quarta-feira, 7 de outubro de 2009

João 1.29

7 de Outubro

"Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" João 1.29

Você sabe que este Jesus, que esteve pendurado na cruz e morreu por você, é o Criador de todas as coisas? Sabe que o Deus eterno não se cansa nem se fatiga? Sua mente é indecifrável. Ele carrega todo o Universo. Em sentido mais profundo, não existem leis da natureza, mas tudo é sustentado e mantido por uma Pessoa, Jesus Cristo. Em Isaías 9.6 lemos: "...o governo está sobre os seus ombros." É como se o Espírito Santo dissesse: esse Jesus, o eterno Filho de Deus, é tão forte que carrega todo o Universo sobre Seus ombros. Agora leia Lucas 15.4-5. Ali você O vê como o bom pastor. Ele se tornou homem, e nessa passagem Ele fala das cem ovelhas que possui, e quando perde uma delas, Ele a procura até encontrá-la, e então a carrega sobre Seus ombros. Para carregar aquela uma ovelhinha Ele necessita dos dois ombros! Você crê que estes ombros fortes um dia possam desabar? " sim, sem dúvida, eles desabaram sob uma carga que foi mais pesada que todo o Universo: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" Ele caiu sob o peso dos nossos pecados, mas a morte não pode retê-lO. Ele ressuscitou e vive!

Que DEUS abençoe a todos.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

SÁBADO ou DOMINGO

DO SÁBADO PARA O DOMINGO
(Primeiro Pensamento)

O mundo cristão tem observado dois dias diferentes. De um lado, a maioria dos cristãos observa com sinceridade o domingo, o primeiro dia da semana, acreditando que é um memorial da ressurreição de Cristo. De outro lado, um grupo de cristãos, igualmente sinceros, crêem que a Bíblia honra apenas o sétimo dia como o sábado do Senhor. Bem, então em algum momento da história alguém fez a mudança do dia de guarda.

Como isto aconteceu?

Quem mudou o descanso do sábado, o sétimo dia da semana, para o domingo, o primeiro dia da semana? Será que Deus, Cristo, ou talvez os apóstolos fizeram essa mudança? Será que a Bíblia autoriza essa mudança?

1- Quando Deus deu os Dez Mandamentos a Seu povo, Ele também deixou claro que nenhum ser humano deveria mudar suas ordens.

“NADA ACRESCENTEM às palavras que eu lhes ordeno e delas NADA RETIREM, mas obedeçam aos mandamentos do Senhor, o Seu Deus, que eu lhes ordeno”. Deuteronômio 4:2

2- O próprio Deus prometeu não alterar Seus mandamentos:

“NÃO violarei a minha aliança NEM MODIFICAREI AS PROMESSAS DOS MEUS LÁBIOS”. Salmo 89:34

“Porque eu, o SENHOR, NÃO MUDO...” Malaquias 3:6

“Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem NÃO PODE EXISTIR VARIAÇÃO OU SOMBRA DE MUDANÇA”. Tiago 1:17

3- Jesus não mudou o sábado nem anulou. Ele o confirmou em sua vida e até declarou:

“Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir. Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra”. Mateus 5:17 e 18.

4- Os discípulos e apóstolos continuaram guardando o sábado

Tiago, o primeiro líder da igreja cristã primitiva, escreveu o seguinte sobre os Dez Mandamentos:

“Pois quem obedece a toda Lei, mas tropeça em apenas um ponto, torna-se culpado de todos. Pois aquele que disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás”. Tiago 2:10, 11

5- Lucas, o médico e evangelista da igreja primitiva, relatou:

“No sábado, saímos da cidade e fomos para a beira do rio, onde esperávamos encontrar um lugar de oração.” Atos 16:13

6- No livro de Atos no Novo Testamento Lucas menciona 84 vezes que o sábado era observado pelos seguidores de Cristo, todos abrangendo um período de 14 anos depois da ressurreição de Jesus:

- 2 sábados em Antioquia (Atos 13:14, 42, 44);

- 1 em Filipos (Atos 16:13);

- 3 em Tessalônica (Atos 17:2, 3);

- 78 sábados em Corinto (Atos 18:4, 11).

7- João, o último dos doze apóstolos a morrer, guardou o sábado. Ele escreveu:

“No dia do Senhor achei-me no Espírito”. Apocalipse 1:10

8- De acordo com Jesus, o dia do Senhor é o sábado:

“Pois o Filho do Homem é Senhor do sábado”. Mateus 12:8

ENTÃO, DE ONDE VEIO O DOMINGO?

Na Bíblia o primeiro dia da semana nunca é chamado de domingo! Nem é chamado de dia santo, nem existe qualquer indicação de que deveria ser separado como um dia de adoração. Só existem oito textos nas Escrituras que falam do primeiro dia da semana; Se na Bíblia existe alguma ordem ou permissão para a troca do sétimo para o primeiro dia da semana, tem que estar nestes oito textos. Vamos fazer um exame crítico dos oito textos que mencionam o primeiro dia da semana e ver se existe uma autorização Bíblica para a mudança?

1º - Mateus 28:1. “E, no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.”

Você achou que aqui existe alguma coisa indicando que Deus mudou o dia de adoração do sábado para o domingo? Está claro que não!

Este texto foi escrito no ano 62 d.C., 31 anos depois da ressurreição de Jesus. Ele só descreve que Maria Madalena e Maria a Mãe de Jesus, estão esperando terminar o sábado de descanso para irem ver o corpo de Jesus. Ao contrário este é mais um texto que prova que, após a morte de Jesus, o dia que se guardava era o Sábado.

2º - Marcos 16:2. “E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do Sol.”
No verso 1, fala que elas esperaram passar o Sábado. Este texto também foi escrito 31 anos após a morte de Jesus, em Mar. 2:28, Marcos menciona que o Sábado é o Dia do Senhor e desconhece completamente o domingo.

3º - Marcos 16:9. “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena...”

Este texto também foi escrito 31 anos após a ressurreição de Jesus. Também não fala nada sobre guardar o domingo. Dá pra notar, que Jesus teve todo o cuidado de não violar o sábado nem na sua morte. Seus trabalhos de criação e redenção foram realizados honrando o Sábado.

4º - Lucas 24:1. “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado.”
Lucas escreveu isso no ano 64 D.C., 33 anos depois da ressurreição do Senhor,. Não vemos nada nem ninguém dizendo sobre guardar o domingo. Pelo contrário, Lucas faz questão de deixar claro no capítulo 23, no verso 56 seu conceito sobre o sábado.. . veja: “E voltando elas, no Sábado repousaram, conforme o mandamento.”

5º - João 20:1. “E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.”
Este texto foi escrito no ano 97 d.C., 66 anos depois de Jesus ressuscitar, e também não diz nada a favor do domingo.

6º - João 20:19. “Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e trancadas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus... e disse-lhes: Paz seja convosco.”
Este texto não fala nem sequer que os discípulos se reuniram para um culto. Pelo contrario, só estavam ali escondidos por causa do medo! Apenas isso!

7º - Atos 20:7. “E, no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo que havia de viajar no dia seguinte, falava com eles; e prolongou o discurso até à meia noite.”
Esta era à noite de sábado. Eles haviam passado o sábado todo, juntos, como era seu costume (Atos 17:2); e, ao terminar o dia, no pôr-do-Sol, e começar o primeiro dia (início da noite de Sábado), Paulo que teria de partir no dia seguinte, desejou usufruir da presença dos discípulos, e isso foi até à meia noite. Você notou que Paulo, evitou iniciar uma viagem no Sábado?

8º “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá ajuntando para que se não façam coletas quando eu for.” 1ª Coríntios 16:2.
• Paulo soube que os crentes de Jerusalém (Atos 11:28 e 29) estavam em grandes necessidades, e os discípulos decidiram socorrê-los.
Paulo então pediu aos irmãos que todas as semanas, em casa, e não na igreja, no primeiro dia da semana, fossem ajuntando alguma coisa; dinheiro, alimento, roupa, sandálias... Paulo estava organizando o trabalho de assistência social, apenas isso.

Bem, aqui foram os únicos oito versos da Bíblia onde aparece o primeiro dia da semana citado. Você achou que em alguns destes textos Deus mandou mudar o dia de guarda para o domingo? Achou que em algum deles há provas de que os discípulos guardavam o domingo?

Então voltamos à pergunta:

Quem mudou o dia de guarda, e quando isto aconteceu?

Bem logo depois que Jesus subiu ao céu, o cristianismo começou a ser perseguido terrivelmente! Os grandes e terríveis shows de crueldade no Coliseu são muito famosos. Eram espetáculos de morte!

Durante muitos anos os cristãos foram perseguidos até a morte. Morriam homens, mulheres e crianças. O problema para Roma, era que apesar de perseguir e matar muitos cristãos, eles não conseguiam matar o cristianismo! O sangue dos cristãos na terra era como semente que fazia com que aparecessem mais e mais cristãos!

Nenhum imperador Romano, por mais poderoso que tenha sido, conseguiu vencer o cristianismo pelo medo! A perseguição foi em vão!

Mas você conhece aquele velho ditado: Se você não pode com eles, então junte-se a eles!

Se alguém quer falsificar dinheiro, vai ter que tentar fazer um dinheiro muito parecido com o verdadeiro!

Assim, um imperador, muito esperto, decidiu que não iria mais lutar contra o cristianismo, ao contrário iria unir-se aos cristãos. Ele resolveu se declarar cristão, e agora fez com que o cristianismo passasse a ser a religião oficial do Estado. O nome deste imperador era Constantino. Só que Constantino era pagão, amava a outros deuses, guardava outro dia, a Bíblia para ele não valia nada!

Assim, Constantino parou com a perseguição, e o que muitos pensaram que era uma bênção, foi uma maldição! Isto porque Constantino começou a introduzir dentro do cristianismo as coisas nas quais ele acreditava! Aos poucos ele foi fabricando um cristianismo que era a sua própria cara!

Constantino, que adorava a ídolos, introduziu dentro do cristianismo a adoração de imagens. E depois que o Novo Testamento já tinha sido completado e que todos os apóstolos já tinham morrido, no dia 7 de março de 321 AD, Constantino o Grande promulgou a primeira lei civil acerca do domingo, ordenando que todas as pessoas do império romano, exceto os fazendeiros, deveriam descansar no domingo.

Foi o primeiro Decreto Dominical. De 07/03/321, e dizia o seguinte:

“Devem os magistrado e as pessoas residentes nas cidades repousar, e todas as oficinas serem fechadas no venerável dia do Sol...[1]”

QUEM ASSUMIU A MUDANÇA?

Quem oficialmente ASSUMIU A MUDANÇA do dia de descanso do sétimo dia para o primeiro dia da semana foi a Igreja Católica.

Um catecismo da Igreja Católica Romana, de Peter Geiermann diz:

“Pergunta: Qual é o dia de descanso?

Resposta:O sábado é o dia de descanso.

Pergunta: Por que guardamos o domingo e não o sábado?

Resposta: Guardamos o domingo ao invés do sábado porque a Igreja Católica... transferiu a solenidade do sábado para o domingo”. [2]

O profeta Daniel manda um aviso a toda a humanidade. Ele diz que haveriam poderes na terra mudando a Lei de Deus!

DANIEL 7:25 “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará m mudar os tempos e a lei;”

E assim o dia que era contado de por do sol a por do sol, conforme Levíticos 23:32 “Sábado de descanso solene vos será; de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado” passou a ser contado de meia a meia noite, e o mandamento “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” passou para o “guardar domingos e festas...”

Mas Paulo, o grande missionário e personagem principal da nossa série, que estabeleceu várias igrejas, ungiu diversos presbíteros e diáconos, empossou líderes na igreja, Ele fez tudo isso, mas nunca falou ou fez nada que apoiasse a mudança do sábado para o domingo. Pelo contrário, em Éfeso e Corinto guardou e pregou em 194 Sábados, durante três anos e nove meses.

Só no Novo Testamento há 59 referências ao Sábado. Lucas, escreveu sobre os Atos dos Apóstolos, especialmente os de Paulo, ele também não falou nada da mudança do Sábado para o domingo. Bem se Paulo não falou em nenhuma oportunidade que o domingo ocupou o lugar do Sábado, é porque ele não pensava assim.

ISTO É PARA VOCÊ PENSAR – Depois da ressurreição, Cristo passou 40 dias instruindo Seus discípulos sobre o estabelecimento de Sua igreja e, no entanto, não disse que o Sábado foi transferido para o domingo por causa de Sua ressurreição. Se realmente o Sábado tivesse sido abolido, você não acha que Jesus diria abertamente?
Ao contrário, preste atenção no que Cristo disse ao ver de uma maneira profética a destruição de Jerusalém, que aconteceria ainda uns 40 anos depois de Ele subir ao céu:
Mateus 24: 20 “...Orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no Sábado.”

Jesus disse isso porque para fugir no inverno é muito mais difícil e no sábado é dia de adorar e não de viajar.

E você sabe que dia Jerusalém foi destruída? Numa quarta-feira.

AGORA, PRESTE BASTANTE ATENÇÃO EM DECLARAÇÕES DE DIVERSAS RELIGIÕES A RESPEITO DO SÁBADO E DA LEI DE DEUS.

CONGREGACIONALISTAS: “Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observância do primeiro dia da semana como sendo o Sábado cristão.” – Mode and Subjects of Baptism, por Fowler.

METODISTAS: “É certo não haver mandamento para o batismo infantil... Tampouco o há para santificar o primeiro dia da semana.” – Theological Compend (1902), Rev. Amós Binneyas, 180 e 181.

LUTERANOS: “A observância do domingo não se baseia em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da igreja.” – Augsburg Confession of Faith citado em Cox’s Sabbath Manual, pág. 287.

PRESBITERIANOS: “Deus instituiu o Sábado na criação do mundo separando para este fim o sétimo dia, e impôs sua observância como obrigação universal, moral e perpétua.” – Dr. Archibaldo A. Hodge, da Comissão Presbiteriana de Publicidade.

PENTECOSTAIS: “A Bíblia nos mostra a sagrada Lei de Deus: ‘faça isto’, ‘não farás!’. ÊXODO CAPITULO 20. E essa Lei deveria ser observada, cumprida rigorosamente... – Lições Bíblicas, 7-12/1966, Dir. Respons. Pastor Emílio Conde, pág. 12.

BATISTAS: “Cremos que a Lei de Deus é a base ETERNA E IMUTÁVEL do Seu governo moral (Rom. 3: 31. Mat. 5: 17. Luc. 16:17. Rom. 3:20); que essa Lei é santa, justa e boa (Rom. 7: 12. Sal. 119);... que um dos principais objetivos do evangelho é o de libertar os homens do pecado e restaurá-los em Cristo a uma obediência sincera dessa santa lei, ...(Rom. 8:2-4. Heb. 8: 10. Heb. 12.22-25).” – Manual das Igrejas Batista, por Willian Carey Taylor, 4a. Edição, 1949, pág. 178, Artigo XII – Casa Publicadora Batista.

MÓRMONS – “Há aqueles que gostariam de destruir o DECÁLOGO, OU OS DEZ MANDAMENTOS... Tais mandamentos não foram ab-rogados, nem anulados e estão em vigor hoje da mesma forma como estiveram quando pronunciados em meio aos trovões no Monte Sinai, embora não sejam observados.” – Joseph Fielding Smith, The Heed to Yourselves, pág. 133.

CATÓLICOS - “Nós, católicos romanos, guardamos o domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe de nossa igreja...” – Pe. Júlio Maria, em Ataques Protestantes, p. 81.

E então? O que você acha? Estava aí sua religião?

Se sua religião acredita nisto, o que você está fazendo? O que você irá fazer?

Mas pense bem: A palavra de Deus não seria o suficiente para que você obedecesse?

O SÁBADO HOJE É O MESMO SETIMO DIA DA SEMANA DESDE O ÉDEN?

Podemos afirmar sem qualquer medo de errar que a semana de sete dias ficou inalterada desde a primeira semana no Éden?

De Adão (Gênesis 2:1 a 3) a Moisés não mudou (Êxodo 20:8 a 11) 2.500 Anos

De Moisés a Jesus não mudou (Lucas 4:16) 1.500 Anos

De Jesus até Hoje também não mudou, o ciclo semanal junca foi alterado! 2000 anos, total mais de 6000 anos.

Veja mais uma coisa intrigante:

Você sabia que não existe nada na natureza que determine um ciclo semanal de sete dias? E o mais incrível é que a semana de 7 dias é aceita em TODO O MUNDO e desde A ANTIGUIDADE?

Ninguém neste mundo poderia dizer que isto aconteceu por acaso. Mesmo os paises que não acreditam na Bíblia e no relato de Moisés no Gênesis.

Se você tem dúvida sobre o que estou dizendo, então veja o que a Enciclopédia Britânica diz:

A semana é um período de sete dias , não possuindo nenhuma relação com os movimentos celestes, mas foi ela empregada desde os tempos mais remotos, até sem registro a não ser na memória, em quase todos os países do Oriente...aqueles que rejeitam a narrativa mosaica se sentirão embaraçados, ao atribuir-lhe a origem a probablilidade” 11ª Edição, vol IV, pág. 988, art “Calendário”

Isto faz sentido porque o dia é determinado pela rotação da terra em torno do seu próprio eixo ( aproximadamente 24 horas)

O mês é determinado pela trajetória da Lua em torno da terra (aproximadamente 30 dias)

O ano é determinado pelo tempo que a terra gasta para dar a volta em torno do Sol (Aproximadamente 365 dias)

Mas e a Semana? Qual é o acontecimento da natureza que determina o ciclo semanal? De onde nações que não tem Bíblia, ou cristãos tiraram a idéia de contar a semana em 7 dias?

O que você achou disto?

SE você ficou pasmo, veja estas últimas declarações:

1- “Uma das mais notáveis confirmações, paralela a narrativa mosaica da criação, é aceitação geral da divisão do tempo em semanas, aceitação esta que vai desde os estados cristãos da Europa ás remotas praias do Hindustão, e prevaleceu igualmente entre os hebreus, egípcios, chineses, gregos, romanos, e bárbaros do norte, algumas destas nações tiveram pouca ou nenhuma relação com outras, e que jamais os hebreus conhecerão pelo nome.” THOMAS HARTWELL HORNE, Introduction to theCritical Study and Knowlege of the Holy Scriptures – Edição de 1825, vol.I pag. 183

2- ” A divisão do tempo em semanas não só não é natural, mas é em certo sentido antinatural visto que sete não é uma divisão exata, quer do mês quer do ano. Entre os sábios do Egito, os sábios Indianos, os Árabes, os Assírios..., entre as tribos adoradoras dos espíritos maus da África, entre os índios do continente americano. Que outra teoria poderia se explicar a não ser a suposição da instituição divina de um sábado no surgimento da raça humana? “

Folheto Presbiteriano número 271 – Bounds Tracts, Vol. XII pg 5 e 7

Eu acho que a grande pergunta é: O que você faz com a verdade quando você a encontra? Se o que você queria eram provas bíblicas, históricas. Se você só precisava que alguém lhe mostrasse evidências, então elas estão todas aí! Em seis programas procurei deixar bem claro o assunto.

Tenho certeza que a palavra de Deus não deixa sombra de dúvidas!

Agora, a única pergunta que ainda fica no ar é: O QUE VOCÊ VAI FAZER COM A VERDADE?

Infelizmente esta é uma pergunta que nem eu nem Deus podemos responder.

Cada um é dono da sua liberdade de escolha. Deus nos fez assim!

Muito mais do que provas, do que uma obrigação de cumprir algo estabelecido por Deus, o que a gente vê em todos os programas é a grande preocupação que Deus tem conosco. O seu amor em tentar nos proteger num mundo cheio de stress e depressão. O que nós vemos acima de tudo é um Deus tão amoroso, que para tudo e proporciona para nós 24 horas DE DESCANSO!
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[1] Codex Justinianus Livro 3 tit 12 e13 – Traduzido em Philip Schaff, History of the Church – Vol 7, Ed. 1902, Vol III, pág. 380

[2] Peter Geiermann, The Convert Catechism of Catholic Doctrine (Edição de 1957), pág. 50 [tradução livre].

Música: HORA FELIZ DO POR DO SOL

James Edmeston –Timoth Richard Matthews

Hinário Adventista numero 30

Hora feliz do pôr-do-sol

Hora de paz e comunhão

Hora de luz celestial

Hora de fé e de oração

Bênçãos de paz amor e luz

Para os fiéis vem dar Senhor

Vimos a Ti com gratidão

Para cantar em Teu louvor

Oh! Como é bom aqui sentir

Teu divinal e eterno amor

Dá-nos ó Deus o Teu perdão

Graça e poder é bom Senhor

Gravado pelo trio: Montano de Barros, Élson Gollub e Milton Andrade especialmente para o Programa Está Escrito

Está Escrito: Nem só de pão viverá o homem mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Mateus 4:4






Dia do Senhor: Sábado ou Domingo?
(Segundo Pensamento)


Pelo fato dos primeiros cristãos terem vindo do judaísmo, desde os tempos apostólicos houve uma certa controvérsia no seio da Igreja Antiga, sobre quais normas dadas por Deus no AT deveriam ou não ser abolidas. A questão torna-se ainda mais grave pelo fato de que os cristãos oriundos do paganismo (gentilidade) são evangelizados sem tomarem conhecimento das observâncias mosaicas. Os primeiros conflitos tornaram-se inevitáveis, obrigando os apóstolos a se reunirem em Jerusalém para tratar de tal questão (At 15).


Neste contexto qual deveria ser o Dia de Adoração a Deus? O Sábado conforme fora transmitido por Moisés e os Profetas, ou o Domingo, dia da Ressurreição?

A Instituição do Dia de Adoração

Todos sabem que no AT, o Senhor instituiu o Sábado como o Seu dia de adoração. Mas resta a pergunta: por que? Para entendermos o motivo deste mandamento divino, devemos responder às seguintes perguntas:


1) Por que Deus instituiu um dia para o Seu culto?

2) Por que o Sábado (Shabath) foi escolhido para ser este dia?

A resposta para a primeira pergunta encontramos no livro do Deuteronômio, onde lemos: “Lembra-te de que foste escravo no Egito, de onde a mão forte e o braço poderoso do teu Senhor te tirou. É por isso que o Senhor, teu Deus, te ordenou observasses o dia do sábado” (Dt 5,15).

Como vemos a observância de um dia de adoração está relacionada à libertação que o Senhor proporcionou ao povo Hebreu, quando o tirou do cativeiro no Egito. Deus manifesta-se como o libertador de Seu povo, manifestando todo o Seu Poder e Glória, como verificamos no envio das pragas (cf. Ex 8;9;10;11) e depois ao separar o Mar Vermelho (cf. Ex 14,21-31) para que Israel pudesse finalmente se ver livre do julgo do Faraó.

O Deus libertador é aquele que guia o Seu Povo à Terra Prometida. Devemos perceber aqui que a libertação promovida pelo Senhor da escravidão do Egito é prenúncio da libertação que Cristo posteriormente promoverá da escravidão do pecado, nos conduzindo à Jerusalém Celestial.

Quanto à segunda pergunta, a resposta encontramos no livro do Êxodo: "Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra, o mar e tudo o que contêm, e repousou no sétimo dia; e por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou" (Ex 20,11; cf. Gn 2,3).

Por esta razão no dia da libertação, o homem também deveria livrar-se do trabalho secular (cf. Am 8,5; Ex 34,21; 35,3; Ez 22,8; Jr 17,19-27; Dt 5,12-14); no dia em que Deus manifestou o Seu Amor pelo povo, o povo também manifestaria o seu amor por Ele (Lv 23,3; Lv 24,8; 1Cr 9,32; Nm 28,9-10; Is 1,12s). Isto lembra as palavras de São João: “Nós amamos, porque Deus nos amou primeiro” (1 Jo 4,19).

Depois do que foi exposto, podemos identificar a dupla raiz da instituição do Dia de Adoração:

1) O dia da salvação do povo de Deus conforme Dt 5,15;

2) O dia da plenitude da criação cf. Ex 20,11; pois o Senhor cessou o seu trabalho (a criação do mundo) no sétimo dia, por que ele foi terminado no sexto dia. Deus não se cansa, caso contrário não seria Deus. O “descanso” ou “repouso” de Deus refere-se à cessão do Seu Divino trabalho. Shabath (Sábado) significa “cessão”, “término de alguma atividade”. Por isso, o Sétimo Dia também é o dia da Plenitude da Criação e não do “descanso” de Deus.

Jesus, o Sábado e o DomingoCom o passar do tempo, os Judeus deturparam a observância do Sábado. Eles se esqueceram das raízes espirituais desta divina observância, e se prenderam apenas à letra.

Na época de Jesus, 39 tipos de trabalho eram proibidos. Entre eles colher espigas (cf. Mt 12,2), carregar fardos (Jo 5,10), etc. Os doentes só podiam ser atendidos em perigo iminente de morte, motivo pelo qual se opuseram a Jesus, que curava aos sábados (cf. Mt 12,9-13; Mc 3,1-5; Lc 6,6-10; 13,10-17; 14,1-6; Jo 5,1-16; 9,14-16).

O Senhor contra os fariseus afirmou:

"O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado" (Mc 2,27).

Por isso, declarou que era o Senhor do Sábado (Mc 2,28) e foi incriminado pelos doutores da Lei (Jo 5,9), ao que respondeu que nada mais fazia senão imitar o Pai que, mesmo tendo cessado a criação do mundo, continuou a governá-lo e também aos homens (Jo 5,17).

Alguns cristãos acreditam que neste momento Jesus estava abolindo a observância do Sábado. Os sabatistas contra-argumentam dizendo que não; que Jesus estava era resgatando o sentido espiritual (a verdadeira raiz) desta divina observância. E neste ponto eles estão com toda razão.

Entretanto, os sabatistas enganam-se em pensar que a divina observância do Dia de Adoração, estaria para sempre fixada no Sábado.

Eles argumentam que o Sábado é perpétuo. Se isto fosse verdade, significaria que toda Lei Levítica (circuncisão, páscoa, incenso, sacerdócio, etc) também seria perpétua. Por exemplo, em Ex.12:14 está declarado que a páscoa terá de ser observada "por suas gerações" e "para sempre", exatamente como é dito sobre o Sábado. A oferta de incenso também é dita como perpétua (Ex.29:42). Lavagem de mãos e pés também (Ex.30:21).

Quando o Senhor afirma que o Sábado é perpétuo, não está se referindo à fixação do sétimo dia como dia de Adoração, mas refere-se ao Seu acordo, à Sua fidelidade para com a humanidade.

É o próprio Deus que através dos Profetas do AT anuncia que Seu Acordo se dará de uma nova forma:

"Eis que os dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá, não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o pacto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinarão mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior, diz o Senhor; pois lhes perdoarei a sua iniqüidade, e não me lembrarei mais dos seus pecados" (Jr.31:31-34).

O pacto da Antiga Aliança seria substituído por um Novo, onde o primeiro foi apenas uma figura do segundo que é Eterno (cf. Hb 9 ). Neste Novo pacto, o Senhor instituiria um novo dia para Sua Adoração, pois em um novo dia Ele iria salvar o seu Povo para sempre, conforme profetizou Oséias:

”Farei em favor dela [Sua nova nação, a Igreja], naquele dia, uma aliança, com os animais selvagens, com as aves do céu e com os répteis da terra: farei desaparecer da terra o arco, a espada e a guerra e os farei repousar em segurança. Então te desposarei para sempre; desposar-te-ei conforme a justiça e o direito, com misericórdia e amor. Desposar-te-ei com fidelidade, e tu conhecerás o Senhor” (OS 2,20-22).

O Senhor Jesus não aboliu a observância do Sábado em seu debate com os fariseus. Ele o fez após cumprir o anúncio dos Profetas, morrendo na Cruz e ressuscitando no primeiro dia da semana: Domingo.

Na Antiga Aliança, o Sábado foi estabelecido como o Dia de Adoração, pois foi o Dia da Libertação (cf. Deut 5,15) e o Dia da Plenitude da Criação (cf. Ex 20,11).

Na Nova e Eterna Aliança, o Domingo é estabelecido como o Novo Dia de Adoração, pelas mesmas razões: é o Dia em que o Senhor nos salvou do cativeiro do pecado e o Dia em que ressurgindo da Mansão dos Mortos, cessou o trabalho em Sua nova Criação (a natureza humana incorruptível). Desta forma, o Domingo também é o Dia da Libertação e da Plenitude da Criação.

A própria carta aos Hebreus acentua a índole figurativa do sábado, afirmando que o repouso do sétimo dia era apenas uma imagem do verdadeiro repouso que fluiremos na presença de Deus (cf. Hb 4,3-11). Onde no Sábado estava a figura (o prenúncio), no Domingo está a concretização. O Domingo é o Sábado eterno.

O Testemunho de Cristo, dos Apóstolos e do Espírito SantoJesus aparece à primeira vez aos Apóstolos no domingo, no dia da Ressurreição. Imaginem a alegria que os Apóstolos sentiram ao ver o Senhor Ressuscitado! Sobre isto escreveu o Salmista:

"A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça da esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor; regozijem-nos e alegremo-nos nele" (Sl 118,22-24).

Ora, Jesus se tornou a Pedra Angular no dia em que Ressucitou, o dia da Ressurreição "foi o Dia que o Senhor fez".

Conforme o Profeta Jeremias, em Seu novo pacto, o Senhor promete escrever a Sua Lei no interior e no coração dos homens. E conforme Ozéias, no dia em que isto acontecer, os homens O conhecerão. Ora, isto se cumpre exatamente num Domingo, quando o Espírito Santo é dado aos Apóstolos (cf. Jo 20:19-23; At 2,1-4); pois é o Espírito Santo que nos convence da vontade de Deus.

A segunda aparição do Senhor aos discípulos não é no Sábado, mas no novo “dia que o Senhor fez” (cf. Sl 118,24), isto é, no Domingo (cf. Jo 20:26), dia em que Tomé o adora como Deus (cf. Jo 20:29). Talvez temos aqui a primeira adoração cristã a Deus no dia de Domingo.

O Culto Cristão acontece no domingo (cf. At 20:7; 1Cor 16:2). Os Sabatistas alegam que a “Ceia do Senhor” não era uma reunião de culto. A Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios mostra claramente que a reunião da “Ceia do Senhor” era uma reunião de culto. Basta verificar os capítulos 11 a 16.

No entanto muitos cristãos se viam tentados a judaizar, isto é, a observar as prescrições da Lei Mosaica. Os Gálatas era um exemplo e por causa deles São Paulo dirige-lhes uma epístola exatamente para tratar desta questão. E vejam a bronca que o Apóstolo dá neles:

“Ó insensatos gálatas! Quem vos fascinou a vós, ante cujos olhos foi apresentada a imagem de Jesus Cristo crucificado? Apenas isto quero saber de vós: recebestes o Espírito pelas práticas da lei ou pela aceitação da fé? Sois assim tão levianos? Depois de terdes começado pelo Espírito, quereis agora acabar pela carne?” (Gl 3,1-3).

Quem ainda duvidar de que São Paulo também estava se referindo à observância do Sábado, então veja o que ele escreveu aos Colossenses:

"Que ninguém vos critique por questões de comida ou bebida, pelas festas, luas novas ou sábados. Tudo isso nada mais é que uma sombra do que haveria de vir, pois a realidade é Cristo" (Cl 2,16-17).

São Paulo confirma que o Antigo acordo (que incluía a observância do Sábado) foi substituído pelo Novo acordo cumprido pela Morte e Ressurreição do Senhor Jesus (que inclui agora o Domingo como o Dia do Senhor).


Mais uma confirmação Bíblica de que o Domingo é o Dia do Senhor, está no Livro do Apocalipse. Em Ap 1,10 São João escreve:

“Num domingo, fui arrebatado em êxtase, e ouvi, por trás de mim, voz forte como de trombeta”.

A expressão que no português está como “num domingo” no original grego está "té kyriaké hémerà", que significa “No Dia do Senhor”. Ora, aqui São João está dizendo que no Domingo, que é Dia do Senhor, Deus lhe deu uma revelação. Se o Domingo não é o Dia do Senhor, por que São João assim o indicou no Livro do Apocalipse?

Testemunhos dos primeiros cristãosA Igreja do período pós-Apostólico, também confirmou a doutrina do Novo Dia de Adoração que recebeu dos Apóstolos. Vejamos alguns exemplos:

"Reúnam-se no dia do Senhor [= dominica dies = domingo] para partir o pão e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifício de vocês seja puro" (Didaqué 14,1 - primeiro catecismo cristão, escrito no séc. I, mais precisamente no ano 96 dC).

Santo Inácio, Bispo de Antioquia, que segundo a Tradição foi a criança que Cristo pegou no colo em Mc 3,36, também confirma a Doutrina Apostólica do Domingo:

"9. Aqueles que viviam na antiga ordem de coisas chegaram à nova esperança, e não observam mais o sábado, mas o dia do Senhor, em que a nossa vida se levantou por meio dele e da sua morte. Alguns negam isso, mas é por meio desse mistério que recebemos a fé e no qual perseveramos para ser discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre. Como podemos viver sem aquele que até os profetas, seus discípulos no espírito, esperavam como Mestre? Foi precisamente aquele que justamente esperavam, que ao chegar, os ressuscitou dos mortos.

10. Portanto, não sejamos insensíveis à sua bondade. Se ele nos imitasse na maneira como agimos, já não existiríamos. Contudo, tornando-nos seus discípulos, abraçamos a vida segundo o cristianismo. Quem é chamado com o nome diferente desse, não é de Deus. Jogai fora o mau fermento, velho e ácido, e transformai-vos no fermento novo, que é Jesus Cristo. Deixai-vos salgar por ele, a fim de que nenhum de vós se corrompa, pois é pelo odor que sereis julgados. É absurdo falar de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo judaizar. Não foi o cristianismo que acreditou no judaísmo, e sim o judaísmo no cristianismo, pois nele se reuniu toda língua que acredita em Deus " (Carta de Santo Inácio de Antioquia aos Magnésios. 101 d.C.).

Como se vê o discípulo pessoal de São Paulo confirma a doutrina que recebeu do Mestre, conforme este mesmo expôs aos Gálatas (Gl 1;3) e aos Colossenses (Cl 2,16-17). Outro testemunho do séc II sobre o Domingo é de Justino de Roma, vejamos:

"67. Depois dessa primeira iniciação, recordamos constantemente entre nós essas coisas e aqueles de nós que possuem alguma coisa socorrem todos os necessitados e sempre nos ajudamos mutuamente. Por tudo o que comemos, bendizemos sempre ao Criador de todas as coisas, por meio de seu Filho Jesus Cristo e do Espírito Santo. No dia que se chama do sol, celebra-se uma reunião de todos os que moram nas cidades ou nos campos, e aí se lêem, enquanto o tempo o permite, as Memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos esses belos exemplos. Em seguida, levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces. Depois de terminadas, como já dissemos, oferece-se pão, vinho e água, e o presidente, conforme suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças e todo o povo exclama, dizendo: ‘Amém’. Vem depois a distribuição e participação feita a cada um dos alimentos consagrados pela ação de graças e seu envio aos ausentes pelos diáconos. Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dá o que bem lhe parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente. Ele o distribui a órfãos e viúvas, aos que por necessidade ou outra causa estão necessitados, aos que estão nas prisões, aos forasteiros de passagem, numa palavra, ele se torna o provedor de todos os que se encontram em necessidade. Celebramos essa reunião geral no dia do sol, porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, fez o mundo, e também o dia em que Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos. Com efeito, sabe-se que o crucificaram um dia antes do dia de Saturno e no dia seguinte ao de Saturno, que é o dia do Sol, ele apareceu a seus apóstolos e discípulos, e nos ensinou essas mesmas doutrinas que estamos expondo para vosso exame" (Justino de Roma 155 d.C, I Apologia cap 67).

No tempo de Justino os cristãos eram ferozmente perseguidos e acusados das mais variadas calúnias. Justino que era responsável por uma escola de estudos bíblicos, escreve uma apologia (defesa) ao Imperador em favor dos cristãos. Por isso, ele ao se referir ao domingo utiliza a expressão “dia do sol”, pois era no primeiro dia da semana que os pagãos adoravam o sol. Podemos verificar aqui mais uma vez que a “Ceia do Senhor” não era uma mera reunião de confraternização, mas uma celebração de culto a Deus.

Ainda do segundo século temos o testemunho do advogado cristão Tertuliano, que escreveu muitas obras para as autoridades romanas em defesa dos cristãos perseguidos:

"Outros, de novo, certamente com mais informação e maior veracidade, acreditam que o sol é nosso deus. Somos confundidos com os persas, talvez, embora não adoremos o astro do dia pintado numa peça de linho, tendo-o sempre em sua própria órbita. A idéia, não há dúvidas, originou-se de nosso conhecido costume de nos virarmos para o nascente em nossas preces. Mas, vós, muitos de vós, no propósito às vezes de adorar os corpos celestes moveis vossos lábios em direção ao oriente. Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol. Temos alguma semelhança convosco que dedicais o dia de Saturno (Sábado) para repouso e prazer, embora também estejais muito distantes dos costumes judeus, os quais certamente ignorais" (Tertuliano 197 d.C. Apologia part.IV cap. 16) (grifos meus).

Tertuliano como escreve para os pagãos, também se refere ao primeiro dia da semana como “o dia do sol”. Ele é testemunha que nestes dia os cristãos não adoravam o sol, mas a Cristo.

Do terceiro século temos o testemunho de Hipólito de Roma, que também confirma a Tradição Apostólica de celebrar o culto cristão no Domingo:

"No domingo pela manhã, o bispo distribuirá a comunhão, se puder, a todo o povo com as próprias mãos, cabendo aos diáconos o partir do pão; os presbíteros também poderão parti-lo. Quando o diácono apresentar a eucaristia ao presbítero, estenderá o vaso e o próprio presbítero o tomará e distribuirá ao povo pessoalmente. Nos outros dias, os fiéis receberão a eucaristia de acordo com as ordens do bispo" (Hipólito de Roma 220 d.C Tradição Apostólica part III) (grifos meus).












MINHA CONCLUSÃO A RESPEITO DO SÁBADO OU DO DOMINGO

Quero falar-lhe a maior de todas as verdades aqui ditas: Se ao aprender tudo isto sobre o sábado e o domingo, você pensar que deve guardar o sábado ou o domingo para se salvar, eu terei falhado completamente em meu papel de mensageiro!

Nunca se esqueça de que somos salvos unicamente pela graça! Nunca por obras da lei!

Mas , se você entendeu que ser salvo por Jesus é tão maravilhoso que eu, ao ser transformado por Ele, passo a desejar fazer a vontade dele, então você está no caminho certo! Que tal orarmos juntos ao Senhor pra ele abrir a nossa mente, o nosso coração e ilumine o caminho por onde devemos passar?

Que DEUS abençoe a todos

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Provérbios 3:5-6; Salmo 91:2

Terça-feira 6 Outubro

Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.

Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei

(Provérbios 3:5-6; Salmo 91:2).

CARTA DE UMA LEITORA
Corina, uma leitora deste calendário nos enviou um relato alentador sobre a intervenção de Deus nas decisões que devemos tomar.

Ela era uma feliz mamãe de um bebê de um ano e meio. Seu esposo tinha um trabalho humilde. Corina acabara de encontrar um emprego quando desconfiou que estava grávida novamente. A princípio, angustiada, pensou em um aborto. Mas não quis recorrer a isso por causa de sua fé e decidiu aceitar da mão do Senhor esse outro filho. Mas em tais circunstâncias, o contrato de trabalho temporário não foi renovado. Corina deu à luz um menino, e alguns meses depois seu marido encontrou um emprego melhor. Que resposta divina! Esse casal desejava compartilhar sua gratidão ao Senhor que os guiou em um momento particularmente difícil. “Quando se renuncia algo para agradar a Deus, Ele sempre nos dá algo melhor. Ele sabia do que precisávamos”, atesta Corina. Que alento recebemos quando vemos o Cristo vivo agindo em nosso cotidiano! Após essa experiência, nossos amigos decidiram verdadeiramente colocar todas as decisões da vida deles nas mãos de Deus. Isso é sabedoria!

Que DEUS abençoe a todos.

Romanos 7.19

6 de Outubro

"Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço." Romanos 7.19

Essa não é a sua imagem? Você gostaria de vencer sua ira, seus vícios obscuros, seus pecados, mas não obtém vitória? Por que não? Porque sua entrega não é completa. "Sim", você diz, "bem que eu gostaria de viver totalmente para Jesus, mas não tenho forças." Deus não espera força da sua parte, pelo contrário. Se você segue a Jesus, não se tornará forte de repente, mas continuará tão fraco como era antes. Mas mesmo assim é possível ter uma vida vitoriosa, pois a vitória do Senhor Jesus na cruz do Calvário é uma realidade. Lá na cruz, Ele exclamou: "Está consumado!" Mas será que então, no momento em que você se decidir por Jesus, de repente você se tornará forte para vencer? Não, isso também não. Você continuará tão fraco como antes, e até se tornará mais fraco ainda. Mas por meio da sua decisão consciente você libera uma força que não tem em si mesmo, mas que está à sua disposição. Após o seu sim total a Jesus fica à sua disposição todo o poder vitorioso de Jesus. Não olhe agora para os seus pecados, não olhe para a sua fraqueza. Deus sabe tudo! Ele sabe que tipo de criaturas somos. Também não olhe para as preocupações que pesam em seu coração, mas lance-se nos braços fortes de Jesus!

Que DEUS abençoe a todos.

Atos 28.1-16

Atos 28.1-16
1 Uma vez em terra, verificamos que a ilha se chamava Malta.
2 Os bárbaros trataram-nos com singular humanidade, porque, acendendo uma fogueira, acolheram-nos a todos por causa da chuva que caía e por causa do frio.
3 Tendo Paulo ajuntado e atirado à fogueira um feixe de gravetos, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se-lhe à mão.
4 Quando os bárbaros viram a víbora pendente da mão dele, disseram uns aos outros: Certamente, este homem é assassino, porque, salvo do mar, a Justiça não o deixa viver.
5 Porém ele, sacudindo o réptil no fogo, não sofreu mal nenhum;
6 mas eles esperavam que ele viesse a inchar ou a cair morto de repente. Mas, depois de muito esperar, vendo que nenhum mal lhe sucedia, mudando de parecer, diziam ser ele um deus.
7 Perto daquele lugar, havia um sítio pertencente ao homem principal da ilha, chamado Públio, o qual nos recebeu e hospedou benignamente por três dias.
8 Aconteceu achar-se enfermo de disenteria, ardendo em febre, o pai de Públio. Paulo foi visitá-lo, e, orando, impôs-lhe as mãos, e o curou.
9 À vista deste acontecimento, os demais enfermos da ilha vieram e foram curados,
10 os quais nos distinguiram com muitas honrarias; e, tendo nós de prosseguir viagem, nos puseram a bordo tudo o que era necessário.
11 Ao cabo de três meses, embarcamos num navio alexandrino, que invernara na ilha e tinha por emblema Dióscuros.
12 Tocando em Siracusa, ficamos ali três dias,
13 donde, bordejando, chegamos a Régio. No dia seguinte, tendo soprado vento sul, em dois dias, chegamos a Putéoli,
14 onde achamos alguns irmãos que nos rogaram ficássemos com eles sete dias; e foi assim que nos dirigimos a Roma.
15 Tendo ali os irmãos ouvido notícias nossas, vieram ao nosso encontro até à Praça de Ápio e às Três Vendas. Vendo-os Paulo e dando, por isso, graças a Deus, sentiu-se mais animado.
16 Uma vez em Roma, foi permitido a Paulo morar por sua conta, tendo em sua companhia o soldado que o guardava.

Atos 28:1-16

Deus colocou um sentimento de humanidade no coração dos pagãos da ilha de Malta (como fez anteriormente no de Júlio, o centurião: v. 2; cap. 27:3). Eles acolhem e confortam os náufragos. No meio desse povo, o Senhor se alegra em tornar Seu servo conhecido por meio de um milagre. O apóstolo, que recolhia lenha para a fogueira, é mordido por uma víbora sem que esta lhe cause dano algum. Esse é um dos sinais que deveriam seguir os discípulos. Outro sinal era a imposição das mãos sobre os enfermos para que fossem curados (Marcos 16:17-18). A benevolência dos "bárbaros" de Malta é rapidamente recompensada. Todos os enfermos da ilha, a começar pelo pai de Públio, são curados pelo poder de Deus. E esperamos que também muitas dessas pessoas tenham encontrado a cura da alma. Desse modo, a oposição do inimigo somente serviu para que uma nova terra ouvisse o Evangelho.

A viagem de Paulo termina. Antes de trazer qualquer coisa aos irmãos de Roma, ele mesmo é confortado pelo amor fraternal deles. Até mesmo o mais jovem crente é motivo de alegria e estímulo para um servo de Deus.

Que DEUS abençoe a todos.

2 Reis 3:1-15

2 Reis 3:1-15

1 E JORÃO, filho de Acabe, começou a reinar sobre Israel, em Samaria, no décimo oitavo ano de Jeosafá, rei de Judá; e reinou doze anos.
2 E fez o que era mau aos olhos do Senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe; porque tirou a estátua de Baal, que seu pai fizera.
3 Contudo aderiu aos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, com que fizera Israel pecar; não se apartou deles.
4 Então Mesa, rei dos moabitas, era criador de gado, e pagava de tributo, ao rei de Israel, cem mil cordeiros, e cem mil carneiros com a sua lã.
5 Sucedeu, porém, que, morrendo Acabe, o rei dos moabitas se rebelou contra o rei de Israel.
6 Por isso Jorão ao mesmo tempo saiu de Samaria, e fez revista de todo o Israel.
7 E foi, e mandou dizer a Jeosafá, rei de Judá: O rei dos moabitas se rebelou contra mim; irás tu comigo à guerra contra os moabitas? E disse ele: Subirei; e eu serei como tu, o meu povo como o teu povo, e os meus cavalos como os teus cavalos.
8 E ele disse: Por que caminho subiremos? Então disse ele: Pelo caminho do deserto de Edom.
9 E partiram o rei de Israel, o rei de Judá e o rei de Edom; e andaram rodeando com uma marcha de sete dias, e não havia água para o exército e nem para o gado que os seguia.
10 Então disse o rei de Israel: Ah! o Senhor chamou a estes três reis, para entregá-los nas mãos dos moabitas.
11 E disse Jeosafá: Não há aqui algum profeta do Senhor, para que consultemos ao Senhor por ele? Então respondeu um dos servos do rei de Israel, dizendo: Aqui está Eliseu, filho de Safate, que derramava água sobre as mãos de Elias.
12 E disse Jeosafá: Está com ele a palavra do Senhor. Então o rei de Israel, Jeosafá, e o rei de Edom desceram a ter com ele.
13 Mas Eliseu disse ao rei de Israel: Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe. Porém o rei de Israel lhe disse: Não, porque o Senhor chamou a estes três reis para entregá-los nas mãos dos moabitas.
14 E disse Eliseu: Vive o Senhor dos Exércitos, em cuja presença estou, que se eu não respeitasse a presença de Jeosafá, rei de Judá, não olharia para ti nem te veria.
15 Ora, pois, trazei-me um músico. E sucedeu que, tocando o músico, veio sobre ele a mão do Senhor.


2 Reis 3:1-15
Jorão, irmão de Acazias, se torna rei de Israel. Embora também faça o que é mau aos olhos do Senhor, algumas melhorias são notadas em comparação à conduta dos seus pais. Ele oficialmente rejeita a adoração a Baal.

O primeiro versículo deste livro já mencionava a rebelião de Moabe. Essa é a ocasião para Jorão preparar uma ofensiva contra os moabitas, contando com o apoio de seus mais chegados aliados: o rei de Judá e o rei de Edom. Infelizmente, Josafá não aprendeu a lição de Ramote-Gileade. Ele deu a Jorão a mesma resposta que dera a Acabe (v. 7; 1 Reis 22:4).

A expedição chega à beira do desastre. Jorão culpa o Senhor, embora ele mesmo tenha sido o responsável por toda a situação. Muitas pessoas agem assim também. Em vez de se arrependerem, elas acusam Deus pelas dificuldades que enfrentam. Nesse ponto, Josafá finalmente se preocupa com a Palavra do Senhor. Eliseu está inconformado diante dos três reis, associados de maneira tão errada. Isso nos remete ao jugo desigual com os incrédulos contra o qual os cristãos são seriamente advertidos (2 Coríntios 6:14).

Que DEUS abençoe a todos.

Gênesis 1:28, Gêneses 2:24 e Provérbios 5:18

FALANDO SOBRE SEXO


"Pr. Williams Costa Jr.: Hoje em dia, o que mais produz sentimento de culpa nas pessoas, são os relacionamentos indevidos. Existem pessoas que vivem angustiadas, atormentadas pelo sentimento de culpa por coisas que já passaram, fatos que não se pode mais consertar. Talvez você vá estranhar a pergunta que vou fazer ao pastor Bullón agora, mas, as cartas e telefonemas estão cheios da seguinte pergunta: Pastor Bullón, sexo é pecado?


Pr. Alejandro Bullón: - Por quê?! O sexo é uma das coisas mais belas, puras e sagradas que Deus criou. O sexo é tão puro, tão sagrado para Deus, que no Velho Testamento, quando Ele decidiu identificar um povo como Seu povo, quis que fosse por uma marca. Essa marca não era na cabeça, nem no coração, nem na mão, não, era no órgão sexual masculino. Veja o conceito de santidade que o sexo tem para Deus. No Novo Testamento, quando Ele procura uma figura para ilustrar o tipo de comunhão, de relacionamento puro que quer ter com Sua igreja, Deus usa a figura do relacionamento sexual entre marido e mulher. Portanto, se o sexo é um dom que Deus entregou ao ser humano quando o criou, sexo não pode ser pecado.


Pr. Costa Jr.: - Agora, se o sexo foi criado por Deus, se foi feito para o bem das pessoas, por que as pessoas sentem-se tão culpadas por problemas sexuais e coisas ligadas ao sexo?


Pr. Bullón: - O problema é que nós, às vezes, nos esquecemos a razão pela qual Deus deu o sexo para o ser humano. Existem três motivos porque Deus criou o sexo. Vejamos o que a Bíblia diz a esse respeito no livro de Gêneses. Aqui está o primeiro propósito porque Deus entregou o sexo ao ser humano. Diz assim: "E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, e enchei a terra." (Gênesis 1:28) Deus criou Adão e Eva e lhes deu o sexo. Primeiro propósito do sexo: multiplicar a espécie. Mas esse não é o único motivo. O segundo motivo está em Gêneses 2:24: "Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne." Ou seja, o segundo propósito do sexo é ser um veículo de comunhão física, mental e espiritual entre marido e mulher. Aqui está uma coisa importante: o sexo, do ponto de vista divino, não é apenas um ato físico; é um ato físico, mental e espiritual. Para o animal, o sexo é um ato físico. Aí está a diferença entre o ser humano e o animal. O sexo nele é instinto. Para o ser humano não pode ser instinto, é mais do que instinto, é um ato físico, mental e espiritual. O terceiro propósito do sexo está aqui em Provérbios, e muitos cristãos, às vezes, inconscientemente não querem aceitar isto. Provérbios 5:18, diz assim: "Seja bendito o teu manancial", outras versões da Bíblia dizem, "Sejam bendito o teu leito nupcial", "e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores, e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias." (Prov. 5:18 e 19). Se os amigos que estão assistindo o programa não vissem que estou lendo a Bíblia, poderiam, talvez, pensar que estou fazendo uma leitura pornográfica, porque aqui Deus está falando das carícias físicas entre marido e mulher. O marido acariciando os seios da esposa, deleitando-se com as carícias dela. Aqui, são mencionados também, dois animais que, dizem, são os que mais expressam o prazer físico. Isto quer dizer que o terceiro propósito de Deus ao criar o sexo, é para ser uma fonte de prazer físico. Vamos recaptular: Deus criou o sexo com vários propósitos. Primeiro, para que o ser humano pudesse procriar; segundo, para que o sexo fosse um veículo de unidade mental, física e espiritual entre marido e mulher, e terceiro, para que fosse uma fonte de prazer físico para o ser humano. O problema, é que muitas pessoas, por exemplo, comem e não se sentem culpadas, bebem e não se sentem culpadas, dormem e não se sentem culpadas mas se praticam sexo, sentem-se culpadas. Parece que na mente do ser humano, e eu não sei de onde saiu isso (da Bíblia não foi), prazer físico não combina com vida espiritual. Espiritualidade é uma coisa, prazer físico é outra. Só que na mente divina, o ser humano é um ser completo, é um ser físico, mental e espiritual e todo ele pode ser santo para Deus.


Pr. Costa Jr.: - O senhor mencionou três fatores que precisam estar ligados, inclusive na relação sexual: o físico, o espiritual e o mental. O que acontece quando, na relação sexual, leva-se em conta apenas um desses fatores? Quando há um desequilíbrio, ou , simplesmente a eliminação de um destes aspectos? O que acontece quando, por exemplo, você faz sexo só pelo prazer físico?


Pr. Bullón: - Aí que está uma coisa interessante. Veja: para o sexo ser a coisa pura, limpa e sagrada que Deus criou, tem que ser um ato físico, mental e espiritual. Desde o momento que o sexo passa a ser apenas um ato físico, então já não é mais puro, limpo e sagrado e torna-se um ato animal. Na verdade, o sexo entre marido e mulher, não é um ato que acontece na cama à noite; ele, na realidade, começa de dia com os atos de cortesia, com as palavras de amor, de carinho, com gestos de valorização que acabam num ato físico à noite. Agora, um marido que bate na mulher, a xinga, deprecia-a e quinze minutos depois quer usar o corpo dela, esse não é um ato sagrado, puro, limpo. Esse não é o ato lindo que Deus criou, é apenas um ato animal. Na realidade, não há lugar para algo semelhante a isso na vida de um cristão.


Pr. Costa Jr.: - A recomendação da Palavra de Deus é que o sexo seja somente no casamento. Hoje em dia, em nossa sociedade, vemos verdadeiros absurdos, distorções do sexo fora e antes do casamento. Por que, Pr. Bullón, o sexo deve se restringir apenas ao casamento?


Pr. Bullón: - Vou responder sua pergunta desta maneira: O ser humano de nossos dias, tem cometido um grande erro que é querer dividir a estrutura humana. Está fazendo do sexo apenas um ato físico e o ato apenas físico não satisfaz. Pode proporcionar prazer momentâneo, mas geralmente, quando termina o prazer, resta aquela sensação de vazio, de ansiedade, de desespero.


Pr. Costa Jr.: - Ocorre, às vezes, até um sentimento de culpa, não é?


Pr. Bullón: - De culpa, vontade de chorar, sentir-se sujo, miserável. Houve prazer físico, mas, não satisfação, porque para haver satisfação o ato tem que ser mais do que físico, precisa ser mental e espiritual também. Então, como o ser humano dividiu as coisas e fez do sexo um ato apenas físico, não sabe mais o que inventar hoje, entende? Inventa posição X, posição Y, pensando que o sexo é um assunto de técnica, o que não é verdade. Sexo é uma expressão de amor e não uma demonstração de técnica. Quanto mais você ama a sua esposa, tanto melhor será o sexo.


Pr. Costa Jr.: - O sexo é somente uma expressão de amor?


Pr. Bullón: - É uma expressão de amor, que não deixa de proporcionar prazer físico, porque isso é bíblico. Produz muito prazer físico e o cristão não tem que se sentir culpado por isso. Só que hoje em dia, pelo fato de reduzir o sexo apenas ao seu lado físico, o ser humano não sabe o que inventar. Então, é homem com homem, mulher com mulher, homem com animal, quanto mais aberração melhor. Isto é loucura! É a busca, de um sentido para o sexo, sentido que foi perdido. Biblicamente, Deus confiou o sexo para um casal casado. Adão e Eva foram casados por Deus, unidos para viverem juntos, fiéis um ao outro. Quando o sexo não satisfaz, o ser humano começa a buscar satisfação por aqui, por lá, antes, depois, nisso, naquilo, e assim só consegue um vazio. Esta é uma das razões para as filas, hoje em dia, nos consultórios dos psicólogos e psiquiatras.


Pr. Costa Jr.: - Uma das perguntas que tem chegado ao "Está Escrito", é a seguinte: a Bíblia fala que o sexo deve ser no casamento e monogâmico, marido e mulher. Então, por que existe tanta poligamia na Bíblia?


Pr. Bullón: - Há mistérios que eu não compreendo na Bíblia. Por que vários personagens tiveram muitas mulheres? A Bíblia não me explica. Agora, diante daquilo que a Bíblia não me explica, não adianta eu fazer conjeturas, porque eu estaria dando uma resposta humana e não revelada e eu não quero entrar nesse terreno. Uma coisa eu sei: na Bíblia, houve muitos homens que tiveram duas, três, quatro mulheres e as conseqüências foram só sofrimento, dor e tragédia para eles mesmos. Apesar de Deus ter suportado a teimosia do ser humano, eles colheram as conseqüências ruins disso. Na Bíblia eu encontro a experiência de Isaque que foi alguém que teve uma só mulher e o fim da história é bonito e feliz, porque Deus sempre recompensou a obediência dos filhos que com toda a sinceridade colocaram a vida nas mãos Dele.


Pr. Costa Jr.: - Já vimos que pela Palavra de Deus o sexo deve ser só no casamento. Logo, se a pessoa faz sexo antes do casamento ou fora dele, está fazendo uma coisa errada. Suponhamos que, ou por desconhecimento, ou por vontade, ou cedendo a tentação você errou, você agiu fora do plano de Deus; a pergunta que muita gente nos faz, é a seguinte, Pr. Bullón: Existe esperança para quem errou?


Pr. Bullón: - Claro que existe. Nosso Deus é grande em perdoar! Antes, porém, quero explicar mais uma coisa: mesmo que não considerássemos o que Bíblia diz, por motivos psicológicos e até por amor próprio, o ser humano teria que se preservar para o casamento e explico porquê. Como já disse, o ser humano, é um ser físico, mental e espiritual que não pode ser dividido em sua unidade. Quando ele tenta dividir-se, cria problemas. Por exemplo, uma pessoa que está tão preocupada com o trabalho que na hora de comer, sua boca está mastigando, seu aparelho digestivo digerindo, mas a sua mente e sentimentos estão sofrendo com os problemas do trabalho, o que acontece? Se isso vira rotina, um dia começa a doer o estômago, e logo o médico diagnostica úlcera. Por quê? Porque o ser humano cometeu a tolice de querer dividir sua unidade física, mental e espiritual. Agora, falemos do sexo: o corpo quer, mas a mente não quer. Então a mídia bombardeia, bombardeia, bombardeia e diz que depois dos doze anos já se pode praticar sexo, que não tem que esperar o casamento. Há, inclusive uma apresentadora de televisão que praticamente criou uma geração de brasileiros desde os seis, sete, oito anos. Agora, esses brasileiros já estão com dezesseis, dezessete anos e a apresentadora vai ao público e diz: "Estou grávida e não vou casar!" Pronto, ela é a rainha e faz o conceito do público. Toda uma geração diz: "Se minha mestra faz, então eu também posso fazer." A mídia propaga que está tudo bem e finalmente a mente aceita a mensagem. Agora, o corpo quer, a mente também aceita, só que o ser humano, lá no fundo, em seu aspecto espiritual não aceita. O homem nasceu para ser monogâmico; foi criado para ser monogâmico; naturalmente é monogâmico. Portanto o corpo aceita, a mente aceita, mas, as faculdades espirituais não aceitam. E quando o ser humano insiste, acaba provocando úlceras, só que essas não são no estômago e sim na alma, no inconsciente, que o incapacita de ser feliz. Mais tarde ele se casa e não é feliz. Está faltando o quê? Falta assistir um filme de sexo explícito para aprender novas posições? Não! O sexo tem que abranger os três aspectos da natureza humana. Tem que estar em harmonia com os aspectos físicos, mentais e espirituais da humanidade para ser completo, e não sendo completo, o sexo nunca vai satisfazer. O ser humano que despresa esses valores vai ser permanentemente infeliz. Então, deixando a Bíblia de lado, até por amor próprio ou por egoísmo, o ser humano teria que se preservar para o casamento.


Pr. Costa Jr.: - Então, em outras palavras, o sexo fora ou antes do casamento termina sendo um tipo de arquivo que ao voltar a memória, vai apunhalando os sentimentos e trazendo infelicidade para o presente?


Pr. Bullón: - Exato. Porque quando chega o momento de praticar o sexo legítimo, todo o passado volta ao inconsciente. No momento em que o homem divide esta unidade: corpo para um lado, mente para outro e espírito para outro lado, ele não pode desfrutar plenamente do sexo legítimo. Então, isso não é um assunto de religião, de fanatismo, de mentes retrógradas, nada disso, é apenas uma questão de integridade pessoal. A pressão hoje em dia porém, é muito grande! Outro dia, eu estava vendo uma artista de televisão dizendo que ela era virgem e que queria preservar-se virgem para o casamento. Era impressionante como os entrevistadores a bombardearam fazendo-a sentir-se mal. Hoje o que é certo, parece errado; e o que está errado é considerado certo. Dizem: "Você é fanático!" Mas o que é fanatismo? É defender com paixão uma idéia. Então quem defende a virgindade é fanático. E a pessoa que defende o outro lado também não é um fanático do liberalismo? É muito fácil apontar uma pessoa e dizer que ela está errada. Mas, o único padrão moral é Deus e Ele está revelado na Sua Palavra. Agora, se você não crê na Palavra de Deus, então não há razão para conversarmos, porque não temos um ponto de referência para dialogarmos sobre sexo.


Pr. Costa Jr.: - Talvez você seja alguém que fez uma opção na vida de seguir a Palavra de Deus, ser puro num mundo impuro; ser fiel, num mundo de infidelidade. Talvez você já tenha sido ridicularizado por aquilo que você é, pela opção que fez. Pr. Bulllón que palavras o senhor diria para essa pessoa que está lutando para fazer a vontade de Deus, segundo o que está na Palavra?


Pr. Bullón: - Não tenha medo! Não tenha vergonha de ser a esmagadora minoria. A esmagadora minoria, você entende? Seja como o sal. Jesus disse: "Vós sois o sal da terra" (Mateus 5:13). Você não precisa colocar uma tonelada de sal na panela de sopa, basta uma pitada para que transforme o sabor. Seja o sal e transforme o mundo. Deixe o mundo rir, caçoar, ridicularizar, mas seja convicto dos princípios que você tem em sua vida. Não tenha vergonha de ser a esmagadora minoria e se você errou na vida, não se preocupe. Um dia trouxeram a Jesus uma mulher, Maria Madalena, que tinha errado muito na vida e Jesus com amor disse a ela: "Vai e não peques mais"(João 8:11). Se você errou, há perdão em Jesus. Ele lhe ama muito e está pronto a restaurar você.


Pr. Costa Jr.: - Recebemos algumas cartas dramáticas, que relatam casos de pessoas que entraram por um caminho que parece não haver volta. São pessoas que sentem-se como se estivessem numa teia de aranha, quanto mais se mexem, mais ficam aprisionadas. Temos respondido essas cartas, temos orado por essas pessoas e talvez você seja uma delas. No final desta palestra, gostaria que o Pr. Bullón desse uma palavra especial para essas pessoas que fizeram coisas erradas ou que ainda estão no erro, mas que estão lutando para vencer.


Pr. Bullón: - Jesus tem poder para libertar. Ele ressuscitou mortos, fez andar paralíticos, curou leprosos. Sabe o que é um leproso? Um homem cujas carnes estão apodrecidas. Neste momento você está sentindo que sua vida parece pôdre? Seus valores estão mortos? Você sente que o peso do passado bate na sua consciência? Você acha que arruinou sua vida e que não tem futuro? Neste exato momento você pode acreditar no amor maravilhoso de Jesus. Ele tem poder para lhe libertar. Se você Lhe abrir o coração agora, Ele pode fazer maravilhas por você!

ORAÇÃO

Ó Pai querido, Tu conheces o coração de milhares e milhares de pessoas que neste momento estão sentindo que precisam de Tua graça transformadora e perdoadora. Leva Esperança a esses corações. Ninguém nunca foi tão longe que não haja mais possibilidade de retorno. Para Ti sempre há retorno. Tu acreditas no ser humano, Tu sempre estás pronto a curar, a restaurar. Neste momento Pai, a essas pessoas que talvez tenham lágrimas nos olhos, que talvez sentem-se angustiadas, impotentes, derrotadas, levanta-as vitoriosas, coloca na sua fronte o beijo da Tua paz e de Teu perdão. Como à Maria Madalena, fala: "Filho, Eu não te condeno, mas vai e não brinque mais com algo tão sagrado que eu lhe dei, que é o sexo". Em nome de Jesus. Amém.

Que DEUS abençoe a todos.

(Jeremias 5:31; Isaías 10:3

Segunda-feira 5 Outubro

Que fareis no fim disso?

Mas que fareis vós outros no dia da visitação e da assolação que há de vir de longe? A quem recorrereis para obter socorro e onde deixareis a vossa glória?

(Jeremias 5:31; Isaías 10:3).

A MAIOR DESGRAÇA
Em uma revista de grande circulação foi publicada a entrevista com o filho de um famoso editor. Ele já havia respondido várias perguntas com humor, perspicácia e uma pitada de ironia, quando surgiu a seguinte questão: “Qual seria a maior desgraça que poderia lhe acontecer?” Então ele deu uma breve, inesperada e desconcertante resposta: – Que Deus existisse! O jovem estava plenamente consciente de que, caso Deus existisse, teria de prestar contas do modo como vivia.

A questão da existência de Deus não é um assunto que se possa tratar levianamente, pois traz conseqüências revolucionárias em nossa escala de valores. O primordial já não é saber com que rapidez a camada de ozônio se deteriora, nem quem ocupa o primeiro lugar nos vários esportes, ou que partido político vencerá as próximas eleições. O essencial é saber: o que será de mim diante dAquele que me criou?

De fato, cada ser humano dispõe de uma só vida pela qual, segundo as Escrituras, terá de prestar contas a Deus após a morte. Querido leitor, qual será o destino que lhe está reservado, pois “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hebreus 9:27). Para Deus, que é santo, o menor pecado é um abismo que separa eternamente os homens dEle. Somente o sangue de Seu Filho Jesus Cristo, que expiou nossos pecados, pode nos purificar. Para que isso se torne real na vida de cada pessoa é necessário crer de todo coração na obra que Ele fez na cruz.

Que DEUS abençoe a todos.

Romanos 5.8

5 de Outubro

"Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Romanos 5.8

Em toda parte onde chega o Filho de Deus existe divisão. Um diz sim a Ele, o outro não. Mas Deus leva a sério essas decisões! Deus leva você totalmente a sério, pois você é Sua criatura! Quando Deus criou a grande obra-prima da criação "do pó da terra", o homem à sua semelhança, Ele "lhe soprou nas narinas o fôlego de vida." Assim, Ele nos deu uma natureza que saiu da Sua natureza. A natureza de Deus é o amor! Deus quis pessoas que O amassem espontaneamente, pois amor pressupõe espontaneidade. Isso significa que o homem podia e pode escolher por si mesmo o seu caminho. E o homem escolheu. Ele escolheu o pecado. Nunca seremos capazes de sondar o que o coração de Deus, que é o perfeito amor, sentiu quando o homem, que Ele havia criado à Sua semelhança, friamente se afastou dEle, voltando-se para Satanás. Somente aquele que reconheceu a Jesus Cristo como o dom de Deus começa a pressentir algo do que diz João 3.16: "Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito..." Essa é a maravilhosa mensagem da segunda opção que Deus oferece aos homens perdidos.

Que DEUS abençoe a todos.