terça-feira, 8 de dezembro de 2009

2 Coríntios 4:16-18 e 5:1-10

2 Coríntios 4.16-18

16 Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia.
17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,
18 não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

2 Coríntios 5.1-10
1 Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
2 E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial;
3 se, todavia, formos encontrados vestidos e não nus.
4 Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.
5 Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, outorgando-nos o penhor do Espírito.
6 Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor;
7 visto que andamos por fé e não pelo que vemos.
8 Entretanto, estamos em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor.
9 É por isso que também nos esforçamos, quer presentes, quer ausentes, para lhe sermos agradáveis.
10 Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.

2 Coríntios 4:16-18 e 5:1-10

Quanto cuidado nós dispensamos para conservar e aprimorar o "nosso homem exterior"! (v. 16). Que bom seria se o "nosso homem interior" fosse tão bem tratado como o exterior! O que renovava o coração do apóstolo era esse eterno peso de glória, sem nenhuma comparação com as tribulações que estava passando. Andando "por fé" e não por vista (v. 7), com os olhos da alma fixados nas coisas que não se vêem, mas que são eternas, ele desfrutava do penhor do Espírito (v. 5). Esta é a razão pela qual o apóstolo não desfalecia (4:1 e 16).

A idéia do tribunal de Cristo deveria produzir constantemente em nosso coração muito temor e ardor! Nossa salvação está assegurada; não compareceremos para condenação, mas, como num filme, nossa vida inteira será mostrada, revelando tudo o que fizemos, "o bem ou o mal", e então receberemos o nosso galardão. Porém, ao mesmo tempo, o Senhor nos mostrará como a Sua graça brilhou, mesmo através de nossos pecados. Um artista que acabou de restaurar um retrato deteriorado enfatiza seu trabalho colocando ao lado a foto original. Como freqüentemente somos insensíveis ao pecado, também subestimamos a graça que nos perdoa e nos suporta. O tribunal de Cristo nos fará experimentar toda a imensidão dessa graça.

Que DEUS abençoe a todos.

Crônicas 21:14-30

Crônicas 21:14-30

14 Mandou, pois, o Senhor a peste a Israel; e caíram de Israel setenta mil homens.
15 E Deus mandou um anjo a Jerusalém para a destruir; e, destruindo-a ele, o Senhor olhou, e se arrependeu daquele mal, e disse ao anjo destruidor: Basta, agora retira a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Ornã, o jebuseu.
16 E, levantando Davi os seus olhos, viu o anjo do Senhor, que estava entre a terra e o céu, com a sua espada desembainhada na sua mão estendida contra Jerusalém; então Davi e os anciãos, cobertos de sacos, se prostraram sobre os seus rostos.
17 E disse Davi a Deus: Não sou eu o que disse que se contasse o povo? E eu mesmo sou o que pequei, e fiz muito mal; mas estas ovelhas que fizeram? Ah! Senhor, meu Deus, seja a tua mão contra mim, e contra a casa de meu pai, e não para castigo de teu povo.
18 Então o anjo do Senhor ordenou a Gade que dissesse a Davi para subir e levantar um altar ao Senhor na eira de Ornã, o jebuseu.
19 Subiu, pois, Davi, conforme a palavra de Gade, que falara em nome do Senhor.
20 E, virando-se Ornã, viu o anjo, e esconderam-se seus quatro filhos que estavam com ele; e Ornã estava trilhando o trigo.
21 E Davi veio a Ornã; e olhou Ornã, e viu a Davi, e saiu da eira, e se prostrou perante Davi com o rosto em terra.
22 E disse Davi a Ornã: Dá-me este lugar da eira, para edificar nele um altar ao Senhor; dá-mo pelo seu valor, para que cesse este castigo sobre o povo.
23 Então disse Ornã a Davi: Toma-o para ti, e faça o rei meu senhor dele o que parecer bem aos seus olhos; eis que dou os bois para holocaustos, e os trilhos para lenha, e o trigo para oferta de alimentos; tudo dou.
24 E disse o rei Davi a Ornã: Não, antes, pelo seu valor, a quero comprar; porque não tomarei o que é teu, para o Senhor, para que não ofereça holocausto sem custo.
25 E Davi deu a Ornã, por aquele lugar, o peso de seiscentos siclos de ouro.
26 Então Davi edificou ali um altar ao Senhor, e ofereceu nele holocaustos e sacrifícios pacíficos; e invocou o Senhor, o qual lhe respondeu com fogo do céu sobre o altar do holocausto.
27 E o Senhor deu ordem ao anjo, e ele tornou a sua espada à bainha.
28 Vendo Davi, no mesmo tempo, que o Senhor lhe respondera na eira de Ornã, o jebuseu, sacrificou ali.
29 Porque o tabernáculo do Senhor, que Moisés fizera no deserto, e o altar do holocausto, estavam naquele tempo no alto de Gibeom.
30 E não podia Davi ir perante ele consultar a Deus; porque estava aterrorizado por causa da espada do anjo do Senhor.


1 Crônicas 21:14-30
Nessa mesma montanha de Moriá, Abraão ofereceu seu filho Isaque (Gênesis 22:2; 2 Crônicas 3:1). Mas Deus reteve a mão de Abraão, da mesma forma que agora retém a mão do anjo. O julgamento divino aqui assume a forma do fogo que consome o sacrifício oferecido por Davi (v. 26). Depois de ter presenciado o sacrifício substitutivo de Isaque, Abraão chamou esse lugar de “Jeová-Jiré”, o que equivale a “No monte do SENHOR se proverá” (Gênesis 22:14).

Quanto a nós, sabemos da seriedade dessa provisão, e sabemos também quem recebeu os golpes do julgamento de Deus em nosso lugar. A voz que diz ao anjo “Basta” e ordena que ele coloque a espada na bainha é a mesma que um dia dirá: “Desperta, ó espada, contra o meu pastor e contra o homem que é o meu companheiro… fere o pastor” (Zacarias 13:7). Insondável e maravilhoso mistério!

A punição que merecíamos foi afastada de nós para sempre por ter sido derramada sobre Ele, castigado em nosso lugar: Jesus, o Pastor designado por Deus, nosso bom Pastor, “o homem que é o meu companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos”.

Que DEUS abençoe a todos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Romanos 6:23

Segunda-feira 7 Dezembro

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 6:23).

A VIDA ETERNA É MESMO UM SONHO?
Em certo jornal havia um curto artigo intitulado: “A vida eterna continua sendo um sonho”. O argumento do artigo era que os cientistas pensavam que algum dia a média de idade das pessoas chegaria aos 100 anos, mas não se estenderia muito além disso.

Sim, nessa terra onde tudo perece, a vida eterna certamente é um sonho, e isso tem sua razão de ser: quando Deus criou o homem, o colocou em condições favoráveis para que pudesse ter uma vida feliz. Mas Adão e Eva desobedeceram ao único mandamento imposto: comeram o fruto proibido. Não saíram vitoriosos da prova da obediência.

Deus lhes advertira, e a morte entrou efetivamente na vida deles. Desde então o pecado é o grande inimigo do ser humano. Paulo escreveu aos romanos (5:12): “Por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”.

Contudo, a vida eterna existe! Deus encontrou uma saída para essa desesperadora situação. A Bíblia nos assegura que mediante a fé em Jesus Cristo, o Filho de Deus, cada pessoa pode receber uma vida nova e eterna. Mas, para recebê-la, devemos reconhecer que somos pecadores e que, portanto, pecamos e confessar tudo a Deus. Então Deus nos dará a vida eterna, uma vida que continuará no porvir, depois que tivermos deixado este mundo.

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 5.2

7 de Dezembro

"E, por isso, neste tabernáculo gememos, aspirando por ser revestidos da nossa habitação celestial." 2 Coríntios 5.2

Se somos filhos de Deus renascidos, nossa vida deveria ser uma constante demonstração do acontecimento do arrebatamento. O que acontecerá quando Jesus Cristo, o Ressurreto, se revelar de maneira visível aos que Lhe pertencem? A resposta está em 1 Coríntios 15.51: "Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos." Nessa ocasião, espiritualmente falando, a lei da gravidade será abolida, a lei da morte que nos puxa para baixo deixará de exercer sua força. Enfermidades e coisas parecidas nos deixarão como um vestido que é despido, e seremos revestidos. Num instante estaremos desligados da terra e arrebatados ao encontro do Senhor Jesus. Nós estaremos salvos!

Agora eu gostaria de lhe fazer uma pergunta direta: você pratica essa transformação no seu dia-a-dia? Outras pessoas são transformadas e renovadas pela sua vida "apta para o arrebatamento"? A vida de Jesus se manifesta através de você porque você, como diz Romanos 6, morreu e ressuscitou com Cristo, de modo que outras pessoas são libertas, salvas e transformadas pelo seu exemplo de vida? Mas, afinal, isso é possível? Sim, essa é a nossa santa obrigação!

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 4.1-15

2 Coríntios 4.1-15

1 Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2 pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.
3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto,
4 nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus.
6 Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados;
9 perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos;
10 levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.
11 Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.
12 De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida.
13 Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos,
14 sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco.
15 Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus.

2 Coríntios 4:1-15

Como o apóstolo, será que nós já "rejeitamos as cousas que, por vergonhosas, se ocultam"? (v. 2). O coração de Paulo era como um espelho; refletia fielmente ao redor de si cada raio que recebia. E qual era o objeto que brilhava nele e refletia a todos os homens? A "glória de Deus na face de Cristo" (v. 6). Que tesouro era para Paulo esse conhecimento de Cristo na glória! Ele era apenas um vaso de barro que continha esse conhecimento, um vaso pobre, frágil e sem valor próprio. Se o instrumento de Deus se fizesse notar através de brilhantes qualidades humanas, ele chamaria a atenção para si mesmo em detrimento do tesouro que deveria apresentar. Os joalheiros sabem que um estojo muito luxuoso tende a eclipsar a jóia contida nele. Eles expõem suas mais belas jóias sobre um simples veludo preto. Do mesmo modo, o vaso de barro - Paulo - estava atribulado, perplexo, perseguido, abatido, para que o tesouro - a vida de Cristo nele - fosse plenamente manifestado (v. 10). As provas de um crente servem para remover dele qualquer brilho pessoal, a fim de que na vida dele resplandeça apenas a luz de Jesus, o Filho de Deus.

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 3.1-18

2 Coríntios 3.1-18

1 Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós?
2 Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,
3 estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,
6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente,
8 como não será de maior glória o ministério do Espírito!
9 Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.
10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.
11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.
12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar.
13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.
14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido.
15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.
16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.
17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.

2 Coríntios 3:1-18

Os homens julgavam a doutrina pregada por Paulo observando o comportamento dos coríntios. Eles eram sua vivas "cartas de recomendação", ou melhor, as de Cristo, cujo nome estava escrito em seus corações. Cada cristão é uma "carta de Cristo" que Deus escreve aos que não lêem a Bíblia para que vejam o Evangelho vivido. Mas, infelizmente, muitas dessas cartas estão manchadas ou indecifráveis, em vez de serem conhecidas e lidas por todos os homens (v. 2). Cuidemos, pois, para que não haja nenhum véu sobre o nosso rosto que nos impeça de irradiar o esplendor cristão: o véu das preocupações, do egoísmo, do mundanismo etc. Mas, acima de tudo, cuidemos para que não haja sobre o nosso coração um véu (por exemplo, o de uma má consciência; v. 15) que intercepte os raios que devemos receber de Cristo, o qual é amor e luz. Se escondermos uma pequena planta num lugar escuro, logo ela murchará. Ao contrário, se a colocarmos num lugar onde possa receber normalmente o sol e a chuva, ela crescerá e no tempo adequado estará carregada de frutos. O mesmo acontece com nossa alma. Se ela estiver na presença de Cristo, será gradualmente transformada à semelhança das perfeições morais dAquele a quem contemplamos em Sua Palavra (v. 18).

Que DEUS abençoe a todos.

1 Crônicas 21:1-13

1 Crônicas 21:113

1 ENTÃO Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel.
2 E disse Davi a Joabe e aos maiorais do povo: Ide, numerai a Israel, desde Berseba até Dã; e trazei-me a conta para que saiba o número deles.
3 Então disse Joabe: O Senhor acrescente ao seu povo cem vezes tanto como é; porventura, ó rei meu senhor, não são todos servos de meu senhor? Por que procura isto o meu senhor? Porque seria isto causa de delito para com Israel.
4 Porém a palavra do rei prevaleceu contra Joabe; por isso saiu Joabe, e passou por todo o Israel; então voltou para Jerusalém.
5 E Joabe deu a Davi a soma do número do povo; e era todo o Israel um milhão e cem mil homens, dos que arrancavam da espada; e de Judá quatrocentos e setenta mil homens, dos que arrancavam da espada.
6 Porém os de Levi e Benjamim não contou entre eles, porque a palavra do rei foi abominável a Joabe.
7 E este negócio também pareceu mau aos olhos de Deus; por isso feriu a Israel.
8 Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer este negócio; porém agora sê servido tirar a iniqüidade de teu servo, porque procedi mui loucamente.
9 Falou, pois, o Senhor a Gade, o vidente de Davi, dizendo:
10 Vai, e fala a Davi, dizendo: Assim diz o Senhor: Três coisas te proponho; escolhe uma delas, para que eu ta faça.
11 E Gade veio a Davi, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Escolhe para ti,
12 Ou três anos de fome, ou que três meses sejas consumido diante dos teus adversários, e a espada de teus inimigos te alcance, ou que três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra, e o anjo do Senhor destrua todos os termos de Israel; vê, pois, agora, que resposta hei de levar a quem me enviou.
13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque são muitíssimas as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens.


1 Crônicas 21:1-13
Ficamos imaginando a razão de Deus, que não mencionou os pecados anteriores de Davi, ter relembrado o pecado da contagem do povo. Davi agora é um fraco reflexo dAquele de quem o rei se separou, e esse pecado nos mostra antes de tudo essa distância. Era necessário que Israel não confundisse o Messias mesmo com o maior de seus reis. O Filho de Davi era ao mesmo tempo o Senhor deles (Mateus 22:41-45). Novamente, era preciso explicar a necessidade do castigo divino e da graça que colocaria um ponto final nele. Fora disso essa história não pode ser compreendida. Aqui Davi aparece como um pecador culpado, mesma condição que a minha e a sua. Mas ele conhece o coração de Deus. A resposta dele a Gade é prova disso: “Caia eu, pois, nas mãos do SENHOR, porque são muitíssimas as suas misericórdias” (v. 13). Você já experimentou pessoalmente a compaixão divina? Para expiar nossos pecados, não havia a opção de escolher entre três anos de fome, três meses de guerra ou três dias de pestilência. Mas Cristo, ao tomar nosso lugar, conheceu a plena medida da ira de Deus durante as três horas de trevas na cruz; Ele suportou o castigo que nos estava reservado eternamente.

Que DEUS Abençoe a todos.

1 Crônicas 18:1-17; 20:4-8

1 Crônicas 18:1-17

1 E DEPOIS disto aconteceu que Davi derrotou os filisteus, e os sujeitou; e tomou a Gate, e os lugares da sua jurisdição, da mão dos filisteus.
2 Também derrotou os moabitas; e os moabitas ficaram por servos de Davi, pagando tributos.
3 Também Davi derrotou a Hadar-Ezer, rei de Zobá, junto a Hamate, quando ele ia estabelecer o seu domínio sobre o rio Eufrates.
4 E Davi lhe tomou mil carros, e sete mil cavaleiros, e vinte mil homens de pé; e Davi jarretou todos os cavalos dos carros; porém reservou deles para cem carros.
5 E vieram os sírios de Damasco a socorrer a Hadar-Ezer, rei de Zobá; porém Davi feriu dos sírios vinte e dois mil homens.
6 E Davi pôs guarnições na Síria de Damasco, e os sírios ficaram por servos de Davi, pagando-lhe tributo; e o Senhor guardava a Davi, por onde quer que ia.
7 E Davi tomou os escudos de ouro, que tinham os servos de Hadar-Ezer, e os trouxe a Jerusalém.
8 Também de Tibate, e de Cum, cidades de Hadar-Ezer, tomou Davi muitíssimo cobre, de que Salomão fez o mar de cobre, e as colunas, e os utensílios de cobre.
9 E ouvindo Toí, rei de Hamate, que Davi destruíra todo o exército de Hadar-Ezer, rei de Zobá,
10 Mandou seu filho Hadorão a Davi, para lhe perguntar como estava, e para o abençoar, por haver pelejado contra Hadar-Ezer, e por havê-lo ferido (porque Hadar-Ezer fazia guerra a Toí), enviando-lhe também toda a sorte de vasos de ouro, e de prata, e de cobre.
11 Os quais Davi também consagrou ao Senhor, juntamente com a prata e ouro que trouxera de todas as demais nações: dos edomeus, e dos moabitas, e dos filhos de Amom, e dos filisteus, e dos amalequitas.
12 Também Abisai, filho de Zeruia, feriu a dezoito mil edomeus no Vale do Sal.
13 E pôs guarnições em Edom, e todos os edomeus ficaram por servos de Davi; e o Senhor guardava a Davi, por onde quer que ia.
14 E Davi reinou sobre todo o Israel; e fazia juízo e justiça a todo o seu povo.
15 E Joabe, filho de Zeruia, comandava o exército; Jeosafá, filho de Ailude, era cronista.
16 E Zadoque, filho de Aitube, e Abimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes; e Savsa escrivão.
17 E Benaia, filho de Joiada, estava sobre os quereteus e peleteus; porém os filhos de Davi, eram os primeiros junto ao rei.

1 Crônicas 20:4-8

4 E, depois disto, aconteceu que, levantando-se guerra em Gezer, com os filisteus, então Sibecai, o husatita, feriu a Sipai, dos filhos do gigante; e ficaram subjugados.
5 E tornou a haver guerra com os filisteus; e El-Hanã, filho de Jair, feriu a Lami, irmão de Golias, o giteu, cuja haste da lança era como órgão de tecelão.
6 E houve ainda outra guerra em Gate; onde havia um homem de grande estatura, e tinha vinte e quatro dedos, seis em cada mão, e seis em cada pé, e que também era filho do gigante.
7 E injuriou a Israel; porém Jônatas, filho de Simei, irmão de Davi, o feriu;
8 Estes nasceram ao gigante em Gate; e caíram pela mão de Davi e pela mão dos seus servos.

1 Crônicas 18:1-17; 20:4-8
Os capítulos 18, 19 e 20 tratam das guerras de Davi. Eles agrupam os feitos que no segundo livro de Samuel estão separados por diversos eventos da história do rei. Nós já os analisamos anteriormente, e não há diferenças significativas entre os dois relatos. Existe apenas uma exceção: o total silêncio observado no começo do capítulo 20 sobre o terrível pecado de Davi e suas trágicas conseqüências. Nem o escandaloso caso de Urias, nem o pecado de Amon seguido de seu assassinato, nem a conspiração de Absalão, nem o papel criminoso desempenhado por Joabe encontram lugar no livro de Crônicas. É assim que a graça age. “Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto” diz Davi no Salmo 32. Querido leitor, você já teve essa experiência?

Davi triunfa sobre os filisteus, os moabitas, os sírios, os edomitas e novamente sobre os filhos de Amom (cap. 19 e 20). Todos os inimigos tradicionais de Israel foram subjugados, uma figura do momento em que Deus subjugará todas as coisas a Cristo e colocará Seus inimigos como estrado dos pés de Seu Filho (Hebreus 1:13; 2:8).

Que DEUS abençoe a todos.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Lucas 15:11-24

As Graças do Amor

Dois irmãos se amavam profundamente. Ambos eram agricultores e viviam a curta distância um do outro.

Certa noite o mais velho deles, assentado junto à lareira com sua família, disse de si para si: "meu irmão deve estar sozinho, nem tem esposa e nem filhos. Eu tenho mais do que ele. Tomarei alguns grãos do meu campo e os levarei à ele sem que ele o perceba".

Porém de sua parte, o outro pensou. "meu irmão deve estar em apertos econômicos. Eu não tenho esposa nem filhos e nem de quem cuidar. Ele necessita muito mais do que eu. Tomarei alimentos do meu campo e levarei a ele".

Durante várias noites os dois irmãos foram se presenteando assim, com os frutos da terra. Até que certa vez se descobriram mutuamente. Então, ambos se abraçaram de emoção, e confessaram que haviam feito isto por amor.

Quão admirável é a força do amor! Une os corações, dá felicidade aos lares e torna a vida agradável. Que seria dos seres humanos se o verdadeiro amor desaparecesse?

Porém se é importante dar e receber afeto entre os nossos queridos, quão mais necessário é receber o amor de Deus em nossa vida.

Jesus, certa vez, contou uma parábola que retrata o grande amor de Deus.

A parábola está relatada no evangelho de Lucas 15:11-24 - Um homem muito rico tinha dois filhos. Ele amava os dois profundamente. E tudo o que ele pode construir na vida, foi pensando no bem estar e no futuro de seus filhos queridos.

O mais jovem não deu valor ao velho pai. Cansado da monotonia de seu lar, pediu ao pai parte da herança que lhe pertencia. Pedir a herança por antecipação era o mesmo que pedir e desejar a morte do pai.

Mas, o pai desse jovem, era um pai de amor. Não ficou ofendido com a proposta do filho, e lhe deu tudo o que teria por direito.

Com muito, mas muito dinheiro, aquele moço saiu pelo mundo em busca de prazeres, amigos e mulheres. Com certeza gastou todo o seu dinheiro com jogos e glutonaria. Ele realmente havia se esquecido dos ensinos daquele bom pai.

Enquanto tinha dinheiro para esbanjar, todos eram seus amigos. Mas, como os bens terrenos são passageiros, e o que perdura são as coisas espirituais, o dinheiro foi acabando. E acabou.

Houve naquela terra uma grande fome, e como tinha gasto todo o dinheiro, não tinha com o que comprar alimento. Os amigos se foram. As mulheres desapareceram. E tudo que antes era muito fácil por causa do dinheiro, agora era insuportavelmente difícil.

A única coisa que ele conseguiu, foi apascentar porcos. E apascentar porcos não era nada agradável. Sua fome era tanta que ele se alimentava da lavagem que os porcos comiam.

E veio à sua mente o seu antigo lar, onde todos comiam e bebiam. Até os jornaleiros de seu pai comiam bem. Ele pensou: "O que é que estou fazendo aqui, irei falar com meu pai e direi a ele que pequei, contra os céu e contra a terra e que não sou digno de ser chamado Seu filho e que quero trabalhar para ele."

Armou-se de toda a coragem e foi. E é aí que vamos conhecer o amor do Pai. Imagine um pai sentado na varanda esperando o seu filho. Todos os dias acordava com esperança de que esse filho voltasse.

E todos os dias ele espera, mas, em vão. Porém, naquele dia enquanto estava sentado, viu um vulto conhecido. Estava maltrapilho, mas ele conhecia aquele andar.

O coração do pai palpitava de alegria. Correu ao encontro do filho. Mesmo não estando cheirando bem, ele abraça o filho, e o beija. Manda que lhe coloquem uma veste limpa, que lhe dêem um anel e que lhe preparem uma mesa farta. Que matem aquele bezerro que ele vem preparando para este dia maravilhoso.

A Bíblia declara que o pai disse: ". . . Comamos, e alegremo-nos; porque este filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado." Lucas 15: 23, 24

Imagine você, a alegria de Deus, quando nós pecadores, voltamos para os seus braços.

O nosso Deus é um Deus de amor, bondade, compaixão e misericórdia, e como o pai da parábola, Ele está de braços abertos nos esperando.

E é tão fácil. É só aceitar o convite e sair correndo para abraçar um Pai que nunca se esquece de seus filhos.

Receber o abraço e o perdão do Pai é nada mais nada menos que experimentar as graças do amor.

Que DEUS abençoe a todos.