1 Reis 8:54-66
54 Sucedeu, pois, que, acabando Salomão de fazer ao Senhor esta oração e esta súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas para os céus, se levantou de diante do altar do Senhor.
55 E pôs-se em pé, e abençoou a toda a congregação de Israel em alta voz, dizendo:
56 Bendito seja o Senhor, que deu repouso ao seu povo Israel, segundo tudo o que disse; nem uma só palavra caiu de todas as suas boas palavras que falou pelo ministério de Moisés, seu servo.
57 O Senhor nosso Deus seja conosco, como foi com nossos pais; não nos desampare, e não nos deixe.
58 Inclinando a si o nosso coração, para andar em todos os seus caminhos, e para guardar os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos que ordenou a nossos pais.
59 E que estas minhas palavras, com que supliquei perante o Senhor, estejam perto, diante do Senhor nosso Deus, de dia e de noite, para que execute o juízo do seu servo e o juízo do seu povo Israel, a cada qual no seu dia.
60 Para que todos os povos da terra saibam que o Senhor é Deus, e que não há outro.
61 E seja o vosso coração inteiro para com o Senhor nosso Deus, para andardes nos seus estatutos, e guardardes os seus mandamentos como hoje.
62 E o rei e todo o Israel com ele ofereceram sacrifícios perante a face do Senhor.
63 E deu Salomão para o sacrifício pacífico que ofereceu ao Senhor, vinte e duas mil vacas e cento e vinte mil ovelhas; assim o rei e todos os filhos de Israel consagraram a casa do Senhor.
64 No mesmo dia santificou o rei o meio do átrio que estava diante da casa do Senhor; porquanto ali preparara os holocaustos e as ofertas com a gordura dos sacrifícios pacíficos; porque o altar de cobre que estava diante da face do Senhor era muito pequeno para nele caberem os holocaustos e as ofertas, e a gordura dos sacrifícios pacíficos.
65 No mesmo tempo celebrou Salomão a festa, e todo o Israel com ele, uma grande congregação, desde a entrada de Hamate até ao rio do Egito, perante a face do Senhor nosso Deus; por sete dias, e mais sete dias; catorze dias.
66 E no oitavo dia despediu o povo, e eles abençoaram o rei; então se foram às suas tendas, alegres e felizes de coração, por causa de todo o bem que o Senhor fizera a Davi seu servo, e a Israel seu povo.
1 Reis 8:54-66
O rei chega ao fim da longa oração que fez de joelhos (v. 54). Temos certeza de que essa é uma posição familiar para nossos leitores. Não há nada mais precioso e efetivo do que se ajoelhar pelo menos uma vez ao dia para falar com Deus (em voz alta, de preferência, para evitar distrações). E ainda que possamos esquecer-nos do que acabamos de orar, nossas palavras permanecem “diante do SENHOR, nosso Deus, de dia e de noite” (v. 59). Por fim, é dito que Ele executa “justiça ao seu servo e ao seu povo”. Podemos contar que Deus defenderá nossa causa “segundo cada dia o exigir”. Ele sabe que, se nos der tudo de uma só vez, descansaremos sobre essas provisões para o futuro e deixaremos de contar com Ele somente. Essa é a razão pela qual Ele trata de nossas questões diariamente (“segundo cada dia o exigir”). Jesus similarmente nos ensina que “basta ao dia o seu próprio mal” (Mateus 6:34).
Essa cerimônia de dedicação (ou inauguração) do templo acontece no período da Festa dos Tabernáculos, no sétimo mês de cada ano. Ela terminou com sacrifícios e com júbilo, tal qual em Deuteronômio 16:15.
Que DEUS abençoe a todos.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
1 Reis 8:41-53
1 Reis 8:41-53
41 E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome
42 (Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa,
43 Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado.
44 Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem ao Senhor, para o lado desta cidade, que tu elegeste, e desta casa, que edifiquei ao teu nome,
45 Ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.
46 Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, de modo que os levem em cativeiro para a terra inimiga, quer longe ou perto esteja,
47 E na terra aonde forem levados em cativeiro cairem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniqüidade,
48 E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem em cativeiro, e orarem a ti para o lado da sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que elegeste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome;
49 Ouve então nos céus, assento da tua habitação, a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.
50 E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, todas as transgressões que houverem cometido contra ti; e dá-lhes misericórdia perante aqueles que os têm cativos, para que deles tenham compaixão.
51 Porque são o teu povo e a tua herança que tiraste da terra do Egito, do meio do forno de ferro.
52 Para que teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, a fim de os ouvires em tudo quanto clamarem a ti.
53 Pois tu para tua herança os elegeste de todos os povos da terra, como tens falado pelo ministério de Moisés, teu servo, quando tiraste a nossos pais do Egito, Senhor Deus.
1 Reis 8:41-53
Para que se possa fazer intercessão, não é suficiente conhecer a fraqueza do coração humano (v. 46). É necessário também, como Salomão, ter confiança na compaixão do coração de Deus. Se Jesus, nosso grande Sumo Sacerdote e Advogado, conhece totalmente o coração do homem, Ele também conhece totalmente o coração de Seu Pai. Mas Seu desejo é que nós tenhamos uma experiência pessoal com o Pai (João 10:17; 16:27).
“Ouve e perdoa”! Nosso capítulo ensina que podemos ir a Deus em qualquer circunstância. Há lugar aos pés do Senhor para os piores pecadores (Lucas 7:37). Ainda hoje, fiel à Sua promessa, Ele não lança fora os que dEle se aproximam (João 6:37).
O pecado é a corrente com a qual os crentes podem tornar-se cativos na “terra do inimigo” (v. 46). Deus está pronto a livrá-los disso. No entanto, o caminho para o perdão passa necessariamente pela confissão. “Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei… e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado” (Salmo 32:5).
Deus ouve e perdoa! Sim, Ele pode perdoar todos por causa da obra de expiação de Jesus. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).
Que DEUS abençoe a todos.
41 E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome
42 (Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa,
43 Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado.
44 Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem ao Senhor, para o lado desta cidade, que tu elegeste, e desta casa, que edifiquei ao teu nome,
45 Ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.
46 Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, de modo que os levem em cativeiro para a terra inimiga, quer longe ou perto esteja,
47 E na terra aonde forem levados em cativeiro cairem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniqüidade,
48 E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem em cativeiro, e orarem a ti para o lado da sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que elegeste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome;
49 Ouve então nos céus, assento da tua habitação, a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.
50 E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, todas as transgressões que houverem cometido contra ti; e dá-lhes misericórdia perante aqueles que os têm cativos, para que deles tenham compaixão.
51 Porque são o teu povo e a tua herança que tiraste da terra do Egito, do meio do forno de ferro.
52 Para que teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, a fim de os ouvires em tudo quanto clamarem a ti.
53 Pois tu para tua herança os elegeste de todos os povos da terra, como tens falado pelo ministério de Moisés, teu servo, quando tiraste a nossos pais do Egito, Senhor Deus.
1 Reis 8:41-53
Para que se possa fazer intercessão, não é suficiente conhecer a fraqueza do coração humano (v. 46). É necessário também, como Salomão, ter confiança na compaixão do coração de Deus. Se Jesus, nosso grande Sumo Sacerdote e Advogado, conhece totalmente o coração do homem, Ele também conhece totalmente o coração de Seu Pai. Mas Seu desejo é que nós tenhamos uma experiência pessoal com o Pai (João 10:17; 16:27).
“Ouve e perdoa”! Nosso capítulo ensina que podemos ir a Deus em qualquer circunstância. Há lugar aos pés do Senhor para os piores pecadores (Lucas 7:37). Ainda hoje, fiel à Sua promessa, Ele não lança fora os que dEle se aproximam (João 6:37).
O pecado é a corrente com a qual os crentes podem tornar-se cativos na “terra do inimigo” (v. 46). Deus está pronto a livrá-los disso. No entanto, o caminho para o perdão passa necessariamente pela confissão. “Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei… e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado” (Salmo 32:5).
Deus ouve e perdoa! Sim, Ele pode perdoar todos por causa da obra de expiação de Jesus. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).
Que DEUS abençoe a todos.
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1 Reis 8:41-53
domingo, 30 de agosto de 2009
Efésios 6:10 a 12
AMIGOS DEFENDEM SEUS AMIGOS
"Quando o inimigo de Jesus tenta destruir uma vida, ele direciona todos seus esforços para a conquista da mente humana, porque ela significa a vontade. O território de nossa mente é o campo de batalha. Se ele conquista a nossa mente, conquista também nossa vida. Por isso, ele fará de tudo para capturá-la. Usará drogas, álcool, cigarro, promiscuidade, teorias, filosofias. O método não importa, também não importa o preço, o que importa é nos vencer, derrotar e arruinar.
Você pode perceber que a luta não é fácil e que há momentos na vida em que você se sentirá como uma plantinha em meio ao deserto tentando resistir a um furacão que o levará para a destruição. O que fazer? Deus tem alguma solução?
O apóstolo Paulo escreveu em Efésios, capítulo 6, versos 10 a 12 o seguinte: "No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais."
Segundo a promessa que o apóstolo Paulo traz neste texto, podemos ser revestidos do poder de Deus. Mas a luta na vida espiritual não cessará porque nosso inimigo é um inimigo astuto, persistente e traiçoeiro. Nunca mostra o rosto. Ele se disfarça, se esconde e usa como instrumento para chegar ao controle de nossa vida algo muito sutil chamado tentação.
O que é tentação? É todo esforço que o inimigo faz para levar-nos a pecar. Mas tentação não é pecado. Ninguém precisa se sentir um pecador pelo fato de experimentar a tentação. Se você está deitado na cama e de súbito aparece um pensamento pecaminoso em sua mente, você não precisa pensar que está perdido e se condenar pelo fato de um pensamento negativo aparecer por um ou dois segundos. Martinho Lutero tem uma ilustração muito simples a respeito: "Você não pode impedir que os passarinhos voem em cima de sua cabeça, mas você pode impedir que eles façam seu ninho nela."
Existem muitos tipos de tentação. Na realidade Satanás tem uma fábrica delas. Uma fábrica onde são elaboradas tentações personalizadas, uma especialmente preparada para cada indivíduo. Isso acontece porque o inimigo conhece muito bem o lado fraco de cada ser humano. Para um será o álcool, para outro a inveja, para outro as drogas, para outro a deturpação do sexo. Enfim, a nossa luta é contra um ser inteligente. Ele conhece as nossas origens, o ambiente que crescemos, a herança que recebemos de nossos pais. E através desse conhecimento fará de tudo para nos enganar. Ele se esconderá atrás de uma música sensual, atrás de uma mulher bonita, de um rapaz maravilhoso, de uma teoria fascinante. Ele se vestirá de luz, se for preciso. Para os propósitos dele, vale tudo. O fim justifica os meios.
Mas tudo que ele fizer para enganar você é apenas tentação, e tentação não é pecado. O inimigo nunca poderá vencer, a menos que conte com a colaboração do ser humano. Aí ele pode fazer o que quiser. Pode rodear a nossa vida de tentações. Dinheiro, glória, fama, prazer, luzes. O que quiser. Mas tudo não passa de tentação. Ele não pode obrigar-nos a pecar. Se cairmos é porque aceitamos cair. É porque cedemos voluntariamente aos feitiços da tentação. Por maior que seja a pressão exercida sobre a alma, a transgressão é o nosso próprio ato. Satanás ataca nossos pontos fracos, mas não precisamos ser vencidos. Por mais severo ou inesperado que seja o ataque, Deus proveu auxílio e em Sua força podemos vencer.
Podemos ilustrar a diferença entre tentação e pecado com o telefone: o telefone pode chamar (a tentação é o telefone chamando). O pecado acontece se você atender. Se você não atender, não existe pecado. Mas o telefone continua chamando. Incomoda? Claro que incomoda, mas não passa de simples tentação.
Consideremos agora alguns conselhos que podem ser úteis ao enfrentarmos a tentação: "quando a tentação vier, procure pensar em outra coisa". Já explicamos que a luta é para ocupar o território da mente, então coloque em sua mente promessas bíblicas. Há uma lei física que diz: "um espaço vazio só pode ser ocupado por um corpo ao mesmo tempo". O espaço é a nossa mente. Ela nunca pode estar em branco, a não ser quando estamos dormindo. Toda vez que a tentação vier, peça socorro divino, relembre um salmo, cante um hino, repita o verso da meditação daquele dia, coloque pensamentos e promessas bíblicas em sua mente. De acordo com a lei física, a tentação não terá vez.
O que não podemos é permitir que o pensamento negativo, chamado de tentação, permaneça em nossa mente mais de dois segundos. Não devemos acariciá-lo, não devemos deleitar-nos com ele, porque aí a tentação vira pecado. Primeiro em forma de desejo pecaminoso, que depois nos levará ao ato pecaminoso, e se repetido pode conduzir-nos ao vício.
Outro conselho que devemos lembrar é que: "o período crítico da tentação não dura mais de 3 minutos". Toda tentação tem um processo. Começa aos poucos e vai batendo cada vez mais forte à porta da cidadela de nossa mente. Há um momento que parece que não vai dar para resistir. Mas toda tentação chega ao ponto máximo de sua intensidade num período de 3 minutos. Lembra do exemplo do telefone? Ele toca, toca e se você não atender, ele pára de tocar.
O bom de tudo é que após passar a investida da tentação, você pode ficar muito mais forte. Cada vez que somos tentados, vencemos ou fracassamos, conquistamos ou somos conquistados. A resposta que dermos à tentação pode deixar-nos mais fortes ou mais fracos. Se nos entregarmos nos braços de Cristo e vencermos, estaremos melhor preparados para a próxima tentação. Se pelo contrário lutarmos sozinhos e fracassarmos, estaremos mais fracos e vulneráveis quando vier a próxima tentação.
E agora o conselho mais importante de todos: "não olhe para você, por favor olhe para Cristo". Isto é básico porque o resultado final dependerá de quem ocupa os nossos pensamentos. Olhar para nós mesmos só trará fracasso e frustração. Aí está a tragédia da humanidade. O mundo diz: "olhe para você, descubra seu potencial, concentre-se para conseguir a força mental, descubra a si mesmo, explore sua energia interna."
Mas dentro de nós, querido amigo, só existe angústia, vazio, desequilíbrio e muitas vezes desespero. Deus tem um caminho melhor. Ele pede que você olhe para Cristo, que é um caminho simples, porém seguro.
Conta-se a história de certo faquir da Índia, que um dia chegou a uma pequena vila declarando que podia fabricar ouro. As pessoas correram para ver o estranho visitante. O homem colocou num prato grande um pouco de água, algumas gotas de tinta e começou a mexer o prato em círculos, repetindo algumas palavras mágicas. Num momento em que a atenção do público estava distraída, o faquir deixou escorregar da manga um pedaço de ouro dentro do prato, e depois tirou a água da vasilha e mostrou a todos o pedaço de ouro. Todo mundo olhava incrédulo.
Um comerciante esperto da cidade quis comprar a fórmula por 500 dólares e o faquir vendeu. Só que disse o seguinte para o comprador:
- Você não pode pensar no macaco de rosto vermelho quando mexer o prato, porque se você pensar nele o ouro nunca aparecerá.
O comerciante prometeu que "lembraria sempre que devia esquecer o macaco" mas quanto mais se esforçava por esquecer, tanto mais forte ficava em sua mente a imagem do macaco de rosto vermelho. E ele jamais conseguiu o ambicionado ouro.
Não lhe parece familiar este fato? Quanto mais queremos esquecer nossos erros, quanto mais queremos jogar fora a tentação, mais firme ela fica. Amigo querido, olhe para Cristo. Que Ele ocupe o território completo de sua mente através de promessas bíblicas.
Tenho uma experiência que marcou minha vida de garoto. Devia ter seis ou sete anos de idade naquela época. Na escola todas as crianças tinham mais ou menos a minha idade. Só havia dois rapazes grandes, de dezesseis anos. Um deles era muito mau, batia nas crianças e tirava as coisas delas à força.
Minha mãe costumava me dar 20 centavos para o lanche. Com 20 centavos naquele tempo dava para comprar um sorvete de morango e ainda restava troco para comprar amendoim. Tenho a impressão de que cada dia eu me levantava com uma ansiedade tremenda de ir à escola por causa do sorvete e do amendoim e não por causa da aprendizagem. Um sorvete era a maior alegria que um garoto de seis anos podia ter.
Um dia, no caminho da escola, aquele rapaz mau saiu ao meu encontro e me pediu a moeda. Resisti, mas ele me dobrou o braço e à força tirou a minha moedinha.
Depois ele disse:
- Você está vendo aquele homem sem braço?
Lá no bairro havia um rapaz que não tinha um braço.
- Sabe por que não tem braço? Eu cortei o braço dele. E se você contar para sua mãe ou para a professora que tirei sua moeda, corto também seu braço.
Foi aí que a minha tragédia começou. Dia após dia eu entregava a moedinha para ele. Isso causava uma revolta dentro de mim. O pior de tudo era que não podia avisar ninguém, porque não queria perder o braço. Tornei-me uma criança triste, chorava à noite sozinho. Não tinha mais motivação para ir à escola. Às vezes, na hora do recreio, aquele rapaz mau comprava um sorvete e com meu dinheiro tomava esse sorvete perto de mim, zombando de mim e me fazendo sofrer. O que podia fazer uma criança de seis anos contra um rapaz de dezesseis?
Certo dia, na hora do recreio, eu estava contemplando as crianças brincando, quando aquele rapaz mau bateu numa delas. Naquele momento apareceu o outro rapaz grande da escola e deu-lhe um tapa. E para minha surpresa o rapaz mau não teve coragem de enfrentá-lo. Naquele momento uma idéia brilhou na minha mente. Procurei o outro rapaz e disse:
- Você gostaria de ganhar 10 centavos todo dia?
E contei a história para ele. O rapaz prometeu me proteger. Combinamos que no dia seguinte ele me esperaria no lugar onde o rapaz mau me aguardava diariamente.
Aquela noite quase não dormi. "Amanhã", pensava, "será meu grande dia. Nunca mais ninguém vai me tirar a moeda".
No dia seguinte levantei-me cedo. Recebi a moeda de minha mãe e me dirigi para escola. Lá, no lugar de sempre, o rapaz perverso estava me aguardando. Dessa vez não olhei para ele. Segui meu caminho, mas ele me alcançou e me pediu a moedinha.
- Nunca mais, ouviu? Nunca mais vou lhe entregar a moeda - disse olhando para os olhos dele desafiadoramente.
Meu inimigo quase não podia acreditar no que estava ouvindo. Começou a me dobrar o braço. Mas, naquele instante, do outro lado da rua saiu meu amigo e nós dois demos uma surra nesse grandão.
Você achou engraçado? Eu também acho isso engraçado, mas tremo pensando nas horas de angústia e de impotência que uma criança de seis anos viveu.
Nós somos a criança e o diabo é aquele rapaz de dezesseis anos. Às vezes ele vem e nos tira, não a ilusão de um sorvete, mas a alegria da vida. Derruba nossos castelos, nossos sonhos, estraçalha nossos planos. Rouba-nos os valores morais, o respeito próprio, arranca de nós a paz, o equilíbrio interno e ri, ri porque se considera vitorioso. Sua gargalhada é como uma bofetada no rosto de Cristo.
Às vezes brinca conosco, como o gato com o rato. Deixa-nos sair um pouco, quando pensamos que estamos livres, ele nos traz de novo com força para nos ferir, machucar e humilhar.
Por quê? Por que tem que ser assim? Do outro lado da rua, lá na montanha solitária foi pendurado um Deus-homem não só para nos dar perdão, mas também para nos dar poder. Quando Ele morreu, o inimigo pensou que tinha vencido, mas ao terceiro dia, Jesus ressuscitou das entranhas da terra completamente vitorioso. E hoje vive. Vive para dar poder.
Por favor querido amigo, olhe para a tumba vazia. Olhe para o Céu e veja o gigante da História disposto a vencer em seu favor. Cristo venceu! Venceu Seu inimigo no deserto. Venceu-o na cruz. Venceu-o na morte. Só resta vencer em nosso coração. E aí a decisão é nossa. Ele não pode vencer em nosso coração se não permitirmos.
Nosso inimigo é um inimigo vencido. E está lutando desesperadamente tentando vencer. A Bíblia diz: "Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar. (I Pedro 5:8).
Como leão buscando a quem devorar sabendo que tem pouco tempo porque ele reconhece que está vencido.
Conta uma lenda antiga que um guerreiro estava lutando na batalha com a cabeça decepada, mas estava tão envolvido na luta que mesmo sem cabeça estava matando muita gente, até que alguém olhou para ele e disse:
- Você está sem cabeça. Você está morto. Aí o guerreiro caiu e parou de lutar.
Estamos lutando contra um inimigo sem cabeça. Cristo já o venceu. Justamente por isso ninguém tem o direito de estar derrotado para sempre. Ninguém tem o direito de pensar que já é tarde demais para começar de novo.
Clame a Deus agora mesmo e reclame dEle a promessa de perdão e de poder. Ele sabe que as inclinações de seu coração são fortes e o ajudará na hora da tentação.
ORAÇÃO
Pai querido, não permita que eu fique com a sensação de fracasso na vida. Cristo derrotou o inimigo para que eu pudesse conhecer o maravilhoso sabor da vitória. Não importa a tentação; não importa o tempo que permaneci escravo do pecado. Posso ser vitorioso. Agradeço por isso em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
"Quando o inimigo de Jesus tenta destruir uma vida, ele direciona todos seus esforços para a conquista da mente humana, porque ela significa a vontade. O território de nossa mente é o campo de batalha. Se ele conquista a nossa mente, conquista também nossa vida. Por isso, ele fará de tudo para capturá-la. Usará drogas, álcool, cigarro, promiscuidade, teorias, filosofias. O método não importa, também não importa o preço, o que importa é nos vencer, derrotar e arruinar.
Você pode perceber que a luta não é fácil e que há momentos na vida em que você se sentirá como uma plantinha em meio ao deserto tentando resistir a um furacão que o levará para a destruição. O que fazer? Deus tem alguma solução?
O apóstolo Paulo escreveu em Efésios, capítulo 6, versos 10 a 12 o seguinte: "No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais."
Segundo a promessa que o apóstolo Paulo traz neste texto, podemos ser revestidos do poder de Deus. Mas a luta na vida espiritual não cessará porque nosso inimigo é um inimigo astuto, persistente e traiçoeiro. Nunca mostra o rosto. Ele se disfarça, se esconde e usa como instrumento para chegar ao controle de nossa vida algo muito sutil chamado tentação.
O que é tentação? É todo esforço que o inimigo faz para levar-nos a pecar. Mas tentação não é pecado. Ninguém precisa se sentir um pecador pelo fato de experimentar a tentação. Se você está deitado na cama e de súbito aparece um pensamento pecaminoso em sua mente, você não precisa pensar que está perdido e se condenar pelo fato de um pensamento negativo aparecer por um ou dois segundos. Martinho Lutero tem uma ilustração muito simples a respeito: "Você não pode impedir que os passarinhos voem em cima de sua cabeça, mas você pode impedir que eles façam seu ninho nela."
Existem muitos tipos de tentação. Na realidade Satanás tem uma fábrica delas. Uma fábrica onde são elaboradas tentações personalizadas, uma especialmente preparada para cada indivíduo. Isso acontece porque o inimigo conhece muito bem o lado fraco de cada ser humano. Para um será o álcool, para outro a inveja, para outro as drogas, para outro a deturpação do sexo. Enfim, a nossa luta é contra um ser inteligente. Ele conhece as nossas origens, o ambiente que crescemos, a herança que recebemos de nossos pais. E através desse conhecimento fará de tudo para nos enganar. Ele se esconderá atrás de uma música sensual, atrás de uma mulher bonita, de um rapaz maravilhoso, de uma teoria fascinante. Ele se vestirá de luz, se for preciso. Para os propósitos dele, vale tudo. O fim justifica os meios.
Mas tudo que ele fizer para enganar você é apenas tentação, e tentação não é pecado. O inimigo nunca poderá vencer, a menos que conte com a colaboração do ser humano. Aí ele pode fazer o que quiser. Pode rodear a nossa vida de tentações. Dinheiro, glória, fama, prazer, luzes. O que quiser. Mas tudo não passa de tentação. Ele não pode obrigar-nos a pecar. Se cairmos é porque aceitamos cair. É porque cedemos voluntariamente aos feitiços da tentação. Por maior que seja a pressão exercida sobre a alma, a transgressão é o nosso próprio ato. Satanás ataca nossos pontos fracos, mas não precisamos ser vencidos. Por mais severo ou inesperado que seja o ataque, Deus proveu auxílio e em Sua força podemos vencer.
Podemos ilustrar a diferença entre tentação e pecado com o telefone: o telefone pode chamar (a tentação é o telefone chamando). O pecado acontece se você atender. Se você não atender, não existe pecado. Mas o telefone continua chamando. Incomoda? Claro que incomoda, mas não passa de simples tentação.
Consideremos agora alguns conselhos que podem ser úteis ao enfrentarmos a tentação: "quando a tentação vier, procure pensar em outra coisa". Já explicamos que a luta é para ocupar o território da mente, então coloque em sua mente promessas bíblicas. Há uma lei física que diz: "um espaço vazio só pode ser ocupado por um corpo ao mesmo tempo". O espaço é a nossa mente. Ela nunca pode estar em branco, a não ser quando estamos dormindo. Toda vez que a tentação vier, peça socorro divino, relembre um salmo, cante um hino, repita o verso da meditação daquele dia, coloque pensamentos e promessas bíblicas em sua mente. De acordo com a lei física, a tentação não terá vez.
O que não podemos é permitir que o pensamento negativo, chamado de tentação, permaneça em nossa mente mais de dois segundos. Não devemos acariciá-lo, não devemos deleitar-nos com ele, porque aí a tentação vira pecado. Primeiro em forma de desejo pecaminoso, que depois nos levará ao ato pecaminoso, e se repetido pode conduzir-nos ao vício.
Outro conselho que devemos lembrar é que: "o período crítico da tentação não dura mais de 3 minutos". Toda tentação tem um processo. Começa aos poucos e vai batendo cada vez mais forte à porta da cidadela de nossa mente. Há um momento que parece que não vai dar para resistir. Mas toda tentação chega ao ponto máximo de sua intensidade num período de 3 minutos. Lembra do exemplo do telefone? Ele toca, toca e se você não atender, ele pára de tocar.
O bom de tudo é que após passar a investida da tentação, você pode ficar muito mais forte. Cada vez que somos tentados, vencemos ou fracassamos, conquistamos ou somos conquistados. A resposta que dermos à tentação pode deixar-nos mais fortes ou mais fracos. Se nos entregarmos nos braços de Cristo e vencermos, estaremos melhor preparados para a próxima tentação. Se pelo contrário lutarmos sozinhos e fracassarmos, estaremos mais fracos e vulneráveis quando vier a próxima tentação.
E agora o conselho mais importante de todos: "não olhe para você, por favor olhe para Cristo". Isto é básico porque o resultado final dependerá de quem ocupa os nossos pensamentos. Olhar para nós mesmos só trará fracasso e frustração. Aí está a tragédia da humanidade. O mundo diz: "olhe para você, descubra seu potencial, concentre-se para conseguir a força mental, descubra a si mesmo, explore sua energia interna."
Mas dentro de nós, querido amigo, só existe angústia, vazio, desequilíbrio e muitas vezes desespero. Deus tem um caminho melhor. Ele pede que você olhe para Cristo, que é um caminho simples, porém seguro.
Conta-se a história de certo faquir da Índia, que um dia chegou a uma pequena vila declarando que podia fabricar ouro. As pessoas correram para ver o estranho visitante. O homem colocou num prato grande um pouco de água, algumas gotas de tinta e começou a mexer o prato em círculos, repetindo algumas palavras mágicas. Num momento em que a atenção do público estava distraída, o faquir deixou escorregar da manga um pedaço de ouro dentro do prato, e depois tirou a água da vasilha e mostrou a todos o pedaço de ouro. Todo mundo olhava incrédulo.
Um comerciante esperto da cidade quis comprar a fórmula por 500 dólares e o faquir vendeu. Só que disse o seguinte para o comprador:
- Você não pode pensar no macaco de rosto vermelho quando mexer o prato, porque se você pensar nele o ouro nunca aparecerá.
O comerciante prometeu que "lembraria sempre que devia esquecer o macaco" mas quanto mais se esforçava por esquecer, tanto mais forte ficava em sua mente a imagem do macaco de rosto vermelho. E ele jamais conseguiu o ambicionado ouro.
Não lhe parece familiar este fato? Quanto mais queremos esquecer nossos erros, quanto mais queremos jogar fora a tentação, mais firme ela fica. Amigo querido, olhe para Cristo. Que Ele ocupe o território completo de sua mente através de promessas bíblicas.
Tenho uma experiência que marcou minha vida de garoto. Devia ter seis ou sete anos de idade naquela época. Na escola todas as crianças tinham mais ou menos a minha idade. Só havia dois rapazes grandes, de dezesseis anos. Um deles era muito mau, batia nas crianças e tirava as coisas delas à força.
Minha mãe costumava me dar 20 centavos para o lanche. Com 20 centavos naquele tempo dava para comprar um sorvete de morango e ainda restava troco para comprar amendoim. Tenho a impressão de que cada dia eu me levantava com uma ansiedade tremenda de ir à escola por causa do sorvete e do amendoim e não por causa da aprendizagem. Um sorvete era a maior alegria que um garoto de seis anos podia ter.
Um dia, no caminho da escola, aquele rapaz mau saiu ao meu encontro e me pediu a moeda. Resisti, mas ele me dobrou o braço e à força tirou a minha moedinha.
Depois ele disse:
- Você está vendo aquele homem sem braço?
Lá no bairro havia um rapaz que não tinha um braço.
- Sabe por que não tem braço? Eu cortei o braço dele. E se você contar para sua mãe ou para a professora que tirei sua moeda, corto também seu braço.
Foi aí que a minha tragédia começou. Dia após dia eu entregava a moedinha para ele. Isso causava uma revolta dentro de mim. O pior de tudo era que não podia avisar ninguém, porque não queria perder o braço. Tornei-me uma criança triste, chorava à noite sozinho. Não tinha mais motivação para ir à escola. Às vezes, na hora do recreio, aquele rapaz mau comprava um sorvete e com meu dinheiro tomava esse sorvete perto de mim, zombando de mim e me fazendo sofrer. O que podia fazer uma criança de seis anos contra um rapaz de dezesseis?
Certo dia, na hora do recreio, eu estava contemplando as crianças brincando, quando aquele rapaz mau bateu numa delas. Naquele momento apareceu o outro rapaz grande da escola e deu-lhe um tapa. E para minha surpresa o rapaz mau não teve coragem de enfrentá-lo. Naquele momento uma idéia brilhou na minha mente. Procurei o outro rapaz e disse:
- Você gostaria de ganhar 10 centavos todo dia?
E contei a história para ele. O rapaz prometeu me proteger. Combinamos que no dia seguinte ele me esperaria no lugar onde o rapaz mau me aguardava diariamente.
Aquela noite quase não dormi. "Amanhã", pensava, "será meu grande dia. Nunca mais ninguém vai me tirar a moeda".
No dia seguinte levantei-me cedo. Recebi a moeda de minha mãe e me dirigi para escola. Lá, no lugar de sempre, o rapaz perverso estava me aguardando. Dessa vez não olhei para ele. Segui meu caminho, mas ele me alcançou e me pediu a moedinha.
- Nunca mais, ouviu? Nunca mais vou lhe entregar a moeda - disse olhando para os olhos dele desafiadoramente.
Meu inimigo quase não podia acreditar no que estava ouvindo. Começou a me dobrar o braço. Mas, naquele instante, do outro lado da rua saiu meu amigo e nós dois demos uma surra nesse grandão.
Você achou engraçado? Eu também acho isso engraçado, mas tremo pensando nas horas de angústia e de impotência que uma criança de seis anos viveu.
Nós somos a criança e o diabo é aquele rapaz de dezesseis anos. Às vezes ele vem e nos tira, não a ilusão de um sorvete, mas a alegria da vida. Derruba nossos castelos, nossos sonhos, estraçalha nossos planos. Rouba-nos os valores morais, o respeito próprio, arranca de nós a paz, o equilíbrio interno e ri, ri porque se considera vitorioso. Sua gargalhada é como uma bofetada no rosto de Cristo.
Às vezes brinca conosco, como o gato com o rato. Deixa-nos sair um pouco, quando pensamos que estamos livres, ele nos traz de novo com força para nos ferir, machucar e humilhar.
Por quê? Por que tem que ser assim? Do outro lado da rua, lá na montanha solitária foi pendurado um Deus-homem não só para nos dar perdão, mas também para nos dar poder. Quando Ele morreu, o inimigo pensou que tinha vencido, mas ao terceiro dia, Jesus ressuscitou das entranhas da terra completamente vitorioso. E hoje vive. Vive para dar poder.
Por favor querido amigo, olhe para a tumba vazia. Olhe para o Céu e veja o gigante da História disposto a vencer em seu favor. Cristo venceu! Venceu Seu inimigo no deserto. Venceu-o na cruz. Venceu-o na morte. Só resta vencer em nosso coração. E aí a decisão é nossa. Ele não pode vencer em nosso coração se não permitirmos.
Nosso inimigo é um inimigo vencido. E está lutando desesperadamente tentando vencer. A Bíblia diz: "Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar. (I Pedro 5:8).
Como leão buscando a quem devorar sabendo que tem pouco tempo porque ele reconhece que está vencido.
Conta uma lenda antiga que um guerreiro estava lutando na batalha com a cabeça decepada, mas estava tão envolvido na luta que mesmo sem cabeça estava matando muita gente, até que alguém olhou para ele e disse:
- Você está sem cabeça. Você está morto. Aí o guerreiro caiu e parou de lutar.
Estamos lutando contra um inimigo sem cabeça. Cristo já o venceu. Justamente por isso ninguém tem o direito de estar derrotado para sempre. Ninguém tem o direito de pensar que já é tarde demais para começar de novo.
Clame a Deus agora mesmo e reclame dEle a promessa de perdão e de poder. Ele sabe que as inclinações de seu coração são fortes e o ajudará na hora da tentação.
ORAÇÃO
Pai querido, não permita que eu fique com a sensação de fracasso na vida. Cristo derrotou o inimigo para que eu pudesse conhecer o maravilhoso sabor da vitória. Não importa a tentação; não importa o tempo que permaneci escravo do pecado. Posso ser vitorioso. Agradeço por isso em nome de Jesus. Amém.
Que DEUS abençoe a todos.
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Efésios 6:10 a 12
João 16:13
30 de agosto Domingo
Eficiência e Consagração
Quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. João 16:13
Cada dia que passa nos leva para mais perto do fim. Mas, leva-nos, também, para mais perto de Deus? Estamos vigilantes em oração? As pessoas com quem nos associamos dia a dia precisam de nosso auxílio, nossa guia. Podem estar em tal estado de espírito que uma palavra oportuna lhes seja, pela atuação do Espírito Santo no coração, como um ponto de apoio em lugar firme. Amanhã, talvez, algumas dessas pessoas possam estar onde nunca mais as poderemos alcançar. Qual é a nossa influência sobre esses companheiros de jornada? Que esforço estamos fazendo para ganhá-los para Cristo?
O tempo é breve, e nossas forças têm que ser organizadas para produzir uma obra maior. Há necessidade de obreiros que compreendam a grandeza do trabalho, e nele se empenhem, não por amor ao salário que recebem, mas por saberem da proximidade do fim. O tempo demanda maior eficiência e mais profunda consagração. Oh! estou tão preocupada com esse assunto que clamo a Deus: “Suscita e envia mensageiros possuídos do sentimento de responsabilidade, mensageiros em cujo coração tenha sido crucificada a idolatria do próprio eu, a qual faz parte do fundamento de todo pecado.” [...]
Pondo em Deus nossa confiança, devemos avançar constantemente, fazendo Sua obra com abnegação, com humilde confiança nEle, submetendo-nos, bem como nosso presente e futuro a Sua sábia providência, conservando firme o princípio de nossa confiança até o fim, lembrando que não é pelos nossos merecimentos que recebemos as bênçãos do Céu, mas pelos méritos de Cristo e por nossa aceitação da abundante graça de Deus, através da fé nEle.
Que DEUS abençoe a todos.
Eficiência e Consagração
Quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. João 16:13
Cada dia que passa nos leva para mais perto do fim. Mas, leva-nos, também, para mais perto de Deus? Estamos vigilantes em oração? As pessoas com quem nos associamos dia a dia precisam de nosso auxílio, nossa guia. Podem estar em tal estado de espírito que uma palavra oportuna lhes seja, pela atuação do Espírito Santo no coração, como um ponto de apoio em lugar firme. Amanhã, talvez, algumas dessas pessoas possam estar onde nunca mais as poderemos alcançar. Qual é a nossa influência sobre esses companheiros de jornada? Que esforço estamos fazendo para ganhá-los para Cristo?
O tempo é breve, e nossas forças têm que ser organizadas para produzir uma obra maior. Há necessidade de obreiros que compreendam a grandeza do trabalho, e nele se empenhem, não por amor ao salário que recebem, mas por saberem da proximidade do fim. O tempo demanda maior eficiência e mais profunda consagração. Oh! estou tão preocupada com esse assunto que clamo a Deus: “Suscita e envia mensageiros possuídos do sentimento de responsabilidade, mensageiros em cujo coração tenha sido crucificada a idolatria do próprio eu, a qual faz parte do fundamento de todo pecado.” [...]
Pondo em Deus nossa confiança, devemos avançar constantemente, fazendo Sua obra com abnegação, com humilde confiança nEle, submetendo-nos, bem como nosso presente e futuro a Sua sábia providência, conservando firme o princípio de nossa confiança até o fim, lembrando que não é pelos nossos merecimentos que recebemos as bênçãos do Céu, mas pelos méritos de Cristo e por nossa aceitação da abundante graça de Deus, através da fé nEle.
Que DEUS abençoe a todos.
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João 16:13
Hebreus 12:3
Domingo 30 Agosto
Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo (Hebreus 12:3).
DIGNO DE CONSIDERAÇÃO
No dia do Senhor, nós, os cristãos, podemos nos reunir para adorar nosso “grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13), porque Jesus, em Seu infinito amor, cumpriu com perfeita obediência a penosa obra da redenção na cruz do Calvário.
Através da leitura de algumas passagens bíblicas, vemos como o Homem mais valente venceu o maior adversário de todos os tempos. Jamais poderemos compreender o enorme valor desse sangue, suficiente para expiar de uma vez para sempre todos os nossos pecados (Hebreus 10:12,14).
Considerar como o único Ser santo, puro, inocente e sem pecado que pisou nesta terra Se ofereceu para morrer em nosso lugar é algo que nos maravilha. Que assombroso considerar que “Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pedro 3:18)!
Espantoso é considerar que Aquele que foi pregado no madeiro de maldição, desprezado por todos e coroado de espinhos é o mesmo que, depois de realizada Sua obra, foi exaltado, coroado de honra e glória triunfal, e magnificado à destra do poder de Deus (Mateus 26:64).
Podemos permanecer indiferentes quando consideramos tudo isso? Como é possível pensar no infinito amor de Deus e mesmo assim não se comover e não se prostrar diante dEle? “Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” (Apocalipse 1:5-6).
Que DEUS abençoe a todos
Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo (Hebreus 12:3).
DIGNO DE CONSIDERAÇÃO
No dia do Senhor, nós, os cristãos, podemos nos reunir para adorar nosso “grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13), porque Jesus, em Seu infinito amor, cumpriu com perfeita obediência a penosa obra da redenção na cruz do Calvário.
Através da leitura de algumas passagens bíblicas, vemos como o Homem mais valente venceu o maior adversário de todos os tempos. Jamais poderemos compreender o enorme valor desse sangue, suficiente para expiar de uma vez para sempre todos os nossos pecados (Hebreus 10:12,14).
Considerar como o único Ser santo, puro, inocente e sem pecado que pisou nesta terra Se ofereceu para morrer em nosso lugar é algo que nos maravilha. Que assombroso considerar que “Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pedro 3:18)!
Espantoso é considerar que Aquele que foi pregado no madeiro de maldição, desprezado por todos e coroado de espinhos é o mesmo que, depois de realizada Sua obra, foi exaltado, coroado de honra e glória triunfal, e magnificado à destra do poder de Deus (Mateus 26:64).
Podemos permanecer indiferentes quando consideramos tudo isso? Como é possível pensar no infinito amor de Deus e mesmo assim não se comover e não se prostrar diante dEle? “Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” (Apocalipse 1:5-6).
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Isaías 50.10
30 de Agosto
"Quem há entre vós que tema ao Senhor, e ouça a voz do seu Servo que andou em trevas sem nenhuma luz, e ainda assim confiou em o nome do Senhor e se firmou sobre o seu Deus?" Isaías 50.10
As tentações espirituais são profundas e muito fortes. Para obter vitória contra essas tentações é necessário primeiro a vitória sobre as emoções. O espírito humano é a sede do Espírito de Deus. Nosso espírito capta o Eterno. Por isso, o alvo do inimigo é nos conduzir para a escuridão espiritual para que nos desesperemos. O Senhor permite essas tentações para termos a oportunidade de confirmar a autoridade da vitória de Jesus: "Eis aí vos dei autoridade... sobre todo o poder do inimigo." Mas o que podemos fazer na prática, quando nosso espírito é conduzido por uma escuridão inimaginável? Confiar no Senhor – mesmo não sentindo nada! Se não vem resposta do alto, se parece estarmos sem saída, e se em nosso íntimo nos sentimos no fundo do poço, devemos fazer o que diz Isaías: "[Confie] em o nome do Senhor e se [firme] sobre o seu Deus." Se nos firmamos no Senhor, assumimos a postura vitoriosa de Jó, que exclamou: "...eu sei que o meu Redentor vive."
Que DEUS abençoe a todos
"Quem há entre vós que tema ao Senhor, e ouça a voz do seu Servo que andou em trevas sem nenhuma luz, e ainda assim confiou em o nome do Senhor e se firmou sobre o seu Deus?" Isaías 50.10
As tentações espirituais são profundas e muito fortes. Para obter vitória contra essas tentações é necessário primeiro a vitória sobre as emoções. O espírito humano é a sede do Espírito de Deus. Nosso espírito capta o Eterno. Por isso, o alvo do inimigo é nos conduzir para a escuridão espiritual para que nos desesperemos. O Senhor permite essas tentações para termos a oportunidade de confirmar a autoridade da vitória de Jesus: "Eis aí vos dei autoridade... sobre todo o poder do inimigo." Mas o que podemos fazer na prática, quando nosso espírito é conduzido por uma escuridão inimaginável? Confiar no Senhor – mesmo não sentindo nada! Se não vem resposta do alto, se parece estarmos sem saída, e se em nosso íntimo nos sentimos no fundo do poço, devemos fazer o que diz Isaías: "[Confie] em o nome do Senhor e se [firme] sobre o seu Deus." Se nos firmamos no Senhor, assumimos a postura vitoriosa de Jó, que exclamou: "...eu sei que o meu Redentor vive."
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sábado, 29 de agosto de 2009
Gálatas 2.19-20
29 de Agosto
"Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim." Gálatas 2.19-20
Uma alma deformada tem um caráter deformado. Isso produz a triste figura de um cristão que tem a vida dominada pelo inimigo. Uma pessoa assim, por ser negativa em suas emoções, vive acusando os outros. Se irrita com tudo e com todos, se altera por pouca coisa, e só não se incomoda com os próprios erros. E, por fim, ela se recolhe ofendida a um canto, aborrecida... e o inferno dá gargalhadas, pois esse foi mais um que poderia ter sido usado maravilhosamente pelo Senhor, mas foi paralisado pelo inimigo. Pessoas assim muitas vezes têm muitos dons e teriam condições de ser algo maravilhoso para o louvor da gloriosa graça de Deus. Mas em seus corações não existe mais espaço para outros. Quanto mais esse caráter impulsionado pelas emoções estiver deformado, menor será seu raio de ação espiritual. Por isso, volte para o ponto de partida! Em outras palavras: volte para a posição de estar crucificado com Jesus. Aquele que interiormente chegou à estaca zero tem espaço dentro de si para a total e completa vitória de Jesus. Aquele que leva a sério, até às últimas conseqüências, as palavras de Jesus: "Eis aí vos dei autoridade... sobre todo o poder do inimigo", também tem vitória em todas as outras áreas.
Que DEUS abençoe a todos.
"Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim." Gálatas 2.19-20
Uma alma deformada tem um caráter deformado. Isso produz a triste figura de um cristão que tem a vida dominada pelo inimigo. Uma pessoa assim, por ser negativa em suas emoções, vive acusando os outros. Se irrita com tudo e com todos, se altera por pouca coisa, e só não se incomoda com os próprios erros. E, por fim, ela se recolhe ofendida a um canto, aborrecida... e o inferno dá gargalhadas, pois esse foi mais um que poderia ter sido usado maravilhosamente pelo Senhor, mas foi paralisado pelo inimigo. Pessoas assim muitas vezes têm muitos dons e teriam condições de ser algo maravilhoso para o louvor da gloriosa graça de Deus. Mas em seus corações não existe mais espaço para outros. Quanto mais esse caráter impulsionado pelas emoções estiver deformado, menor será seu raio de ação espiritual. Por isso, volte para o ponto de partida! Em outras palavras: volte para a posição de estar crucificado com Jesus. Aquele que interiormente chegou à estaca zero tem espaço dentro de si para a total e completa vitória de Jesus. Aquele que leva a sério, até às últimas conseqüências, as palavras de Jesus: "Eis aí vos dei autoridade... sobre todo o poder do inimigo", também tem vitória em todas as outras áreas.
Que DEUS abençoe a todos.
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Gálatas 2.19-20
Deuteronômio 14:1-21
Sábado 29 Agosto
És povo santo ao SENHOR, teu Deus, e o SENHOR te escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe seres o seu povo próprio (Deuteronômio 14:2).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 14:1-21)
Os “filhos… do SENHOR” (v. 1) eram um “povo santo ao SENHOR” (v. 2). Deveria haver conduta e devoção santas que condissessem com tal posição, e os versículos seguintes nos mostram como conseguir isto. A Bíblia é o critério que nos permite distinguir entre o que é puro e o que não é. Os mamíferos puros eram os que possuíam dois critérios ao mesmo tempo (ruminar e ter unha fendida). Mamíferos como o camelo, que ruminavam sem ter unha fendida (muito conhecimento sem ter um andar correspondente), deveriam ser rejeitados; e de modo inverso, aqueles que, como os porcos, deixavam uma pegada impecável mas não se alimentavam da maneira correta, deveriam ser rejeitados. Os fariseus eram uma boa ilustração desta segunda categoria. Exteriormente eles estavam separados do mal, mas interiormente não eram governados pela Palavra de Deus. Jeremias é um exemplo de um homem que combina as duas características. “Achadas as tuas palavras, logo as comi” declara ele. Isso é “ruminar”! E versículo seguinte, diz: “Nunca me assentei na roda dos que se alegram (ou zombadores)…” (Jeremias 15:16, 17). Isto é o andar separado.
O inseto voador era impuro (v. 19). Deus não admite a mistura do que é celestial (ter asas) com o aquilo que é terreno (o réptil).
Que DEUS abençoe a todos.
És povo santo ao SENHOR, teu Deus, e o SENHOR te escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe seres o seu povo próprio (Deuteronômio 14:2).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE DEUTERONÔMIO (Leia Deuteronômio 14:1-21)
Os “filhos… do SENHOR” (v. 1) eram um “povo santo ao SENHOR” (v. 2). Deveria haver conduta e devoção santas que condissessem com tal posição, e os versículos seguintes nos mostram como conseguir isto. A Bíblia é o critério que nos permite distinguir entre o que é puro e o que não é. Os mamíferos puros eram os que possuíam dois critérios ao mesmo tempo (ruminar e ter unha fendida). Mamíferos como o camelo, que ruminavam sem ter unha fendida (muito conhecimento sem ter um andar correspondente), deveriam ser rejeitados; e de modo inverso, aqueles que, como os porcos, deixavam uma pegada impecável mas não se alimentavam da maneira correta, deveriam ser rejeitados. Os fariseus eram uma boa ilustração desta segunda categoria. Exteriormente eles estavam separados do mal, mas interiormente não eram governados pela Palavra de Deus. Jeremias é um exemplo de um homem que combina as duas características. “Achadas as tuas palavras, logo as comi” declara ele. Isso é “ruminar”! E versículo seguinte, diz: “Nunca me assentei na roda dos que se alegram (ou zombadores)…” (Jeremias 15:16, 17). Isto é o andar separado.
O inseto voador era impuro (v. 19). Deus não admite a mistura do que é celestial (ter asas) com o aquilo que é terreno (o réptil).
Que DEUS abençoe a todos.
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Deuteronômio 14:1-21
Oséias 10:12
29 de agosto Sábado
O Solo do Coração
Semeai para vós outros em justiça, ceifai segundo a misericórdia; arai o campo de pousio; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que ele venha, e chova a justiça sobre vós. Oséias 10:12
Quero encorajar aos que estão em posições de responsabilidade que despertem para o seu dever, e que não coloquem em perigo a causa da presente verdade empregando homens e mulheres ineficientes para fazer a obra de Deus. Queremos aqueles que estão dispostos a ir para novos campos e fazer o serviço difícil para o Senhor.
Lembro-me de ter ido visitar Iowa ao tempo em que o país era novo, e vi os fazendeiros revolvendo o solo novo. Observei que usavam pesadas juntas de bois, e faziam tremendos esforços para fazerem sulcos profundos, mas os trabalhadores adquiriam resistência e músculos pelo exercício de suas faculdades físicas. Tornará fortes nossos jovens o irem para campos novos, e cultivar o campo não cultivado de corações humanos. Essa obra os levará para mais perto de Deus. Ela os ajudará a ver que, de si mesmos, são de todo ineficientes, que devem ser por completo do Senhor. [...]
Aconselho-os a usarem colírio, para que possam discernir o que Deus quer que façam. Muitos sermões sem Cristo têm sido pregados. Uma exibição de palavras sem poder apenas confirma as pessoas em sua apostasia. Que Deus nos ajude, para que Seu Espírito seja manifesto entre nós. Não devemos esperar até chegarmos ao lar para obter as bênçãos do Céu. Os pastores devem começar aqui mesmo a buscar a Deus com o povo e a trabalhar do ponto de vista certo. Aqueles que estão no trabalho por muito tempo têm estado extremamente satisfeitos em esperar pelo derramamento da chuva serôdia para lhes reavivar.
Nós somos o povo que, como João, deve preparar o caminho para o Senhor; e, se estamos preparados para a segunda vinda de Cristo, devemos trabalhar com toda diligência para preparar outros para o segundo advento de Cristo, como fez o precursor de Cristo para o Seu primeiro advento, chamando homens e mulheres ao arrependimento. [...] Que Deus nos ajude a buscar as Escrituras por nós mesmos, e quando todos nós estivermos cheios da verdade de Deus, ela fluirá como água de uma fonte viva.
Que DEUS abençoe a todos.
O Solo do Coração
Semeai para vós outros em justiça, ceifai segundo a misericórdia; arai o campo de pousio; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que ele venha, e chova a justiça sobre vós. Oséias 10:12
Quero encorajar aos que estão em posições de responsabilidade que despertem para o seu dever, e que não coloquem em perigo a causa da presente verdade empregando homens e mulheres ineficientes para fazer a obra de Deus. Queremos aqueles que estão dispostos a ir para novos campos e fazer o serviço difícil para o Senhor.
Lembro-me de ter ido visitar Iowa ao tempo em que o país era novo, e vi os fazendeiros revolvendo o solo novo. Observei que usavam pesadas juntas de bois, e faziam tremendos esforços para fazerem sulcos profundos, mas os trabalhadores adquiriam resistência e músculos pelo exercício de suas faculdades físicas. Tornará fortes nossos jovens o irem para campos novos, e cultivar o campo não cultivado de corações humanos. Essa obra os levará para mais perto de Deus. Ela os ajudará a ver que, de si mesmos, são de todo ineficientes, que devem ser por completo do Senhor. [...]
Aconselho-os a usarem colírio, para que possam discernir o que Deus quer que façam. Muitos sermões sem Cristo têm sido pregados. Uma exibição de palavras sem poder apenas confirma as pessoas em sua apostasia. Que Deus nos ajude, para que Seu Espírito seja manifesto entre nós. Não devemos esperar até chegarmos ao lar para obter as bênçãos do Céu. Os pastores devem começar aqui mesmo a buscar a Deus com o povo e a trabalhar do ponto de vista certo. Aqueles que estão no trabalho por muito tempo têm estado extremamente satisfeitos em esperar pelo derramamento da chuva serôdia para lhes reavivar.
Nós somos o povo que, como João, deve preparar o caminho para o Senhor; e, se estamos preparados para a segunda vinda de Cristo, devemos trabalhar com toda diligência para preparar outros para o segundo advento de Cristo, como fez o precursor de Cristo para o Seu primeiro advento, chamando homens e mulheres ao arrependimento. [...] Que Deus nos ajude a buscar as Escrituras por nós mesmos, e quando todos nós estivermos cheios da verdade de Deus, ela fluirá como água de uma fonte viva.
Que DEUS abençoe a todos.
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