quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Romanos 3:21-22

Quinta-feira 10 Setembro

Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus… pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem (Romanos 3:21-22).

A NOVA VIDA: A JUSTIFICAÇÃO (1)
Quando um culpado é perdoado não tem de sofrer nenhum castigo. Caso se trate de um perdão humano, passa-se por cima da falta e ninguém tem de responder por ela. Se o perdão é divino, a falta é expiada, pois Cristo suportou o castigo que ela merecia (Isaías 53:5).

Em certo sentido, o perdão é o lado negativo: o pecado é esquecido e não há castigo para o culpado. Ser justificado é o lado positivo: o acusado é declarado justo e não carrega a culpa. Como isso é possível? Deus colocou Cristo como “propiciação”. A propiciação não apazigua um Deus vingador, mas permite a Deus ser justo ao justificar o pecador: “Àquele que não pratica, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” (Romanos 4:5).

Em uma noite estrelada, Abraão, por convite divino, saiu de sua tenda, e Deus lhe disse: “Olha, agora, para os céus e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua semente”. Abraão não tinha filhos e humanamente falando não havia nenhuma chance de tê-los. Mas “creu ele no SENHOR, e foi-lhe imputado isto por justiça” (Gênesis 15:5-6).

A fé aceita que Deus é justo ao justificar o culpado. Ela não somente foi imputada a Abraão, “mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dos mortos ressuscitou a Jesus, nosso Senhor, o qual por nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação” (Romanos 4:23-25).

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 12.7

10 de Setembro

"E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte." 2 Coríntios 12.7

Um outro tipo de tática inimiga de Satanás é o ataque frontal e direto ao corpo, alma e espírito dos filhos de Deus. A guerra avança em todas as fronteiras. Paulo, como servo do Senhor, também conheceu isso. O ataque contínuo de Satanás ao seu corpo também havia afetado seu espírito e sua alma. Que contra-tática devemos usar quando o inimigo nos confronta dessa maneira? Como devemos nos comportar nesse caso? Nossa tática contrária deve ser não contra-atacar, mas consultar nosso supremo Comandante Jesus Cristo. Paulo fez exatamente isso. Quando ele via outros que estavam sendo afligidos por Satanás, ele ordenava que o inimigo se afastasse em nome de Jesus. Mas quando ele próprio era atacado, recorria ao Senhor: "Por causa disto três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim." E eis que o Senhor Jesus Cristo, o maior estrategista, fez a maravilha: Ele abriu as fontes da graça ao seu servo e disse: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza." Dessa maneira, a tática ofensiva do inimigo nada conseguiu na vida de Paulo.

Que DEUS abençoe a todos.

Atos 15.1-21

Atos 15.1-21
1 Alguns indivíduos que desceram da Judéia ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos.
2 Tendo havido, da parte de Paulo e Barnabé, contenda e não pequena discussão com eles, resolveram que esses dois e alguns outros dentre eles subissem a Jerusalém, aos apóstolos e presbíteros, com respeito a esta questão.
3 Enviados, pois, e até certo ponto acompanhados pela igreja, atravessaram as províncias da Fenícia e Samaria e, narrando a conversão dos gentios, causaram grande alegria a todos os irmãos.
4 Tendo eles chegado a Jerusalém, foram bem recebidos pela igreja, pelos apóstolos e pelos presbíteros e relataram tudo o que Deus fizera com eles.
5 Insurgiram-se, entretanto, alguns da seita dos fariseus que haviam crido, dizendo: É necessário circuncidá-los e determinar-lhes que observem a lei de Moisés.
6 Então, se reuniram os apóstolos e os presbíteros para examinar a questão.
7 Havendo grande debate, Pedro tomou a palavra e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que, desde há muito, Deus me escolheu dentre vós para que, por meu intermédio, ouvissem os gentios a palavra do evangelho e cressem.
8 Ora, Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, concedendo o Espírito Santo a eles, como também a nós nos concedera.
9 E não estabeleceu distinção alguma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé o coração.
10 Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós?
11 Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram.
12 E toda a multidão silenciou, passando a ouvir a Barnabé e a Paulo, que contavam quantos sinais e prodígios Deus fizera por meio deles entre os gentios.
13 Depois que eles terminaram, falou Tiago, dizendo: Irmãos, atentai nas minhas palavras:
14 expôs Simão como Deus, primeiramente, visitou os gentios, a fim de constituir dentre eles um povo para o seu nome.
15 Conferem com isto as palavras dos profetas, como está escrito:
16 Cumpridas estas coisas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando -o de suas ruínas, restaurá-lo-ei.
17 Para que os demais homens busquem o Senhor, e também todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o meu nome,
18 diz o Senhor, que faz estas coisas conhecidas desde séculos.
19 Pelo que, julgo eu, não devemos perturbar aqueles que, dentre os gentios, se convertem a Deus,
20 mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, bem como das relações sexuais ilícitas, da carne de animais sufocados e do sangue.
21 Porque Moisés tem, em cada cidade, desde tempos antigos, os que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados.

Atos 15:1-21


Os crentes das igrejas de Jerusalém e da Judéia eram de origem judaica. Eles se alegraram muito ao saber das conversões entre os gentios; porém, alguns pensavam que, para tornar-se cristãos, havia o requisito prévio de tornar-se judeus, enfim, da circuncisão e da observância da lei. Paulo e Barnabé imediatamente percebem o perigo dessa linha de argumentação, a mesma que mais tarde obrigaria Paulo a escrever uma severa carta aos gálatas. "Voltar à escravidão da lei" - diz-lhes ali - não é outra coisa senão "decair da graça" (Gálatas 5:1-6).

Essa questão gerou o perigo de causar uma divisão entre Jerusalém e Antioquia. Deus conduziu tudo de tal maneira que a questão é discutida em Jerusalém, e a unidade da Igreja é preservada. Pedro, e depois Tiago, tomam a palavra e confirmam que tanto os gentios como os judeus são salvos de uma mesma e única maneira: pela graça do Senhor Jesus (v. 11). E recomenda cuidado para não perturbar ou submeter os novos convertidos com o que Paulo chama de "rudimentos fracos e pobres" (Gálatas 4:9). No entanto, persistem as ordenanças que Deus estabeleceu antes mesmo do povo de Israel; estas valem para todos os tempos e para todas as gentes. É o caso da abstinência do sangue, que remete ao dilúvio (Gênesis 9:4), e do respeito ao matrimônio, que vem da criação (Mateus 19:4-8).

Que DEUS abençoe a todos.

Atos 14.1-28

Atos 14.1-28
1 Em Icônio, Paulo e Barnabé entraram juntos na sinagoga judaica e falaram de tal modo, que veio a crer grande multidão, tanto de judeus como de gregos.
2 Mas os judeus incrédulos incitaram e irritaram os ânimos dos gentios contra os irmãos.
3 Entretanto, demoraram-se ali muito tempo, falando ousadamente no Senhor, o qual confirmava a palavra da sua graça, concedendo que, por mão deles, se fizessem sinais e prodígios.
4 Mas dividiu-se o povo da cidade: uns eram pelos judeus; outros, pelos apóstolos.
5 E, como surgisse um tumulto dos gentios e judeus, associados com as suas autoridades, para os ultrajar e apedrejar,
6 sabendo -o eles, fugiram para Listra e Derbe, cidades da Licaônia e circunvizinhança,
7 onde anunciaram o evangelho.
8 Em Listra, costumava estar assentado certo homem aleijado, paralítico desde o seu nascimento, o qual jamais pudera andar.
9 Esse homem ouviu falar Paulo, que, fixando nele os olhos e vendo que possuía fé para ser curado,
10 disse-lhe em alta voz: Apruma-te direito sobre os pés! Ele saltou e andava.
11 Quando as multidões viram o que Paulo fizera, gritaram em língua licaônica, dizendo: Os deuses, em forma de homens, baixaram até nós.
12 A Barnabé chamavam Júpiter, e a Paulo, Mercúrio, porque era este o principal portador da palavra.
13 O sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para junto das portas touros e grinaldas, queria sacrificar juntamente com as multidões.
14 Porém, ouvindo isto, os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgando as suas vestes, saltaram para o meio da multidão, clamando:
15 Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles;
16 o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos;
17 contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria.
18 Dizendo isto, foi ainda com dificuldade que impediram as multidões de lhes oferecerem sacrifícios.
19 Sobrevieram, porém, judeus de Antioquia e Icônio e, instigando as multidões e apedrejando a Paulo, arrastaram-no para fora da cidade, dando -o por morto.
20 Rodeando -o, porém, os discípulos, levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu, com Barnabé, para Derbe.
21 E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia,
22 fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus.
23 E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.
24 Atravessando a Pisídia, dirigiram-se a Panfília.
25 E, tendo anunciado a palavra em Perge, desceram a Atália
26 e dali navegaram para Antioquia, onde tinham sido recomendados à graça de Deus para a obra que haviam já cumprido.
27 Ali chegados, reunida a igreja, relataram quantas coisas fizera Deus com eles e como abrira aos gentios a porta da fé.
28 E permaneceram não pouco tempo com os discípulos.

Atos 14:1-28

Em Icônio, a Palavra produz o mesmo efeito visto anteriormente: fé em grande número de pessoas e oposição em outras. Os apóstolos falam ousadamente. E qual o segredo da coragem deles? É a sua dependência do Senhor que, por sua vez, cooperava com eles, confirmando a Palavra com sinais e prodígios (v. 3; Marcos 16:20). A cura de um homem coxo realizada em Listra - depois que os apóstolos foram expulsos de Icônio - impressiona profundamente aqueles pobres pagãos. Eles se dispõem a adorar como deuses aqueles homens que em outro lugar quase foram apedrejados. Para os apóstolos, a nova situação é pior que a de antes. Horrorizados, eles exortam esses idólatras para que se convertam ao Deus vivo (12:22-23). Porém os sentimentos da multidão são facilmente demovidos! Basta que cheguem os judeus de Icônio, contando mentiras e instigando a multidão, para que as opiniões mudem e, com o consentimento de todos, Paulo seja apedrejado. Mas o Senhor guarda o servo fiel, que não se amedronta nem se desencoraja. Prossegue tranqüilamente seu ministério, passando novamente pelas cidades onde o evangelho já tinha sido pregado. Assim termina a primeira viagem missionária. Os apóstolos relatam à Igreja todas as coisas gloriosas que o Senhor realizara com eles.

Que DEUS abençoe a todos.

1 Reis 13:20-34

1 Reis 13:20-34

20 E sucedeu que, estando eles à mesa, a palavra do Senhor veio ao profeta que o tinha feito voltar.
21 E clamou ao homem de Deus, que viera de Judá, dizendo: Assim diz o Senhor: Porquanto foste rebelde à ordem do Senhor, e não guardaste o mandamento que o Senhor teu Deus te mandara,
22 Antes voltaste, e comeste pão e bebeste água no lugar de que o Senhor te dissera: Não comerás pão nem beberás água; o teu cadáver não entrará no sepulcro de teus pais.
23 E sucedeu que, depois que comeu pão, e depois que bebeu, albardou ele o jumento para o profeta que fizera voltar.
24 Este, pois, se foi, e um leão o encontrou no caminho, e o matou; e o seu cadáver ficou estendido no caminho, e o jumento estava parado junto a ele, e também o leão estava junto ao cadáver.
25 E eis que alguns homens passaram, e viram o corpo lançado no caminho, como também o leão, que estava junto ao corpo; e foram, e o disseram na cidade onde o velho profeta habitava.
26 E, ouvindo-o o profeta que o fizera voltar do caminho, disse: É o homem de Deus, que foi rebelde à ordem do Senhor; por isso o Senhor o entregou ao leão, que o despedaçou e matou, segundo a palavra que o Senhor lhe dissera.
27 Então disse a seus filhos: Albardai-me o jumento. Eles o albardaram.
28 Então foi, e achou o cadáver estendido no caminho, e o jumento e o leão, que estavam parados junto ao cadáver; e o leão não tinha devorado o corpo, nem tinha despedaçado o jumento.
29 Então o profeta levantou o cadáver do homem de Deus, e pô-lo em cima do jumento levando-o consigo; assim veio o velho profeta à cidade, para o chorar e enterrar.
30 E colocou o cadáver no seu próprio sepulcro; e prantearam-no, dizendo: Ah, irmão meu!
31 E sucedeu que, depois de o haver sepultado, disse a seus filhos: Morrendo eu, sepultai-me no sepulcro em que o homem de Deus está sepultado; ponde os meus ossos junto aos ossos dele.
32 Porque certamente se cumprirá o que pela palavra do Senhor exclamou contra o altar que está em Betel, como também contra todas as casas dos altos que estão nas cidades de Samaria.
33 Nem depois destas coisas deixou Jeroboão o seu mau caminho; antes, de todo o povo, tornou a constituir sacerdotes dos lugares altos; e a qualquer que queria consagrava sacerdote dos lugares altos.
34 E isso foi causa de pecado à casa de Jeroboão, para destruí-la e extingui-la da terra.


1 Reis 13:20-34
É a vez de o homem de Deus vindo de Judá ouvir uma palavra de julgamento. Ele não teve força de caráter, e os resultados foram trágicos.

É um perigo quando alguém se permite ser desviado do caminho. Isso se aplica especialmente aos jovens que, por natureza, são facilmente influenciáveis. Note que o diabo não usa seduções vulgares para tirar um cristão do caminho da obediência! Ele conhece os meios que parecem mais respeitáveis para convencer os filhos de Deus. Todas as aparências estavam a favor do velho profeta que disse ter recebido uma palavra do Senhor através de um anjo. Porém, será que Deus pode contradizer-Se? Quanto ao que nos diz respeito, vamos confiar apenas no que Ele expressamente fala na Bíblia, e não nos afastemos dessas verdades (Gálatas 1:8-9).

Para o jovem profeta, a morte foi o resultado do próprio fracasso. Seu corpo não foi comido pelo leão, uma prova evidente do castigo de Deus. E que punição para o velho profeta! Ele se tornou uma pedra de tropeço para aquele a quem chamou de irmão meu (v. 30), porém seu agir não foi o de um irmão! Levar os outros a desobediência é tão sério quanto desobedecer, pois se está afrontando a Deus e ao próximo.

Que DEUS abençoe a todos.

1 Reis 13:1-19

1 Reis 13:1-19

1 E EIS que, por ordem do Senhor, veio, de Judá a Betel, um homem de Deus; e Jeroboão estava junto ao altar, para queimar incenso.
2 E ele clamou contra o altar por ordem do Senhor, e disse: Altar, altar! Assim diz o Senhor: Eis que um filho nascerá à casa de Davi, cujo nome será Josias, o qual sacrificará sobre ti os sacerdotes dos altos que sobre ti queimam incenso, e ossos de homens se queimarão sobre ti.
3 E deu, naquele mesmo dia, um sinal, dizendo: Este é o sinal de que o Senhor falou: Eis que o altar se fenderá, e a cinza, que nele está, se derramará.
4 Sucedeu, pois, que, ouvindo o rei a palavra do homem de Deus, que clamara contra o altar de Betel, Jeroboão estendeu a sua mão de sobre o altar, dizendo: Pegai-o! Mas a sua mão, que estendera contra ele, se secou, e não podia tornar a trazê-la a si.
5 E o altar se fendeu, e a cinza se derramou do altar, segundo o sinal que o homem de Deus apontara por ordem do Senhor.
6 Então respondeu o rei, e disse ao homem de Deus: Suplica ao Senhor teu Deus, e roga por mim, para que se me restitua a minha mão. Então o homem de Deus suplicou ao Senhor, e a mão do rei se lhe restituiu, e ficou como dantes.
7 E o rei disse ao homem de Deus: Vem comigo para casa, e conforta-te; e dar-te-ei um presente.
8 Porém o homem de Deus disse ao rei: Ainda que me desses metade da tua casa, não iria contigo, nem comeria pão nem beberia água neste lugar.
9 Porque assim me ordenou o Senhor pela sua palavra, dizendo: Não comerás pão nem beberás água; e não voltarás pelo caminho por onde vieste.
10 Assim foi por outro caminho; e não voltou pelo caminho, por onde viera a Betel.
11 E morava em Betel um velho profeta; e vieram seus filhos, e contaram-lhe tudo o que o homem de Deus fizera aquele dia em Betel, e as palavras que dissera ao rei; e as contaram a seu pai.
12 E disse-lhes seu pai: Por que caminho se foi? E seus filhos lhe mostraram o caminho por onde fora o homem de Deus que viera de Judá.
13 Então disse a seus filhos: Albardai-me um jumento. E albardaram-lhe o jumento no qual ele montou.
14 E foi após o homem de Deus, e achou-o assentado debaixo de um carvalho, e disse-lhe: És tu o homem de Deus que vieste de Judá? E ele disse: Sou.
15 Então lhe disse: Vem comigo à casa, e come pão.
16 Porém ele disse: Não posso voltar contigo, nem entrarei contigo; nem tampouco comerei pão, nem beberei contigo água neste lugar.
17 Porque me foi mandado pela palavra do Senhor: Ali não comerás pão, nem beberás água; nem voltarás pelo caminho por onde vieste.
18 E ele lhe disse: Também eu sou profeta como tu, e um anjo me falou por ordem do Senhor, dizendo: Faze-o voltar contigo à tua casa, para que coma pão e beba água (porém mentiu-lhe).
19 Assim voltou com ele, e comeu pão em sua casa e bebeu água.


1 Reis 13:1-19
Certo dia “que ele tinha imaginado no seu coração” (12:33), Jeroboão celebrou em Betel uma festa em honra aos dois bezerros de ouro que havia feito. Mas alguém chegou e perturbou a festa. Era um homem de Deus que vinha de Judá com uma solene mensagem: “Altar, altar! Assim diz o Senhor”. O altar se parte ao meio, o rei é castigado e depois curado pelo poder de Deus. O profeta recebeu ordem de voltar tão logo sua missão estivesse cumprida. Descansar, comer e beber no território dessas tribos desobedientes seria uma contradição às palavras de julgamento que ele mesmo havia pronunciado. Da mesma maneira, não temos como demonstrar amizade para com as organizações religiosas que não se submetem à Palavra de Deus.

O velho profeta, cujos filhos parecem ter estado presentes à festa dos bezerros, não tinha nenhum interesse em Betel. Por essa razão, embora vivesse em uma cidade onde existia muito serviço a ser feito, ele não fora comissionado pelo Senhor a executar nada. Mas, ao convidar o homem de Deus de Judá para estar em sua casa, tal profeta estava justificando sua falsa posição e fortalecendo sua própria reputação. Se o profeta de Judá tivesse manifestado mais urgência em deixar o distrito, não teria sido alcançado (v. 14).

Que DEUS abençoe a todos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

S. Mateus 4:1-4

COMO ALIMENTAR A NOVA NATUREZA


"Logo após Seu batismo, Cristo foi levado pelo Espírito ao deserto. Na solidão do deserto Jesus pronunciou palavras que permanecerão para sempre como a chave para um vida poderosa e feliz. Ele falou do único alimento capaz de satisfazer a fome do coração humano: "Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus" (S. Mateus 4:1-4).


"Pastor", você deve estar pensando, "já sei, o senhor vai falar do estudo da Bíblia. Eu sei que devo estudá-la, mas não tenho vontade, não sinto prazer na sua leitura".


Em primeiro lugar, meu amigo, não encare a leitura da Bíblia como um dever. Olhe para a Palavra de Deus como uma carta de amor. O que faz um jovem quando recebe uma carta da namorada? Ele pensa: "Oh! que chato, não tenho vontade de ler esta carta, estou cansado, mas vou dar uma olhada nela por disciplina?" Acho que não é isso que acontece. Acontece justamente o contrário. Ele recebe a carta com expectativa, abre-a depressa e devora com ansiedade cada uma das palavras. E o que mais? Joga-a fora? Não. Guarda-a no bolso. Dois minutos depois tira a carta do bolso, torna a lê-la e guarda-a novamente. Não espera passar cinco minutos, procura-a de novo e a lê com a mesma ansiedade da primeira vez. Faz isso muitas vezes. De repente, já não precisa ler, decorou-a completamente. Mas mesmo assim, continua lendo-a.


Onde está o segredo? Por que tanta ansiedade para ler a carta? Por que não se cansa de fazê-lo? A palavra chave é "amor". O jovem ama a pessoa que escreveu a carta.


A Bíblia, meu amigo, não é um código de normas e proibições. Não é um compêndio de histórias de um povo errante. Ela não é um volume de medidas, nomes e cores. Não é um livro de animais estranhos e simbolismos proféticos. A Bíblia é a mais linda carta de amor que já foi escrita. É a história de um amor louco e incompreendido. É a história de um amor que não se cansa de esperar. É uma declaração de amor escrita com a tinta vermelha do sangue do Cordeiro. Desde o Gênesis até o Apocalipse há um fio vermelho atravessando cada uma de suas páginas. É o sangue de Jesus gritando desde o Calvário:


- Filho, Eu amo você, você é a coisa mais linda que Eu tenho.


Na Bíblia você pode achar também a história da vida de outros homens semelhantes a você. Homens que experimentaram conflitos e tentações. Homens que às vezes caíram e escorregaram. Homens e mulheres que lutaram contra seus temperamentos, complexos e paixões, mas que venceram. Através dessas histórias, Deus está dizendo a você:


- Filho, você também conseguirá, não desanime, olhe para a frente e continue.


Ler a Bíblia é uma maneira de alimentar a nova natureza e manter comunhão com Jesus. Mas também, como em muitas outras coisas, o grande inimigo da vida cristã é o formalismo.


A leitura mecânica da Bíblia não tem muito valor como alimento da nova natureza. A leitura da Bíblia tem que ser um momento de companheirismo e diálogo com o seu Autor. Você lê um versículo e medita nele. Trata de aplicar a mensagem desse verso em sua vida. Pergunta a você mesmo: "O que este verso está querendo falar a mim?" Depois disso fale para Deus o que você acha de tudo isso. Conte-lhe como está indo sua vida comparada a mensagem que você acaba de ler. Não tenha pressa. Trate de "saborear" cada minuto de seu diálogo com Jesus. Não veja isso como um dever ou como uma carga pesada para carregar, e sim como o encontro com as maravilhosas promessas de Deus para você.


Outra idéia interessante para aprender a gostar do estudo da Bíblia é ler a Sagrada Escritura na primeira pessoa do singular. Cada vez que você achar a palavra nós, substitua-a pela palavra eu. Coloque sua vida nas páginas da Bíblia. Faça de conta que Deus está falando a você particularmente, não para a humanidade em geral.


Por exemplo, no verso de Romanos 8:31, que diz: "Que diremos pois a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?" Você pode ler: Que direi pois, se Tu, ó querido Pai, és comigo, quem será contra mim? Aí você pode contar a Deus que coisa ou quem você acha que está contra você, pode falar de seus temores, de suas dúvidas, de suas incertezas e terminar dizendo que apesar disso tudo, você acredita que se Deus está com você nada poderá amedrontá-lo.


O outro meio que Deus nos deixou para alimentar a nova natureza e manter comunhão com Jesus é a oração.


Um dia desses recebi a carta de um jovem que terminava assim: "afinal de contas, parece mesmo que meu caso não tem solução. Sei que a oração me ajudaria a resolver o problema, mas não tenho vontade de orar. O pior de tudo é que quando oro, acabo tudo o que tinha para dizer em dois minutos. Dá a impressão de que minha oração não passa do teto".


Já sentiu algo parecido alguma vez? A verdade é que, em todos estes anos trabalhando com jovens, descobri que o problema do jovem não é o fato de não saber que precisa orar. Todo mundo sabe que é necessário orar e que a oração é o alimento da nova natureza. Todo mundo sabe que o poder vem através da oração. A angústia do jovem está expressa na carta da qual falei: "Pastor, não tenho vontade de orar. Sei que tenho que orar mas não consigo."


O que fazer? É preciso entender, em primeiro lugar, em que consiste a oração: "Orar é o ato de abrir o coração a Deus como a um amigo". Segundo esta declaração, orar, nada mais é do que conversar com um amigo.


Amigos gostam de conversar. É o que eles mais fazem. Se alguém não tem vontade de conversar com seu amigo não é porque ignore o fato de que amigos precisam conversar. O problema está no relacionamento com o amigo. Alguma coisa está errada. Alguma barreira foi criada. A amizade está abalada e a solução não consiste em ler livros ou ouvir sermões que mostrem o dever de conversar com um amigo. É preciso que lhe ensinem como resolver o problema com o amigo, que se ajudem para que a amizade torne a ser como era antes. Uma vez que o problema tenha sido resolvido, o diálogo com o amigo virá espontaneamente.


Em segundo lugar é necessário saber que a base de uma conversação entre amigos deve estar fundamentada na sinceridade. Num relacionamento de amigos verdadeiros não há lugar para fingimento ou hipocrisia. Descobrir que alguém é hipócrita com você, dói. Mas descobrir que alguém que você ama muito está sendo hipócrita com você, dói muito mais.


Cristo nos ama e o que Ele espera em nosso relacionamento é, acima de tudo, sinceridade. É isso que Ele disse no Sermão do Monte: "E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos" (Mateus 6:7).


A palavra grega traduzida para "usar vãs repetições" é batalogeo e é usada geralmente para expressar o que faz o papagaio ou o bêbado, ou seja, falar por falar, falar sem pensar no que se está dizendo, falar pelo mero fato de falar.


O que o Senhor Jesus está querendo nos dizer é que quando conversamos com Ele temos que fazê-lo na base da sinceridade, sentindo realmente o que estamos falando. Ele está pedindo que a nossa oração saia do coração e não simplesmente da boca.


Quando o meu filho mais novo tinha cinco anos, ele não gostava de comer verduras. Chamava de "planta" a tudo que era da cor verde. Dizia que não gostava de planta.


Um dia, na hora do almoço, a mesa estava cheia de coisas verdes. Imediatamente o sorriso desapareceu-lhe do rosto. Pedimos-lhe que fizesse a oração e ele orou assim: "Pai, estou chateado. Só tem 'planta' para comer".


Sabe como será que ele teria orado se fosse grande? Teria agradecido a "gostosa refeição que estava à mesa".


Aí está o nosso problema. Não somos sinceros. Falamos sempre a mesma coisa porque estamos acostumados a falar assim. Quando levantamos pela manhã agradecemos a Deus a "boa noite de repouso". Podemos ter virado na cama a noite toda ou podemos ter acordado com dor nas costas, mas agradecemos a "boa noite de repouso".


Temos quase de cor uma oração para as manhãs e outra para as noites. Sempre o mesmo assunto. Podemos estar sem a mínima vontade de orar, mas nos ajoelhamos por disciplina e repetimos a oração costumeira que geralmente não dura mais de dois minutos. E ao deitarmos, experimentamos a estranha sensação de que a nossa oração não passou do teto.


Por que não encarar a oração como a maravilhosa experiência de conversar com Jesus Cristo, em lugar de considerá-la o nosso dever de cada dia?


Você tem amigos? O que fala com eles? Fala sempre a mesma coisa ou muda o assunto do diálogo cada dia? Já pensou na possibilidade de bater um "papo à toa" com Cristo? Conversar com Ele simplesmente pelo prazer de conversar? Orar sem pedir nada, apenas para contar coisas, contar segredos, abrir o coração e relatar para Ele tudo o que fez durante o dia, mesmo que pareçam coisas sem importância?


O dia em que descobrirmos a alegria de falar assim com Deus, teremos descoberto o segredo de uma vida poderosa. E andar com Deus é isso.


"Mas pastor", você dirá, "eu não sinto vontade de conversar com Deus". Então, conte isso para Ele. Fale que não tem vontade de orar, pergunte-lhe porque está acontecendo isso, porque é que, mesmo sabendo que deve orar, você não tem vontade de fazê-lo. Vai acontecer um milagre, tenha certeza. De repente, sem querer você vai se descobrir conversando com Deus, não um minuto nem cinco, mas vinte ou trinta. E o mais importante, aquela sensação de que sua oração não passava do teto vai desaparecer, e em seu lugar você vai experimentar a maravilhosa experiência que é conversar com Jesus Cristo como se conversasse com um amigo.


Outra coisa que seria bom lembrar é que não devemos procurar a Deus unicamente para assuntos espirituais. Temos que permitir que Ele participe de nossa vida diária, de nosso namoro, de nosso trabalho, dos deveres para casa que recebemos na escola, daquilo que vai dentro do coração e não teríamos coragem de contar para ninguém.


Às vezes cometemos algo errado durante o dia e ao chegar a noite repetimos o de sempre: "Deus perdoa meus pecados". Quanto tempo é necessário para repetir essa frase? Mas, como seria se em lugar de dizer simplesmente "perdoa meus pecados", contássemos para Ele o que foi que aconteceu? Detalhes, entende? Por que não contar a luta que travamos antes de ceder à tentação, como nos sentimos depois, que lições podemos ter tirado de tudo, que aspecto de nossa vida precisamos que Ele restaure, enfim, tanta coisa...


Utilizemos o tempo que seja necessário. Não precisamos ter pressa porque não estamos cumprindo um "penoso dever", estamos apenas conversando com o mais compassivo e maravilhoso amigo que um ser humano pode ter.


Contam que na guerra do Vietnã acharam nas mãos de um soldado morto um papel escrito nos momentos da agonia. Dizia mais ou menos assim: "Ó Deus, eu nunca falei contigo. Hoje, pela primeira vez, ao ouvir o barulho das armas, ao ver os cadáveres dos meus companheiros, ao sentir que daqui a pouco eu também morrerei, tenho vontade de falar. Pena, que seja tarde demais".


Não será que, como aquele soldado, talvez tenhamos que dizer: "Ó Deus, eu nunca falei contigo, porque o que eu fazia não era orar, era simplesmente repetir uma oração sem sentido, costumeira e monótona". Só que ainda há tempo para que o final da sua história seja diferente. Basta que você diga agora mesmo: "mas hoje eu quero falar de verdade, abrir-Te o coração e sentir que és meu amigo."


Faça de Jesus não apenas seu Salvador, mas também seu amigo de todas as horas. Converse com Ele; sinta sempre o calor que emana dos braços de Jesus.


ORAÇÃO

Pai, como é bom abrir o coração a Ti e sentir que minha oração não vai se perder no espaço, porque Tu estás aqui bem pertinho, me ouvindo sempre, com os braços abertos. Obrigado Pai, porque em Ti posso descansar seguro. Obrigado porque nunca me deixas só. Em nome de Jesus. Amém.

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 6:2; Tiago 4:14

Quarta-feira 9 Setembro

Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação.

Que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece

(2 Coríntios 6:2; Tiago 4:14).

É ESSA A HISTÓRIA DE SUA VIDA?
Nossa vida pode ser comparada com um filme. É impossível deter a inexorável fuga dos dias. Contudo, nesse tempo tão curto que separa nosso berço da tumba decidimos nosso futuro eterno. Observe uma criança que só pensa em brincar, correr e se divertir. É muito jovem para pensar nisso! Observe o jovem que confia em suas capacidades e sucessos, cheio de projetos. Não fale com ele sobre a eternidade. Está muito seguro de si para pensar nisso!

Pergunte a quem acaba de se casar: E o porvir? Para esta pessoa o que importa é só o momento atual. Está muito feliz para pensar nisso!

Observe um indivíduo de meia-idade, absorvido pelo trabalho e por preocupações. É momento de agir e não de ficar sonhando com um futuro problemático. Está muito ocupado para pensar nisso!

Observe os idosos cansados e doentes. Estão quase às portas da eternidade. Mas dirão que estão muito velhos para pensar nisso!

Querido leitor, onde você passará a eternidade? Isso depende exclusivamente de você. O momento para se preparar é agora. Não descanse até que esta questão esteja resolvida. Não espere até que seja muito tarde para pensar nisso!

Que DEUS abençoe a todos.

2 Coríntios 11.14

9 de Setembro

"E não é de admirar; porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz." 2 Coríntios 11.14
O Cordeiro venceu Satanás na cruz do Calvário. Não por força ou poder, mas pelo Seu Espírito, pela Sua natureza. Esta é a estratégia de Jesus Cristo.

A tática mais freqüente do inimigo é o disfarce refinado. Ele se transforma em anjo de luz, e bem dessa maneira ele hoje se assenta na igreja de Jesus. Isso significa a eliminação da cruz. Quando os crentes são filhos do mundo, e os filhos do mundo são ‘crentes’, não existe mais separação. Que tática vamos usar contra o inimigo? Exatamente o contrário da sua: em vez de disfarce e mentira, a verdade! Examinemos a armadura de Deus: "Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade, e vestindo-vos da couraça da justiça." A verdade sempre desmascara a mentira! Se nos disfarçamos para encontrar nosso próximo, quer dizer, se usamos de falta de sinceridade, a confissão dos nossos lábios em relação ao nosso Senhor não tem força porque nossos corações mentem. Este é o terrível espírito do piedoso disfarce na igreja de Jesus: os pecados são cobertos, camuflados, e a inimizade da cruz é embrulhada piedosamente. Mas assim mesmo Jesus é vencedor, e a verdade prevalecerá! Por isso, cingi vossos lombos com a verdade!

Que DEUS abençoe a todos.