domingo, 6 de dezembro de 2009

2 Coríntios 2.1-17

2 Coríntios 2.1-17

1 Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me convosco em tristeza.
2 Porque, se eu vos entristeço, quem me alegrará, senão aquele que está entristecido por mim mesmo?
3 E isto escrevi para que, quando for, não tenha tristeza da parte daqueles que deveriam alegrar-me, confiando em todos vós de que a minha alegria é também a vossa.
4 Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
5 Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós;
6 basta-lhe a punição pela maioria.
7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza.
8 Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor.
9 E foi por isso também que vos escrevi, para ter prova de que, em tudo, sois obedientes.
10 A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo;
11 para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.
12 Ora, quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo, e uma porta se me abriu no Senhor,
13 não tive, contudo, tranqüilidade no meu espírito, porque não encontrei o meu irmão Tito; por isso, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.
14 Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.
15 Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.
16 Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?
17 Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.

2 Coríntios 2:1-17

Paulo havia adiado sua viagem para Corinto a fim de que sua primeira carta tivesse tempo de surtir efeito. Graças a Deus, que surtiu efeito tanto na igreja como no homem que havia sido excluído. Mas agora os coríntios corriam outro perigo: o de esquecer de demonstrar graça para com o pecador arrependido. Haviam passado de uma reprovável indulgência para uma desmedida severidade. Satanás está sempre pronto para nos fazer pular de um extremo ao outro. Seus métodos são variados, mas seus desígnios não mudam: ele quer aniquilar o testemunho de Cristo e manter os homens debaixo de seu domínio. Ele até usa de piadas a respeito de si mesmo - piadas tão freqüentes no mundo - para fazer com que as pessoas esqueçam de seus terríveis planos. Vigiemos, e não tomemos parte nas vãs conversações a respeito do diabo e de seu poder.

Em sua inquietude pelos coríntios, Paulo havia deixado um grande campo de trabalho para ir ao encontro de Tito, que lhe traria notícias deles. Mas, apesar de não achá-lo, Paulo é confortado ao pensar que, por onde quer que passe, ele espalhava "o bom perfume de Cristo" (v. 15). Será que todos os que nos conhecem podem sentir esse mesmo perfume em nós?

Que DEUS abençoe a todos.

1 Crônicas 17:16-27

1 Crônicas 17:16-27

16 Então entrou o rei Davi, e ficou perante o Senhor; e disse: Quem sou eu, Senhor Deus? e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?
17 E ainda isto, ó Deus, foi pouco aos teus olhos; pelo que falaste da casa de teu servo para tempos distantes; e trataste-me como a um homem ilustre, ó Senhor Deus.
18 Que mais te dirá Davi, acerca da honra feita a teu servo? Porém tu conheces bem a teu servo.
19 Ó Senhor, por amor de teu servo, e segundo o teu coração, fizeste toda esta grandeza, para fazer notória todas estas grandes coisas.
20 Senhor, ninguém há como tu, e não há Deus fora de ti, segundo tudo quanto ouvimos com os nossos ouvidos.
21 E quem há como o teu povo Israel, única gente na terra, a quem Deus foi resgatar para seu povo, fazendo-te nome com coisas grandes e temerosas, lançando as nações de diante do teu povo, que resgataste do Egito?
22 E confirmaste o teu povo Israel para ser teu povo para sempre; e tu, Senhor, lhe foste por Deus.
23 Agora, pois, Senhor, a palavra que falaste de teu servo, e acerca da sua casa, confirma-a para sempre; e faze como falaste.
24 Confirme-se e engrandeça-se o teu nome para sempre, e diga-se: O Senhor dos Exércitos é o Deus de Israel, é Deus para Israel; e permaneça firme diante de ti a casa de Davi, teu servo.
25 Porque tu, Deus meu, revelaste ao ouvido de teu servo que lhe edificarias casa; pelo que o teu servo achou confiança para orar em tua presença.
26 Agora, pois, Senhor, tu és o mesmo Deus, e falaste este bem acerca de teu servo.
27 Agora, pois, foste servido abençoar a casa de teu servo, para que permaneça para sempre diante de ti: porque tu, Senhor, a abençoaste, e ficará abençoada para sempre.


1 Crônicas 17:16-27
Davi sente não merecer nada. Completamente vencido, lembra a bondade de Deus para consigo e Lhe rende louvor e ações de graças. Temos agradecido a Deus? Quando alguém falha em agir assim conosco, chamamos tal atitude de ingratidão ou falta de educação. Imaginemos então como Deus se sente quando Seus filhos esquecem de Lhe agradecer. E, de fato, se formos pensar bem, quantas são as bênçãos dEle recebidas diariamente as quais nem sequer notamos ou lembramos de agradecer ao Pai! Quantos de Seus atos de amor nos passam despercebidos por julgarmos óbvios, pelo menos enquanto os desfrutamos: o cuidado de nossa família, nossa saúde, nossa comida etc.? Quando sentam para comer, as famílias cristãs têm o costume (até o dever) de dar graças. Mas é necessário que as palavras ditas em oração nesse momento realmente saiam do nosso coração. Mais dos que os benefícios materiais que recebemos dEle, agradeçamos a Deus pelos privilégios cristãos: a Palavra, a comunhão com os irmãos na fé, nossa educação no temor do Senhor (Efésios 5:20). E, acima de tudo, jamais cansemos de agradecer pela Sua tão grande salvação, pelo tão maravilhoso Salvador que Ele nos deu. “Graças a Deus pelo seu dom inefável!” (2 Coríntios 9:15).

Que DEUS abençoe a todos.

sábado, 5 de dezembro de 2009

João 14:1

Sexta-feira 5 Dezembro

Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim (João 14:1).

FUTURO SEM TEMOR
Muitos provérbios e ditados são baseados em experiências vividas ao longo de vários anos. Quando tememos um evento futuro, como uma cirurgia séria, as pessoas frequentemente tentam nos consolar com: “Há males que vêm para bem.” Mas tais ditados, que dizemos tanto quando não estamos envolvidos na situação, de modo algum tiram o medo do desconhecido.

Nossos medos não são diminuídos mesmo quando há garantias que as coisas irão dar certo. Então o conceito de “esperança” é normalmente ligado à incerteza. E o que o destino reserva para mim? E quem pode fazer previsões confiáveis acerca do que está adiante?

Mas será que a esperança tem de estar sempre ligada à incerteza? Não se aprendermos a descansar em Deus. Ele nos tem prometido um futuro em Sua Palavra sem nenhuma partícula de temor. Quando o Senhor Jesus Cristo estava prestes a deixar Seus discípulos para voltar ao Pai, eles temiam sem qualquer motivo. O que seria deles sem a presença do Mestre para guiá-los? Então Ele os conforta, dizendo: “Credes em Deus, crede também em mim.” Eles estariam sempre seguros se colocassem sua fé no Senhor, que a partir daquele momento estaria invisível. Não é diferente hoje. A fé em nosso Deus invisível e em Seu Filho, Jesus Cristo, é a única chance de um futuro sem temor, com absoluta segurança e estabilidade, mesmo em meio às inevitáveis provações.

Que DEUS abençoe a todos.

1 Tessalonicenses 4.14

5 de Dezembro

"Pois se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará juntamente em sua companhia os que dormem." 1 Tessalonicenses 4.14

Afinal, será que é possível todos os renascidos serem arrebatados do meio da multidão? Qual é a força que tem condições de distinguir com tanta precisão quem deve ser retirado e quem deve ficar? Certa vez, essa pergunta foi feita a Edison, o famoso descobridor da lâmpada elétrica. Seus sábios colegas lhe perguntaram: "Como é possível somente os crentes serem arrebatados ao encontro do Senhor?" Ele lhes respondeu com uma explicação bem prática. Tomou uma caixa de areia bem fina e misturou nela limalha de ferro miúda, sacudindo tudo muito bem. Por cima da caixa de areia ele colocou um ímã potente. Embora a areia começasse a se mexer, nada aconteceu com ela. As pequenas partículas de ferro, porém, voaram todas em direção ao ímã. Assim será por ocasião do arrebatamento! Todos aqueles que tiverem a aptidão interior, a ligação com o Cordeiro de Deus, serão arrebatados. Qual é, portanto, a força motriz para desencadear esse processo? O arrebatamento, pelo qual esperamos, será uma irradiação do poder da ressurreição de Jesus Cristo. Aquele que não crê na ressurreição de Jesus também não pode ser arrebatado.

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 1.12-24

2 Coríntios 1.12-24

12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco.
13 Porque nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis; e espero que o compreendereis de todo,
14 como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor.
15 Com esta confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um segundo benefício;
16 e, por vosso intermédio, passar à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me convosco, e ser encaminhado por vós para a Judéia.
17 Ora, determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade? Ou, ao deliberar, acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o sim e o não?
18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.
19 Porque o Filho de Deus, Cristo Jesus, que foi, por nosso intermédio, anunciado entre vós, isto é, por mim, e Silvano, e Timóteo, não foi sim e não; mas sempre nele houve o sim.
20 Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.
21 Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus,
22 que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.
23 Eu, porém, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto;
24 não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.

2 Coríntios 1:12-24
Não era costume de Paulo dizer sim e pensar não (v. 17). Os coríntios podiam confiar nele: não havia no apóstolo nenhum traço de dissimulação, e ele dava prova de sua sinceridade tanto nos seus atos e no seu cotidiano como na pregação de um Evangelho não falsificado (2:17; 4:2). Quão importante isso é! Se um filho de Deus falta com a verdade, os que o observam podem até mesmo pôr em dúvida a Palavra de Deus. Paulo manifestava absoluta retidão tanto em suas relações com o mundo como em suas relações com outros cristãos (v. 12). Afinal, ele não era o mensageiro dAquele que é "o Amém, a testemunha fiel e verdadeira", o Fiador de todas as promessas de Deus? (v. 20; Apocalipse 3:14).

Os versículos 21 e 22 nos fazem recordar de três características do dom do Espírito Santo: através dEle, Deus nos "ungiu", ou seja, nos consagrou para Si mesmo e nos deu o poder de penetrar em Seus pensamentos. Ele nos "selou", ou, em outras palavras, nos marcou como Sua possessão. Finalmente, Ele nos "deu o penhor" de nossa herança celestial, ao nos conceder ao mesmo tempo uma prova inicial dessa realidade e o meio para dela desfrutar desde já "em nossos corações".

Que DEUS abençoe a todos.

1 Crônicas 16:7-22

1 Crônicas 16:7-22

7 Então naquele mesmo dia Davi, em primeiro lugar, deu o seguinte salmo para que, pelo ministério de Asafe e de seus irmãos, louvassem ao Senhor;
8 Louvai ao Senhor, invocai o seu nome, fazei conhecidas as suas obras entre os povos.
9 Cantai-lhe, salmodiai-lhe, atentamente falai de todas as suas maravilhas.
10 Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam ao Senhor.
11 Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente.
12 Lembrai-vos das maravilhas que fez, de seus prodígios, e dos juízos da sua boca;
13 Vós, semente de Israel, seus servos, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos.
14 Ele é o Senhor nosso Deus; os seus juízos estão em toda a terra.
15 Lembrai-vos perpetuamente da sua aliança e da palavra que prescreveu para mil gerações;
16 Da aliança que fez com Abraão, e do seu juramento a Isaque;
17 O qual também a Jacó confirmou por estatuto, e a Israel por aliança eterna,
18 Dizendo: A ti te darei a terra de Canaã, quinhão da vossa herança.
19 Quando eram poucos homens em número, sim, mui poucos, e estrangeiros nela,
20 Quando andavam de nação em nação, e de um reino para outro povo,
21 A ninguém permitiu que os oprimisse, e por amor deles repreendeu reis, dizendo:
22 Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal.

1 Crônicas 16:7-22
Os cantores e instrumentistas tinham sido escolhidos. Em nossos dias, o canto não é mais exclusividade de poucos. Certamente todos nós gostamos de cantar um hino de louvor, e em particular na Ceia do Senhor juntar nossa voz em canções de adoração (Efésios 5:19; Colossenses 3:16). Neste capítulo Davi entrega nas mãos de Asafe pela primeira vez a responsabilidade de louvar ao Senhor com hinos. Seu Nome, Sua glória, Suas obras, Seu relacionamento com Seu povo… que excelentes razões os israelitas tinham para celebrar! Para nós que conhecemos o Senhor Jesus e Sua obra na cruz, quantos infinitos motivos temos para adorar! Sim, cantemos com entendimento; pensemos nas palavras proferidas. Nossos hinos, compostos em concordância com a Bíblia, revelam muitos aspectos das glórias do Pai e do Filho. É imprescindível diferenciar tais aspectos.

O que são os filhos de Deus em relação ao mundo que os cerca? “Pequeno número, pouquíssimos e forasteiros” (v. 19). Será que são infelizes? Muito pelo contrário! “Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o Senhor” (v. 10). Nossa glória, nossas riquezas, alegria e segurança estão no nome de Jesus e em nosso relacionamento com Ele e com o Pai.

Que DEUS abençoe a todos.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Lucas 10:25-35

Quem é o Meu Próximo?

Quem é o nosso próximo? A quem realmente devemos nos importar e demonstrar o nosso amor cristão?

Jesus quando aqui andou contou uma parábola muito impressionante, para mostrar quem é o próximo.

Esta parábola está relatada em Lucas 10:25-35. Nós conhecemos bem a história: Um homem viajava de Jerusalém para Jericó; ou poderia ser, viajava de São Paulo para Santos, ou Rio de Janeiro à Nova Friburgo; no caminho ele foi assaltado por marginais que além de roubarem todos seus pertences, o maltrataram cruelmente, abandonando-o muito ferido, quase à morte.

Jesus contou esta história ao um doutor, "Intérprete da Lei" (V.25) a quem demonstrava que o único caminho para a vida eterna era o: "Amar a Deus em primeiro lugar e amar o próximo como a si mesmo. A isto o doutor perguntou, "E quem é o meu próximo?"

Na história do Bom Samaritano, os indivíduos não são idendificados pelos nomes, mas caracterizados pelas funções e ações. O homem assaltado é um anônimo: talvez um viajante, um desempregado em busca de trabalho; quem sabe um bóia-fria.

Enfim, é alguém carente, desprotegido, marginalizado, sem amigos, sem dinheiro, sem família - sem ninguém - a sós no mundo, como milhões de outros por aí. Lá está ele: jogado à beira da estrada, caído na sarjeta abandonado.

Entram em cena, então aqueles que tinham a solução do problemas às mãos: Um sacerdote e um levita. Diz a Palavra de Deus: "Casualmente descia um Sacerdote por aquele mesmo caminho." (V.31)

Você perguntaria: Será que o sacerdote parou para ajudá-lo? Não! A Bíblia fala que numa atitude de completo "desamor" o sacerdote passou de lado, ou seja tentou ignorar aquela situação; procurou não envolver-se nem se incomodar com o pobre miserável.

Quem sabe o sacerdote havia trabalhado todo fim de semana; estava cansado e saudoso do lar. Queria ter o seu merecido repouso e ficar me paz, às sós. E afinal de contas o que tinha acontecido com aquele estranho não era da sua conta.

A história continua: "Semelhantemente um levita descia por aquele mesmo caminho, e vendo-o também passou de largo. (v.32)

O sacerdote nem sequer olhou para o ferido viajante. O levita, quem sabe, preocupado pois poderia ser um parente ou amigo seu, deteve-se por um instante, olhou-o, e como não o reconhecesse, passou de largo.

E lá estava o moribundo, quase a morrer. Será que ninguém se preocuparia com ele? Será que ninguém se importava? Será que ninguém tinha amor para dar?

Neste momento apareceu um estranho, um "inimigo" , ou seja um samaritano, um estrangeiro. Ora, durante cerca de 800 anos os judeus não se davam com os samaritanos, porque em 722, Salmanezer ou Sargão II, reis da Assíria tomara Samaria e substituíram seus habitantes por bailônios e sírios, que trouxeram suas tradições, crenças religiosas contrárias às dos judeus.

Os samaritanos eram inimigos, para os judeus , um foco purulento incrustado no seu território. Eram considerados como cães.

Mas, vejamos: lá estava o moribundo; ele sentiu que alguém parou, desceu da montaria e se aproximou dele. Quem seria? Oh, impossível! Era um samaritano!

E o samaritano compadeceu-se dele, curou-lhe as feridas aplicando óleo e vinho; e colocou-o em cima do seu próprio animal e o levou para uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: cuida deste e, se alguma coisa gastares a mais, e to indenizarei quando voltar.

Finalmente alguém viu o drama do homem abandonado; alguém sentiu por ele; alguém se envolveu, alguém ajudou. Por estranho que pareça, quem ajudou era um ser rejeitado, um inimigo, um cão.

Ao Jesus terminar o relato perguntou ao doutor da lei: "Qual deste três parece ter sido o próximo do homem. . ." V.36. O homem respondeu sem titubiar, "Aquele que usou de misericórdia para com ele." V.37 sua resposta estava correta.

Aqui estão algumas verdades para nós:

1. Muitos se dizem religiosos, cristãos, mas não desejam nenhum comprometimento com os probelams dos outros. Isto é negação de religião, isto é negar a Cristo.

2. Muitos julgam que devam ajudar aos seus familiares, seus parentes, colegas e amigos, e nada mais. O seu círculo de amor é muito limitado, sua atuação muito restrita.

3. Na concepção cristã, o nosso próximo não está limitado à nossa família, nossas amizades, nossa raça. Nosso próximo é todo aquele que necessita de auxílio e quem podemos ajudar.

4. A parábola nos ensina que a verdadeira religião é a prática do amor. É crer fazendo. É viver o que crê, e fazer o bem que se deve fazer. Tiago diz: "A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações." Tiago 1:.27

A Bíblia nos diz: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de todas as tuas forças e todo o teu entendimento; e amarás o teu próximo como a ti mesmo." Lucas 10:27

Quando Jesus terminou de contar esta história do bom Samaritano, disse para o doutor da lei: "Vai e procede tu de igual modo, e mais, . . . faze isto e viverás." Lucas 10:37-38.

Nesta parábola contada por Jesus, se você fosse um dos integrantes, quem seria você? O sacerdote? O levita? Ou o bom samaritano?

Agora olhe ao seu redor: Veja quantos necessitados, abandonados e carentes estão à beira da estrada, destruídos pelo pecado assaltados pelo mal.

Veja quanta ruína e tragédia! então reaja: Ajude alguém hoje! faça o bem a alguém; diga uma palavra de conforto; levante um caído, anime-o, ponha seu amor em prática.

Que DEUS abençoe a todos.

Atos 13:26

Quinta-feira 4 Dezembro

A vós vos é enviada a palavra desta salvação (Atos 13:26).

A GRANDE SALVAÇÃO DE DEUS
A palavra “salvação” tem um significado profundo no Novo Testamento. Em algumas passagens, ela é usada em um sentido que inclui o significado de justificação, redenção ou reconciliação. Essa é a verdade do versículo de hoje e de Hebreus 2:3. Em Efésios 1:13, os aspectos individuais que são concedidos ao cristão através da graça estão igualmente reunidos nesta única palavra. A boa nova de Jesus Cristo e Sua obra de redenção é o “evangelho da nossa salvação”.

A salvação é frequentemente mencionada no Antigo e no Novo Testamentos. No Antigo testamento ela é sempre de libertação temporal das mãos dos inimigos. Mas, no Novo Testamento, esse testemunho é dado a respeito do Senhor Jesus no primeiro capítulo: “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1:21). Aqueles a quem essa salvação seria pregada estavam em risco iminente da perdição eterna. Então em 1 Coríntios 1:18, lemos do contraste entre “os que perecem” e “nós, que somos salvos”. Em Mateus 8:25 (cujo assunto é a salvação temporal), os discípulos gritaram: “Senhor, salva-nos, que perecemos.” A perdição, ou o estado de estar perdido, e a salvação são opostos entre si.

O culpado necessita de perdão, enquanto a justificação é tudo o que pode ajudar o condenado. Os que estão em escravidão precisam de redenção. Como inimigos de Deus precisamos de reconciliação. Mas, como perdidos, prestes a perecer, nos é oferecida a salvação. Em Seus sofrimentos e morte na cruz do Calvário, o Senhor Jesus estabeleceu o fundamento para a satisfação da maior necessidade do homem: a salvação e a reconciliação com Deus.

Que DEUS abençoe a todos.

1 Tessalonicenses 4.16

4 de Dezembro

"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus..." 1 Tessalonicenses 4.16

Este tão grandioso e singular acontecimento na história da salvação e da humanidade, o mistério do arrebatamento, é precedido por acontecimentos que se sucedem em oculto. O arrebatamento espera, por exemplo, pela conversão de uma única pessoa. E a conversão dessa única pessoa, que é acrescentada à Igreja de Jesus como a última, provocará o arrebatamento. Pois nem todos se converterão, mas somente um certo número de pessoas de todas as nações: "...até que haja entrado a plenitude dos gentios." Portanto, no céu é registrado exatamente quem é acrescentado à Igreja, e, como já foi dito acima, quando o último se converter, acontecerá o arrebatamento, o que poderia ocorrer hoje! O arrebatamento é realmente um mistério na história da salvação. No Antigo Testamento, encontramos dois exemplos proféticos do arrebatamento, duas pessoas que não passaram pela morte, mas foram tomadas, arrebatadas para o Senhor: Enoque e Elias. Nenhum desses dois homens morreu. Eles servem como exemplo à Igreja de Jesus. Nós, como membros do corpo de Jesus, ansiosos esperamos não precisar passar pela morte, preferiríamos não ser "despidos", mas "revestidos". Paulo diz: "Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos."

Que DEUS abençoe a todos.