da humanidade na cruz (fato a respeito do qual o altar fala), Deus não pode – e nem deseja - cobrá-los pela segunda vez.

Note que não está escrito “se pedirmos perdão”, pois os filhos de Deus já estão perdoados, mas “se confessarmos”. A mesma passagem nos assegura: “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 1:9; 2:1-2).

Depois dos versículos 22 a 39, que muito se assemelham a 1 Reis 8:31-53, Salomão termina sua oração usando as palavras do Salmo 132:8-10: “Levanta-te, SENHOR, entra no lugar do teu repouso, tu e a arca de tua fortaleza”. O que vem depois do perdão? A comunhão! O Senhor deseja ardentemente ter comunhão conosco. Ele nos purifica para que tenhamos acesso à Sua presença. “Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo” (1 João 1:3).

Que DEUS abençoe a todos.

Hebreus 10:9

Domingo 27 Dezembro

Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade (Hebreus 10:9).

UMA VIDA EXCEPCIONAL
Os evangelhos nos relatam a vida do Filho de Deus, que se fez homem para vir ao mundo. Quando estudamos atentamente esses relatos, descobrimos neste ser único e sem pecado maravilhas que nos enchem de admiração.

Sua pobreza nos chama a atenção. Embora não tivesse nenhuma riqueza material, nunca se queixou por isso. Sua abnegação: não pensava em si mesmo, mas no bem-estar dos demais. Consideremos a paciência e tolerância com que suportou Seus inimigos, e também Seus discípulos. Por fim, Sua rendição a Deus não escapa a nenhum leitor atento.

Quando tinha doze anos de idade, disse aos seus pais: “Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” (Lucas 2:49). Anos depois, quando Seus discípulos O convidaram a comer, declarou: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (João 4:34).

Em Sua vida de devoção a Deus não havia altos e baixos como a nossa. Jamais se deixou afastar do objetivo central de Sua vida: glorificar a Deus. A exclamação “Glória a Deus nas alturas” (Lucas 2:14) foi o motivo de cada ato de Sua prodigiosa vida.

O Senhor Jesus Cristo podia pronunciar com a maior propriedade as palavras do Salmo 16: “Tenho posto o SENHOR continuamente diante de mim” (v. 8). Nosso Salvador prosseguiu inexorável e firmemente no alvo de Sua vida até que declarou, depois de ter feito a expiação de nossos pecados: “Está consumado”.

“Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável” (2 Coríntios 9:15).

Que DEUS abençoe a todos.

1 Coríntios 15.27

27 de Dezembro

"Porque todas as cousas sujeitou debaixo dos seus pés." 1 Coríntios 15.27

Onde o poder de Satanás se manifesta com muita intensidade, somente o nome de Jesus tem poder maior. Por quê? Porque por trás desse nome precioso está o Seu sangue derramado, a vida de Jesus entregue na cruz. Por meio desse sangue, Satanás perdeu o poder. Quem tem o sangue do Cordeiro é invencível. Você que está melancólico ou deprimido, não negue o poder do Senhor crendo que a escuridão em sua alma seja mais forte que o nome de Jesus! Invoque este nome maravilhoso e você terá uma porta aberta. E onde o Senhor nos deu essa porta aberta? Ela está bem na nossa frente! "...Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força..." Essa porta sempre está diante de nós, nunca atrás de nós! Por isso, nunca volte para trás! Você deve andar em direção a essa porta, deve passar por ela, seguir adiante apesar de toda dificuldade até chegar na feliz presença de Deus! A dupla garantia de que essa porta permanece aberta reside na onipotência de Deus e na nossa própria impotência! "Eis que tenho...", diz o Senhor. Ele tem tudo o que nos falta. E nós, o que temos? Nada! Em nós mesmos somos miseráveis, pobres e vazios. Mas que coisa maravilhosa: entre Deus e nós, Ele interpõe essa passagem, esse caminho: "...eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta."

Que DEUS abençoe a todos.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Romanos 14:12; João 14:26; João 7:17; I Coríntios 2:13

Como Estudar a Bíblia
Deus nos fala pelo santo Livro. A Bíblia nos apresenta Deus. O Seu plano de salvação é exposto na Bíblia com clareza. O caminho que devemos trilhar nos é revelado.

A Santa Bíblia é pois uma carta de Deus a nós dirigida. E o Seu divino Autor espera que a conheçamos.

"O primeiro e mais elevado dever de todo ser racional é aprender das Escrituras o que é a verdade, e então andar na luz, animando outros a lhe seguirem o exemplo." (CS, pág. 648) EWG

Cada indivíduo deve estudar o grande Livro por si mesmo, pois "cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus." Romanos 14:12. Importantes quanto possam ser os guias religioso e mesmo a Igreja, não são eles que responderão por nós.

O papel da igreja e dos líderes religiosos, é tornar conhecido o que o Livro diz e levar pecadores a Cristo. A base da fé é a Palavra de Deus. No dia do juízo os destinos de todos serão decididos pelo que a Bíblia diz.

Deus a todos possibilitou conhecer o Seu Livro, pois coloca-o ao alcance de todos. Centenas de milhões de exemplares das Escrituras são produzidos em cerca de 1.600 línguas e dialetos.

Nesta palestra consideraremos algumas regras que devem ser observadas no estudo da Bíblia. Também alguns métodos que podem ser seguidos nesse estudo.

Quanto às regras, ou normas de interpretação, aqui estão as principais:

Primeira - O estudo das Escrituras deve ser feito com oração. Há uma dimensão espiritual na mensagem do Livro. E esta só pode ser discernida espiritualmente. Antes pois de abrir a Bíblia devemos pedir, com humildade, a iluminação do Céu. Então o Espírito Santo nos abrirá a mente para lhe entendermos o ensino. ". . . mas . . . o Espírito Santo", disse Jesus, "a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas. . ." João 14:26

Segunda - Para compreendermos bem as Escrituras, devemos ter a disposição de praticar seus ensinos, de seguir a luz delas recebida. O Salvador ensinou: "Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se eu falo por mim mesmo." João 7:17

Terceira - Cada ponto das Escrituras deve ser interpretado em harmonia com o conjunto de ensino do Livro. Devidamente compreendido, um ensino não contradiz o outro. Com certa frequência encontramos declarações que podem ter vários sentidos. Devemos dar, a cada uma, o sentido que se harmonize com os demais sentidos.

Quarta - O Santo Livro deve ser o seu próprio interprete. Daí a necessidade de comparar um trecho com outro. Nas palavras do apóstolo Paulo, aprendemos: "Disto também falamos, não em palavras ensinadas pelo espírito, comparando as coisas espirituais com espirituais." I Coríntios 2:13

Quinta - Devemos dar sentido literal às declarações do Livro Sagrado, a não ser que haja clara indicação de serem elas simbólicas, ou figurativas. As parábolas de Jesus estão entre os trechos figurativos. Mas, em geral elas são introduzidas como tais. As parábolas, como também as profecias simbólicas, das quais temos bom número em Daniel e Apocalipse, devem ter a interpretação que lhes dão as próprias Escrituras.

As demais porções do Livro devem, geralmente, ser tomadas ao pé da letra. Resumindo, devemos permitir que o próprio Sagrado Livro se explique a si mesmo, e mais importante ainda, devemos pedir a iluminação do céu.

Como ajuda neste mais importante dos estudos, é recomendável ter um dicionário bíblico, também uma chave bíblica. A Sociedade Bíblica do Brasil publicou uma Chave Bíblica que muito facilita a localização dos textos sobre um dado assunto.

Há uma série de cinco livros que cobrem toda a História Sagrada, desde a criação até o futuro reino de Deus. Eles são um comentário da Bíblia; de alto valor para sua devida compreensão.

Seus títulos: Patriarcas e Profetas, Profetas e Reis, O Desejado de Todas as Nações, Atos dos Apóstolos e O Grande Conflito. Para o estudo das parábolas recomendamos o livro Parábolas de Jesus. Todos estes seis livros podem ser adquiridos da Casa Publicadora Brasileira, Caixa Postal 34, Tatuí, São Paulo, CEP 18270.000

Para o estudo da Bíblia por tópicos recomendamos o livro Estudos Bíblicos, no qual são tratados duzentos importantes tópicos, com textos das Escrituras e ainda cerca de 4.000 perguntas sobre assuntos religiosos. O livro Estudos Bíblicos pode também ser adquirido da Casa Publicadora Brasileira.

Prezado ouvinte: A Bíblia é o maior tesouro. Explorando-a encontraremos ricas e preciosas jóias. Dela aprenderemos muitos assuntos. Veremos que apesar ter sido escrita à muito tempo, ela é um livro atual.

Em suas palavras encontramos orientações e alívio. Apresentam também teologia, doutrina, verdade, apelo e tem uma vitalidade que será sempre nova e recriadora até os finais dos tempos.

Mas, o mais importante é que a Bíblia nos mostra um Deus de amor que enviou o Seu único Filho para resgatar a humanidade, de um mundo literalmente perdido.

Deixe Deus falar ao seu coração através da Santa Bíblia.

Que DEUS abençoe a todos.

Deuteronômio 26:16

Sábado 26 Dezembro

Neste dia, o SENHOR, teu Deus, te manda fazer estes estatutos e juízos; guarda-os, pois, e faze-os com todo o teu coração e com toda a tua alma (Deuteronômio 26:16).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 26:12-19)
O convite de Hebreus 13:15 para sempre oferecermos sacrifícios de louvor a Deus é imediatamente seguido da exortação: “Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação”. Aqui também temos a questão dos dons imediatamente após a oferta das primícias ao Senhor (vv. 1-11). Os dízimos faziam parte da adoração de Israel, e o versículo 11 nos ensina o porquê: era necessário que o levita e o estrangeiro se alegrassem juntamente com o israelita. Da mesma maneira, somos exortados a compartilhar nossos bens com os outros, não para recebermos agradecimentos ou atenções, mas para que a pessoa com a qual compartilhamos dê graças ao Senhor pelas boas coisas que desfrutamos juntos (2 Coríntios 9:12). Fazer o bem no céu não será mais importante, pois obviamente não haverá a menor necessidade disso. Na terra, contudo, o Espírito de Deus relaciona este serviço ao louvor. É como se Ele nos desse uma oportunidade de provar nosso amor a Deus mais do que com palavras. Além disso, não esqueçamos a tocante razão que deveria ser suficiente para nós: “pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz” (Hebreus 13:16)!

Uma única coisa distinguia Israel “em louvor, renome e glória sobre todas as nações”: era a obediência aos mandamentos de seu Deus (vv. 18-19).

Que DEUS abençoe a todos.

1 Coríntios 3.11

26 de Dezembro

"Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo." 1 Coríntios 3.11

A Bíblia é exclusiva e definitiva. Por isso ninguém pode lançar outra base sobre a qual a alma humana possa se fundamentar para a eternidade.

Jesus Cristo é a base imutável. O prazer e a alegria que o mundo oferece é fútil, porque é mutável e, portanto, passageira. As Sagradas Escrituras ensinam: "Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência."

Jesus Cristo é o fundamento eterno. Ele é o Filho do Deus eterno. A Bíblia diz que Ele nos dá uma salvação que dura para sempre. Jesus diz: "Eu lhes dou a vida eterna."

Jesus Cristo é o fundamento para a reconciliação. Ele lançou a base para a nossa reconciliação com o Deus santo: "...a saber, que Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões."

Jesus Cristo é o fundamento seguro e fiel. Onde você encontra segurança? Em lugar nenhum! Ainda que você possua muitas apólices de seguro, sua insegurança, sua inquietação e sua insatisfação não estarão banidas de sua vida. Refugie-se nEle: seguro nos braços de Jesus; seguro no Seu coração!

Que DEUS abençoe a todos.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Gálatas 3.15-29

Gálatas 3.15-29

15 Irmãos, falo como homem. Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa.
16 Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.
17 E digo isto: uma aliança já anteriormente confirmada por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a pode ab-rogar, de forma que venha a desfazer a promessa.
18 Porque, se a herança provém de lei, já não decorre de promessa; mas foi pela promessa que Deus a concedeu gratuitamente a Abraão.
19 Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador.
20 Ora, o mediador não é de um, mas Deus é um.
21 É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei.
22 Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem.
23 Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se.
24 De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.
25 Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio.
26 Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus;
27 porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes.
28 Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
29 E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.

Gálatas 3:15-29

O apóstolo explica por que a lei em nada muda as promessas divinas. Estas foram feitas antes da lei, e Deus não pode desfazê-las. Em particular, elas foram feitas à semente de Abraão, a saber, a Cristo (v. 16). Nada poderia anular ou contradizer o que Deus tinha garantido a Seu Amado - e aos que Lhe pertencem. "Qual, pois, a razão de ser da lei?" (v. 19). Ela tem sido comparada a um espelho. Ela mostra a minha sujeira, mas é tão incapaz de retirá-la de mim quanto é o espelho de lavar-me. Não é esta a sua função. A lei serve para me convencer de pecado e por isso mesmo me conduz a Cristo (v. 24). Depois disso o seu papel é concluído, como o mestre que preparou seus alunos para ascender a um nível mais elevado. Penosa escola, na verdade, é a da lei! Ela me ensina que sou um pecador, mas não me torna justo; revela-me que estou morto, mas não tem o poder de me fazer viver; faz-me ver que careço de força, mas não me dá nenhuma. Tudo o que me falta encontro então no Senhor Jesus.

O batismo é um sinal público de que o redimido tem sido posto à parte para Cristo, por meio de Sua morte. Você, que foi batizado, é realmente um filho de Deus mediante a fé em Cristo Jesus? Foi verdadeiramente revestido de Cristo? (vv. 26-27). É algo muito grave vestir um uniforme que não lhe é autorizado.

Que DEUS abençoe a todos.